PNL E EDUCAÇÃO – 3a PARTE

Como as metáforas moldam o comportamento dos professores.

Judith Lloyd Yero

A educação é a arte de acender uma chama, não a de encher um vaso. (Sócrates)

A importância da metáfora na maneira como as pessoas moldam suas “realidades” tem sido o assunto de diversos artigos da Anchor Point. Na edição de maio de 2001, James Lawley e Penny Tompkins explicaram como eles encorajam seus clientes a fazerem explorações e elaborações sobre os símbolos e metáforas usados para descrever problemas psicológicos. Uma abordagem semelhante para examinar as metáforas que os professores usam quando descrevem seu trabalho ajuda-nos a perceber o quanto essas metáforas limitam, assim como capacitam, os comportamentos e as percepções.

Metáforas usadas pelos professores:

“Minha sala de aula é um zoológico.”

“Eu procuro entrelaçar todos os conceitos ao mesmo tempo”.

“Aquelas crianças estão realmente desabrochando”.

“Ele é um de meus melhores alunos”.

“Nós estamos sempre atrasados com o programa.”

Os professores geralmente usam essa linguagem quando falam sobre seu trabalho. Cada uma dessas sentenças contém uma metáfora. Por razões de simplicidade, vou usar a palavra metáfora para significar qualquer circunstância em que alguém usa uma categoria conceptual, experiência, ou “coisa” para descrever ou definir outra categoria conceptual. “A essência da metáfora consiste em compreender e experimentar uma coisa em termos de outra.”. 2

Nas aulas de literatura, aprendemos que uma metáfora é um recurso lingüístico usado para tornar interessante a linguagem ou a escrita. Karl entra na sala dos professores meneando a cabeça: “Minha sala de aula está um zoológico hoje!” Se aquilo que aprendemos em literatura é correto, Karl está simplesmente usando uma figura de linguagem – tornando sua descrição da sala de aula mais interessante ou única. Outros professores reconhecem que a sala de aula de Karl é provavelmente barulhenta e inquieta. Os “animais” podem estar alvoroçados e difíceis de controlar. Mas isso é simplesmente uma “figura de linguagem” – um recurso lingüístico? Ou essas afirmações brotam de algo mais profundo – do sistema conceptual de Karl?

O lingüista George Lakoff e o filósofo Mark Johnson3 oferecem evidência convincente de que as metáforas podem realmente ser a principal maneira de operação mental das pessoas. Eles argumentam que, devido ao fato de que a mente está “incorporada” – isto é, experimenta o mundo através do corpo no qual reside – as pessoas não podem deixar de formar um conceito do mundo em termos de percepções corporais. Nossos conceitos de dentro-fora, acima-abaixo, frente-fundos, luz-escuridão, e calor-frio são todos relacionados às orientações e percepções adquiridas através de nossos sentidos corporais. As sentenças acima indicadas, usadas pelos professores, contêm diversas metáforas. Um estudante que é o melhor(em inglês”top”) aluno representa uma orientação vertical, enquanto estar atrasado (em inglês “falling behind”) sugere uma orientação horizontal.

Lakoff e Johnson sugerem que as metáforas através das quais as pessoas expressam os conceitos abstratos influenciam na maneira como elas os entendem. Na obra Metaphors We Live By eles apresentam diversas metáforas usadas comumente para as idéias conceituais. Algumas expressões familiares que as pessoas usam quando descrevem idéias de alimentos, plantas e mercadorias:

Idéias são alimentos.

O que ele disse deixou um gosto ruim em minha boca. Isso não passa de idéias mal assadas e teorias queimadas. Não posso digerir todas essas idéias novas. Eu simplesmente não posso engolir essa reclamação. Esse argumento cheira a peixe. Essa é uma idéia que você pode realmente mastigar. Isso é alimento para o pensamento. Nós não precisamos dar comida na boca de nossos alunos. Ele devorou o livro. Este é o filé do papel.

Idéias são plantas.

As idéias dele finalmente chegaram à fruição. Aquela idéia não amadureceu. Aquela teoria está florescendo. Levará anos para aquela idéia desabrochar. Ele considera a química como um ramo da física. A matemática tem muitos ramos. As sementes das grandes idéias dele foram plantadas durante a juventude. Ela tem uma imaginação fértil. Ele tem uma mente estéril.

Idéias são mercadorias.

È importante a maneira como você empacota suas idéias. Ele não vai comprar aquela idéia. Aquele projeto não vai vender bem. Há sempre um mercado para as boas idéias. Essa idéia não tem valor. Ele tem sido uma fonte de idéias valiosas. Eu não daria um níquel por essa idéia. Idéias boas são moeda no mercado intelectual.

Não é surpresa que as pessoas tentem compreender os conceitos vagos, abstratos ou complexos em termos de experiências mais familiares. O ponto é que a metáfora que a pessoa escolhe para emoldurar um conceito/experiência focaliza necessariamente a atenção sobre alguns aspectos, enquanto ignora outros. Pensar nas idéias como mercadorias focaliza a atenção sobre como essas idéias serão recebidas (compradas) pelas outras pessoas e se tais idéias são vendáveis. Se as idéias são mercadorias, elas devem, então, ser negociáveis. Ter uma idéia somente por tê-la não é consistente com esta estrutura metafórica. Nós desejamos acionar muitas idéias e colocá-las no mercado. Na metáfora de que as idéias são plantas, é perfeitamente consistente guardar uma idéia por algum tempo, sem procurar vendê-la. Afinal, as plantas levam tempo para amadurecer – para chegar à fruição.

Ao invés de descrever uma série de particularidades que ocorreram em sua sala de aula, Karl resumiu tudo dizendo que ela era um zoológico. Porque as pessoas são familiarizadas com zoológicos, elas conseguem imaginar sobre que ele está falando. Essa imagem seria muito diferente se Karl dissesse: “minha classe é uma colmeia”. O que importa é que na metáfora do zoológico, Karl percebe a atividade dos alunos como negativa – sem controle. Se ele empregar a metáfora da colmeia, ele pode perceber esse mesmo comportamento como produtivo – ocupados como abelhas. Portanto, a metáfora inconsciente de Karl dirige suas percepções – e o comportamento que disso vai resultar.

Ao discutir a influência das metáforas no comportamento, Lakoff e Johnson afirmam:

“As metáforas podem criar realidades para nós, especialmente realidades sociais. Uma metáfora pode, então, ser um guia para ação futura. Tais ações, naturalmente, serão adaptadas à metáfora. Isso, por seu lado, irá reforçar o poder da metáfora para tornar a experiência coerente. Neste sentido, as metáforas podem ser profecias auto-realizadoras.”

Antigas Metáforas Educacionais.

As metáforas têm sido usadas desde os primórdios da educação. Em textos antigos, como o Mishnah, uma parte antiga do Talmude, escrito no século segundo, quatro espécies de estudantes são propostas:

“Os esponjas, os funis, os filtros e as peneiras. Você ficará surpreso em saber qual é o tipo preferido. A esponja, dizem, absorve tudo; o funil recebe numa ponta e expele na outra, os filtros deixam o vinho passar e retêm os detritos, mas a peneira é a melhor, porque separa o pó e retém a farinha melhor.”

Essas metáforas contêm em si as crenças sobre o conhecimento e o papel que se espera do estudante. Cada uma delas sugere que o conhecimento é algo que se “leva para dentro” em oposição a ser gerado internamente. Mesmo no século segundo, não se esperava que os estudantes retivessem tudo. O papel preferido do estudante era “separar o pó da farinha boa”.

John Locke descreveu a mente, por ocasião do nascimento, como uma tabula rasa – uma lousa vazia sobre a qual todo o conhecimento deve ser “escrito” por outros. Descrições semelhantes do ensino refletem a crença de que a mente do estudante é um recipiente vazio.

“Se estou ensinado fatos e as coisas que o ITBS (Iowa Test of Basic Skills) ensina, posso abrir essas mentes e derramá-los dentro delas. Simplesmente abrir suas pequenas cabeças e derramar para dentro.”

Infelizmente, muitos educadores persistem em pensar nos estudantes como receptáculos de informações, apesar da pesquisa extensiva que demonstra que o conhecimento é gerado internamente. A citação no início do artigo sugere que, mesmo sem essa pesquisa, Sócrates acreditava que a educação tinha a ver com “retirar de dentro” o que já estava lá, ao invés de “encher” com o máximo de “conhecimento” possível. De fato, a palavra educação vem de educere – que significa “retirar”.

Metáforas comuns na educação.

Nos últimos anos, os pesquisadores educacionais que estudaram as metáforas dos professores foram consistentes na conclusão de que as metáforas usadas pelos professores para descrever seu trabalho afetam profundamente seu comportamento e percepções. Abaixo apresentamos algumas das metáforas educacionais mais comuns.

Uma lição é uma jornada. O conhecimento é uma paisagem.

A palavra passar aparece freqüentemente no linguajar dos professores. “Eu passei as Leis de Newton na semana passada.” “Nós temos muito material para passar antes do teste.” Embora passar tenha diversas definições, o principal significado na educação é de passar por um caminho – mover-se dentro de um terreno de alguma espécie. Nesta metáfora, o conhecimento é uma paisagem através da qual viaja a jornada do aprendizado.

Muitos professores inconscientemente percebem os conceitos e princípios que eles ensinam – partículas do pensamento humano consideradas “conhecimento essencial” – como objetos. Conceitos e princípios são objetos. “Você ensinou gramática?” ” Sim, eu ensinei isso no ano passado.” Os objetos do conhecimento se tornaram “objetivos” – separados dos processos do pensamento humano e das mentes que os conceberam.

Lições como Jornadas através da Paisagem do Conhecimento.
Os pesquisadores freqüentemente citam as “conversas dos professores”, que usam quase exclusivamente a metáfora das lições como movimento – jornadas através da paisagem do conhecimento. Eis alguns exemplos retirados de uma entrevista com uma única professora.

“Eu simplesmente segui adiante…”
“Eles ficaram para trás.”
“Eles estão sempre um passo à frente das outras turmas, porque tudo corre muito bem…”
“Nós nos movimentamos mais rapidamente.”
“Nós provavelmente vamos mover-nos um pouquinho para trás.”
“Se ele estiver perdido, ele simplesmente vai ficar atrás…”
“Eles gostam de sair do assunto e ir para tópicos diferentes.”
“Nós não conseguimos chegar lá.”
“Nós nem sequer conseguimos passar essas doze sentenças hoje.”
“Eu preciso ir adiante… é hora de avançar muito rapidamente.”
“Eu estou empurrando e segurando tanto quanto posso…”
“Eu achei que a turma avançava muito devagar.”
“Ela estava lavrando lentamente.”
“Finalmente cheguei ao ponto…”

Não somente a aula é vista como um movimento, mas a jornada parece estar numa estrada de duas dimensões. A professora define seu papel em termos de cobrir uma distância específica ao longo da estrada dentro de uma quantidade de tempo específica. Neste contexto metafórico, alguns comportamentos, como discussões sobre tópicos que interessam os estudantes (sair do assunto), provavelmente não acontecem. Note como a metáfora coloca o assunto – a estrada a ser percorrida – na base e atribui valor aos estudantes conforme quanto dessa estrada eles já passaram. Claramente, a metáfora desta professora influencia muito suas percepções.
…Munby, H. (1986). “Metaphor in the Thinking of Teachers : Na Exmploratory Study.” The Journal of Curriculum Studies, Vol. 18, 197-209

Na metáfora aprender é uma jornada, os objetos do conhecimento residem em várias localidades da paisagem do conhecimento. Os professores devem levar rapidamente os alunos através dessa paisagem, fazendo com que eles “apanhem” os conceitos enquanto passam por todos eles, até chegarem ao seu destino final – Terra do Teste. Neste ponto, os professores verificam se os estudantes possuem os conceitos adquiridos durante a jornada. Aí será a hora de mover-se até o próximo objetivo – começar a passar o outro pedaço do território do mapa do pensamento humano. Com esta interpretação, pode-se pensar sobre a jornada como o professor dirigindo um ônibus cheio de estudantes, a plena velocidade, numa estrada predefinida, para alcançar o destino antes do cair da noite – o teste.

A metáfora da lição como uma jornada pode ter outras interpretações. Se o professor acredita que o aprendizado requer que os estudantes interajam com o ambiente, a viagem torna-se uma viagem de descoberta, ao invés de uma corrida em linha reta pela paisagem da disciplina. Nesta interpretação da metáfora, o professor e os estudantes viajam mais ou menos juntos, por uma estrada mais ou menos definida, fazendo paradas freqüentes pelo caminho, enquanto os alunos notam algo interessante, que desejam explorar. Existem viagens ocasionais interessantes para lugares inesperados. Às vezes, os grupos buscam caminhos diferentes e, após retornar para a estrada principal, contam à classe sobre o que encontraram.

Muitos professores resistem inconscientemente a esta interpretação, devido às pressões do teste e do currículo definido pela escola. (Por falar nisso, a palavra currículo também é uma metáfora. Em latim, a palavra significa “corrida”!) Eles acham que foram contratados para preparar os alunos para o teste e não podem gastar seu tempo em outras explorações. Isso nos conduz a outra metáfora – compartilhada não somente por professores, mas pela mente ocidental em geral.

O tempo é uma riqueza.

O tempo é uma riqueza é uma metáfora que impulsiona muito daquilo que os professores fazem (e não fazem), ao ensinar. Geralmente, a riqueza é dinheiro. O tempo é algo que as pessoas podem gastar ou desperdiçar, investir sabiamente em atividades produtivas ou perdê-lo em buscas questionáveis. Logo, o tempo torna-se o custo da descoberta – toda essa exploração por parte dos estudantes.

Infelizmente, o tempo não é uma riqueza de propriedade dos professores. O conteúdo tradicional de um determinado curso ou ano escolar destina quantidades específicas de tempo para realizar certas tarefas. O tempo é, enfim, uma riqueza escassa. Os professores devem orçar esse tempo, e gastar somente dentro dos limites daquilo que lhes foi destinado. Perder tempo com assuntos que não fazem parte do currículo indicado significa que eles vão gastar tudo antes que tenham passado todo o conteúdo. Que Deus nos livre do tempo terminar antes do teste e a classe não tenha passado por toda a matéria.

Na cultura ocidental, o tempo é riqueza é uma metáfora tão forte que raramente pode ocorrer-nos de que haja outras maneiras de pensar sobre nossas vidas. Em outras culturas, as pessoas não necessariamente encaram o tempo como uma riqueza.

” De acordo com a antropóloga Elizabeth Brandt… os Pueblos nem sequer têm em seu idioma uma fórmula equivalente para a expressão: “eu não tive tempo suficiente para isso.” Eles podem dizer “Minha caminhada não me levou até lá” ou “Não pude encontrar o caminho para isso”, mas esses não são exemplos do conceito de tempo como uma riqueza.”

Conforme Lakoff e Johnson,

“As culturas nas quais o tempo não é conceituado nem institucionalizado como uma riqueza lembram-nos que o tempo, em si mesmo, não é uma riqueza em si. Existem pessoas no mundo que vivem suas vidas sem sequer ter a idéia de orçar o tempo ou preocupar-se com o fato de o perderem. A existência de tais culturas revela como nossa própria cultura tem transformado metáforas em realidades dentro de instituições culturais, a ponto de transformar expressões metafóricas em verdades.” 10

Nas culturas ocidentais, as pessoas não reconhecem mais a expressão tempo é uma riqueza como metáfora. Elas simplesmente assumem que isso é uma verdade e agem de acordo.

Ser educado é possuir objetos de conhecimento.

Embora poucos ainda concordem que as mentes dos estudantes são uma tabula rasa, muitos ainda continuam a manter o conceito de que ensinar é preencher um espaço vazio. A mente é algo como um container, em que os objetos do conhecimento são armazenados – a mente como um armário a ser enchido. Assim, a pessoa educada é percebida como aquela que tem objetos de conhecimento ordenadamente guardados em pastas apropriadas. Possuir objetos de conhecimento é o que importa – como se verifica pelos testes.

Usar os objetos recebe pouca atenção, devido à escassez do tempo. Existe uma suposição de que os estudantes irão usar naturalmente o que aprenderam. No entanto, vemos estudantes que sempre receberam grau A em ciências, mas são incapazes de relatar o que aprenderam sobre a eletricidade de um relâmpago durante uma tormenta. Na metáfora da mente como um armário, a “eletricidade” é aparentemente um objeto de conhecimento armazenado na pasta com o nome de “Escola”, enquanto o “Relâmpago” é uma experiência guardada na pasta com o nome de “Vida Real”! As duas jamais se encontrarão.

Metáforas e Papéis

Um dos aspectos mais importantes de uma metáfora são os papéis que ela cria para a própria pessoa e para os outros. Se eu sou um pastor, meus alunos são ovelhas. Se sou um jardineiro, meus alunos são plantas. Que expectativas inconscientes essas metáforas criam na mente do professor? As ovelhas devem ser dóceis, alimentadas calmamente na relva escolhida pelo professor? O jardineiro está cuidando de um campo de cereais, onde cada planta recebe o mesmo cuidado – ou de um jardim botânico, onde o jardineiro ajuda o desenvolvimento único de cada espécie?

As metáforas que focalizam o que o professor faz, mais do que aquilo que os estudantes aprendem, consideram os estudantes como recebedores passivos. Elas inibem os comportamentos do professor que possam encorajá-los a exercer um papel ativo em seu aprendizado. Lamentavelmente, os professores muitas vezes condenarão seus alunos à preguiça ou apatia quando, de fato, eles não dão aos estudantes a oportunidade de assumir a responsabilidade de seu aprendizado. O exame dos papéis inerentes às metáforas dos professores pode fornecer importantes percepções desses problemas.

* * *

Existem dúzias de metáforas que, inconscientemente, dão forma à educação em geral e às percepções dos professores em particular. A metáfora da fábrica (produzir bons alunos) e a metáfora da transmissão (dar informações aos estudantes) são duas das mais difundidas e potencialmente prejudiciais ao trabalho em nossas escolas. Sem examinar as metáforas e crenças que estão por debaixo dos esforços de reformulação bem como as principais metáforas que não se enquadram nessas crenças, as reformas estão fadadas ao fracasso, antes de serem iniciadas. Por exemplo, as reformas que dão suporte ao conhecimento gerado internamente não podem ter sucesso quando os educadores acreditam que os objetos do conhecimento existem fora da mente e que o papel da educação é transmitir esse conhecimento para as mentes dos estudantes. 11 No entanto, tanto os professores como os reformadores permanecem na ignorância sobre as inconsistências que causam o fracasso. Os reformadores culpam os professores por não realizarem seus mandatos de maneira adequada, e os professores ficam céticos sobre qualquer nova teoria que prometa uma melhora.

Mais uma vez, eu desejo encorajar os praticantes e treinadores de PNL, que estão acostumados a ouvir a linguagem das metáforas e das crenças, para assumirem um papel ativo, a fim de ajudar os educadores a explorar esses componentes críticos do pensamento. Os processos cognitivos inconscientes, tanto dos teóricos como dos professores, devem ser trazidos à consciência, para que haja alguma esperança de criar uma mudança significativa na educação.

Judith Lloyd Yero possui mais de vinte anos de experiência como professora e administradora. Como diretora do Teachers´ Mind Resources, ela é autora de livros-texto e consultora educacional. Seu livro, Teaching in Mind: How Teacher Thinking Shapes Education será lançado em Novembro. Judith pode ser contactada em eagle@mind–flight.com. Maiores informações sobre seu livro estão disponíveis em http://www.mind-flight.com

Trad. Hélia Cadore – e-mail: lcadore@uol.com.br
Publicado na Anchor Point November/2001
Publicado no Golfinho Impresso Nº 86 de ABR/2002

Arquivado em PNL

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