Fundamentos da Programação Neurolinguística

A Programação Neurolingüística (PNL) é definida como o estudo da
estrutura da experiência subjetiva, o que pode ser deduzido e predito por ela, já que
se crê que todo o comportamento tem uma estrutura. (BLANDER, 1979)
De um modo mais simples, trata-se do estudo de como o ser humano
representa a realidade em suas mentes e de como ele pode perceber, descobrir e
alterar esta representação para atingir os resultados desejados.

De acordo com George Vittorio (1995:5) trata-se de uma expressão que
na verdade compreende três idéias simples:
?A parte “Neuro” da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os
comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição,
olfato, paladar, tato e sensação. O mundo é percebido através dos cinco
sentidos. A informação é compreendida para depois ser utilizada na prática.

A Neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também 29 as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos que são refletidas no nível
físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano.
?A parte “Lingüística” do título indica que a linguagem e outros sistemas de
comunicação não verbal são utilizados para ordenar os pensamentos e
comportamentos, utilizando-se também na comunicação das pessoas. Inclui:
Imagens, sons, sensações, gostos, cheiros e palavras (diálogo interno e
externo).

A “Programação” refere-se à maneira como se organizam as idéias e ações à fim de produzir resultados. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como se organiza através dos sentidos. Também examina a forma como se pode descrever isso e como se pode agir, intencionalmente ou não, para produzir resultados.
A PNL foi especificamente criada para permitir novas maneiras de
entender como a comunicação verbal e não verbal afetam o cérebro humano. Dessa
forma, ela se apresenta como uma oportunidade invulgar, não só de comunicar-se
melhor consigo mesmo e com os outros, mas também, de aprender como obter
maior controle sobre o que considera-se funções automáticas da nossa própria
neurologia.

Um dos criadores da PNL, Dr Richard Bandler (1980) afirma:
Desde que os modelos que constituem a PNL descrevem como o cérebro
humano funciona eles têm sido usados para ensinar a fazê-lo funcionar
melhor. A PNL não é um instrumento de diagnóstico. Ela só pode ser
aplicada e só pode, portanto, ser ensinada de forma experimental.
Bem treinados, os “programadores”, como são chamados os praticantes
da PNL, sempre ensinarão pela instalação dos métodos, não por ensinar técnica
após técnica. Técnicas envelhecem rápido demais para servir de base para a PNL.

A 30 base é muito mais uma atitude, os modelos e as capacidades que permitem
constante geração de novas técnicas mais efetivas e funcionam mais rápido.
O objetivo da PNL é que as pessoas, conhecendo a sua definição, cada
vez mais saibam como o sistema neurológico (neuro) representa a realidade, como
perceber e usar isto através da comunicação (linguística) e da comunicação não
verbal e como ajudar as pessoas a organizar esta informação para atingir metas
específicas (programação). (CONNOR E SEYMOR, 1999)

Tags: , , , , ,

Arquivado em PNL

Leia outros artigos relacionados

Deixe um comentario