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	<title> &#187; Técnicas de PNL</title>
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		<title>Teste PNL: Sistemas Representativos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 19:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[estilo mental]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas representativos]]></category>
<category>estilo mental</category><category>pnl</category><category>sistemas representativos</category>
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		<description><![CDATA[Objetivo: identificar seu estilo mental preferido. Na lista a seguir identifique qual estilo, se assemelha mais.
Não tem que ser exato como se descreve, somente é uma aproximação do que pode imaginar.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivo:</strong> identificar seu estilo mental preferido.</p>
<p>Na lista a seguir identifique qual estilo, se assemelha mais.</p>
<p>Não tem que ser exato como se descreve, somente é uma aproximação do que pode imaginar.</p>
<p><strong>1. Sidra (Bebida). </strong></p>
<p><strong>A.</strong> Sua Imagem. A garrafa, a cor do conteúdo, a marca, a taça.</p>
<p><strong>B.</strong> Seu som, as borbulhas ou servindo em um copo.</p>
<p><strong>C.</strong> Seu tato, a sensação da garrafa, áspera, fria, suave,…</p>
<p><strong>D. </strong>Seu aroma, maçã, morango, frescor,…</p>
<p><strong>E. </strong> Seu sabor, maçã, morango,….</p>
<p><strong>2. Seu chefe</strong></p>
<p><strong>A.</strong> Um som, uma reclamação, comentário, seu nome,</p>
<p><strong>B.</strong> Uma emoção, ódio, compaixão, lastima, amor,..</p>
<p><strong>C.</strong> Um aroma, transpiração, perfume, desodorante…</p>
<p><strong>D.</strong> Um sabor, um almoço juntos, um café, um copo de água,..</p>
<p><strong>E.</strong> Uma imagem, seu rosto, seu corpo, seu tamanho, o lugar de trabalho.</p>
<p><strong>3. Que fez hoje</strong></p>
<p><strong>A.</strong> Um som, fechou bem a porta, tchau a seu filho, bom dia no seminário</p>
<p><strong>B.</strong> Um sabor, o café da manhã, o refrigerante de limão, um caramelo doce ou amargo,..</p>
<p><strong>C. </strong>Um aroma, o perfume de hoje, o aroma do ambiente, cheirou a cigarros…</p>
<p><strong>D.</strong> Uma imagem, o noticiário, a cor do automóvel, o numero do coletivo</p>
<p><strong>E.</strong> Uma emoção, despediu-se de alguém, um beijo, um adeus…</p>
<p><strong>4. Seu aniversário anterior</strong></p>
<p><strong>A. </strong> Um sabor, a torta, os doces, o vinho.</p>
<p><strong>B.</strong> Uma imagem, soprando as velas, os rostos de seus familiares, seus amigos.</p>
<p><strong>C.</strong> Um som, o feliz aniversário, a música, os gritos.</p>
<p><strong>D. </strong> Uma emoção, chorou, emocionou-se,</p>
<p><strong>E.</strong> Um aroma, o álcool das bebidas, o aroma de aniversário,</p>
<p><strong>5. Um bate papo prazeroso</strong></p>
<p><strong>A. </strong> Um aroma, que tenhas pelo álcool</p>
<p><strong>B.</strong> Um som, quando gritou, quando não podia parar de rir</p>
<p><strong>C. </strong> Um sabor, a confusão do sorvete de morango por cereja.</p>
<p><strong>D.</strong> Uma imagem, o que fez que foi tão prazeroso.</p>
<p><strong>E.</strong> Um abraço,  o que sentiu nesse momento, como muita risada ou soluço.</p>
<p><strong>6.  A melhor refeição</strong></p>
<p><strong>A. </strong> Uma sensação ou emoção, não parava de comer de emoção, o sabor</p>
<p><strong>B.</strong> Uma imagem, a cor da carne, o tamanho do bife, a salada as cores</p>
<p><strong>C. </strong>Um som, o ruído do carvão assando, o ruído do azeite</p>
<p><strong>D.</strong> Um sabor, o salgado do assado, o picante do salame, o gosto do pão</p>
<p><strong>E. </strong>Um aroma, o aroma particular como o do assado no ponto, ou as farturas das manhãs.</p>
<p><strong>7.  O melhor dia deste ano</strong></p>
<p><strong>A.</strong> Uma aroma, o perfume do verão, o perfume que lhe deram de presente</p>
<p><strong>B.</strong> Uma emoção, a sensação de uma surpresa, uma alegria e sua sensação.</p>
<p><strong>C.</strong> Uma imagem, o lugar, o que viu nesse instante, o horizonte do mar,</p>
<p><strong>D.</strong> Sons, o anúncio de algo, um comentário</p>
<p><strong>E.</strong> Um sabor, um jantar sua comida, um café, a melhor cerveja.</p>
<p><strong>8.   Seu ambiente</strong></p>
<p><strong>A.</strong> Um som, o ruído de algo, do computador, ruído dos automóveis.</p>
<p><strong>B.</strong> Uma imagem, as figuras das pessoas onde estão, a luz do ambiente.</p>
<p><strong>C. </strong>Um sabor, o gosto que tem na boca, o sabor de um suco</p>
<p><strong>D.</strong> Uma aroma, o perfume de alguém, as flores,</p>
<p><strong>E.</strong> Uma emoção, a tranqüilidade, a euforia, a contenção,</p>
<p><strong>9. Como vai ser a festa de fim de ano</strong></p>
<p><strong>A.</strong> Uma imagem, sentados em uma mesa grande, vendo como as crianças</p>
<p><strong>B.</strong> Um sentimento, a linda sensação de nada mais que fim de ano, o reencontro com a família e sua sensação.</p>
<p><strong>C.</strong> Um sabor, os doces, o sabor de um bom vinho de fim de ano, o pão doce.</p>
<p><strong>D.</strong> Uma aroma, a pirotecnia que esta no ar, o terrível aroma de muita comida</p>
<p><strong>E.</strong> Um som, o puf. das cortiças, as sirenes das doze, o grito das crianças.</p>
<p><strong>10. Algo que você gosta de fazer</strong></p>
<p><strong>A. </strong>Uma imagem, se vendo gastando o dinheiro de seu parceiro, imaginando-se nadando no mar,</p>
<p><strong>B. </strong>Um sabor, o sabor de um suco de laranja, saboreando um rico e delicioso café com leite.</p>
<p><strong>C.</strong> Um som, como o de seu automóvel andando. Escutando sua música favorita,</p>
<p><strong>D.</strong> Um sentimento, a sensação quando ajuda a alguém.</p>
<p><strong>E.</strong> Um aroma, o aroma do dinheiro quando recebe seu salário</p>
<p><em><strong>Tradução: Sua Mente.com.br</strong></em></p>
<p><em><strong>Referência: www.pnloratoria.com.ar</strong></em></p>
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		<title>Ampliando Canais</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 21:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Canal  Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[canal cinestésico]]></category>
		<category><![CDATA[Canal Visual]]></category>
		<category><![CDATA[tecnicas pnl]]></category>
<category>Canal Auditivo</category><category>Canal Cinestésico</category><category>Canal Visual</category><category>técnicas pnl</category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos nós fazemos de tudo, mas estamos acostumados a nos especializar mais em um canal determinado (Visual, Auditivo ou Cinestésico). Na realidade, isto nos limita. Quanto mais desenvolvidos tivermos todos os canais, melhor poderemos funcionar na vida. Propomos alguns exercícios para desenvolver mais os canais que não são prioritários em nós. Aqui tem exercícios para três semanas. Dedique quinze minutos por dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para desenvolver a capacidade do canal VISUAL:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">DIA 1: Olhe os objetos que lhe rodeiam, as formas, os volumes. Trate de distinguir as sombras, os relevos. Meça a distância. Feche os olhos e trate de lembrar esses objetos com o maior número de detalhes possível.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 2: Faça uma excursão pelo campo ou pela cidade. Trate de perceber todos os detalhes, as cores, os matizes. Feche os olhos e trate de vê-los com sua imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 3: Faça uma visualização dissociada. Imagine a você mesmo em alguma situação da vida cotidiana.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 4: Faça uma auto-ancoragem visual (por exemplo, vendo algum objeto determinado). O dispare de vez em quando.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 5: Trate de lembrar como é uma casa, uma rua, uma cidade de forma associada, vendo-o com seus próprios olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 6: Ligue a TV e tire o som. Preste atenção nas imagens. Feche os olhos e trate de repetir elas em sua mente. Trata de entender o argumento observando à mímica.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 7: Repasse</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para desenvolver a capacidade do canal AUDITIVO:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">DIA 1: Faça uma excursão no campo. Sinta-se e feche os olhos. Trate de perceber todos os sons que ouve. Coloque nome neles. Faça uma lista.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 2: Faça uma lista com nomes, adjetivos e verbos relacionados com a audição. Por exemplo, aclamar, gargalhada, entonação, melodia, gargalhada, estrepitoso, conversar, pregar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 3: Ligue a TV e feche os olhos ou ligue o rádio. Note nas palavras, os tons, os ritmos, os registros, os timbres&#8230; Trate de repeti-los mentalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 4: Coloque um disco de algum grupo musical e trate de identificar os distintos instrumentos.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 5: Ligue a TV e feche os olhos ou ligue o rádio. Trate de identificar o estado de ânimo de alguma pessoa por meio do som de sua voz.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 6: Forme uma orquestra em sua cabeça. Com a imaginação, ouça cada um dos instrumentos.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 7: Repasse</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para desenvolver a capacidade do canal CINESTESICO:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">DIA 1: Sente-se em uma cadeira, feche os olhos e tome consciência das diferentes partes de seu corpo em contato com a cadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 2: Descalço, caminhe pelo chão e note as diferentes sensações que se produzem.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 3: Imagine que está chovendo ou nevando. Tome consciência das sensações que se produziriam em seu corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 4: Lembre algum sucesso do passado especialmente importante para você. Note as sensações que se produzem em seu corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 5: Toque distintos objetos, cheire-os, tome consciência deles.</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 6: Imagine-se em uma montanha russa. O que ocorre com suas sensações?</p>
<p style="text-align: justify;">DIA 7: Repasse</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Referência: www.pnlnet.com/chasq/a/14</em></p>
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		<title>Círculo da Excelência</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/circulo-da-excelencia/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 17:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Círculo da Excelência]]></category>
<category>Círculo da Excelência</category>
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		<description><![CDATA[No futuro, quando quiser ter esses recursos ativos e intensos, bastará que imagine que entra no círculo ou que está dentro do mesmo (não importa que seja sentado, parado ou deitado).[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lembre de uma experiência na qual fez algo muito bem.</strong></p>
<p>•         •          O que vê?</p>
<p>•         •          O que ouve?</p>
<p>•         •          O que sente?</p>
<p>•         •          Logo que tenha claras as imagens, sons e sensações, imagine um círculo no piso. Ponha-lhe uma cor.</p>
<p>•         •          Faça uma respiração profunda. De um passo e entre no círculo.</p>
<p>•         •          Dentro do círculo, intensifique a lembrança.</p>
<p>•         •          Desfrute de quão natural é a sensação de estar fazendo algo muito bem.</p>
<p><strong>Repita a seqüência, adicionando uma palavra código: </strong></p>
<p>1.        1.       Lembre de novo a experiência de algo que fez muito bem.</p>
<p>2.        2.       Imagine o círculo e lhe ponha a cor.</p>
<p>3.        3.       Dê (mentalmente) uma palavra código, que ajudará no futuro a disparar essa sensação&#8230;</p>
<p>4.        4.       &#8230;Quando disser a palavra código, de um passo e entre no círculo.</p>
<p>5.        5.       Intensifique a sensação.</p>
<p>6.        6.       Permaneça no círculo o tempo necessário para experimentar a sensação de ter esses recursos.</p>
<p><strong>Repita ambos os passos mais duas vezes (só para a instalação).</strong></p>
<p>No futuro, quando quiser ter esses recursos ativos e intensos, bastará que imagine que entra no círculo ou que está dentro do mesmo (não importa que seja sentado, parado ou deitado).</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Titulo Original:</strong> http://www.personal.able.es/cm.perez/pnl.htm</p>
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		<item>
		<title>Alinhamento dos Níveis Neurológicos</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/alinhamento-dos-niveis-neurologicos/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/alinhamento-dos-niveis-neurologicos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 15:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[níveis neurológicos]]></category>
<category>confiança</category><category>Níveis Neurológicos</category>
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		<description><![CDATA[O seguinte exercício permite que todos os níveis estejam alinhados, com respeito a um aspecto específico. Sugere-se que peça ajuda a alguém de confiança para que vá lendo os passos (devagar e dando tempo para que execute) ou que grave isso em uma fita cassete[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O seguinte exercício permite que todos os níveis estejam alinhados, com respeito a um aspecto específico. Sugere-se que peça ajuda a alguém de confiança para que vá lendo os passos (devagar e dando tempo para que execute) ou que grave isso em uma fita cassete:</p>
<p style="text-align: justify;">Encontre um espaço que te permita caminhar 5 ou 6 passos. Identifique a atividade ou aspecto específico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.</strong> Pare em um lugar qualquer. Pense por vários segundos em seu ambiente, onde e quando realiza a atividade em que quer ser mais congruente: Lugar, pessoas, objetos, tempos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. </strong> De um passo à frente. Este é o próximo nível. Explore sua conduta. O que estas fazendo realmente? Quais são suas ações, movimentos, gestos, pensamentos?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. </strong> Quando estiver preparado, de outro passo à frente e pense em suas capacidades e habilidades: no como e quais esta usando? Está usando todas as que têm ou só uma parte delas?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4.</strong> De outro passo, e pensa em suas crenças e valores. Por que faz isso? O que é o que te motiva? O que crê das pessoas que estão ao seu redor? O que encontra de valioso nisso que faz? O que é importante para ti dessa situação? Pegue um tempo para pensar nas respostas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5.</strong> De um novo passo à frente e pense em sua identidade. Quem é você? O que te faz único (a), especial? Qual é sua missão na vida? Como sua atividade se conecta com a missão?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6.</strong> De um último passo. Pensa no que te conecta com outros seres viventes. No que te conecta com algo espiritual. Pode incluir se desejar segundo suas crenças religiosas ou filosóficas. Pegue um tempo para pensar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7.</strong> Mantém sua conexão com os pensamentos e de meia volta. Retorne lentamente ao ponto de partida, pare alguns segundos em cada ponto e sinta como se incrementa a conexão e o alinhamento de cada passo com os anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8.</strong> Ao chegar ao último passo, permita por alguns segundos que se completem a integração e o alinhamento.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Equipe Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.personal.able.es/cm.perez/pnl.htm</p>
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		<title>Objetivos Bem Formados</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 20:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[formar objetivos]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
<category>formar objetivos</category><category>linguagem</category>
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		<description><![CDATA[Como deve ter notado, a linguagem afeta nossos pensamentos, condutas e ações. Seria vantajoso para nós entender como o método que utilizamos para estabelecer e obter nossas metas e objetivos são apropriados ou não.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como deve ter notado, a linguagem afeta nossos pensamentos, condutas e ações. Seria vantajoso para nós entender como o método que utilizamos para estabelecer e obter nossas metas e objetivos são apropriados ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">Tipicamente, quando temos problemas obtendo nossos objetivos nos fazemos às seguintes perguntas:</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         O que está mal?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Por que tenho este problema?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         De que maneira me limito e o que posso fazer?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Como este problema me impede de fazer o que eu quero?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         De quem é a culpa por termos este problema?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Qual é o pior momento no qual experimentaste este problema?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Por quanto tempo o tem tido?</p>
<p style="text-align: justify;">Se de conta que estas perguntas tendem a nos guiar a considerar, a quem culpar, o que está mal e nos separa de obter a meta ou o objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AGORA, CONSIDERE AS SEGUINTES PERGUNTAS PARA OBTER UM OBJETIVO BEM FORMADO:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">•         •         O que é que eu quero, realmente?. Se assegure que está definido em resultados positivos. Pense mais no QUE QUER do que no que não quer.</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         O que verei e ouvirei quando estiver obtido o objetivo?. Descreva o objetivo com todos os detalhes sensoriais, quer dizer, com todos os detalhes da visão, ouvido, tato, gosto e olfato.</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Pode ser iniciado e mantido sob minha responsabilidade?.<br />
Qualquer objetivo deve ser iniciado, mantido e promovido por você, o objetivo escolhido deve refletir coisas em que possa influir pessoalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Tem o objetivo o tamanho adequado?. Se for muito grande, se pergunte: O que é o que me impede de alcançá-lo? E converta os problemas em pequenos objetivos, faça-os bastante pequenos e acessíveis. Se for muito pequeno para lhe motivar, pergunte-se, É parte de um objetivo superior?. Por que é importante para mim obter este objetivo?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Como saberei quando obtiver o objetivo?. Qual é a evidência?. Pense na evidência de base sensorial que lhe permitirá saber que obteve o que queria.</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Onde, quando, com quem o quero? Em que contexto?. Imagine o objetivo da maneira mais especifica possível. Uma vez identificado o contexto, pergunte-se: É ecológico o contexto escolhido?. Esta apoiado em informação sensorial?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Como o objetivo escolhido afetará minhas atividades e as atividades de outros? O que ganharei ou perderei? O que ganhará ou perderão outros?. Pese as conseqüências em sua vida e em suas relações se conseguisse seu objetivo. Considere os sentimentos de dúvida que comecem com um &#8220;se, mas”. Que considerações representam estes sentimentos de dúvida? Como poderia trocar seus objetivos para tê-los em conta?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         O que te impede de OBTER O OBJETIVO DESEJADO, AGORA?. Identifique as crenças limitantes. Esta informação tem que estar apoiada em informação e descrita sensorialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Que recursos tenho agora, para obter meu objetivo?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Que recursos necessito a fim de obter meu objetivo?</p>
<p style="text-align: justify;">•         •         Como posso começar a obter meu objetivo e como posso mantê-lo?</p>
<p style="text-align: justify;">Depois destas perguntas o passo mais importante é ATUAR. Toda jornada começa com o primeiro passo.</p>
<p style="text-align: justify;">Note a diferença entre usar a primeira série de perguntas e a última série.</p>
<p style="text-align: justify;">Considere como fazem as diferentes perguntas para alterar como se sente, como troca a direção de sua mente para a solução do problema, e como te inspira.</p>
<p><strong>Tradução</strong> feita pela Equipe Sua Mente.com.br</p>
<p>Titulo Original: http://www.personal.able.es/cm.perez/pnl.htm</p>
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		<title>Exercício de Auto motivação</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/exercicio-de-auto-motivacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 22:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[auto motivação]]></category>
<category>auto motivação</category>
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		<description><![CDATA[Este é um exercício singelo e tremendamente útil. Para fazê-lo com eficácia leia várias vezes o texto, antes de realizar o exercício, para que te familiarize com o conteúdo, a seqüência e os términos.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um exercício singelo e tremendamente útil. Para fazê-lo com eficácia leia várias vezes o texto, antes de realizar o exercício, para que te familiarize com o conteúdo, a seqüência e os términos.</p>
<p>Busque alguém de sua confiança para que leia isso e lhe guie, ou grave em uma fita cassete.</p>
<p>É importante usar uma voz muito suave.</p>
<p>Assegure-se que não haverá distrações nem interrupções. Adote uma posição muito cômoda, a mais cômoda possível (vale estar deitado ou reclinado). Não deve ter nada nas mãos. Preferível não cruzar pernas nem braços.</p>
<p>Feche os olhos e respire com suavidade.</p>
<p>Leia o texto que está escrito. Não introduza mudanças nem modificações, não adicione coisas &#8220;de sua própria cabeça&#8221;.</p>
<p>Faça pausas, para que possa responder a guia.</p>
<p><strong>Auto-Motivação &#8211; Parte 1</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Pense em uma tarefa ou uma atividade que seja realmente atrativa, que deixe você motivado quando a faz. Imagine que está vendo o filme dessa atividade. Note as qualidades da imagem ao pensar nessa tarefa: a cena, a iluminação, o som, os movimentos. Observe uma imagem rica, com muitos detalhes&#8230; OK &#8220;apague o projetor&#8221;.</p>
<p><strong>2. </strong> Descanse e olhe a seu redor, respire tranqüilo.</p>
<p><strong>3.</strong> Agora pense em algo que não desperta nenhum interesse: Note o que sente ao pensar em algo que te é totalmente indiferente. De novo olhe a imagem e suas qualidades&#8230; OK, apague a imagem.</p>
<p><strong>4.</strong> Descanse e olhe a seu redor, respire tranqüilo.</p>
<p><strong>5.</strong> Faça uma comparação entre os dois &#8220;filmes&#8221; e note as diferenças que encontrou nas qualidades das imagens: Iluminação, brilho, cores, tamanho, distância, localização, sons, sensações, etc.</p>
<p><strong>6.</strong> Escreva sua própria lista para que tenha os elementos que sua mente (seu cérebro) utiliza para te indicar que algo é valioso e te motiva. Estas serão suas chaves de motivação.</p>
<p>Pegue agora uma imagem qualquer de uma experiência agradável, prazerosa, que tenha tido. Vais fazer o seguinte jogo com essa imagem:</p>
<p>Troque as características visuais, quer dizer, aumenta ou diminui: Cores/branco e preto, iluminação, brilho, contraste, foco (nitidez), detalhe, tamanho, distância, se a imagem tem borda ou não, localização (acima, abaixo, à frente, etc.), se move ou está parada e proporção. Fique com aquelas mudanças que lhe pareçam mais atrativas, mais agradáveis, mais motivantes.</p>
<p>Faça o mesmo com as características auditivas: Fonte (origem) do som, tonalidade (aguda, grave), som monótono ou melodioso, volume, ritmo (rápido, lento), duração (som contínuo ou intermitente), mono ou estéreo.</p>
<p>E agora com as características kinestésicas (sensações, sentimentos): Qualidade da sensação, intensidade, localização, velocidade, duração.</p>
<p>Fique com a combinação de características que ficou mais atrativa e lhe motivem (as anote). Vai usar elas depois.</p>
<p><strong>Auto-Motivação &#8211; Parte 2</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Pense em algo que você saiba que para você seja valioso fazer, mas que é difícil ou custa muito fazer.</p>
<p><strong>2.</strong> Se concentre e pergunte a todas as suas partes internas, se existi alguma objeção a cumprir com essa tarefa. Se for sensível a essas objeções (de fazê-las). Se não puder satisfazer a objeção com comodidade, ajuste (ou troque) a tarefa de maneira que não existam objeções.</p>
<p><strong>3.</strong> Pense nas conseqüências de fazer a tarefa, não no trabalho de fazê-la. Pense nos benefícios que obterá uma vez que esteja completada. Pense em seu ganho.</p>
<p><strong>4.</strong> Agora, use a lista de elementos que encontrou no exercício anterior, os que anotou. Lembre que são os mais atrativos e motivantes. Use-os para trocar o que pensa a respeito de ter essa tarefa feita, completada. Coloque na tarefa os elementos visuais, auditivos e kinestésicos que anotou. Continue fazendo isto até que se sinta fortemente atraído, motivado, a realizar essa tarefa.</p>
<p><strong>Auto-Motivação &#8211; Parte 3</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Fique numa posição cômoda. Dirija seu olhar para a direita, um pouco para cima. Imagine que vê uma pessoa igual a ti, a curta distância. Este &#8220;outro você&#8221; fará o exercício, enquanto você o observa. Somente quando estiver completamente satisfeito com o processo, vai ser que as habilidades irão se integrar a ti. Para te assegurar de que assim será, possivelmente você gostaria de imaginar que está infiltrado dentro de uma borbulha de plexiglás, para que realmente esteja separado das atividades que vai fazer seu outro eu.</p>
<p><strong>2.</strong> Escolha algo que você quer ser capaz de se motivar a fazer. Para este exercício, escolha algo bem simples, como limpar seu quarto, ou acomodar seu closet. Algo que você não goste muito de fazer, mas deseja muito que seja completado, devido aos benefícios que obterá como resultado.</p>
<p><strong>3.</strong> Observe a seu outro eu e olhe o que verá quando a tarefa tenha sido realizada, incluindo as conseqüências positivas, os benefícios diretos e imediatos e os futuros.</p>
<p><strong>4.</strong> Agora, olhe a esse &#8220;outro você&#8221; fazendo a tarefa com facilidade. Enquanto o &#8220;outro você&#8221; a faz, mantenha-se olhando a imagem da tarefa terminada e se sinta bem como resposta ao vê-la totalmente completada. Note como a voz interna do &#8220;outro você&#8221; é estimulante e se lembre das recompensas futuras e o que até o momento obtiveste com respeito ao objetivo. Finalmente, vá ao &#8220;outro você&#8221; encantado de ter terminado e desfrutando da recompensa obtida por uma tarefa que já se completou.</p>
<p><strong>5.</strong> Se o que você vê não te satisfaz por completo, deixe que uma suave neblina cubra por um momento a imagem, enquanto seu inconsciente faz os ajustes que sejam apropriados. Em alguns segundos, quando a neblina desaparecer, verá os ajustes, que serão satisfatórios para você (pausa…).</p>
<p><strong>6.</strong> Agora que tem a completa satisfação, permita que a borbulha de plexiglás desapareça. Pegue a imagem do seu “outro eu” que tem todas essas aprendizagens e deslize ela para você. Pode, se for cômodo para você, estender seus braços, pegar a imagem, trazê-la para você, e integrá-la contigo. Algumas pessoas sentem um estremecimento (ou se &#8220;arrepiam&#8221;) ou uma liberação de energia, ao fazer isto.</p>
<p><strong>7.</strong> Finalmente, pegue um momento adicional para que pense quando será a próxima ocasião em que terá que realizar a tarefa para a qual acaba de se auto-motivar a completá-la&#8230;</p>
<p><strong>Tradução feita pela Equipe Sua Mente.com.br</strong></p>
<p>Titulo Original: http://www.personal.able.es/cm.perez/pnl.htm</p>
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		<title>Botões automáticos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 01:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
<category>PNL</category><category>programação neurolinguistica</category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma das ferramentas clássicas da PNL. Sua gama de aplicação é ampla: foi utilizado para tratar uma ampla variedade de condutas não desejadas. Tipicamente, os botões automáticos foram aplicados com boa percentagem de êxitos, para o controle de hábitos (comer as unhas, fumar, comer em excesso, etc).</p>
<p>Quanto ao controle de emoções, esta ferramenta será muito útil para situações do tipo &#8220;ante determinado estímulo ou contexto, tenho uma conduta que não queria ter&#8221;. Por exemplo: &#8220;Quando me contradizem em público, me da raiva&#8221; ou &#8220;Me emociono demais (por exemplo, me da água nos olhos) quando tenho que parabenizar alguém&#8221;.</p>
<p>Leitor, note o seguinte: O que o botão trabalha é uma mudança de conduta. Se por exemplo se tratasse de diminuir o peso, o botão pode ajudar a trocar a conduta de comer em excesso, mas se alguém tratasse de usar o botão para modificar sua imagem física (de &#8220;gordo&#8221; a &#8220;magro&#8221;) provavelmente não vai funcionar.</p>
<p><strong>Eis aqui uma das versões singelas</strong></p>
<p>•         •         Escolha a conduta que deseja trocar (Lembre: A conduta).</p>
<p>•         •         Imagine que já superou a situação: Escolha a conduta que terá uma vez superada a situação.</p>
<p>•         •         Imagine que daqui, de onde está sentado/a, vê projetada na parede, tua imagem com a conduta que até hoje tinha tido (a que não deseja mais). Se assegure de que a imagem seja pequena (digamos do tamanho de um caderno) e que tem alguma marca ao redor. Esta é a imagem &#8220;1&#8243;. Agora ponha a tela em branco.</p>
<p>•         •         Agora crie uma imagem do que será sua conduta no futuro, a partir de hoje. Esta imagem é brilhante, iluminada. Se dê conta das sensações que te produz ver esta imagem. Se assegure de que te geram sensações agradáveis, positivas (em caso contrário, faça os ajustes que cria convenientes). Esta é a imagem &#8220;2&#8243;. Ponha a tela em branco.</p>
<p>•         •         Enquanto permanece ali em seu lugar, volte a projetar na tela, a imagem da conduta que vai trocar&#8230; E em um dos vértices inferiores (a que você desejar) coloque em um quadrinho pequeno, como de dois ou três centímetros, a imagem que criou do que será sua conduta futura. Esta imagem pequenina estará obscura.</p>
<p>•         •         Muito bem. Agora fará o seguinte: Simultaneamente vais obscurecer e fazer pequena a imagem grande &#8211; a Nº 1-, enquanto faz grande e brilhante a Nº 2. Para que pratique, faça devagar (e de uma vez só faça um lento som &#8220;swiiiisshhh&#8221;. Faz este som em voz alta)&#8230; Muito bem. Ponha a tela em branco.</p>
<p>Agora, faça-o um pouco mais rápido: Reduz e obscurece a imagem 1 e aumenta e de uma vez só deixe brilhante a imagem 2: swiisshh!. muito bem. Ponha a tela em branco (P.B.)</p>
<p>•         •         Agora que já sabe fazer, vai fazer ele muito rápido seis vezes: swish!, P.B., swish!, P.B., swish!, P.B., swish!, P.B., swish!, P.B., swish!</p>
<p>•         •         Verificação: Pensa na primeira imagem: O que acontece? A resposta típica é que fica muito difícil ou impossível formar a primeira imagem ou que a imagem é difusa, obscura. Ou se a forma, não há sensação de desagrado, a não ser neutra.</p>
<p>NOTA: Este exercício pode ser feito por você mesmo, ou peça para alguém que vá lendo os passos. Também pode gravá-lo em uma fita cassete.</p>
<p><strong>Traduzido pela Equipe Sua Mente.com.br</strong></p>
<p>Referência: http://www.personal.able.es/cm.perez/pnl.htm</p>
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		<title>Desenvolvimento da Auto-estima</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/desenvolvimento-da-auto-estima/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 23:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento da auto-estima]]></category>
<category>desenvolvimento da auto-estima</category><category>técnicas de pnl</category>
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		<description><![CDATA[Este é um exercício singelo e tremendamente útil e efetivo. Vai te fazer se sentir bem. Pratique-o todas as vezes que quiser![...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um exercício singelo e tremendamente útil e efetivo. Vai te fazer se sentir bem. Pratique-o todas as vezes que quiser!</p>
<p><strong>1. </strong>Faça uma imagem mental de ti mesmo. Pensa em como se vê. Como é a imagem? (Forte ou débil, grande ou pequena, com ou sem movimento, brilhante ou obscura&#8230;). Em resumo: É positiva ou negativa?</p>
<p><strong>2. </strong>Elimine o negativo: Por exemplo: Se vir uma imagem que não obtém metas, troque-a. Se sua imagem física não for o que você quer, ajuste-a, etc.</p>
<p>Deixe que a imagem represente seus pontos fortes, suas melhores habilidades, que se veja como quando obtiveste uma meta que tinha desejado muito.</p>
<p><strong>3.</strong> Faça mudanças na imagem que sejam muito atrativas e motivadoras para você, por exemplo: Deixe ela grande, brilhante, em cores, em três dimensões, com movimento. Adiciona tudo aquilo que a faça mais atrativa e que te estimule a atuar. Pode provar e ir fazendo ajustes, até que se sinta bem satisfeito, com mudanças nos seguintes parâmetros:</p>
<p><strong>Visual:</strong></p>
<p>Cor / Branco e negro<br />
Brilho<br />
Contraste<br />
Foco<br />
Plano/ Três dimensões<br />
Detalhes<br />
Tamanho<br />
Distância<br />
Localização<br />
Movimento (ou não)</p>
<p><strong>Auditivo:</strong></p>
<p>De onde vem (o som)<br />
Tom<br />
Volume<br />
Melodia<br />
Ritmo<br />
Duração</p>
<p><strong>Cinestésica:</strong></p>
<p>Tipo se sensação (calor, frio, tensão&#8230;)<br />
Intensidade<br />
Lugar<br />
Move-se? (A sensação)<br />
Contínua ou intermitente<br />
Lenta ou rápida</p>
<p><strong>4.</strong> Como se sente com a nova imagem? A maioria das pessoas que pegam um tempo para fazer este singelo exercício, descobrem que sua sensação de auto-estima melhora notavelmente. Descobriu-se que quando as imagens que uma pessoa tem de si mesma, são positivas e intensas, sentem uma grande auto-estima.</p>
<p><strong>Tradução: Equipe Sua Mente.com.br</strong></p>
<p>Titulo Original: http://www.personal.able.es/cm.perez/pnl.htm</p>
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		<title>Lista de Submodalidades</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/lista-de-submodalidades/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 20:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
		<category><![CDATA[submodalidades]]></category>
<category>pnl</category><category>programação neurolinguistica</category><category>submodalidades</category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Sara Lindener</p>
<p>Muito se fala das submodalidades quando falamos da PNL. As submodalidades são as variáveis que definem a diferença na informação interna que processamos quando pensamos de forma visual, auditiva ou cinestésica. Igual quando o diretor de cinema muda a iluminação ou o ângulo da sua câmera, ou nos faz escutar uma determinada música ou ruídos dependendo dos sentimentos que se queira despertar em nós, nossa mente joga com diferentes qualidades às quais chamamos de submodalidades. Apresentamos aqui uma lista de submodalidades visuais, auditivas e cinestésicas, assim como uma relação de perguntas para detectar submodalidades.</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/Tecnicas_de_pnl/lista_de_submodaldiades/tab7.JPG" border="0" alt=" Lista de Submodalidades" width="601" height="634" title="Lista de Submodalidades" /></p>
<p>Você deve fazer as seguintes perguntas para detectar submodalidades:</p>
<p><strong>Visual </strong></p>
<p>- Colorido &#8211; branca e preta: É colorido ou esta em branco e preto? Que gama de cor tem? São cores vivas ou difusas?</p>
<p>- Brilho: É mais brilhante ou mais escura?</p>
<p>- Contraste: Há muito ou pouco contraste?</p>
<p>- Foco: Está focado ou desfocado?</p>
<p>- Textura: A imagem é lisa ou rugosa?</p>
<p>- Detalhe: há detalhes de fundo? Você vê os detalhes em uma parte de tudo ou necessita mudar o foco para vê-lo?</p>
<p>- Distância: Qual a distancia da imagem?</p>
<p>- Forma: Que forma tem a imagem? (quadrada, retangular, redonda, oval, vertical-horizontal&#8230;)</p>
<p>- moldura: Há uma moldura ou uma extensão ao redor da imagem? Que cor tem? Qual é seu tamanho?</p>
<p>- Localização: Onde está situada a imagem, em cima, abaixo, de lado, ou outro..?</p>
<p><strong>Movimento da imagem: </strong></p>
<p>- Na imagem: É um filme ou uma foto fixa? Tem movimento normal, rápido ou lento?</p>
<p>- Fora da imagem: A imagem é estável? Para que direção se movimenta?</p>
<p>- Orientação: A imagem está centrada?</p>
<p>- Associada-dissociada: Você vê a ti mesmo ou você vê o que você tem na frente?</p>
<p>- Perspectiva: De qual perspectiva você se vê? Se for associada, você vê a ti mesmo de que ângulo, da direita ou da esquerda?</p>
<p>- Proporção: As pessoas e as coisas têm proporção?</p>
<p>- Dimensão: São duas ou três dimensões, isto é, é plano ou tem volume? Da pra se tocar?</p>
<p>- Singular-plural: Há uma ou várias imagens? Você vê todas ao mesmo tempo ou uma após outra?</p>
<p><strong>Auditivo: </strong></p>
<p>- Localização: Ouve-se de dentro para fora ou ao contrario? De onde vem o som?</p>
<p>- Tom: Está alto ou baixo?</p>
<p>- Tonalidade: Qual é a tonalidade, nasal, chiando, fina&#8230;?</p>
<p>- Melodia: É um som monótono ou melódico?</p>
<p>- Inflexão: Há alguma parte acentuada?</p>
<p>- Volume: Qual a altura?</p>
<p>- Tempo: É rápido ou lento?</p>
<p>- Ritmo: Tem um compasso ou uma cadência?</p>
<p>- Duração: É contínuo ou intermitente?</p>
<p>- Mono-Stereo: Se ouve de um ouvido ou dos dois? É direcional ou envolvente?</p>
<p><strong>Cinestesico: </strong></p>
<p>- Qualidade: Como descreveria a sensação corporal? Há tremor? É quente, fria, tensa, confusa..?</p>
<p>- Intensidade: A sensação é forte?</p>
<p>- Localização: Em que parte do corpo você sente? Mostre com tuas mãos.</p>
<p>- Movimento: Há sensação de movimento? É contínuo ou vem em ondas? Há pulsações, saltos, movimentos rápidos e repentinos?</p>
<p>- Direção: Onde começa a sensação? Como se desloca do lugar de origem até o lugar no qual você é mais consciente dele?</p>
<p>- Velocidade: Tem uma progressão rápida e pausada ou se movimenta velozmente?</p>
<p>- Duração: É contínua ou intermitente?</p>
<p><strong>Traduzido pela Equipe Sua Mente.com.br</strong></p>
<p>Titulo Original: http://www.pnlnet.com/chasq/a/239</p>
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		<title>Switch Auditivo</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/switch-auditivo/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 20:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[switch auditivo]]></category>
<category>pnl</category><category>switch auditivo</category><category>técnicas de pnl</category>
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		<description><![CDATA[Todos ouvimos falar do switch visual, uma técnica clássica dentro da PNL. Menos conhecido é o switch auditivo e dele que vamos falar agora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ricardo Ros</p>
<p>Todos ouvimos falar do switch visual, uma técnica clássica dentro da PNL. Menos conhecido é o switch auditivo e dele que vamos falar agora.</p>
<p>O switch visual consiste em interrelacionar uma imagem associada negativa com uma imagem dissociada que produza respostas positivas no individuo. Orienta-se a pessoa que ponha mais brilho a imagem do conflito e que trate de sentir o máximo possível a sensação desagradável. Uma vez que consiga essa sensação, pedimos para que se abra uma pequena janela em um dos ângulos e que projete essa janela à outra imagem dissociada que lhe produz uma sensação positiva e que, uma vez que a tenha projetado na tela, aumente rapidamente até ocupar toda a tela e, por tanto, tampe a outra imagem negativa. O ideal é que se repita esta operação umas cinco vezes, abrindo os olhos com intervalos entre uma e outra, para evitar que realize uma operação de duplo sentido. Se o fizer bem, a intensidade da sensação negativa irá diminuindo até desaparecer. É fundamental que  a primeira imagem seja associada à segunda dissociada. </p>
<p>O switch Auditivo se utiliza quando a pessoa tem uma sensação negativa que é disparada por uma mensagem auditiva interna. Trata-se de relacionar uma mensagem auditiva associada com outras mensagens dissociadas. Vejamos um exemplo:</p>
<p>A pessoa sente angustia quando interiormente se diz a frase “não vou enjoar com a maré, estou bem”. As submodalidades auditivas que estão codificando a sensação podem ser, por exemplo, o tom e a velocidade. Se a pessoa diz que ouve essa mensagem com um tom agudo e rápido, por exemplo, se pedimos a ela que olhe interiormente a mensagem “tal como lhe venha à cabeça” e que depois voluntariamente lhe ponha um tom grave e lento, eu lhes peço que utilizem vozes familiares de personagens de TV.</p>
<p>“Quero que escute essa frase duas vezes, a primeira com o tom que lhe vir à cabeça e a segunda com a voz de um Urso Yogui muito lento”. O ideal é que repita a operação umas cinco vezes, com intervalos entre uma e outra. Os tons começarão a misturar-se e no final ficará codificado um intermédio sem nenhuma significação emocional. É preciso estar atento em buscar as submodalidades contrarias as que esta codificando como negativas.</p>
<p>Traduzido pela Equipe Sua Mente.com.br</p>
<p>Titulo Original: http://www.pnlnet.com/chasq/a/6</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A carta do Futuro (Alcançando a sua meta)</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-carta-do-futuro-alcancando-a-sua-meta/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/a-carta-do-futuro-alcancando-a-sua-meta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:49:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[alcançar metas]]></category>
		<category><![CDATA[exercício de pnl]]></category>
		<category><![CDATA[metas]]></category>
		<category><![CDATA[resolver problemas]]></category>
<category>alcançar metas</category><category>exercício de pnl</category><category>metas</category><category>resolver problemas</category>
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		<description><![CDATA[1. O que está acontecendo com você agora?
2. O que você realmente deseja que aconteça com você nesse instante? (use uma frase positiva, esta é a sua meta)
3. Quando foi a primeira vez que você tomou consciência de querer alcançar esta meta?
4. O que você vem fazendo para alcançar a sua meta?
5. O que você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong> O que está acontecendo com você agora?</p>
<p><strong>2.</strong> O que você realmente deseja que aconteça com você nesse instante? (use uma frase positiva, esta é a sua meta)</p>
<p><strong>3.</strong> Quando foi a primeira vez que você tomou consciência de querer alcançar esta meta?</p>
<p><strong>4.</strong> O que você vem fazendo para alcançar a sua meta?</p>
<p><strong>5.</strong> O que você quer continuar a fazer e faz isso apoiando a sua meta?</p>
<p>Escolha um momento no futuro, pode ser 5, 10, 15, 20 anos, veja qual é o período mais curto ou longo que seja significativo para você. Coloque a data no inicio da carta imaginando esta data futura. Imagine que estes anos se passaram e você está escrevendo a um amigo (pense em alguém que você conheça e que seja similar a você).</p>
<p>No nome da saudação coloque o nome do seu amigo, &#8220;Caro (nome do amigo)&#8221;. Ou se preferir você pode escrever a outras pessoas que você se sinta bem, que se lembre confortavelmente delas.</p>
<p>A finalidade da carta do futuro é escrevê-la para alguém que você realmente sabe que pode confiar e faz muita diferença para você, isto vai reforçar psicologicamente o realismo da carta a um nível consciente e inconsciente. Imagine que neste futuro no qual você descreve a carta, tenha se resolvido ou encontrado uma maneira de lidar com quaisquer problemas que lhe preocupam neste momento presente.</p>
<p>Descreva o que te ajudou a resolver esses problemas. Na hora de escrever a carta, você estará vivendo uma vida maravilhosa, alegre e saudável, o tipo de vida que você gostaria de viver. Descreva como você está gastando seu tempo, onde vive,<br />
o seu relacionamento, suas crenças, e as reflexões sobre o passado e o futuro. Você deve ir para o máximo de detalhes possíveis e não deve se preocupar com a praticidade ou &#8220;realidade&#8221; das diferentes idéias e pensamentos que vão surgindo em sua mente ao descrever esse futuro que você deseja.</p>
<p>Se você se sentir surpreso, se divertir, deliciar-se, e especialmente se você estiver rindo da forma que você está escrevendo a carta, você está no caminho certo&#8230;</p>
<p>por Yvonne Dolan, www.nlpand.co.uk</p>
<p>Tradução: www.suamente.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As crenças e os meta-modelos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnica pnl]]></category>
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<category>crenças</category><category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>meta-modelo</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Crenças residem na maioria dos padrões do Meta Modelo.
É quase óbvio que quando você expõe o padrão de Meta modelo irá revelar uma crença.
 Pegue algo que você está lutando para conseguir, e trabalhe através das seguintes perguntas.



Se eu não conseguir este   		..

Se eu conseguir este …


Eliminações



Vou ser um melhor / um pior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="Style10" align="justify">Crenças residem na maioria dos padrões do Meta Modelo.</p>
<p class="Style10" align="justify">É quase óbvio que quando você expõe o padrão de Meta modelo irá revelar uma crença.</p>
<p class="Style10" align="justify"><span class="Style10"> Pegue algo que você está lutando para conseguir, e trabalhe através das seguintes perguntas.</span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Se eu não conseguir este   		..</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Se eu conseguir este …</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="3" width="491" valign="top">Eliminações</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Vou ser um melhor / um pior &#8230; um mais / um menos&#8230;</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Vou tornar-me um / uma …</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="3" width="491" valign="top">Generalizações</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Eu devo / Eu devia …</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Eu já não posso …</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Eu nunca / sempre …</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="3" width="491" valign="top">Distorções</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Será um bom / um mau…; um pobre / um grande …</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">As pessoas vão pensar que estou   		…</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Será porque… e porque…</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
<td class="Style10" width="164" valign="top">Isso significa que… e também   		…</td>
<td class="Style10" width="164" valign="top"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="Style10" align="justify">Eu ficaria muito satisfeito em ouvir da sua parte em relação a sua experiência de trabalho com esse modelo. Envie-me e-mail para admin@nlpand.co.uk</p>
<p>por Fran Burgess, www.nlpand.co.uk</p>
<p>Tradução: www.suamente.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exercício de Pressupostos da PNL</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[exercicios pnl]]></category>
		<category><![CDATA[pressupostos pnl]]></category>
		<category><![CDATA[tecnica pnl]]></category>
		<category><![CDATA[tecnicas pnl]]></category>
<category>exercicios pnl</category><category>pressupostos pnl</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Não
Enviado por: Rodrigo Zambon
1 – Escolha uma situação problema, como desconforto no relacionamento.
2 – De meta-posição, faça um BFO (Boa Formulação de Objetivos) da situação desejável, através do visual construído, percebendo a situação com VAK (ver, ouvir, sentir intensamente a situação).
3 – Determine um espaço para a situação problema e escolha mais cinco espaços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Não</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>1 –</strong> Escolha uma situação problema, como desconforto no relacionamento.</p>
<p><strong>2 –</strong> De meta-posição, faça um BFO (Boa Formulação de Objetivos) da situação desejável, através do visual construído, percebendo a situação com VAK (ver, ouvir, sentir intensamente a situação).</p>
<p><strong>3 –</strong> Determine um espaço para a situação problema e escolha mais cinco espaços para representar os pressupostos da PNL. Como mostra a figura abaixo:<br />
Exercício de Pressupostos da PNL</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/Tecnicas_de_pnl/exercicio_de_pressupostos_da_pnl/press.gif" border="0" alt="press Exercício de Pressupostos da PNL" width="450" height="360" title="Exercício de Pressupostos da PNL" /></p>
<p><strong>4 –</strong> Acesse a situação problema e o contexto no qual ela ocorreu, vendo, ouvindo e sentindo (VAK).</p>
<p><strong>5 –</strong> Caminhe em cada um dos espaços de pressuposição, percebendo inteiramente a situação através dos filtros de cada pressuposição, usando VAK.</p>
<p>Observação: A Ecologia deve ser por último.</p>
<p><strong>6 –</strong> Acesse a pressuposição inteiramente e vá para o espaço da situação problema acrescentando a ele o recurso da pressuposição e perceba como fica.</p>
<p><strong>Representação – Mapa não é território:</strong><br />
Perceba como você está representando a situação. Experimente mudar essa representação, vendo, ouvindo e sentindo, modificando a situação, a pessoa, de várias formas (VAK).</p>
<p><strong>Confiança da Competência:</strong><br />
As pessoas têm todos os recursos que necessitam para lidar com as situações. Experimente a situação confiando na competência da pessoa, acreditando nos seus recursos internos, vivenciando plenamente a situação (VAK).</p>
<p><strong>Flexibilidade:</strong><br />
Busque três outras formas diferentes para lidar com a situação, pois variando comportamentos e ações pode-se alcançar melhores resultados. Experimente cada situação intensamente (VAK).</p>
<p><strong>Intenção Positiva:</strong><br />
Todo comportamento tem uma intenção positiva para quem o pratica. Identifique a intenção positiva do outro, separe o comportamento dessa intenção e fique com a intenção.</p>
<p><strong>Ecologia:</strong><br />
Verifique a ecologia interna, entrando em contato com todas as partes integrantes do seu ser. Perceba se estão apoiando essas mudanças, se estão congruentes com a sua nova percepção da situação.</p>
<p>Verifique, ainda, a ecologia externa. Perceba como essas mudanças ficam em relação às outras pessoas (VAK).</p>
<p><strong>7 –</strong> Ao final, faça a ponte para o futuro e perceba se houve mudanças internas em relação à situação.</p>
<p><strong>8 –</strong> Pergunte como seria se a pessoa entrasse no recinto naquele momento.</p>
<p>Fonte: Indesp &#8211; Instituto de Desenvolvimento Pessoal</p>
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		<title>Mudança de História Pessoal na Linha do Tempo</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Não
Enviado por: Rodrigo Zambon
1 - O explorador estabelece uma linha de tempo e fica na linha no presente, associando-se a uma sensação ou resposta indesejada e recorrente que gostaria de modificar. O Guia cria uma âncora cinestésica da sensação.
2 - Segurando a âncora, o guia pede que o explorador ande para trás, usando esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Não</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>1 -</strong> O explorador estabelece uma linha de tempo e fica na linha no presente, associando-se a uma sensação ou resposta indesejada e recorrente que gostaria de modificar. O Guia cria uma âncora cinestésica da sensação.</p>
<p><strong>2 -</strong> Segurando a âncora, o guia pede que o explorador ande para trás, usando esta sensação como um guia para voltar no tempo, encontrando outras vezes que teve essa sensação ou resposta. O explorador mantem-se associado nas experiências. Quando houver uma intensificação da fisiologia associada os estado problema, o guia pede que o explorador note o que está se passando com ele nesse momento. O explorador continua andando para trás até que encontre a primeira vez (ou a mais intensa vez) que teve a sensação. O explorador dá mais uma passo para trás para ter certeza que encontrou o começo da “programação mental” e a fisiologia da sensação negativa deve desaparecer.</p>
<p><strong>3 -</strong> Explorador desassocie-se desta experiência e vai para uma meta-posição fora da linha do tempo, ao lado do presente, numa perspectiva “através do tempo”. O guia ajuda o explorador a entender que ele fez o melhor possível com os recursos e mapa de mundo que tinha naquele momento e que agora, mais madura, já tem muitos recursos e uma compreensão maio que não tinha quando o estado problemático começou.</p>
<p><strong>4 -</strong> O guia ajuda o explorador a identificar o recurso que precisava nas situações do passado que faria com que pudesse responder mais adequadamente. Ainda em meta-posição, o guia ajuda o explorador a encontrar uma forte experiência de referência para o recurso e em seguida, cria uma âncora cinestésica para o estado de recursos. Pode-se fazer uma pilha de âncoras.</p>
<p><strong>5 -</strong> Segurando esta âncora, o guia leva o explorador de volta para a linha do tempo, para um espaço logo antes da primeira experiência. Enquanto o guia segura a âncora, o explorador anda para frente na sua linha de tempo. A “Mudança de História” se dá à medida que o explorador revivencia as experiências, só que desta vez com o recurso presente, criando uma nova experiência satisfatória, voltando no tempo até o presente.</p>
<p><strong>6 -</strong> Quando tiver alterado as experiências do passado a contento, o explorador vai para meta-posição e lembra destas experiências sem a âncora de recursos, como um teste. Se as memórias subjetivas não foram alteradas, repita o processo com recursos mais intensos e apropriados.<br />
<strong><br />
7 -</strong> Quando, finalmente, as experiências do passado foram realmente alteradas, o guia pede que o explorador faça uma ponte ao futuro, o explorador se coloca mentalmente numa situação que antigamente provocava a reação antiga. Se já houve uma generalização da aprendizagem, a fisiologia associada aos recursos deve se manifestar. Caso o explorador na demonstre essa fisiologia, descubra quais os recursos necessários serão importantes a acrescentar e volte a introduzi-los na linha do tempo atpe que se obtenha um resultado satisfatório.</p>
<p><strong>Sobre a Autora</strong></p>
<p>Arline Davis é americana, bióloga pela University of California, estuda comportamento humano há mais de 25 anos. Ministra seminários internacionalmente. Radicada há 17 anos no Brasil. Master Trainer em Programação Neurolinguística (PNL), formada com os criadores desta tecnologia de excelência humana. Diretora do Instituto Núcleo Pensamento &#038; Ação.</p>
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		</item>
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		<title>A Visualização como prática Wicca e Pagã</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-visualizacao-como-pratica-wicca-e-paga/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
A Visualização como prática Wicca e Pagã
por Roberto Dantas &#8211; roberto@mx8.com.br
Ver além do que se vê&#8230; Ver, mas não com os olhos&#8230; Ver com a mente&#8230; A prática da visualização, muito em moda nas várias correntes da chamada &#8220;nova era&#8221;, já era utilizada nos rituais pagãos e é uma prática xamânica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p>A Visualização como prática Wicca e Pagã<br />
por Roberto Dantas &#8211; roberto@mx8.com.br</p>
<p>Ver além do que se vê&#8230; Ver, mas não com os olhos&#8230; Ver com a mente&#8230; A prática da visualização, muito em moda nas várias correntes da chamada &#8220;nova era&#8221;, já era utilizada nos rituais pagãos e é uma prática xamânica que acompanha o homem desde o início de sua existência.</p>
<p>&#8220;A força do pensamento positivo&#8221;, os exercícios de PNL e técnicas de &#8220;auto-ajuda&#8221;, hipnose e as chamadas &#8220;psicoterapias do ego&#8221;, as técnicas de desdobramento, autosugestões para o sonho, análise de sonhos (xamãs e hunas), viagem astral, técnicas de proteção psíquica, já eram praticadas por druidas, wiccas, bruxos, magos e xamãs urbanos, fossem eles adeptos da magia natural ou da teurgia (magia cerimonial).</p>
<p>A abertura do círculo mágico, por exemplo, faz-se através de visualização com o objetivo de abrir-se, na realidade, o círculo de proteção no astral, fazendo-se &#8220;em cima assim como embaixo&#8221; (com explica o clássico &#8220;The Kabalion&#8221;). Ver com a mente e viver (também) no &#8220;mundo real&#8221; e não somente no &#8220;mundo fenomênico&#8221; (nosso mundo empírico), é a base de toda a magia. A magia é fundamentada em realmente viver o &#8220;outro lado da vida&#8221; paralelamente à nossa vida cotidiana e material dando, desta forma, alimento ao nosso ser de forma integral e interagindo com as forças de nossa natureza e do Todo, trazendo desta forma o equilíbrio físico e emocional que tanto buscamos.</p>
<p>Todos temos a habilidade de ver com a mente, mas acabamos atrofiando-a pela falta de uso. A boa notícia é que por ser uma habilidade intrínseca do ser humano podemos ainda voltar a ter o controle sobre nosso ser de forma holística (mente, corpo e espirito), através da visualização e das práticas pagãs. Técnicas como &#8220;Visualização Criativa&#8221; ou &#8220;Imaginação Ativa&#8221;, PNL, etc, onde criamos imagens na mente que, de algum modo, cria energia no universo e se manifesta, têm seus fundamentos na magia e são praticadas pelos wiccas, druidas e xamãs urbanos de hoje.</p>
<p>Outro aspecto interessante é como a magia e o paganismo estão muito presentes no cotidiano dos brasileiros como, por exemplo, as simpatias que têm origem em rituais pagãos sul-americanos (indígenas) e europeus (bruxaria portuguesa, italiana e inglesa).</p>
<p>As festas juninas são um ótimo exemplo de como os rituais pagãos com fogueira e práticas de magia numa noite de poder, fazem parte de nossa vida cotidiana sem que muita gente perceba.</p>
<p>Um exercício prático e muito benéfico de visualização que pode ser praticado por iniciantes é o da &#8220;criação&#8221;:</p>
<p><strong>1.</strong> Pense em algo que queira criar em sua vida. Pode ser algo material como comprar um carro ou imaterial como uma característica de personalidade que deseja adquirir.</p>
<p><strong>2.</strong> Visualize agora os 4 estágios da criação de uma planta: preparar o solo, semear, regar, colher.</p>
<p><strong>3.</strong> Mantenha as imagens na mente, associando-as a atitudes relacionadas ao objetivo do ítem 1.</p>
<p><strong>4.</strong> Todas as noites nos últimos minutos de vigília (antes do sono), visualize os 4 estágios da criação do objetivo que quer alcançar e pratique isso por 21 dias (3 ciclos de 7 dias).</p>
<p>Mas&#8230; esteja certo sobre o que deseja criar. Peça algo que seja benéfico para todos, que não interfira no livre arbítrio de ninguém, que não destrua a natureza e ainda, que seja um desejo &#8220;responsável&#8221;, pois certamente ele vai se realizar!</p>
<p>Paz profunda!</p>
<p>Fonte: somostodosum.ig.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Negociação Entre Partes &#8211; Interrupção Recíproca</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/negociacao-entre-partes-interrupcao-reciproca/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/negociacao-entre-partes-interrupcao-reciproca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnica pnl]]></category>
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<category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>negociação</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
Passos:
1. Pergunte à parte que está sendo interrompida &#8211; &#8220;X&#8221;:
a) &#8220;Qual é sua função positiva?&#8221;
b) &#8220;Que parte está interrompendo você?&#8221; (&#8221;Y&#8221;)
2. Faça as mesmas perguntas à parte &#8220;Y&#8221;.
3. Confirmada a reciprocidade ocasional das interrupções, é hora de negociar um acordo condicional:
a) Pergunte à parte &#8220;Y&#8221; se ela considera sua função importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>Passos:</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Pergunte à parte que está sendo interrompida &#8211; &#8220;X&#8221;:</p>
<p><strong>a)</strong> &#8220;Qual é sua função positiva?&#8221;</p>
<p><strong>b)</strong> &#8220;Que parte está interrompendo você?&#8221; (&#8221;Y&#8221;)</p>
<p><strong>2.</strong> Faça as mesmas perguntas à parte &#8220;Y&#8221;.</p>
<p><strong>3.</strong> Confirmada a reciprocidade ocasional das interrupções, é hora de negociar um acordo condicional:</p>
<p><strong>a)</strong> Pergunte à parte &#8220;Y&#8221; se ela considera sua função importante o bastante para deixar de interromper o comportamento da parte &#8220;X&#8221; em ação, desde que também seja interrompida por &#8220;X&#8221;, quando de sua vez.</p>
<p><strong>b)</strong> Faça a mesma indagação à parte &#8220;X&#8221;.</p>
<p><strong>4.</strong> Acordo: Peça a cada parte que cumpra, por certo tempo, o acima estipulado. Se houver relutância ou insatisfação, volte a negociar.</p>
<p><strong>5</strong>. Teste a ecologia: &#8220;Há outras partes envolvidas na interrupção ou dela se valendo?&#8221; Se houver, negocie com cada uma delas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A ESTRATÉGIA DAS PESSOAS NATURALMENTE ESBELTAS</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-estrategia-das-pessoas-naturalmente-esbeltas/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
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		<category><![CDATA[regim]]></category>
		<category><![CDATA[tecnica pnl]]></category>
		<category><![CDATA[tecnicas pnl]]></category>
<category>emagrecer</category><category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>perder peso</category><category>regim</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[
Parte 1
Talvez você esteja fazendo ou já tenha feito regime para emagrecer, ou tenha amigos ou parentes que tentam sem cessar perder peso e mantê-lo. Muitas pessoas que fazem regime lutam a vida toda para perder peso, enquanto outras mantêm-se esbelta sem nenhum esforço.
Fatores para a perda de peso
Problemas de peso podem resultar de inúmeras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_1738'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 1</b></span></p>
<p>Talvez você esteja fazendo ou já tenha feito regime para emagrecer, ou tenha amigos ou parentes que tentam sem cessar perder peso e mantê-lo. Muitas pessoas que fazem regime lutam a vida toda para perder peso, enquanto outras mantêm-se esbelta sem nenhum esforço.</p>
<p><strong>Fatores para a perda de peso</strong></p>
<p>Problemas de peso podem resultar de inúmeras causas. Um dos pontos básico para facilitar a perda de peso é adotar a estratégia das pessoas naturalmente esbeltas que será apresentada posteriormente neste capítulo. Se quiser perder peso, talvez esta estratégia alimentar seja a única coisa que lhe falta. Pelo menos, será um primeiro passo para você se tornar uma pessoa naturalmente esbelta. Algumas pessoas que querem perder peso já possuem esta estratégia. Precisam apenas de outras mudanças para torna<br />
possível a perda de peso. Em outros casos, aprender esta estratégia alimentar é um passo importante, mas são também necessárias outras mudanças.</p>
<p>Por exemplo, as pessoas às vezes comem demais quando estão infelizes ou estressadas, porque comer é uma forma simples de ter prazer na vida. Lidar com a infelicidade ou reduzir o estresse em geral elimina a necessidade de comer demais Muitos dos métodos descritos neste livro podem ser usados para este fim.</p>
<p>Outras pessoas comem razoavelmente bem, mas não fazem exercícios físico suficientes para manter o peso. Encontrar uma maneira prazerosa de se exercitar, e que combine com o seu estilo de vida, é em geral um fator importante. A motivação positiva, sobre a qual falaremos mais no Capítulo 14, também pode ser útil.</p>
<p>Algumas mulheres não têm uma maneira positiva de reagir a cantadas sexuais Estar acima do peso, e deixar de ser atraente por isso, pode ser uma maneira eficiente de evitar tais situações. Quando se aprende a reagir bem ao flerte e a dizer &#8220;não&#8221; com firmeza quando necessário, a necessidade de ter um peso acima do normal desaparece.</p>
<p>Outros fatores, por vezes, estão relacionados ao problema de peso. Já que cada pessoa é especial, nossa abordagem é sempre encontrar o elemento-chave em cada caso. Como a estratégia das pessoas naturalmente esbeltas oferece uma base para uma perda de peso adequada e fácil, nós a apresentaremos com mais detalhes Posteriormente, neste capítulo, daremos um guia passo a passo, para que o leitor possa treinar e aprender a estratégia sozinho.</p>
<p><strong>Descobrir a estratégia para se tornar naturalmente esbelto</strong></p>
<p>Quando estava na faculdade, às vezes me diziam: &#8220;Nossa, você tem sorte de ser tão magra! Eu não sou assim. Meu tipo físico é outro&#8221;. Essas pessoas achavam que ser &#8220;magro&#8221; ou &#8220;gordo&#8221; era um acidente genético que não podiam controlar, e na época eu<br />
também acreditava nisso. Só voltei a pensar no assunto muitos anos depois, em 1979, quando estava ensinando a estratégia de PNL num seminário.</p>
<p>Quase por acaso, descobri a estratégia ou &#8220;seqüência de pensamento&#8221; que possibilita às pessoas tornarem-se naturalmente esbeltas. Conheci uma mulher que queria conhecer sua estratégia para decidir quando e o que comer. Clara estava mais de 50 kg acima do seu peso e queria emagrecer. Sua seqüência de pensamento era muito curta, e mostrava claramente por que ela era tão gorda: Ver a comida e comer. Eu não acreditava muito que uma pessoa quisesse comer sempre que visse comida; então resolvi fazer um teste com Clara. Havia um pouco de comida na sala onde estávamos dando o seminário, e, de fato, assim que ela viu a comida, foi levada a comer.</p>
<p>Ela não levou em consideração se estava ou não com fome, se a comida era ou não gostosa, se comer a afetaria ou não.</p>
<p>Comecei a criar uma estratégia alternativa para Clara, a fim de dar-lhe uma melhor maneira de selecionar quando e o que comer. Meu objetivo era que ela tivesse uma maneira de se manter naturalmente esbelta. Mais tarde, pensando no assunto, dei- me conta de que usara minha própria estratégia! Era isso que tinha funcionado para mim durante anos. Nos últimos dez anos, ensinamos muitas outras pessoas a usar esta estratégia para selecionar o que comer, e recebemos informações de que elas perderam peso naturalmente, sem esforço.</p>
<p>A maioria dos estudos sobre obesidade examinam as pessoas que têm problema de peso e como elas reagem a diversas dietas e métodos terapêuticos. Ao contrário, muitos dos padrões de PNL foram criados na tentativa de descobrir o que fazem as pessoas que conseguem manter o peso com facilidade. Uma vez que descobrimos o que fazem as pessoas naturalmente esbeltas, foi possível ensinar essa habilidade aos outros.</p>
<p>As pessoas naturalmente esbeltas não se sentem obrigadas a serem magras. Não se sentem mal por &#8220;terem deixado de comer bem&#8221; e não restringem sua dieta. As que estão de regime fazem tudo isso. Ao invés de travar uma batalha constante com a comida, é muito mais fácil aprender a pensar e reagir da maneira que as pessoas naturalmente esbeltas fazem. A partir de nossas observações, pudemos verificar que a maioria das pessoas naturalmente esbeltas fazem o que eu faço, e as pessoas que têm problema de peso não. Eis o método que eu uso.</p>
<p><strong>Estratégia das pessoas naturalmente esbeltas</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Em primeiro lugar, algo me faz pensar em comida. Os motivos podem ser vários: percebo que está na hora do almoço, alguém fala em comer, sinto fome ou vejo comida.</p>
<p><strong>2.</strong> Verifico como está o meu estômago.</p>
<p><strong>3.</strong> Pergunto-me: &#8220;O que cairia bem no meu estômago?&#8221;</p>
<p><strong>4.</strong> Visualizo um alimento qualquer: um sanduíche, um prato de sopa, uma saladaetc.</p>
<p><strong>5.</strong> Imagino que estou ingerindo qualquer um desses alimentos. Penso no gosto da comida, sinto o alimento descendo pelo estômago e depois imagino como essa quantidade do alimento escolhido vai &#8220;bater&#8221; mais tarde no meu estômago se eu comer agora.</p>
<p><strong>6.</strong> Se achar que essa sensação posterior é melhor do que não comer nada, mantenho o alimento como uma possibilidade. Se não, deixo-o de lado.</p>
<p><strong>7.</strong> Depois, visualizo outro alimento que poderia ingerir.</p>
<p><strong>8.</strong> Imagino estar provando este segundo alimento, sinto-o descer para o meu estômago e ficar dentro do meu organismo nas horas seguintes.</p>
<p><strong>9.</strong> Observo minha sensação. Gosto mais desta segunda escolha? Se for o caso, mantenho este segundo alimento na mente, para compará-lo à minha próxima escolha.</p>
<p><strong>10.</strong> Repito os passos 7,8 e 9 várias vezes, sempre pensando no tipo de alimento que me daria a melhor sensação após tê-lo ingerido. E comparo cada nova possibilidade com as anteriores.</p>
<p><strong>11.</strong> Quando sinto que já comparei um número suficiente de opções, como o alimento que me fará sentir-me melhor após tê-lo ingerido.</p>
<p>A pessoa naturalmente esbelta poderá estar pensando, &#8220;Mas isso é óbvio. De que forma uma pessoa escolheria o que comer?&#8221; Mas a pessoa que tem problema de peso raciocina de outra maneira. Talvez pense: &#8220;E o que a faz deixar de comer chocolate, sorvete e outras comidas que engordam?!&#8221;</p>
<p>A resposta é &#8220;nada&#8221;. De vez em quando, como alimentos que engordam, em geral em pequenas porções. Nada me impede de comer alimentos que engordam. Entretanto, normalmente não tenho vontade de comê-los, pois, quando paramos para pensar, a maioria das comidas que engordam nos fazem mal algum tempo depois. Se me imagino comendo um prato inteiro de rodelas de cebola frita, a sensação de ter de digeri-las a tarde toda não é nada convidativa. Se penso em comer vários potes de sorvete na hora do almoço, imaginar o sorvete no meu estômago pelo resto da tarde me dá a mesma sensação desagradável, pesada.</p>
<p>Por outro lado, se imagino um prato de sopa de legumes a sensação que este alimento vai causar no meu estômago e no meu organismo pelo resto da tarde, sinto-me bem melhor. No meu caso, esta experiência é muito mais atraente, e é por isso que em geral a escolho.</p>
<p>Sem dúvida, cada pessoa reage de maneira diferente a diferentes tipos de comida.</p>
<p>Um sanduíche de peru ou uma salada de camarão podem fazer uma pessoa sentir-se bem o resto da tarde. Devemos nos lembrar que o que nos faz bem num dia pode não nos fazer bem no dia seguinte. Nosso corpo muda à medida que reagimos aos acontecimentos: o que comemos no dia anterior, nossas atividades, se temos dormido o<br />
suficiente, se estamos com frio ou calor etc. Qualquer alimento será atraente se nãotivermos comido nada nos últimos três dias.O que fazer quando se come demais?</p>
<p>Outra diferença entre as pessoas naturalmente esbeltas e as que estão sempre fazendo regime reside no que elas fazem quando comem demais algum alimento que engorda. Todo mundo exagera de vez em quando. Quando as pessoas que estão de regime comem demais, geralmente pensam: &#8220;Não consegui me controlar. Acho que sou um glutão. Vou ser gordo a vida toda, então é melhor me acostumar. Como não consigo seguir uma dieta, é melhor comer o que quiser e saborear a comida&#8221;. Uma forte sensação de depressão ou de baixa estima mantém vivo esse padrão.</p>
<p>Por outro lado, eis um exemplo do que as pessoas naturalmente esbeltas fazem quando comem em excesso. Recentemente, demos uma festa em nossa casa, com jantar e várias sobremesas. Comi demais, muito mais do que como normalmente. Quando a festa acabou, notei que estava enfastiada — não apenas satisfeita, como fico normalmente, mesmo quando como bastante. Passei o resto da noite consciente do desconforto em meu estômago. &#8220;Que bom que estou sentindo isso&#8221;, pensei. &#8220;Não vou mais comer dessa maneira durante um bom tempo.&#8221; A experiência de ter comido em excesso deu-me a informação de que precisava para me motivar a comer deforma mais moderada no futuro. No dia seguinte, quando pensava no que comer, escolhia apenas pequenas quantidades de alimentos que continham pouco ou nenhuma gordura ou açúcar. Não porque achasse que tinha de comer esse tipo de comida; elas me atraíam naturalmente naquele momento.</p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_1738'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 2</b></span></p>
<p><strong>Por que funciona</strong></p>
<p>A estratégia das pessoas naturalmente esbeltas baseia-se em sensações boas — mais prazer e menos proibições. Quando se começa a pensar como as pessoas naturalmente esbeltas, não é mais necessário usar &#8220;obrigações&#8221; e &#8220;regras&#8221; para se obrigar a comer de forma a perder peso. As pessoas que comem demais em geral prestam atenção apenas ao gosto agradável da comida. Por outro lado, a estratégia das pessoas naturalmente esbeltas ensina a pensar no que vai nos proporcionar a melhor sensação a longo prazo.</p>
<p>Comer sorvete demais pode ser agradável na hora, mas, se imaginarem como o estômago e o organismo vão se sentir depois de um excesso de açúcar e gordura, as pessoas perceberão que a longo prazo não é tão agradável assim.</p>
<p>Essa estratégia funciona mesmo quando não contamos as calorias. Nosso corpo se lembra da reação a algo que já ingeriu. Isso cria uma motivação interna automática para<br />
comer bem — porque, no fim das contas, é mais agradável comer dessa maneira.</p>
<p>A diferença entre estar com fome e outras sensações Greta queria perder peso e não tinha encontrado uma dieta que funcionasse para ela. Quando lhe falei da estratégia das pessoas naturalmente esbeltas, demonstrou interesse. Greta não acreditava que fosse possível perder peso sem esforço, mas achou que valia a pena tentar. Se funcionasse, seria um alívio.</p>
<p>Comecei ensinando a Greta os passos indicados anteriormente. &#8220;Imagine-se num restaurante, enquanto pensa o que vai almoçar. Leia o primeiro item do cardápio. O que<br />
é?&#8221;</p>
<p>&#8220;Um empadão&#8221;, respondeu.&#8221;Muito bem. Imagine um empadão&#8230; Agora, imagine que está comendo o empadão e sinta como ele ficaria no seu estômago pelo resto da tarde.&#8221;</p>
<p>Prestei atenção aos sinais não-verbais de Greta, para saber se estava seguindo minhas indicações, usando a parte do seu cérebro capaz de seguir cada um dos passos. Ela saiu-se bem até o passo sobre a &#8220;sensação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quer que eu sinta se estou ou não saciada?&#8221;, perguntou.</p>
<p>&#8220;Não se trata de saber se está saciada ou não&#8221;, respondi. &#8220;Trata-se do tipo de sensação que tem no estômago. Se comer um empadão com recheio de queijo, a sensação será muito diferente da que teria se comesse um prato de legumes.&#8221;</p>
<p>Greta parecia confusa. &#8220;Não sei do que está falando&#8221;, disse. &#8220;Acho que nunca percebi uma diferença de sensações. Sei a diferença entre me sentir bem ou mal, ou desconfortável. Se me sinto desconfortável, então como.&#8221;</p>
<p>Algumas pessoas que comem demais são como Greta. Não sabem diferenciar os vários tipos de sensações. Nem aprenderam a diferenciar o tipo de vazio que significa&#8221;Estou me sentindo só&#8221; da sensação de fome, que é um sinal para se comer. Levei algum tempo para ajudar Greta a diferenciar suas várias sensações emocionais.</p>
<p>&#8220;Se todas as suas sensações emocionais estiverem classificadas em dois grandes blocos, &#8220;boas&#8221; ou &#8220;más&#8221;, quando se sentir mal não saberá o que fazer para se sentir melhor. Não saberá quando comer, quando convidar um amigo para um cinema ou quando fizer qualquer outra coisa que satisfaça suas necessidades&#8221;, eu disse. &#8220;Você passará a perceber a diferença se prestar atenção aos sinais internos, se observar que ações a fazem sentir-se melhor. Se tiver uma sensação desagradável e uma visita a amigos a fizer sentir-se melhor, você começará a reconhecer aquele tipo de desconforto como um sinal para visitar um amigo. Se sentir uma sensação desagradável e depois de comer a sensação ainda continuar, provavelmente a sensação não era de fome. É um sinal de que deseja outra coisa. Talvez esteja com raiva de alguma coisa e precise resolver esta questão. Talvez esteja entediada e queira fazer algo interessante ou empolgante.&#8221;</p>
<p>Greta compreendia o que eu dizia e começava a diferenciar a sensação de fome das demais. Mesmo assim, ainda tinha dúvidas. &#8220;Nunca fiz isto antes; portanto, não tenho experiência. Não sei a sensação dos diferentes tipos de comida no meu estômago.</p>
<p>Então como vou aprender e comer desta maneira?&#8221;, perguntou.</p>
<p>&#8220;Neste momento, enquanto está aprendendo a estratégia, pode supor como seu estômago vai reagir a cada alimento a longo prazo. Não importa se vai acertar ou não, desde que use o sinal posterior para rever suas impressões. Após ter ingerido um alimento, observe como se sente. E a cada vez que se alimentar perceberá melhor o tipo<br />
de sensação que cada alimento provoca.&#8221;</p>
<p>Expliquei a Greta que, com o tempo, fui ficando cada vez mais específica em minhas previsões. Quando era mais jovem, muitas vezes comia demais, ou comia alimentos que me faziam mal depois. Esse tipo de experiência era exatamente do que eu precisava para ter mais informações a respeito de como iria sentir posteriormente certos alimentos. De vez em quando, eu até sabia que um alimento ia me causar desconforto, mas esse meu &#8220;conhecimento&#8221; não era muito real ou suficientemente forte.</p>
<p>Cada vez que comia demais, observava como meu corpo reagia. Passei a ter umaexperiência profunda do desconforto, e da próxima vez pensava duas vezes antes de<br />
ingerir aquele alimento. Todo mundo aprende com a experiência. E qualquer erro de previsão deve ser motivo de alegria, porque ele nos dará mais experiência no futuro.</p>
<p>Levamos mais algum tempo repetindo o processo para que se tornasse automático para Greta. Prestei atenção às pistas não-verbais (ver Anexo I) que indicavam que ela realmente estava realizando cada uma das etapas de maneira adequada.</p>
<p>Cerca de um ano e meio depois, Greta nos contou que sua nova estratégia de alimentação tinha dado resultados. Havia perdido peso rapidamente, sem esforço.</p>
<p>Embora tivesse, uma ou duas vezes, comido em excesso, conseguira interromper o processo, passando a comer pequenas quantidades durante vários dias, para que seu estômago voltasse ao tamanho normal. A partir daí, foi mais fácil para ela observar como seu estômago reagia a diferentes tipos de comida.</p>
<p><strong>Qual é o peso normal?</strong></p>
<p>Quando a pessoa usa a estratégia das pessoas naturalmente esbeltas, passa a manter o seu peso &#8220;normal&#8221;. Este peso varia de pessoa a pessoa, dependendo de fatores genéticos, do nível de atividade e da maneira de pensar. Dependendo do seu tipo genético e de sua maneira de pensar, algumas pessoas serão mais pesadas do que outras.</p>
<p>A idéia de que alguns de nós têm um &#8220;peso predeterminado&#8221; ao qual nosso corpo retornará é bastante difundida na literatura sobre controle de peso. Achamos que esse&#8221;peso predeterminado&#8221; muda quando a pessoa adota uma nova estratégia alimentar.</p>
<p>Quase sempre, as pessoas passam a ter um peso &#8220;normal&#8221; mais baixo.</p>
<p><strong>Adaptação às alergias alimentares</strong></p>
<p>Pessoas que sofrem de alergias alimentares ou de doenças que exijam uma dieta especial, como o diabetes, também podem usar outros critérios para selecionar ou evitar<br />
certos alimentos. Entretanto, enquanto os efeitos nocivos não forem muito graves e ocorrerem dentro de algumas horas, esta estratégia alimentar funciona bem. Se alguém tem alergia a milho, por exemplo, e imagina como irá se sentir a médio prazo se comer milho, poderá notar as sensações alérgicas, perceber como são desagradáveis e escolher outro alimento. Esta estratégia ajudará as pessoas que são alérgicas ou sensíveis a alguns tipos de alimento a evitá-los, sem criar conflito interno. (Ver também capítulo 4,&#8221;Como eliminar reações alérgicas&#8221;.)</p>
<p><strong>Como recuperar a sensação corporal</strong></p>
<p>Greg pediu-me que o ajudasse a aprender a estratégia das pessoas naturalmente esbeltas, porque conhecia pessoas que tinham obtido bons resultados com ela. Quando comecei a ensinar a Greg a estratégia, ele disse logo que não poderia aprendê-la, pois não sentia nada da cintura para baixo.</p>
<p>Experiências muito traumáticas na infância fizeram com que Greg &#8220;decidisse&#8221;, ainda bastante criança, que não valia a pena ter sensações corporais. Era necessário cuidar dessas experiências emocionais do passado antes que Greg pudesse sentir-se seguro para ter sensações corporais. Usei os métodos descritos nos capítulos 3 e 6 para lidar com sua infância traumática. Isto lhe trouxe outros benefícios, que foram ainda mais importantes do que a perda de peso.Passos da estratégia das pessoas naturalmente esbeltas. É possível adquirir a capacidade de escolher melhor os alimentos. Seguindo todos os passos seguintes com cuidado, você poderá alimentar-se como fazem as pessoas naturalmente esbeltas.</p>
<p><strong>1.</strong> Encontre um lugar onde possa ficar durante vinte minutos sem ser<br />
interrompido.</p>
<p><strong>2.</strong> Pense primeiro numa coisa: Como sabe que está na hora de se alimentar:</p>
<p>Quando vê a comida? Quando ouve alguém dizer que está na hora do almoço? Quando<br />
sente fome? Você pode também imaginar que está sentado à mesa onde se encontra a comida, olhando dentro da geladeira ou examinando um cardápio.</p>
<p><strong>3.</strong> Preste atenção à sensação do seu estômago. Observe a qualidade da sensação.<br />
Não se trata apenas de saber se está saciado ou esfomeado, mas como se sente o seu estômago. Dependendo do que comeu da última vez, se está tenso ou relaxado, a sensação será diferente.</p>
<p><strong>4.</strong> Pergunte-se: &#8220;O que cairia bem no meu estômago agora?&#8221; Não precisa dizer<br />
isto em voz alta, apenas pense na pergunta.</p>
<p><strong>5.</strong> Pense num determinado alimento, algo que poderia comer. Imagine um sanduíche de peru, um doce, um prato de sopa de legumes, uma salada, ou qualquer outra coisa.</p>
<p><strong>6.</strong> Agora, imagine que está comendo uma porção do alimento escolhido. Se pensou no sanduíche de peru, sinta a sensação enquanto a comida desce para o estômago. Pense em como se sentirá quando o sanduíche estiver no seu estômago e como seu corpo se sentirá nas horas seguintes.</p>
<p><strong>7.</strong> Agora, compare esta sensação com a que tinha no estômago antes de imaginar que estava se alimentando. Qual das duas sensações prefere? Será que a médio prazo vai se sentir melhor, tendo comido o sanduíche do que se tivesse ficado sem comer? Se a resposta for positiva, mantenha a possibilidade de comer o sanduíche. Se negativa, descarte a possibilidade. Observe que está decidindo com base naquilo que lhe dará maior prazer a médio prazo. Não há motivo para comer algo que o faria sentir-se mal pelo resto do dia.</p>
<p><strong>8.</strong> Agora, visualize outro alimento. Talvez um doce.</p>
<p><strong>9.</strong> Agora você vai descobrir se quer realmente comer o doce. Imagine-se comendo o doce e sinta-o descendo para o seu estômago. Observe a sensação de estar com o doce no estômago nas horas que se seguem. Como se sente?</p>
<p><strong>10.</strong> Compare a sensação do passo 9 com a melhor sensação que teve até agora (passo 7). Como esta sensação se compara com a que teria tido caso tivesse comido o sanduíche? Qual das duas sensações é mais agradável? Qual das duas o faz sentir-se melhor? Guarde na mente o alimento que lhe dá sensação melhor e mais duradoura.</p>
<p><strong>11.</strong> Repita o mesmo processo (passos 8, 9 e 10) com outros alimentos. A cada vez, guarde na mente o alimento que o faz sentir-se melhor durante mais tempo.</p>
<p><strong>12.</strong> Quando tiver comparado um número razoável de alimentos, de forma que o processo se torne natural, decida qual alimento lhe parece melhor. Agora, imagine que está comendo o alimento escolhido e sinta a satisfação que ele lhe proporciona</p>
<p><strong>Repetição extra</strong></p>
<p>O método básico já foi exposto. Para ter certeza de que continuará a usá-lo de maneira automática, você deve imaginar cada um dos passos em várias situações diferentes. Imagine-se no seu restaurante predileto. Retome cada um dos passos, para escolher o que vai comer nesta situação. Depois, imagine-se em uma festa, e repita os passos. Imagine-se tomando café da manhã em casa, e repita os passos.</p>
<p>Quando os passos se tornarem naturais, é um sinal de que o processo está se tornando automático e de que você poderá aplicá-lo no futuro da mesma maneira automática como antigamente escolhia a comida.</p>
<p>Agora, pense em alguma situação específica na qual comia em excesso no passado. Há pessoas que comem demais em festas, outras que apenas o fazem quando estão sozinhas. Outras só comem em excesso um determinado tipo de comida: sorvetes, chocolates, pizza, comida chinesa etc. Repita novamente os passos em qualquer situação na qual costumava comer em excesso, para ter certeza de que a nova estratégia também foi assimilada naquela situação.</p>
<p><strong>Saber quando parar de comer</strong></p>
<p>A mesma estratégia permite à pessoa saber quando parar de comer. Sempre que estiver prestes a engolir outro pedaço, imagine como seu estômago vai se sentir dali a pouco. Você poderá parar no momento em que se sentir mais desconfortável do que se sente agora. Esta é uma maneira natural de parar de comer assim que se sentir saciado.</p>
<p>Quando este processo tiver se tornado um hábito, é o que vai lhe acontecer rapidamente, sem ter de parar para pensar no assunto.</p>
<p>Há pessoas que acham que devem comer tudo o que está no prato. Muitas comem tudo para &#8220;não jogar comida fora&#8221;, esquecendo-se de que a comida é jogada na cintura!</p>
<p>Se você pensa assim, pode comer pequenas porções, para sentir-se à vontade para repetir até ficar saciado. Outra maneira de lidar com essa situação é usar pratos pequenos. Pode parecer bobagem, mas ajuda as pessoas a comerem menos. É mais difícil colocar muita comida em um prato pequeno, portanto a pessoa não vai comer&#8221;apenas porque a comida está no prato&#8221;. Claro que sempre é possível repetir o prato, mesmo pequeno, mas neste caso trata-se de uma decisão consciente, e não de uma compulsão automática.</p>
<p><strong>Observar os resultados</strong></p>
<p>Após ter aprendido a estratégia das pessoas naturalmente esbeltas, é necessário observar como ela está funcionando. Na maioria dos casos, este método não provoca uma grande perda de peso, que geralmente não é duradoura. O resultado é uma perda gradativa que se mantém.</p>
<p>Como já dissemos antes, a perda de peso está sujeita a muitos fatores. Quando todos eles funcionam, a pessoa se mantém naturalmente esbelta. Se a estratégia das pessoas naturalmente esbeltas é o único elemento que falta, aprendê-la vai facilitar a perda de peso. E se outros elementos estiverem faltando, será mais fácil notá-los.Outros métodos de PNL para perder peso.</p>
<p>O padrão swish, apresentado nos capítulos 16 e 17, pode ajudar as pessoas a aumentar a auto-estima e estabelecer objetivos para facilitar a perda de peso. A motivação positiva (Capítulo 14) ou um futuro propulsor (Capítulo 18) são fatores tão essenciais quanto qualquer outro. Às vezes, o excesso de peso tem um propósito positivo (ganho secundário), como por exemplo o desejo de ser independente de pais que se preocupam com o excesso de peso. Neste caso, a Re-modelagem em Seis Etapas (Capítulo 7) oferece novas alternativas positivas. No Capítulo 15, relatamos a jornada<br />
de uma mulher para atingir o seu peso ideal.</p>
<p>Às vezes, uma única sessão provocará a perda de peso. Entretanto, se vários outros fatores que facilitam a manutenção do peso estiverem faltando, o sucesso dependerá de se aprender, pacientemente, uma capacidade após a outra, até que todas as habilidades necessárias tenham sido adquiridas.</p>
<p>Nunca resisto à tentação, porque descobri que as coisas ruins não me tentam.</p>
<p>GEORGE BERNARD SHAW</p>
<p>Extraido do livro: A essência da mente &#8211; usando o seu poder interior para mudar.</p>
<p></div>

</p>
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		<title>Modelando submodalidades</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
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		<description><![CDATA[Para a prática de uma sessão de modelamento a noite
Para relembrar, submodalidades são uma série de distinções dentro de cada um dos sistemas de representação que nos permitem descrever a estrutura das nossas representações internas.
Basta ser capaz de reunir as informações em um nível de submodalidade, se tiver vontade de mudar alguma delas, dá-nos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a prática de uma sessão de modelamento a noite</p>
<p>Para relembrar, submodalidades são uma série de distinções dentro de cada um dos sistemas de representação que nos permitem descrever a estrutura das nossas representações internas.</p>
<p>Basta ser capaz de reunir as informações em um nível de submodalidade, se tiver vontade de mudar alguma delas, dá-nos a possibilidade de detectar os nossos padrões pessoais e individuais de como podemos construir nosso bem estar, ou a falta dela.</p>
<p>Por sua vez, o processo desta auto-modelação revela nossos sistemas internos e por isso pode levar-nos a antecipar nossas respostas em contextos diferentes.</p>
<p>No brainstorm que fizemos apareceu uma série de aspectos/questões que gostaríamos de explorar e o que surgiu foi uma série de nominalizações &#8211;  aqueles verbos trancados em um substantivo! Por exemplo:</p>
<p>Raiva, julgamento, o conflito, imagem corporal,<br />
Vício: álcool, trabalho, alimentos, auto-abuso,<br />
Inferioridade, ressentimentos, mudança, o envelhecimento, tédio, controle</p>
<p>Também olhei em alguns níveis menores, os que representam a nominalização em ação. Por exemplo:</p>
<p>tipos específicos de pessoas: jovens, com bom aspecto, autoritários, mudam de casa, leêm livros, são vulneráveis</p>
<p>Nós analisamos para explorar as mudanças nas submodalidades e reunir as distinções de várias perspectivas, o que resultou na uma planilha abaixo.</p>
<p class="Style10" align="justify">Se você quiser explorar o modelamento, sinta-se a vontade  para seguir qualquer um dos tópicos acima e registre seus resultados</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="Style10" colspan="3" valign="top">
<p align="center"><strong>1° Posição</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">
<h2>Interno</h2>
</td>
<td class="Style10" valign="top">Quando estou plenamente em um momento de X…</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">Descrição da submodalidade para a sensação de X</td>
<td class="Style10" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">
<h2>Externo 1</h2>
</td>
<td class="Style10" valign="top">Quando coloco a minha atenção integral à pessoa ou objetos envolvidos em X&#8230;</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">Descrição da submodalidade de outro ou objeto</td>
<td class="Style10" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">
<h2>Externo 2</h2>
</td>
<td class="Style10" valign="top">Quando coloco a minha atenção integral sobre X …</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">Descrição da submodalidade para a nominalização X</td>
<td class="Style10" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="3" valign="top">
<p align="center"><strong>2° Posição</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="130">
<h2>Externo 1</h2>
</td>
<td class="Style10" colspan="2" valign="top">Quando eu me tornar a outra pessoa ou objeto no X contexto e olhar para mim…..</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="130">Descrição das submodalidades dessa pessoa</td>
<td class="Style10" colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="130">
<h2>Externo 2</h2>
</td>
<td class="Style10" colspan="2" valign="top">Quando me tornar X e olhar para mim…</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" width="130">Descrição das submodalidades dessa pessoa</td>
<td class="Style10" colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="3" valign="top">
<p align="center"><strong>3° Posição</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132" valign="top">
<h2>Externo 1</h2>
</td>
<td class="Style10" valign="top">Quando olho para o relacionamento entre mim e as outras pessoas ou objetos…</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">Descrição das Submodalides dessa Pessoa e dos Outros</td>
<td class="Style10" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">
<h2>Externo 2</h2>
</td>
<td class="Style10" valign="top">Quando olho para o relacionamento entre mim e X …</td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="2" width="132">Descrição das submmodalidades dessa pessoa e X</td>
<td class="Style10" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="Style10" colspan="3" valign="top">
<h1>Padrões que tenho notado</h1>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>por Fran Burgess, www.nlpand.co.uk</p>
<p>Tradução: www.suamente.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um processo de Coaching</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/um-processo-de-coaching/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/um-processo-de-coaching/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[exercício de pnl]]></category>
		<category><![CDATA[processo de coaching]]></category>
<category>coaching</category><category>exercício de pnl</category><category>processo de coaching</category>
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		<description><![CDATA[Este exercício é baseado no modelo seguinte. Localize espaços para cada um dos componentes.

1) Identificar o desempenho, que é eficaz e pode ser desenvolvido. Tenha uma plena associação da representação do mesmo.
2) Volte para trás
- &#8220;Como é que você sabe fazer isso?&#8221;
- &#8220;Como é que você sabe o que fazer e quando fazê-lo?&#8221;
- &#8220;O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este exercício é baseado no modelo seguinte. Localize espaços para cada um dos componentes.</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/Tecnicas_de_pnl/um_processo_de_coaching/Image1_1.gif" border="0" alt="Image1 1 Um processo de Coaching" width="253" height="333" title="Um processo de Coaching" /></p>
<p>1) Identificar o desempenho, que é eficaz e pode ser desenvolvido. Tenha uma plena associação da representação do mesmo.</p>
<p>2) Volte para trás</p>
<p>- &#8220;Como é que você sabe fazer isso?&#8221;<br />
- &#8220;Como é que você sabe o que fazer e quando fazê-lo?&#8221;<br />
- &#8220;O que está acontecendo para que você permita que isso aconteça?&#8221;</p>
<p>3) Volte para trás</p>
<p>- &#8220;Porque essas coisas são importantes?&#8221;<br />
- &#8220;Como é que são feitas estas coisas e elas sabem valorizar quem você é?&#8221;<br />
- &#8220;O que é tudo isso e o que você está recebendo?&#8221;</p>
<p>4) Olhe para cada uma dessas marcas e anote o que surgir. Quais são as novas idéias que você tem? Existem lugares que pretende reexaminar e, eventualmente, modificar ou de obter novas informações?</p>
<p>Se sim, retorne para a marca relevante(s) e faça os ajustes ou recolha as novas informações. Ao completar volte para supervisão.</p>
<p>Verifique se todas as marcas têm o mesmo nível de submodalidades como a mais forte no local. Quando estiver satisfeito, retorne para o baixo desempenho, e perceba a diferença.</p>
<p>5) Ocorreu alguma mudança? Existem agora novas questões, preocupações ou resultados?</p>
<p>Se sim, o que você precisa, e você tem algo que tinha anteriormente?</p>
<p>Agora, vamos para a próxima fase, o passo 6, que se encontra em um nível Superior</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/Tecnicas_de_pnl/um_processo_de_coaching/Image2.gif" border="0" alt="Image2 Um processo de Coaching" width="347" height="450" title="Um processo de Coaching" /></p>
<p>6) Volte para o local onde você fez a Supervisão 1, e use ele como o seu ponto de partida para à próxima etapa. Trabalhando com o desempenho eficaz identificado no Passo 5, repita o processo completamente.</p>
<p>Continue a fazê-lo até chegar a um ponto de equilíbrio, estando em um sentido de congruência e bem-estar. Pode acontecer de você pode ter que ter uma terceira fase de exploração.</p>
<p>Co-Alinhamento</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/Tecnicas_de_pnl/um_processo_de_coaching/Image3.gif" border="0" alt="Image3 Um processo de Coaching" width="250" height="167" title="Um processo de Coaching" /></p>
<p>7) Enuncie o seu espaço agora, de acordo com o diagrama.</p>
<p>8 ) Faça uma parada entre as &#8220;linhas&#8221; e mova-se através de Desempenho de Supervisão:</p>
<p>- &#8220;Qual é a relação entre cada uma das marcas?&#8221;<br />
- &#8220;O que eles têm em comum?&#8221;<br />
- &#8220;Como são diferentes?&#8221;</p>
<p>9) O que você deseja trazer agora com você, como você combina os pontos fortes de ambos e retorna para uma performance combinada .</p>
<p>por Fran Burgess, www.nlpand.co.uk</p>
<p>Tradução: www.suamente.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vinculo Duplo Positivo</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/vinculo-duplo-positivo/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/vinculo-duplo-positivo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[exercicio pnl]]></category>
		<category><![CDATA[exercicios pnl]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnicas pnl]]></category>
<category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
O exercício deverá ser feito em grupo de quatro pessoas, a saber: o explorador, a pessoa A, B e a C.
Durante o exercício deverá ser utilizada a voz hipnótica, por ser um exercício de linguagem para a mente inconsciente. O explorador deverá mentalizar o padrão de comportamento escolhido durante todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p>O exercício deverá ser feito em grupo de quatro pessoas, a saber: o explorador, a pessoa A, B e a C.</p>
<p>Durante o exercício deverá ser utilizada a voz hipnótica, por ser um exercício de linguagem para a mente inconsciente. O explorador deverá mentalizar o padrão de comportamento escolhido durante todo o exercício.</p>
<p><strong>Passo 1:</strong></p>
<p>O explorador identifica um padrão de comportamento para o qual está não dedicado ou parado (procrastinação, escrever um livro, mudar de posição, terminar um relacionamento, etc.).</p>
<p><strong>Passo 2:</strong></p>
<p>Pessoas A e B ficam cada uma de um lado do explorador, dizendo:</p>
<p>Pessoa A: Você é legal se você faz.<br />
Pessoa B: Você é legal se você não faz.<br />
Pessoa A e B juntos: Você é legal se não consegue decidir.</p>
<p><strong>Passo 3:</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo, pessoa C diz, continuamente:</p>
<p>Há um propósito maior para sua vida e suas ações.<br />
Você tem a capacidade para tomar boas decisões.<br />
Você pode confiar no seu eu maior e na sua mente inconsciente.<br />
Você será guiado a fazer a escolha certa.<br />
Você tem a capacidade de lidar bem com os desafios da vida.<br />
Você pode ser forte, com compaixão, leveza e suavidade.<br />
Você pode aprender. Há algo importante a aprender aqui.</p>
<p><strong>Passo 4:</strong></p>
<p>Repetir, no mínimo, cinco vezes.</p>
<p><strong>Passo 5:</strong></p>
<p>O grupo calibra o explorador para um momento de integração de quaisquer conflitos e inquietações, com o surgimento de uma fisiologia equilibrada e simétrica, com o surgimento de recursos internos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cura Rápida de Alergia (Contra-Exemplo)</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/cura-rapida-de-alergia-contra-exemplo/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/cura-rapida-de-alergia-contra-exemplo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
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<category>alergia</category><category>cura alergia</category><category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
PASSO 1 - CALIBRAÇÃO Pergunte como a pessoa se sente na presença do alérgeno. Observe a fisiologia da pessoa, pistas oculares de acesso, respiração, etc.
PASSO 2 - EXPLIQUE O ERRO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO Explique que o sistema imunológico fez um erro interpretando como prejudicial algo que, na realidade, não é. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>PASSO 1 -</strong> CALIBRAÇÃO Pergunte como a pessoa se sente na presença do alérgeno. Observe a fisiologia da pessoa, pistas oculares de acesso, respiração, etc.</p>
<p><strong>PASSO 2 -</strong> EXPLIQUE O ERRO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO Explique que o sistema imunológico fez um erro interpretando como prejudicial algo que, na realidade, não é. O sistema imunológico catalogou como perigoso algo que não é. Ele pode ser re-treinado rapidamente.</p>
<p><strong>PASSO 3 -</strong> CHEQUE A ECOLOGIA E GANHOS SECUNDÁRIOS O que seria sua vida sem isso? Alguma conseqüência positiva ou negativa? Lide com questões de ecologia com um plano de ação antes de continuar.</p>
<p><strong>PASSO 4 -</strong> ENCONTRE UM CONTRA-EXEMPLO APROPRIADO Encontre algo que serve de contra-exemplo, se possível o Explorador escolhe. Um contra-exemplo seria uma substância ou material semelhante ao alérgeno, ao qual o sistema imunológico responda apropriadamente. Quanto mais semelhante, melhor. Por exemplo o contra-exemplo de farinha de trigo para alergia a poeira. Também é interessante encontrar um contra-exemplo que, a princípio, seria mais tóxico que o próprio alérgeno. Por exemplo gasolina como um contra-exemplo a alergia a pergume. Peça que a pessoa imagine estar na presença do contra-exemplo, vivenciando a experiência, associada. Ancore a resposta e, então, segure a âncora durante todo o processo.</p>
<p><strong>PASSO 5 -</strong> FAÇA A PESSOA DISSOCIAR-SE Imaginar uma parede de vidro é uma maneira fácil de estabelecer a dissociação. Enquanto segura a âncora, peça à pessoa que se veja do outro lado do vidro com seu sistema imunológico respondendo perfeitamente. Use uma linguagem florida, sugerindo que ela é a pessoa que ela quer ser e que seu sistema imunológico opera adequadamente.</p>
<p><strong>PASSO 6 -</strong> GRADUALMENTE, INTRODUZA O ALÉRGENO Enquanto a pessoa está se observando lá atrás do vidro, introduza devagarzinho o alérgeno, a coisa que costumava causar nele a resposta alérgica. Introduza-o gradualmente, dando oportunidade para a pessoa acostumar-se a ele. Espere até ver uma mudança fisiológica. É como se o sistema imunológico dissesse &#8220;Tudo bem, eu consegui&#8221;.</p>
<p><strong>PASSO 7 -</strong> REASSOCIAR Traga a pessoa para dentro de seu próprio corpo e faça-a imaginar que está na presença do alérgeno, enquanto você continua segurando a âncora de recursos.</p>
<p><strong>PASSO 8 -</strong> PONTE AO FUTURO Faça-a imaginar um momento, no futuro, em que ela vá estar na presença do alérgeno que costumava causar uma resposta alérgica.</p>
<p><strong>PASSO 9 -</strong> TESTE Teste cuidadosamente no momento. Se não for possível, recalibre para ver se a fisiologia, as pistas oculares de acesso, a respiração, etc, mudaram.</p>
<p>Fonte: Indesp &#8211; Instituto de Desenvolvimento Pessoal</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alinhamento de Posições Perceptuais</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/alinhamento-de-posicoes-perceptuais/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/alinhamento-de-posicoes-perceptuais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:19:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[exercicio pnl]]></category>
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<category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>fobia</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
Passo 1: Identifique a situação-problema ou a negociação.
Associe-se à sua memória da situação. Assuma a primeira posição &#8211; sua própria visão. Faça um inventário do estado presente em todos os sistemas representacionais:
O que você vê?
De onde está olhando?
O que ouve?
As vozes de quem você ouve e de onde vêm essas vozes?
Que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>Passo 1:</strong> Identifique a situação-problema ou a negociação.</p>
<p>Associe-se à sua memória da situação. Assuma a primeira posição &#8211; sua própria visão. Faça um inventário do estado presente em todos os sistemas representacionais:</p>
<p>O que você vê?</p>
<p>De onde está olhando?</p>
<p>O que ouve?</p>
<p>As vozes de quem você ouve e de onde vêm essas vozes?</p>
<p>Que sensações tem?</p>
<p>De que você está principalmente consciente?</p>
<p><strong>Passo 2:</strong> Alinhe a terceira posição.</p>
<p>Imagine-se na terceira posição com relação à situação-problema. Olhe-se e às outras pessoas pelo lado de fora.</p>
<p>Quando adotar essa posição, certifique-se de que está eqüidistante de si mesmo e das outras pessoas para que tenha uma boa visão de todos. A terceira posição não &#8220;escolhe lados&#8221;.</p>
<p>Nessa posição, certifique-se de que:</p>
<p>- está observando no nível dos olhos;</p>
<p>- ouve sua própria voz e da outra pessoa vido de onde você as vê;</p>
<p>- sente sua voz vindo da área de sua garganta, não &#8220;incorpórea&#8221;;</p>
<p>- move quaisquer sentimentos que não sejam sentimentos com recursos de terceira posição para onde devem estar (provavelmente a primeira posição);</p>
<p>- está totalmente equilibrado sobre seus pés.</p>
<p>Como isso muda sua experiência?</p>
<p>Lembre-se dessa terceira posição equilibrada e com recursos. Ancore-a para que possa voltar a ela com facilidade.</p>
<p><strong>Passo 3:</strong> Alinhe a primeira posição.</p>
<p>Agora imagine-se em primeira posição na situação-problema.</p>
<p>Verifique todos os seus sistemas representacionais.</p>
<p>Veja através de seus próprios olhos.</p>
<p>Ouça através de seus próprios ouvidos.</p>
<p>Sinta sua própria voz vindo da área da garganta.</p>
<p>Mova quaisquer sentimentos que pertencem à segunda posição para o lugar correto.</p>
<p>O que muda quando faz isso?</p>
<p><strong>Passo 4:</strong> Volte à terceira posição e observe quaisquer mudanças adicionais.</p>
<p><strong>Passo 5:</strong> Termine na primeira posição.</p>
<p><strong>Passo 6:</strong> Faça ponte ao futuro e generalize para outras situações problemáticas.</p>
<p>Como uma primeira ou terceira posição desequilibradas terão contribuído para outras dificuldades?</p>
<p>O que estará diferente agora?</p>
<p>Certifique-se de que sempre que for rever uma situação da terceira posição você usará a âncora que estabeleceu para a terceira posição equilibrada e com recursos.</p>
<p>Muitas pessoas notaram que antes de realizarem esse exercício, sua terceira posição não era tão útil quanto poderia. Normalmente, a outra pessoa aparecia maior, &#8220;mais sólida&#8221; e mais perto de seu ponto de observação. Da mesma forma, freqüentemente percebiam que não estavam equilibradas na terceira posição, mas inclinadas para o lado.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exercício da Roda da Fortuna para fazer Seus Desejos Darem certo</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/exercicio-da-roda-da-fortuna-para-fazer-seus-desejos-darem-certo/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/exercicio-da-roda-da-fortuna-para-fazer-seus-desejos-darem-certo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[desejos]]></category>
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<category>desejos</category><category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Eu já utilizei essa técnica de visualização mais de uma vez e acreditem, funciona, principalmente quando você coloca sua energia no propósito definido.A técnica consiste no seguinte:
a) pegue uma cartolina branca
b) faça um grande círculo nela
c) divida esse círculo em 2, 3, 4 partes; essas partes correspondem às áreas que você deseja prosperar.Não divida em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já utilizei essa técnica de visualização mais de uma vez e acreditem, funciona, principalmente quando você coloca sua energia no propósito definido.A técnica consiste no seguinte:</p>
<p><strong>a) </strong>pegue uma cartolina branca</p>
<p><strong>b)</strong> faça um grande círculo nela</p>
<p><strong>c)</strong> divida esse círculo em 2, 3, 4 partes; essas partes correspondem às áreas que você deseja prosperar.Não divida em mais do que 4 partes para que a energia de sua intenção não se disperse, para que sua roda seja mais objetiva.</p>
<p><strong>d)</strong> Pense em suas metas e objetivos: saúde, amor, trabalho, viagens, sucesso profissional&#8230;</p>
<p><strong>e)</strong> coloque sua foto no centro do círculo.</p>
<p><strong>f)</strong> cole fotos ou desenhos de revistas nas áreas que você deseja prosperar de acordo com o seu desejo pessoal.Use sua criatividade e faça sua roda de tal forma que ele te satisfaça plenamente; as possibilidades são infinitas.</p>
<p><strong>g)</strong> Dentro de cada parte do círculo, ao lado das figuras coladas, escreva frases significativas sobre o que você quer alcançar.Por exemplo: &#8220;Quero algo do mesmo nível ou melhor e isto está se materializando agora, na minha vida, de forma harmônica e equilibrada, levando em conta o bem maior, sem lesar ninguém&#8221;.Observe que a frase está no presente, no aqui e agora!</p>
<p><strong>h)</strong> Ao terminar, coloque sua roda num lugar de fácil visão, porém você deve ter privacidade; é interessante que apenas você a visualize.</p>
<p>A roda da fortuna é uma técnica de visualização que nos ajuda, nos alimenta a trabalhar com idéias nutritivas e positivas.Como terapeuta, escritora e orientadora já utilizei, meu esposo também, assim como pessoas que aprenderam a fazê-la.E acreditem, funciona!!!Essa técnica eu aprendi com o Luiz Gasparetto no livro FAÇA DAR CERTO.</p>
<p>Um ótima caminhada a todos.</p>
<p>Fonte: www.esoterikha.com</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Swish Visual</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/swish-visual/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
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		<category><![CDATA[exercicios pnl]]></category>
		<category><![CDATA[fobia]]></category>
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<category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>fobia</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[ Auto-Aplicável: Não
Enviado por: Rodrigo Zambon
Insumos necessários para realização da técnica:
Imagem gatilho ou também chamada imagem pista: Esta imagem é o disparador do comportamento. É a última imagem projetada pelo sujeito que torna inevitável a ação. Esta imagem deve ser grande e associada, ou seja, o sujeito participa da cena, não o vê nela.
Auto-imagem desejada: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Auto-Aplicável:</strong> Não</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>Insumos necessários para realização da técnica:</strong></p>
<p>Imagem gatilho ou também chamada imagem pista: Esta imagem é o disparador do comportamento. É a última imagem projetada pelo sujeito que torna inevitável a ação. Esta imagem deve ser grande e associada, ou seja, o sujeito participa da cena, não o vê nela.</p>
<p><strong>Auto-imagem desejada:</strong> Esta é a imagem do objetivo a ser alcançado. A imagem desejada deve ser dissociada, ou seja, o sujeito enxerga a sai mesmo em sua imagem. Esta imagem engloba todas as qualidades do sujeito, será construída com o máximo de opções positivas possíveis. È importante também que esta imagem seja descontextualizada, para que o resultado não fique vinculado a nenhum contexto específico.</p>
<p>É importante ter estas duas imagens bem definidas e desvinculadas de qualquer contexto. Recomenda-se ainda durante a técnica os olhos permanecerem fechados.</p>
<p><strong>Etapas de realização.</strong></p>
<p><strong>1 -</strong> Crie a imagem pista com ênfase no tamanho e no brilho. Ela deve ocupar toda a área de sua visão e ser colorida e brilhante. Coloque agora, no centro deste quadrado, bem pequena e sem cor a imagem desejada. Ela precisa ser sem qualquer brilho e quase imperceptível.</p>
<p><strong>2 -</strong> Nesta etapa faça o Swish. Faça a imagem desejada crescer e ganhar brilho, cobrindo totalmente a imagem pista. A imagem que começara sem cor e pequena cresce e ganha brilho à medida que a imagem pista diminui e perde a cor. Abra os olhos rapidamente, feche e monte novamente o quadrado com a imagem pista grande e brilhante, coloque a imagem desejada no centro, pequena e fosca e faça novamente Swish. Repita esta operação 6 vezes cada vez mais rápido abrindo e fechando os olhos ao final de cada passagem.</p>
<p><strong>3 -</strong> Fase de teste. Tente enxergar a imagem pista. Se tudo correu bem, ela ficará instável, alterando o brilho e o tamanho.</p>
<p>Fonte: Indesp &#8211; Instituto de Desenvolvimento Pessoal</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>COMO ELIMINAR O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/como-eliminar-o-medo-de-falar-em-publico/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/como-eliminar-o-medo-de-falar-em-publico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[exercicio pnl]]></category>
		<category><![CDATA[exercicios pnl]]></category>
		<category><![CDATA[medo de falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[tecnica pnl]]></category>
		<category><![CDATA[tecnicas pnl]]></category>
<category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>medo de falar em público</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[
Parte 1
Joan era assessora de campanha de um deputado estadual. Parte do seu trabalho consistia em falar em público para grupos de pessoas. Mesmo sendo capaz de fazê-lo, ela sentia um profundo desconforto. Quando chegava a sua vez de falar, ficava tensa, sentia um aperto na garganta e sua voz subia de tom. Ela dizia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_1720'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 1</b></span></p>
<p>Joan era assessora de campanha de um deputado estadual. Parte do seu trabalho consistia em falar em público para grupos de pessoas. Mesmo sendo capaz de fazê-lo, ela sentia um profundo desconforto. Quando chegava a sua vez de falar, ficava tensa, sentia um aperto na garganta e sua voz subia de tom. Ela dizia sentir-se &#8220;desligada&#8221; das pessoas para quem falava. Entretanto, gostava de conversar com pequenos grupos após<br />
a conferência. &#8220;Nesse momento, sinto-me ligada a elas como pessoas, e fica mais fácil me comunicar. Gosto muito desta parte do meu trabalho.&#8221;</p>
<p>Como o pensamento de Joan criou o medo de falar em público Quando perguntei a Joan se sabia como criava sua tensão e seu desconforto, ela respondeu que não. Já que a informação de que eu precisava era &#8220;inconsciente&#8221;, pedi-lhe que se visse de novo na situação problemática para ver o que podia descobrir.</p>
<p>&#8220;Pense em uma das situações em que o problema ocorreu e veja-se antes de se levantar para tomar a palavra. Veja o que via então, sinta a cadeira em que está sentada e ouça os sons ao seu redor. Faça um sinal quando tiver conseguido&#8230;&#8221;Quando ela deu o sinal, continuei: &#8220;Agora, veja-se levantando e caminhando para o local de onde falará. Ao fazer isso, observe o que cria a tensão&#8230;&#8221;</p>
<p>Ela tentou, e pude observar que seus ombros se ergueram e seu tórax ficou tenso. Quando começou a falar, sua voz ficou mais alta e aguda e pude verificar que estava revivendo a situação problemática. Ao comentar a experiência, Joan descreveu sua sensação de tensão e desconforto detalhadamente, porém ainda sem saber como a tinha<br />
criado. Ela precisava de mais ajuda.</p>
<p>&#8220;Feche os olhos e volte à situação de estar diante de um público. Ao ficar de pé, observe o que poderia estar dizendo a si mesma, ou imagens que poderia estar criando internamente. (&#8230;) Tente olhar para o grupo e observe se há algo incomum nos olhos ou nos rostos das pessoas.&#8221; Como já havia trabalhado com o medo de falar em público anteriormente, sei que geralmente ele aparece porque a pessoa pensa que está sendo observada, julgada ou rejeitada pelo público, o que se torna mais claro quando observamos os olhos ou o rosto das pessoas na platéia.</p>
<p>Alguns minutos depois, Joan mexeu levemente o corpo e disse: &#8220;Os olhos parecem de desenho animado! Todos esses olhos vazios estão me olhando sem expressão!&#8221;</p>
<p>Se nos imaginarmos no lugar de Joan, olhando para pessoas que têm olhos de desenho animado, é fácil perceber por que ela ficava tensa e &#8220;desligada&#8221; do grupo!</p>
<p>Agora que sabia como ela criava o problema, o próximo passo era criar a solução.</p>
<p><strong>Como criar uma sensação de conforto</strong></p>
<p>&#8220;De pé diante do público, olhe através dos olhos sem expressão e veja os verdadeiros olhos das pessoas que ali se encontram. Comece com uma pessoa e, quando puder enxergar seus olhos, passe para outro rosto. Continue olhando direto nos olhos das pessoas, seguindo seu próprio ritmo, e diga-me que mudanças percebe em si própria&#8230;&#8221;</p>
<p>Assim que começou, seus ombros e seu tórax ficaram mais relaxados, e ela começou a sorrir. Meio minuto depois, falou com uma voz próxima à sua voz normal:</p>
<p>&#8220;Sinto-me melhor agora. Posso ver as pessoas e sinto-me mais relaxada. Mas ainda<br />
estou desligada delas&#8221;.</p>
<p>Quando lhe perguntei como criava essa sensação de desligamento que ainda restava, ela disse vagarosa e pensativamente: &#8220;Acho que tem a ver com o fato de estar fisicamente acima delas. Mesmo não estando no tablado, continuo de pé, enquanto as pessoas estão sentadas, de forma que continuo acima delas. Não gosto de olhar de cima para baixo. Não existe contato direto com os olhos&#8221;.</p>
<p>Já que nas situações vindouras ela continuaria de pé, ficando mais alta do que a platéia, eu precisava encontrar uma maneira de fazê-la sentir que, mesmo havendo uma diferença de altura, estava olhando diretamente para as pessoas. Um primeiro passo seria convencê-la de que isso era possível.</p>
<p>&#8220;Joan, já esteve em uma palestra na qual sentisse que o orador estava falando diretamente para você, como se só houvesse vocês dois, mesmo ele estando falando de<br />
cima do tablado?&#8221;</p>
<p>Joan pensou e respondeu: &#8220;Sim, já estive&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ótimo, então sabe que isso é possível. Quero que feche os olhos e lembre-se dessa palestra. Observe o que o orador fazia para estabelecer uma relação pessoal com<br />
você, mesmo estando mais alto.&#8221;</p>
<p>Algum tempo depois,, Joan abriu os olhos, sorriu e disse: &#8220;Ele olhava o público e sorria, e algumas pessoas sorriam de volta. (&#8230;) Sempre que falo em público, fico apavorada e meu rosto fica tão tenso e rígido, que é difícil sorrir&#8221;.</p>
<p>&#8220;Muito bem. Agora que já se sente mais à vontade diante de um grande público, fica mais fácil sorrir, não acha? Vamos experimentar. Feche os olhos e imagine-se preparando-se para falar em público. Antes de começar, tente sorrir para as pessoas e observe quem sorri também. Algumas pessoas sorrirão, outras não. De qualquer forma, este será o primeiro passo da sua interação com o grupo.&#8221;</p>
<p>Alguns minutos depois Joan deu um amplo sorriso e disse: &#8220;Funciona. Algumas pessoas sorriram de volta e isto me fez sentir-me ligada a elas. Como pode ser tão simples?&#8221; O importante não foi fazer Joan sorrir, mas descobrir o que a faria sentir a ligação pessoal que desejava.</p>
<p>Esta sessão durou cerca de quinze minutos. Algumas semanas depois, Joan contou-nos que nas últimas palestras se sentira mais à vontade, relaxada e ligada ao público.</p>
<p><strong>Outras maneiras de sentir medo de falar em público</strong></p>
<p>Poucas pessoas criam um medo de falar em público da mesma forma que Joan, mas todas fazem algo internamente que cria o desconforto. Algumas imaginam que não conseguirão falar. Outras receiam que o público comece a reclamar e vá embora. Outras<br />
ainda lembram-se de uma ocasião em que se sentiram humilhadas por terem preparado<br />
mal uma palestra.</p>
<p>Assim que se compreende como essa pessoa cria o problema, sua reação sempre terá sentido. Nossas reações não são aleatórias; são simples conseqüências do funcionamento de nossas mentes. Pouco importa o que cada um de nós faz para criarum problema. Assim que a pessoa descubra o que faz, poderá adotar uma atitude mais útil.</p>
<p>No caso de Joan, mudamos diretamente alguns elementos da sua experiência interna. Pode-se obter o mesmo resultado observando o que a pessoa pressupõe e usando intervenções verbais para mudar a forma como ela pensa, como no exemplo a seguir.</p>
<p><strong>O medo de falar em público de Betty</strong></p>
<p>Betty também queria vencer seu medo de falar em público. &#8220;Quero me sentir à vontade durante uma palestra ou um seminário&#8221;, foi o que pediu.</p>
<p>&#8220;O que a impede de se sentir automaticamente à vontade durante uma palestra?&#8221;,<br />
perguntei.</p>
<p>&#8220;É que as pessoas sabem mais do que eu.&#8221;</p>
<p>&#8220;Elas sabem mais do que você?&#8221; repeti. &#8220;Como pode saber tanto, a ponto de saber disso?&#8221;, perguntei com um sorriso. Aqui, tentei usar o raciocínio de Betty para fazê-la reconhecer que sua queixa resulta vá do seu conhecimento, e não do conhecimento dos<br />
outros. Mas a experiência de Betty não se modificou.</p>
<p>&#8220;Não sei&#8221;, respondeu.</p>
<p>&#8220;Então você imagina que elas sabem mais do que você&#8221;, eu disse. Agora Betty estava diante de um problema interessante. Ou aceitava que sabia o suficiente para saber o que os outros estavam pensando ou admitia que não conhecia a extensão do conhecimento dos outros. Em qualquer uma das possibilidades, sua pressuposição de que os outros sabem mais do que ela passa a ser um pouco menos verdadeira. &#8220;Isso mesmo. E tudo já foi dito e apresentado antes&#8221;, disse Betty.</p>
<p></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_1720'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 2</b></span></p>
<p>&#8220;Então você é essa pessoa que, se fosse um escritor, nada escreveria, porque todas as palavras do nosso idioma já foram usadas?&#8221; Essa pergunta metafórica leva a sua afirmação a um extremo, dentro de um contexto que a torna francamente absurda.</p>
<p>&#8220;Isso mesmo&#8221;, disse Betty com um sorriso, sem levar a sério o que eu havia dito.</p>
<p>&#8220;É mesmo? Bem, então o que a leva a preparar uma palestra, se tudo já foi dito antes e todo mundo sabe mais do que você? Por que se dar ao trabalho?&#8221; Neste ponto, passei a explorar a contradição aparente entre sua motivação para preparar a palestra e sua pressuposição de que &#8220;tudo já foi feito antes&#8221;, não havendo, portanto, razão de se dar ao trabalho.</p>
<p>&#8220;É uma boa pergunta&#8221;, disse Betty pensativamente. &#8220;Acho que estou percebendo que posso dizer algo à minha maneira, e que as pessoas podem descobrir uma perspectiva diferente, mesmo de algo que já foi dito antes.&#8221;</p>
<p>&#8220;Então você se dá conta de que às vezes enxergar algo de outro ponto de vista suscita uma boa reação por parte do ouvinte. Agora que sabe disso, existe alguma outra coisa que a faça querer preparar uma palestra?&#8221;</p>
<p>&#8220;Quando estou apaixonada pelo assunto, isso pouco importa, porque quando tenho essa paixão e essa convicção interior&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;O que pouco importa?&#8221;</p>
<p>&#8220;Que as pessoas saibam mais do que eu e que tudo já tenha sido dito antes. Porque neste caso tenho prazer e sinto-me à vontade.&#8221;</p>
<p>Betty passara a ter consciência de como seria caso não tivesse medo de falar em público, mas ainda não estava vivenciando a mudança. Ela me dizia como as coisas aconteceriam, não como elas são, por isso eu sabia que tinha de ir adiante.</p>
<p>&#8220;Acho bom o que disse. Agora, quando pensa em um público em especial, o que acha que eles sabem menos do que você?&#8221; Betty geralmente só pensava naquilo que os outros sabiam e que ela não sabia. Minha pergunta levava-a a refletir sobre a situação oposta — quando ela sabe mais do que o seu público — para tornar seu pensamento menos rígido.</p>
<p>Betty pensou por uns instantes. &#8220;Eles sabem tudo mais do que eu.&#8221; E riu, sem acreditar muito no que estava dizendo.</p>
<p>&#8220;TUDO?&#8221;, brinquei. &#8220;Veja bem, já que consegue imaginar tão bem aquilo que outros sabem mais do que você, deve conseguir imaginar ocasiões em que você sabe mais do que eles&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tudo bem&#8221;, ela disse, mais séria. &#8220;Tenho uma resposta. (&#8230;) O que descobri é que muita gente sabe menos sobre sua vida, em termos do seu valor pessoal, sua auto-estima e seu autoconceito.&#8221; Sua voz era hesitante, ela não parecia estar completamente convencida do que dizia.</p>
<p>&#8220;Então essa seria uma área sobre a qual sabe mais do que muitas outras pessoas.</p>
<p>Notei uma certa hesitação no que disse. (&#8230;) Não sei se você se dá conta de que, para<br />
cada pessoa, há sempre áreas em que ela sabe mais do que os outros, da mesma formaque existem áreas em que os outros sabem mais do que ela&#8230;&#8221;</p>
<p>Estava fazendo poucos progressos na tentativa de tornar menos rígida a sua forma<br />
de pensar em termos de &#8220;tudo-ou-nada&#8221;. Então decidi-me por outra abordagem.</p>
<p>&#8220;Queria lhe perguntar outra coisa. Você acha que as pessoas que freqüentam o seu grupo seriam tão estúpidas a ponto de escolher uma palestra na qual não aprenderiam nada de novo?&#8221;</p>
<p>Em vez de tentar mudar a crença de Betty de que todos sabem mais do que ela, passei a<br />
usar essa crença para anular o seu medo de falar em público.</p>
<p>Betty riu, e percebi nela uma profunda mudança fisiológica. Seu rosto ganhou cores e seus músculos ficaram mais relaxados e flexíveis — calma, apesar de atenta.</p>
<p>Esse tipo de modificação fisiológica geralmente é um bom indício de que houve uma profunda mudança de atitude — ao contrário do que acontece quando há apenas uma compreensão intelectual. &#8220;Tem razão! Obrigada. Obrigada mesmo. Isso faz sentido&#8221;, declarou com confiança e satisfação. &#8220;Agora estou convencida.&#8221;</p>
<p>Essa rápida conversa como Betty, que durou cerca de dez minutos, deu-lhe uma nova maneira de pensar a respeito das suas palestras. É importante reconhecer que essa conversa não tinha como objetivo convencer ou aconselhar Betty sobre o que estava fazendo de errado e como deveria pensar. Pude entrar dentro do seu mundo interior e mostrar-lhe um caminho em que as suas próprias lógica e crenças indicaram-lhe a solução.</p>
<p>A firme crença de Betty de que &#8220;os outros são mais inteligentes&#8221; deu-lhe uma base para mudar a sua maneira de pensar a respeito de uma palestra. Já que os outros são tão inteligentes, eles têm de possuir a capacidade de saber se vão aprender algo de novo com Betty, e assim ela pode sentir-se mais à vontade a respeito de suas palestras!Isso nos mostra uma forma de adotar um ponto de vista alternativo, que leva alguém a pensar sobre sua vida de uma maneira que a faça sentir-se automaticamente bem e com recursos. Após essa rápida intervenção, Betty sentiu-se diferente a respeito das suas palestras — mais entusiasmada e confiante, ao invés de desconfortável e ambivalente. Não precisou fazer um esforço para ter esses sentimentos positivos — eles passaram a estar à sua disposição de forma tão automática quanto sua reação anterior de desconforto.</p>
<p>Também quero observar que a nova perspectiva que ofereci a Betty não foi uma&#8221;falsa confiança&#8221; que a tornaria cega para suas deficiências. Se tivesse feito Betty sentir-se confiante, quaisquer que fossem os participantes do grupo, ela teria aprendido a ignorar as informações e reações das pessoas.</p>
<p>Em vez disso, a perspectiva que lhe ofereci é a que adoto quando estou ensinando.</p>
<p>Parto do princípio de que todo mundo da sala sabe mais do que eu a respeito de alguma<br />
coisa. Algumas pessoas, em algum momento, saberão até mais do que eu sobre o que estou ensinando. Isso é inevitável, e também é uma oportunidade para que eu possa aprender com elas, o que beneficiará outras pessoas quando eu der outro seminário.</p>
<p>Entretanto, também confio na inteligência das pessoas para saberem se querem ou não aprender comigo. Posso ter confiança no julgamento das pessoas que decidiram que querem aprender algo comigo e por isso participam dos meus seminários.</p>
<p>Uma das surpresas que aguardam as pessoas que, como nós, decidiram entrar no campo do aprendizado, usando e desenvolvendo a PNL, é que as mudanças pessoais sãogeralmente rápidas, como no caso de Betty. Isso não significa que todo mundo possa<br />
mudar completamente em dez minutos. Às vezes, levamos muito mais tempo apenas para reunir as informações necessárias. Embora no caso de Betty uma única mudança tenha sido suficiente, outras vezes são necessárias duas, cinco ou até mesmo vinte mudanças de crença e perspectiva para se chegar à mudança total desejada.</p>
<p>A PNL oferece muitas maneiras de descobrir como o nosso pensamento cria limitações e muitas formas de se chegar às soluções. Se a primeira solução não der certo, conseguimos perceber isso e passar a outra solução possível.</p>
<p>As palavras não têm energia alguma, a não ser que criem ou façam surgir uma imagem. A palavra em si mesma nada possui. Uma das coisas das quais sempre me lembro é: &#8220;Quais as palavras que fazem surgir imagens nas pessoas?&#8221; Então, as pessoas seguem o sentimento criado pela imagem.</p>
<p>VIRGÍNIA SATIR</p>
<p>Extraido do livro: A essência da mente &#8211; usando o seu poder interior para mudar.</p>
<p></div>

</p>
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		<title>Técnicas de Meditação</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autor: Deepak Chopra
Dentro de você existe um silêncio e um santuário aos quais pode se retirar a qualquer momento e ser você mesmo.
- Hermann Hesse, Sidarta
Aquietai-vos, e sabei que sou Deus.
- Salmo 46:10
Para a maioria das pessoas a meditação está relacionada a coisas como relaxamento físico, redução de estresse e paz de espírito. Embora esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Deepak Chopra</p>
<p>Dentro de você existe um silêncio e um santuário aos quais pode se retirar a qualquer momento e ser você mesmo.</p>
<p>- Hermann Hesse, Sidarta</p>
<p>Aquietai-vos, e sabei que sou Deus.</p>
<p>- Salmo 46:10</p>
<p>Para a maioria das pessoas a meditação está relacionada a coisas como relaxamento físico, redução de estresse e paz de espírito. Embora esses sejam objetivos válidos, o verdadeiro propósito da meditação é algo superior e mais espiritual. Afinal, os iogues e os profetas que primeiro reconheceram e aperfeiçoaram os princípios da meditação já viviam bem relaxados nas montanhas nas quais se retiravam. Eles começaram a praticar a meditação para encontrar o self. Seu objetivo não era o descanso, mas a iluminação.</p>
<p>A viagem pelo self é a experiência mais importante e transformadora que você pode ter. Deixe-me explicar o que essa experiência impõe. Para começar, direi que o corpo é apenas a manifestação objetiva de nossas idéias, enquanto a mente é a manifestação subjetiva. O corpo está sempre mudando, e a mente, com os pensamentos, desejos e sentimentos também vai e vem. Tanto o corpo quanto a mente são fenômenos presos ao tempo e ao espaço, mas não são eles que experimentam as coisas. Mas, afinal, alguém passa pelas experiências &#8211; alguém que está além do tempo e do espaço &#8211; e esse alguém é o verdadeiro você. Esse &#8220;você&#8221; é a essência atemporal de todas as experiências relacionadas ao tempo, a entidade que existe por trás do sentimento, do pensamento. Esse &#8220;você&#8221; é nada mais nada menos que a alma.</p>
<p>A ciência moderna consegue isolar um pensamento ou uma intenção uma fração de segundo depois de eles nascerem. Mas nenhuma máquina criada pelo homem é capaz de revelar a verdadeira origem desse pensamento. É inútil procurar essa fonte no corpo ou na mente, porque ela simplesmente não está lá. É como desmontar o rádio na expectativa de encontrar lá dentro o intérprete da música que se está ouvindo. O cantor não estará dentro do rádio, que não passa de um conjunto de plástico e mental projetado para captar um campo de informações e convertê-las numa ocorrência no espaço e no tempo.</p>
<p>Da mesma maneira, o verdadeiro &#8220;você&#8221; é um campo não-localizado que o corpo e a mente captam no espaço e no tempo. A alma se expressa através do corpo e da mente, mas mesmo que essas duas entidades fossem destruídas, nada aconteceria ao verdadeiro &#8220;você&#8221; &#8211; porque o que eu decidi chamar de &#8220;espírito incondicional&#8221; não se encontra em forma de matéria ou energia.</p>
<p>Na verdade, ele existe nos momentos de silêncio entre um pensamento e outro.</p>
<p>Há um intervalo entre cada pensamento em que você faz as escolhas. Esse intervalo é a porta de entrada do self superior &#8211; o self cósmico. O verdadeiro &#8220;você&#8221; não está limitado pelas fronteiras físicas do corpo nem pela quantidade de anos que já viveu, mas pode ser encontrado no espaço infinitamente pequeno e ao mesmo tempo imenso que existe entre seus pensamentos.</p>
<p>Apesar de silencioso, esse espaço é cheio de possibilidades, um campo de potencialidade pura e limitada. Todas as diferenças entre mim e você resultam das diferentes escolhas que fizemos nesse espaço, e essas possibilidades são sempre renovadas. As ações geram lembranças&#8230; as lembranças geram desejos&#8230; e os desejos criam ações e assim por diante, num círculo que não tem fim. As sementes das lembranças e dos desejos continuamente buscam se expressar através de mecanismos mentais e corporais, criando assim o mundo que experimentamos a cada momento.</p>
<p>Vamos analisar melhor esse processo. Num sentido amplo, nossa existência pode ser entendida em três níveis distintos.</p>
<p>O primeiro nível, composto de matéria e energia, é o corpo físico.</p>
<p>O segundo, que é chamado de corpo sutil, inclui a mente, o raciocínio e o ego.</p>
<p>E o espírito e a alma existem no terceiro nível, que é chamado de corpo causal.</p>
<p>Através da meditação podemos retirar a consciência do caos interno e externo do primeiro nível &#8211; o mundo de objetos físicos e pensamentos cotidianos ¾ e transportá-la para o estado de tranqüilidade e silêncio característicos da alma e do espírito. Com prática e dedicação, é possível alcançar o imenso conhecimento e desvendar as verdades definitivas da natureza.</p>
<p>A meditação pode assumir várias formas. As mais avançadas usam mantras. Os mantras são sons primordiais &#8211; sons básicos da natureza &#8211; que a mente pode usar como veículo para elevar a consciência. Geralmente, os mantras são selecionados por instrutores qualificados e ensinados individualmente. É assim que ensinamos a meditação dos sons primordiais no Centro de Medicina Mental / Corporal de San Diego. Mas há também outras formas de meditação, menos específicas mas ainda assim muito eficazes. A meditação atenciosa, o método que apresentado aqui, é uma excelente maneira de começar.</p>
<p>Meditação atenciosa</p>
<p>Trata-se se uma técnica simples de desencadear um estado de relaxamento profundo de corpo e mente. À medida que a mente se aquieta &#8211; e permanece desperta &#8211; você vai se beneficiar de um estado de consciência mais profundo e tranqüilo.</p>
<p>1. Antes de começar, encontre um local silencioso em que não vá ser pertubado.</p>
<p>2. Sente-se e feche os olhos.</p>
<p>3. Concentre-se na respiração, mas inspire e expire normalmente. Não tente controlar ou alterar a respiração deliberadamente. Apenas observe.</p>
<p>4. Ao observar a respiração, vai ver que ela muda. Haverá variações na velocidade, no ritmo e na profundidade, e pode ser que ela pare por um momento. Não tente provocar nenhuma alteração. Novamente, apenas observe.</p>
<p>5. Pode ser que você se desconcentre de vez em quando, pensando em outras coisas ou prestando atenção aos ruídos externos. Se isso acontecer, desvie a atenção para a respiração.</p>
<p>6. Se durante a meditação você perceber que está se concentrando em algum sentimento ou expectativa, simplesmente volte a prestar atenção na respiração.</p>
<p>7. Pratique esta técnica durante quinze minutos. Ao final, mantenha os olhos fechados e permaneça relaxado por dois ou três minutos. Saia do estado de meditação gradualmente, abra os olhos e assuma sua rotina.</p>
<p>Sugiro a prática da meditação atenciosa duas vezes ao dia, de manhã e no final da tarde. Se estiver irritado ou agitado, pode praticá-la por alguns minutos no meio do dia para recuperar o eixo.</p>
<p>Na prática da meditação você vai por uma de três experiências. Mas deve resistir à tentação de avaliar a experiência ou sua capacidade de seguir as instruções, porque as três reações são &#8220;corretas&#8221;.</p>
<p>Você pode se sentir entediado ou inquieto, e a mente vai se encher de pensamentos. Isso significa que emoções profundas estão sendo liberadas. Se relaxar e continuar a meditar, vai eliminar essas influências do corpo e da mente.</p>
<p>Você pode cair no sono. Se isso acontecer durante a meditação, é sinal de que você anda precisando de mais horas de descanso.</p>
<p>Você pode entrar no intervalo dos pensamentos&#8230; além do som e da respiração.</p>
<p>Se descansar o suficiente, mantiver a boa saúde e devotar-se todos os dias à meditação, você vai conseguir um contato significativo com o self. Vai poder se comunicar com a mente cósmica, a voz que fala sem palavras e que está sempre presente nos intervalos entre um pensamento e outro. Essa é a sua inteligência superior ilimitada., seu gênio supremo e verdadeiro, que, por sua vez, reflete a sabedoria do universo. Tudo estará a seu alcance se confiar na sabedoria interior.</p>
<p>Do livro: Saúde Perfeita</p>
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		<title>Exercício de Compaixão</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:08:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
Este exercício pode ser feito em qualquer lugar onde existem pessoas reunidas ( aeroportos, shoppings, parques, praia, etc.) Deve ser feito com uma pessoa estranha, discretamente, a certa distância. Execute os cinco passos com a mesma pessoa.
Passo 1:
Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: &#8220;Assim como eu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p>Este exercício pode ser feito em qualquer lugar onde existem pessoas reunidas ( aeroportos, shoppings, parques, praia, etc.) Deve ser feito com uma pessoa estranha, discretamente, a certa distância. Execute os cinco passos com a mesma pessoa.</p>
<p><strong>Passo 1:</strong></p>
<p>Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: &#8220;Assim como eu, esta pessoa também está buscando alguma felicidade para sua vida.&#8221;</p>
<p><strong>Passo 2:</strong></p>
<p>Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: &#8220;Assim como eu, esta pessoa está tentando evitar sofrimento em sua vida.&#8221;</p>
<p><strong>Passo 3:</strong></p>
<p>Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: &#8220;Assim como eu, esta pessoa têm conhecido tristeza, solidão e desespero.&#8221;</p>
<p><strong>Passo 4:</strong></p>
<p>Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: &#8220;Assim como eu, esta pessoa está buscando satisfazer suas necessidades.&#8221;</p>
<p><strong>Passo 5:</strong></p>
<p>Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: &#8220;Assim como eu, esta pessoa está aprendendo sobre a sua vida.&#8221;</p>
<p><strong>Sobre o Autor</strong></p>
<p>Harry Palmer é professor e psicólogo, que desenvolveu os ensinamentos e exercícios do Avatar®</p>
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		<title>Cura Rápida de Fobia</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Não
Enviado por Rodrigo Zambon
PASSO 1 &#8211; Rapport
&#8220;Toda fobia tem uma intenção positiva. Entre em contato com aquela parte do seu inconsciente responsável pelo processo fóbico e reconheça a intenção que ela tem de unicamente proteger você. Agradeça pelo cuidado dedicado a você.&#8221;
PASSO 2 &#8211; BFO
&#8220;Talvez seja mais fácil se fechar os olhos&#8230; Imagine como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Não</p>
<p>Enviado por Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>PASSO 1 &#8211; Rapport</strong></p>
<p>&#8220;Toda fobia tem uma intenção positiva. Entre em contato com aquela parte do seu inconsciente responsável pelo processo fóbico e reconheça a intenção que ela tem de unicamente proteger você. Agradeça pelo cuidado dedicado a você.&#8221;</p>
<p><strong>PASSO 2 &#8211; BFO</strong></p>
<p>&#8220;Talvez seja mais fácil se fechar os olhos&#8230; Imagine como você quer estar depois desse medo resolvido (VAC).&#8221;</p>
<p><strong>PASSO 3 &#8211; Âncora de Recursos (Dissociação)</strong></p>
<p>- Forte estado de recursos positivos. Ancore cinestesicamente, enquanto o explorador instala uma auto-âncora.</p>
<p>- Quebre estado e teste a âncora.</p>
<p><strong>PASSO 4 &#8211; Dupla dissociação</strong></p>
<p>- Crie uma tela de cinema.</p>
<p>- Imagine-se na cabine de projeção deste cinema. Visualize uma cadeira e você sentado confortavelmente assistindo a cena.</p>
<p>&#8220;De onde você está, você consegue se ver sentado na sala de cinema?&#8221;</p>
<p>- Selecione o rolo de filme de vídeo de sua vida que contenha o trauma ou a primeira experiência forte que estabeleceu a fobia.</p>
<p>- Identifique a cena pré-fóbica (quando tudo ainda estava bem) e a cena pós-fóbica (quando tudo estava bem novamente).</p>
<p><strong>PASSO 6</strong></p>
<p>- Na cabine (com a âncora de recursos), veja a si mesmo na tela.</p>
<p>&#8220;Aqui e agora, observando a pessoa na tela naquele momento&#8230;&#8221;</p>
<p>- Assista o filme em tempo normal e preto e branco, desde a cena pré-fóbica quando tudo ainda estava bem, até a cena pós-fóbica, quando tudo já estava bem de novo.</p>
<p><strong>PASSO 7</strong> </p>
<p>- Associe-se a cena final (cena pós-fóbica), coloque cores e passe rapidamente o filme de trás para frente até o início (cena pré-fóbica). Esta operação deve durar até no máximo três segundos.</p>
<p><strong>PASSO 8 </strong></p>
<p>- Desassocie-se, volte à cabine de projeção e repita os passos 6 e 7 pelo menos três vezes.</p>
<p><strong>PASSO 9 </strong></p>
<p>- Faça ponte ao futuro, verifique a ecologia e agradeça a sua mente insconciente, pedindo a ela para integrar todo o processo.</p>
<p>Fonte: Indesp &#8211; Instituto de Desenvolvimento Pessoal</p>
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		<title>Gerador de Novos Comportamentos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
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<category>comportamentos</category><category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
Os princípios do Gerador de Novos Comportamentos são:
1. Imaginar sua meta em contexto.
2. Usar ensaio mental dissociado para aprendizagem.
3. Usar ensaio mental associado para prática e aperfeiçoamento.
Passo 1: Decida quanto ao que você quer melhorar ou que novo comportamento deseja aprender.
Você pode querer ter mais recursos em uma determinada situação, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p>Os princípios do Gerador de Novos Comportamentos são:</p>
<p><strong>1.</strong> Imaginar sua meta em contexto.</p>
<p><strong>2.</strong> Usar ensaio mental dissociado para aprendizagem.</p>
<p><strong>3.</strong> Usar ensaio mental associado para prática e aperfeiçoamento.</p>
<p><strong>Passo 1:</strong> Decida quanto ao que você quer melhorar ou que novo comportamento deseja aprender.</p>
<p>Você pode querer ter mais recursos em uma determinada situação, ou pode querer melhorar suas habilidades nos esportes ou ao fazer treinamentos ou apresentações.</p>
<p><strong>Passo 2:</strong> Diálogo interno.</p>
<p>Pergunte-se: &#8220;O que desejo fazer de forma diferente? Como eu pareceria e soaria se estivesse fazendo isso exatamente como desejo fazê-lo?&#8221;</p>
<p><strong>Passo 3:</strong> Relaxe.</p>
<p>Deixe as imagens e os sons emergirem Olhe para cima a direita e veja a si mesmo desempenhando a habilidade exatamente como deseja fazê-lo. Se isso for difícil, pense em alguém que faça isso muito bem e olhe e ouça essa pessoa em sua imaginação. Finja que é diretor de seu próprio filme. Você deseja fazer com que esse filme seja o melhor possível. Edite-o até que esteja completamente satisfeito.</p>
<p><strong>Passo 4:</strong> Associe-se à imagem.</p>
<p>Quanto estiver satisfeito, associe-se à imagem. Agora imagine que está efetivamente fazendo o que viu. Olhe para baixo e acesse o sistema cinestésico. Como se sente? Se não lhe parecer certo, volte para o passo três e faça ajustes adicionais. Se outras pessoas estiverem envolvidas, qual será o efeito sobre elas? Verifique a ecologia.</p>
<p><strong>Passo 5:</strong> Ancore a pista ou gatilho.</p>
<p>Quando estiver satisfeito com seu desempenho de uma perspectiva associada, pense em que pista ou gatilho o lembrará de usar essa nova habilidade no futuro. Ancore-a.</p>
<p><strong>Passo 6:</strong> Faça uma ponte ao futuro.</p>
<p>Imagine o gatilho disparando. Imagine-se respondendo de sua nova maneira e desfrute da sensação que tem em relação a isso.</p>
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		<title>Exercício de Relaxamento e Consciência Corporal</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/exercicio-de-relaxamento-e-consciencia-corporal/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[consciencia corporal]]></category>
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		<category><![CDATA[relaxamento]]></category>
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<category>consciencia corporal</category><category>exercicio pnl</category><category>relaxamento</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
Recomendações básicas para um bom exercício de relaxamento:
- Encontre um local arejado, tranqüilo e levemente escurecido.
- Use música de fundo com efeito tranqüilizador, de preferência música barroca. Deixe um bilhete na porta, solicitando não ser interrompido por meia hora.
- Dedique de 20 a 30 minutos por dia a esses exercícios e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>Recomendações básicas para um bom exercício de relaxamento:</strong></p>
<p>- Encontre um local arejado, tranqüilo e levemente escurecido.</p>
<p>- Use música de fundo com efeito tranqüilizador, de preferência música barroca. Deixe um bilhete na porta, solicitando não ser interrompido por meia hora.</p>
<p>- Dedique de 20 a 30 minutos por dia a esses exercícios e perceberá, com clareza, os benefícios, já nas primeiras semanas de prática.</p>
<p>- Deite-se de costas para o solo ou sente-se com a coluna reta e braços e pernas separados, para criar uma fisiologia adequada.</p>
<p>- Leia o exercício de forma suave e pausada, introduzindo algumas sugestões que reforcem a autoconfiança e a capacidade de atingir os objetivos desejados.</p>
<p><strong>Exercício de Relaxamento e Consciência Corporal</strong></p>
<p>- Deite-se de costas para o solo, com as mãos e pernas separadas, ou sente-se com a coluna reta. Inspire profunda e lentamente algumas vezes, atento ao ar que entra e que sai, enquanto relaxa mais e mais.</p>
<p>- Você pode sentir a sola de seus pés e comparar a sensação do pé direito com o pé esquerdo, enquanto todo o corpo vai liberando gradativamente. À medida que você ouve e escuta os sons ao seu redor, pode sentir cada parte de seus pés relaxando e sendo envolvido por uma energia criativa e refrescante.</p>
<p>- Você pode perceber os ossos de suas pernas e a corrente sangüínea, despertando a consciência de cada célula, com sua sabedoria e seu poder criativo.</p>
<p>- À medida que você percebe a respiração, todo o seu organismo vai se predispondo mais e mais a um relaxamento gostoso e profundo.</p>
<p>- Perceba a diferença entre as sensações da perna direita e da esquerda, dos seus joelhos, a parte superior das pernas, a sua cintura.</p>
<p>- E você percebe que é cada vez mais fácil relaxar. Mais uma vez volta sua atenção à sua respiração e se conscientiza dos seus órgãos internos, percebe a temperatura do seu corpo, suas sensações.</p>
<p>- E você pode então sentir a energia vital pulsando em seus órgãos internos, intestinos, estômago, rins, fígado, tudo funcionando harmonicamente. Pode sentir o ar e a energia vital entrarem pelos seus pulmões e encherem o seu corpo de uma vitalidade muito grande. O seu coração pulsa em sintonia com os ritmos harmônicos do Universo.</p>
<p>- Você pode soltar-se ainda mais enquanto mergulha profundamente num estado de paz e tranqüilidade. E percebe a diferença das sensações entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, entre os seus dedos.</p>
<p>- Uma onda de luz colorida chega a você, envolvendo-o numa energia que purifica e refresca. E você pode sentir o seu peito, as suas costas e os seus ombros. É como se a música penetrasse em seu corpo e fosse soltando cada tensão escondida, cada músculo, cada vértebra de sua coluna&#8230;</p>
<p>- Aos poucos os seus maxilares se soltam e você sente o seu rosto, o nariz, as orelhas, os olhos, os cabelos, a parte interna da sua cabeça. E mais uma vez respira suavemente e sente-se parte da energia que criou o Universo.</p>
<p>- Você pode se perguntar como se sente nas diversas áreas da sua vida e perceber que as suas palavras e atitudes causam desconforto ou insatisfação em si e nos outros. Há sempre opções de comportamentos que poderiam lhe trazer melhores resultados e mais satisfação no relacionamento consigo e com os outros. Procure encontrá-las&#8230;</p>
<p>- Em seguida, imagine-se sentindo-se parte do Universo, ligado a todo o maravilhoso mistério da vida. Todas as células de cada parte do seu corpo tornam-se receptivas à luz&#8230; (leia sempre suave e pausadamente).</p>
<p>- Você pode sentir então que novas possibilidades se abrem. Cada vez que você pratica este exercício, atinge níveis profundos e benéficos&#8230;</p>
<p>- Vá conectando-se com a sabedoria que nutre o seu corpo. Visualize uma cachoeira de luz descendo sobre você de uma maneira completamente revitalizadora. É como se toda a luz do Sol envolvesse o seu corpo de uma maneira carinhosa, e então, à medida que você relaxa mais e mais, encontra um equilíbrio muito profundo que lhe faz sentir que vale a pena viver, que a vida é plena de possibilidades&#8230;</p>
<p>- Então, todos os recursos do Universo tornam-se disponíveis para você, permitindo-lhe sentir esta realidade sem limites. Este poder liga você a um poder maior, onde reside toda a sabedoria, todo o conhecimento, toda a luz&#8230;</p>
<p>- Agora, vamos começar, lentamente, a retornar. Você pode respirar fundo algumas vezes (pausa longa). Mover suas mãos e seus pés (aguarde acontecer isto). Mover os braços e as pernas&#8230; A cabeça (aumente o volume da voz). Espreguiçar-se fazendo algum som&#8230; E retornar, no seu próprio ritmo, ao seu dia-a-dia perfeitamente disposto e alegre&#8230;</p>
<p>Extraído do livro &#8220;Sinto, logo Existo&#8221;, de Deroni Sabbi, pela Sabbi Institute Desenvolvimento Humano.</p>
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		<title>Ressignificação em Seis Passos</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/ressignificacao-em-seis-passos/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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<category>comportamentos</category><category>exercicio pnl</category><category>exercicios pnl</category><category>tecnica pnl</category><category>tecnicas pnl</category>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
Para desfrutar das vantagens da Ressignificação em Seis Passos, sente-se em uma cadeira confortável e siga os passos indicados a seguir. É provável que você consiga resultados completos ao seguir este processo. Mesmo quando não chegam ao final, as pessoas sempre sentem os resultados benéficos dos passos que conseguem completar. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p>Para desfrutar das vantagens da Ressignificação em Seis Passos, sente-se em uma cadeira confortável e siga os passos indicados a seguir. É provável que você consiga resultados completos ao seguir este processo. Mesmo quando não chegam ao final, as pessoas sempre sentem os resultados benéficos dos passos que conseguem completar. Em geral, é mais fácil alcançar resultados com a ajuda de alguém que conheça o m étodo.</p>
<p>Alguns dos passos do processo podem parecer um tanto estranhos. Nós os achamos estranhos no início. Sempre dizemos: &#8220;A única razão para fazermos algo tão estranho é que alcançamos resultados — em geral, de maneira fácil e rápida&#8221;. O pior que pode acontecer é nada, e com freqüência as pessoas obtêm novas opções para p roblemas que as incomodaram durante anos.</p>
<p><strong>Passo nº 1. Escolha um comportamento ou sentimento de que não gosta.</strong></p>
<p>Talvez você fume, coma demais, deixe tudo para a última hora ou sinta-se incapaz ou chateado, as vezes, ou ainda sofra de algum problema físico. Escolha algo específico (X) e depois pense &#8220;naquele seu lado que o faz fazer X&#8221;.</p>
<p><strong>Passo nº 2. Inicie uma conversa com esse seu lado.</strong></p>
<p>Primeiro, vá para dentro de si mesmo e peça desculpas a esse seu lado por não lhe ter dado a devida importância antigamente. Diga-lhe que agora percebe que ele deseja fazer algo importante e positivo por você, ao fazer X, mesmo que ainda não saiba exatamente qual seja esse propósito positivo. Quanto mais delicado e educado você for com esse seu lado, mais ele estará receptivo para se comunicar com você.</p>
<p>Agora, feche os olhos e faça em silêncio a seguinte pergunta: &#8220;Será que este meu lado que me faz fazer X estaria disposto a se comunicar agora comigo, de maneira consciente?&#8221; Após ter feito a pergunta, observe o que vê, ouve ou sente. Isso pode parecer estranho, mas não há problema; apenas observe o que acontece. Geralmente, recebemos vários sinais do nosso lado inconsciente: a imagem de uma pessoa ou de um animal que sacode a cabeça, uma cor ou uma forma, sons ou palavras. Muitas pessoas sentem uma sensação no corpo — um repuxamento na espinha, calor nas mãos ou no rosto, um aumento dos batimentos cardíacos, ou algo diferente.</p>
<p>Talvez você sinta algum aspecto da antiga reação em relação ao problema. Por exemplo, se estiver trabalhando com um lado que o faz sentir-se zangado, talvez sinta um ponto de tensão no estômago ou um aperto no coração. Alguns sinais são tão específicos e surpreendentes que sabemos imediatamente que há um outro lado nosso que está se comunicando conosco. Às vezes, o sinal pode se parecer com os nossos pensamentos e imagens normais. Assim que conseguir obter um sinal, pare para agradecer ao seu lado por estar se comunicando.</p>
<p>Como a remodelagem funciona com os lados &#8220;inconscientes&#8221; das pessoas, é muito importante que o sinal seja tal que não possa ser repetido através de um esforço consciente. Isso lhe dará a certeza de que não está enganando a si próprio. Tente imitar conscientemente o sinal que recebeu. Se não for possível, o sinal é válido, e você pode passar ao passo seguinte. Se for possível repetir o sinal, diga simplesmente ao seu lado interior: &#8220;Para que eu possa ter certeza de que estou me comunicando com você, preciso receber um sinal que esteja realmente fora do meu controle. Como consegui repetir o sinal que você acabou de me enviar, por favor escolha um outro que eu não consiga repetir&#8221;, e espere por uma nova resposta. A cada vez que o lado interior se comunicar, agradeça-lhe a resposta — mesmo que ainda não a compreenda bem.</p>
<p>O que quer que veja, ouça ou sinta como resposta à sua pergunta, é necessário saber o que significa o sinal — quando o lado que está se comunicando está dizendo &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221;. Você deve ir para dentro de si mesmo e perguntar: &#8220;Para que eu possa saber exatamente o que você quer dizer, se isto é um sim, se está disposto a se comunicar comigo em nível consciente, por favor aumente o sinal&#8221; (luminosidade, volume ou intensidade). Se você quer dizer não, que não está disposto a se comunicar, por favor diminua o sinal&#8221; (l uminosidade, volume ou intensidade).</p>
<p>Normalmente, o sinal deve aumentar ou diminuir, e não importa qual seja a resposta. Se o seu lado interior mandar um sinal de que não deseja se comunicar, ainda assim é um tipo de comunicação. Quase sempre, esta mensagem quer simplesmente dizer que existe um tipo de informação que esse seu lado não quer comunicar, e nesse caso não há necessidade de comunicação.</p>
<p><strong>Passo nº 3. Separar o comportamento da intenção positiva.</strong></p>
<p>Este é o momento de distinguir entre o comportamento ou reação do lado interior e o seu objetivo ou intenção positiva. É importante lembrar que partimos do princípio de que, mesmo que o lado interior esteja fazendo algo de que não gostamos, ele o está fazendo com algum propósito positivo importante.</p>
<p>Vá para dentro de si mesmo e pergunte a esse seu lado: &#8220;Você está disposto a me informar o que há de positivo quando me faz fazer X?&#8221; Ele pode lhe responder com o mesmo sinal de sim ou não criado no passo nº 2.</p>
<p>Se seu lado interior disser que sim, agradeça-lhe e pergunte-lhe se deseja esclarecer o motivo. Se ele disser não, agradeça-lhe também e diga-lhe que você está partindo do princípio de que ele deve ter suas razões para não lhe esclarecer o motivo agora. Então, pode passar ao passo nº 4, mesmo que não saiba conscientemente qual a intenção positiva.</p>
<p>É muito importante não tentar &#8220;adivinhar&#8221; os motivos do lado interior, achando que sabe o que ele está querendo nos dizer. A ressignificação nos fornece um meio de obter a resposta diretamente do lado interior. Se não tiver certeza do que ele está dizendo ou mostrando, pode usar o sinal de sim ou não para saber. Por exemplo, pode-se dizer mentalmente: &#8220;Acho que sua intenção positiva é me ajudar a ser bem-sucedido. Por favor, dê um sinal de sim, se for verdade, ou de não, se eu estiver enganado&#8221;. Cada pessoa recebe mensagens que são válidas apenas para ela e que podem ser completamente diferente das mensagens recebidas por outras pessoas. A enxaqueca pode conter uma mensagem diferente para cada pessoa. (Pior ainda é tentar adivinhar o que querem dizer os lados interiores de outras pessoas e dizer o que achamos que pode ser propósito.)</p>
<p>Se receber um &#8220;propósito positivo&#8221; que não lhe agrade ou lhe pareça negativo, agradeça ao seu lado pela informação. Em seguida, pergunte: &#8220;O que quer fazer por mim de positivo com essa atitude?&#8221; Continue a fazer esta pergunta até obter um propósito positivo com o qual esteja de acordo.</p>
<p>Até aqui, chamamos o seu lado interior de &#8220;o lado que faz você fazer X&#8221;. Agora, passaremos a chamá-lo &#8220;o lado que quer Y&#8221;, pois estaremos reconhecendo e aceitando sua intenção positiva.</p>
<p><strong>Passo nº 4. Descobrir novos comportamentos ou reações.</strong></p>
<p>Peça mentalmente ao seu lado que use o sinal de sim/não para responder à seguinte pergunta: &#8220;Se houvesse outras maneiras que você (o lado que quer Y) achasse positivas, gostaria de usá-las?&#8221; Se seu lado interior compreender o que você está dizendo, sua resposta será sempre sim. Você está lhe oferecendo melhores opções para conseguir o que deseja, sem eliminar a sua antiga maneira de agir. Se obtiver uma resposta negativa, isso significa apenas que o lado não entendeu o que você está lhe oferecendo. Neste caso, explique-lhe de maneira mais clara, para que ele possa entender e concordar.</p>
<p>Agora, pare um instante para perceber o seu lado criativo. Todos nós temos um lado criativo. É importante esclarecer que não estamos falando de criatividade artística. Trata-se apenas do nosso lado que descobre uma nova maneira de distribuir os móveis ou imagina uma maneira diferente de se divertir. Se preferir usar uma palavra diferente no lugar de criativo, perfeito. Qualquer que seja o nome que você lhe dê, esse seu lado vai gerar maneiras alternativas de satisfazer a intenção positiva.</p>
<p>Vá para dentro de si mesmo e peça ao seu lado que quer Y que &#8220;Entre em contato com o lado criativo e diga-lhe qual é sua intenção positiva, para que ele possa entender&#8221;. Depois, convide seu lado criativo a participar, da forma que esses lados mais gostam de fazer: &#8220;Assim que entender qual é a intenção positiva, por favor comece a criar outras possibilidades para atingir esse propósito e as comunique ao lado que deseja Y&#8221;. Algumas dessas possibilidades não vão funcionar, outras talvez funcionem em parte, enquanto outras funcionarão às mil maravilhas. A função do lado criativo é examinar rapidamente as possibilidades, de forma que o outro lado possa escolher a que julgar mais conveniente. &#8220;O lado que deseja Y poderá então selecionar novas maneiras tão boas ou melhores do que X para alcançar o seu propósito positivo. A cada vez que selecionar uma escolha melhor, ele me fará um sinal de sim, para que eu saiba.&#8217;</p>
<p>Quando tiver recebido três sinais positivos, pode passar ao passo seguinte. Agradeça tanto ao seu lado criativo quanto ao lado que deseja Y a ajuda que acaba de receber, mesmo não sabendo conscientemente quais são suas três novas opções.</p>
<p><strong>Passo nº 5. Comprometimento e teste do processo.</strong></p>
<p>Pergunte ao lado que deseja Y: &#8220;Você está realmente disposto a usar essas novas opções nas situações apropriadas, para descobrir como elas vão funcionar?&#8221; Peça ao lado que responda com o sinal de sim ou não. Se a resposta for sim, passe ao passo nº 6. Se for não, descubra qual é a objeção. Talvez tenha de voltar ao passo nº 5, para obter novas opções que satisfaçam à objeção.</p>
<p><strong>Passo nº 6. Verificação da ecologia interna.</strong></p>
<p>O lado que deseja Y está satisfeito, pois tem três novas opções. Agora, pergunte mentalmente aos seus outros lados: &#8220;Algum de vocês tem alguma objeção quanto às novas opções?&#8221; Se não receber nenhum sinal interior, o processo está completo. Se receber algum sinal — seja vendo, ouvindo ou sentindo algo dentro de você —, é preciso saber se é uma objeção real ou se simplesmente um lado seu está empolgado por ter novas opções. Diga: &#8220;Se tiver alguma objeção, por favor aumente o sinal de sim; se não tiver objeção, diminua-o, para que se torne um não.&#8221; Se houver um lado com objeção, você poderá retomar o processo de Ressignificação em Seis Passos com o novo lado e com o lado que deseja Y, para encontrar três novas opções que satisfaçam as intenções positivas de ambos os lados. Se receber vários sinais de objeção, volte ao passo nº 2 e peça a todos os seus lados que tenham objeções que formem uma &#8220;comissão&#8221; que irá identificar as intenções positivas de cada um dos lados e selecionar novas opções dentre as geradas pelo lado criativo. É importante ter certeza de que cada uma das novas opções satisfaça todos os lados em questão. Um consenso, ao invés de um voto por maioria, resultará numa mudança duradoura e tranqüila. A partir do momento em que todos os lados estejam de acordo, você irá automaticamente agir de maneiras novas e mais eficientes.</p>
<p>Depois de usar a Ressignificação em Seis Passos inúmeras vezes em nós mesmos e em outras pessoas, vimos que este método oferece uma forma de nos amarmos. Não há dúvida de que, se olharmos apenas os comportamentos e sentimentos que nos desagradam, é fácil não gostarmos de nós mesmos e dos outros. A ressignificação nos mostra como sermos receptivos a cada um desses comportamentos e sentimentos, graças aos seus propósitos positivos. Se nos sentimos infelizes, culpados, zangados ou embaraçados, ao invés de nos criticarmos por termos esses sentimentos, podemos aceitá-los e descobrir qual o propósito positivo de cada um deles. À medida que descobrimos outras formas de atingir esses objetivos positivos, não mais precisaremos ter sentimentos desagradáveis ou comportamentos problemáticos.</p>
<p>Técnica extraída do Livro: A Essência da Mente: Usando seu Poder Interior para Mudar. C. ANDREAS &amp; STEVE ANDREAS &#8211; Editora Summus</p>
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		<title>Como Visualizar o Sucesso e Fazê-lo Acontecer</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:56:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Auto-Aplicável: Sim
Enviado por: Rodrigo Zambon
Primeiro Passo:
Crie uma visão de carreira em sua mente. Você é o roteirista, pode fazer as coisas acontecerem em sua mente como bem entender. Crie uma cena onde está fazendo o que deseja fazer, na posição em que deseja estar. Dê a expressão das emoções ao seu próprio rosto no desenrolar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>Primeiro Passo:</strong></p>
<p>Crie uma visão de carreira em sua mente. Você é o roteirista, pode fazer as coisas acontecerem em sua mente como bem entender. Crie uma cena onde está fazendo o que deseja fazer, na posição em que deseja estar. Dê a expressão das emoções ao seu próprio rosto no desenrolar da cena e veja-a reagindo com emoções positivas enquanto tudo acontece. Veja os outros também demonstrando certas emoções. A vida transpira movimento, portanto você quer que a sua visão seja como um filme, e não como umas poucas fotografias. Deixe a cena passar pela sua imaginação. (Embora pensemos em visões como quadros mentais, não tem que ser assim necessariamente. Às vezes simplesmente pensar a respeito de alguma coisa, sem dar a ela configuração de imagem, poder ser uma forma de visão igualmente eficaz).</p>
<p><strong>Segundo Passo:</strong></p>
<p>Repita duas vezes por dia a visão de carreira. Reserve algum tempo para o exercício da visualização. Se não restringir o tempo diário a qualquer coisa entre 30 segundos a dez minutos, acabará esquecendo de praticar. O levantar-se e o deitar-se são momentos bastante oportunos, vá repetindo pelo menos duas vezes ao dia, até a visão concretizar-se.</p>
<p><strong>Terceiro Passo:</strong></p>
<p>Saiba que a sua visão de carreira ainda acontecerá. Fatalmente acontecerá e, por isso você acredita piamente na visão. No entanto, não sabe quando exatamente quando vai acontecer. Isso absolutamente não lhe diz respeito. Você sabe que o destino administra a sua própria agenda e que as grandes forças do univerno vão estar em seu benefício se você deixar que a natureza se encarregue do &#8220;quando&#8221;. Não fixe prazos para quando uma visão de carreira deve tornar-se realidade.</p>
<p><strong>Quarto Passo:</strong></p>
<p>Crie visões de desempenho diário. Escolha uma determinada tarefa ou fato que você saiba que está para acontecer brevemente, e visualize-se desempenhando na sua melhor forma. Veja-se produzindo os resultados que deseja, repasse a visão uma hora antes de ter iniciado a tarefa ou o fato, ou então pela manhã, no dia.</p>
<p><strong>Quinto Passo:</strong></p>
<p>Crie uma visão alternativa. Visualize as coisas não acontecendo de acordo com o seu plano preferencial e veja-se mesmo assim reagindo com a devida compostura e auto-confiança. Não tente inventar um motivo para que tal coisa aconteça. Simplesmente veja-a acontecendo e você agindo com fineza, apesar de tudo. Ponha um sorriso nos lábios. Escolh uma ou duas emoções positivas para sentir na hora, caso esta cena venha a acontecer.</p>
<p><strong>Sexto Passo:</strong></p>
<p>Crie uma visão de processo. Veja-se tomando as providências cabíveis para sua visão preferencial acontecer. Acrescente uma emoção positiva ao processo, e sinta a mesma em sua mente ao imaginar-se em ação.</p>
<p>Do Livro: Como Liberar sua Produtividade<br />
50 Poderosas Técnicas de Produtividade<br />
Richard Ott e Martin Snead</p>
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		<title>Cura de Dor de Cabeça</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cura dor de cabeça]]></category>
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<category>cura dor de cabeça</category><category>dor de cabeça</category><category>exercicio pnl</category><category>tecnica pnl</category>
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Enviado por: Rodrigo Zambon
Primeiro Passo:
Crie uma visão de carreira em sua mente. Você é o roteirista, pode fazer as coisas acontecerem em sua mente como bem entender. Crie uma cena onde está fazendo o que deseja fazer, na posição em que deseja estar. Dê a expressão das emoções ao seu próprio rosto no desenrolar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Auto-Aplicável:</strong> Sim</p>
<p>Enviado por: Rodrigo Zambon</p>
<p><strong>Primeiro Passo:</strong></p>
<p>Crie uma visão de carreira em sua mente. Você é o roteirista, pode fazer as coisas acontecerem em sua mente como bem entender. Crie uma cena onde está fazendo o que deseja fazer, na posição em que deseja estar. Dê a expressão das emoções ao seu próprio rosto no desenrolar da cena e veja-a reagindo com emoções positivas enquanto tudo acontece. Veja os outros também demonstrando certas emoções. A vida transpira movimento, portanto você quer que a sua visão seja como um filme, e não como umas poucas fotografias. Deixe a cena passar pela sua imaginação. (Embora pensemos em visões como quadros mentais, não tem que ser assim necessariamente. Às vezes simplesmente pensar a respeito de alguma coisa, sem dar a ela configuração de imagem, poder ser uma forma de visão igualmente eficaz).</p>
<p><strong>PROCEDIMENTO</strong></p>
<p>1) Focalize a sua dor de cabeça, permita-se senti-la de modo receptivo, para que possa descrever a intensidade do desconforto, situando-o em uma escala de 0 a 10, em que 10 representa o maior grau e 0 a ausência de desconforto. Tal descrição deve ser feita no presente e em termos sensoriais (VAC).</p>
<p>2) Em seguida, coloque uma cadeira em sua frente e imagine uma folha de cartolina sobre a cadeira, acompanhada de vários lápis de cor ou pincéis coloridos à sua disposição, para que represente a dor de cabeça visualmente, através de um desenho. Não é necessário fazer o desenho efetivamente, basta imaginá-lo. Estamos sugerindo que passe a representação mental da dor para aquela cartolina, usando as cores que desejar na forma que quiser. Isto implica em mudar o sistema representacional da dor de cinestésico (C) para visual (V).</p>
<p>3) Depois que a representação visual estiver concluída, expresse verbalmente todos os sentimentos provocados pela dor,. por ex.: “Você está me deixando louco”, “Não te suporto mais, sai de mim! Vá embora!” etc. Você deve expressar toda a negatividade existente em seu interior relacionada ao sintoma representado na cartolina imaginária, falando diretamente ao sintoma.</p>
<p>4) Depois pense em uma pessoa ou uma circunstância de sua vida, para a qual fizesse sentido dizer tudo o que foi dito à representação visual de sua dor. Logo que a pessoa ou circunstância seja encontrada, faça uma substituição colocando o que tiver sido encontrado no lugar da cartolina e repita tudo que falou à representação, como se estivesse falando com a pessoa ou circunstância que o sintoma evocou. Uma das evidências de que encontrou-se a raiz do problema é que você, neste ponto, coloca mais energia e realismo em sua atuação.:</p>
<p>5) Mude agora de cadeira, colocando-se no lugar do outro e respondendo ao que foi dito. Expresse-se totalmente, a partir do ponto de vista do outro (segunda posição perceptiva). Depois volte à cadeira original (primeira posição) e faça a réplica. Mantenha o diálogo até encontrar uma estrutura de concordância, até você se conscientizar da contribuição que vem fazendo para manter o sintoma.</p>
<p>6) Volte à escala de 0 a 10 e indique em que grau está o seu desconforto. Geralmente neste ponto o sintoma já desapareceu completamente. Se, entretanto, ainda restar algum desconforto, repita com ele o processo a partir do passo 2, repetindo tantas vezes quantas forem necessárias para zerar o problema. Considera-se zerado quando a dor de cabeça tiver desaparecido completamente. No caso de se estar trabalhando com sintomas crônicos, considera-se zerado quando todo o peso emocional tiver dado lugar a um sentimento de leveza através do perdão/gratidão.</p>
<p>7) Verifique se tudo está bem para você. Faça um teste, imaginando-se num futuro próximo, numa situação em que normalmente a dor de cabeça ocorreria. Observe como se sente. Tudo bem? Então cumprimente-se pelo poder do cérebro que você tem e boa sorte!</p>
<p>FONTE: PonteNciaL &#8211; Instituto de Programação Neurolingüística.</p>
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