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	<title> &#187; mente</title>
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		<title>Percepção social da hipnose</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 15:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipnose]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das faces mais significativas da nossa mente é a influência de nossas noções preconcebidas sobre nosso modo de ver, interpretar e consequentemente atuar diante de determinados estímulos ou eventos, por exemplo, uma pessoa[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Não é possível descobrir novos oceanos se não se tem o valor de abandonar a praia.<br />
Anônimo</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>“Depois que você formou uma crença ou opinião, esta irá influir na sua maneira de perceber todas as informações importantes. Depois que você fez a idéia de que determinado país é hostil ao seu, estará predisposto a interpretar movimentos ou atos ambíguos como demonstração de hostilidade a essas pessoas”.<br />
(Robert Jervis, 1985)</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>“As coisas não são boas nem más; a mente é que faz que sejam”.<br />
(William Shakespeare)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das faces mais significativas da nossa mente é a influência de nossas noções preconcebidas sobre nosso modo de ver, interpretar e consequentemente atuar diante de determinados estímulos ou eventos, por exemplo, uma pessoa que não confia nas demais é porque não confia em si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa que tem medo de escuro é porque associa elementos negativos a ele; uma pessoa que pensa que a outra não é capaz de mudar uma conduta pode se afastar dela; uma mulher que pensa que seu companheiro está chateado, atua não dirigindo a palavra a ele porque em sua mente formou-se uma idéia do outro e, consequentemente, não a permite atuar e resolver o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, as nossas opiniões e crenças afetam o modo de ver e interpretar os acontecimentos, e lembrar-se deles de maneira positiva, negativa ou, em outros casos, não querer lembrar-se nem enfrentá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas para demonstrar a você como, sem percebermos, as  nossas <strong>crenças</strong> influenciam a nossa conduta, vou pedir que pense na palavra “dentista” e tudo o que ela envolve. Acreditamos que ir ao dentista “é a garantia de sofrer por um bom tempo”, ou seja, geralmente nos lembramos do acontecimento de forma negativa, mas dificilmente pensamos que a limpeza ou a reparação de uma peça dentária nos trará benefícios de ter uma boca mais saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando conhecemos alguém pela primeira vez, nosso <strong>cérebro</strong> começa a elaborar uma série de suposições que nos fazem pensar em uma série de atributos (positivos e negativos), a respeito da pessoa e atuamos: aceitando-a ou ignorando-a.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a primeira impressão que nós formamos das coisas ou das pessoas em geral termina sendo falsa. Com respeito a isso, vou continuar falando, por exemplo, mesmo na atualidade se entende como ”louco” quem pede <a href="http://site.suamente.com.br/category/psicologia/">ajuda psicológica</a> e se chega a pensar como; iluminado, tlantoani (eram os reis na época pré-hispânica e algum outro ex-presidente do país também acreditava ser), bruxo, feiticeiro, mago ou louco quem pratica a hipnose. Dificilmente o público não especializado relaciona o conceito da hipnose com seu uso científico, como no caso dos trabalhos realizados por Antón Mesmer, que introduziu a <a href="http://site.suamente.com.br/category/hipnose/">hipnose</a> no campo científico (conhecido por introduzir o conceito de magnetismo animal), Sigmund Freud, conhecido como o criador da teoria da psicanálise, ou Milton Hyland Erikson, considerado o hipnoterapeuta mais influente da nossa época.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria impensável para o amigo leitor que mais de uma vez na sua vida e, de forma completamente natural, tenha estado em processo hipnótico. Para a sua surpresa, ele aconteceu muito mais vezes do que você imagina, mas não sabe e, certamente, não o fez conscientemente. Contudo, vou explicando este ponto mais para frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Naturalmente, amigo leitor, este texto, antes de conhecê-lo, poderia lhe dar a impressão de ser pouco sério e mais ainda se estiver dirigido ao público não especializado no assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Possivelmente porque em sua mente tenha a crença de que um livro científico tem uma linguagem pouco compreensível ou porque o tema da hipnose seja pouco sério ou sem importância. De qualquer maneira, espero que você possa começar a por em prática o que hoje juntos vamos desfrutar.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitas dúvidas a respeito de: o que é a hipnose?  Para que serve? Como funciona? Qualquer pessoa pode ser hipnotizada? Posso perder peso sendo hipnotizada? É real ou fictício o seu uso científico? É ciência ou charlatanice? etc., etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Em novembro do ano passado, fizemos uma pesquisa psicosocial e perguntamos aos habitantes da cidade do México, entre outros conceitos:</p>
<p style="text-align: justify;">Qual é a primeira coisa que passa pela sua mente quando escuta a palavra “hipnose”?<br />
Você acredita que serve para quê?</p>
<p style="text-align: justify;">As respostas foram curiosas em certo sentido e surpreendentes em outros. Na minha função de pesquisador e terapeuta, provavelmente estas respostas refletem também o seu ponto de vista.</p>
<p style="text-align: justify;">Digo que em certo sentido foram curiosas, pois refletem a percepção que há muitos anos continua mantendo o conceito, e foram surpreendentes também porque mesmo em mínima proporção chegaram a mencionar a “técnica da implantação de mãos”, utilizada desde as épocas dos gregos e romanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de passar para uma breve análise de dados, convido a responder você mesmo as perguntas da pesquisa. Não é necessário escrever as respostas, podem ser feitas de forma mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, uma vez respondidas, é muito provável que se pareçam com as respostas de nossos entrevistados como verá a seguir:</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa foi muito mais ampla e as respostas também, somente para ilustrar esta parte no seguinte quadro, aparecem algumas das categorias que analisaremos. Antecipo “o mais provável é que as suas respostas se assemelhem as dos nossos entrevistados”.</p>
<p style="text-align: justify;">A princípio as respostas de todos os entrevistados se reuniram em várias categorias. Diante da pergunta: Qual é a primeira coisa que passa na sua mente quando escuta a palavra “hipnose”? As respostas se classificaram, entre outras, nos seguintes grupos:</p>
<p style="text-align: justify;">- Funções ou efeitos produzidos pela hipnose;<br />
- Conceitos relacionados com a ciência;<br />
- Algumas definições da hipnose;<br />
- Técnicas hipnóticas;<br />
- Outras categorias;</p>
<p style="text-align: justify;">Quatro de cada dez pessoas relacionaram a hipnose com alguns dos efeitos produzidos pelo estado mental de: dormir, sonhar, relaxamento e ter controle mental ou hipnotizar alguém. Entretanto, insisto, os entrevistados confundem a definição da mesma com os efeitos gerados. Para ser mais claro é como imaginar que um conceito de “carro” fosse o lugar onde se vê por espelhos retrovisores. Ele certamente não é uma definição de automóvel, mas faz referência a uma de suas funções toda vez que está nele.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto muito importante nesta pesquisa é que nenhum dos entrevistados associou o conceito à bruxaria ou feitiçaria, mas à fraude ou engano”.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, o que é hipnose? O que de certo tem que apenas os iluminados podem utilizar? Todas as pessoas podem ser hipnotizadas? Uma pessoa como eu, pode começar a usar seus benefícios imediatamente? Alguma vez entrei no estado hipnótico sem que tenha percebido? Realmente é uma magia negra ou de pura charlatanice? Tem algum fundamento científico? Pode ser utilizada nas minhas atividades diárias? Para que serve? Estar hipnotizado parece a estar dormindo? Enfim, estas perguntas e muitas outras fazem parte da atmosfera que cobre o conceito de “HIPNOSE”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo o que a sua mente pode criar se transforma em realidade.</p>
<p>Por: Psic. Juan Antonio Barrera<br />
drbarrera@atencion-psicologica.com<br />
www.atencion-psicologica.com</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradução</strong><br />
Luciana Alves<br />
Tradutora Técnica Inglês/Espanhol/Português<br />
luciana_trad@terra.com.br</p>
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		<title>Mente Consciente / Subconsciente – Entendendo</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 19:57:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
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<category>consciente</category><category>mente</category><category>metáfora</category><category>subconsciente</category>
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		<description><![CDATA[A Mente consciente tem a função de tomar decisões, raciocinar, escolher, decidir e pensar, enquanto o Subconsciente armazena lembranças, é intuitiva, cria comandos automáticos, e está totalmente sujeita ao consciente, ou seja, o consciente comanda o subconsciente. Nosso Subconsciente é o canal que está ligado ao mundo Espiritual, é o canal que está conectado a Tudo e a todos, sendo assim possui um poder inestimável e infinito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Mente consciente tem a função de tomar decisões, raciocinar, escolher, decidir e pensar, enquanto o Subconsciente armazena lembranças, é intuitiva, cria comandos automáticos, e está totalmente sujeita ao consciente, ou seja, o consciente comanda o subconsciente. Nosso Subconsciente é o canal que está ligado ao mundo Espiritual, é o canal que está conectado a Tudo e a todos, sendo assim possui um poder inestimável e infinito. Através dele podemos ser ou ter o que desejamos, e ai surge uma pergunta: Como podemos controlar nosso subconsciente para mudar nossas vidas? A mente consciente comando o subconsciente, ela dá as ordens e o subconsciente segue. O desafio está em dar as ordens certas. Vamos ler essa metáfora para compreender melhor:</p>
<p>Em um navio existia um comandante e sua tripulação, o comandante tinha o destino de ir a Austrália, mas como nunca tinha navegado para aqueles lados, pediu instruções a um grupo de cavalheiros que se encontrava beirando o porto, os cavalheiros instruíram o comandante e esse mesmo passou estas instruções à tripulação, a tripulação confiava em seu comandante e seguiu as ordens exatamente como foram passadas. A tripulação começou a se mover, levantou âncoras, e colocou o navio nas coordenadas que o comandante havia dito. Feito isso seguiram navegando, mas depois de alguns dias o comandante e toda sua tripulação notaram que o clima ficava cada vez mais frio, e passado mais dias ainda blocos de gelos começaram a surgir no mar, mas o comandante insistia que o caminho era por ali, e assim foi até se completar um mês e toda a tripulação junto com o comandante morrerem congelados. </p>
<p>Metáfora do livro O Poder do Subconsciente / Adaptada por mim</p>
<p>Podemos notar aqui uma história triste mais que poderia ser evitada se o capitão tomasse consciência que o caminho que seguia era para a destruição. A nossa mente consciente é o comandante do navio que passa as ordens para a tripulação (mente subconsciente), é essa segue as ordens exatamente como foram passadas. Cabe a nós, decidir para onde vamos, e assim passar essas ordens à nossa tripulação mental, se concluirmos que o caminho não está nos fazendo bem, tomamos outro rumo. </p>
<p><strong>Como influenciar nosso subconsciente?</strong></p>
<p>Antes de responder esta questão, precisamos descobrir como nossa mente (consciente / subconsciente) tem executado ordens passadas. </p>
<p>Tudo que for intenso e repetitivo em nosso consciente, é impresso no subconsciente. Todo pensamento prolongado, não importa se for bom ou ruim o subconsciente irá entender como uma ordem, e irá cumprir essa ordem em sua realidade. Nós filtramos a realidade através dos cinco sentidos, quando essas informações chega nosso consciente, damos cores, sentimentos e intensidade a elas. Quando passamos por uma situação em que a nossa emoção foi atingida (brigas, solidão, afeto, carinho) essa informação é impressa no subconsciente, pois sofreu uma intensa emoção, e quando repetimos demais um certo pensamento ou ação, essa também é impressa. Vamos recorrer á metáfora para compreender melhor mais uma vez:</p>
<p>Pablo foi visitar a vovó em sua casa de campo, após um longo dia de brincadeiras Pablo foi tomar banho, após se despir ele colocou a mão no registro para ligar o chuveiro, ao fazer isso tomou um choque, e isso o incomodou muito. Em seguida, todas as vezes que Pablo ia tomar banho em um lugar que não fosse sua casa, ele tinha medo de colocar a mão no registro para tomar banho. Um medo simples, mas que o incomodava.</p>
<p>Notamos aqui que Pablo certamente ao tomar o choque, manifestou um sentimento de dor dentro dele, e se lembrava bastante deste momento por ter sido doloroso, essa informação foi impressa em seu subconsciente, criando um medo de por a mão no registro. Damos o nome á essas informações impressas de: crenças. Nosso subconsciente está cheio delas, algumas ruins como medos, baixa auto-estima, inferioridade, e outras boas como confiança, sucesso e segurança.</p>
<p>Tudo que ouvimos freqüentemente de nossos pais e amigos, também nos influencia criando crenças boas ou ruins, a partir do conjunto de todas essas crenças criamos nosso mapa mental o qual nos guiará pelo mundo.</p>
<p>Cada pessoa individualmente possui seu conjunto de crenças obtidas pelas suas próprias experiências, uma pessoa de sucesso, por exemplo, possui a crença que sempre conquista o que é desejado. Já a crença de uma pessoa tímida a faz pensar que é inferior e que não irá agradar aos outros, as crenças agem automáticas sem que percebemos.</p>
<p>Quando Aprendemos a disciplinar nossa mente consciente podemos imprimir só crenças positivas e boas em nosso subconsciente, o qual ele moverá montanhas e mares para tornar em realidade. No próximo artigo iremos aprender como influenciar nosso subconsciente para obter uma vida mais saudável e feliz, conquistando qualquer objetivo.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong></p>
<p>Felipe Silvestre é Criador do Grupo Conselheiros Online ajudando e motivando pessoas online, Palestrante Motivacional e Relacionamentos, Mentor Pessoal e Formado no curso Influenciando Pessoas pelo Catho Educação Executiva.</p>
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		<title>Mente Consciente / Subconsciente II – Influenciando</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 19:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipnose]]></category>
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<category>consciente</category><category>mente</category><category>subconsciente</category>
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		<description><![CDATA[Assim compreendemos que nosso subconsciente influencia pensamentos, que influencia emoções, que influencia o ambiente, ou também vice-versa, nosso comportamento influencia as emoções, que influencia os pensamentos, que influencia o subconsciente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos entender o esquema de influência do subconsciente:</p>
<p>Subconsciente &gt; Pensamentos &gt; Emoções &gt; Comportamento (Ambiente)</p>
<p>Assim compreendemos que nosso subconsciente influencia pensamentos, que influencia emoções, que influencia o ambiente, ou também vice-versa, nosso comportamento influencia as emoções, que influencia os pensamentos, que influencia o subconsciente.<br />
Como eu havia escrito no artigo anterior, um pensamento e uma ação prolongada (repetitiva) cria ou muda hábitos e crenças que estão localizadas em nosso subconsciente, vamos ouvir a história de Bruno:</p>
<p>Bruno era um garoto que adorava vídeo game, possuí vários jogos o qual dominava com maestria todos eles. Certo dia sua mãe o presenteou com um novo jogo, e na mesma hora colocou para jogar. No começo Bruno sentia dificuldade em jogar, não sabia que botão apertava, olhava para o controle e olhava para a TV. Bruno insistiu e jogava o jogo todos os dias, depois de uma semana Bruno dominará totalmente o jogo, nem mais se quer olhava para o controle, também dominou com maestria o novo jogo.</p>
<p>Observamos que no começo Bruno sentia dificuldade, mas de tanto repetir o ato de jogar o mesmo jogo, jogava sem mesmo olhar para o controle, tornando uma ação automática, Bruno de tanto repetir essa ação criou um comando automático no subconsciente, assim também desenvolvendo agilidade e precisão. Assim como o exemplo de Bruno, se insistirmos em uma determinada ação ou pensamento estaremos criando comandos no subconsciente que automaticamente influenciará em nosso modo de agir e falar. Se uma pessoa constantemente pensa em problemas, medos ou pobreza, essa atitude mental irá criar um comando negativo e irá fazer com que essa pessoa seja ainda mais problemática, medrosa e pobre. A importância de estar sempre pensando positivo, tal como pensamentos de sucesso, abundância, amor e amizade, transforma nosso subconsciente em uma fonte desses mesmos pensamentos, e iremos passar agir como uma pessoa de sucesso, próspera e flexível, com essas qualidades nos relacionamos melhor, e ter sucesso na comunicação é o pilar do sucesso. Uma maneira de estar influenciando nosso subconsciente é essa de sempre estar pensando positivo e naquilo que queremos, nos resultados dos objetivos, e também agindo de acordo com seus pensamentos, agindo como uma pessoa de sucesso.</p>
<p>Tudo o que é captado pelo subconsciente se transforma em realidade, pensamentos negativos ou positivos, não importa, o subconsciente funciona como um espelho, se for lhe apresentado um pensamento negativo a resposta é esse pensamento negativo se manifestando na realidade.</p>
<p>O Importante é sempre ver o lado bom de todas as situações. Temos que funcionar como um filtro, que purifica e deixa a sujeira de fora. Funcionando como um filtro, se apenas absorvemos o lado bom das situações, o subconsciente só irá manifestar coisas boas em nossas vidas, porque toda sujeira ( pensamentos negativos ) foram deixados de lado. Esse é um segredo para se viver uma vida feliz e grata.</p>
<p>O Subconsciente não distingue realidade da imaginação. Se ele não distingue, quer dizer que imaginar é a mesma coisa de estar vivendo o imaginado. Direcione sua imaginação para os resultados de seus objetivos, se imagine conquistando eles, ao fazer isso você passa a idéia ao subconsciente que já possui tal, e como o subconsciente funciona como espelho, irá manifestar isso em sua realidade.</p>
<p>Aja como se já tivesse. Por exemplo: Quero um carro. Se eu agir como se já o tivesse, minhas ações seriam como em preparar a garagem do carro, tirar uma carta de habilitação, fazer planos de viagens, etc&#8230; Assim estarei moldando meu ambiente e influenciando meus pensamentos. Agindo como se já tivesse tal coisa, você enriquece sua motivação e seu entusiasmo.</p>
<p><strong>Usando a Auto-Hipnose para influenciar o Subconsciente</strong></p>
<p>A Auto-Hipnose também é uma maneira de influenciar o subconsciente, através de afirmações e sugestões. Como aprendemos no artigo anterior, nada entra no subconsciente se o consciente não permitir. Mas existem exceções, se não percebemos uma coisa, essa coisa não entra em contato com o consciente, assim diretamente é absorvida pelo subconsciente, como as mensagens subliminares por exemplo, são mensagens da realidade que não percebemos conscientemente, mas que afeta o subconsciente. E também existe um estado entre o acordado e o dormindo, é nesse estado em que o subconsciente está exposto a qualquer afirmação e sugestão, é nesse estado que acontece a hipnose. Para a auto-hipnose acontecer, deite como se fosse dormir, comece a entrar em um estado de sonolência (quanto mais praticar esse exercício mais terá facilidade em alcançar esse estado), quando observar que está quase pra dormir imagine-se alcançando o resultado que quer e diga em um tom de voz afirmativo e forte: A INFINITA SABEDORIA DE DEUS ME GUIA EM MINHAS CONQUISTAS E NA REALIZAÇÃO DOS RESULTADOS DE MEUS OBJETIVOS, SOU PREENCHIDO COM A MOTIVAÇÃO E COM SABEDORIA DIVINA.</p>
<p>Diga essa frase com sentimentos, sinta o grau dessa frase, ela te conecta com o Poder divino e eleva o grau do seu subconsciente num estado positivo. Faça suas próprias frases afirmativas, enriqueça elas com sentimentos e poder, entre em estado de sonolência e diga elas para você mesmo. Os resultados irão se manifestar em uma velocidade incrível em sua vida.</p>
<p>Todas essas maneiras precisam ser usadas com freqüência, quanto mais repetir mais rápido o resultado irá se manifestar. Lembre-se que uma ação ou um pensamento prolongado molda seu subconsciente, pratique todas essas maneiras quantas vezes puder por dia.</p>
<p>Sobre o autor</p>
<p>Felipe Silvestre é Criador do Grupo Conselheiros Online ajudando e motivando pessoas online, Palestrante Motivacional e Relacionamentos, Mentor Pessoal e Formado no curso Influenciando Pessoas pelo Catho Educação Executiva.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A hipnose</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-hipnose/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 18:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipnose]]></category>
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		<description><![CDATA[A hipnose é uma técnica de indução do transe (que é um estado de relaxamento semi-consciente) com manutenção do contato sensorial do paciente com o ambiente.
O transe é induzido de modo gradual e por etapas, através da fadiga sensorial, que geralmente é provocada pela voz calma, monótona, rítmica e persistente do hipnotizador, e muitas vezes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A hipnose é uma técnica de indução do transe (que é um estado de relaxamento semi-consciente) com manutenção do contato sensorial do paciente com o ambiente.</p>
<p>O transe é induzido de modo gradual e por etapas, através da fadiga sensorial, que geralmente é provocada pela voz calma, monótona, rítmica e persistente do hipnotizador, e muitas vezes aliada a recursos óticos (pêndulos, luzes etc) que visam cansar os órgãos da visão do paciente. Quando o transe se instala, a sugestibilidade do paciente é aumentada. A hipnose leva então à várias alterações da percepção sensorial, das funções intelectuais superiores, exacerbação da memória (hiperamnésia), da atenção e das funções motoras. Estabelece-se um estado de alteração de estado da consciência, um tipo de estado que simula o sono, mas não o é (lembramos que a pessoa não “dorme” na hipnose): o eletroencefalograma (EEG) do paciente sob hipnose é de vigília, e não de sono.</p>
<p>Não se sabe ainda concretamente como a hipnose altera as funções cerebrais da pessoa. Uma das teorias mais aceitas é que ela afetaria os mecanismos da atenção, em uma parte do cérebro chamada substância reticular ascendente (SRA), localizada na sua parte mais basal (tronco cerebral). Essa área, que também tem muitas funções relacionadas ao sono, ao estado de alerta e à percepção sensorial, “bombardeia” o cérebro continuamente com estímulos provenientes dos órgãos dos sentidos, provocando excitação geral. A inibição da SRA leva aos estados de sonolência e “desligamento” sensorial. Pode-se afirmar também que a sensibilidade à hipnose é mais ou menos geral; 90% das pessoas são hipnotizáveis.</p>
<p>Quem é hipnotizável?</p>
<p>Para responder a esta pergunta, Ochorowicz inventou (ainda no século XIX) um instrumento especial &#8211; o hipnoscópio &#8211; que nada mais é do que um ímã(*), em forma de anel, que a pessoa a ser examinada põe no dedo. Para o inventor, as pessoas hipnotizáveis experimentam certas sensações na pele e contrações nos músculos, enquanto nada acontece se a pessoa não é hipnotizável. Pesquisas de outros investigadores, entretanto, não confirmaram completamente a teoria de Ochorowicz.</p>
<p>Comprovou-se também que os neurastênicos, os hitéricos e os debilitados não são muito dispostos à hipnose. A histeria, particularmente, não se adapta ao hipnotismo; a histeria comum, com suas variáveis manifestações de dor de cabeça e a sensação de uma bola na garganta, combinadas com o desejo de ser interessante e de exagerar os sofrimentos suportados, dá muito pouca disposição à hipnose. O espírito de contradição, muito desenvolvido nas pessoas histéricas, contribui para isso. A noção errônea de que os pacientes histéricos, ou neurastênicos, são particularmente susceptíveis ao fenômeno, resulta do fato de que a maioria dos médicos têm feito somente experiências com eles, ainda seguindo as idéias de Mesmer sobre o magnetismo animal. A realidade, entretanto, aponta para outro lado.</p>
<p>Outro fato que merece registro é a notável susceptibilidade dos pacientes tuberculosos. No que se refere a inteligência, as pessoas inteligentes são mais facilmente hipnotizáveis do que as obtusas e estúpidas.</p>
<p>A excitação mental dificulta a hipnose. Observações feitas por Wetterstrand e Ringer, particularmente, comprovaram que certos indivíduos são ocasionalmente refratários à hipnose e que isso pode estar relacionado à excitação mental. Por outro lado, considera-se um engano completo dizer que a disposição para a hipnose seja um sinal de fraqueza de vontade. Sem dúvida, a capacidade de manter um estado passivo tem efeito satisfatório, e isso, ao contrário, é mais um indício de força do que de fraqueza de vontade. Esta capacidade de dar aos pensamentos uma direção definida é, em parte, uma questão de hábito e, muitas vezes, uma questão de vontade. Ao contrárioo, aqueles que não têm possibilidade de fixar sua atenção, são dispersivos, que sofrem de contínua distração de espírito, dificilmente podem ser hipnotizados.</p>
<p>A disposição à hipnose também não é muito comum entre as pessoas facilmente impressionáveis, diferentemente do que se poderia supor. Sabe-se bem que algumas pessoas influenciáveis sob muitos aspectos, principalmente por coisas insignificantes, oferecem muita resistência ao hipnotismo.</p>
<p>Quanto à idade, crianças menores de três anos não podem absolutamente serem hipnotizadas, e mesmo até as de sete ou oito anos, só o são com muita dificuldade. Já a idade avançada não é, de modo algum, refratária à hipnose. Segundo Liebault, após a hipnose, as pessoas mais idosas muitas vezes se lembram mais de tudo o que aconteceu do que as mais jovens.</p>
<p>(*) Muitos autores, ao longo dos séculos, referiram-se aos poderes extraordinários dos ímãs. Os Magos do Oriente usavam-no para curar moléstias e os chineses e hindus usaram-no com o mesmo propósito. Alberto Magno, no século XIII, Paracelso, Don Helmart e Kercher também o empregaram, assim como o astrônomo e jesuíta Hell, em Viena, no fim do século XVIII. Também o conceituado médico britânico Dr. Reil empregou o ímã terapeuticamente. Riechenbach, em 1845, afirmou que algumas pessoas sensíveis tinham reações peculiares quando em contato com um ímã, relatando inclusive, que muitas diziam ver uma luz diferente, batizada por ele por “Estranha Luz”.</p>
<p>Nota: É sabido que o fenômeno da hipnose existia já há muitos milênios. Nas muralhas dos templos dedicados à deusa egípcia Ísis, vêem-se pessoas concentradas em oração, que estão, indisfarçavelmente, em estado de transe. Na velha Mesopotâmia, os sacerdotes hipnotizavam as donzelas, para investigarem coisas do futuro. As sacerdotisas do Oráculo de Delfos vaticinavam em hipnose, a que eram induzidas pela inalação de vapores. O sono no templo, na Grécia de Asclepíades, não era outra coisa senão hipnose, só que de uma forma diferente. Os médicos hindus também trabalhavam com hipnose, aliás, foi exatamente na Índia que se desenvolveram, antecipadamente, técnicas de concentração através do estado hipnótico.</p>
<p>Fonte: www.camarabrasileira.com</p>
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		<title>Mitos e Verdades</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 17:37:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[MITO DA INCONSCIÊNCIA - Muitos pensam que estar hipnotizado significa estar inconsciente. Há aqueles que até desejam ficar inconscientes para que &#8220;todos os seus problemas lhes sejam tirados&#8221;. Na verdade, o transe hipnótico é caracterizado por uma dissociação consciente/inconsciente, onde a consciência está presente, e é desejável que esteja, para participar no processo de cura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MITO DA INCONSCIÊNCIA -</strong> Muitos pensam que estar hipnotizado significa estar inconsciente. Há aqueles que até desejam ficar inconscientes para que &#8220;todos os seus problemas lhes sejam tirados&#8221;. Na verdade, o transe hipnótico é caracterizado por uma dissociação consciente/inconsciente, onde a consciência está presente, e é desejável que esteja, para participar no processo de cura. Por estar vivenciando uma experiência agradável, eventualmente a pessoa não se lembra do que foi falado, porque ficou distraída com pensamentos, imagens ou sons.</p>
<p><strong>MITO DE CONFESSAR SEGREDOS SEM QUERER -</strong> Mesmo em transe profundo a mente conserva um sentido de vigilância que protege a integridade da pessoa. Na hipnose Ericksoniana raramente a pessoa é convidada a falar. O inconsciente é capaz de resolver silenciosamente os conflitos mais profundos.</p>
<p><strong>MITO DE NÃO VOLTAR DO TRANSE -</strong> Se, eventualmente, por estar numa experiência muito agradável ou num transe mais profundo, a pessoa não aceitar a sugestão de voltar do transe, basta deixá-la mais algum tempo, e naturalmente, o transe hipnótico se transforma em sono fisiológico e ela acorda.</p>
<p><strong>MITO DE SER DOMINADA PELO HIPNOTERAPEUTA -</strong> Na hipnose Ericksoniana o estado de transe é sempre uma auto-hipnose. O hipnoterapeuta é um facilitador, um companheiro de viagem, apenas alguém que está ao lado enquanto o inconsciente da pessoa trabalha.</p>
<p><strong>MITO DA DEPENDÊNCIA -</strong> Um hipnoterapeuta cuidadoso tem sempre o cuidado de dar sugestões pós-hipnóticas de autonomia e liberdade. Ex:&#8230;E no dia a dia sua mente inconsciente pode continuar por si mesma com um processo natural e saudável de mudanças&#8230; Por isto a Hipnoterapia Ericksoniana é considerada uma terapia breve.</p>
<p><strong>MITO DE QUE A HIPNOSE POSSA SER PREJUDICIAL À PESSOA -</strong> O inconsciente é sábio e protetor, e absorve apenas aquilo que é saudável e útil. Naturalmente, como a hipnose é uma poderosa estratégia de comunicação com o inconsciente, só deve ser usado por pessoas devidamente treinadas, competentes e éticas. Uma pá é um excelente instrumento para remover terra, mas se for usado para atingir a cabeça de alguém&#8230;</p>
<p><strong>MITO DA REGRESSÃO -</strong> Hipnose não é regressão. A regressão é apenas um fenômeno hipnótico que pode ser usado quando necessário. Como dissemos antes, a hipnose é um fenômeno psíquico, um estado especial da mente que permite ações terapêuticas as mais diversas.</p>
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		<title>Auto-hipnose de Betty Erickson</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 17:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Use o poder da sua mente inconsciente para atingir objetivos pessoais. A estratégia abaixo é útil para se conseguir resultados comportamentais variados (você é que define quais serão). Já foi usada por muitas pessoas com sucesso, inclusive por mim. Não é estritamente necessário conhecer os &#8220;porquês&#8221; para que a técnica funcione, é suficiente o faça-e-descubra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Use o poder da sua mente inconsciente para atingir objetivos pessoais. A estratégia abaixo é útil para se conseguir resultados comportamentais variados (você é que define quais serão). Já foi usada por muitas pessoas com sucesso, inclusive por mim. Não é estritamente necessário conhecer os &#8220;porquês&#8221; para que a técnica funcione, é suficiente o faça-e-descubra, mas de qualquer maneira, seguem alguns esclarecimentos.</p>
<p>Hipnose é um estado de atenção focalizada e concentrada. Entrar em hipnose envolve tirar sua atenção da experiência externa e direcioná-la internamente. E tipicamente, ao processar informação, privilegiamos um sistema representacional, que pode ser visual, auditivo ou cinestésico (sensações). Um &#8220;estado alterado&#8221; de consciência ocorre quando você processa informação fora desse seu sistema de representação primário.</p>
<p>Dois pressupostos ou crenças fundamentam esta técnica. A primeira é que o entendimento da mente consciente não é necessário para se efetuar uma mudança. Evidência disto são as várias coisas que aprendeu quando criança, como andar, falar e assobiar. O segundo é que você pode confiar na sua mente inconsciente. Para que você também acredite nisto, sugiro que teste essa afirmação na prática: faça de conta por alguns minutos que é verdade e veja o que acontece!</p>
<p>Vamos aos passos da auto-hipnose:</p>
<p>1) Posição confortável – Ache uma posição que você possa manter facilmente pelo tempo da prática. Pode ser deitado ou sentado, embora sentado seja melhor para evitar que você durma. Centre-se olhando direto à frente e respirando lenta e facilmente. Relaxe.</p>
<p>2) Tempo – Determine o tempo que pretende levar e faça uma declaração sobre isto, como &#8220;Eu vou entrar em auto-hipnose por 15 minutos&#8230;&#8221; (você se surpreenderá ao descobrir como seu &#8220;relógio interno&#8221; pode controlar o tempo para você).</p>
<p>3) Propósito – Faça uma segunda declaração para si mesmo sobre seu propósito ao entrar em auto-hipnose. Neste propósito, nós permitimos à mente inconsciente trabalhar no assunto, ao invés de dar sugestões abrangentes, assim nossa declaração de propósito deve refletir este fato. Diga: &#8220;&#8230;para o propósito de permitir à minha mente inconsciente fazer os ajustes apropriados para auxiliar-me em______.&#8221; Preencha o espaço com o que você quer obter, como &#8220;Acreditar mais que posso levar a cabo aquele projeto&#8221; ou &#8220;Aceitar mais a Fulana como ela é.&#8221; ou &#8220;assistir as aulas de Química com mais motivação e prazer&#8221;. (mais importante que as palavras é o fato de que você está transferindo este processo para a sua mente inconsciente)</p>
<p>4) Estado de saída – Faça uma declaração final a si mesmo sobre como você quer estar quando completar o processo. Tipicamente, em hipnose, ouvimos a idéia de que você deve voltar sentindo-se &#8220;acordado, alerta e renovado&#8221;, mas no mundo real isto pode não ser o que você quer. Por exemplo, se vai fazer sua auto-hipnose antes de dormir, você pode preferir retornar &#8220;relaxado e pronto para dormir&#8221;, ou pode preferir nem retornar e deixar que sua inteligência inconsciente trabalhe na questão a noite inteira. Se vai fazê-la antes de trabalhar, pode querer retornar &#8220;motivado e cheio de energia&#8221;. Simplesmente diga para si mesmo &#8220;&#8230; e quando terminar, eu vou me sentir_____&#8221;</p>
<p>5) Atenção externa &#8211; A partir desta etapa, você entra em um ciclo de direcionamento da atenção. Comece, de olhos abertos, prestando atenção a três coisas visuais, uma de cada vez. Faça uma pausa (algo entre 3 e 5 segundos) em cada uma. Prefira pequenas coisas, como uma marca na parede, uma maçaneta, o canto de um quadro. Se quiser, dê os nomes: &#8220;Eu estou olhando o parafuso da dobradiça da porta&#8221; ou &#8220;Eu estou vendo aquela coisa ali&#8221;.<br />
Em seguida, direcione a atenção para seu canal auditivo e note, uma a uma, três coisas que você ouve (isto permite que os sons do ambiente sejam incorporados, ao invés de distraírem).<br />
Agora atente para o corpo e note três sensações corporais, também uma de cada vez. Vá devagar de um ao outro. Busque aquelas sensações que normalmente você não nota, como o peso dos óculos, a sensação do relógio de pulso, a textura da blusa.<br />
Continue o processo com dois visuais, dois auditivos e dois cinestésicos.<br />
Ainda lentamente, faça o mesmo para um visual, um auditivo e um cinestésico.</p>
<p>6) Atenção interna &#8211; Feche os olhos. Traga uma imagem à sua mente. Você pode construir uma ou simplesmente usar uma que vier. Pode ser um ponto de luz, uma praia bonita ou uma pizza. Se nada vier, sinta-se livre para &#8220;por algo lá&#8221;. Se preferir, dê um nome à imagem.<br />
Faça uma pausa e deixe que um som venha à sua percepção ou crie um e dê um nome a ele. Se ouvir um som no ambiente, pode usá-lo se preferir.<br />
Agora, torne-se consciente de uma sensação e dê um nome a ela. É preferível fazer isto internamente – use sua imaginação. Por exemplo, sentir o sol de verão aquecendo um braço, água fria molhando os pés, a sensação de dois dedos se tocando. Novamente, se uma sensação física chamar sua atenção, use-a.<br />
Repita o processo com duas imagens, dois sons e duas sensações, sempre uma de cada vez.<br />
Novamente, com três imagens, três sons, e três sensações.</p>
<p>7) Completando o processo – Se você executar a seqüência acima antes do tempo estabelecido, o que é normal, você pode continuar com 4 imagens, sons, sensações, depois 5 e assim por diante. Outra coisa que costumo fazer é simplesmente ficar prestando atenção na respiração e apenas observando eventuais pensamentos. Algo assim como uma espera tranqüila.<br />
Não é incomum &#8220;sair do ar&#8221; ou perder a consciência durante o processo. Algumas pessoas em princípio acham que dormiram, mas em geral você se verá voltando automaticamente ao fim do tempo que estabeleceu. Isto é uma indicação de que você não estava dormindo e que sua mente inconsciente estava fazendo o que você pediu.</p>
<p>Como quando definiu suas metas, no início, confie que sua mente inconsciente está trabalhando para você em segundo plano enquanto você está executando o processo. Não duvidar já é um bom começo!</p>
<p>Fonte: http://www.camarabrasileira.com/projetosaber.htm </p>
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		<title>Como Visualizar o Sucesso e Fazê-lo Acontecer</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:56:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
Primeiro Passo:
Crie uma visão de carreira em sua mente. Você é o roteirista, pode fazer as coisas acontecerem em sua mente como bem entender. Crie uma cena onde está fazendo o que deseja fazer, na posição em que deseja estar. Dê a expressão das emoções ao seu próprio rosto no desenrolar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>Primeiro Passo:</strong></p>
<p>Crie uma visão de carreira em sua mente. Você é o roteirista, pode fazer as coisas acontecerem em sua mente como bem entender. Crie uma cena onde está fazendo o que deseja fazer, na posição em que deseja estar. Dê a expressão das emoções ao seu próprio rosto no desenrolar da cena e veja-a reagindo com emoções positivas enquanto tudo acontece. Veja os outros também demonstrando certas emoções. A vida transpira movimento, portanto você quer que a sua visão seja como um filme, e não como umas poucas fotografias. Deixe a cena passar pela sua imaginação. (Embora pensemos em visões como quadros mentais, não tem que ser assim necessariamente. Às vezes simplesmente pensar a respeito de alguma coisa, sem dar a ela configuração de imagem, poder ser uma forma de visão igualmente eficaz).</p>
<p><strong>Segundo Passo:</strong></p>
<p>Repita duas vezes por dia a visão de carreira. Reserve algum tempo para o exercício da visualização. Se não restringir o tempo diário a qualquer coisa entre 30 segundos a dez minutos, acabará esquecendo de praticar. O levantar-se e o deitar-se são momentos bastante oportunos, vá repetindo pelo menos duas vezes ao dia, até a visão concretizar-se.</p>
<p><strong>Terceiro Passo:</strong></p>
<p>Saiba que a sua visão de carreira ainda acontecerá. Fatalmente acontecerá e, por isso você acredita piamente na visão. No entanto, não sabe quando exatamente quando vai acontecer. Isso absolutamente não lhe diz respeito. Você sabe que o destino administra a sua própria agenda e que as grandes forças do univerno vão estar em seu benefício se você deixar que a natureza se encarregue do &#8220;quando&#8221;. Não fixe prazos para quando uma visão de carreira deve tornar-se realidade.</p>
<p><strong>Quarto Passo:</strong></p>
<p>Crie visões de desempenho diário. Escolha uma determinada tarefa ou fato que você saiba que está para acontecer brevemente, e visualize-se desempenhando na sua melhor forma. Veja-se produzindo os resultados que deseja, repasse a visão uma hora antes de ter iniciado a tarefa ou o fato, ou então pela manhã, no dia.</p>
<p><strong>Quinto Passo:</strong></p>
<p>Crie uma visão alternativa. Visualize as coisas não acontecendo de acordo com o seu plano preferencial e veja-se mesmo assim reagindo com a devida compostura e auto-confiança. Não tente inventar um motivo para que tal coisa aconteça. Simplesmente veja-a acontecendo e você agindo com fineza, apesar de tudo. Ponha um sorriso nos lábios. Escolh uma ou duas emoções positivas para sentir na hora, caso esta cena venha a acontecer.</p>
<p><strong>Sexto Passo:</strong></p>
<p>Crie uma visão de processo. Veja-se tomando as providências cabíveis para sua visão preferencial acontecer. Acrescente uma emoção positiva ao processo, e sinta a mesma em sua mente ao imaginar-se em ação.</p>
<p>Do Livro: Como Liberar sua Produtividade<br />
50 Poderosas Técnicas de Produtividade<br />
Richard Ott e Martin Snead</p>
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		<title>As oito regras da mente</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
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<category>cérebro</category><category>mente</category><category>pensamentos</category>
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		<description><![CDATA[Existem oito regras fundamentais que temos que levar em conta na hora de trabalhar com nosso cérebro ou os dos demais.
1. Todo pensamento ou idéia causa uma reação física:
Todos os pensamentos afetam todas as funções do organismo. Os pensamentos de preocupação desencadeiam mudanças no estômago, que com o tempo podem derivar em úlceras. Os pensamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem oito regras fundamentais que temos que levar em conta na hora de trabalhar com nosso cérebro ou os dos demais.</p>
<p><strong>1.</strong> Todo pensamento ou idéia causa uma reação física:</p>
<p>Todos os pensamentos afetam todas as funções do organismo. Os pensamentos de preocupação desencadeiam mudanças no estômago, que com o tempo podem derivar em úlceras. Os pensamentos de ira aumentam o nível de adrenalina no sangue, produzindo diversas mudanças no corpo. Os pensamentos de ansiedade e medo aumentam a rapidez do pulso.</p>
<p>Todas as idéias que têm um forte conteúdo emocional quase sempre alcançam o inconsciente (a mente do sentimento). Uma vez aceitas, estas idéias continuam produzindo a mesma reação corporal uma e mais vezes.</p>
<p><strong>2.</strong> O que se espera tende a e tornar realidade:</p>
<p>O cérebro e o sistema nervoso respondem a imagens mentais, sejam imagens internas ou externas. As imagens formadas se convertem em pautas fixas e o inconsciente utiliza todos os meios que dispõe para levar a cabo seu plano. Se preocupar é uma forma de programar respostas físicas que não desejamos e o inconsciente atua para que se cumpra a situação representada nas imagens. &#8220;as coisas que temia acabaram acontecendo&#8221;.</p>
<p>Muitas pessoas tem ansiedade crônica, que é simplesmente uma expectativa mental inconsciente que vai acontecer algo terrível. Por outro lado, todos conhecemos pessoas que parecem ter uma magia especial. Parece que a vida lhes enche de bênçãos sem motivo aparente. dizemos que eles têm sorte. O que parece boa sorte é na verdade expectativa mental positiva, uma profunda convicção de que eles merecem que tudo lhes saia bem. Nos transformamos no que pensamos.</p>
<p>Nossa saúde física depende em grande medida de nossa expectativa mental. Os médicos reconhecem que se um paciente esperar ficar doente, aleijado, paralisado, desvalido ou inclusive morrer, a tendencia é que se torne realidade a situação esperada.</p>
<p><strong>3.</strong> Ao tratar com tua mente ou com a outra pessoa, a imaginação é mais poderosa que o conhecimento.</p>
<p>A IMAGINAÇÃO ANULA FACILMENTE A RAZÃO. Este é o motivo pelo qual certas pessoas se precipitam às cegas para os atos ou situações irracionais. Os crimes violentos originados pelo ciúmes quase sempre têm a sua causa em uma imaginação hiperativa.</p>
<p>Muitos se sentem superiores aos que perdem suas economias nas mãos de trapaceiros ou seguem cegamente a demagogos. Se vê facilmente que estas pessoas ultrapassam sua razão. A miúdo estamos cegos ante nossas próprias superstições, preconceitos ou crenças irracionais. As idéias que contêm uma forte emoção, como a ira, o ódio, o amor a nossas crenças políticas ou religiosas, são difíceis de modificar mediante o uso da razão.</p>
<p><strong>4.</strong> Não é possível fazer o papel de acordo e ao mesmo tempo ter idéias opostas.</p>
<p>Podem-se armazenar muitas idéias. A regra faz referência ao reconhecimento de uma idéia pela mente consciente. Muitas pessoas tentam obter idéias opostas simultaneamente. Um homem poderia crer na honestidade e esperar que seus filhos sejam honestos, e não obstante embarcar-se em práticas comerciais levemente desonestas. Pode tentar justificar seus atos dizendo, &#8220;Todos os meus competidores o fazem, é uma prática &#8220;aceitada&#8221;. No entanto, não pode iludir a tensão e seu efeito sobre o sistema nervoso, originada por sustentar idéias opostas.</p>
<p><strong>5.</strong> Uma vez que uma idéia foi aceita pela mente inconsciente, esta permanece até que outra idéia a substitui.</p>
<p>Esta regra está associada à seguinte: quanto mais tempo permanece uma idéia, maior é a resistência a que se a substitua por outra idéia nova.</p>
<p>Uma vez que uma idéia foi aceita, tende a permanecer, e quanto mais tempo atua, mais tende a se converter em uma forma habitual de pensar. Assim é como se formam os hábitos, bons ou maus. Temos pautas de pensamento e ação. Guarde isso bem: &#8220;TODA AÇÃO VAI PRECEDIDA DO PENSAMENTO&#8221;. Se quisermos modificar nossas ações, temos que começar modificando nossos pensamentos. Aceitamos certos feitos como verdadeiros. Aceitamos que o Sol sai pelo Leste e se põe pelo oeste, inclusive quando está enevoado e não podemos vê-lo. Temos muitas pautas de pensamento que são incorretas e, no entanto se fixaram. Existem pessoas que em momentos críticos bebem uísque, fumam ou consomem calmantes para render com eficiência. Tudo isso é incorreto, mas a idéia está aí e resulta uma pauta fixa de pensamento. Haverá oposição para substituí-la com uma nova idéia.</p>
<p><strong>6.</strong> Um sintoma induzido emocionalmente, se persistir o suficiente tende a causar mudanças orgânicas.</p>
<p>A ciência médica reconhece que mais de 60% das doenças humanas são psicossomáticas. A função de um órgão ou de uma parte do corpo se perturbou pela reação do sistema nervoso a idéias negativas que sustenta o inconsciente. Não quero dizer com isto que toda pessoa que se queixa de uma doença está doente emocionalmente ou é neurótico. Há doenças causadas por germes, parasitas ou vírus. Somos um conjunto inseparável de mente e corpo! Se você teme continuamente que tua saúde se debilite, se você fala constantemente das tuas dores de estômago, com o tempo podem se produzir mudanças orgânicas.</p>
<p><strong>7.</strong> Cada sugestão levada à prática diminui a resistência a sucessivas sugestões,</p>
<p>Quanto mais tempo dura uma tendência mental, mais fácil é de seguir. Uma vez que se formam os hábitos, se tornam mais fáceis de seguir e mais difíceis de romper.</p>
<p>Quando o inconsciente aceitou uma sugestão, é mais fácil que aceite novas sugestões e as leve à prática. Por isso, quando se começa a trabalhar com hipnose, se deve começar com sugestões simples. Sugere que se sinta uma sensação de formigamento ou um sentimento quente e agradável. Depois você pode passar a sugestões mais complexas.</p>
<p><strong>8.</strong> No que é referente à mente inconsciente e suas funções, ao maior esforço consciente, menor é a resposta do inconsciente.</p>
<p>A &#8220;Força de Vontade&#8221; não existe na verdade! (em muitas ocasiões). Se você tem insônia você aprendeu que &#8220;quanto mais você se empenha em dormir, mais você se mantém acordado&#8221;. &#8220;Ao tratar com o inconsciente FAÇA AS COISAS COM CALMA&#8221;. trabalhe para desenvolver uma expectativa mental positiva para que teu problema seja resolvido. À medida que aumenta tua fé no inconsciente, você aprende a &#8220;deixar que as coisas ocorram&#8221; em vez de tentar &#8220;forçar &#8221; que ocorram.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/24</p>
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		<title>As Pressuposições da PNL</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 01:26:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[re-modeladas por Ibrahim Abdul-Malik, Ed. D. (Doutor em Educação)
Desde o início de nossos estudos de PNL somos apresentados a uma série de pressuposições que servem de base a muitos dos procedimentos e estratégias da PNL. Falando apenas por mim, achei que algumas delas são difíceis de entender. Não porque eu fosse incapaz de entender seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>re-modeladas por Ibrahim Abdul-Malik, Ed. D. (Doutor em Educação)</p>
<p>Desde o início de nossos estudos de <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> somos apresentados a uma série de pressuposições que servem de base a muitos dos procedimentos e estratégias da PNL. Falando apenas por mim, achei que algumas delas são difíceis de entender. Não porque eu fosse incapaz de entender seu significado, mas simplesmente porque eram expressas em uma linguagem que me deixava com dúvidas.</p>
<p>Por exemplo, meu professor me informava que não existe fracasso, mas apenas feedback, e que o significado da minha comunicação é a resposta que eu obtenho. Como pode ser isso? Em ambos os exemplos minhas experiências contradiziam a afirmação. Tanto quanto eu sabia, &#8220;fracasso&#8221; era &#8220;real&#8221; e na verdade, o significado da minha comunicação era aquele que eu pretendia.</p>
<p>A despeito de todas explicações que deviam me auxiliar a me sentir congruente sobre os dois conceitos, eu estava aprendendo as palavras, mas mesmo assim tendo problemas com seu significado mais profundo.. Quando cheguei ao Master Practitioner, eu passei a valorizar ambas as pressuposições, e até me admirei como elas eram úteis na mellhoria de minhas relações.</p>
<p>Eu me perguntei: como especificamente eu cheguei a esta atitude tão diferente? A resposta se baseia em parte no fato de eu começar a entender a verdadeira natureza de uma pressuposição. Embora eu saiba perfeitamente, do ponto de vista intelectual, agora eu estou convencido de que alguma parte de mim igualou &#8220;pressuposição&#8221; com &#8220;verdade&#8221;. E nada pode ser mais longe da verdade. PNL pre-supõe certas condições (isto é, assume sua existência) porque é útil fazer isso. Útil para que? Criar relações harmoniosas, entender o ponto de vista que outras pessoas têem sobre o mundo, ressignificar uma experiência ou evento desagradável de forma que se sintam melhor sobre aquilo&#8230; Você pode construir sua própria lista.</p>
<p>Na medida que eu refletia sobre minhas próprias experiências com as pressuposições, eu decidi remodelar algumas das mais comuns em uma linguagem que eu creio teria feito de minha primeira apresentação um encontro mais agradável. Que lhes parece?</p>
<p><strong>1. O mapa não é o Território que ele descreve</strong></p>
<p>Cada um de nós conhece o mundo fora de nossos corpos apenas através dos nossos 5 sentidos (algumas pessoas insistem que temos mais de 5). De qualquer forma, no mínimo, nós vemos, ouvimos, sentimos, cheiramos e provamos o gosto. Estes sentidos são nossos filtros. E tudo o que conhecemos deste mundo externo, o qual a PNL chama de território, nós aprendemos de mapas internos que fazemos deste território. O mapa que eu faço do mundo externo é diferente daquele que você faz do mesmo mundo. Realidade para cada um de nós é o mapa que fazemos. Por conseguinte, minha realidade é diferente da sua realidade. De fato cada um de nós conhece um mundo que é único para nós.</p>
<p>Quando nós falamos de nossas realidades externas, embora possamos estar descrevendo as mesmas exterioridades (território), o que eu estou experimentando deve ser necessariamente diferente em alguns aspectos daquilo que você está experimentando. Mas a despeito das diferenças, meu mapa é tão válido para mim, quanto o seu é para você. Por esta razão o mapa de todo mundo é &#8220;certo&#8221;, e nenhum mapa é &#8220;errado&#8221;.</p>
<p>Mas nem todos os mapas são igualmente úteis para auxiliar o usuário a negociar o território. Esta larga variação entre os mapas que criamos deve necessariamente significar que alguns de nós trabalhamos com mapas mais detalhados (ricos, se você preferir).</p>
<p><strong>2. Em qualquer situação que enfrentemos, ter escolhas é muito mais útil do que estar restrito a responder de uma única maneira.</strong></p>
<p>A verdade simples é que quando estamos limitados a uma só forma de resposta, nós realmente não temos escolha. Alguns argumentarão que mesmo com 2 opções à nossa frente, ainda não temos escolha. Porque nesta situação estaremos limitados a ou isto ou aquilo &#8211; é ou não é, sim ou não. Lembra-me um pouco a pergunta sem saída: &#8220;Você ainda bate na sua mulher?&#8221;</p>
<p>A pessoa com o maior número de opções é a pessoa com maior flexibilidade de pensamento e comportamento. Não é o que a cibernética chama de &#8221; requisito de variedade&#8221;? Em qualquer ocasiaão esta é a pessoa que exercerá maior influência em qualquer interação.</p>
<p><strong>3. Resultados os quais consideramos tipicamente &#8220;fracas-sos&#8221; são apenas &#8220;feedbacks&#8221;.</strong></p>
<p>Uma outra forma de expressar este conceito é: tendemos a considerar como fracassos resultados que não queremos. Mas podemos usar estes resultados para nos guiar em como fazer as coisas diferentemente, de forma a obtermos os resultados que queremos. O que chamamos &#8220;fracassos&#8221; são oportunidades para aprender.</p>
<p><strong>4. O significado de qualquer comunicação que temos com outra pessoa é a resposta que ela elicita naquela pessoa, independente do que temos a intenção de comunicar.</strong></p>
<p>Algumas pessoas podem argumentar que o critério realmente importante sob o ponto de vista do significado da comunicação é a intenção do comunicador. E de certa maneira este argumento é válido. Mesmo assim, se o propósito da comunicação em primeiro lugar é passar/transmitir pensamentos de uma pessoa para a outra, então a suposição da PNL é uma evidência muito mais relevante do grau de sucesso desta comunicação.</p>
<p><strong>5. Em qualquer situação as pessoas selecionam (entre as escolhas disponíveis a elas) aquela(s) que lhes proporcionarão melhores condições de sobreviverem, obterem prazer, criarem um ambiente seguro, evitarem dor e/ou perigo.</strong></p>
<p>Esta pressuposição pode ser di-fícil de aceitar, à luz de que alguns comportamentos de certas pessoas nos parecem loucos, bizarros, até mesmo maus. Portanto sugerir que tais comportamentos são as melhores escolhas disponíveis para a pessoa naquela ocasião e naquele contexto, é contrário às normas para muitos de nós.</p>
<p>E assim mesmo, não estamos mais dispostos a aceitar o fato de que se a esta pessoa fosse dada uma escolha mais apropriada, uma que fosse consistente com seu modelo de mundo, ele/ela escolheria mais apropriadamente?</p>
<p><strong>6. Todas as pessoas já possuem TODOS os recursos que elas precisam para agir eficazmente.</strong></p>
<p>Aqui fazemos uma clara distinção entre &#8220;recurso&#8221; e &#8220;habilidade&#8221;. Eu posso ter os recursos para tocar piano (isto é, capacidade musical, maravilhosa coordenação mão-olho, mãos que podem alcançar uma oitava e meia), mas me falta a habilidade que me torna capaz de tocar uma Polonaise de Chopin. Com os recursos a pessoa pode desenvolver a habilidade.</p>
<p>Alguns de vocês podem ter alguma reserva sobre a aplicabilidade deste pressuposição a pessoas com desenvolvimento físico ou mental retardado. A PNL as inclui entre &#8220;todas as pessoas&#8221;? A resposta sem qualquer dúvida é &#8220;sim&#8221;. A designação &#8220;desenvolvimento mental/físico retardado&#8221; diz mais a nosso respeito &#8211; a nossa inabilidade para ver recursos nessas pessoas do que diz sobre as suas incapacidades.</p>
<p><strong>7. Cada comportamento tem uma intenção positiva, favorável em algum contexto.</strong></p>
<p>Embora o comportamento de uma pessoa possa ter resultados negativos ou destrutivos em um contexto particular, sua intenção subliminar é/era proteger esta pessoa em outro contexto. Portanto, quando interagimos com aquela pessoa, a PNL assume que focaremos a intenção positiva, em vez de responder apenas aos aspectos problemáticos do comportamento.</p>
<p><strong>8. Em qualquer situação na qual nos encontremos, sempre teremos uma outra escolha, mesmo se (no momento) não a vemos, ouvimos ou sentimos.</strong></p>
<p>Saber é estar apto a permanecer esperançoso de que a solução é possível, mesmo sob condições as mais deseperadoras.</p>
<p><strong>9. Somos mais do que corpo e mente. Somos corpomenteespírito &#8211; um sistema no qual os três elementos interagem mutuamente uns com os outros.</strong></p>
<p>Não é possível fazer uma mudança em um sem afetar os outros dois. E pouco importa qual é o primeiro a ser afetado. Pense em corpomenteespírito como um sistema dinâmico em equilíbrio. Quando este equilíbrio é perturbado, o sistema imediatamente procura readquirir seu equilíbrio dinâmico natural. Algumas vezes nossos pensamentos e comportamentos interferem seriamente com o processo e nós acabamos &#8220;fora de equilíbrio&#8221;.</p>
<p><strong>10. Se alguma pessoa pode fazer alguma coisa, então é possível modelar isto e ensinar aos outros.</strong></p>
<p>Modelar performances bem sucedidas leva à excelência.<br />
Excelência portanto pode ser duplicada.</p>
<p>Publicado na Anchor Point de Jun/97.<br />
Publicado no Golfinho Impresso Nº34 &#8211; Set/97<br />
Traduzido por: Evanice Pauletti</p>
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		<title>Quando a memória é traiçoeira</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 16:32:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Arline Davis
O auto-conceito de cada um é muito influenciado pela auto-biografia escrita nos registros mentais da memória. Este senso de identidade se expressa através do jeito de uma pessoa pensar, sentir e agir. Fomos concebidos uma vez pelos pais, e nós nos concebemos o resto da vida através de nossa consciência, crenças e valores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Arline Davis</p>
<p>O auto-conceito de cada um é muito influenciado pela auto-biografia escrita nos registros mentais da memória. Este senso de identidade se expressa através do jeito de uma pessoa pensar, sentir e agir. Fomos concebidos uma vez pelos pais, e nós nos concebemos o resto da vida através de nossa consciência, crenças e valores, paradigmas e modelos mentais. O passado, conforme codificado na mente, acaba sendo uma referência para as expectativas do futuro, às vezes impulsionando o caminho da evolução, outras vezes o travando.</p>
<p>É natural uma pessoa buscar as causas dos problemas no passado, tão natural quanto tropeçar na rua e olhar para trás para localizar no caminho aquilo que a atrapalhou. Pode-se, inclusive, passar toda uma vida ou boa parte dela em terapia, remexendo memórias para descobrir as causas das limitações no presente. Quando são descobertas, pode-se tomar consciência de padrões de comportamento, atitudes ou crenças geradas por uma situação já vivida. Faz-se então um esforço para compreender e superar a antiga experiência.</p>
<p>Para garantir um retorno do investimento que se faz nesta viagem ao passado, vale a pena perguntar: o quanto você pode confiar nos dados que sua memória fornece sobre sua história pessoal?</p>
<p>Em primeiro lugar, é importante entender que o conjunto de nossas experiências de vida é codificado neurolingüisticamente. Isto quer dizer que para cada um dos cinco sentidos, existe um sistema de representação interna. Informação visual, por exemplo, é captada pelo olho e gravada no sistema representacional visual como uma imagem mental visual, e assim por diante com os outros sentidos. A linguagem cria uma outra camada de representação, em que as palavras são símbolos de experiências concretas. Este fenômeno mental sofre três processos de modelagem: omissão, distorção e generalização, de modo que um evento gravado na memória nunca é exatamente fiel ao acontecimento que gerou a gravação.</p>
<p>A natureza subjetiva da experiência humana é o tema principal de estudo da área de Progamação Neurolingúistica (PNL), iniciada nos anos 70 do século passado. Os criadores da PNL, Richard Bandler e John Grinder, se inspiraram na frase, &#8220;O mapa não é o território&#8221;, reconhecendo que o mundo em si não está limitando as pessoas quando têm dificuldades a serem superadas. No mundo e dentro de uma pessoa, em potencial, não faltam recursos. Mas o &#8220;mapa&#8221; que se usa como guia pode restringir o acesso a estes recursos, quando suas representações são pobres demais para levar a possíveis soluções. Logicamente, enriquecer um mapa pode subitamente liberar vias de comunicação inter e intrapessoal para que se utilizem recursos que já estavam presentes, porém em potencial. Este enfoque gerou uma grande quantidade de técnicas e abordagens, cujo desenvolvimento foi ganhando cada vez maior abrangência no que diz respeito à realização pessoal e profissional.</p>
<p>As descobertas que deram lugar à PNL, e que abriram de vez a &#8220;caixa preta&#8221; da experiência subjetiva, foram ganhando espaço em vários campos de pesquisa sobre a mente e o comportamento humano. Estudos científicos recentes apontam maneiras específicas da memória distorcer informação. Um exemplo marcante se deu quando pesquisadores da Boston University mostraram um conjunto de fotografias para os sujeitos de uma experiência, instruindo-os a prestarem muita atenção, pois depois teriam que responder a um questionário sobre as mesmas. Em uma das fotografias um aluno numa sala de aula está caindo ao chão. Em outra, aparece uma mão pegando laranjas espalhadas no chão de um supermercado. Uma terceira retrata uma mulher pegando suas compras de supermercado, derrubadas no chão. De 15 minutos a 48 horas depois, os voluntários avaliaram mais fotografias e decidiram, foto por foto, quais as que já haviam visto antes. Muitos afirmaram ter visto uma fotografia em que um aluno desleixado está se inclinando muito para trás em sua cadeira. Ou outra em que se vê um rapaz estendendo a mão para pegar uma laranja bem embaixo de uma pilha de frutas e também uma foto que mostra o saco de compras se rasgando. Só que estas fotografias nunca foram apresentadas antes. Ao todo, 68% dos sujeitos lembraram de ter visto uma imagem da &#8220;causa&#8221; (saco rasgado) cujo efeito (compras derrubadas) fazia parte da apresentação original. A conclusão: a mente tem um impulso forte de inferir causas, podendo se enganar quanto àquilo que presenciou ou não.</p>
<p>Enfim, as memórias são construídas com base na realidade que as geraram, mas não se pode jurar que são representações corretas daquilo que verdadeiramente se passou. Uma vez realizada a gravação, o cérebro não tem meios de discernir as distorções da memória e então o indivíduo adquire uma história pessoal enviesada e passa a responder à vida nos moldes criados por sua própria percepção. Por mais que uma pessoa insista na exatidão de sua percepção, nunca se poderá determinar a perfeita correspondência entre os fatos em si mesmos e a memória de cada um sobre esses fatos.</p>
<p>Muitas pesquisas tratam do assunto &#8220;falsas memórias&#8221;, como se existissem memórias falsas e verdadeiras. Se todas as memórias são construidas, como seria possível julgar que uma memória é falsa ou verdadeira? Segundo o neurofisiologista Iván Izquierdo, citado no Jornal do Brasil, 15 de julho, 2001. &#8220;A memória é reconstruída cada vez que é acionada&#8221;. Informações externas que pertencem a outros momentos e outros contextos acabam se misturando ao conjunto de informação original. Practitioners de PNL usam movimentos oculares para indentificar processos de pensamento. Dizemos que uma pessoa está acessando uma imagem lembrada, quando olha para cima e para à direita (supondo uma organização padrão) ou uma imagem construida, quando olha para cima e para à esquerda. Como tudo é um processo, seria mais fiel à epistemologia da PNL dizer que uma pessoa está LEMBRANDO uma memória que em algum momento foi CONSTRUIDA. Ou ela está CONSTRUINDO no presente uma imagem que até pode ser arquivada e reacessada, posteriormente, como uma imagem LEMBRADA.</p>
<p>Como, então, podemos usar este conhecimento para nos liberarmos (ou nossos clientes) de memórias persistentes, limitantes e indesejadas? O segredo está na capacidade do cérebro re-gravar registros, desde que seja acessado o conjunto neuronal em que se encontra a gravação e se use a linguagem própria da mente para reformatar os blocos construidores da experiência. Impressões em fases sensíveis da vida podem se transformar em re-impressões, que resultam em uma nova memória, tão subjetiva quanto a primeira. Entendendo que toda memória é subjetiva, uma pessoa pode se permitir criar registros através dos quais se sinta mais amparada. Isto cria uma aprendizagem &#8220;retroativa&#8221;, que proporciona soluções e inspiração para cultivar a vida que deseja ter. Dizem que a auto-realização de uma pessoa não depende daquilo que acontece com ela, mas vem do que a pessoa faz com aquilo que lhe aconteceu. Este fazer também significa se reprogramar. Hoje em dia isto se torna cada vez mais fácil porque estamos desvendando os mecanismos mentais que constroem nossa realidade, sendo a PNL um caminho de eficácia comprovada.</p>
<p>* Arline Davis estuda o comportamento humano há mais de 20 anos. É Master Trainer em PNL, ministra cursos e seminários , faz consultoria de organizações e atende clientes, orientando uma reprogramação da vida.<br />
E-mail: npa@mtec.com.br. Site de contacto: www.pnlnucleo.com.br</p>
<p>Artigo publicado no Golfinho Impresso Nº79 de Agosto/2001 </p>
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		<title>Pistas visuais de acesso: um estudo sobre armazenamento e recuperação de informações</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 01:28:15 +0000</pubDate>
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Parte 1
Susan Nate, Ph.D.
Em meados de 1970, dois professores da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, foram solicitados a completar o último livro de Fritz Perls, The Gestalt Approach: Eyewitness to Therapy, (1973) (Dilts, conversas pessoais, Junho de 1990). Perls morreu quando estava escrevendo esse livro. Richard Bandler, psicólogo, e John Grinder, lingüista, revisaram os tapes [...]]]></description>
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<span class='postTabs_titles'><b>Parte 1</b></span></p>
<p>Susan Nate, Ph.D.</p>
<p>Em meados de 1970, dois professores da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, foram solicitados a completar o último livro de Fritz Perls, The Gestalt Approach: Eyewitness to Therapy, (1973) (Dilts, conversas pessoais, Junho de 1990). Perls morreu quando estava escrevendo esse livro. Richard Bandler, psicólogo, e John Grinder, lingüista, revisaram os tapes de Perls, trabalhos anteriores e notas recentes. A partir destas fontes, foram capazes de completar o livro de Perls. Durante esse projeto, Bandler e Grinder começaram a perceber diversos fenômenos sobre o comportamento humano e a comunicação (Dilts, conversas pessoais, junho 1990). Bandler e Grinder perceberam e identificaram o poder da linguagem e os padrões de linguagem e desenvolveram o que hoje é conhecido como Programação Neurolingüística (PNL) (Bandler &#038; Grinder, 1985). Neuro se refere ao cérebro, lingüística se refere à linguagem, e programação se refere ao comportamento que é gerado pela linguagem na mente e para a mente (Dilts, conversas pessoais, junho 1990).</p>
<p>Bandler e Grinder foram capazes de modelar efetivamente terapeutas como Fritz Perls, Milton Erickson e Virginia Satir, e foram capazes de conseguir os mesmos resultados notáveis utilizando padrões de linguagem e outras técnicas. R. Dilts (conversas pessoais, junho 1990) que estudava com Bandler, identificou e catalogou o movimento dos olhos durante a comunicação e na recuperação de informações. A utilização do movimento dos olhos foi incorporada em muitos dos processos de PNL (Andreas &#038; Andreas, 1987; Bandler, 1985; Bandler &#038; Grinder, 1975, 1979; Bandler &#038; Grinder, 1982; Dilts, 1990; Grinder, 1991). Shapiro (1995) usou o movimento dos olhos como base do desenvolvimento do EMDR para trabalhar com clientes que sofriam de desordem de stress pós-traumático. O movimento dos olhos também tem sido usado nos processos que trabalham com crianças e adultos com DDA (distúrbio do déficit de atenção), dislexia e outras dificuldades de aprendizagem (Blackerby, 1994, 1995; Dennison, 1981; Dennison &#038; Dennison, 1987, 1994; Grinder, 1991). Embora o movimento dos olhos e as pistas de acesso visual foram e continuam a serem usadas nestes campos, não existiram pesquisas concretas nem dados pesquisados anteriores a esse estudo. O fenômeno que aqui será pesquisado tem a ver com o movimento dos olhos e a sua relação com a recuperação de informações armazenadas.</p>
<p>A principal questão levantada neste projeto de pesquisa era se o movimento dos olhos era significante quando uma pessoa está recuperando informação armazenada ou não. Se o movimento dos olhos era previsível, por exemplo, para a recuperação e o processamento visual, os olhos estariam para cima ou olhando direto para frente; para a recuperação e processamento auditivo, os olhos estariam horizontalmente; e para a recuperação e processamento auditivo digital ou cinestésico, os olhos estariam para baixo. Ou se o movimento dos olhos poderia prever como uma criança recuperava as informações. Esse projeto de pesquisa tomou um componente da PNL, as pistas de acesso visual, e produziu dados empíricos com relação à previsibilidade e a confiabilidade das pistas de acesso visual ou do movimento dos olhos e como eles se relacionam para a identificação de onde a criança está recuperando no cérebro a informação previamente guardada ou criada.</p>
<p>O propósito desse estudo foi investigar com o uso de métodos de pesquisa quase experimentais se o movimento dos olhos estava ou não associado com o tipo de perguntas feitas durante uma entrevista e se estes movimentos dos olhos tinham significância. Quando as pessoas se comunicam, aprendem, representam ou recuperam informações, seus olhos se movem de diversas maneiras. Por isso, nesse estudo, foi observado o movimento dos olhos das crianças enquanto lhes eram feitas tipos específicos de perguntas. O resultado desse estudo indica que, de fato, o movimento dos olhos tem importância quando uma criança está recuperando informações e não são ao acaso. O movimento dos olhos é indicativo do processamento e da recuperação da informação pelas crianças. Esse estudo foi focado nas estratégias de processamento e recuperação de informação e não no ensino ou na introdução de processos de comunicação e aprendizagem. Entretanto, merece ser observado aqui que, quando uma criança está prestando atenção nas instruções, seus olhos estão se movendo.</p>
<p>Na década de 70, quando a Programação Neurolingüística começou a ser descoberta e desenvolvida, alguns acreditavam que se a pessoa olhava para cima e para a direita quando recuperava informações de recordação visual, esta pessoa estava mentindo. Mesmo alguns trainers de PNL ensinavam as pistas de acesso visual como uma maneira de determinar se a pessoa estava dizendo a verdade. Acesso visual não é, e nem nunca foi, planejado para ser usado para determinar a verdade ou a fraude com relação a recuperação ou a estrutura da informação. Esse estudo quantitativo foi planejado para validar a existência das pistas de acesso visual e oferecer uma aplicação para essa informação. Pistas de acesso visual não foram feitas para serem usadas para indicar se uma pessoa está dizendo a verdade.</p>
<p>Isso foi um estudo exploratório examinando o movimento dos olhos das crianças enquanto eram feitas perguntas que exigiam recordar ou imaginar uma experiência. Cinqüenta crianças participaram desse projeto. Elas foram selecionadas através de um processo de amostras randômicas estratificadas. Todas as crianças estavam matriculadas em escolas públicas ou particulares. Suas idades variavam de 8 a 12 anos. Foram estudados cinco diferentes grupos étnicos: brancos, negros, hispânicos, americanos nativos e asiáticos. Participaram tanto crianças do sexo masculino como do feminino. As crianças foram testadas para determinar se eram destras ou canhotas.</p>
<p>Crianças de diferentes demografias foram selecionadas por diversas razões. Cinco diferentes faixas de idade e cinco grupos étnicos diferentes foram selecionados, principalmente, com o propósito de generalização dos resultados. O uso nesse estudo de diversos grupos de idade e várias experiências étnicas forneceu uma maior confiabilidade e oferece um valor maior para a aplicação, visto que as descobertas são verdadeiras para todos os grupos étnicos e de idade estudados. Se tivéssemos usado apenas um grupo de idade, a validade dos resultados poderia ser questionada por causa da estreita faixa e da limitação do grupo testado por ignorar os diferentes estágios de desenvolvimento das crianças. Alguns projetos de pesquisas são considerados válidos somente para a população dos maiores e dos menores grupos étnicos no qual a pesquisa foi conduzida. Visto que algumas culturas, especificamente os americanos nativos e os asiáticos, tendem a ter muito pouco contato olho a olho quando se comunicam, essa pesquisadora pensou que era importante testar crianças de diferentes background étnicos a fim de generalizar que as pistas de acesso visual são um fenômeno humano e não étnico específico. Entretanto, a etnia, que é o background étnico, pode não significar o mesmo que cultura, a qual é atitude, normas e valores (Lauer, 1998).</p>
<p>A inclusão de crianças de ambos os sexos adiciona credibilidade às descobertas. Não houve diferença significativa entre movimento dos olhos e sexo. Sexo não era uma previsão de inversão nas pistas de acesso visual. Tanto crianças do sexo masculino e feminino olhavam para a direita ou para a esquerda, ou para frente para perguntas do tipo visual, horizontalmente para perguntas do tipo auditivo, e para baixo a direita ou para esquerda para perguntas do tipo cinestésica ou auditivo digital (diálogo interno).</p>
<p>Crianças destras ou canhotas foram incluídas no estudo principalmente para testar alguns practitioners e criadores da PNL que assumiram que a destreza era uma previsão para a inversão das pistas de acesso visual (Bandler &#038; Grinder, 1985; Dilts, conversas pessoais, junho 1990; Jacobson, 1983, 1986). As descobertas com relação as pistas de acesso visual não foram influenciadas nem afetadas pela criança ser destra ou canhota.</p>
<p>Dois examinadores treinados em PNL estavam presentes para testar cada criança. Foi feita uma série de 23 perguntas para as crianças. Durante o processo de recuperação, ambos os examinadores anotaram os movimentos dos olhos de cada criança. O teste foi inclusive gravado em tape com a finalidade de poder ser revisto e verificado mais tarde. O método estatístico qui-quadrado foi usado para a análise dos dados desse projeto de pesquisa.</p>
<p>Baseado na pesquisa, os olhos são um caminho direto para o cérebro. Existe um correlação entre a neuropsicologia no cérebro e como o disparador do movimento dos olhos processa a informação numa área específica do cérebro. Ao examinar e entender o movimento dos olhos, pode-se então entender como uma pessoa está pensando e processando a informação.</p>
<p>Existe uma relação ente o movimento dos olhos e a recuperação de informação. O movimento dos olhos está correlacionado com o local onde a informação está armazenada no cérebro. Existe uma relação significativa entre o tipo de pergunta, visual, auditiva, auditiva digital e cinestésica, e as posições do movimento dos olhos quando a criança está recuperando informações. Todas as crianças olhavam para cima e para a direita ou para a esquerda e para frente quando recuperavam e processavam perguntas do tipo visual. Todas as crianças olhavam horizontalmente quando recuperavam e processavam perguntas do tipo auditivo. Todas as crianças olhavam para baixo e para a direita ou esquerda quando recuperavam e processavam perguntas do tipo auditivo digital e cinestésicas.</p>
<p>Não existiu nenhuma relação significativa entre meninos e meninas e o movimento dos olhos em resposta a questões do tipo visual, auditivo, auditivo digital e cinestésica. Os resultados foram os mesmos estatisticamente para crianças de ambos os sexos.</p>
<p>Não existiu nenhuma relação significativa entre crianças canhotas e destras e o movimento dos olhos em resposta a perguntas do tipo visual, auditivo, auditivo digital e cinestésica. Quando a teoria da pista de acesso visual foi identificada pela primeira vez por Dilts (conversa pessoais, junho 1990), e depois disso por muitos anos, acreditava-se que a destreza era uma previsão de inversão nas pistas de acesso visual (Jacobson, 1983, 1986). Esse estudo demonstra que a destreza não tem nada a ver se a criança fez uma inversão com relação a uma recordação visual ou visual construída, uma auditiva recordada ou auditiva construída, ou auditiva digital ou cinestésica. Uma pequena porcentagem das crianças testadas teve inversão. Entretanto não houve nenhuma evidência de qual poderia ser a previsão para a inversão. Embora alguns estudos já foram feitos relacionando as funções dos diferentes hemisférios do cérebro e a destreza (Dennison, 1987; Dennison &#038; Dennison, 1994; Grinder, 1991), esse estudo indicou que a destreza não era uma previsão sobre qual hemisfério do cérebro está armazenando, recuperando ou processando a informação.</p>
<p>Não existe relação estatística significativa entre as idades das crianças e as posições do movimento dos olhos em resposta a perguntas do tipo visual, auditivo, auditivo digital e cinestésico. Isso foi validado ao se usar grupos de cinco diferentes idades, os quais constituiriam diferentes grupos de desenvolvimento mental em crianças variando de 8 a 12 anos. Essa descoberta é significante para a generalização das descobertas bem como para entender a aplicação das pistas de acesso visual que podem ser utilizadas para ajudar crianças de todas as idades no aprendizado de como recuperar informações mais efetivamente e mais eficientemente.</p>
<p>Não havia relação significativa entre meninos e meninas e o movimento dos olhos em resposta a perguntas do tipo visual, auditivo, auditivo digital e cinestésico. Muitos estudos assumem que existem diferenças devido ao sexo, idade e etnia. Esse estudo indica que não existe nenhuma diferença significativa nos resultados do movimento dos olhos com relação ao sexo, idade e etnia. O cérebro humano trabalha igual em todas as culturas e grupos étnicos. O hábito de olhar ou não para a pessoa durante uma comunicação e no aprendizado pode ser cultural, mas o processamento e a recuperação da informação dentro do cérebro são fenômenos biológicos e não tem nada a ver com etnia ou cultura. Contato ocular não é considerado a mesma coisa que pista de acesso visual. Duas das crianças asiáticas são a primeira geração nascida na América. Seus pais emigraram do Vietnam para os estados Unidos. Uma criança negra é a primeira geração americana.</p>
<p>Grinder (1991,1993) teorizou que as crianças rotuladas como vagarosas ou com problemas de aprendizagem podem, realmente, necessitar usar seus olhos para acessar uma parte diferente do cérebro para serem mais rápidas e melhores no aprendizado, armazenamento, processamento e recuperação de informações. Uma criança pode ter problemas em casa ou na escola com pais e professores porque a criança não olha para o pai ou professor. A criança pode precisa ficar com um olhar ausente a fim de processar ou recuperar a informação. O pai ou professor podem estar falando auditivamente para a criança, mas a criança pode precisar fazer uma imagem do que está sendo dito a fim de entender ou recuperar a informação. O pai/professor pode estar falando em termos visuais, e a criança pode necessitar processar a informação cinestesicamente a fim de entender e recuperar o que está sendo dito.</p>
<p>Seres humanos são organismos muito complexos, para dizer pouco. A mesma estratégia para o aprendizado e a comunicação não é usada por todas as pessoas o tempo todo. Quanto mais se puder aprender sobre como funciona o cérebro e como processa a informação, mais efetiva será a comunicação, a educação e o aprendizado.</p>
<p>Uma descoberta significante desse estudo foi que nove crianças, 18% da amostra de 50, olhavam para frente ao invés de para cima em algumas das perguntas de recordação visual. Algumas vezes a informação a ser recuperada era muito recente ou uma informação bem conhecida e não havia necessidade de ser procurada. Outra explicação para algumas informações visuais de recordação serem recuperadas ao olhar para frente é que a informação tem um grande significado para a pessoa que está recuperando a informação e esta pessoa pode não ter que procurar (Dilts, conversa pessoais, junho 1990; Grinder, 1991; Jacobson, 1986). Grinder (1991) ofereceu ainda oura explicação para algumas pessoas que recuperam informações de recordações visuais olhando direto para frente. Grinder (1991) relata que algumas crianças eram forçadas a olhar para seus pais enquanto estivessem lhes dando uma resposta. A criança aprendeu a compensar sendo capaz de olhar para seu pai e ainda recuperar a informação de recordação visual. Pessoas que processam informações principalmente através da visualização podem ser capazes de recuperar algumas informações de rotina e mundanas tão rapidamente que são capazes de recuperá-las olhando direto para frente (Dilts, conversas pessoais, junho 1990).</p>
<p>Existem algumas diferenças com relação às perguntas de recordação visual. Nem todas as crianças olharam para cima e para sua esquerda para a recordação visual. Três crianças, 6%, fizeram a inversão quando acessaram a informação visual. Essas três crianças olharam para cima e para sua direita para acessar a informação de recordação visual. Essas mesmas três crianças olharam para cima e para sua esquerda para acessar a construção visual ou informação imaginada. Essas três crianças não fizeram inversão quando acessaram informações de recordação auditiva, construção auditiva, auditiva digital ou cinestésica.</p>
<p>Duas crianças, 4% fizeram inversão quando acessaram informação visual, auditiva, auditiva digital e cinestésica. Essas duas crianças eram destras. Portanto, pode-se concluir que a destreza não faz diferença quando prevê qual criança pode inverter quando acessar informação visual, auditiva, auditiva digital e cinestésica.</p>
<p>Durante os anos 70, quando a Programação Neurolingüística foi desenvolvida, pensava-se que pessoas canhotas tinham uma grande chance de fazerem inversão em uma ou mais das categorias das pistas de acesso visual. Esse estudo indicou que a destreza não é uma previsão para uma criança fazer a inversão em qualquer uma das categorias das pistas de acesso visual. Todas as crianças, tanto destras como canhotas, olhavam para cima e para frente para duas das categorias das perguntas visuais. Todas as crianças, tanto destras como canhotas, olhavam horizontalmente para todas as perguntas auditivas. Todas as 50 crianças, 100%, tanto destras como canhotas, olhavam para baixo para perguntas auditivas digitais e cinestésicas.</p>
<p>Esse estudo forneceu informações a respeito de como as pistas de acesso visual se relacionam com a comunicação, o aprendizado e a recuperação de informação. Existe um significado entre o movimento dos olhos e a recuperação de informação. Essa informação pode ser muito benéfica para o trabalho com crianças, bem como com adultos, para intensificar a comunicação, o aprendizado, o armazenamento e a recuperação de informação.</p>
<p>Esse estudo utilizou cinco grupos de idades, de ambos os sexos e cinco grupos étnicos diferentes, que sugere que a generalização é extremamente alta. Não importa o sexo da pessoa, destreza ou etnia, as pistas de acesso visual permanecem as mesmas. Se os olhos estão para cima ou direto para frente, a pessoa está visualizando. Se os olhos estão ao nível dos olhos e horizontalmente, a pessoa está processando ou recuperando auditivamente. Se os olhos estão para baixo e tanto para a direita como para a esquerda, a pessoa está processando usando as emoções e os sentimentos cinestésicos ou o diálogo interno. Essa pesquisadora fez treinamento em PNL na Dinamarca após esse estudo. Pistas de acesso visual, na cultura dinamarquesa, foram observadas tanto em crianças como em adultos. As observações eram consistentes com as obtidas nesse projeto. Existiram alguns desafios com relação a esse estudo e generalizando ele para a população basca.</p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_550'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 2</b></span></p>
<p>As descobertas desse estudo impactaram o aprendizado, a comunicação, o ensino, o desempenho, as questões e os interesses da saúde física e mental. Existem similaridades em como as pessoas processam informações e as similaridades podem ser detectadas ao observar o movimento dos olhos. Visto que o movimento dos olhos está conectado ao processamento do cérebro, uma criança que está tendo dificuldades no aprendizado de um conceito pode ser ensinada a olhar para uma posição diferente na órbita do olho para acessar uma parte diferente do cérebro. Processos já foram desenvolvidos para auxiliar no aprendizado de soletração e de matemática usando as estratégias do movimento dos olhos. (Blackerby, 1998; Dilts, 1990; Grinder, 1991) Música e alguma informação verbal pode ser mais efetivamente armazenada e recuperada através de estratégias auditivas. O aprendizado manipulatório e manual podem ser processados melhor através de estratégias cinestésicas.</p>
<p>Ainda que a maleabilidade de parte do córtex visual seja limitada, as pistas de acesso visual podem ser as mesmas. Capacidade visual pode não afetar as pistas de acesso visual. Mais pesquisas precisam ser feitas em outros estudos para avaliar o componente capacidade visual. Entretanto, visto que crianças com deficiências não foram excluídas desse estudo, uma criança que fosse visualmente debilitada poderia ter estado nesse estudo. Diversas crianças incluídas no projeto tinham problemas visuais, incluindo visão fraca, miopia e estrabismo. É concebível que mesmo que uma criança tivesse grave problema visual ou mesmo ser cega, os olhos da criança ainda se movem na cavidade ocular, e este movimento pode ser significante com respeito a confiabilidade das pistas de acesso visual ou o movimento dos olhos como elas relatam quando recuperam informações armazenadas. Uma criança com grave deficiência auditiva pode ter sido excluída desse estudo porque os examinadores não fizeram nenhuma referência. Entretanto, um estudo pode ser conduzido no qual somente crianças com deficiências visual e auditiva seriam usadas para conseguir estes resultados.</p>
<p>Alguns movimentos dos olhos das crianças foram exagerados em todos setores conforme elas procuravam e consideravam a informação sendo recuperada ou construída. Já em outras crianças o movimento dos olhos era muito rápido e não tão exagerado. Seus olhos mal e mal se moviam do ponto central e isto era tão rápido que, para um observador não treinado, poderia dar a impressão de um pequeno movimento, sem movimento ou de que o movimento fosse avaliado como insignificante. Quanto mais firme o movimento, mais rápido era o tempo de recuperação. O menino Alex (pseudônimo) é um exemplo claro de como o seu processamento para recuperar informação através do digital auditivo diminuía a velocidade no processo de recuperação. Ele tinha que repetir todas as instruções no seu diálogo interno antes que pudesse processar.</p>
<p>Uma aplicação muito significativa dessa pesquisa seria ensinar ao Alex como recuperar informação visual, por exemplo, soletração, matemática, letras, números e qualquer coisa a ser memorizada pelo olhar ao invés de repetir tudo antes de procurar pela informação. Ao Alex poderia ser ensinado como utilizar o seu movimento dos olhos para reduzir o tempo de recuperação e assim aumentar suas demonstrações de aprendizagem e sua habilidade para armazenar e recuperar informação mais rapidamente.</p>
<p>Desde seu teste, Alex recebeu consultoria e foi treinado pelo seu pesquisador. Como resultado do aprendizado de como recuperar informações de outros setores do seu cérebro e deixando para mais tarde a recuperação do auditivo digital, seu desempenho melhorou muito na escola. Foi-lhe ensinado as estratégias de soletração e de matemática usando as pistas de acesso visual. Seus pais e professores fizeram um relato para essa pesquisadora. Existirão vezes que o Alex vai se sair bem ao iniciar o processo de recuperação de informação com uma pista auditiva digital. A chave aqui é saber quando e qual informação pode ser recuperada mais eficientemente usando a visualização e quando e qual informação pode ser recuperada mais rapidamente e mais eficientemente usando o auditivo ou os outros sistemas representacionais. Em qualquer caso, se o Alex, ou qualquer outra criança, tem que repetir internamente cada solicitação em sua própria voz antes de processar, isso parece que reduz a velocidade no seu processo de aprendizagem e de recuperação.</p>
<p>Nove semanas depois da realização do teste com Alex, o seu progresso aumentava a cada dia, e ele deveria estar em condições de, até o final do ano escolar, sair das aulas de recuperação e voltar para a sua classe e conseguir acompanhar os trabalhos que esse nível exigia. Os pais e professores estavam surpresos e encantados com essas descobertas e com os resultados que Alex estava obtendo. Porém ninguém estava mais encantado do que ele com o seu progresso. Ele também estava muito mais orgulhoso de si mesmo pela percepção do aumento da sua capacidade. Não se achava mais um estúpido. A importância desse estudo pode ser muito maior do que apenas ensinar crianças como aprender melhor e mais ligeiro. Embora com certeza isto é importante, os efeitos na auto-estima e no autoconceito podem ser mais significativos.</p>
<p>Como se percebe diferentes categorias no movimento dos olhos e nas pistas de acesso visual, parece que pesquisas adicionais seriam justificadas com relação ao ensino de certas matérias de uma maneira visual, auditiva, auditiva digital ou cinestésica para que as crianças conseguissem aprender com mais segurança. Também se poderia ensinar as crianças como recuperar as informações mais rapidamente acessando certas áreas do cérebro através do movimento dos olhos. Dilts (1990), em suas pesquisas sobre estratégias de soletração, já tinha validado essa hipótese na área de soletração. Grinder (1991) também desenvolveu estratégias de ensino e de aprendizagem para auxiliar os professores a ensinarem e auxiliarem as crianças para que elas aprendam mais efetivamente.</p>
<p>Grinder (1991) tratou dos estilos de aprendizagem e ensino. O aprendizado tem sido tipicamente categorizado em três estilos primários: visual, auditivo e cinestésico. Grinder (1991) tratou do conceito das combinações desses estilos de aprendizagem. Saber e entender os estilos de aprendizagem é somente metade da equação educacional. Estilos de ensino devem também ser estudados e aperfeiçoados. A informação do movimento dos olhos permitirá que os professores aprendam maneiras mais efetivas para ensinar os conhecimentos e para auxiliar as crianças no armazenamento e na recuperação da informação. Gardner (1983) tratou da inteligência múltipla e das diferentes maneiras de aprender. Na faculdade, muitas vezes, é ensinado aos professores o que ensinar. Com a pesquisa obtida nesse projeto, as pistas de acesso visual podem ser uma outra ferramenta para os professores aprenderem para aumentar a sua habilidade no ensino.</p>
<p>M. Grinder, durante um curso intensivo de duas semanas sobre treinamento em estilos de aprendizagem em Battleground, Washington, em junho de 1995, examinou o input, o armazenamento e o output da informação. Crianças bem como os adultos podem aprender de várias maneiras. Esta é a fase do input. A informação é depois armazenada, talvez de uma maneira randômica e em qualquer dos sistemas representacionais, auditivo, visual, auditivo digital, cinestésico ou em combinação.</p>
<p>A fase de recuperação pode ser uma das mais críticas e mais frustrantes para as crianças se elas não sabem como acessar a informação armazenada. Uma criança pode entender e mesmo aprender a matéria, mas se a criança não puder recuperar a informação quando necessário, a informação não irá ajudá-la em nada.</p>
<p>Existe um determinado momento para muitas pessoas, em que mesmo sabendo uma determinada coisa, elas &#8220;não conseguem por a mão nela,&#8221; ou dizem &#8220;Está na ponta da minha língua.&#8221; Chavões, normalmente, podem nos dar mais informações sobre os sistemas de recuperação de uma pessoa e a sua necessidade para estratégias mais aperfeiçoadas para a recuperação. Quando algum conhecimento é ensinado para as crianças de uma certa maneira, e depois é ensinado como recuperar este conhecimento, o aprendizado pode ser mais produtivo e mais agradável. Uma analogia para essa situação poderia ser a de uma ferramenta específica que é comprada e guardada, para que saibamos onde procurá-la quando precisarmos dela. Então a procura começa, e depois de muitas horas improdutivas e exaustivas, a gente simplesmente compra uma nova ferramenta, faz o serviço com qualquer coisa ou descarta o projeto e vai fazer qualquer outra coisa. Muitas crianças freqüentam a escola desta maneira. Não é surpresa que a taxa de abandono nas escolas aumenta apesar da tecnologia e da disponibilidade de educação serem maiores.</p>
<p>Grinder (1991, 1995) tratou do conceito da aprendizagem e da reaprendizagem. Crianças que têm dificuldade no aprendizado raramente têm um dia de reaprendizagem. Elas estão constantemente num modo de aprendizado ou num modo em que estão tentando se igualar com os demais. Crianças que aprendem muito ligeiro podem ter dias de reaprendizagem como quando é feita uma revisão ou quando elas têm tempo livre já que elas têm controle sobre o conceito e podem facilmente recuperar a informação. A frustração vem rapidamente para as crianças que estão constantemente num modo de aprendizado ou tentando se igualar e percebem que elas estão constantemente ficando para atrás. Grinder (1995) sugeriu que os professores ensinassem o movimento dos olhos como um sistema de aprendizagem e recuperação, o qual permitiria as crianças de terem mais dias de reaprender e para reduzir a frustração de todos os dias serem dias de aprender.</p>
<p>Compreensão na leitura é uma outra área onde os resultados desse estudo podem ser aplicados. Quando é feito uma leitura para as crianças, elas devem ser encorajadas a levantar os olhos e fazer uma imagem do que está sendo dito. Quando elas próprias estão lendo, elas podem ser encorajadas a fazer uma pausa, levantar os olhos e fazer uma imagem do que elas acabaram de ler para aumentar a compreensão (Dilts, 1990; Grinder, 1995). Depois, quando for preciso recuperar esta informação, a imagem na mente pode ser vista novamente e a informação recuperada. Ouvir as palavras que uma pessoa utiliza e considerar as palavras da pessoa como uma pista de como a pessoa processa, é uma técnica muito utilizada na PNL. As palavras informam como o cérebro da pessoa está trabalhando e o processo que a pessoa está usando.</p>
<p>Acesso visual é uma importante estratégia em questões de saúde física e mental. Já que a visualização tem sido utilizada nestas áreas, poderiam pesquisar a adição das pistas de acesso visual para o diagnóstico e o tratamento. Uma pessoa que trabalha com saúde mental e que sabe e entende o significado das pistas de acesso visual pode utilizar a habilidade na comunicação durante a terapia e, mais importante, observar onde os olhos do cliente estão enquanto se discute certas questões. Shapiro (1995) utilizou somente o setor auditivo do movimento dos olhos em seu tratamento EMDR para a desordem do stress pós-traumático. Baseado nos resultados dessa dissertação, o movimento dos olhos e as pistas de acesso visual puderam ser utilizadas em outras técnicas e processos das questões de saúde física e mental. Os criadores da PNL desenvolveram alguns processos que já estão sendo utilizados em todo mundo nas áreas de saúde física e mental com referência ao trauma, fobias, depressão e outros (Andreas &#038; Andreas, 1987, 1989; Bandler, 1985; Bandler &#038; Grinder, 1975, 1979, 1982; Blackerby, 1994, 1995; Dennison, 1981; Dennison &#038; Dennison, 1987, 1994; Dilts, 1990; Dilts et al., 1990; Grinder &#038; Bandler, 1981; Grinder, 1991, 1993; Halborn &#038; Smith, 1992; Jacobson, 1983, 1986).</p>
<p>Uma outra aplicação dos resultados deste projeto de pesquisa é na comunicação. Se uma pessoa está se comunicando principalmente em termos visuais e a outra pessoa está se comunicando principalmente em termos auditivos, a comunicação pode ser confusa, e, provavelmente, mal interpretada. Quando uma pessoa se comunica com outra, ela pode notar como a outra pessoa está processando a informação, e então pode ajustar o estilo de comunicação para tornar melhor e mais preciso o entendimento (Hallbom &#038; Smith, 1992). Comunicadores efetivos sabem como elaborar uma combinação de estilos de comunicação a fim de serem entendidos por um número maior de receptores. Comunicadores efetivos também sabem como observar se a sua audiência está entendendo a informação ou se eles estão confusos. Comunicadores efetivos sabem como pausar com eficiência para permitir que os receptores armazenem e processem a informação sendo difundida (Hallbom &#038; Smith, 1991). Saber, entender e usar as pistas de acesso visual pode aumentar em muito a efetividade da comunicação.</p>
<p>PNL e a Cinesiologia Educacional (Ed-U-K), os praticantes da Ginástica Cerebral, levaram mais longe o conceito do movimento dos olhos através do processo de sinestesia (Andreas, 1989; Dennison, 1981; Dennison &#038; Dennison, 1987, 1994; Dilts,1990). Sinestesia é entender que existe um processo de como a pessoa guardou a informação e o caminho que esta pessoa usa para recuperar a informação. A sinestesia é uma série de representações visuais, auditivas, auditivas digital e cinestésicas e de como o indivíduo as combinou para uma estratégia particular de input, armazenamento e recuperação (Dilts, 1990). Esse processo se tornou redundante e previsível para o indivíduo, e por essa razão, fornece informações sobre como a pessoa está processando e recuperando informação.</p>
<p>A sinestesia pode ser rompida ao redirecionar o movimento dos olhos. O processo seria fazer a pessoa pensar sobre um problema e então direcionar os olhos para diferentes posições na órbita ocular, deste modo acessando diferentes setores do cérebro (Dilts, conversas pessoais, junho 1990). A PNL e os praticantes da Edu-U-K farão, por essa razão, a pessoa mover os olhos num movimento igual a um oito bem como em várias outras combinações utilizando os setores visuais, auditivos, auditivos digital e cinestésicos. Romper um velho padrão da sinestesia ao utilizar todos os setores parece ser mais efetivo do que utilizar somente o setor auditivo usado na EMDR. Baseado nas descobertas dessa dissertação, justifica-se e se recomenda uma pesquisa adicional. Os criadores da PNL desenvolveram muitas estratégias utilizando o movimento dos olhos não somente para romper a velha sinestesia mas também para fornecer técnicas para auxiliar a pessoa a obter e manter um desempenho máximo num grande número de áreas como atlética, vendas, comunicação, relacionamentos, negociações e questões de saúde física e mental.</p>
<p>Se um cliente continuamente olha para baixo e para a direita ou esquerda enquanto a terapia está acontecendo, o clínico entende que o cliente está preso num processo de emoções negativas e/ou no diálogo interno. Baseado nos resultados desse estudo, um terapeuta poderia pedir para o cliente mover os olhos para outro setor, permitindo que o cliente tenha uma perspectiva diferente, uma reação diferente para uma situação, e possivelmente um meio de resolver um problema de uma maneira diferente. Nas observações dessa pesquisadora, e de acordo com algumas literaturas da PNL, pessoas deprimidas irão tipicamente olhar para baixo muito mais vezes do que para cima (Andreas, 1989; Dilts, 1990; Grinder, 1995). Meramente olhar para cima não vai curar a depressão, mas poderá ser o ponto inicial para começar a ajudar o cliente a reduzir sua depressão e a romper o ciclo do diálogo interno negativo, o que aumenta a depressão. Mudar a posição dos olhos bem poderia ser uma técnica a ser usada junto com medicamentos e ouras técnicas de aconselhamento.</p>
<p>Em questões de saúde física, tentativas alternativas para tratar o paciente de uma maneira holística estão sendo pesquisadas. Visualização está se tornando mais e mais parte do tratamento e dos cuidados na reabilitação. Os resultados desse estudo indicam a necessidade de mais pesquisas em como uma pessoa armazena a informação que afeta as condições físicas. Seria muito interessante que mais pesquisas provassem isso e que fornecessem outras aplicações. A hipnose, que utiliza a visualização bem como outros sentidos e o movimento dos olhos, tem sido usada no tratamento médico e em questões de saúde mental.</p>
<p>Aprendizagem também envolve recordar informações aprendidas. Visto que é baseado nos resultados desse estudo, o movimento dos olhos é importante na recuperação de informações armazenadas, e talvez alguns processos da PNL utilizando pistas de acesso visual pudessem auxiliar a manter e intensificar a memória de curto prazo e a de longo prazo.</p>
<p>Muitas pessoas relatam que gostariam de ter uma melhor habilidade na comunicação. Talvez uma razão para os muitos problemas na comunicação é que as pessoas processam as palavras de maneira diferente. Grinder (1991, 1995) relata que 90% da comunicação é não verbal. Isto significa que as palavras que estão sendo faladas são apenas 10% da comunicação. Parte da comunicação não verbal envolve onde os olhos estão olhando durante o processo de comunicação (Grinder, 1991, 1995). Dependendo em que porção do cérebro as palavras estão sendo processadas, o significado das palavras bem como a interpretação da comunicação não verbal pode ser diferente para o receptor do que a mensagem que o emissor enviou. Casais disseram que &#8220;Nós apenas não concordamos no mesmo assunto.&#8221; Um dos cônjuges pode dizer que &#8220;Você nunca ouve o que eu digo.&#8221; Essas podem ser muito óbvias e ainda assim são pistas ignoradas com relação a razão pela qual o casal está experimentando dificuldades de comunicação. Se um dos cônjuges está fazendo imagens da informação ou da experiência e o outro cônjuge está processando através de sons e palavras, pode haver má comunicação. Comunicadores que estão conscientes das pistas de acesso visual podem observar como uma pessoa está processando ou recuperando mesmo sem palavras e pode fazer ajustes em seu estilo de comunicação para melhorar o entendimento.</p>
<p>O movimento dos olhos pode ser muito rápido se a criança não precisa pensar na resposta e se a criança tiver uma estratégia de recuperação rápida. Pode parecer que não ocorreu movimento nos olhos. As crianças têm sido rotuladas e têm experimentado problemas porque elas não olham para a pessoa enquanto essa pessoa está se dirigindo à elas. As crianças também têm problemas na escola porque os seus olhos podem vagar ao invés de se concentrarem no professor. Talvez a criança realmente preste mais atenção quando está tendo a oportunidade de mover os olhos livremente para processar a informação, guardá-la e depois recuperá-la (Grinder, 1991, 1995). Algumas crianças também se complicaram, ou até mesmo foram punidas, por não olharem para uma pessoa quando essa pessoa estava falando com elas. Esses fatores foram considerados na pesquisa, e foram tomadas providências para que a criança estivesse confortável e relaxada tanto quanto possível. Uma criança perguntou ao examinador se ela tinha que olhá-lo durante o teste. Ele lhe disse que não e que ela poderia olhar para onde quisesse.</p>
<p>Os resultados desse estudo forneceram dados empíricos com relação as pistas de acesso visual e a correlação com a recuperação de informação. Aplicações mais amplas para as descobertas dessa pesquisa podem ser feitas tanto com crianças como com adultos. A partir desse projeto de pesquisa, mais projetos de pesquisa podem ser conduzidos para estabelecer aplicações e generalizações mais amplas e abrangentes. Essa pode ser a ponta do iceberg com referência ao significado e a aplicação do movimento dos olhos. Comunicação é mais do que meras palavras. Comunicação também envolve a não verbal. A maneira pela qual a informação é acessada no cérebro é pela posição e pelo movimento dos olhos. Esse estudo forneceu dados quantitativos com relação ao significado do movimento dos olhos e como o movimento dos olhos atua como uma pista de como o cérebro está pensando, armazenando, processando e recuperando a informação. Os olhos das pessoas estão se movendo constantemente durante a comunicação, o desempenho, o aprendizado e na recuperação da informação. Esses movimentos podem aparecer randômicos mas eles estão pesquisando e depois processando ou recuperando a informação. A pesquisa quantitativa foi necessária para determinar se existia significação na movimentação dos olhos durante a comunicação e recuperação. Esse projeto de pesquisa verificou a significação do movimento dos olhos durante o processo de recuperação.</p>
<p>Muitos chavões se relacionam aos olhos e suas funções. Referências aos olhos são tão velhas como o tempo e a história. No Jardim do Éden, a serpente disse para Eva &#8220;Deus sabe que depois que vocês comerem a maçã, seus olhos se abrirão e vocês serão como os deuses, conhecendo o bem e o mal&#8221; (Gênesis 3:5). Será que pode ser verdade que quando os olhos de uma pessoa estão abertos ela pode ver mais, pode aprender mais e a pessoa tem a sabedoria e a habilidade para recuperar esse saber mais facilmente?</p>
<p>Os olhos desempenham uma parte vital na comunicação bem como nos valores culturais e morais. Baseados no resultado desse estudo, pode-se concluir que esses não são meramente chavões, mas afirmações sobre o significado do movimento dos olhos e de como os olhos e o cérebro podem trabalhar juntos. Frases tais como &#8220;Eu posso ver com os olhos da minha mente&#8230;&#8221; ou &#8220;Imagine como seria se você pudesse..&#8221; podem ser mais do que apenas maneiras de se expressar. Essas frases, junto com o acompanhamento do movimento dos olhos, estão, normalmente, dizendo como alguém está processando a informação. Por séculos, focar os olhos foi usado na meditação, na hipnose e nas cerimônias culturais e religiosas. Focar os olhos é importante para o relaxamento da mente e portanto, para o relaxamento da pessoa. Como um resultado das descobertas desse projeto, essa pesquisadora está agora propondo que o movimento dos olhos e o seu significado sejam levados adiante e serem usados para ajudar as pessoas na comunicação, no aprendizado, no desempenho e na saúde física e mental.</p>
<p>Os olhos foram denominados a &#8220;janela da alma.&#8221; Se essa imagem é realmente verdadeira, então isto, que pode ser aprendido na observação do movimento dos olhos, pode informar muito sobre uma pessoa e como essa pessoa está pensando e processando a informação. Se existir muito movimento dos olhos enquanto estiver respondendo a uma simples solicitação para recuperação de uma informação, então a pessoa pode estar tendo dificuldades em recuperar a informação. O que a pessoa está pensando não será conhecido, mas como a pessoa está pensando pode fornecer muitas informações para aqueles que trabalham com crianças na educação, na comunicação, no diagnóstico e no tratamento.</p>
<p>Artigo publicado na revista Anchor Point &#8211; volume 18 no. 4<br />
</div>

</p>
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		<title>FASES EVOLUTIVAS DA MENTE</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 22:21:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Período de Imprint (0 &#8211; 7) &#8211; Nesta fase formamos a programação básica do nosso inconsciente. Assimilamos e armazenamos tudo a nossa volta sem muito critério. Somos verdadeiras esponjas, sugando todas as informações. Assimilamos o comportamento de nossos pais e das pessoas que consideramos importantes. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Período de Imprint (0 &#8211; 7) &#8211; Nesta fase formamos a programação básica do nosso inconsciente. Assimilamos e armazenamos tudo a nossa volta sem muito critério. Somos verdadeiras esponjas, sugando todas as informações. Assimilamos o comportamento de nossos pais e das pessoas que consideramos importantes. </p>
<p>Período de Modelagem (7 &#8211; 14) &#8211; Nesta fase nossa compreensão sobre o mundo aumenta sobremaneira e já nos detemos na observação de outras pessoas, entendendo que o mundo é muito mais do que imaginávamos e que não estamos sozinhos. Chama-se período da modelagem pelo fato de copiarmos as pessoas que convivem conosco ou nossos ídolos Nesta fase os valores mais importantes acerca da vida são formados. </p>
<p>Período de Socialização (14 &#8211; 21) &#8211; Nesta fase estabelecemos as primeiras interações com os demais e firmamos nossos valores sociais de relacionamentos. Estes valores arraigam-se fortemente, dificilmente se modificando, a não ser que algum evento emocional significativo aconteça.</p>
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		<title>MENTE CONSCIENTE E A MENTE INCONSCIENTE</title>
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		<description><![CDATA[A mente humana pode ser dividida em duas partes : a consciente e a inconsciente, sendo que proporcionalmente o consciente ocupa uma parte insignificante . 
Podemos vincular a mente consciente com nossa atenção, isto é, estamos conscientes quando estamos atentos ou focalizamos alguma coisa em especial. Na mente se instalam nossos pensamentos, porém, utilizamos menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mente humana pode ser dividida em duas partes : a consciente e a inconsciente, sendo que proporcionalmente o consciente ocupa uma parte insignificante . </p>
<p>Podemos vincular a mente consciente com nossa atenção, isto é, estamos conscientes quando estamos atentos ou focalizamos alguma coisa em especial. Na mente se instalam nossos pensamentos, porém, utilizamos menos de 5% do nosso potencial mental. O consciente tem a função de organizar, julgar, decidir, discernir, raciocinar, dividir, multiplicar, etc. </p>
<p>No inconsciente são gravadas nossas memórias, a qual chamamos de programas internos. O inconsciente possui uma linguagem própria, muitas vezes fala através de metáforas e não faz diferença entre o real e o imaginário. A base lógica para a instalação de uma nova memória é a união de uma forte emoção a um pensamento qualquer, útil ou não. </p>
<p>Sobre a capacidade surpreendente de nossa mente, já dizia Gautama Buda: &#8220;A mente precede todas as coisas, domina todas as coisas, cria todas as coisas.&#8221; </p>
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		<title>Aprenda a Elevar seu nível de Felicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 21:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Quem nunca pára de ensinar, não pode parar de aprender”
Flávio Bitelman
Li esta frase e não pude me conter! Comecei a me dar conta do quanto ela é fabulosa! A beleza da vida está em evoluir, e para isto é preciso estar aberto para o aprender.
O aprendizado requer humildade. Aqui os arrogantes não têm vez. São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Quem nunca pára de ensinar, não pode parar de aprender”</p>
<p>Flávio Bitelman</p>
<p>Li esta frase e não pude me conter! Comecei a me dar conta do quanto ela é fabulosa! A beleza da vida está em evoluir, e para isto é preciso estar aberto para o aprender.</p>
<p>O aprendizado requer humildade. Aqui os arrogantes não têm vez. São os famosos inteligentes, chamados “cabeça dura”, e isto me faz lembrar uma parábola em que durante uma cerimônia do chá, um mestre chamou seu discípulo e começou a lhe servir, virou a chaleira sobre a xícara e não parou de colocar o chá, até que o líquido começou a transbordar, e o discípulo começou a ficar inconformado e disse: Mestre, o chá está transbordando!, e eis que o mestre respondeu: Isto é para você aprender que a xícara de chá é como nossa mente, é preciso estar vazia para podermos enchê-la.</p>
<p>Eu gostaria que você mantivesse sua mente aberta, assim como a xícara de chá, para atentar ao que eu vou lhe provocar agora: sobre sua felicidade. Existem várias ferramentas para elevar seu nível de felicidade, usar várias ao mesmo tempo pode ser mais efetivo. Elas vão desde o senso comum – dormir suficientemente, exercitar-se, manter um olhar otimista, usar seus melhores atributos no trabalho e na vida – até mudanças de atitude e trabalho interior mais profundos. Agir como se estivesse feliz também pode elevar seu nível de felicidade, já que parece haver uma ligação direta entre a expressão facial e a emoção.</p>
<p>Talvez a novidade mais empolgante seja que a ciência tem evidências de que práticas mentais, como a meditação, promovem a felicidade. Em pesquisa na Universidade de Wisconsin, descobriu-se que altos índices de atividade do cérebro do lado direito (nosso lado intuitivo, artístico, espiritual) coincidiu com sensações de felicidade, entusiasmo, alegria, energia e estado de alerta; enquanto atividades do lado esquerdo do cérebro (lado lógico, matemático) corresponderam a sensações de tristeza, ansiedade e preocupação. A meditação apresenta-se como uma maneira de redistribuir o equilíbrio, ativando mais o lado direito do cérebro e, portanto, emoções positivas.</p>
<p>Mas você deve estar se perguntando&#8230;Leila, meditar, eu?? Mas como?? Ahhhah&#8230;.não há problemas! Se você não se sente muito familiariazado com a meditação, comece ao menos exercitando seu lado direito do cérebro: respire! Olhe a sua volta, observe uma linda paisagem (pode ser uma foto também) e respire 3 vezes profundamente.</p>
<p>epois, por 3 minutos visualize essa paisagem internamente, como se você transportasse a paz que a imagem traz para o seu interior. Lhe garanto que isto pode mudar a sua vida! Se conseguir essa proeza por mais de uma vez ao dia, melhor ainda, não há contra-indicação! E o seu nível de felicidade será elevado quase sem nenhum esforço. Creia nisso!</p>
<p>Boa Sorte e Sucesso!</p>
<p>Leila Navarro</p>
<p>Fonte: www.leilanavarro.com.br</p>
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		<title>O QUE É PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA?</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 02:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bandler nos diz que &#8220;PNL é o estudo da estrutura da experiência subjetiva do ser humano e o que pode ser feito&#8221;. &#8220;É uma ferramenta educacional, não uma forma de terapia. Nós ensinamos as pessoas, coisas sobre como seus cérebros funcionam e elas usam estas informações para mudar.&#8221;
Para Getúlio Barnasque &#8220;PNL é o estudo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bandler nos diz que &#8220;<a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> é o estudo da estrutura da experiência subjetiva do ser humano e o que pode ser feito&#8221;. &#8220;É uma ferramenta educacional, não uma forma de terapia. Nós ensinamos as pessoas, coisas sobre como seus cérebros funcionam e elas usam estas informações para mudar.&#8221;<br />
Para Getúlio Barnasque &#8220;PNL é o estudo de como representamos a realidade em nossas mentes e de como podemos perceber, descobrir e alterar esta representação para atingirmos resultados desejados&#8221;.<br />
De acordo com o Dr. Tom Chung &#8220;Programação Neurolinguística é o manual de operações da nossa mente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Programação&#8221; está relacionado com computação e significa a instalação de um plano ou estratégia de um programa em nosso sistema neurológico. Isto quer dizer que assim como nos computadores, podemos programar nosso cérebro e obter um resultado específico. É a programação do Sistema Nervoso para se conseguir os resultados desejados. Por meio de um padrão de comunicação a pessoa constrói ou reconstrói uma informação ou experiência a nível neurológico.</p>
<p>&#8220;Neuro&#8221; está vinculado com a mente, reconhecendo a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos: visão, audição, olfato, paladar e tato. Cabe ressaltar que aí não estão incluídos tão somente os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos. Corpo e alma formam uma unidade inseparável.</p>
<p>&#8220;Linguística&#8221; está relacionado com a linguagem que usualmente utilizamos para ordenar nossos pensamentos e comportamentos e termos condições de comunicação. É a busca de padrões Lingüísticos de excelência , levando em consideração a boa forma semântica.</p>
<p>(*) Nelly Beatriz M. P. Penteado é Psicóloga e Master Practitioner em Programação Neurolingüística (PNL).</p>
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		<title>PISTAS DE ACESSO</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 02:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fim de que você compreenda as informações que serão discutidas a seguir, sugerimos a seguinte experiência:
1 &#8211; Pense num momento muito especial de sua infância.
2 &#8211; Como era a voz de sua professora predileta?
3 &#8211; Sinta o gosto do sorvete de morango.
Para cumprir estas tarefas foi preciso conseguir acesso a certas classes distintas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fim de que você compreenda as informações que serão discutidas a seguir, sugerimos a seguinte experiência:</p>
<p>1 &#8211; Pense num momento muito especial de sua infância.</p>
<p>2 &#8211; Como era a voz de sua professora predileta?</p>
<p>3 &#8211; Sinta o gosto do sorvete de morango.</p>
<p>Para cumprir estas tarefas foi preciso conseguir acesso a certas classes distintas de experiências passadas. Chamamos o processo de obtenção da informação (o processo de conseguir a informação subjetiva: as imagens, os sons, as palavras e sensações que fazem parte das memórias e fantasias) de acesso. Pistas de acesso são os comportamentos não verbais que indicam como a informação foi colocada à disposição da mente consciente. Pistas de acesso são os movimentos dos olhos que indicam como uma pessoa pensa &#8211; se através de imagens, palavras ou sensações.</p>
<p>Quando se observa uma pessoa e seus olhos estão voltados para cima e à direita (dela), isto significa que ela está criando imagens (acesso visual construído), como por exemplo, a imagem de como ela ficaria se usasse determinado tipo de roupa.</p>
<p>Todos provavelmente já passaram pela experiência de fazer uma pergunta a alguém que desviou o olhar, mexeu os olhos para cima e para a esquerda e disse: &#8220;Huuummm, deixe-me ver&#8230;&#8221;. E viu. Buscou em suas imagens visuais recordadas.<br />
Portanto, as pistas de acesso podem ser detectadas pela simples observação dos movimentos oculares.</p>
<p>Especificamente para pessoas destras, consideremos o movimento dos olhos na direção mostrada na ilustração abaixo:</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/PNL/pistas_de_acesso/pistas_de_acesso_clip_image002_1.jpg" border="0" alt="pistas de acesso clip image002 1 PISTAS DE ACESSO " width="450" height="164" title="PISTAS DE ACESSO " /></p>
<p><strong>Vl -</strong> Visual lembrado (olhos voltados para cima e à esquerda): ver imagens de coisas vistas antes. Exemplos de perguntas que eliciam este tipo de acesso incluem: &#8220;Qual a cor dos olhos de sua mãe?&#8221; &#8220;Como era a primeira casa em que você morou?&#8221;</p>
<p><strong>Vc -</strong> Visual construído (olhos para cima e à direita): Ver imagens de coisas nunca vistas antes. Exemplos: &#8220;Como seria um elefante azul de bolinhas amarelas?&#8221; &#8220;Como você seria se tivesse cabelos verdes e olhos vermelhos?&#8221;</p>
<p><strong>Al -</strong> Auditivo lembrado (olhos na linha média e à esquerda): Lembrar de sons ouvidos antes. Exemplos: &#8220;Como é o alarme do seu despertador?&#8221; &#8220;Como é o som de uma cachoeira?&#8221; &#8220;Qual a primeira palavra que você disse hoje?&#8221;</p>
<p><strong>Ac -</strong> Auditivo construído (olhos na linha média e à direita): Ouvir palavras nunca ouvidas realmente dessa maneira antes. Pôr palavras e sons juntos numa nova forma. Exemplo: &#8220;Se você fosse criar uma música agora, como ela seria?&#8221; &#8220;Se você pudesse fazer uma pergunta ao presidente Fernando Henrique, o que diria?&#8221;</p>
<p><strong>Ai -</strong> Auditivo interno &#8211; ou Auditivo digital (olhos voltados para baixo e à esquerda): Falar para si mesmo, diálogo interno. Exemplo: &#8220;Diga algo a você mesmo, algo que você se diz freqüentemente&#8221; &#8220;Recite um verso mentalmente&#8221;.</p>
<p><strong>C &#8211; </strong>Cinestésico (olhos para baixo e à direita): sentir emoções e sensações. Exemplo: &#8220;Como é a sensação de correr?&#8221; &#8220;Como você se sentiu hoje pela manhã, logo que acordou?&#8221;</p>
<p>Para pessoas sinistras (as chamadas &#8220;canhotas&#8221;) os padrões são invertidos: o acesso visual construído é observado do lado esquerdo, o visual lembrado do lado direito, e assim por diante.</p>
<p>Quando afirmamos que os movimentos oculares são padrões, queremos dizer que eles são observados em todas as pessoas dotadas de uma organização neurológica normal.<br />
Algumas pessoas apresentam algumas diferenças em relação a este padrão, como olhos voltados sempre para cima, à direita ou esquerda, a qualquer pergunta que se faça, indicando que elas necessitam primeiro ter a imagem do que quer que seja para depois poderem ter acesso à experiência sugerida. Por exemplo, para se lembrarem do gosto do sorvete de morango, primeiro necessitam da imagem do sorvete para depois se lembrarem do sabor (acesso cinestésico).</p>
<p>Outras pessoas apresentam olhos voltados para cima, no centro, como se fixassem um ponto, com pupilas dilatadas. Isto indica acesso visual e concentração.<br />
Pessoas que privilegiam por exemplo a visão para perceber o mundo, certamente estão perdendo muitas informações auditivas e cinestésicas. O mesmo acontece com aquelas que privilegiam os canais auditivo e cinestésico.</p>
<p>O ideal seria que nós tivéssemos todos os canais sensoriais igualmente desenvolvidos, o que nos possibilitaria uma experiência mais completa da realidade.</p>
<p>Há também outros indicativos que nos informam o tipo de acesso de uma pessoa, tais como os movimentos respiratórios (por exemplo, respiração rápida indica acesso visual), o ritmo da voz, etc. (Para um aprofundamento no tema, consulte Sapos em Príncipes, de R. Bandler e J. Grinder, EditoraSummus).</p>
<p>O conhecimento e a prática em relação às pistas de acesso permitem-nos:</p>
<p>1 &#8211; Fazer com que uma pessoa tenha acesso ao tipo de experiência que é necessário para que compreenda o que lhe estamos comunicando.</p>
<p>2 &#8211; Saber quando uma pessoa está conscientemente ouvindo, vendo, sentindo e quando ela está &#8220;longe&#8221;, abstraída em seus processos subjetivos.</p>
<p>3 &#8211; Estabelecer um bom contato (rapport) com qualquer pessoa, de forma suave, eficaz e elegante.</p>
<p>4 &#8211; Lembrar com mais facilidade de experiências, como por exemplo se quisermos nos lembrar do caminho que percorremos para chegar a um determinado local (ou onde guardamos um objeto que não conseguimos encontrar), basta que voltemos os olhos para cima e à esquerda (visual lembrado).</p>
<p>Portanto, lembramos aos professores que uma criança que está olhando para cima durante a aula pode não estar &#8220;no mundo da lua&#8221;, mas visualizando, lembrando</p>
<p>(*) Nelly Beatriz M. P. Penteado é Psicóloga e Master Practitioner em Programação Neurolingüística (<a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>).</p>
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		<title>Onde a PNL é útil?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 23:08:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para diretores, gerentes e consultores:
Ser capaz de motivar seu pessoal e se tornar um coach mais efetivo
Entender e administrar mudanças com mais sucesso
Ser capaz de conduzir reuniões mais produtivas
Tomar melhores decisões porque você compreende suas metas e valores
Obter mais de sua equipe
Aprimorar seu estilo de liderança baseado no que é importante para você
Para professores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para diretores, gerentes e consultores:</strong><br />
Ser capaz de motivar seu pessoal e se tornar um coach mais efetivo<br />
Entender e administrar mudanças com mais sucesso<br />
Ser capaz de conduzir reuniões mais produtivas<br />
Tomar melhores decisões porque você compreende suas metas e valores<br />
Obter mais de sua equipe<br />
Aprimorar seu estilo de liderança baseado no que é importante para você</p>
<p><strong>Para professores e treinadores:</strong><br />
Ser capaz de lidar com grupos e comunicar mais efetivamente suas idéias<br />
Ter confiança em seu desempenho<br />
Planejar e estruturar seus treinamentos e cursos para obter o melhor resultado<br />
Como encontrar seu estilo pessoal de ensino<br />
Como lidar com perguntas difíceis</p>
<p><strong>Para profissionais de vendas:</strong><br />
Descobrir a estratégia de compra do cliente, para vender da maneira que seja mais<br />
confortável para ele<br />
Ser capaz de descobrir o que é realmente importante para o cliente<br />
Conquistar um relacionamento de longo prazo com o cliente<br />
Desenvolver maior flexibilidade mental</p>
<p><strong>Para médicos e terapeutas:</strong><br />
Aperfeiçoar seu entendimento do paciente<br />
Descobrir uma maneira rápida e efetiva de trabalhar<br />
Administrar efetivamente seu próprio estado emocional<br />
Tratar o paciente e a doença<br />
Criar um bom relacionamento com seus pacientes e colegas<br />
Aumentar a influência sobre seus pacientes para que sigam as recomendações e as receitas</p>
<p><strong>Para atletas:</strong><br />
Definir metas urgentes e realistas e ser capaz de alcançá-las<br />
Aperfeiçoar-se como jogador<br />
Livrar-se dos obstáculos que o impedem de melhorar<br />
Aprimorar seu foco e sua concentração<br />
Aumentar sua resistência mental<br />
Alcançar o ponto em que se é capaz de jogar ao máximo de sua capacidade<br />
Como técnico, ser capaz de comunicar-se melhor com os jogadores<br />
A <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> trabalha em qualquer lugar onde se necessite as mais efetivas técnicas de<br />
comunicação.</p>
<p>Fonte: www.lambentdobrasil.com</p>
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		<title>O que você pode fazer com a PNL?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 23:06:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[·  Adquirir um melhor entendimento de você mesmo e dos outros
·  Construir relacionamentos mais satisfatórios
·  Desenvolver sua intuição lendo os sinais não verbais
·  Desfazer-se de emoções negativas: stress, medo e culpa
·  Estabelecer metas que sejam motivadoras, realistas e satisfatórias
·  Esclarecer quais são seus valores e limites
·  Aumentar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>·  Adquirir um melhor entendimento de você mesmo e dos outros</p>
<p>·  Construir relacionamentos mais satisfatórios</p>
<p>·  Desenvolver sua intuição lendo os sinais não verbais</p>
<p>·  Desfazer-se de emoções negativas: stress, medo e culpa</p>
<p>·  Estabelecer metas que sejam motivadoras, realistas e satisfatórias</p>
<p>·  Esclarecer quais são seus valores e limites</p>
<p>·  Aumentar os limites de seus sentidos – ter mais prazer na vida – ser capaz de ver,<br />
ouvir e sentir mais</p>
<p>·  Superar medos presentes e passados que te limitam</p>
<p>·  Mudar hábitos que você não quer mais</p>
<p>·  Construir um futuro poderoso e inspirador para você e seus negócios</p>
<p>·  Equilibrar sua vida de uma maneira mais satisfatória lidando melhor com conflitos</p>
<p>·  Entender como você entende o tempo e como fazer melhor uso dele</p>
<p>·  Aprender através de suas experiências mais produtivas e melhores então você<br />
poderá ser bem-sucedido de forma constante</p>
<p>·  Estabelecer reuniões mais produtivas</p>
<p>·  Fazer “perguntas-chave” para impedir mal-entendidos</p>
<p>·  Ser mais influente</p>
<p>·  Saber como outros estão pensando e como tomam decisões </p>
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		<title>O que é que a PNL pode fazer por você?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 23:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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<category>auto-ajuda</category><category>comportamento</category><category>mente</category><category>pnl</category><category>programação neurolinguistica</category><category>representação</category>
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		<description><![CDATA[A PNL ensina-nos pura e simplesmente a pensar sobre soluções em vez de problemas.
A PNL constitui-se numa maneira única e atualizada de refletir sobre nosso mundo.
Com a PNL, podemos aprender a influenciar-mo-nos a nós mesmos e aos nossos relacionamentos com os outros e a ter o tipo de experiência de vida que desejamos.
A PNL funciona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> ensina-nos pura e simplesmente a pensar sobre soluções em vez de problemas.</p>
<p>A PNL constitui-se numa maneira única e atualizada de refletir sobre nosso mundo.</p>
<p>Com a PNL, podemos aprender a influenciar-mo-nos a nós mesmos e aos nossos relacionamentos com os outros e a ter o tipo de experiência de vida que desejamos.</p>
<p>A PNL funciona na construção de soluções nos negócios, no ensino, na terapia e nas relações pessoais.</p>
<p>Se você for alguém que deseja ir além da eficiência em seu trabalho e na sua vida pessoal, se quiser não apenas ter sucesso, mas também atingir a uma evolução maior, então o treinamento em PNL pode ser para si.</p>
<p>Cada um de nós é um milagre esperando para acontecer. A PNL oferece novos meios de convivência com os outros e com nós mesmos a fim de libertar o milagre que todos nós somos.<br />
Algumas pessoas usam as suas habilidades em PNL para alcançar novos sucessos nas suas carreiras. Outros, usam-nas para ajudar os outros a desenvolver os seus potenciais.<br />
Mais importante ainda, com a PNL desabrochamos interiormente e criamos relacionamentos mais ricos na nossa vida.</p>
<p>A PNL baseia-se na descoberta de exemplos de excelência e na compreensão da maneira como essas pessoas fazem o que fazem, de modo a que nós possamos adoptar esses modelos de excelência e a usá-los nas nossas próprias vidas.<br />
Com a PNL, podemos mudar o nosso pensamento, sentimentos, comportamentos e, até mesmo, crenças, para criar mudanças pessoais profundas e para ajudar os outros a obterem mais recursos e se tornarem mais eficazes.</p>
<p>O sucesso pessoal e profissional de cada um de nós depende da capacidade de nos comunicarmos eficazmente.<br />
Pais, terapeutas, consultores, médicos, educadores, gerentes, advogados, profissionais de vendas, treinadores e outros que dependem da qualidade de sua comunicação, continuam a beneficiar-se da aprendizagem da PNL. Por muitos anos e bons&#8230;</p>
<p>Traduzido e adaptado do site NLP Institute of Chicago.</p>
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		<title>O que é a PNL</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 23:02:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;&#8216;Neuro&#8217; (derivado do grego neuron para nervo) representa o princípio fundamental de que todo comportamento é o resultado de processos neurológicos. &#8216;Lingüística&#8217; (derivado do latim lingua que significa linguagem) indica que processos neurais são representados, organizados e seqüenciados em modelos e estratégias através da linguagem e sistemas de comunicação. &#8221;Programação&#8217; refere-se ao processo de organizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8216;Neuro&#8217; (derivado do grego neuron para nervo) representa o princípio fundamental de que todo comportamento é o resultado de processos neurológicos. &#8216;Lingüística&#8217; (derivado do latim lingua que significa linguagem) indica que processos neurais são representados, organizados e seqüenciados em modelos e estratégias através da linguagem e sistemas de comunicação. &#8221;Programação&#8217; refere-se ao processo de organizar os componentes de um sistema (representações sensoriais neste caso) para alcançar resultados específicos&#8221;. (Dilts, Grinder, Bandler e DeLozier, Neuro-linguistic Programming Vol. I).</p>
<p>&#8220;A <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> é uma ferramenta educacional, não uma forma de terapia. Nós ensinamos às pessoas algumas coisas sobre como seus cérebros funcionam e elas usam esta informação para mudar.&#8221; (Richard Bandler)</p>
<p>&#8220;A PNL é prática. Trata-se de um conjunto de modelos, habilidades e técnicas que nos permitem pensar e agir com mais eficiência no mundo. O objetivo da PNL é ser útil, oferecer mais opções de escolha e melhorar a qualidade de vida. As perguntas mais importantes deste livro são: &#8216;Ele é útil? Dá resultados?&#8217;. Descubra o que é útil e o que funciona através da experiência. E, o que é mais importante, descubra o que não funciona e modifique-o até que dê resultado. Esse é o espírito da PNL.&#8221; (O&#8217;Connor e Seymour, Introdução à PNL).</p>
<p>&#8220;A Programação Neurolingüística é a arte e a ciência da excelência, ou seja, das qualidades pessoais. É arte porque cada pessoa imprime sua personalidade e seu estilo àquilo que faz, algo que jamais pode ser apreendido através de palavras e técnicas. E é ciência porque utiliza um método e um processo para determinar os padrões que as pessoas usam para obter resultados excepcionais naquilo que fazem. Esse processo chama-se modelagem, e os padrões, habilidades e técnicas descobertos através dele estão sendo cada vez mais usados em terapia, no campo da educação e profissional, para criar um nível de comunicação mais eficaz, um melhor desenvolvimento pessoal e uma aprendizagem mais rápida.</p>
<p>Você já fez algo com tal eficiência a ponto de ficar impressionado? Já lhe aconteceu de se admirar do que fez e ficar pensando como conseguiu aquilo? A Programação Neurolingüística nos ensina a entender e a modelar nossos sucessos, para que possamos repeti-los.&#8221; (idem)</p>
<p>&#8220;A Programação Neurolingüística é a disciplina cujo domínio é a estrutura da experiência subjetiva. Ela não tem compromisso com a teoria, mas ao contrário tem as características de um modelo – um conjunto de procedimentos cuja utilidade, e não veracidade, é a medida do seu valor. A PNL apresenta ferramentas específicas que podem ser aplicadas efetivamente em qualquer interação humana. Ela oferece técnicas específicas por meio das quais um praticante pode organizar e reorganizar de forma útil sua experiência ou a experiência de outra pessoa para definir e subseqüentemente assegurar qualquer resultado comportamental&#8221;. (Dilts, Grinder, Bandler e DeLozier, Neuro-linguistic Programming Vol. I).</p>
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		<title>Fundamentos da Programação Neurolinguística</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 22:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Programação Neurolingüística (PNL) é definida como o estudo da
estrutura da experiência subjetiva, o que pode ser deduzido e predito por ela, já que
se crê que todo o comportamento tem uma estrutura. (BLANDER, 1979)
De um modo mais simples, trata-se do estudo de como o ser humano
representa a realidade em suas mentes e de como ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Programação Neurolingüística (<a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>) é definida como o estudo da<br />
estrutura da experiência subjetiva, o que pode ser deduzido e predito por ela, já que<br />
se crê que todo o comportamento tem uma estrutura. (BLANDER, 1979)<br />
De um modo mais simples, trata-se do estudo de como o ser humano<br />
representa a realidade em suas mentes e de como ele pode perceber, descobrir e<br />
alterar esta representação para atingir os resultados desejados.</p>
<p>De acordo com George Vittorio (1995:5) trata-se de uma expressão que<br />
na verdade compreende três idéias simples:<br />
?A parte &#8220;Neuro&#8221; da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os<br />
comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição,<br />
olfato, paladar, tato e sensação. O mundo é percebido através dos cinco<br />
sentidos. A informação é compreendida para depois ser utilizada na prática.</p>
<p>A Neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também 29 as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos que são refletidas no nível<br />
físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano.<br />
?A parte &#8220;Lingüística&#8221; do título indica que a linguagem e outros sistemas de<br />
comunicação não verbal são utilizados para ordenar os pensamentos e<br />
comportamentos, utilizando-se também na comunicação das pessoas. Inclui:<br />
Imagens, sons, sensações, gostos, cheiros e palavras (diálogo interno e<br />
externo).</p>
<p>A &#8220;Programação&#8221; refere-se à maneira como se organizam as idéias e ações à fim de produzir resultados. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como se organiza através dos sentidos. Também examina a forma como se pode descrever isso e como se pode agir, intencionalmente ou não, para produzir resultados.<br />
A PNL foi especificamente criada para permitir novas maneiras de<br />
entender como a comunicação verbal e não verbal afetam o cérebro humano. Dessa<br />
forma, ela se apresenta como uma oportunidade invulgar, não só de comunicar-se<br />
melhor consigo mesmo e com os outros, mas também, de aprender como obter<br />
maior controle sobre o que considera-se funções automáticas da nossa própria<br />
neurologia.</p>
<p>Um dos criadores da PNL, Dr Richard Bandler (1980) afirma:<br />
Desde que os modelos que constituem a PNL descrevem como o cérebro<br />
humano funciona eles têm sido usados para ensinar a fazê-lo funcionar<br />
melhor. A PNL não é um instrumento de diagnóstico. Ela só pode ser<br />
aplicada e só pode, portanto, ser ensinada de forma experimental.<br />
Bem treinados, os &#8220;programadores&#8221;, como são chamados os praticantes<br />
da PNL, sempre ensinarão pela instalação dos métodos, não por ensinar técnica<br />
após técnica. Técnicas envelhecem rápido demais para servir de base para a PNL.</p>
<p>A 30 base é muito mais uma atitude, os modelos e as capacidades que permitem<br />
constante geração de novas técnicas mais efetivas e funcionam mais rápido.<br />
O objetivo da PNL é que as pessoas, conhecendo a sua definição, cada<br />
vez mais saibam como o sistema neurológico (neuro) representa a realidade, como<br />
perceber e usar isto através da comunicação (linguística) e da comunicação não<br />
verbal e como ajudar as pessoas a organizar esta informação para atingir metas<br />
específicas (programação). (CONNOR E SEYMOR, 1999)</p>
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		<title>Como se aprende PNL?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 01:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aprende-se PNL em curso próprio.
Os três níveis principais são:
Practitioner
É o primeiro nível do curso de PNL. O Practitioner é uma curso amplo que ensina técnicas de PNL para aplicação em qualquer área da sua vida: pessoal e profissional.
Master practitioner
É o segundo nível do curso de PNL, o qual aprofunda e aprimora os conhecimentos
aprendidos no curso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aprende-se <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> em curso próprio.<br />
Os três níveis principais são:</p>
<p><strong>Practitioner</strong><br />
É o primeiro nível do curso de PNL. O Practitioner é uma curso amplo que ensina técnicas de PNL para aplicação em qualquer área da sua vida: pessoal e profissional.</p>
<p><strong>Master practitioner</strong><br />
É o segundo nível do curso de PNL, o qual aprofunda e aprimora os conhecimentos<br />
aprendidos no curso de Practitioner.</p>
<p><strong>Trainer</strong><br />
É o terceiro e último nível do curso de PNL, para professores e treinadores que desejam<br />
aplicar a PNL e ser mais eficientes no seu trabalho. É preciso ter uma certificação de<br />
Trainer para dar curso a outras pessoas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conheça-te pela Programação Neurolingüística</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 22:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[auto-ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
<category>auto-ajuda</category><category>comportamento humano</category><category>comunicação</category><category>mente</category><category>pnl</category><category>programação neurolinguistica</category>
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		<description><![CDATA[A Programação Neurolingüística (PNL) é a ciência que estuda a estrutura dos pensamentos e que abrange muitas áreas do comportamento humano. É um processo de aprendizagem que envolve o desenvolvimento da competência e da flexibilidade, acessando uma forma eficaz de se usar seus recursos internos, para gerar mudanças profundas e definitivas em sua vida pessoal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Programação Neurolingüística (<a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>) é a ciência que estuda a estrutura dos pensamentos e que abrange muitas áreas do comportamento humano. É um processo de aprendizagem que envolve o desenvolvimento da competência e da flexibilidade, acessando uma forma eficaz de se usar seus recursos internos, para gerar mudanças profundas e definitivas em sua vida pessoal e profissional. A PNL nos mostra como a mente humana funciona, quais são os elementos verbais e não verbais da comunicação e como podemos usar este conhecimento para atingir mudanças sutis, profundas e definitivas.</p>
<p>A mudança acontece quando conseguimos nos afastar dos conteúdos (os o quê) e chegamos ao processo (os como) e modificamos os resultados. Em suma, &#8220;ressiginificamos&#8221; (mudamos o significado) e &#8220;recontextualizamos&#8221; (mudamos a situação). Chegamos ao poder da mente, ao uso consciente, inteligente e ecológico das nossas potencialidades, à expansão das nossas percepções, à qualidade total, à excelência humana.</p>
<p>• A compreensão do funcionamento mental<br />
• A possibilidade de encontrar novas opções ou dar outro significado às já existentes, a fim de se tornar o que você quer<br />
• A linguagem que facilita a aceitação e a credibilidade das mensagens<br />
• A efetiva obtenção e organização de informações para alcançar seus objetivos<br />
• Fortalecimento de sue estilo de liderança e influência com ética e integridade<br />
• A administração da crítica e do feedback de forma construtiva<br />
• A construção rápida de estados de harmonia, sintonia e confiança<br />
• Aperfeiçoamento das estratégias mentais para motivar-se e decidir mais rápida e seguramente</p>
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