Cada vez que rimos de piadas de um amigo, punir uma criança desobediente ou dar um prêmio que tem sido boa, estamos praticando uma forma espontânea de terapia comportamental.
Há muitas situações cotidianas em que adotamos comportamentos que parecem desejáveis e indesejáveis desaprovam.
Da mesma forma, terapeutas contam com um sistema de recompensa comportamental (e às vezes castigos) para ajudar o paciente a abandonar hábitos que são inaceitáveis ou uma ameaça para si mesmo ou a outros, como o tabagismo, o alcoolismo, comportamento certas formas de medo violento ou irracional.
A terapia é baseada no princípio de que o mau comportamento, qualquer que seja sua origem, são adquiridos como resultado de aprendizagem.
Crianças, por exemplo, podem aprender a se comportar de maneira inadequada se seus pais e professores “recompensa” mau comportamento, dando muita atenção. Enquanto isso, um adolescente pode cair o consumo excessivo de bebidas alcoólicas para ganhar a aceitação pelos companheiros (que também bebem muito).
Outro exemplo de comportamento alterado é que pessoas com PTSD, um conjunto extenso de reações emocionais que podem ocorrer como resultado de desenvolvimentos impressionantes viveram.
Em qualquer caso, a terapia comportamental tem como objetivo erradicar hábitos nocivos e comportamentos indesejáveis por treinamento do paciente para substituir as reações mais construtiva.
Utilidade
O tratamento visa a resolução de problemas específicos, tais como o tabagismo, alcoolismo, transtorno obsessivo-compulsivo, fobias, medos e distúrbios de comportamento na infância, tais como enurese e certas formas de comportamento anti-social.
Como a maioria das formas de psicoterapia, a eficácia da formação comportamental depende de duas condições básicas: o terapeuta deve inspirar confiança absoluta e que o paciente deve ter um desejo genuíno de superar o seu problema.
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