<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title> &#187; cerébro</title>
	<atom:link href="http://site.suamente.com.br/tag/cerebro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://site.suamente.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Dec 2009 19:42:40 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<image>
<link>http://site.suamente.com.br</link>
<url>http://site.suamente.com.br/wp-content/mbp-favicon/favicon.png</url>
<title></title>
</image>
		<item>
		<title>Sugestão Hipnótica</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/sugestao-hipnotica/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/sugestao-hipnotica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 17:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipnose]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[sugestão hipnotica]]></category>
<category>cérebro</category><category>hipnose</category><category>sugestão hipnotica</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=1762</guid>
		<description><![CDATA[Sugestão é a imposição temporária da vontade de uma pessoa no cérebro de outra (ou no seu próprio) por um processo puramente mental. Um professor que todos os dias repete os mesmos preceitos e ensinamentos a seus alunos está, em verdade, impondo-lhes suas opiniões. O pai que censura o filho por algum erro está, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sugestão é a imposição temporária da vontade de uma pessoa no cérebro de outra (ou no seu próprio) por um processo puramente mental. Um professor que todos os dias repete os mesmos preceitos e ensinamentos a seus alunos está, em verdade, impondo-lhes suas opiniões. O pai que censura o filho por algum erro está, de algum modo, inculcando novos padrões de conduta na mente do garoto. A mãe que acaricia seu filho tenta por meio desse carinho, acalmar, motivar e equilibar o emocional da criança. Na verdade, se observarmos direitinho, tudo isso é sugestão. Tudo nesse mundo é sugestão; nossas próprias idéias não são nossas, são &#8220;sugestões&#8221; que admitimos e incorporamos à nossa memória como sendo nossas e passam a ser as &#8220;nossas verdades&#8221;. E nenhuma &#8220;hipnose&#8221; é necessária para aceitarmos estas sugestões, não é verdade? Elas chegam até nós e tomam a nossa mente com a maior naturalidade.</p>
<p>Outros agentes externos também produzem efeitos sugestivos sobre nós; um livro, um acidente, um filme, os acordes de uma música ou até mesmo um gesto de uma pessoa podem encher nosso espírito das mais diversas impressões, que vão da felicidade à dor. E isso tudo é &#8220;sugestão&#8221;.</p>
<p>Ninguém contesta também o fato de que o ser humano é, naturalmente, inclinado a obedecer. Afinal de contas, somos eternos aprendizes e, aprendizagem, de certa forma é uma espécie de obediência, de acatamento, de concordância, mesmo nas circunstâncias contestatórias. Porém, isso não quer dizer que estamos todos condenados a obedecer sistematicamente e que sempre seguiremos as sugestões que nos forem enviadas. Mesmo no estado hipnótico a sugestão não é todo poderosa; ela tem suas limitações positivas.</p>
<p>Assim sendo, podemos dizer que a sugestão hipnótica é uma ordem obedecida por uma pessoa em estado de sono induzido, por alguns segundos; no máximo por alguns minutos. Não pode ser comparada, a não ser vagamente, às sugestões em estado de vigília, comunicadas a indivíduos que nunca estiveram sob influência hipnótioca. A sugestão hipnótica pode ser repetida, mas é absolutamente impotente para transformar &#8211; como já se afirmou &#8211; um criminoso em um homem honesto ou vice-versa.</p>
<p>Napoleão costumava dizer que “a imaginação controla o mundo”. Realmente, se você estiver numa rodinha de amigos e supreendê-los informando que há uma epidemia de piolhos no bairro, poderá reparar que em poucos minutos todos estarão coçando a cabeça, expressando preocupação.</p>
<p>Assim como um eletrocardiograma acusa os mais finos impulsos elétricos de seu coração, o eletroencefalograma também demonstra os menores impulsos elétricos do seu cérebro. Se alguém se sente realmente ameaçado por um inimigo, surgem então no eletroencefalograma registros que são exatamente iguais aos que se originam quando alguém apenas imagina que está sendo ameaçado. Se alguém tem a certeza que está passando por um grande vexame, as curvas do seu eletroencefalograma se assemelham por completo às que teria apenas com a imaginação viva de estar se tornando alvo do vexame.</p>
<p>Podemos, desta forma, estabelecer alguns princípios fundamentais sobre a ação/reação da imaginação sobre a realidade.</p>
<p><strong>1 -</strong> O que determina o nosso modo de agir não é a realidade existente, mas aquilo em que cremos e que, para nós, é a verdade. A pessoa que se sente ameaçada ou perseguida, mesmo que não haja nenhum perigo em torno dela e que nada lhe ameace, vive com medo da sua realidade que, mesmo sem ter relação com a realidade externa, é muito poderosa para ela.</p>
<p><strong>2 -</strong> A imaginação é capaz de provocar alterações de toda sorte no organismo de uma pessoa. E, comprovadamente, estas alterações têm correlação qualitativa: pensamentos positivos &#8211; fé, amor, esperança, alegria etc. &#8211; provocam reações saudáveis na pessoa. Sentimentos negativos &#8211; ódio, ressentimento, medo etc. &#8211; provocam reações desagradáveis, como por exemplo, dores assintomáticas, prisão de ventre, indisposição estomacal, insônia e, segundo comprovam as pesquisas, também fazem baixar o nível imunológico tornando a pessoa predisposta à infecções de diversos tipos.</p>
<p><strong>3 -</strong> Tudo o que pensamos, com clareza e firmeza, transplanta-se, dentro dos limites do bom senso, para a faixa somática. Ao imaginarmos que estamos comendo uma fatia gostosa de abacaxi, não raro as glândulas salivares começam a segregar saliva, já repararam isso? Se imaginarmos, com firmeza, que não podemos fazer uma coisa, por exemplo, soltar as mãos fortemente encaixadas uma na outra, então não poderemos mesmo.</p>
<p><strong>4 -</strong> Nosso consciente é constantemente influenciado pelo subconsciente. Desta forma, podemos programar nosso subconsciente para o sucesso da mesma forma como podemos programá-lo para o fracasso.</p>
<p><strong>5 -</strong> Quando o intelecto e a imaginação têm pontos de vistas diferentes, vence sempre a imaginação (como definiu Coué). Ela é mais forte que a inteligência. Mesmo sabendo (intelecto) dos riscos estéticos de ficar comendo doces a toda hora, poucos resistem à idéia (imaginação) de provar uma fatia daquele pudim de laranja gostoso que está na geladeira. Assim sendo, nenhuma pessoa inteligente deve fazer tentativas a partir, exclusivamente, da “força de vontade”. Antes disso, ela precisa, necessariamente, reprogramar sua imaginação.</p>
<p><strong>6 -</strong> O acesso mais fácil para o subconsciente é o estado de total relaxamento. Quando as ondas cerebrais caem para em torno de oito ciclos por segundo &#8211; nível alfa &#8211; abrem-se os poros do nosso subconsciente.</p>
<p>Fonte: http://www.camarabrasileira.com/projetosaber.htm</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/sugestao-hipnotica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>QUEM NÃO SE COMUNICA SE TRUMBICA</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/quem-nao-se-comunica-se-trumbica/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/quem-nao-se-comunica-se-trumbica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[hormonios]]></category>
		<category><![CDATA[insônia]]></category>
<category>cérebro</category><category>comunicação</category><category>hormônios</category><category>insônia</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=1671</guid>
		<description><![CDATA[(Auto-ajuda para os órfãos da saúde e os náufragos da comunicação)
No trabalho, nos lares, nos bares, em qualquer contexto, a dificuldade de se comunicar é uma das principais causas de estresse emocional persistente. Estresse e comunicação formam uma alça de feedback. Se você se comunica mal consigo mesmo – e, conseqüentemente, com os outros –, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Auto-ajuda para os órfãos da saúde e os náufragos da comunicação)</p>
<p>No trabalho, nos lares, nos bares, em qualquer contexto, a dificuldade de se comunicar é uma das principais causas de estresse emocional persistente. Estresse e comunicação formam uma alça de feedback. Se você se comunica mal consigo mesmo – e, conseqüentemente, com os outros –, maiores serão a freqüência e intensidade do estresse em sua vida. Portanto, quando você aprende e pratica as regras da comunicação com seus filhos, com seus pais, sua mulher, seu chefe ou seu cachorro, a qualidade da sua vida e a das pessoas ao seu redor melhora muito, alcançando níveis harmônicos inimagináveis.</p>
<p>Muito se tem falado e escrito sobre o estresse e como evitá-lo. Muitas vezes um monte de bobagens e de modo fragmentário. Como história também é cultura, recordemos ou aprendamos a denominada reação de luta ou fuga.</p>
<p>Em priscas eras, nosso parente pré-histórico já possuía um sistema nervoso capaz de defendê-lo do mundo hostil em que vivia. Assim, após uma noite bem dormida, facilitada pela escuridão trevosa (quantos milênios levou o Brazil globalizado para alcançar este progresso, não é mesmo?), saía da sua caverna para respirar oxigênio puro e se deliciar com o magnífico cenário à sua vista. Mas, como mesmo àquela época nem tudo era perfeito, eis que, de repente, magnífico exemplar de um tigre de dentes de sabre se lhe adentrava em seu campo visual! Nosso cognado das cavernas não podia se dar ao luxo de elucubrações cartesianas – “segundo recentes estatísticas da aprendizagem baseada em evidências, os tigres mutilam apenas 0,001% das suas vítimas, de modo que vou voltar ao meu tricô”. Ele não podia parar para pensar, sob pena de não transmitir seus genes aos seus descendentes. Para garantir sua sobrevivência ele tinha que decidir numa fração de segundos se fugia ou enfrentava a fera. Fosse qual fosse a decisão, seu sistema nervoso providenciava uma descarga industrial de hormônios, que preparava seu corpo para qualquer desideratum. Resolvido rapidamente o contencioso, pela morte de um ou de ambos litigantes, ou por sua fuga indecorosa, o excesso de hormônios era reabsorvido e tudo voltava à Santa Paz do Senhor.</p>
<p>Ainda bem que herdamos este mecanismo de sobrevivência de nossos heróicos antepassados. É isto que nos permite, por exemplo, ao vermos pelo canto dos olhos um carro disparando em nossa direção com óbvias intenções homicidas, dar um salto tamanho sem pensar e do qual não nos sentíamos capazes, evitando o acidente.</p>
<p>No mundo contemporâneo, entretanto, a resposta luta ou fuga nem sempre é socialmente aceitável. Não podemos lutar ou fugir de um guarda que pára a nossa viatura para nos multar. Idem quanto ao chefe que está nos esculhambando ou aos filhos ou o cônjuge (argh!) com quem estamos discutindo.</p>
<p>O mesmo se aplica ao idiota que ganhou uma buzina de presente de Natal e que buzina atrás de nós por que o idiota da frente está distraído ou preso num engarrafamento provocado por outros idiotas. .</p>
<p>É só? Não, tem mais. As coisas nem precisam estar acontecendo no momento presente. Basta você pensar que a reforma previdenciária vai ser aprovada, que você teve um polpudo aumento de 1% (mais R$ 59,87) que ainda não te pagaram, que o seu casamento está indo pro brejo ou que seu chefe te ridicularizou ontem, ou vai te ridicularizar amanhã, o resultado é o mesmo! Aliás, você pode até nem estar consciente de tais pensamentos. Não importa, seu sistema límbico se incumbe de providenciar aqueles tais hormônios, pois para esta parte do seu cérebro não há passado nem futuro. Só existe o hoje. O resultado é que não sobra tempo para reabsorver o excesso das ditas substâncias. Daí, estresse persistente com miríades de sintomas: insônia, ansiedade/depressão, enxaquecas, dores musculares, disfunções sexuais etc – e se a situação se prolonga – doenças graves. A lista de sintomas e de doenças descritas por Hans Selye, pioneiro e um dos maiores pesquisadores na área do estresse, é um verdadeiro museu de horrores.<br />
O gentil leitor já terá notado que até agora tive a delicadeza de não lhe perguntar o que é estresse? Como é que você sabe quando está estressado?</p>
<p>Não se acanhe com a sua ignorância, preocupado leitor, pois a maioria também não sabe definir o estresse, embora o reconheça quando o experimenta. Para seu consolo, saiba que há alguns anos reuniram-se médicos, psicólogos e assemelhados em Tucson, Arizona, justamente com o fito de uniformizar a terminologia, os tipos de pesquisa sobre o estresse e coisas do gênero. A conclusão mais gozada a que chegaram foi a de que era impossível estabelecer uma única definição para o estresse!!! O máximo a que os doutos cientistas alcançaram foi que estresse era uma coisa, e que fatores estressantes, fatores geradores ou potencialmente geradores do estresse eram outra coisa. Dito de outra forma, há um monte de fatores (causas) capazes de provocar o estresse (efeito)…<br />
Esta distinção, embora pareça acaciana, é crucial, já que muitas (pseudo) autoridades costumam misturar as estações. Por ora, na falta de coisa melhor, consideremos o estresse uma reação específica do organismo frente a uma ameaça – real ou imaginária – ou a uma mudança de certa importância, mesmo que desejável, como um casamento, o nascimento de um filho ou uma promoção no trabalho.</p>
<p>Enquanto que os fatores estressantes variam, como vimos, o estresse é específico, isto é, estímulos das mais variadas ordens são decodificados por uma parte do cérebro – sistema límbico – como ameaçadores ou, ao contrário, prazerosos. A partir daí, há uma reação em cascata de “moléculas mensageiras”, de estímulos neuro-elétricos, com a liberação de hormônios e de neurotransmissores, que modificam o DNA de cada célula e preparam o organismo para reagir adequadamente. Para detalhes mais íntimos remeto o leitor ao livro MenteCorpo, em breve nas principais livrarias, escrito pelo erudito infra- assinado.</p>
<p>Na prática, o mais relevante é a maneira com que a pessoa lida com os fatores estressantes, o que depende do significado que ela dá aos mesmos (em si, neutros), o que, por sua vez, vai depender do seu sistema de crenças e valores.</p>
<p>Vale também lembrar que, assim como há o “bom” e o “mau” colesterol, o mesmo se aplica ao estresse. O primeiro ocorre, por exemplo, quando estamos apaixonados. O simples pensar na pessoa querida, a sua imagem, a sua voz, a maciez do seu corpo, são gatilhos que disparam as reações já descritas: o coração acelera, as mãos esfriam, neurotransmissores, como as betaendorfinas, são lançados na circulação, o que nos dá uma imensa sensação de prazer, como se o mundo tivesse mudado para muito melhor. Lembram-se da síndrome de Polyana? Pois é. A paixão nos deixa assim. “Que magnífico incêndio!” “Que maravilhoso desastre!” Embora muito estimuladora, a paixão compromete o nosso senso crítico. As mesmas sensações acontecem quando atingimos – ou temos a convicção que podemos alcançar – um objetivo muito desejado. As sensações são muito prazerosas e motivadoras.</p>
<p>O “mau” estresse, ao contrário, caracteriza-se por sensações e sintomas desagradáveis que podem evoluir para doenças sérias, como hipertensão arterial, infarto do miocárdio, morte súbita, derrames cerebrais, diabetes, câncer, obesidade patológica entre outras. E que aparece sempre que nos deparamos com ameaças reais ou imaginárias persistentes, presentes, passadas ou futuras (através de pensamentos), conscientes ou inconscientes.</p>
<p>Sem doses adequadas do “bom” estresse vegetaríamos no terreno pantanoso do tédio, o que, por sua vez, nos levaria ao “mau” estresse.</p>
<p>Fonte: www.nelsonmarins.com.br </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/quem-nao-se-comunica-se-trumbica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As oito regras da mente</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/as-oito-regras-da-mente/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/as-oito-regras-da-mente/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
<category>cérebro</category><category>mente</category><category>pensamentos</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=811</guid>
		<description><![CDATA[Existem oito regras fundamentais que temos que levar em conta na hora de trabalhar com nosso cérebro ou os dos demais.
1. Todo pensamento ou idéia causa uma reação física:
Todos os pensamentos afetam todas as funções do organismo. Os pensamentos de preocupação desencadeiam mudanças no estômago, que com o tempo podem derivar em úlceras. Os pensamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem oito regras fundamentais que temos que levar em conta na hora de trabalhar com nosso cérebro ou os dos demais.</p>
<p><strong>1.</strong> Todo pensamento ou idéia causa uma reação física:</p>
<p>Todos os pensamentos afetam todas as funções do organismo. Os pensamentos de preocupação desencadeiam mudanças no estômago, que com o tempo podem derivar em úlceras. Os pensamentos de ira aumentam o nível de adrenalina no sangue, produzindo diversas mudanças no corpo. Os pensamentos de ansiedade e medo aumentam a rapidez do pulso.</p>
<p>Todas as idéias que têm um forte conteúdo emocional quase sempre alcançam o inconsciente (a mente do sentimento). Uma vez aceitas, estas idéias continuam produzindo a mesma reação corporal uma e mais vezes.</p>
<p><strong>2.</strong> O que se espera tende a e tornar realidade:</p>
<p>O cérebro e o sistema nervoso respondem a imagens mentais, sejam imagens internas ou externas. As imagens formadas se convertem em pautas fixas e o inconsciente utiliza todos os meios que dispõe para levar a cabo seu plano. Se preocupar é uma forma de programar respostas físicas que não desejamos e o inconsciente atua para que se cumpra a situação representada nas imagens. &#8220;as coisas que temia acabaram acontecendo&#8221;.</p>
<p>Muitas pessoas tem ansiedade crônica, que é simplesmente uma expectativa mental inconsciente que vai acontecer algo terrível. Por outro lado, todos conhecemos pessoas que parecem ter uma magia especial. Parece que a vida lhes enche de bênçãos sem motivo aparente. dizemos que eles têm sorte. O que parece boa sorte é na verdade expectativa mental positiva, uma profunda convicção de que eles merecem que tudo lhes saia bem. Nos transformamos no que pensamos.</p>
<p>Nossa saúde física depende em grande medida de nossa expectativa mental. Os médicos reconhecem que se um paciente esperar ficar doente, aleijado, paralisado, desvalido ou inclusive morrer, a tendencia é que se torne realidade a situação esperada.</p>
<p><strong>3.</strong> Ao tratar com tua mente ou com a outra pessoa, a imaginação é mais poderosa que o conhecimento.</p>
<p>A IMAGINAÇÃO ANULA FACILMENTE A RAZÃO. Este é o motivo pelo qual certas pessoas se precipitam às cegas para os atos ou situações irracionais. Os crimes violentos originados pelo ciúmes quase sempre têm a sua causa em uma imaginação hiperativa.</p>
<p>Muitos se sentem superiores aos que perdem suas economias nas mãos de trapaceiros ou seguem cegamente a demagogos. Se vê facilmente que estas pessoas ultrapassam sua razão. A miúdo estamos cegos ante nossas próprias superstições, preconceitos ou crenças irracionais. As idéias que contêm uma forte emoção, como a ira, o ódio, o amor a nossas crenças políticas ou religiosas, são difíceis de modificar mediante o uso da razão.</p>
<p><strong>4.</strong> Não é possível fazer o papel de acordo e ao mesmo tempo ter idéias opostas.</p>
<p>Podem-se armazenar muitas idéias. A regra faz referência ao reconhecimento de uma idéia pela mente consciente. Muitas pessoas tentam obter idéias opostas simultaneamente. Um homem poderia crer na honestidade e esperar que seus filhos sejam honestos, e não obstante embarcar-se em práticas comerciais levemente desonestas. Pode tentar justificar seus atos dizendo, &#8220;Todos os meus competidores o fazem, é uma prática &#8220;aceitada&#8221;. No entanto, não pode iludir a tensão e seu efeito sobre o sistema nervoso, originada por sustentar idéias opostas.</p>
<p><strong>5.</strong> Uma vez que uma idéia foi aceita pela mente inconsciente, esta permanece até que outra idéia a substitui.</p>
<p>Esta regra está associada à seguinte: quanto mais tempo permanece uma idéia, maior é a resistência a que se a substitua por outra idéia nova.</p>
<p>Uma vez que uma idéia foi aceita, tende a permanecer, e quanto mais tempo atua, mais tende a se converter em uma forma habitual de pensar. Assim é como se formam os hábitos, bons ou maus. Temos pautas de pensamento e ação. Guarde isso bem: &#8220;TODA AÇÃO VAI PRECEDIDA DO PENSAMENTO&#8221;. Se quisermos modificar nossas ações, temos que começar modificando nossos pensamentos. Aceitamos certos feitos como verdadeiros. Aceitamos que o Sol sai pelo Leste e se põe pelo oeste, inclusive quando está enevoado e não podemos vê-lo. Temos muitas pautas de pensamento que são incorretas e, no entanto se fixaram. Existem pessoas que em momentos críticos bebem uísque, fumam ou consomem calmantes para render com eficiência. Tudo isso é incorreto, mas a idéia está aí e resulta uma pauta fixa de pensamento. Haverá oposição para substituí-la com uma nova idéia.</p>
<p><strong>6.</strong> Um sintoma induzido emocionalmente, se persistir o suficiente tende a causar mudanças orgânicas.</p>
<p>A ciência médica reconhece que mais de 60% das doenças humanas são psicossomáticas. A função de um órgão ou de uma parte do corpo se perturbou pela reação do sistema nervoso a idéias negativas que sustenta o inconsciente. Não quero dizer com isto que toda pessoa que se queixa de uma doença está doente emocionalmente ou é neurótico. Há doenças causadas por germes, parasitas ou vírus. Somos um conjunto inseparável de mente e corpo! Se você teme continuamente que tua saúde se debilite, se você fala constantemente das tuas dores de estômago, com o tempo podem se produzir mudanças orgânicas.</p>
<p><strong>7.</strong> Cada sugestão levada à prática diminui a resistência a sucessivas sugestões,</p>
<p>Quanto mais tempo dura uma tendência mental, mais fácil é de seguir. Uma vez que se formam os hábitos, se tornam mais fáceis de seguir e mais difíceis de romper.</p>
<p>Quando o inconsciente aceitou uma sugestão, é mais fácil que aceite novas sugestões e as leve à prática. Por isso, quando se começa a trabalhar com hipnose, se deve começar com sugestões simples. Sugere que se sinta uma sensação de formigamento ou um sentimento quente e agradável. Depois você pode passar a sugestões mais complexas.</p>
<p><strong>8.</strong> No que é referente à mente inconsciente e suas funções, ao maior esforço consciente, menor é a resposta do inconsciente.</p>
<p>A &#8220;Força de Vontade&#8221; não existe na verdade! (em muitas ocasiões). Se você tem insônia você aprendeu que &#8220;quanto mais você se empenha em dormir, mais você se mantém acordado&#8221;. &#8220;Ao tratar com o inconsciente FAÇA AS COISAS COM CALMA&#8221;. trabalhe para desenvolver uma expectativa mental positiva para que teu problema seja resolvido. À medida que aumenta tua fé no inconsciente, você aprende a &#8220;deixar que as coisas ocorram&#8221; em vez de tentar &#8220;forçar &#8221; que ocorram.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/24</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/as-oito-regras-da-mente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O PADRÃO SWISH CINESTÉSICO</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/o-padrao-swish-cinestesico/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/o-padrao-swish-cinestesico/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 02:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[john grinder]]></category>
		<category><![CDATA[richard bandler]]></category>
		<category><![CDATA[swich cinestésico]]></category>
<category>cérebro</category><category>hábitos</category><category>john grinder</category><category>pnl</category><category>richard bandler</category><category>swich cinestésico</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=584</guid>
		<description><![CDATA[L. Michael Hall, Ph.D. e Debra Lederer
Há muito tempo atrás (ou pelo menos assim parece), Richard Bandler e John Grinder inventaram uma maneira de &#8220;dar um sinal&#8221; (swish) ao cérebro para retirá-lo de uma situação sem recursos para pensar, sentir e reagir às coisas, e levá-lo a uma forma nova e melhorada de resposta. Desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>L. Michael Hall, Ph.D. e Debra Lederer</p>
<p>Há muito tempo atrás (ou pelo menos assim parece), Richard Bandler e John Grinder inventaram uma maneira de &#8220;dar um sinal&#8221; (swish) ao cérebro para retirá-lo de uma situação sem recursos para pensar, sentir e reagir às coisas, e levá-lo a uma forma nova e melhorada de resposta. Desde então, os praticantes da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> vêm &#8220;dando sinais para seus cérebros&#8221; e para os cérebros dos outros, a fim de transformar hábitos como o de fumar, comer compulsivamente, roer as unhas, entrar em pânico, etc. A partir disso, eles inventaram O Padrão Swish. Na obra, Using Your Brain – For a Change (1985) (Usando seu Cérebro – para uma Mudança), podemos encontrar os detalhes específicos para criar um swish visual. Mais tarde, Connirae e Steve Andreas (1989) apresentaram os detalhes da criação do swish auditivo. Bem, agora é hora de acrescentar mais um, isto é, como realizar um swish cinestésico.</p>
<p>Em muitos casos, o Swish Cinestésico utiliza os mesmos processos que aparecem nas obras de Robert Dilts e Judith DeLozier, The Dancing Score e Somantic Syntax. O objetivo geral é transportar a pessoa de um Estado Problemático para um Estado Desejado. Uma vez que isso acontece através de um sistema cinestésico, sua realização é mais agradável, já que não necessita obter muitos dados cognitivos sobre a dificuldade. Confia mais na &#8220;sabedoria do corpo.&#8221;</p>
<p>Para realizar este padrão, é necessário um pequeno espaço onde se possa ter pelo menos quatro (ou talvez seis a dez) âncoras espaciais. Depois que os espaços estiverem prontos, escolhe-se e ancora-se um lugar para o seguinte:</p>
<p>1. Espaço para o Observador Atento</p>
<p>2. Espaço para a Situação sem Recursos</p>
<p>3. Meta-espaço para a Situação sem Recursos</p>
<p>4. Espaço para a Situação com Recursos</p>
<p>Damos as instruções a seguir, supondo que haverá um Orientador para facilitar o processo. Isso não significa que é necessária a presença de outra pessoa para dirigir o padrão, mas unicamente que, às vezes, no começo é bom ter alguém para marcar e medir, calibrar e assistir. Portanto, convide alguém e comecem a usar a técnica. A seguir, colocamos afirmações sugestivas entre aspas, para uso do Orientador.</p>
<p>O Padrão.</p>
<p>1. Selecione uma situação na qual você deseje ter mais escolha e poder.</p>
<p>Convide o experimentador a ficar em pé e andar pela sala, fazendo movimentos para libertar-se de toda e qualquer tensão e estresse, a fim de preparar-se para a experiência. &#8220;E à medida que você se movimenta, entre num estado agradável de atenção e clareza. Entre num estado de simples observação, de maneira calma e relaxada. Enquanto você faz isso, pare num local que vamos chamar de Metaposição de observação atenta.&#8221; (Se a pessoa se esforçar para encontrar esse lugar, peça-lhe para lembrar-se de uma situação em que observou alguma coisa, de uma janela, de uma sacada, por exemplo.)</p>
<p>&#8220;Agora, deste lugar (como nos Swishes Auditivo e Visual) escolha um hábito, um sentimento ou pensamento automático, uma reação semântica a alguma coisa que você não mais considera útil ou valiosa para você. O que você gostaria que tivesse mais escolha e eficácia para você?&#8221;</p>
<p>2. Ancore cinestesicamente e amplifique a Resposta Indesejada.</p>
<p>&#8220;Uma vez escolhido o comportamento ou resposta desejado, mova-se de onde você está para uma posição espacial próxima, e entre na cinestesia dessa resposta. Se você se sentir na defensiva quando alguém usa um certo tom de voz, expressão facial, quando fala sobre algum assunto, usa certas palavras, etc., imagine esse gatilho como estímulo quando você entra no local onde vai ancorar isso espacialmente. Como se sente?&#8221;</p>
<p>Se estiver trabalhando com uma pessoa ou em grupos, o Orientador também deve estabelecer outra âncora no braço ou no ombro.</p>
<p>3. Identifique plenamente as Experiências Cinestésicas dessa Resposta em seu Corpo.</p>
<p>&#8220;Agora, concentre-se por um momento, entre em si mesmo, e note especificamente de que maneira você experimenta essa resposta indesejada – cinestesicamente. De que maneira você a experimenta? Se houver contração em seus músculos, quais deles? Se houver desconforto no estômago, note a qualidade e as características desse desconforto.&#8221; Passe a lista das qualidades cinestésicas (i.e., frio, calor, pressão, conforto, leveza, aperto, ritmo, movimento, etc.).</p>
<p>&#8220;Focalize sua atenção na área e note as diferentes sensações. Identifique as distinções representacionais (ou submodalidades) que formam essa experiência.&#8221;</p>
<p>&#8220;Após haver identificado tudo isso cinestesicamente, imagine o ponto ou área visualmente e depois junte, também, todas as qualidades visuais (i.e., luz, cor, claridade, etc.) Faça a mesma coisa auditivamente, ouça os sons que surgem e sinta as sensações (i.e., volume, aperto, etc.)&#8221;</p>
<p>4. Agradeça, Reconheça e Descubra.</p>
<p>&#8220;No mesmo local, dê um passo para trás, para ‘sentir’ (ver, ouvir, sentir, cheirar) como se fosse &#8220;por detrás de sua mente&#8221;. Enquanto faz esse metamovimento para pensar e sentir a respeito desse lugar e experiência, agradeça a parte de você que criou essa resposta, mesmo que tal resposta não seja mais valorizada e desejada. Enquanto você vai para dentro, aceite e valide, ‘Eu agradeço a parte de mim mesmo que gerou esse aperto no meu estômago e músculos dos braços, que eu chamo de &#8220;defesa&#8221; ’.</p>
<p>&#8220;Enquanto reconhece isso, descubra qual a intenção positiva. Aqui, você poderá descobrir por que ela gerou esses sentimentos, movimentos, gestos, etc. ‘O que você, parte de mim que criou esta maneira de responder e lutar, está procurando realizar por mim, que me sirva de modo positivo e valioso?’&#8221;</p>
<p>&#8220;Aquiete-se para perceber outras respostas internas a essa pergunta. Elas podem tomar a forma de imagens, memórias, sons, vozes, ou sensações.&#8221;</p>
<p>&#8220;Se você não descobrir uma intenção que considera fortemente ‘positiva’, dê mais um passo para trás e repita a pergunta. Continue a repetir esse procedimento até descobrir uma intenção positiva que possa afirmar totalmente.&#8221;</p>
<p>5. Encontre e Amplifique uma Área cheia de Recursos e Tranqüilidade.</p>
<p>&#8220;Saia da metaposição (ou posições) do Comportamento sem Recursos. Vá para a localização espacial do Observador Atento. Então, a partir daqui, identifique outra resposta (comportamento, emoção, conceito) que você gostaria de experimentar sob o mesmo gatilho ou estímulo. Quando você identificar esta Resposta cheia de Recursos, vá para outro ponto próximo de onde você estava localizado com o Comportamento sem Recursos. Entre dentro desse Comportamento de Recursos plenamente, enquanto se lembra de como se sente estando lá. Uma vez ali, comece a notar como seu corpo se sente quando está nesse lugar. Está relaxado e confortável? Está energizado e pronto para uma ação positiva?</p>
<p>Enquanto faz essa experiência, focalize o que vê, ouve, e sente em cada sensação que a experiência abrange, para que você comece a se familiarizar com as qualidades e variantes</p>
<p>que formam os componentes da maneira como você codifica esta espécie de resposta cinestésica (i.e., em movimento, relaxado, leve, suave, voz calma, acalmando-se, etc.).</p>
<p>Continue expandindo e alargando esta área em seu corpo até sentir-se cada vez melhor. Mantenha-se ampliando as qualidades de ‘submodalidade’ que a tornam mais rica e plena para você. Especialmente, use as características mais importantes e fortes que enriquecem a qualidade de seus sentimentos.&#8221;</p>
<p>6. Acione a Motivação e o Desejo.</p>
<p>&#8220;Volte para a primeira posição novamente, de Observador Atento. Daqui, identifique de que maneira sua vida seria enriquecida se você se dirigisse ao Comportamento com Recursos quando ocorresse o gatilho ou estímulo.&#8221;</p>
<p>&#8220;Isso enriqueceria sua vida?</p>
<p>&#8220;Que valor teria para você?&#8221;</p>
<p>&#8220;O quanto você realmente gostaria de experimentar essa maneira de responder?&#8221;</p>
<p>&#8220;Você está pronto para instalar essa situação como um programa novo?&#8221;</p>
<p>7. Faça o Swish Cinestésico.</p>
<p>&#8220;Agora que você está pronto, entre no espaço da Resposta sem Recursos sabendo que, dentro de um instante – somente o tempo necessário para pronunciar – &#8220;Swishhhh!&#8221; você vai passar rapidamente daqui para o espaço da Resposta com Recursos, porque quando você vem aqui pela primeira vez em resposta ao gatilho (mencione o estímulo que provocou a resposta antiga) seu corpo inteiro e seu ser sabem que você pode ir para lá agora Swishhhh! &#8221;</p>
<p>Dê dois ou três passos necessários para mover-se rapidamente para o Espaço com Recursos.</p>
<p>8. Saia e repita cinco vezes.</p>
<p>&#8220;Saia daí e vá para o Observador Atento, a fim de quebrar o estado momentaneamente. Depois, vá para o Espaço sem Recursos e pense sobre o gatilho &#8230; &#8220;Vá para lá agora &#8230; Swishhhh!&#8221;</p>
<p>L. Michael Hall, Ph.D., Psicólogo de Comportamento Cognitivo, Trainer em PNL e Criador do Modelo de Meta-estados, e co-fundador da Neuro Semântica. (P.O.Box 9231, Grand Junction CO.81501, Fone: (970) 523-7877.<br />
E-mail: Michael@neurosemantics.com website: www.neurosemantics.com</p>
<p>Debra Lederer, B.A., Professora de Yoga e PNL, Diretora da Health Works (422 E. 72nd. ST. 15-D, New York, New York 10021) Healthws@aol.com. Juntos, eles criaram o novo livro da Crown House Publishers na Inglaterra, Instant Relaxation: How to Reduce Stress at Work, at Home, and in Your Daily Life (Relaxamento Instantâneo: Como reduzir o estresse no trabalho, em casa e na vida diária).<br />
Publicado na Anchor Point de SET/99<br />
Artigo publicado no Golfinho Impresso Nº58 de novembro/1999<br />
Tradução: Hélia Cadore</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/o-padrao-swish-cinestesico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pistas visuais de acesso: um estudo sobre armazenamento e recuperação de informações</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/pistas-visuais-de-acesso-um-estudo-sobre-armazenamento-e-recuperacao-de-informacoes/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/pistas-visuais-de-acesso-um-estudo-sobre-armazenamento-e-recuperacao-de-informacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 01:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[john grinder]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[linguista]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
		<category><![CDATA[psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[richard bandler]]></category>
<category>cérebro</category><category>comportamento humano</category><category>comunicação</category><category>john grinder</category><category>linguagem</category><category>linguista</category><category>mente</category><category>programação neurolinguistica</category><category>psicólogo</category><category>richard bandler</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=550</guid>
		<description><![CDATA[
Parte 1
Susan Nate, Ph.D.
Em meados de 1970, dois professores da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, foram solicitados a completar o último livro de Fritz Perls, The Gestalt Approach: Eyewitness to Therapy, (1973) (Dilts, conversas pessoais, Junho de 1990). Perls morreu quando estava escrevendo esse livro. Richard Bandler, psicólogo, e John Grinder, lingüista, revisaram os tapes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_550'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 1</b></span></p>
<p>Susan Nate, Ph.D.</p>
<p>Em meados de 1970, dois professores da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, foram solicitados a completar o último livro de Fritz Perls, The Gestalt Approach: Eyewitness to Therapy, (1973) (Dilts, conversas pessoais, Junho de 1990). Perls morreu quando estava escrevendo esse livro. Richard Bandler, psicólogo, e John Grinder, lingüista, revisaram os tapes de Perls, trabalhos anteriores e notas recentes. A partir destas fontes, foram capazes de completar o livro de Perls. Durante esse projeto, Bandler e Grinder começaram a perceber diversos fenômenos sobre o comportamento humano e a comunicação (Dilts, conversas pessoais, junho 1990). Bandler e Grinder perceberam e identificaram o poder da linguagem e os padrões de linguagem e desenvolveram o que hoje é conhecido como Programação Neurolingüística (PNL) (Bandler &#038; Grinder, 1985). Neuro se refere ao cérebro, lingüística se refere à linguagem, e programação se refere ao comportamento que é gerado pela linguagem na mente e para a mente (Dilts, conversas pessoais, junho 1990).</p>
<p>Bandler e Grinder foram capazes de modelar efetivamente terapeutas como Fritz Perls, Milton Erickson e Virginia Satir, e foram capazes de conseguir os mesmos resultados notáveis utilizando padrões de linguagem e outras técnicas. R. Dilts (conversas pessoais, junho 1990) que estudava com Bandler, identificou e catalogou o movimento dos olhos durante a comunicação e na recuperação de informações. A utilização do movimento dos olhos foi incorporada em muitos dos processos de PNL (Andreas &#038; Andreas, 1987; Bandler, 1985; Bandler &#038; Grinder, 1975, 1979; Bandler &#038; Grinder, 1982; Dilts, 1990; Grinder, 1991). Shapiro (1995) usou o movimento dos olhos como base do desenvolvimento do EMDR para trabalhar com clientes que sofriam de desordem de stress pós-traumático. O movimento dos olhos também tem sido usado nos processos que trabalham com crianças e adultos com DDA (distúrbio do déficit de atenção), dislexia e outras dificuldades de aprendizagem (Blackerby, 1994, 1995; Dennison, 1981; Dennison &#038; Dennison, 1987, 1994; Grinder, 1991). Embora o movimento dos olhos e as pistas de acesso visual foram e continuam a serem usadas nestes campos, não existiram pesquisas concretas nem dados pesquisados anteriores a esse estudo. O fenômeno que aqui será pesquisado tem a ver com o movimento dos olhos e a sua relação com a recuperação de informações armazenadas.</p>
<p>A principal questão levantada neste projeto de pesquisa era se o movimento dos olhos era significante quando uma pessoa está recuperando informação armazenada ou não. Se o movimento dos olhos era previsível, por exemplo, para a recuperação e o processamento visual, os olhos estariam para cima ou olhando direto para frente; para a recuperação e processamento auditivo, os olhos estariam horizontalmente; e para a recuperação e processamento auditivo digital ou cinestésico, os olhos estariam para baixo. Ou se o movimento dos olhos poderia prever como uma criança recuperava as informações. Esse projeto de pesquisa tomou um componente da PNL, as pistas de acesso visual, e produziu dados empíricos com relação à previsibilidade e a confiabilidade das pistas de acesso visual ou do movimento dos olhos e como eles se relacionam para a identificação de onde a criança está recuperando no cérebro a informação previamente guardada ou criada.</p>
<p>O propósito desse estudo foi investigar com o uso de métodos de pesquisa quase experimentais se o movimento dos olhos estava ou não associado com o tipo de perguntas feitas durante uma entrevista e se estes movimentos dos olhos tinham significância. Quando as pessoas se comunicam, aprendem, representam ou recuperam informações, seus olhos se movem de diversas maneiras. Por isso, nesse estudo, foi observado o movimento dos olhos das crianças enquanto lhes eram feitas tipos específicos de perguntas. O resultado desse estudo indica que, de fato, o movimento dos olhos tem importância quando uma criança está recuperando informações e não são ao acaso. O movimento dos olhos é indicativo do processamento e da recuperação da informação pelas crianças. Esse estudo foi focado nas estratégias de processamento e recuperação de informação e não no ensino ou na introdução de processos de comunicação e aprendizagem. Entretanto, merece ser observado aqui que, quando uma criança está prestando atenção nas instruções, seus olhos estão se movendo.</p>
<p>Na década de 70, quando a Programação Neurolingüística começou a ser descoberta e desenvolvida, alguns acreditavam que se a pessoa olhava para cima e para a direita quando recuperava informações de recordação visual, esta pessoa estava mentindo. Mesmo alguns trainers de PNL ensinavam as pistas de acesso visual como uma maneira de determinar se a pessoa estava dizendo a verdade. Acesso visual não é, e nem nunca foi, planejado para ser usado para determinar a verdade ou a fraude com relação a recuperação ou a estrutura da informação. Esse estudo quantitativo foi planejado para validar a existência das pistas de acesso visual e oferecer uma aplicação para essa informação. Pistas de acesso visual não foram feitas para serem usadas para indicar se uma pessoa está dizendo a verdade.</p>
<p>Isso foi um estudo exploratório examinando o movimento dos olhos das crianças enquanto eram feitas perguntas que exigiam recordar ou imaginar uma experiência. Cinqüenta crianças participaram desse projeto. Elas foram selecionadas através de um processo de amostras randômicas estratificadas. Todas as crianças estavam matriculadas em escolas públicas ou particulares. Suas idades variavam de 8 a 12 anos. Foram estudados cinco diferentes grupos étnicos: brancos, negros, hispânicos, americanos nativos e asiáticos. Participaram tanto crianças do sexo masculino como do feminino. As crianças foram testadas para determinar se eram destras ou canhotas.</p>
<p>Crianças de diferentes demografias foram selecionadas por diversas razões. Cinco diferentes faixas de idade e cinco grupos étnicos diferentes foram selecionados, principalmente, com o propósito de generalização dos resultados. O uso nesse estudo de diversos grupos de idade e várias experiências étnicas forneceu uma maior confiabilidade e oferece um valor maior para a aplicação, visto que as descobertas são verdadeiras para todos os grupos étnicos e de idade estudados. Se tivéssemos usado apenas um grupo de idade, a validade dos resultados poderia ser questionada por causa da estreita faixa e da limitação do grupo testado por ignorar os diferentes estágios de desenvolvimento das crianças. Alguns projetos de pesquisas são considerados válidos somente para a população dos maiores e dos menores grupos étnicos no qual a pesquisa foi conduzida. Visto que algumas culturas, especificamente os americanos nativos e os asiáticos, tendem a ter muito pouco contato olho a olho quando se comunicam, essa pesquisadora pensou que era importante testar crianças de diferentes background étnicos a fim de generalizar que as pistas de acesso visual são um fenômeno humano e não étnico específico. Entretanto, a etnia, que é o background étnico, pode não significar o mesmo que cultura, a qual é atitude, normas e valores (Lauer, 1998).</p>
<p>A inclusão de crianças de ambos os sexos adiciona credibilidade às descobertas. Não houve diferença significativa entre movimento dos olhos e sexo. Sexo não era uma previsão de inversão nas pistas de acesso visual. Tanto crianças do sexo masculino e feminino olhavam para a direita ou para a esquerda, ou para frente para perguntas do tipo visual, horizontalmente para perguntas do tipo auditivo, e para baixo a direita ou para esquerda para perguntas do tipo cinestésica ou auditivo digital (diálogo interno).</p>
<p>Crianças destras ou canhotas foram incluídas no estudo principalmente para testar alguns practitioners e criadores da PNL que assumiram que a destreza era uma previsão para a inversão das pistas de acesso visual (Bandler &#038; Grinder, 1985; Dilts, conversas pessoais, junho 1990; Jacobson, 1983, 1986). As descobertas com relação as pistas de acesso visual não foram influenciadas nem afetadas pela criança ser destra ou canhota.</p>
<p>Dois examinadores treinados em PNL estavam presentes para testar cada criança. Foi feita uma série de 23 perguntas para as crianças. Durante o processo de recuperação, ambos os examinadores anotaram os movimentos dos olhos de cada criança. O teste foi inclusive gravado em tape com a finalidade de poder ser revisto e verificado mais tarde. O método estatístico qui-quadrado foi usado para a análise dos dados desse projeto de pesquisa.</p>
<p>Baseado na pesquisa, os olhos são um caminho direto para o cérebro. Existe um correlação entre a neuropsicologia no cérebro e como o disparador do movimento dos olhos processa a informação numa área específica do cérebro. Ao examinar e entender o movimento dos olhos, pode-se então entender como uma pessoa está pensando e processando a informação.</p>
<p>Existe uma relação ente o movimento dos olhos e a recuperação de informação. O movimento dos olhos está correlacionado com o local onde a informação está armazenada no cérebro. Existe uma relação significativa entre o tipo de pergunta, visual, auditiva, auditiva digital e cinestésica, e as posições do movimento dos olhos quando a criança está recuperando informações. Todas as crianças olhavam para cima e para a direita ou para a esquerda e para frente quando recuperavam e processavam perguntas do tipo visual. Todas as crianças olhavam horizontalmente quando recuperavam e processavam perguntas do tipo auditivo. Todas as crianças olhavam para baixo e para a direita ou esquerda quando recuperavam e processavam perguntas do tipo auditivo digital e cinestésicas.</p>
<p>Não existiu nenhuma relação significativa entre meninos e meninas e o movimento dos olhos em resposta a questões do tipo visual, auditivo, auditivo digital e cinestésica. Os resultados foram os mesmos estatisticamente para crianças de ambos os sexos.</p>
<p>Não existiu nenhuma relação significativa entre crianças canhotas e destras e o movimento dos olhos em resposta a perguntas do tipo visual, auditivo, auditivo digital e cinestésica. Quando a teoria da pista de acesso visual foi identificada pela primeira vez por Dilts (conversa pessoais, junho 1990), e depois disso por muitos anos, acreditava-se que a destreza era uma previsão de inversão nas pistas de acesso visual (Jacobson, 1983, 1986). Esse estudo demonstra que a destreza não tem nada a ver se a criança fez uma inversão com relação a uma recordação visual ou visual construída, uma auditiva recordada ou auditiva construída, ou auditiva digital ou cinestésica. Uma pequena porcentagem das crianças testadas teve inversão. Entretanto não houve nenhuma evidência de qual poderia ser a previsão para a inversão. Embora alguns estudos já foram feitos relacionando as funções dos diferentes hemisférios do cérebro e a destreza (Dennison, 1987; Dennison &#038; Dennison, 1994; Grinder, 1991), esse estudo indicou que a destreza não era uma previsão sobre qual hemisfério do cérebro está armazenando, recuperando ou processando a informação.</p>
<p>Não existe relação estatística significativa entre as idades das crianças e as posições do movimento dos olhos em resposta a perguntas do tipo visual, auditivo, auditivo digital e cinestésico. Isso foi validado ao se usar grupos de cinco diferentes idades, os quais constituiriam diferentes grupos de desenvolvimento mental em crianças variando de 8 a 12 anos. Essa descoberta é significante para a generalização das descobertas bem como para entender a aplicação das pistas de acesso visual que podem ser utilizadas para ajudar crianças de todas as idades no aprendizado de como recuperar informações mais efetivamente e mais eficientemente.</p>
<p>Não havia relação significativa entre meninos e meninas e o movimento dos olhos em resposta a perguntas do tipo visual, auditivo, auditivo digital e cinestésico. Muitos estudos assumem que existem diferenças devido ao sexo, idade e etnia. Esse estudo indica que não existe nenhuma diferença significativa nos resultados do movimento dos olhos com relação ao sexo, idade e etnia. O cérebro humano trabalha igual em todas as culturas e grupos étnicos. O hábito de olhar ou não para a pessoa durante uma comunicação e no aprendizado pode ser cultural, mas o processamento e a recuperação da informação dentro do cérebro são fenômenos biológicos e não tem nada a ver com etnia ou cultura. Contato ocular não é considerado a mesma coisa que pista de acesso visual. Duas das crianças asiáticas são a primeira geração nascida na América. Seus pais emigraram do Vietnam para os estados Unidos. Uma criança negra é a primeira geração americana.</p>
<p>Grinder (1991,1993) teorizou que as crianças rotuladas como vagarosas ou com problemas de aprendizagem podem, realmente, necessitar usar seus olhos para acessar uma parte diferente do cérebro para serem mais rápidas e melhores no aprendizado, armazenamento, processamento e recuperação de informações. Uma criança pode ter problemas em casa ou na escola com pais e professores porque a criança não olha para o pai ou professor. A criança pode precisa ficar com um olhar ausente a fim de processar ou recuperar a informação. O pai ou professor podem estar falando auditivamente para a criança, mas a criança pode precisar fazer uma imagem do que está sendo dito a fim de entender ou recuperar a informação. O pai/professor pode estar falando em termos visuais, e a criança pode necessitar processar a informação cinestesicamente a fim de entender e recuperar o que está sendo dito.</p>
<p>Seres humanos são organismos muito complexos, para dizer pouco. A mesma estratégia para o aprendizado e a comunicação não é usada por todas as pessoas o tempo todo. Quanto mais se puder aprender sobre como funciona o cérebro e como processa a informação, mais efetiva será a comunicação, a educação e o aprendizado.</p>
<p>Uma descoberta significante desse estudo foi que nove crianças, 18% da amostra de 50, olhavam para frente ao invés de para cima em algumas das perguntas de recordação visual. Algumas vezes a informação a ser recuperada era muito recente ou uma informação bem conhecida e não havia necessidade de ser procurada. Outra explicação para algumas informações visuais de recordação serem recuperadas ao olhar para frente é que a informação tem um grande significado para a pessoa que está recuperando a informação e esta pessoa pode não ter que procurar (Dilts, conversa pessoais, junho 1990; Grinder, 1991; Jacobson, 1986). Grinder (1991) ofereceu ainda oura explicação para algumas pessoas que recuperam informações de recordações visuais olhando direto para frente. Grinder (1991) relata que algumas crianças eram forçadas a olhar para seus pais enquanto estivessem lhes dando uma resposta. A criança aprendeu a compensar sendo capaz de olhar para seu pai e ainda recuperar a informação de recordação visual. Pessoas que processam informações principalmente através da visualização podem ser capazes de recuperar algumas informações de rotina e mundanas tão rapidamente que são capazes de recuperá-las olhando direto para frente (Dilts, conversas pessoais, junho 1990).</p>
<p>Existem algumas diferenças com relação às perguntas de recordação visual. Nem todas as crianças olharam para cima e para sua esquerda para a recordação visual. Três crianças, 6%, fizeram a inversão quando acessaram a informação visual. Essas três crianças olharam para cima e para sua direita para acessar a informação de recordação visual. Essas mesmas três crianças olharam para cima e para sua esquerda para acessar a construção visual ou informação imaginada. Essas três crianças não fizeram inversão quando acessaram informações de recordação auditiva, construção auditiva, auditiva digital ou cinestésica.</p>
<p>Duas crianças, 4% fizeram inversão quando acessaram informação visual, auditiva, auditiva digital e cinestésica. Essas duas crianças eram destras. Portanto, pode-se concluir que a destreza não faz diferença quando prevê qual criança pode inverter quando acessar informação visual, auditiva, auditiva digital e cinestésica.</p>
<p>Durante os anos 70, quando a Programação Neurolingüística foi desenvolvida, pensava-se que pessoas canhotas tinham uma grande chance de fazerem inversão em uma ou mais das categorias das pistas de acesso visual. Esse estudo indicou que a destreza não é uma previsão para uma criança fazer a inversão em qualquer uma das categorias das pistas de acesso visual. Todas as crianças, tanto destras como canhotas, olhavam para cima e para frente para duas das categorias das perguntas visuais. Todas as crianças, tanto destras como canhotas, olhavam horizontalmente para todas as perguntas auditivas. Todas as 50 crianças, 100%, tanto destras como canhotas, olhavam para baixo para perguntas auditivas digitais e cinestésicas.</p>
<p>Esse estudo forneceu informações a respeito de como as pistas de acesso visual se relacionam com a comunicação, o aprendizado e a recuperação de informação. Existe um significado entre o movimento dos olhos e a recuperação de informação. Essa informação pode ser muito benéfica para o trabalho com crianças, bem como com adultos, para intensificar a comunicação, o aprendizado, o armazenamento e a recuperação de informação.</p>
<p>Esse estudo utilizou cinco grupos de idades, de ambos os sexos e cinco grupos étnicos diferentes, que sugere que a generalização é extremamente alta. Não importa o sexo da pessoa, destreza ou etnia, as pistas de acesso visual permanecem as mesmas. Se os olhos estão para cima ou direto para frente, a pessoa está visualizando. Se os olhos estão ao nível dos olhos e horizontalmente, a pessoa está processando ou recuperando auditivamente. Se os olhos estão para baixo e tanto para a direita como para a esquerda, a pessoa está processando usando as emoções e os sentimentos cinestésicos ou o diálogo interno. Essa pesquisadora fez treinamento em PNL na Dinamarca após esse estudo. Pistas de acesso visual, na cultura dinamarquesa, foram observadas tanto em crianças como em adultos. As observações eram consistentes com as obtidas nesse projeto. Existiram alguns desafios com relação a esse estudo e generalizando ele para a população basca.</p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_550'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 2</b></span></p>
<p>As descobertas desse estudo impactaram o aprendizado, a comunicação, o ensino, o desempenho, as questões e os interesses da saúde física e mental. Existem similaridades em como as pessoas processam informações e as similaridades podem ser detectadas ao observar o movimento dos olhos. Visto que o movimento dos olhos está conectado ao processamento do cérebro, uma criança que está tendo dificuldades no aprendizado de um conceito pode ser ensinada a olhar para uma posição diferente na órbita do olho para acessar uma parte diferente do cérebro. Processos já foram desenvolvidos para auxiliar no aprendizado de soletração e de matemática usando as estratégias do movimento dos olhos. (Blackerby, 1998; Dilts, 1990; Grinder, 1991) Música e alguma informação verbal pode ser mais efetivamente armazenada e recuperada através de estratégias auditivas. O aprendizado manipulatório e manual podem ser processados melhor através de estratégias cinestésicas.</p>
<p>Ainda que a maleabilidade de parte do córtex visual seja limitada, as pistas de acesso visual podem ser as mesmas. Capacidade visual pode não afetar as pistas de acesso visual. Mais pesquisas precisam ser feitas em outros estudos para avaliar o componente capacidade visual. Entretanto, visto que crianças com deficiências não foram excluídas desse estudo, uma criança que fosse visualmente debilitada poderia ter estado nesse estudo. Diversas crianças incluídas no projeto tinham problemas visuais, incluindo visão fraca, miopia e estrabismo. É concebível que mesmo que uma criança tivesse grave problema visual ou mesmo ser cega, os olhos da criança ainda se movem na cavidade ocular, e este movimento pode ser significante com respeito a confiabilidade das pistas de acesso visual ou o movimento dos olhos como elas relatam quando recuperam informações armazenadas. Uma criança com grave deficiência auditiva pode ter sido excluída desse estudo porque os examinadores não fizeram nenhuma referência. Entretanto, um estudo pode ser conduzido no qual somente crianças com deficiências visual e auditiva seriam usadas para conseguir estes resultados.</p>
<p>Alguns movimentos dos olhos das crianças foram exagerados em todos setores conforme elas procuravam e consideravam a informação sendo recuperada ou construída. Já em outras crianças o movimento dos olhos era muito rápido e não tão exagerado. Seus olhos mal e mal se moviam do ponto central e isto era tão rápido que, para um observador não treinado, poderia dar a impressão de um pequeno movimento, sem movimento ou de que o movimento fosse avaliado como insignificante. Quanto mais firme o movimento, mais rápido era o tempo de recuperação. O menino Alex (pseudônimo) é um exemplo claro de como o seu processamento para recuperar informação através do digital auditivo diminuía a velocidade no processo de recuperação. Ele tinha que repetir todas as instruções no seu diálogo interno antes que pudesse processar.</p>
<p>Uma aplicação muito significativa dessa pesquisa seria ensinar ao Alex como recuperar informação visual, por exemplo, soletração, matemática, letras, números e qualquer coisa a ser memorizada pelo olhar ao invés de repetir tudo antes de procurar pela informação. Ao Alex poderia ser ensinado como utilizar o seu movimento dos olhos para reduzir o tempo de recuperação e assim aumentar suas demonstrações de aprendizagem e sua habilidade para armazenar e recuperar informação mais rapidamente.</p>
<p>Desde seu teste, Alex recebeu consultoria e foi treinado pelo seu pesquisador. Como resultado do aprendizado de como recuperar informações de outros setores do seu cérebro e deixando para mais tarde a recuperação do auditivo digital, seu desempenho melhorou muito na escola. Foi-lhe ensinado as estratégias de soletração e de matemática usando as pistas de acesso visual. Seus pais e professores fizeram um relato para essa pesquisadora. Existirão vezes que o Alex vai se sair bem ao iniciar o processo de recuperação de informação com uma pista auditiva digital. A chave aqui é saber quando e qual informação pode ser recuperada mais eficientemente usando a visualização e quando e qual informação pode ser recuperada mais rapidamente e mais eficientemente usando o auditivo ou os outros sistemas representacionais. Em qualquer caso, se o Alex, ou qualquer outra criança, tem que repetir internamente cada solicitação em sua própria voz antes de processar, isso parece que reduz a velocidade no seu processo de aprendizagem e de recuperação.</p>
<p>Nove semanas depois da realização do teste com Alex, o seu progresso aumentava a cada dia, e ele deveria estar em condições de, até o final do ano escolar, sair das aulas de recuperação e voltar para a sua classe e conseguir acompanhar os trabalhos que esse nível exigia. Os pais e professores estavam surpresos e encantados com essas descobertas e com os resultados que Alex estava obtendo. Porém ninguém estava mais encantado do que ele com o seu progresso. Ele também estava muito mais orgulhoso de si mesmo pela percepção do aumento da sua capacidade. Não se achava mais um estúpido. A importância desse estudo pode ser muito maior do que apenas ensinar crianças como aprender melhor e mais ligeiro. Embora com certeza isto é importante, os efeitos na auto-estima e no autoconceito podem ser mais significativos.</p>
<p>Como se percebe diferentes categorias no movimento dos olhos e nas pistas de acesso visual, parece que pesquisas adicionais seriam justificadas com relação ao ensino de certas matérias de uma maneira visual, auditiva, auditiva digital ou cinestésica para que as crianças conseguissem aprender com mais segurança. Também se poderia ensinar as crianças como recuperar as informações mais rapidamente acessando certas áreas do cérebro através do movimento dos olhos. Dilts (1990), em suas pesquisas sobre estratégias de soletração, já tinha validado essa hipótese na área de soletração. Grinder (1991) também desenvolveu estratégias de ensino e de aprendizagem para auxiliar os professores a ensinarem e auxiliarem as crianças para que elas aprendam mais efetivamente.</p>
<p>Grinder (1991) tratou dos estilos de aprendizagem e ensino. O aprendizado tem sido tipicamente categorizado em três estilos primários: visual, auditivo e cinestésico. Grinder (1991) tratou do conceito das combinações desses estilos de aprendizagem. Saber e entender os estilos de aprendizagem é somente metade da equação educacional. Estilos de ensino devem também ser estudados e aperfeiçoados. A informação do movimento dos olhos permitirá que os professores aprendam maneiras mais efetivas para ensinar os conhecimentos e para auxiliar as crianças no armazenamento e na recuperação da informação. Gardner (1983) tratou da inteligência múltipla e das diferentes maneiras de aprender. Na faculdade, muitas vezes, é ensinado aos professores o que ensinar. Com a pesquisa obtida nesse projeto, as pistas de acesso visual podem ser uma outra ferramenta para os professores aprenderem para aumentar a sua habilidade no ensino.</p>
<p>M. Grinder, durante um curso intensivo de duas semanas sobre treinamento em estilos de aprendizagem em Battleground, Washington, em junho de 1995, examinou o input, o armazenamento e o output da informação. Crianças bem como os adultos podem aprender de várias maneiras. Esta é a fase do input. A informação é depois armazenada, talvez de uma maneira randômica e em qualquer dos sistemas representacionais, auditivo, visual, auditivo digital, cinestésico ou em combinação.</p>
<p>A fase de recuperação pode ser uma das mais críticas e mais frustrantes para as crianças se elas não sabem como acessar a informação armazenada. Uma criança pode entender e mesmo aprender a matéria, mas se a criança não puder recuperar a informação quando necessário, a informação não irá ajudá-la em nada.</p>
<p>Existe um determinado momento para muitas pessoas, em que mesmo sabendo uma determinada coisa, elas &#8220;não conseguem por a mão nela,&#8221; ou dizem &#8220;Está na ponta da minha língua.&#8221; Chavões, normalmente, podem nos dar mais informações sobre os sistemas de recuperação de uma pessoa e a sua necessidade para estratégias mais aperfeiçoadas para a recuperação. Quando algum conhecimento é ensinado para as crianças de uma certa maneira, e depois é ensinado como recuperar este conhecimento, o aprendizado pode ser mais produtivo e mais agradável. Uma analogia para essa situação poderia ser a de uma ferramenta específica que é comprada e guardada, para que saibamos onde procurá-la quando precisarmos dela. Então a procura começa, e depois de muitas horas improdutivas e exaustivas, a gente simplesmente compra uma nova ferramenta, faz o serviço com qualquer coisa ou descarta o projeto e vai fazer qualquer outra coisa. Muitas crianças freqüentam a escola desta maneira. Não é surpresa que a taxa de abandono nas escolas aumenta apesar da tecnologia e da disponibilidade de educação serem maiores.</p>
<p>Grinder (1991, 1995) tratou do conceito da aprendizagem e da reaprendizagem. Crianças que têm dificuldade no aprendizado raramente têm um dia de reaprendizagem. Elas estão constantemente num modo de aprendizado ou num modo em que estão tentando se igualar com os demais. Crianças que aprendem muito ligeiro podem ter dias de reaprendizagem como quando é feita uma revisão ou quando elas têm tempo livre já que elas têm controle sobre o conceito e podem facilmente recuperar a informação. A frustração vem rapidamente para as crianças que estão constantemente num modo de aprendizado ou tentando se igualar e percebem que elas estão constantemente ficando para atrás. Grinder (1995) sugeriu que os professores ensinassem o movimento dos olhos como um sistema de aprendizagem e recuperação, o qual permitiria as crianças de terem mais dias de reaprender e para reduzir a frustração de todos os dias serem dias de aprender.</p>
<p>Compreensão na leitura é uma outra área onde os resultados desse estudo podem ser aplicados. Quando é feito uma leitura para as crianças, elas devem ser encorajadas a levantar os olhos e fazer uma imagem do que está sendo dito. Quando elas próprias estão lendo, elas podem ser encorajadas a fazer uma pausa, levantar os olhos e fazer uma imagem do que elas acabaram de ler para aumentar a compreensão (Dilts, 1990; Grinder, 1995). Depois, quando for preciso recuperar esta informação, a imagem na mente pode ser vista novamente e a informação recuperada. Ouvir as palavras que uma pessoa utiliza e considerar as palavras da pessoa como uma pista de como a pessoa processa, é uma técnica muito utilizada na PNL. As palavras informam como o cérebro da pessoa está trabalhando e o processo que a pessoa está usando.</p>
<p>Acesso visual é uma importante estratégia em questões de saúde física e mental. Já que a visualização tem sido utilizada nestas áreas, poderiam pesquisar a adição das pistas de acesso visual para o diagnóstico e o tratamento. Uma pessoa que trabalha com saúde mental e que sabe e entende o significado das pistas de acesso visual pode utilizar a habilidade na comunicação durante a terapia e, mais importante, observar onde os olhos do cliente estão enquanto se discute certas questões. Shapiro (1995) utilizou somente o setor auditivo do movimento dos olhos em seu tratamento EMDR para a desordem do stress pós-traumático. Baseado nos resultados dessa dissertação, o movimento dos olhos e as pistas de acesso visual puderam ser utilizadas em outras técnicas e processos das questões de saúde física e mental. Os criadores da PNL desenvolveram alguns processos que já estão sendo utilizados em todo mundo nas áreas de saúde física e mental com referência ao trauma, fobias, depressão e outros (Andreas &#038; Andreas, 1987, 1989; Bandler, 1985; Bandler &#038; Grinder, 1975, 1979, 1982; Blackerby, 1994, 1995; Dennison, 1981; Dennison &#038; Dennison, 1987, 1994; Dilts, 1990; Dilts et al., 1990; Grinder &#038; Bandler, 1981; Grinder, 1991, 1993; Halborn &#038; Smith, 1992; Jacobson, 1983, 1986).</p>
<p>Uma outra aplicação dos resultados deste projeto de pesquisa é na comunicação. Se uma pessoa está se comunicando principalmente em termos visuais e a outra pessoa está se comunicando principalmente em termos auditivos, a comunicação pode ser confusa, e, provavelmente, mal interpretada. Quando uma pessoa se comunica com outra, ela pode notar como a outra pessoa está processando a informação, e então pode ajustar o estilo de comunicação para tornar melhor e mais preciso o entendimento (Hallbom &#038; Smith, 1992). Comunicadores efetivos sabem como elaborar uma combinação de estilos de comunicação a fim de serem entendidos por um número maior de receptores. Comunicadores efetivos também sabem como observar se a sua audiência está entendendo a informação ou se eles estão confusos. Comunicadores efetivos sabem como pausar com eficiência para permitir que os receptores armazenem e processem a informação sendo difundida (Hallbom &#038; Smith, 1991). Saber, entender e usar as pistas de acesso visual pode aumentar em muito a efetividade da comunicação.</p>
<p>PNL e a Cinesiologia Educacional (Ed-U-K), os praticantes da Ginástica Cerebral, levaram mais longe o conceito do movimento dos olhos através do processo de sinestesia (Andreas, 1989; Dennison, 1981; Dennison &#038; Dennison, 1987, 1994; Dilts,1990). Sinestesia é entender que existe um processo de como a pessoa guardou a informação e o caminho que esta pessoa usa para recuperar a informação. A sinestesia é uma série de representações visuais, auditivas, auditivas digital e cinestésicas e de como o indivíduo as combinou para uma estratégia particular de input, armazenamento e recuperação (Dilts, 1990). Esse processo se tornou redundante e previsível para o indivíduo, e por essa razão, fornece informações sobre como a pessoa está processando e recuperando informação.</p>
<p>A sinestesia pode ser rompida ao redirecionar o movimento dos olhos. O processo seria fazer a pessoa pensar sobre um problema e então direcionar os olhos para diferentes posições na órbita ocular, deste modo acessando diferentes setores do cérebro (Dilts, conversas pessoais, junho 1990). A PNL e os praticantes da Edu-U-K farão, por essa razão, a pessoa mover os olhos num movimento igual a um oito bem como em várias outras combinações utilizando os setores visuais, auditivos, auditivos digital e cinestésicos. Romper um velho padrão da sinestesia ao utilizar todos os setores parece ser mais efetivo do que utilizar somente o setor auditivo usado na EMDR. Baseado nas descobertas dessa dissertação, justifica-se e se recomenda uma pesquisa adicional. Os criadores da PNL desenvolveram muitas estratégias utilizando o movimento dos olhos não somente para romper a velha sinestesia mas também para fornecer técnicas para auxiliar a pessoa a obter e manter um desempenho máximo num grande número de áreas como atlética, vendas, comunicação, relacionamentos, negociações e questões de saúde física e mental.</p>
<p>Se um cliente continuamente olha para baixo e para a direita ou esquerda enquanto a terapia está acontecendo, o clínico entende que o cliente está preso num processo de emoções negativas e/ou no diálogo interno. Baseado nos resultados desse estudo, um terapeuta poderia pedir para o cliente mover os olhos para outro setor, permitindo que o cliente tenha uma perspectiva diferente, uma reação diferente para uma situação, e possivelmente um meio de resolver um problema de uma maneira diferente. Nas observações dessa pesquisadora, e de acordo com algumas literaturas da PNL, pessoas deprimidas irão tipicamente olhar para baixo muito mais vezes do que para cima (Andreas, 1989; Dilts, 1990; Grinder, 1995). Meramente olhar para cima não vai curar a depressão, mas poderá ser o ponto inicial para começar a ajudar o cliente a reduzir sua depressão e a romper o ciclo do diálogo interno negativo, o que aumenta a depressão. Mudar a posição dos olhos bem poderia ser uma técnica a ser usada junto com medicamentos e ouras técnicas de aconselhamento.</p>
<p>Em questões de saúde física, tentativas alternativas para tratar o paciente de uma maneira holística estão sendo pesquisadas. Visualização está se tornando mais e mais parte do tratamento e dos cuidados na reabilitação. Os resultados desse estudo indicam a necessidade de mais pesquisas em como uma pessoa armazena a informação que afeta as condições físicas. Seria muito interessante que mais pesquisas provassem isso e que fornecessem outras aplicações. A hipnose, que utiliza a visualização bem como outros sentidos e o movimento dos olhos, tem sido usada no tratamento médico e em questões de saúde mental.</p>
<p>Aprendizagem também envolve recordar informações aprendidas. Visto que é baseado nos resultados desse estudo, o movimento dos olhos é importante na recuperação de informações armazenadas, e talvez alguns processos da PNL utilizando pistas de acesso visual pudessem auxiliar a manter e intensificar a memória de curto prazo e a de longo prazo.</p>
<p>Muitas pessoas relatam que gostariam de ter uma melhor habilidade na comunicação. Talvez uma razão para os muitos problemas na comunicação é que as pessoas processam as palavras de maneira diferente. Grinder (1991, 1995) relata que 90% da comunicação é não verbal. Isto significa que as palavras que estão sendo faladas são apenas 10% da comunicação. Parte da comunicação não verbal envolve onde os olhos estão olhando durante o processo de comunicação (Grinder, 1991, 1995). Dependendo em que porção do cérebro as palavras estão sendo processadas, o significado das palavras bem como a interpretação da comunicação não verbal pode ser diferente para o receptor do que a mensagem que o emissor enviou. Casais disseram que &#8220;Nós apenas não concordamos no mesmo assunto.&#8221; Um dos cônjuges pode dizer que &#8220;Você nunca ouve o que eu digo.&#8221; Essas podem ser muito óbvias e ainda assim são pistas ignoradas com relação a razão pela qual o casal está experimentando dificuldades de comunicação. Se um dos cônjuges está fazendo imagens da informação ou da experiência e o outro cônjuge está processando através de sons e palavras, pode haver má comunicação. Comunicadores que estão conscientes das pistas de acesso visual podem observar como uma pessoa está processando ou recuperando mesmo sem palavras e pode fazer ajustes em seu estilo de comunicação para melhorar o entendimento.</p>
<p>O movimento dos olhos pode ser muito rápido se a criança não precisa pensar na resposta e se a criança tiver uma estratégia de recuperação rápida. Pode parecer que não ocorreu movimento nos olhos. As crianças têm sido rotuladas e têm experimentado problemas porque elas não olham para a pessoa enquanto essa pessoa está se dirigindo à elas. As crianças também têm problemas na escola porque os seus olhos podem vagar ao invés de se concentrarem no professor. Talvez a criança realmente preste mais atenção quando está tendo a oportunidade de mover os olhos livremente para processar a informação, guardá-la e depois recuperá-la (Grinder, 1991, 1995). Algumas crianças também se complicaram, ou até mesmo foram punidas, por não olharem para uma pessoa quando essa pessoa estava falando com elas. Esses fatores foram considerados na pesquisa, e foram tomadas providências para que a criança estivesse confortável e relaxada tanto quanto possível. Uma criança perguntou ao examinador se ela tinha que olhá-lo durante o teste. Ele lhe disse que não e que ela poderia olhar para onde quisesse.</p>
<p>Os resultados desse estudo forneceram dados empíricos com relação as pistas de acesso visual e a correlação com a recuperação de informação. Aplicações mais amplas para as descobertas dessa pesquisa podem ser feitas tanto com crianças como com adultos. A partir desse projeto de pesquisa, mais projetos de pesquisa podem ser conduzidos para estabelecer aplicações e generalizações mais amplas e abrangentes. Essa pode ser a ponta do iceberg com referência ao significado e a aplicação do movimento dos olhos. Comunicação é mais do que meras palavras. Comunicação também envolve a não verbal. A maneira pela qual a informação é acessada no cérebro é pela posição e pelo movimento dos olhos. Esse estudo forneceu dados quantitativos com relação ao significado do movimento dos olhos e como o movimento dos olhos atua como uma pista de como o cérebro está pensando, armazenando, processando e recuperando a informação. Os olhos das pessoas estão se movendo constantemente durante a comunicação, o desempenho, o aprendizado e na recuperação da informação. Esses movimentos podem aparecer randômicos mas eles estão pesquisando e depois processando ou recuperando a informação. A pesquisa quantitativa foi necessária para determinar se existia significação na movimentação dos olhos durante a comunicação e recuperação. Esse projeto de pesquisa verificou a significação do movimento dos olhos durante o processo de recuperação.</p>
<p>Muitos chavões se relacionam aos olhos e suas funções. Referências aos olhos são tão velhas como o tempo e a história. No Jardim do Éden, a serpente disse para Eva &#8220;Deus sabe que depois que vocês comerem a maçã, seus olhos se abrirão e vocês serão como os deuses, conhecendo o bem e o mal&#8221; (Gênesis 3:5). Será que pode ser verdade que quando os olhos de uma pessoa estão abertos ela pode ver mais, pode aprender mais e a pessoa tem a sabedoria e a habilidade para recuperar esse saber mais facilmente?</p>
<p>Os olhos desempenham uma parte vital na comunicação bem como nos valores culturais e morais. Baseados no resultado desse estudo, pode-se concluir que esses não são meramente chavões, mas afirmações sobre o significado do movimento dos olhos e de como os olhos e o cérebro podem trabalhar juntos. Frases tais como &#8220;Eu posso ver com os olhos da minha mente&#8230;&#8221; ou &#8220;Imagine como seria se você pudesse..&#8221; podem ser mais do que apenas maneiras de se expressar. Essas frases, junto com o acompanhamento do movimento dos olhos, estão, normalmente, dizendo como alguém está processando a informação. Por séculos, focar os olhos foi usado na meditação, na hipnose e nas cerimônias culturais e religiosas. Focar os olhos é importante para o relaxamento da mente e portanto, para o relaxamento da pessoa. Como um resultado das descobertas desse projeto, essa pesquisadora está agora propondo que o movimento dos olhos e o seu significado sejam levados adiante e serem usados para ajudar as pessoas na comunicação, no aprendizado, no desempenho e na saúde física e mental.</p>
<p>Os olhos foram denominados a &#8220;janela da alma.&#8221; Se essa imagem é realmente verdadeira, então isto, que pode ser aprendido na observação do movimento dos olhos, pode informar muito sobre uma pessoa e como essa pessoa está pensando e processando a informação. Se existir muito movimento dos olhos enquanto estiver respondendo a uma simples solicitação para recuperação de uma informação, então a pessoa pode estar tendo dificuldades em recuperar a informação. O que a pessoa está pensando não será conhecido, mas como a pessoa está pensando pode fornecer muitas informações para aqueles que trabalham com crianças na educação, na comunicação, no diagnóstico e no tratamento.</p>
<p>Artigo publicado na revista Anchor Point &#8211; volume 18 no. 4<br />
</div>

</p>
<script type='text/javascript'>jQuery(document).ready(function() { if(postTabs_getCookie('postTabs_550')) postTabs_show(postTabs_getCookie('postTabs_550'),550); });</script>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/pistas-visuais-de-acesso-um-estudo-sobre-armazenamento-e-recuperacao-de-informacoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como lidar com clientes, patrões, e colegas que agem como répteis</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/como-lidar-com-clientes-patroes-e-colegas-que-agem-como-repteis/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/como-lidar-com-clientes-patroes-e-colegas-que-agem-como-repteis/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 23:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[colegas de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[lidar com clientes]]></category>
<category>cérebro</category><category>colegas de trabalho</category><category>comportamento</category><category>equipe</category><category>lidar com clientes</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=471</guid>
		<description><![CDATA[por Terry Bragg
Você está frustrado porque não consegue a cooperação necessária de sua gerência ou de sua equipe? Zangado porque seus colegas de trabalho não compreendem a importância daquilo que estão fazendo e agem irracionalmente? Seus clientes perdem o controle e o atacam por assuntos triviais? As pessoas com quem você trabalha se comportam como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Terry Bragg</p>
<p>Você está frustrado porque não consegue a cooperação necessária de sua gerência ou de sua equipe? Zangado porque seus colegas de trabalho não compreendem a importância daquilo que estão fazendo e agem irracionalmente? Seus clientes perdem o controle e o atacam por assuntos triviais? As pessoas com quem você trabalha se comportam como criaturas desprovidas de cérebro, agindo por impulso, ao invés de lógica?</p>
<p>Pode haver uma explicação simples para esse comportamento. Você pode estar trabalhando com répteis, tanto literalmente como em sentido figurado. Não, não quero dizer que você trabalha com cobras sobre a grama. Os cérebros reptilianos de seus colegas de trabalho podem estar controlando o comportamento deles.</p>
<p>Por que as pessoas agem como répteis?</p>
<p>De acordo com a teoria do cérebro tri-único, desenvolvida pelo Dr. Paul MacLean, Chefe do setor de Evolução do Cérebro e Comportamento do Instituto Nacional da Saúde, temos três cérebros, e não apenas um. Essa teoria pode ajudar a explicar alguns comportamentos, tanto nossos quanto de nossos colegas de trabalho, e o comportamento das pessoas que encontramos.</p>
<p>A haste do cérebro é o cérebro reptiliano. É um remanescente de nosso passado pré-histórico. É útil para decisões rápidas, que não exigem pensamento. O cérebro reptiliano focaliza-se na sobrevivência, e entra em ação quando estamos em perigo e não temos tempo para pensar. Num mundo em que sobrevivem os mais capazes, o cérebro reptiliano preocupa-se com a obtenção do alimento e em não se tornar alimento. O cérebro reptiliano é orientado pelo medo, e entra em ação quando somos ameaçados ou estamos em perigo.</p>
<p>Uma segunda parte do cérebro é a haste límbica ou cérebro mamífero. A haste límbica é a raiz das emoções e sentimentos. Ela afeta o humor e as funções do corpo.</p>
<p>O neocortex é a parte do cérebro mais evoluída e adiantada. Ela governa nossa habilidade de falar, pensar, e resolver problemas. O neocortex afeta a criatividade e a capacidade de aprender. O neocortex abrange aproximadamente 80 por cento do cérebro.</p>
<p>Na Era Industrial, o cérebro reptiliano era apreciado e necessário. As empresas esperavam que os trabalhadores da linha de montagem recebessem as ordens e trabalhassem sem pensar. Os administradores da Era Industrial realizavam as funções do neocortex. Os gerentes é que pensavam, e os trabalhadores faziam o que os gerentes os mandavam fazer.</p>
<p>Na Era da Informação, isso não funciona mais. Hoje, os trabalhadores devem pensar, tomar decisões, e usar sua criatividade. Na Era da Informação, o comportamento reptiliano constitui-se em desvantagem e atrapalhação. Contudo, ainda existe o comportamento de réptil.</p>
<p>Deslocamento para cima e para baixo.</p>
<p>De acordo com a teoria do cérebro triúnico, as pessoas fazem o deslocamento para cima ou para baixo, para usar diferentes partes do cérebro, dependendo da situação. Quando deslocamos para cima, usamos nosso neocortex. É necessário um ambiente seguro para fazer esse deslocamento para cima. Conseqüentemente, a criatividade, o aprendizado e a reflexão acontecem quando nos sentimos seguros, salvos e protegidos. O louvor e a segurança promovem o deslocamento para cima.</p>
<p>Por outro lado, o deslocamento para baixo é realizado quando o cérebro reptiliano se manifesta. As pessoas se tornam répteis quando estão com medo e preocupadas com a sobrevivência. A crítica e o medo promovem o deslocamento para baixo.</p>
<p>Princípio de aprendizado: Uma pessoa ou uma organização não pode evoluir se estiver fundamentalmente preocupada com a sobrevivência.</p>
<p>O que você pode fazer a respeito dos répteis de sua vida?</p>
<p>Além da sobrevivência física, nós devemos vencer dois medos básicos, no local de trabalho: (1) medo das dificuldades e (2) medo de falhar. Se as pessoas estão com medo das dificuldades ou de serem tratadas como alguém que falhou, elas não serão capazes de assumir risco algum. Uma das tarefas básicas da gerência é criar um ambiente de trabalho em que as pessoas não receiem as dificuldades nem as falhas.</p>
<p>Como é que podemos usar essa teoria? Se os seus clientes, colegas de trabalho, equipe ou gerência superior estão agindo como répteis, o comportamento deles pode estar baseado no medo e na sobrevivência. O cérebro reptiliano governa a ação com base no medo. Nós melhoramos as relações de trabalho reduzindo o medo deles, e melhorando as possibilidades de sobrevivência que eles percebem. Enfatizo a palavra &#8220;percebem&#8221;. O medo, geralmente, é irracional. Embora não consideremos ameaçadora uma determinada situação, as pessoas que trabalham conosco podem ver nela uma ameaça. Os seus cérebros reptilianos começam a dominar e a luta ou a fuga parecem ser as únicas opções que elas são capazes de perceber.</p>
<p>De que maneira você lida com as pessoas governadas pelos seus cérebros reptilianos? (Não, uma lobotomia não é a resposta). As dicas a seguir poderão ajudar:</p>
<p>Mostre-lhes que eles estão seguros e assegure-lhes que vão sobreviver.<br />
Ouça ativamente, dando retorno tanto para o conteúdo como para os sentimentos que eles expressarem.<br />
Deixe-os desabafar e expressar seus sentimentos.<br />
Não contra-ataque. Responder amavelmente faz com que a situação melhore.<br />
A melhor estratégia, no entanto, é ser proativo e criar um ambiente seguro, que não estimule o cérebro reptiliano.</p>
<p>Não maldiga aqueles répteis sem cérebro que você chama de patrões, clientes e colegas de trabalho. Eles estão usando seus cérebros&#8230; a parte errada de seus cérebros. Ajude a erradicar a irracionalidade do local de trabalho, criando as condições nas quais os seus colegas de trabalho possam sentir-se confortáveis, usando a parte superior de seus cérebros.</p>
<p>Terry Bragg, fundador do Peacemaker Training em Salt Lake City, Utah, é autor de 31 Days to High Self-Esteem (31 Dias para aumentar a auto-estima, ainda não disponível em português). Como conferencista internacional e consultor empresarial, ele trabalha com organizações que buscam um melhor entrosamento entre seu pessoal, e com indivíduos que querem melhorar suas habilidades pessoais. Para informações sobre suas palestras, livros, seminários e outros programas, favor contatar: Peacemakers Training www.terrybragg.com<br />
5485 South Chaparral Drive<br />
Murray, Utah 84123 tel. 801-288-9303 e-mail: tbragg@aros.net<br />
Publicado na Anchor Point, Setembro, 2000.</p>
<p>Publicado no Golfinho nº 71 DEZ/2000<br />
Trad. Hélia Cadore</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/como-lidar-com-clientes-patroes-e-colegas-que-agem-como-repteis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Transforme seu Cérebro em uma Máquina de Prazer</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/transforme-seu-cerebro-em-uma-maquina-de-prazer/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/transforme-seu-cerebro-em-uma-maquina-de-prazer/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 23:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicólogos]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento em pnl]]></category>
<category>cérebro</category><category>depressão</category><category>psicologia</category><category>psicólogos</category><category>treinamento em pnl</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=469</guid>
		<description><![CDATA[por Al Konigsfeld
Lembro de ter lido alguns anos atrás um artigo sobre psicologia no qual os psicólogos prescreviam para os seus pacientes com depressão que eles deveriam passar vinte minutos por dia olhando para cima e sorrindo. Eu achei o artigo fascinante. Naturalmente, desde o meu treinamento em PNL, eu entendi a estrutura que estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Al Konigsfeld</p>
<p>Lembro de ter lido alguns anos atrás um artigo sobre psicologia no qual os psicólogos prescreviam para os seus pacientes com depressão que eles deveriam passar vinte minutos por dia olhando para cima e sorrindo. Eu achei o artigo fascinante. Naturalmente, desde o meu treinamento em <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>, eu entendi a estrutura que estava por trás desta mudança. Pela mudança da sua fisiologia e de seus acessos oculares, o modo habitual de como os clientes pensam e sentem são interrompidos, e eles se sentiam e se comportavam de modo diferente. Mas, hoje, eu venho pensando mais sobre a parte &#8220;habitual&#8221;. Como alguém se sente &#8220;habitualmente&#8221; de um modo particular ? Se estes pacientes podem se sentir habitualmente deprimidos, por que não é possível se sentirem habitualmente maravilhosos ? Eu comecei a pensar sobre como eu podia usar as habilidades que tenho para construir este hábito. A resposta óbvia é a mesma. Posicione seu corpo como se você se sentisse maravilhoso, acesse memórias maravilhosas e você se sentirá maravilhoso na maior parte do tempo. Mas como fazer disto um hábito? Neste artigo, eu gostaria de oferecer algumas estratégias para usar os caminhos naturais em que os pensamentos são acessados para que se sentir bem seja um hábito.</p>
<p>ASSOCIAÇÃO LÓGICA</p>
<p>Para entender o pensamento habitual, nós necessitamos conhecer um pouco sobre como os pensamentos estão conectados na nossa mente. Um método é o da associação lógica. Você vê o seu carro na rua e lembra de que você precisa colocar gasolina. Você visualiza o posto de gasolina, lembra da rua em que ele está, e pensa na lavanderia que existe nesta rua, o que o faz recordar que o seu terno cinza precisa ser lavado. Pensando no terno, isto o leva de volta ao último seminário que você deu com esta roupa, o que traz a sua memória a linda morena sentada na segunda fila. E por aí vai. A viagem desde o carro até a morena e mais além, foi enrolada, mas faz sentido quando você pensa sobre ela seqüencialmente. Cada pensamento está ligado ao outro por um elemento comum que eles partilham; algo como pegar um acesso para ir de uma estrada para outra. Se você notar que está usando a mesma estrada mental de novo e de novo, faça uso deste fato. Ancore um estado de sentimento positivo para qualquer associação utilizada freqüentemente, e você terá um caminho automático para ter sentimentos mais prazeirosos (como aquele que você teve pensando sobre a morena) aparecendo habitualmente na sua consciência. Se olhando para o meu carro sempre me lembro da última conta da oficina, a qual me lembra que o meu pagamento está atrasado, o qual me recorda dos meus problemas financeiros; o que eu gostaria era relembrar algumas das ótimas viagens que eu fiz naquele carro quando eu olho para ele. Reforçando a conexão entre o olhar o carro e relembrar das minhas viagens irá me ajudar a me sentir melhor mais seguido.</p>
<p>PESQUISA TRANSDERIVACIONAL</p>
<p>Outro caminho no qual os pensamentos estão conectados é pelo tônus da sensação (FEELING TONE). Ao invés de alguns elementos comuns do mesmo pensamento, estas memórias partilham do mesmo sentido de sensação(FELT SENSE). Tad James refere-se ao tônus da sensação (FEELING TONE) como o fio que mantém as pérolas juntas num colar. As pérolas não tem associação lógica ou indispensável, mas o fio une objetos que não possuem relação entre si para formar uma jóia completa. Meu amigo Jim Munoa, vai mais adiante, ao afirmar que nós fomos culturalmente ensinados a manter ligados os maus pensamentos (&#8221;Vai para o teu quarto e pensa sobre o que você fez de errado.&#8221; &#8220;Eu quero que você fique de pé no canto até que você possa me dizer o que você fez para levar este castigo.&#8221; &#8220;Eu não acabei de falar que não era para mexer nisto? Quantas vezes eu vou ter que repetir isto?&#8221;), enquanto que nós não fomos ensinados a manter juntos os bons pensamentos (&#8221;Não seja vaidoso.&#8221; &#8220;Não é educado gabar-se.&#8221; &#8220;O que você fez por mim ultimamente?&#8221;). Parece que nós devemos aprender com os nossos erros e ignorar (ou ao menos reduzir) nossas vitórias. Um método que Jim ensina para contrariar este hábito cultural é usar a Pesquisa Transderivacional ou Guiada, ensinada em muitos cursos de practitioner. Peça ao seu parceiro para selecionar um bom sentimento. Pergunte a ele quando foi a última vez que ele se sentiu desta forma. Quando você enxergar que ele atingiu a plenitude do sentimento, ancore-o cinestesicamente. Então peça ao inconsciente dele que use este sentimento ancorado como um guia, e relembre uma outra vez em que ele se sentiu deste modo. Então outra vez. E depois mais uma outra vez. Quando ele conseguir outra recordação, peça ao inconsciente dele que &#8220;mantenha juntas todas estas recordações&#8221;. Como elas já estão ligadas pelo tônus da sensação (FEELING TONE), ao se recordar de qualquer memória desta cadeia irá trazer junto todas as outras recordações, criando uma cadeia de boas associações. Você consegue diversos sentimentos prazeirosos pelo preço de um !</p>
<p>ALINHAMENTO DOS NÍVEIS LÓGICOS</p>
<p>Outro modo pelo qual os pensamentos se tornam freqüentes é através de sua profundidade ou intensidade. A maneira pela qual eu entendo isto, é que quanto mais profunda ou intensa é uma memória, mais a nossa neurologia é envolvida (mais níveis lógicos no qual o evento está guardado). Por essa razão, quando nos encontramos numa situação que dispara algumas das capacidades encontradas em uma recordação intensa, pode automaticamente reacessar a crença e identidade da estrutura associada com essas capacidades. De certo modo, por notar o que está acontecendo em cada nível lógico, a consciência por si se torna o fio que une todas aquelas pérolas em um novo e diferente colar. Qualquer terapeuta que vê regularmente seus clientes, logo descobre que a maioria deles tem a sua história favorita. Usualmente é a intensidade dos sentimentos experimentados naquela época (a quantidade de neurologia envolvida) que mantém esta história particular próximo à superfície da sua consciência. A PNL tem muitas técnicas para curar esses ferimentos antigos, e isto reduz o número dos habituais sentimentos ruins, mas isto raramente aumenta a quantidade do tempo que os clientes gastam pensando nas coisas prazeirosas. Entretanto, se a profundidade do sentimento nos faz pensar em um determinado trauma muito seguido, por que não podemos aumentar a intensidade ou a profundidade de sentimentos prazeirosos que também aumentariam a chance de momentaneamente nos lembrarmos e reacessarmos estes sentimentos? E, mesmo que não, não poderia ao menos garantir que esta recordação seria mais prazeirosa quando acontecer de pensarmos nela? Um dos meus métodos favoritos para aprofundar um sentimento é usar um alinhamento do nível lógico modificado. Digamos que o cliente tenha pego um sentimento em particular que ele queira intensificar. Peça a ele para recordar uma das vezes em que ele se sentiu daquela maneira. Peça a ele para descrever aonde ele estava e o que ele estava fazendo quando ele se sentiu daquele modo, e ancore esta informação no espaço em volta dele. Peça a ele para dar um passo para trás, e notar que outras habilidades ele estava apto a usar naquela hora. Ancore isto no espaço em que ele está, e peça para que ele novamente dê um passo para trás. Pergunte a ele quem ele era que permitiu que ele acessasse estes sentimentos. Ancore no espaço no qual ele está de pé e peça para que ele dê, pela uma última vez, um passo para trás. Pergunte a ele sobre a conexão na alma que permitiu a ele ser quem ele era naquela situação. Quando ele tiver a percepção desta conexão, total e completamente, mande ele dar um passo à frente e assumir a percepção da conexão espiritual de volta no espaço onde &#8220;quem ele era naquela situação&#8221; está ancorada e pergunte a ele como, tendo assumido aquela conexão espiritual, isto enriquece e engrandece quem ele é. De novo um passo à frente, assumindo aquela conexão espiritual e aquele sentimento próprio que o enriqueceu dentro do espaço onde &#8220;o que ele acreditava que deu a ele estas capacidades&#8221; está ancorado e pergunte a ele como tendo aquela conexão espiritual e aquele sentido próprio enriquecido, reforça as crenças que engrandece aquele estado e permite a mudança e a evolução de outras crenças para mais adiante enriquecer aquele estado. Então com mais um passo a frente e assumindo aquela conexão espiritual, aquele sentimento próprio enriquecido, e aquelas fortalecidas e poderosas crenças para o espaço onde &#8220;o que ele era capaz naquela hora&#8221; está ancorado, e pergunte a ele como a sua capacidade expandiu e evolui por ter todos estes recursos presentes. Faça ele assumir àquela conexão espiritual, aquele sentimento próprio enriquecido, aquelas crenças poderosas fortalecidas e aquelas novas capacidades, e dê um passo a frente para o espaço no qual &#8220;aonde ele estava e o que ele estava fazendo naquela hora&#8221; está ancorado, e peça a ele como tendo todos estes novos recursos que engrandecem e enriquecem a memória do que ele fez. O resultado será a memória daquela hora quando ele se sentiu bem a qual envolve mais da sua neurologia, e portanto isto virá para a consciência mais seguido, ou pelo menos ele sentirá uma maior intensidade quando isto acontecer.</p>
<p>MODELO DE META-ESTADOS</p>
<p>Existe alguns modelos teóricos disponíveis para juntar boas sensações não relacionadas, de tal modo que um está em contato com o outro (adicionando uma jóia ou talismã ao nosso colar). Um deles, chamado de Modelo de Meta-Estados, foi criado por L. Michael Hall. Michael, seguindo uma orientação de Bateson, notou que nós somos criaturas capazes de muitos níveis de abstração. Nós podemos, por exemplo, nos sentirmos bem (ou mal) nos sentindo bem. O Alinhamento nos Níveis Lógicos de Dilts ou a Transformação Essencial de Connirac Andreas são dois processos de PNL que usam algum estado de alto nível (a conexão espiritual no Alinhamento dos Níveis Lógicos e o estado essencial na transformação essencial) para transformar ou enriquecer os estados de nível mais baixo. Um modo simples de usar este modelo para aumentar o prazer na nossa vida é começar a cultivar sentimentos prazeirosos sobre se sentir bem. A próxima vez que você se sentir bem, acesse um sentimento de gratidão sobre se sentir bem. Acesse então um sentimento de gratitude sobre o sentimento de agradecimento. Com a repetição, agradecendo e se sentindo grato irá se tornar associado com sentir-se bem, e você vai triplicar o seu prazer.</p>
<p>VOCABULÁRIO TRANSFORMACIONAL</p>
<p>Tony Robbins notou que nós tendemos a usar somente um número limitado de palavras do vocabulário para descrever as nossas vidas. Ele realizou experiências usando palavras que não faziam parte do seu típico vocabulário para substituir palavras que faziam, e descobriu que os seus sentimentos sobre eventos que ele estava descrevendo mudavam. Ele sugere usar palavras que signifiquem níveis excepcionais de sentimentos para bons acontecimentos na nossa vida e palavras que signifiquem níveis de sentimentos mais baixos para os acontecimentos ruins de nossas vidas. Por exemplo, se alguém o deixa brabo, note que você pode usar a palavra &#8220;desgostoso&#8221; ao invés de &#8220;brabo&#8221;, e como isto afeta o seu estado. Ou, melhor ainda, quando alguém pergunta como você está, diga &#8220;maravilhoso&#8221; ou &#8220;excepcional&#8221; no lugar de &#8220;bem&#8221;, e note como aumentam os seus bons sentimentos. Verifique as palavras que você usa habitualmente para descrever seus prazeres e mude-as para reforçá-las. Compre um dicionário de analógos e encontre muitas outras maneiras que existem para você se sentir exultante.</p>
<p>GRADUAÇÃO ANALÓGICA</p>
<p>Num artigo anterior publicado na Anchor Point (&#8221;In, Out, and In-Between&#8221;, March 1997) eu mencionei o modo como Stephen Nicholas usa o processo de graduação analógica como um método de conectar dois estados ancorados sem colapsar as âncoras. Isto pode ser um processo maravilhoso para associar bons sentimentos não relacionados juntos numa rede de boas associações. Gradue analógicamente a escala entre alegria e contentamento. Adicione êxtase e faça um triângulo. Adicione felicidade e faça um quadrado (lembre da graduação em escala ao longo da diagonal), e assim por diante. As possibilidades são infinitas.</p>
<p>ENSINANDO SEU CÉREBRO A ESCOLHER O PRAZER</p>
<p>Em treinamento de practitioners, nos ensinaram uma única âncora. Comportamentalistas nos dizem que usando um gatilho que é muito comum irá nos levar à extinção da resposta (tradução &#8211; irá parar de funcionar). Mas eu achei um uso para este fenômeno. Construa um Círculo de Excelência usando algum bom sentimento (eu chamarei isso de prazer X). Compasse isto no futuro com um evento bem comum (por exemplo ligar a luz do seu quarto). Você sentirá o prazer X algumas vezes, mas em seguida a âncora irá diminuir, tendendo a zero. Construa um Círculo de Excelência diferente (desta vez para o prazer Y), e de novo, compasse para o mesmo evento (a tomada da luz). Faça isso seqüencialmente com um número de sentimentos prazeirosos. Depois de um certo tempo, aquela tomada de luz terá uma história emocional. Certas vezes você liga a luz e não vai sentir nada, algumas vezes sentirá prazer X, algumas vezes Y, e algumas vezes prazer Z. Algumas vezes os sentimentos serão intensos, outras vezes não. Logo o seu cérebro começa a antecipar o bom sentimento (comportamentalistas chamam isto de reforço randômico). Faça isto com um diferente número de estados de prazer e um diferente número de gatilhos, e seu cérebro irá começar a se surpreender, &#8220;Será esta a ação que me traz prazer ?&#8221; (Nota: comportamentalistas nos alertam que qualquer ação reforçada randomicamente, tenderá a ser repetida mais seguido, portanto não use comida ou ligar a TV como gatilho a não ser que você queira comer mais ou ver mais TV).</p>
<p>CONSTRUA UM HÁBITO ALEGRE</p>
<p>Como faziam aqueles médicos de antigamente, deixe-me escrever-lhe uma prescrição. Tire um tempo, construa algumas conexões prazeirosas e lógicas, mantenha juntos os estados prazeirosos à partir de uma pesquisa guiada, aprofunde alguns bons sentimentos com o alinhamento dos níveis lógicos intensifique seu prazer transformando seu vocabulário, adicione algum meta-modelo prazeiroso, amarre todos juntos com a graduação analógica, e dê a fornada toda para o cérebro que procura por prazer. Naturalmente, você pode se deparar com algum trabalho corretivo que precisa ser realizado. Alguma parte de você ainda pode não sentir que você merece todo este prazer, ou você pode ter crenças limitantes sobre prazer. Mude estes limites e encarregue esta parte de dar-lhe todo o prazer que você pode suportar. E, depois, sinta-se orgulhoso de você mesmo, sinta-se grato aos seus professores, sinta-se agradecido por estar vivo, e deixe a cura ser apenas o primeiro passo para o prazer.</p>
<p>Al Konigsfeld é Master Practitioner de PNL, com prática em Southern California.<br />
Seu endereço de e-mail é na Compuserve 75700,3337<br />
Publicado na Anchor Point de September/97<br />
Publicado no Golfinho nº 37 Dez/1997<br />
Tradução: J. Figueras<br />
Revisão: Maria Helena Lorentz</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/transforme-seu-cerebro-em-uma-maquina-de-prazer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aplicações da PNL</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/aplicacoes-da-pnl/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/aplicacoes-da-pnl/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 23:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações da pnl]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
<category>aplicações da pnl</category><category>cérebro</category><category>dormir</category><category>sono</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=465</guid>
		<description><![CDATA[A Caixa de Pílulas da PNL. Você está aproveitando bem?
por Jean-Marc
A PNL é útil e, muitas vezes, o melhor uso que podemos fazer dela está nas coisas simples como, por exemplo, dormir bem.
Em meu trabalho, como instrutor e consultor internacional, nem sempre consigo dormir o suficiente. Você já passou por isso? Quando você chega na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa de Pílulas da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>. Você está aproveitando bem?</p>
<p>por Jean-Marc</p>
<p>A PNL é útil e, muitas vezes, o melhor uso que podemos fazer dela está nas coisas simples como, por exemplo, dormir bem.</p>
<p>Em meu trabalho, como instrutor e consultor internacional, nem sempre consigo dormir o suficiente. Você já passou por isso? Quando você chega na cidade à meia-noite, num ambiente que não lhe é familiar, e precisa acordar às 6 da manhã, no dia seguinte? Ou, talvez, em casa mesmo, seu horário ocupado lhe deixa muito pouco tempo para dormir?</p>
<p>Bem, você pode tomar algumas pílulas. Ou, quem sabe, brincar um pouco com o seu cérebro. Ah, e conseguir dormir o suficiente quando pode. Simplesmente, siga o modelo – você vai gostar! E é fácil. Como dormir.</p>
<p>Quando você já estiver na cama:</p>
<p>Programe a quantidade de sono que você precisa. Você pode fazer isso de muitas maneiras. Aqui vai uma:</p>
<p>Pergunte a si mesmo de quanto de sono você precisa – e ouça a resposta do seu corpo. Digamos, 10 horas.</p>
<p>Mentalmente, veja uma linha que se estende da esquerda para a direita. No final da linha, aparece a hora em que você deve acordar, ex.: 6h. da manhã.</p>
<p>Acerte o começo da linha na hora em que você precisa dormir. Neste exemplo, à 8h. da noite.</p>
<p>Mas não comece a dormir, ainda.</p>
<p>Decida como você quer se sentir quando acordar.</p>
<p>Como você gostaria de sentir-se ao acordar? Provavelmente descansado, alerta, energizado – bem. Lembre-se de uma vez em que se sentiu assim, e associe-se a essa sensação. Sentiu? Ótimo.</p>
<p>Agora, diga ao seu inconsciente que é assim que você quer sentir-se ao acordar.</p>
<p>E, antes de acordar, você precisa dormir. Mas ainda não comece a dormir.</p>
<p>Programe seu despertar.</p>
<p>Por que usar um despertador, se você pode escolher a maneira como quer acordar – muito melhor! Portanto, imagine um relógio – sim, aquele – e acerte a hora de despertar nesse relógio imaginário. Digamos, 6h. da manhã. Agora, guarde o relógio em sua mente.</p>
<p>Durma.</p>
<p>Veja novamente a linha do tempo em sua frente, indo da esquerda para a direita.</p>
<p>Veja um ponto, nessa linha, marcando a hora atual, ex.: 11h da noite.</p>
<p>Com os olhos da mente, entre na linha, naquele ponto. Ela se estende da esquerda para a direita. Agora, você já está dormindo por algumas horas, na verdade desde as 8h. da noite. Isto é um sonho.</p>
<p>E, à medida que você sonha, pergunte a si mesmo, detalhadamente: quais são as submodalidades de estar dormindo? Veja-as. O que, exatamente, você vê, quando está dormindo, como agora? E estando dormindo, o quê exatamente você pode ouvir? E como se sente dormindo? Exatamente.</p>
<p>É isso aí. Tenha um bom sono.</p>
<p>Muitos de nós temos nossas próprias pílulas de PNL – pequenos truques que aprendemos, para tornar nossas vidas mais fáceis ou para nos impulsionar. Nada moderno, nada grandioso, simplesmente útil. E não seria interessante partilharmos algumas?</p>
<p>Aproveite! Jean-Marc</p>
<p>Jean-Marc é o diretor da Wholelife, Ltd., uma companhia situada na Inglaterra, especializada em criar espaço específico para a mudança.<br />
Pode ser contatado em: jean-marc@wholelife.co.uk</p>
<p>.<br />
Publicado na Anchor Point, Janeiro, 2001 p. 40<br />
Trad. Hélia Cadore- e-mail: lcadore@uol.com.br</p>
<p>Publicado no Golfinho Nº75 de ABR/2001</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/aplicacoes-da-pnl/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>LABORATÓRIO DE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/laboratorio-de-programacao-neurolinguistica/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/laboratorio-de-programacao-neurolinguistica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 21:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[bandler]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[john grinder]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
<category>bandler</category><category>cérebro</category><category>john grinder</category><category>pnl</category><category>programação neurolinguistica</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=404</guid>
		<description><![CDATA[Por Luiz Aguilar
A PNL, Programação Neurolinguística foi criada por Grinder e Bandler, por volta de 1970, nos Estados Unidos da América e, desde logo, suscitou, como aliás ocorre com qualquer descoberta científica, o maior entusiasmo e a maior inquietação.
A P.N.L. constitui um conjunto de modelos que têm como objectivo a mobilização do maior número de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Luiz Aguilar</p>
<p>A <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>, Programação Neurolinguística foi criada por Grinder e Bandler, por volta de 1970, nos Estados Unidos da América e, desde logo, suscitou, como aliás ocorre com qualquer descoberta científica, o maior entusiasmo e a maior inquietação.<br />
A P.N.L. constitui um conjunto de modelos que têm como objectivo a mobilização do maior número de recursos do cérebro humano, centrando-se naquilo que de mais íntimo e de mais complexo existe no ser humano: o seu próprio pensamento.</p>
<p>Com efeito, teme-se que esta nova abordagem da Relação de Ajuda, da Comunicação e do Aconselhamento Psicológico possa tornar-se numa poderosa arma de manipulação. Um receio que afinal se pode alargar a todos os outros domínios da Ciência Psicológica e das Ciências da Comunicação. Os princípios definidos pela P.N.L. podem, como nas ciências exactas, constituir um modelo de funcionamento preciso e reprodutível, no que diz respeito às relações humanas e à comunicação. A Programação Neurolinguística tem sido objecto de aplicações diversas, nomeadamente, na formação de quadros nas empresas, na prática psicoterapêutica, na formação de formadores, nas escolas, etc.</p>
<p>Ao estarmos conscientes da complexidade do ser humano que pretendemos educar e ajudar a desenvolver-se física, espiritual, corporal e intelectualmente, estamos naturalmente interessados em compreender os seus modelos de pensamento e de acção. É neste sentido que a P.N.L. constitui um instrumento poderoso para o entendimento da diferença que representa cada indivíduo. Motivá-lo para a realização dos seus projectos e para o desenvolvimento dos seus potenciais criadores é o principal objectivo da PNL. Estamos convictos que a ninguém aproveita desconhecer os seus hábitos inconscientes reproduzidos mecanicamente no quotidiano como a ninguém aproveita ignorar as formas diversificadas como aqueles que nos rodeiam pensam e agem. Cada um de nós utiliza um modelo de pensamento e de acção individual e original que importa descobrir e reprogramar. Cada programação que o indivíduo traça para si mesmo é com efeito modificável, reproduzível e transmissível .</p>
<p>A. P.N.L., interessa-se por, mais do que determinar o porquê dos acontecimentos e das situações que o indivíduo cria, explicar o como eles se produziram e em que contextos foram possíveis. Que operações do pensamento são desenvolvidas quando escolhemos ou decidimos, quando concebemos uma ideia ou quando criamos um projecto? O que temos necessidade de fazer para nos motivarmos e envolvermo-nos? E o que se passa quando desejamos conservar na memória determinado saber? Perante estas e outras questões que o indivíduo coloca a si mesmo, não lhe interessará tanto o conteúdo do pensamento ou as causas e as razões dos acontecimentos e ocorrências da sua vida, mas de saber como tal foi possível. É neste sentido que a P.N.L. se constitui como alternativa ao determinismo psicanalítico e, embora considerada como abordagem comportamentalista, considera-se alternativa ao behaviorismo, explorando unicamente os modos e processos do pensamento e do funcionamento mental de cada indivíduo.</p>
<p>A Programação Neuro-Linguística estuda de forma sistemática a maneira como o indivíduo edifica a sua representação pessoal do mundo através das suas percepções sensoriais e neurológicas e a partir de um instrumento de comunicação e de pensamento: a linguagem. Através de grelhas de análise da linguagem e de conceitos específicos, analisa a programação que incessantemente cada indivíduo faz sobre si mesmo e a construção do pensamento em torno do sentimento de identidade. A P.N.L. parte pois do princípio seguinte: é de toda a utilidade compreender o modelo de pensamento e de acção dos outros para uma melhor comunicação com eles. Em última análise a P.N.L. visa a descodificação da linguagem através de um modelo de metacomunicação para que cada um possa aprender a passar de um estado presente insatisfatório a um estado desejado. O que só se consegue modificando os comportamentos ineficazes ou negativos, pelo estabelecimento de rituais que exorcizem os queixumes e lembranças de insucessos passados.</p>
<p>A P.N.L., pretende libertar o indivíduo das suas crenças limitativas e, num mesmo movimento, encaminhá-lo para a acção (e para o olhar para a sua acção), para que se torne consciente daquilo que impulsiona ou impede as suas tomadas de decisão.</p>
<p>A compreensão dos processos internos de percepção sensorial pela observação dos movimentos oculares, é uma das maiores descobertas da Programação Neuro-Linguística.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/laboratorio-de-programacao-neurolinguistica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A dinâmica neocortical da persuasão e da influência</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-dinamica-neocortical-da-persuasao-e-da-influencia/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/a-dinamica-neocortical-da-persuasao-e-da-influencia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 21:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[influencia]]></category>
		<category><![CDATA[neuronios]]></category>
		<category><![CDATA[persuasão]]></category>
<category>cérebro</category><category>influência</category><category>neurônios</category><category>persuasão</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=384</guid>
		<description><![CDATA[
Parte 1
Mark E. Furman
O cérebro humano é a organização da matéria mais complexa conhecida no universo. Contendo cerca de 100 bilhões de neurônios abundantemente interconectados com outros 1.000 a 100.000 neurônios, o cérebro forma um infinitamente complexo sistema dinâmico não linear. O número potencial de estados emergentes e de comportamentos é virtualmente ilimitado e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_384'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 1</b></span></p>
<p>Mark E. Furman</p>
<p>O cérebro humano é a organização da matéria mais complexa conhecida no universo. Contendo cerca de 100 bilhões de neurônios abundantemente interconectados com outros 1.000 a 100.000 neurônios, o cérebro forma um infinitamente complexo sistema dinâmico não linear. O número potencial de estados emergentes e de comportamentos é virtualmente ilimitado e o vasto sistema neuronal do cérebro com suas atividades neurofisiológicas nunca reside exatamente duas vezes no mesmo estado (Kelso, 1995).</p>
<p>Então por que nós abordamos a influência desse sistema dinâmico no treinamento de um vendedor com um arsenal de &#8220;técnicas&#8221; e &#8220;linhas&#8221; estáticas? Com esse estilo clássico de treinamento de persuasão, nós deixamos ao acaso muitos dos resultados, abandonando o pessoal de vendas, os negociadores e os gerentes a um destino inevitável com chances nem um pouco melhores do que as de um cassino.</p>
<p>Nos meus 15 anos treinando profissionais na ciência da persuasão e influência, eu nunca vi um programa que foi construído sobre as fundações do que nós aprendemos nos últimos 100 anos de pesquisa neurocientífica. Porque os dois campos mais vitais e interdependentes nunca trocaram informações? É uma das intenções da NSR Techonologies™ começar a fechar essa brecha.</p>
<p>A persuasão e a influência são tanto uma ciência como uma forma de arte. Treinamento com sucesso e implementação dessas habilidades requerem uma compreensão básica dos princípios que dirigem a função do cérebro e uma extraordinária compreensão da forma de arte chamada de &#8220;aplicação&#8221;. O profícuo campo de investigação para a integração da persuasão e a dinâmica neocortical estende-se da neurobiologia até a hipnose.</p>
<p>O escopo desse artigo não permite um tratamento exaustivo da substância desse assunto. Entretanto, a intenção é informá-lo do fato de que muitas pesquisas e desenvolvimentos têm sido feito e está disponível em muitas formas, desde livros até seminários de treinamento de profissionais.</p>
<p>O cérebro como um sistema dinâmico não linear</p>
<p>Imagine a visão aérea de um labirinto em tamanho natural. O seu objetivo é entrar de um lado e depois de muitas tortuosas tentativas e erros, emergir com sucesso pelo outro lado. O labirinto é um quadrado com paredes de 3 metros de altura e dentro as paredes formam intricadas curvas &#8211; praticamente um caminho conduzindo para lugar nenhum.</p>
<p>Se isso fosse um labirinto linear, você poderia entrar esperando encontrar sempre a entrada no mesmo lugar. Uma vez lá dentro, você poderia dobrar para a direita e se isso o conduzisse a um beco sem saída, você poderia voltar e tentar a esquerda deixando o labirinto inalterado. Você poderia eventualmente, através de muita tentativas e erros, sair com sucesso esperando encontrar sempre aquela entrada no mesmo lugar. Não seria agradável se o cérebro que você está influenciando fosse um sistema linear. Ele não é!</p>
<p>Agora imagine uma vista aérea de um labirinto &#8220;similar&#8221;. Quando você dá uma olhada de mais perto do chão, você observa que a entrada não está onde você esperava que estivesse. E, de fato, cada vez que você pretende iniciar a caminhada no labirinto, a entrada por onde começar nunca está no mesmo lugar. Você circula em volta procurando por onde entrar. Quando você finalmente entra, pode escolher entre ir em frente, para a direita ou para esquerda. Você vira para a direita e quando você perceber que chegou num beco sem saída, você volta para o primeiro ponto de decisão para descobrir que não existe mais um caminho à esquerda. Ao contrário, você descobre que são 3 novos caminhos.</p>
<p>Você de repente percebe que a cada passo que dá, isso faz com que as paredes do labirinto se re-arranjem e se auto organizem num novo labirinto. É impossível você tomar qualquer decisão sem alterar irreversivelmente o labirinto. Você de repente percebe que não existe nenhuma maneira de começar de novo a partir do mesmo lugar. Não existe nenhuma maneira em que você possa memorizar a paisagem ou a topologia desse labirinto. A sua única esperança para sair é refinar os princípios pelos quais cada uma das suas ações ocasiona a auto-organização do labirinto. Você acabou de entrar no mundo não linear do cérebro humano.</p>
<p>Destruindo os mitos</p>
<p>Tendo em mente o que já foi examinado, torna-se evidente para você que muito do que nós ensinamos a um vendedor é idiossincrático, ao qual nós atribuímos os nossos próprios sucessos e fracassos. Ao invés de um conjunto de princípios, nós tendemos a ensinar conjuntos estáticos de comportamento que acreditamos foram a razão dos nossos sucessos passados.</p>
<p>Ao vendedor novato é ensinado a estender com firmeza a sua mão, ter um vigoroso aperto de mãos, fazer contato ocular e dizer com clareza o seu nome e o da sua empresa. Na aparência qualquer uma destas inocentes ações pode terminar num fracasso brutal e na perda do rapport devido a um timing impróprio. E se o cliente acabou de fazer uma cirurgia na mão?</p>
<p>O que aconteceria se o cliente estivesse visualizando um antigo vendedor do qual ele desconfia enquanto você está tentando manter o contato ocular? O que aconteceria se você dissesse claramente o seu nome e o da empresa enquanto o seu cliente está experimentando um estado de impaciência, confusão ou frustração? Que resultado você esperaria se você apresentasse o seu produto ou serviço enquanto o seu cliente estivesse se sentindo descrente?</p>
<p>Essas situações não são incomuns. De fato, muitas vendas são perdidas antes mesmo que o vendedor se dê conta disso. Entender alguns dos princípios do processamento da informação no cérebro pode fazer o trabalho de influenciar a mente humana relativamente um pouco mais fácil.</p>
<p>Princípios da função do cérebro e do processamento da informação</p>
<p>O cérebro humano é um sistema de informações altamente complexo. Em toda a sua complexidade, a função cuja finalidade é a persuasão e influência pode ser dividida em alguns princípios simples.</p>
<p>Ativação do cérebro e processamento da informação</p>
<p>Durante o curso de um dia médio, o cérebro humano se desloca por muitos níveis de ativação. Esses níveis de ativação são auxiliados pela freqüência da atividade eletrofisiológica produzida em qualquer momento pelo seu circuito neural (Hobson 1994).</p>
<p>O nível de ativação do cérebro determina a velocidade do processamento da informação, precisão, motivação e direção da atenção (interna/externa). Se você quer ser capaz de controlar como a informação é processada pelo cérebro, você deve primeiro ser capaz de igualar a velocidade de entrada da informação para o presente nível de atividade do cérebro e depois, finalmente, arrastar o sistema nervoso para operar ao nível de ativação necessária para acondicionar otimamente a informação pretendida (coordenar os estados internos com os objetos e eventos externos apropriados). Em neurofísica esse processo é mencionado como a fase bloqueada (Explorações Mente e Cérebro &#8211; parte 1). </p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_384'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 2</b></span></p>
<p>Identificando os ritmos do cérebro</p>
<p>Os ritmos do comportamento humano refletem os ritmos intrínsecos do cérebro em si. Como Practitioners de PNL, nós fomos ensinados a construir rapport pelo acompanhamento e condução, combinação e espelhamento, mas raramente fomos ensinados qual que devemos usar e para quais finalidades. Muitas vezes o elemento mais essencial do acompanhamento é omitido.</p>
<p>&#8220;Fase bloqueada&#8221; ou algumas vezes conhecida como &#8220;freqüência bloqueada&#8221; é o elemento mais essencial. Esse é o processo de acompanhar o exato &#8220;ritmo&#8221; do sistema nervoso a fim de que a sua informação possa ser processada otimamente pelo cérebro neste momento.</p>
<p>Em outras palavras, a coisa mais proveitosa para compassar é qualquer coisa que lhe dê uma indicação da freqüência (velocidade ou ritmo) na qual o sistema nervoso está operando.</p>
<p>Isso inclui a freqüência do piscar do olho, freqüência do movimento do olho (impulsos oculares motores), freqüência da respiração, freqüência da fala, extensão da frase, duração da pausa, freqüência do movimento dos membros, freqüência da mudança corporal, velocidade e freqüência dos gestos.</p>
<p>Se você estiver combinando esses ritmos e compassando a relação da sua fala com a respiração dele, você pode ficar seguro de que você tem condições ótimas para o processamento da sua mensagem. Se você não estiver combinando essas relações, isso pode causar confusão, desconforto e induzir a desconfiança intuitiva pois a interação dos sistemas nervosos está fora de sincronia.</p>
<p>Entretanto, esse tipo de compassamento não necessariamente significa que você está em rapport. Você pode estar em perfeito ritmo e ainda violar as crenças ou os valores do cliente com pouca ou nenhuma chance de conseguir sair do labirinto.</p>
<p>Influenciando a química do cérebro</p>
<p>A informação que entra no sistema mente/cérebro é de pouco valor sem conduzir primeiro a atividade neural. O processo de condução prepara o sistema de processamento da informação do cérebro para a aceitação da nova informação pelo afrouxamento das prévias conexões neuronais e tornando o sistema cerebral mais fluente e flexível. Os neuro moduladores na base do cérebro estão numa constante interação dinâmica.</p>
<p>Quando um nível de atividade do circuito cerebral está elevado, a base do cérebro libera uma grande quantidade de norepinefrina (NE) no neocórtex (Hobson 1994). Isso causa um excessivo fortalecimento das sinapses, as quais podem causar interferência entre os padrões anteriormente armazenados bem como com os novos padrões sensoriais que entram (Hasselmo e Barkai, outubro 1995).</p>
<p>Isso pode resultar num padrão comportamental correspondente de inflexibilidade a novas idéias. O efeito do excessivo fortalecimento das sinapses pode ser evitado pela introdução da &#8220;atividade dependente da depressão&#8221; da força sináptica. A redução na força das conexões sinápticas e uma maior fluência ocorrem pela presença da acetilcolina (AC). A condução deliberada dos ritmos neurais intrínsecos pelo efetivo uso da fase- bloqueada se torna uma ferramenta essencial para a persuasão e influência ao conduzir o sistema cerebral para um estado fluente e frouxamente unido.</p>
<p>Logo que ocorre a fase bloqueada dos ritmos, um vendedor pode começar a compassar o cérebro do cliente para um nível de atividade mais baixo, reduzindo gradualmente a sua própria freqüência de comportamento (respiração, freqüência da fala, gestos, etc.).</p>
<p>Isso por sua vez faz com que a base do cérebro produza um nível maior de AC a ser liberada no neocórtex, deste modo reduzindo a força das conexões sinápticas e possibilitando uma aceitação mais fluente dos novos padrões sensoriais (suas sugestões). Esse estado cerebral ideal também demonstrou que pode otimizar a indução da potencialidade de longo prazo (LTP) na região do hipocampo do cérebro, resultando num armazenamento de longo prazo e no reconhecimento dos padrões sensoriais que recentemente foram introduzidos (sugestões pós-hipnóticas).</p>
<p>Acredita-se que a otimização colinérgica na modificação sináptica vá desempenhar um papel importante no armazenamento permanente da informação nas estruturas corticais.<br />
Evidência comportamental importante pode ser encontrada ao se estudar a dinâmica neocortical da hipnose e do transe. Constata-se que pessoas em transe têm uma maior recordação e susceptibilidade à sugestão. A dinâmica eletrofisiológica discutida acima é em grande parte responsável por essas capacidades. Também foi descoberto que excessivo fortalecimento das sinapses intrínsecas podem conduzir para a ativação simultânea de todos os padrões armazenados, resultando na perda da discriminação da recordação entre os padrões (Hasselmo e Barkai, outubro 1995).</p>
<p>O estado cerebral pode causar resistência devastadora em virtude de sugestão persuasiva. Isso é parecido com tentar assistir um programa de televisão sem uma antena. Também é importante notar, nesse ponto, que a aprendizagem acelerada ocorre melhor durante esse estado de neuromodulação colinérgica e associada com ondas teta Classe II (Kandel, Schwartz, Jessel, 1991 e 1995).</p>
<p>O excessivo fortalecimento das conexões sinápticas dentro do córtex também pode resultar na perda da especificidade ou da reação para padrões de inputs específicos. Isso é comumente visto no cliente confuso, oprimido e vacilante que precisa de algum &#8220;tempo para pensar&#8221;. O fortalecimento exagerado das conexões sinápticas pode resultar numa atividade cortical parecida com doenças repentinas originando fortes dores de cabeça e desorientação. Em resumo, arrastar o sistema nervoso pelo compassamento e pela condução para um nível mais baixo de atividade, é essencial para reduzir rapidamente a resistência (interferência entre os padrões sensoriais) à suas sugestões.</p>
<p>Intensificando a emoção</p>
<p>Outro beneficio da redução do nível de atividade do cérebro humano antes da sugestão é que o relacionamento entre a ativação hemisférica comece a mudar. Os neurocientistas estão conscientes que o hemisfério cortical direito tem conexões mais ricas com as estruturas subcorticais, incluindo aquelas do sistema límbico (complexo amídala-hipocampo) o qual desempenha um papel crítico na coordenação dos estados emocionais que, com os apropriados padrões sensoriais entram pelos eventos e pelos objetos externos.</p>
<p>Combinado com as áreas de associação, a amídala também é essencial para a interpretação e a expressão do componente emocional da linguagem e por essa razão, pode ser ativada pelo tom emocional da sua sugestão. Durante a atividade dependente da depressão (diminuição na ativação neural e afrouxamento do engate neuronal), existe uma troca na atividade dominante do hemisfério esquerdo para o direito e um aumento correspondente na intensidade da emoção experimentada pelo cliente, bem como uma forte excitação do sistema de recompensa límbico do cérebro (Kissin 1986).</p>
<p>Essa troca na atividade hemisférica permite que o vendedor tenha um controle muito maior sobre os estados emocionais e motivacionais necessários para tomar uma decisão de compra. Também se acredita que exista um aumento de dopamina no tálamo e no córtex visual, permitindo a formação de imagens mais vívidas.</p>
<p>O último grande benefício ao se conduzir deliberadamente o estado cerebral é uma diminuição na atenção geral e um aumento para manter a atenção focada. Todas essas mudanças na função cerebral facilitam uma maior receptividade para a sugestão e a influência. A partir desse ponto de condução neuronal (fase bloqueada), é possível agora conduzir cinestesicamente o estado de um cliente, mudando sutilmente o seu próprio estado.</p>
<p>No momento em que você determina o estado ótimo de receptividade à sua sugestão e a iniciação do comportamento desejado, você pode conduzir o cliente para este estado simplesmente você mesmo entrando primeiro nesse estado. Deste modo, se a motivação é o estado em que você deseja que o seu cliente fique e você calibrou previamente que os comportamentos desejados irão ocorrer neste estado, você precisa bloquear a fase com o estado presente dele e depois, gradualmente, você mesmo se tornar motivado.</p>
<p>Nesse nível, ao influenciar o sistema nervoso diretamente, você ganha acesso a um dos princípios auto-organizados do núcleo do cérebro e controle sobre diversas outras funções do cérebro. A condução dos ritmos intrínsecos do cérebro lhe dá acesso direto a:</p>
<p>• apropriadas emoções do estado-dependente, memórias e comportamentos;</p>
<p>• reação emocional intensificada;</p>
<p>• entrada de informação e freqüência do processamento sincronizados; e</p>
<p>• sistema de memória de longo prazo auxiliado pelas ondas teta Classe II, as quais permitem armazenamento de longo prazo e recordação das suas sugestões.</p>
<p>Em resumo, influenciar os estados fisiológicos e comportamentos por meio dos princípios da neurofísica, lhe dá o controle sobre um dos mais importantes processos que é o responsável pela organização espontânea do labirinto (função cerebral) em si.</p>
<p>Desnecessário dizer que você pode reduzir bastante a complexidade da caminhada no labirinto ao influenciar diretamente a organização do labirinto que você pretende explorar. Isso é o que você pode fazer agora que entendeu a dinâmica neocortical dessa poderosa ferramenta.</p>
<p>Artigo publicado na revista Anchor Point de abril de 1996.<br />
</div>

</p>
<script type='text/javascript'>jQuery(document).ready(function() { if(postTabs_getCookie('postTabs_384')) postTabs_show(postTabs_getCookie('postTabs_384'),384); });</script>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/a-dinamica-neocortical-da-persuasao-e-da-influencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BURRO VELHO TAMBÉM APRENDE &#8211; 2ª PARTE</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/burro-velho-tambem-aprende-2%c2%aa-parte/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/burro-velho-tambem-aprende-2%c2%aa-parte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 21:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[neuronios]]></category>
<category>cérebro</category><category>neuronios</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=301</guid>
		<description><![CDATA[PASSARINHO NA MUDA NÃO CANTA
Durante muitos anos a afirmação supracitada nada mais significou do que um ditado popular, produto de uma observação empírica. Mais tarde, vários cientistas verificaram que os canários deixavam de cantar no outono devido à morte dos neurônios responsáveis pelo canto. Durante o inverno, com a regeneração destas células, os pássaros voltavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PASSARINHO NA MUDA NÃO CANTA</p>
<p>Durante muitos anos a afirmação supracitada nada mais significou do que um ditado popular, produto de uma observação empírica. Mais tarde, vários cientistas verificaram que os canários deixavam de cantar no outono devido à morte dos neurônios responsáveis pelo canto. Durante o inverno, com a regeneração destas células, os pássaros voltavam a cantar na primavera.</p>
<p>Recentemente, pesquisadores (?!) americanos destruíram os neurônios canoros do tentilhão, pássaro da família dos fringilídeos, muito comum na Europa, e que – ao contrário do canário – canta o ano todo. Previsivelmente, o pássaro deixou de cantar. Três meses depois, entretanto, o tentilhão recuperou o seu canto, o que demonstra a capacidade de regeneração das suas células cerebrais responsáveis por esta função.</p>
<p>Céus! O hipocampo continua crescendo!</p>
<p>Segundo Ernest Rossi, um dos três mais famosos discípulos de Milton Erickson, a maior contribuição das neurociências na última década é a de que o hipocampo humano e de certos animais continua crescendo anatômica e funcionalmente. Em outras palavras, esta área do cérebro – relacionada à memória e à aprendizagem – tem a capacidade de gerar novos neurônios, além de promover maiores comunicações entre eles.</p>
<p>Esta descoberta revolucionária – graças a Deus – mudou o paradigma então vigente, que afirmava que na medida em que acumulávamos aniversários, nossas células nervosas progressivamente faleciam e suas terminações (dendritos) se deterioravam.</p>
<p>Destino não é mais karma.</p>
<p>Pesquisadores independentes também descobriram que certos genes – famílias de genes de ativação imediata – são ativados e desativados a cada segundo da nossa vida. Curioso é que até recentemente, consideravam-se os genes como unidades estáticas de uma herança física, transmitidas de uma geração para outra através da reprodução sexual.</p>
<p>Um subproduto extremamente importante da ativação destas famílias de genes é o nascimento de novos neurônios, bem como de um número maior e mais complexo de comunicações entre si. Desta forma, passamos a ativar diversas áreas do cérebro até então ociosas. Ficamos mais inteligentes e criativos.</p>
<p>Quer dizer que preciso esperar que a decifração completa do genoma me permita fazer terapias genéticas seguras e compatíveis com meu bolso para incrementar minha inteligência e criatividade?</p>
<p>Felizmente não, ansioso leitor. Embora haja muitos mundos a descobrir, sabemos hoje que há diversas formas de ativar (e desativar) os genes de ativação imediata.</p>
<p>Tudo o que representa novidade para o cérebro ativa os genes acima. Novidade nos cinco sentidos: visão, audição, tato, olfato e paladar. A ativação cessa assim que estes estímulos se tornam rotineiros. Outros ativadores são a excitação sexual, momentos de criatividade, prazer e paz, além de exercícios físicos e mentais.</p>
<p>Inversamente, o estresse persistente, a dor física, o sofrimento, a depressão são fatores que desativam os genes de ativação imediata.</p>
<p>Neuróbica</p>
<p>Lawrence Katz, renomado investigador da Universidade de Duke, observou que o acréscimo de doses extras de neurotrofinas (substâncias fundamentais na nutrição do cérebro) a um neurônio ativo quase dobrava o tamanho e a complexidade dos dendritos que se projetavam do mesmo.</p>
<p>Baseado em diversos estudos que demonstravam a geração de novos neurônios no hipocampo – e no desenvolvimento das suas ramificações – frente a estímulos inusitados, o doutor Katz criou uma síntese a qual chamou de neuróbica. Dito de outro modo, Katz elaborou uma série de “exercícios para o cérebro”, envolvendo os canais visual, auditivo, cinestésico, gustativo e olfativo em experiências incomuns na rotina diária.</p>
<p>Mais uma vez, como diria Mark Tawain, “os antigos surrupiaram todas as nossas melhores idéias”. Quer dizer, a observação empírica precede sempre à comprovação científica. Como é o caso de inúmeras pessoas que conservaram a lucidez até uma idade provecta, entre as quais lembramos Barbosa Lima Sobrinho, Alceu de Amoroso Lima, Sobral Pinto, Picasso e</p>
<p>** Fonte: Revista Viver Mente &#038; Cérebro; Edição 154 – novembro de 2005.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/burro-velho-tambem-aprende-2%c2%aa-parte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PROGRAMAÇÃO NEUROLINGÜÍSTICA: USANDO OS DOIS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/programacao-neurolinguistica-usando-os-dois-hemisferios-cerebrais/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/programacao-neurolinguistica-usando-os-dois-hemisferios-cerebrais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 21:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[hemisferios cerebrais]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
		<category><![CDATA[raciocinio]]></category>
		<category><![CDATA[solução]]></category>
<category>cerebro</category><category>hemisferios cerebrais</category><category>pnl</category><category>programação neurolinguistica</category><category>raciocinio</category><category>solução</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=279</guid>
		<description><![CDATA[Sugerimos ao leitor a seguinte experiência: pegue uma folha de papel em branco e no centro da mesma desenhe um ponto preto (ou azul, amarelo &#8211; a cor não importa).
Olhando agora atentamente para a folha, responda: O que você está vendo?
Se você responder como a maioria das pessoas a quem já propusemos esta questão antes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sugerimos ao leitor a seguinte experiência: pegue uma folha de papel em branco e no centro da mesma desenhe um ponto preto (ou azul, amarelo &#8211; a cor não importa).<br />
Olhando agora atentamente para a folha, responda: O que você está vendo?<br />
Se você responder como a maioria das pessoas a quem já propusemos esta questão antes, dirá que está vendo um ponto preto.</p>
<p>Daí lhe perguntaríamos: Mas com tanto espaço em branco em volta, você só consegue ver o ponto preto???</p>
<p>Agora pense: Será que não é exatamente desta forma que costumamos lidar com muitos de nossos problemas? Será que às vezes ficamos remoendo um problema, pensando nele exaustivamente, 24 horas por dia, na tentativa de achar a solução? ( E então, cansados de tanto pensar, vamos dormir, em seguida acordamos subitamente no meio da noite e eis que nos aparece uma idéia nova, algo que não havíamos pensado antes – &#8220;Eureca&#8221;!!!) E também: será que às vezes nos concentramos obstinadamente nas coisas que não estão dando certo, ao invés de olharmos também para aquelas que são satisfatórias ou que podem nos proporcionar mais caminhos, recursos e soluções?</p>
<p>Via de regra, não é analisando o ponto (o problema em si) que encontraremos a solução porque esta geralmente se encontra no espaço em volta. A solução não costuma estar no problema em si mas em nossa criatividade, que nos possibilita acesso a outras possibilidades.</p>
<p>Imagine uma pessoa perdida no meio de uma floresta. Ele anda, anda, mas não sabe onde está, não sabe para onde está indo. Todavia, se ela conseguir subir num ponto bem alto e olhar a floresta à distância, poderá ter uma visão do todo e então saber para onde ir. Assim também acontece com nossos problemas. Por vezes, falta-nos a visão do todo porque ficamos muito concentrados &#8220;no ponto&#8221; (problema).</p>
<p>Se for este o seu caso, saiba que não está sozinho. Por muitos anos as pessoas vêm sendo treinadas a pensar de forma analítica, indo do todo às partes, esmiuçando problemas, analisando-o em partes cada vez menores.<br />
Até mesmo a educação oferecida nas escolas caminhou por esta trilha durante muito tempo. Exemplos: análise sintática, alfabetização pelo método analítico (que parte do todo e vai às partes: barriga:ba-be-bi-bo-bu; muitas vezes preocupando-se apenas com a mecânica do processo da leitura e escrita, desvinculando as palavras de seus significados e contextos &#8211; aquelas frases tolas que as crianças eram obrigadas a ler).</p>
<p>É como se o microscópio usado nos laboratórios de pesquisa passasse a ser uma maneira única e exclusiva de ver o mundo, generalizando-se a crença de que absolutamente tudo poderia ser compreendido e obtido por meio da análise (note-se que analisar significa decompor em partes menores, ir do todo para as partes). Tudo isso condicionou em nós uma certa maneira de olhar para o mundo, de entendê-lo e experimentá-lo.</p>
<p>Sabemos que o raciocínio analítico é uma atividade do hemisfério esquerdo do cérebro (para os destros; para os canhotos é o hemisfério direito quem exerce este papel). O hemisfério esquerdo é aquele que percebe o ponto preto na folha ( vê a parte, não o todo). Já o hemisfério direito é criativo, vê o espaço em volta, o todo, as relações que existem entre as coisas.</p>
<p>Por exemplo, qual a relação existente entre os elementos abaixo?</p>
<p>1) folha – fala – fonte – festa<br />
2) gato – cobra &#8211; elefante – camelo<br />
3) Brasil – Canadá – E.U.A. – Japão</p>
<p>(Respostas: 1) palavras começadas com f; 2) animais; 3) países.)<br />
Quem percebe as relações, aquilo que há em comum entre as situações ou coisas, é o hemisfério direito.</p>
<p>Nós precisamos dos dois tipos de raciocínio, tanto o analítico (hemisfério esquerdo) como o sintético (aquele do hemisfério direito). Nenhum dos dois é melhor ou pior. Problemas acontecem quando se adota um deles de forma exclusiva ou preferencial, quando se é treinado a usar muito um deles e pouco ou nada o outro. É como a pessoa que compra um martelo e começa a tratar todas as coisas como se fossem pregos&#8230; Um martelo é um instrumento útil, mas não serve para tudo&#8230;</p>
<p>Também na área do comportamento humano, na tentativa de entendê-lo e explicá-lo, surgiram diversas abordagens. Muitas delas priorizaram o raciocínio analítico (dentre elas, a psicanálise de Freud, que no próprio nome- psicanálise &#8211; já contém a análise). Não questionamos o mérito da psicanálise e como ela influenciou profundamente a forma como passamos a enxergar o mundo, as pessoas e a nós mesmos. Ela foi incorporada à nossa cultura e tornou-se comum ouvirmos as pessoas falarem em Complexo de Édipo, Superego, Freud explica, etc.</p>
<p>Mas o que acontece se você treinar muito um determinado tipo de habilidade e pouco ou nada outra? Por exemplo, o que aconteceria se na escola você treinasse muito a escrita mas pouco ou nada a leitura? É bastante provável que você desenvolvesse muito a primeira e pouco a segunda. O que aconteceria se você tivesse tido uma de suas mãos amarradas durante os primeiros dez anos de sua vida, usando apenas aquela que ficou livre durante todo este tempo? É possível que aquela que esteve amarrada tivesse seus músculos atrofiados, assim como movimentos e sensibilidade pouco desenvolvidos. Agora reflita: será que não ocorreu um pouco disto na educação praticada no país até bem pouco tempo atrás? Um treino maciço do pensamento lógico, das habilidades de cálculo, testes de múltipla escolha ou de completar sentenças, do pensamento vertical (hemisfério esquerdo), havendo poucas atividades que estimulassem a criatividade, a musicalidade, a intuição, as soluções originais (hemisfério direito), o pensamento lateral (que será tema de um próximo artigo)?</p>
<p>A boa notícia é que podemos treinar as habilidades do hemisfério usado com menor freqüência, aquele que porventura esteja sendo sub-utilizado.<br />
Esta é uma das propostas da Programação Neurolingüística (<a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>), uma nova tecnologia acerca do comportamento humano que compara o cérebro a um computador que nos é dado sem o manual do usuário. Nossos comportamentos, hábitos e habilidades são como &#8220;programas&#8221; que usamos em nosso cérebro. A PNL aparece então neste contexto como o &#8220;manual do usuário&#8221; deste nosso &#8220;computador mental&#8221;, ensinando-nos que é possível nos reprogramarmos e ainda adquirirmos novos e melhores programas. Desta forma, poderemos utilizar plenamente nosso potencial (nosso cérebro, nosso pensamento vertical e lateral, nossa linguagem) e assim atingirmos nossos objetivos nas mais variadas áreas de nossas vidas: afetiva, profissional, social, etc. Poderemos acessar em nós habilidades de ambos os hemisférios cerebrais, poderemos descobrir recursos que sempre estiveram em nós mas que antes não sabíamos utilizar (como programas instalados em nosso computador há muitos anos mas que nunca antes houvessem sido acessados por nós).</p>
<p>(*) Nelly Beatriz M. P. Penteado é Psicóloga e Master Practitioner em Programação Neurolingüística (PNL).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/programacao-neurolinguistica-usando-os-dois-hemisferios-cerebrais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>COMO PROCESSAMOS INFORMAÇÕES</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/como-processamos-informacoes/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/como-processamos-informacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 01:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[cinco sentidos]]></category>
		<category><![CDATA[condicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[processamos informações]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
<category>cerébro</category><category>cinco sentidos</category><category>condicionamento</category><category>processamos informações</category><category>técnicas de pnl</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=146</guid>
		<description><![CDATA[Recebemos informações do mundo através dos cinco sentidos: visual, auditivo, gustativo, olfativo, táctil-proprioceptivo. Ocorre que a informação recebida precisa ser processada internamente, precisa ser representada, e este processo é individual, personalizado, o que equivale a dizer que dois indivíduos representarão um mesmo fato de formas diferentes.
Isto acontece porque há três processos envolvidos na representação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos informações do mundo através dos cinco sentidos: visual, auditivo, gustativo, olfativo, táctil-proprioceptivo. Ocorre que a informação recebida precisa ser processada internamente, precisa ser representada, e este processo é individual, personalizado, o que equivale a dizer que dois indivíduos representarão um mesmo fato de formas diferentes.</p>
<p>Isto acontece porque há três processos envolvidos na representação de informações: omissão, distorção e generalização.</p>
<p>A omissão ocorre quando omitimos parte da informação recebida. É ela que, por exemplo, nos permite prestar atenção no que uma pessoa está dizendo e ignorar todos os demais sons existentes num local de muitos ruídos. Ou então, quando estamos bem humorados e não prestamos atenção às pequenas contrariedades de nossa experiência, como por exemplo os semáforos que estavam todos fechados, o trânsito lento.<br />
A distorção é freqüente nos casos de mal-entendidos, em que uma pessoa disse ou fez uma coisa e a outra pessoa percebeu algo completamente diferente. Ou também nas chamadas &#8220;fofocas&#8221;, em que um fato é aumentado ou deturpado.</p>
<p>A generalização consiste no fato de que ao recebermos uma informação, temos a tendência de generalizá-la para outros contextos. É ela que nos permite aprender, por exemplo, a andar de bicicleta e a partir desta aprendizagem generalizar para outros tipos de bicicleta.<br />
A generalização também acontece nos casos de preconceito. Por exemplo, se uma pessoa teve uma experiência negativa com um indivíduo de determinada raça, religião ou nacionalidade, poderá generalizar achando que todos os indivíduos semelhantes no aspecto que está sendo considerado (raça, religião, etc.) são iguais.</p>
<p>Após analisarmos os três processos através dos quais as informações são representadas, podemos entender melhor por que dois indivíduos representam um mesmo fato de formas diferentes e também por que o mapa não é o território que representa (como afirmamos em nosso artigo anterior).<br />
Nós sempre reagiremos às representações que fazemos das coisas (aos mapas) e nunca às coisas propriamente ditas.</p>
<p>Convidamos o leitor a tomar qualquer experiência de que goste, como por exemplo saborear um determinado tipo de alimento. Analisando minuciosamente por que gosta deste alimento, verá que gosta dele porque faz imagens que são atraentes, enfatizando a cor, o brilho, incluindo talvez a sensação da consistência, do contato do alimento com a boca, o cheiro, e possivelmente associando tudo isso a emoções como felicidade, aconchego, alegria, festa, etc. Tudo isto (imagem, associações com alegria, etc.) é representação. É da representação que você gosta, e não propriamente do alimento. Você já deve ter observado que enquanto você adora um alimento, outras pessoas o detestam. A representação que elas têm do alimento em questão é bem diferente da sua. E se elas aprenderem a representá-lo da mesma maneira que você, passarão a gostar dele!</p>
<p>Não é por acaso que as propagandas exploram estes aspectos em larga escala. Em geral, elas contêm apelos aos cinco sentidos e uma ou mais associações a sentimentos de paz, sucesso, felicidade, etc. (Falaremos mais a respeito dos aspectos manipulados pela propaganda num próximo artigo).</p>
<p>Nós aprendemos por repetição e rapidez. Portanto, uma associação feita rapidamente e repetidas vezes, como é o caso da propaganda, tende a se estabelecer em nosso sistema neurológio. Trata-se de um condicionamento.</p>
<p>O que dissemos acima também se aplica a experiências marcantes em nossas vidas, capazes de influenciar nossa auto-imagem. Tomemos por exemplo o caso de duas crianças ridicularizadas na escola por terem errado um exercício na lousa. A primeira associa à experiência uma grande carga de emoção (vergonha, humilhação, incapacidade), representando a situação à sua maneira (talvez com grandes imagens dos colegas rindo, com o som de suas gargalhadas mais alto do que o som ouvido na realidade, etc.) . Já uma outra criança talvez nem se lembre do fato depois de um certo tempo e não lhe atribua maior importância.</p>
<p>O que faz a diferença aqui é a maneira através da qual cada criança representa a situação, o tipo de &#8220;etiqueta&#8221; que colocam ao organizarem seu arquivo de lembranças. Como já dissemos, é à representação que reagimos e não à situação, ao fato real, e na representação entram os processos de omissão, distorção e generalização. Portanto, é provável que a primeira criança tenha omitido dados da experiência, tenha distorcido outros e que ela generalize o ocorrido a todas as situações que envolvam os mesmos elementos (situações em que se exponha à opinião alheia).</p>
<p>As técnicas da PNL visam dar um outro significado (resignificar) ao ocorrido, já que não é possível alterar os fatos. Visa ainda desfazer o condicionamento, a associação, através da manipulação de aspectos específicos da representação da experiência (mudanças sutis nas características da imagem, som, sensação/sentimento, etc.). </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/como-processamos-informacoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
