<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title> &#187; Psicologia</title>
	<atom:link href="http://site.suamente.com.br/category/psicologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://site.suamente.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Dec 2009 19:42:40 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<image>
<link>http://site.suamente.com.br</link>
<url>http://site.suamente.com.br/wp-content/mbp-favicon/favicon.png</url>
<title></title>
</image>
		<item>
		<title>Efetividade pessoal e organizacional e inteligência emocional</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/efetividade-pessoal-e-organizacional-e-inteligencia-emocional/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/efetividade-pessoal-e-organizacional-e-inteligencia-emocional/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 17:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
<category>Efetividade pessoal</category><category>inteligência emocional</category><category>organizacional</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=3474</guid>
		<description><![CDATA[Com o propósito de contribuir com a difusão da proposta de efetividade pessoal e organizacional de Stephen R. Covey, que claramente é de muita importância para impulsionar o desenvolvimento das pessoas e organizações em um cenário mundial de intensas mudanças[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_3474'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 1</b></span></p>
<p style="text-align: justify;">Apresentação</p>
<p style="text-align: justify;">Com o propósito de contribuir com a difusão da proposta de efetividade pessoal e organizacional de Stephen R. Covey, que claramente é de muita importância para impulsionar o desenvolvimento das pessoas e organizações em um cenário mundial de intensas mudanças, crescentes desafios e exigências de maior competitividade, desenvolvo neste trabalho alguns de seus conceitos mais importantes. Do mesmo modo, apresento algumas idéias sobre o novo conceito de inteligência emocional e a importância que tem para o desenvolvimento do indivíduo e as organizações, de acordo com os estudos de Daniel Goleman. Entre o Covey, com sua visão administrativa, e Goleman, com sua visão psicológica, introduzo algumas idéias gerais sobre o Viktor E. Frankl, com sua visão filosófica, sobre os problemas existenciais do mundo contemporâneo.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de que Stephen R. Covey e Daniel Goleman são autores muito conhecidos nos Estados Unidos, seu país de origem, assim como em muitas partes do mundo, em nosso meio realmente não o são. Penso, então, que a oportunidade é propícia para conhecer suas idéias, primeiro, assim como valorizar a possibilidade de aplicá-las, depois.</p>
<p style="text-align: justify;">1°. Quem é Stephen R. Covey?</p>
<p style="text-align: justify;">Uma década atrás Stephen R. Covey, o denominado Sócrates americano, escreveu: Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes (1989), convertendo seu livro em um extraordinário sucesso de vendas primeiro em seu país e depois no resto do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Este excepcional livro se traduziu a mais de vinte e cinco idiomas, foram editados mais de doze milhões de exemplares e seu estudo se multiplica cada dia mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois deste grande sucesso editorial, Covey continuou sua carreira de escritor, escrevendo as obras: A liderança centrada em princípios (1990); Meditações diárias para pessoas altamente eficazes (1994); Primeiro o primeiro (1994), escrito com a colaboração de A. Roger Merrill e Rebecca R. Merrill; Os 7 hábitos das famílias altamente eficazes (1998); The Nature of Leadership (1999), escrito com a participação de A. Roger Merril e Dewitt Jones; e Living the 7 habits: Story of Courage and Inspirations (1999).</p>
<p style="text-align: justify;">Stephen R. Covey, BA pela Universidade de Utah, MBA pela Universidade de Harvard e Ph.D pela Bringham Young University, foi considerado pela prestigiosa revista Time como um dos vinte e cinco americanos mais influentes de seu país. O doutor Covey também se fez merecedor de numerosos prêmios pela excelência de sua contribuição ao desenvolvimento das pessoas e organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente o doutor Covey lidera a Franklin Covey Company, importante empresa que realiza, entre outras atividades, estudos e aplicações sobre Liderança Centrada em Princípios nas organizações e instituições mais importantes do mundo. Seu portfólio de clientes inclui 82 das 100 Fortune e mais de dois terços das 500 Fortune, milhares de médias e pequenas empresas e entidades governamentais e muitas milhares de famílias e pessoas em todo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os produtos e serviços Covey se encontram disponíveis em mais de vinte e oito idiomas, e seus produtos de planejamento são utilizados por mais de 15 milhões de pessoas. A organização Franklin Covey tem uma rede mundial de escritórios e lojas; conta com uma Sede Central localizada em Salt Lake, Utah (USA), e mais de cem representações dispersas nos Estados Unidos da América do Norte, Europa, Ásia, América Latina, Oceania e África.</p>
<p style="text-align: justify;">Stephen R. Covey propõe em sua consagrada obra: Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, uma renovada filosofia de vida sustentada na compreensão e aplicação dos sete hábitos de eficácia pessoal e organizacional. Tais hábitos -síntese de seu estudo magistral sobre a cultura do sucesso em duzentos anos nos Estados Unidos- são os seguintes: 1. Seja proativo; 2. Comece com seus objetivos em mente; 3. Estabeleça primeiro o primeiro; 4. Pense em ganhar / ganhar; 5. Procure primeiro compreender e depois ser compreendido; 6. Crie sinergia; e 7. Afiar a serra.</p>
<p style="text-align: justify;">A pergunta que certamente muitos podemos nos fazer, é a seguinte: por que o primeiro livro do Stephen R. Covey -Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes- causou sensação em todo mundo?</p>
<p style="text-align: justify;">Me arriscarei a assinalar três razões para tentar explicar este singular sucesso editorial, o mesmo que, por sua vez, originou um extraordinário sucesso empresarial refletido no Franklin Covey Company.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, porque o livro em menção se encontra muito solidamente fundamentado nos estudos que realizou Stephen R. Covey sobre as idéias escritas sobre o sucesso nos últimos duzentos anos em seu país de origem. Em efeito, o próprio autor assinala que seu estudo sobre a literatura do sucesso compreende os milhares de escritos realizados desde 1776 em seu país. Este extraordinário conhecimento não constituiria a não ser a essência da sabedoria de um povo democrático sobre a arte de viver baseando-se em princípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo, porque as idéias do Stephen R. Covey são extremamente didáticas e enriquecedoras para todo aquele que seja capaz de responder ao desafio pessoal que lhe expõe sua própria superação. Sobre a base do importante conceito de princípios sustenta a arquitetura dos sete hábitos das pessoas altamente eficazes. Sem perder profundidade conceitual, Covey expõe todo um programa de desenvolvimento aplicável a indivíduos, famílias, grupos e organizações de todo tipo.</p>
<p style="text-align: justify;">Terceiro, porque o livro do Stephen R. Covey chega à comunidade no tempo preciso para ser valorizado, assimilado e explorado. É indubitável que existe nas pessoas uma necessidade de encontrar um sentido para suas próprias vidas, assim como também é inegável que as idéias de Covey se transformam nas mãos de cada qual em poderosas ferramentas de modelamento da própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Stephen R. Covey iluminou em nossa época a necessidade de compreensão sobre o caminho do desenvolvimento pessoal e organizacional. Corresponde agora a cada indivíduo e organização percorrer o fatigante e comprido caminho que conduz à própria superação. Cada qual iluminará sua vida com uma maior compreensão e superação em suas próprias circunstâncias. Esse é o desafio que a cada um de nos cabe responder com a qualidade de nossas decisões e ações.</p>
<p style="text-align: justify;">2°. Fundamentos da eficácia pessoal e organizacional</p>
<p style="text-align: justify;">As cinco colunas que sustentam a estrutura conceitual do pensamento de Stephen R. Covey, são as seguintes: 1. Paradigmas; 2. Princípios; 3. Processo de dentro para fora; 4. Hábitos de eficácia; e 5. Níveis de eficácia. Convém ao chegar a este ponto explicar somente cada um destes conceitos para entender os hábitos da eficácia pessoal e organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">2.1 Paradigmas</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Covey, os paradigmas são os modos em que as pessoas vêem o mundo, no sentido de percepção, compreensão ou interpretação. Outro modo de entender os paradigmas é a idéia de que são teorias, explicações, modelos ou supostos que são úteis para explicar a realidade. Os paradigmas não seriam a não ser mapas de nossas mentes e corações que dão origem a nossas atitudes e condutas e, em última instância, a resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicologia tem três paradigmas importantes para entender o psiquismo e comportamento humano. Um paradigma -ou força psicológica- é a psicanálise de Sigmund Freud; outro é o condutismo de John B. Watson; e, por último, o humanismo de Abraham H. Maslow. Certamente que cada um destes paradigmas ou forças psicológicas se dividiu em muitíssimas outras, mas este tema não constitui propriamente um motivo central desta exposição.</p>
<p style="text-align: justify;">Em administração também podemos encontrar pensamentos administrativos paradigmáticos. No século XVIII apareceram as idéias de Adam Smith; no século XIX as idéias de Charles Babbage; no início do século XX as idéias do Frederick W. Taylor; e, finalmente, nas postrimerías deste século as idéias de W. Edwards Deming.</p>
<p style="text-align: justify;">2.2 Princípios</p>
<p style="text-align: justify;">Os princípios -sempre na visão de Covey- são leis naturais na dimensão humana que governam a eficácia e que não podem quebrantar-se. Estes princípios representam verdades profundas, fundamentais, duradouras, universais e permanentes que foram reconhecidas por todas as civilizações importantes através do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se os paradigmas é o mapa, pois os princípios é o território. Um dos princípios mais importantes é a lei da colheita. Bastaria para compreendê-lo nos perguntar o seguinte: Podemos colher aquilo que não semeamos com nosso próprio esforço? Alguns outros princípios são os seguintes: Qualidade, mudança, desenvolvimento, dignidade humana, educação, integridade, retidão, serviço, potencial e processo.</p>
<p style="text-align: justify;">2.3 Processo de dentro para fora</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme Covey, o processo de mudança e desenvolvimento pessoal sempre se produz de dentro para fora, e se sustenta nos princípios, a pessoa humana (caráter, paradigmas e motivações) e os hábitos da eficácia. Isto quer dizer que os programas de mudança e desenvolvimento pessoal para poder ser realmente efetivos têm antes que ser assimilados internamente pela pessoa transpassando as resistências internas e as barreiras externas.</p>
<p style="text-align: justify;">2.4 Hábitos de efetividade</p>
<p style="text-align: justify;">Os hábitos de efetividade pessoal e organizacional constituem um novo paradigma proposto por Stephen R. Covey, sustentados em sete hábitos reconhecidos por nosso autor em seu original e produtivo estudo a respeito da literatura do sucesso em seu país durante o período 1776 &#8211; 1976.</p>
<p style="text-align: justify;">Os hábitos não seriam a não ser a resultante da intercessão de três elementos: 1. Conhecimento, responde ao o que fazer e por que; 2. Capacidade, responde ao como fazer; e 3. Desejo, responde ao querer fazer ou motivação. Estes três elementos são requeridos para converter algo em um hábito em nossas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos, a título de ilustração, o hábito da leitura através destes três elementos: 1. O que devo ler e por que devo ler?; 2. Como devo ler?; 3. Desejo ler? Se uma determinada pessoa carece do hábito da leitura, resulta indubitável que um ou mais destes elementos não estão na intercessão. A propósito do hábito da leitura, recentes estatísticas oficiais informam, por exemplo, que o Peru só supera em índice de leitura na América Latina ao Haiti. Como contrapeso desta situação podemos dizer que o hábito de ver a televisão está substituindo o hábito da leitura. Lamentável, sim, que a televisão peruana não ofereça ainda todas as possibilidades educativas que devesse pôr a serviço de sua própria comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A chave da efetividade é a relação entre a produção e a capacidade de produção. Covey ilustra muito bem esta relação narrando a fábula do Esopo da galinha dos ovos de ouro. Conta o fabulista que em certa ocasião um granjeiro teve a sorte de encontrar-se com uma galinha que punha cada dia um ovo de ouro. Não dando crédito ao que seus sentidos percebiam, o desconfiado granjeiro fez verificar por outras pessoas o ovo. E em efeito, pôde realmente comprovar que o ovo era de ouro. Por certo que nosso granjeiro enriqueceu notavelmente, pois cada dia que passava a galinha lhe punha um ovo de ouro. Não passou muito tempo antes de que suas ambições desmedidas lhe fizessem pensar que era melhor dar morte à galinha para ter de uma vez todos os ovos de ouro. Em efeito, sem pensar mais, decidiu matar a galinha dos ovos de ouro. Mas ao lhe dar morte e abri-la comprovou para seu desespero que em seu interior não havia nenhum ovo de ouro. Tinha matado sem pensar nas conseqüências à galinha dos ovos de ouro. Assim, pois, o ovo de ouro de cada dia da galinha representa a produção, assim como a galinha representa a capacidade de produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sete hábitos encarnam princípios essenciais arraigados em nossa consciência moral e em nosso sentido comum. Os hábitos da efetividade são os seguintes: 1. Seja proativo &#8211; hábito da responsabilidade-; 2. Comece com seus objetivos em mente-hábito da liderança pessoal-; 3. Estabeleça primeiro o primeiro &#8211; hábito da administração pessoal-; 4. Pense em ganhar / ganhar &#8211; hábito do benefício mútuo-; 5. Procure primeiro compreender e depois ser compreendido &#8211; hábito da comunicação efetiva-; 6. Sinergia &#8211; hábito da interdependência-; e 7. Afiar a serra- habito da melhora contínua-.</p>
<p style="text-align: justify;">2.5 Níveis de efetividade</p>
<p style="text-align: justify;">Estes níveis de efetividade, sempre na visão do Covey, são os seguintes: 1. Efetividade pessoal; 2. Efetividade interpessoal; 3. Efetividade gerencial; e 4. Efetividade organizacional. Vejamos muito brevemente cada um destes níveis de efetividade:</p>
<p style="text-align: justify;">1. A efetividade pessoal, apoiada no princípio da confiabilidade, constitui a relação comigo mesmo;</p>
<p style="text-align: justify;">2. A efetividade interpessoal, sustentada no princípio de confiança, são minhas relações e interações com outros;</p>
<p style="text-align: justify;">3. A efetividade gerencial, sustentada no princípio do facultamento, é a responsabilidade de fazer que outros levem adiante determinada tarefa com um claro sentido de responsabilidade e compromisso; e</p>
<p style="text-align: justify;">4. A efetividade organizacional, sustentada no princípio de alinhamento, é a necessidade de organizar as pessoas em harmonia com as linhas professoras da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_3474'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 2</b></span></p>
<p style="text-align: justify;">3°. Os hábitos da efetividade pessoal e organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">3.1 Primeiro hábito: Seja proativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Este hábito de efetividade representa a possibilidade de assumir novos desafios em um ambiente de liberdade individual e responsabilidade social da pessoa humana. Este é o hábito da consciência e conduta de responsabilidade, que resulta determinante em cada pessoa para compreender suas realizações e frustrações, suas provocações e suas respostas, suas ambições e seus resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante entender que entre os estímulos, procedentes do ambiente externo e interno, e as respostas manifestadas em condutas observáveis ou não, existe a liberdade interior de decidir. Esta é evidentemente uma postura não determinista, tal como o próprio Viktor E. Frankl a assinalasse ao considerá-la a última das liberdades humanas. Ao homem lhe pode despojar de tudo salvo a de escolher seus valores de atitude frente às circunstâncias de sua própria vida. Uma lição magistral de liberdade interior de escolher a deu o próprio Frankl como resultado de sua dolorosa experiência durante seus anos de confinamento (1942 &#8211; 1945) em quatro campos de concentração nazista. Seu extraordinário livro: Um psicólogo em um campo de concentração (1946), publicado depois com o título de: O homem em busca de sentido, sempre perdurará como um dos mais valiosos legados de valor e esperança humana nas condições mais difíceis de suportar para um ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos ilustrativos sobre o que constitui o hábito da responsabilidade, são os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- Valorize positivamente a proatividade porque sua prática cotidiana lhe significará também maior liberdade pessoal.<br />
- Sinta, pense e atue reconhecendo que sua família é sua responsabilidade mais importante.<br />
- Aceite novos desafios que o desafiem a questionar e romper sua precária segurança para desenvolver-se cada vez mais.<br />
- Supere com decisão e valor as barreiras internas e externas que lhe impedem de atuar em forma proativa.<br />
- Antecipe-se ao futuro desenhando com criatividade e oportunidade ações preventivas.<br />
- Atue com suma responsabilidade em seu trabalho como um caminho inteligente para progredir.<br />
- Reafirme dia a dia a responsabilidade que tem sobre sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">3.2 Segundo hábito: Comece com seus objetivos em mente</p>
<p style="text-align: justify;">Este hábito de efetividade reflete a liderança pessoal e satisfaz plenamente a necessidade de encontrar um sentido para a própria existência. Este é o hábito da primeira criação ou criação mental, que resulta essencial em cada pessoa para compreender o cumprimento de sua missão existencial.</p>
<p style="text-align: justify;">As observações e estudos realizados a respeito da visão de futuro revelam que esta é na verdade extraordinária e, tal como o considera Stephen R. Covey, o poder de uma visão de futuro é incrível. A literatura mundial abunda em casos que demonstram a maneira em que a visão de futuro possibilita o cumprimento dos próprios objetivos. Viktor E. Frankl o demonstrou pessoalmente, assim como nos casos daqueles outros indivíduos que enfrentaram situações limites nos campos de concentração nazista. Benjamin Singer também comprovou o caso de crianças na escola que tinham uma imagem de rol centrados no futuro e sua influência para seu desenvolvimento. Andrew Campbell e Laura L. Nash estudaram a influência do sentido de missão para o caso das organizações e equipes. Por último, Fred Polak estudou, para o caso das civilizações, a influência da visão coletiva de futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos ilustrativos sobre o que é o hábito da liderança pessoal, são os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- Decida e atue iluminando-se com sua própria visão de futuro.<br />
- Dirija sua vida prevendo seu roteiro futuro.<br />
- Contraste suas decisões e ações com sua missão pessoal e realize os ajustes que correspondam.</p>
<p style="text-align: justify;">- Aceite que sua vida tem um sentido. . . Mas reconheça também que é você quem tem que descobri-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Identifique os princípios e valores que orientam sua própria vida.<br />
- Determine o sentido de sua vida e comprometa-se com o mesmo.<br />
- Lidere sua vida traçando o rumo que percorrerá hoje e amanhã.</p>
<p style="text-align: justify;">3.3 Terceiro hábito: Estabeleça primeiro o primeiro</p>
<p style="text-align: justify;">Este hábito de efetividade interpreta a idéia da administração pessoal, e sua aplicação inteligente possibilita que as pessoas possam encontrar a diferença entre o importante e o urgente para ser mais efetivas. Este é o hábito da segunda criação ou criação física, que resulta básico para compreender a qualidade das decisões e ações no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem várias gerações de aplicações inteligentes em relação à administração do tempo, cada uma das quais obteve um avanço essencial com respeito à anterior: Desde a primeira, apoiada nas notas e listas de tarefas; passando pela segunda, apoiada nas agendas; até a terceira, fundamentada na administração do tempo. Stephen R. Covey tem proposto uma quarta que encontra seu sustento na matriz de administração pessoal, em que cada atividade pode ser classificada segundo dois critérios: 1) Urgência, aquelas atividades que requerem uma ação imediata; e 2) Importância, aquelas atividades que têm a ver com os resultados. Assim, cada atividade é suscetível de classificar-se nos seguintes quadrantes: 1) Urgente e importante: Administração por crise; 2) Não urgente e importante: Administração proativa; 3) Urgente e não importante: Administração reativa; e 4) Não urgente e não importante: Administração inefetiva. Resulta óbvio que é o segundo quadrante o que se torna chave para o resultado da efetividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos ilustrativos sobre o hábito da administração pessoal, são os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- Defina em forma prioritária os objetivos e metas que deverá alcançar no curto, médio e longo prazo.<br />
- Decida sobre aquilo que não é urgente mas sim importante em sua vida . . . e determine atuar em conseqüência.<br />
- Precise seus róis e objetivos, esforce-se para cumpri-los . . . e renove-os.<br />
- Estabeleça um modelo de conduta que lhe permita ser plenamente interdependente.<br />
- Efetive seus resultados definindo previamente a hierarquia de suas obrigações.<br />
- Trabalhe e comprometa-se diariamente sobre sua vitória privada.<br />
- Pratique diariamente o uso de seu planejador (agenda) para marcar dia a dia a diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">3.4 Quarto hábito: Pense em ganhar / ganhar</p>
<p style="text-align: justify;">Este hábito de efetividade exemplifica o benefício mútuo e ajuda poderosamente a encontrar o equilíbrio nas relações humanas com um sentido de bem comum e eqüidade. Este é o hábito que possibilita o resultado de satisfações compartilhadas entre todas aquelas pessoas que participam de um processo de negociação.</p>
<p style="text-align: justify;">Este hábito compreende o estudo de seis paradigmas de interação humana: 1) ganhar / ganhar; 2) ganho / perde; 3) perco / vontades; 4) perco / perde; 5) Ganho; e 6) ganhar / ganhar ou não há trato. Cada um destes paradigmas é um modelo de relações humanas que suporta determinados objetivos e resultados; entretanto, o primeiro modelo dos nomeados em uma realidade interdependente é o único viável. Este primeiro modelo representa benefícios mutuamente satisfatórios, além de que supõe aprendizagem recíproca e influência mútua. A história dos conflitos em todos os âmbitos psicológicos e sociais reflete a ausência desta compreensão, primeiro, e a prática desafortunada das negociações, depois. Os processos de negociação coletiva levados em forma periódica entre representações empresariais e sindicais refletem, na maioria das realidades empresariais latino-americanas, um modelo apoiado no paradigma ganho / perde, o mesmo que ao final se converte em um paradigma perco / perde.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos ilustrativos sobre o hábito do benefício mútuo, são os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- Pense que se tratar ao outro como você mesmo gostaria de ser tratado, estaria semeando a semente do ganhar / ganhar.<br />
- Aceite o fato de que tanto você como outros podem e devem ser beneficiados em uma negociação.<br />
- Negocie atuando com integridade, maturidade e mentalidade de abundância.<br />
- Decida aquilo que favoreça o bem comum e a eqüidade.<br />
- Atue pensando em que todos devem beneficiar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">- Cultive uma filosofia de vida ganhar / ganhar na vida familiar, trabalhista e social.<br />
- Estimule a inteligência da equipe de trabalho contribuindo com uma filosofia e conduta sustentada em ganhar / ganhar.</p>
<p style="text-align: justify;">3.5 Quinto hábito: Procure primeiro compreender e depois ser compreendido</p>
<p style="text-align: justify;">Este hábito de efetividade descreve a comunicação efetiva e convém aplicá-lo aos efeitos de desenvolver os benefícios da inteligência emocional e obter um clima social de respeito e convivência harmoniosa. Este é o hábito que sustenta a necessidade de compreender com empatia ao outro para depois ser compreendido e poder edificar relações interpessoais mais construtivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaca muito especialmente neste hábito a importância da escuta empática no processo da comunicação humana. Embora todos os hábitos da efetividade se encontram muito relacionados com a inteligência emocional, este hábito está em um grau maior por suas próprias conotações emocionais. Comprovou-se através de diversos estudos que a escuta ativa resulta para o supervisor uma aptidão crítica para obter o êxito em sua gestão. Esta escuta é com a intenção sincera de compreender profunda e realmente à outra pessoa. Pode recordar-se aqui que a antiga filosofia grega reconhece o ethos, fundamento do caráter e integridade; o pathos, base da empatia e o sentimento; e o logos, sustento da lógica e a razão.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos ilustrativos sobre o hábito da comunicação empática, são as seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- Aprenda mentalmente a ficar nos sapatos do outro para começar a compreendê-lo.<br />
- Pergunte-se se a qualidade de sua comunicação com as pessoas contribui o respeito necessário e possibilita uma convivência harmoniosa.<br />
- Reconheça que para compreender ao outro, deverá aprender a escutá-lo. . . com a mente aberta.<br />
- Entenda ao outro para comunicar-se, primeiro, e encontrar juntos uma solução efetiva, depois.<br />
- Comporte-se com a necessária firmeza e segurança frente a outros para ser escutado.<br />
- Realize depósitos constantes e positivos na conta bancária emocional de outros.<br />
- Aprenda a estabelecer uma comunicação empática escutando e deixando-se escutar.</p>
<p style="text-align: justify;">3.6 Sexto habito: Sinergia</p>
<p style="text-align: justify;">Este hábito de efetividade implica a interdependência e é o produto social de indivíduos, famílias, equipes de trabalho e organizações bem integradas, produtivas e criativas. Este é o hábito que fundamenta os lucros sinérgicos do trabalho em equipe, vale dizer daquelas equipes nos que o resultado do coletivo é maior que a simples soma de seus integrantes. Também poderia afirmar-se que o quociente intelectual da equipe é maior que o médio do quociente intelectual daqueles que participam de sua composição.</p>
<p style="text-align: justify;">A sinergia é um produto resultante da qualidade das relações internas e externas de qualidade singular. Assim, a sinergia intrapessoal é conseqüência da prática dos três primeiros hábitos que propiciam a vitória privada ou maestria pessoal; no entanto a sinergia interpessoal é o resultado da prática dos três segundos hábitos que geram a vitória pública ou maestria interpessoal. Outra maneira de enfocar a sinergia interpessoal é considerá-la como um produto da mentalidade de abundância, a conta bancária emocional e o esforço por procurar primeiro compreender. Um exemplo notável de sinergia são os círculos de qualidade comprometidos, produtivos e criativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos ilustrativos sobre o hábito da interdependência, são os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- Sinergia atuando com proatividade, competitividade e criatividade em sua equipe de trabalho.<br />
- Selecione a terceira idéia superior nos grupos humanos nos que participa.</p>
<p style="text-align: justify;">- Alcance novos resultados e propicie a inovação em sua própria família.</p>
<p style="text-align: justify;">- Supere a si mesmo para desenvolver cada uma das dimensões de sua personalidade e obter uma maior sinergia interna.<br />
- Atue proativamente para ajudar à formação de uma equipe de trabalho bem integrado e produtivo.<br />
- Aceite a diversidade como uma fortaleza da equipe de trabalho que se precisa explorar com inteligência, criatividade e sensibilidade.<br />
- Integre-se a uma equipe de trabalho somando e multiplicando esforços para alcançar os objetivos do grupo em forma sinérgica.</p>
<p style="text-align: justify;">3.7 Sétimo hábito: Afiar a serra</p>
<p style="text-align: justify;">Este hábito de efetividade interpreta a melhora contínua e oferece um horizonte de superação pessoal em todas e cada uma das áreas de nossa personalidade. Este é o hábito que permite entender o melhoramento pessoal nas dimensões física, mental, sócio-emocional e espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">Stephen R. Covey denomina a este hábito afiar a serra por aquela história que relata a respeito de um lenhador que se encontra em pleno bosque tratando com muita vontade de derrubar árvores com seu machado. Entretanto, não lhe passa por sua mente que seu machado também precisa ser afiado cada certo tempo para que recupere seu fio e possa seguir fazendo um bom serviço. Pois isso é precisamente o que acontece com as pessoas quando não são capazes de fazer uma parada no caminho de sua vida para recuperar novas energias com o descanso reparador, a leitura de estudo, a ajuda solidária ao próximo ou a meditação. As pessoas requerem renovação em todas e cada uma das dimensões de nossa personalidade: física, mental, sócio-emocional e espiritual. Em qualquer caso, a falta de uma apropriada renovação nestas dimensões pode ter um preço elevado para as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos ilustrativos sobre o hábito da melhora contínua, são as seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- Descanse placidamente as horas que necessita para repor suas energias físicas e mentais.<br />
- Leia, estude e reflita. . . ainda segue sendo uma das maneiras mais inteligentes de informar-se, educar-se e cultivar-se.<br />
- Melhore tudo o que realiza, sempre existirá a possibilidade de melhorar.<br />
- Alimente-se em forma nutritiva e saudável para estar sempre em boa forma.<br />
- Desenvolva seu caráter expressando em sua conduta princípios e valores positivos.<br />
- Ofereça-se a si mesmo a possibilidade de renovar-se em todas as dimensões de sua personalidade.<br />
- Cultive uma vocação de serviço, servindo a outros com amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: www.rrhhmagazine.com</p>
<p style="text-align: justify;"></div>

</p>
<script type='text/javascript'>jQuery(document).ready(function() { if(postTabs_getCookie('postTabs_3474')) postTabs_show(postTabs_getCookie('postTabs_3474'),3474); });</script>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/efetividade-pessoal-e-organizacional-e-inteligencia-emocional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas e sistemas para desenvolver a inteligência emocional</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/ferramentas-e-sistemas-para-desenvolver-a-inteligencia-emocional/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/ferramentas-e-sistemas-para-desenvolver-a-inteligencia-emocional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 21:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas e sistemas para desenvolver a inteligência emocional]]></category>
<category>Ferramentas e sistemas para desenvolver a inteligência emocional</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=3279</guid>
		<description><![CDATA[A Inteligência Emocional é a capacidade de compreender as emoções e as conduzir, de tal maneira que possamos as utilizar para guiar nossa conduta e nossos processos de pensamento, para produzir melhores resultados.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>María Julieta Balart</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Inteligência Emocional: o que é e o que compreende</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Inteligência Emocional é a capacidade de compreender as emoções e as conduzir, de tal maneira que possamos as utilizar para guiar nossa conduta e nossos processos de pensamento, para produzir melhores resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Inclui as habilidades de: perceber, julgar e expressar a emoção com precisão; contatar com os sentimentos ou gerá-los para facilitar a compreensão de si mesmo ou de outra pessoa; entender as emoções e o conhecimento que delas se deriva e regular as mesmas para promover o próprio crescimento emocional e intelectual.</p>
<p style="text-align: justify;">A Inteligência Emocional inclui a Inteligência Intrapessoal e a Inteligência Interpessoal. A Inteligência Intrapessoal, se manifesta em contatar com os próprios sentimentos, discernir estes sentimentos e orientar a conduta. A Inteligência Interpessoal se determina pela capacidade de liderança, a aptidão para relacionar-se, manter amizades e solucionar problemas sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambas as partes das que está formada a EXEMPLO. Incluem uma série de competências. As pertencentes à Inteligência Interpessoal vêm sendo objeto de formação de diretores há anos, ao contrário, as competências da Inteligência Intrapessoal, como a consciência de si mesmo, a auto-regulação e a automotivação é, de tratamento novidadeiro no campo empresarial, por isso, ainda não se encontram dentro dos projetos de formação para diretores, mas estes não estão acostumados a questionar suas atitudes vitais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os diretores de hoje conhecem a si mesmos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos diretores que assistem a um curso de Inteligência emocional, vão com a necessidade de melhorar sua relação com os outros ou otimizar seu poder de influência ou persuasão. Entretanto, não são conscientes de que para poder ser efetivos neste terreno, primeiro terão que conhecer a si mesmos e se aceitar. Ignoram o que não se conhece. Não sabem quem são realmente, identificam-se com aquilo no que estão baseadas suas crenças, seus valores, fortalezas e debilidades, sem analisar se estas lhes correspondem realmente ou são &#8220;importadas&#8221; do exterior e aceitas por eles como verdades. Como conseqüência disto, não se faz colocações em relação a sua automotivação, sua vida profissional ou pessoal, a não ser que se encontrem ante uma situação difícil, ante um problema ou ante uma crise. Mas não como algo que deveria se fazer de forma natural, da mesma maneira que cada dia nos ocupamos de tomar banho, nos vestir, comer, etc &#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Em minha experiência, em geral, quanto mais alto é o cargo do diretor, maior é o desconhecimento que tem de si mesmo. Será que não teve a necessidade?, Faltou-lhe o tempo, ou lhe sobrou medo, de afundar em semelhantes profundidades?. Ou é que possivelmente viveu muitos anos na carreira para conseguir os objetivos empresariais ou profissionais, que não lhe sobrou tempo para definir seus próprios objetivos vitais. Provavelmente o que acontece é que valorizou mais o externo que o interno.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos baseando em uma frase muito conhecida &#8220;A vida é como um eco, se você não gostar do que recebe, tome cuidado com o que emite&#8221;, se torna importante fazer compreender a estes diretores, que se conhecer implica se entender e se entender é um primeiro passo para aceitar-se; e que só se aceitando podem começar a se querer, e querer a si mesmo, é uma condição vital para relacionar-se bem com os outros. Só quem sabe por que se sente como se sente, pode controlar suas emoções, as moderar e as ordenar de maneira consciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhadas estas idéias nos seminários, na sua finalização, dão-se conta que o trabalho que fica por diante, é uma profunda reflexão de quem sou, o que penso, o que sinto, e como me comporto. Estas são perguntas básicas a realizar, para que entendam o que lhes passa e por que lhes tratam como lhes tratam e causam o impacto que causam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como favorecer o autoconhecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As competências da Inteligência Intrapessoal como a consciência de si mesmo, e a automotivação, não se podem aprender em algumas sessões tradicionais de formação. Entretanto, estas podem servir para despertar as consciências, acender uma luz, ver que há outros caminhos para se iniciar na viagem mais fantástica e importante que existe e que é conhecer a si mesmo. Estas são competências que se desenvolvem fazendo um intenso trabalho pessoal realizado normalmente com ajuda externa de um mentor coach.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo consiste em descobrir quais são nossos valores, o seguinte analisar as crenças que nós formamos ao redor desses valores. Recordemos que os valores são pensamentos que temos sobre as coisas, e a partir desses pensamentos definimos crenças, as quais podem se tornar limitadoras ou potencializadoras, tanto para julgar a outros, para validar ou justificar a forma em que nos comportamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aprofundar no autoconhecimento da pessoa, é necessário recorrer a ferramentas que facilitem este processo e acelerem sua execução. Os testes tradicionais, só mostram uma parte do indivíduo, definindo um estilo de personalidade, em função dos comportamentos; mas não aprofundam muito na origem do mesmo, quer dizer, nos valores e crenças que constituem o ponto de partida com relação à forma individual de perceber a realidade e o parâmetro vital que definirá o comportamento da pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os valores têm uma origem na educação recebida na infância, podem ser genéticos (do ponto de vista científico) ou também ser a expressão da essência de nosso ser (desde pontos de vista da psicologia transpessoal). Seja qual for à origem, o importante é ter consciência de quais são e analisar as crenças que desenvolvemos em função deles, para poder as submeter a uma revisão, com a vontade de assumi-las ou replantá-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ferramentas para o autoconhecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho de se autoconhecer representa uma árdua tarefa emoldurada em um processo de desenvolvimento pessoal, para o qual existem diversas vias, algumas mais rápidas que outras. Das ferramentas disponíveis, só algumas são conhecidas e utilizadas no mundo empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">O coaching ou treinamento personalizado, por exemplo, é um sistema no qual, o coach ajuda ao treinado a descobrir suas pautas limitadoras de comportamento. Entretanto, para que esta ajuda seja possível, o coach tem que ser uma pessoa por sua vez muito desenvolvida pessoalmente, com uma claridade de mente e um profundo autoconhecimento pessoal, além de ter uma base psiconanalítica que lhe permita poder trabalhar com a parte inundada do &#8220;iceberg&#8221; do comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outra série de técnicas também muito eficazes, mas não tão ortodoxas, por proceder de áreas de conhecimento nada exploradas no mundo ocidental, e menos no âmbito empresarial, como os &#8220;arquétipos&#8221;, o &#8220;centramento&#8221;, e &#8220;desenvolvimento da testemunha&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas elas são aproximações do alfabeto individual, nos quais o indivíduo se converte no protagonista objetivo, testemunha e observador de seus próprios processos. O que diferencia estes sistemas dos tradicionais é que a pessoa deve aprender a sentir seus comportamentos porque para efetuar mudanças transcendentais dentro de si mesmo, não pode fazer-se eliminando aqueles comportamentos mediante a disciplina, a sublimação, ou por meio de nenhum outro ato de vontade: terá que investigar e compreender as causas. Isto requer paciência e se dar conta, que não há julgamentos de nenhuma classe, processos mentais e analíticos, a não ser do &#8220;sábio interior&#8221; quer dizer, como disse San Agustín &#8220;dentro de mim há um que sabe mais de mim que eu mesmo&#8221;. O que valida estas técnicas, é que a pessoa se distancia do ego (o ego entendido de um ponto de vista da psicologia transpessoal, quer dizer, como a certeza, de segurança, as quais são as principais atividades deste).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Utilização das ferramentas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma ferramenta como seu nome o indica, deve servir como um meio, não como um fim. Em minha opinião, todo sistema que sirva para contribuir com informação e dar luz sobre um ato tão complexo como se autoconhecer, deve se considerar, dado que representa um elemento de ignorância negar a seu emprego por não considerá-lo válido e cientificamente provado em uma amostra suficiente de indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Acaso é possível verificar sua aplicabilidade, através de constatar a opinião de uma amostra adequada de indivíduos que se propuseram se autoconhecer?. O autoconhecimento não é possível de medir por estatística, nem cientificamente e por isso é provável que os especialistas de Recursos humanos descartem novas ferramentas por não ser científicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais investigo em diversas linhas do autoconhecimento, mais me dou conta que todas confluem no mesmo por diversas vias, por isso me pergunto por que terá que ser ortodoxo, quando o atuando ecleticamente, incorpora ferramentas até agora não provadas se comprova sua eficácia o qual significa, que não interessa tanto a origem das ferramentas, como a profissionalidade em sua aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em minha opinião, não terá que &#8220;rasgar as vestimentas&#8221; e em troca terá que abrir a mente e incorporar ferramentas de outras culturas validadas por pessoas estudiosas em outros âmbitos (não por isso menos sabias), e contribuir com nova luz a esta árdua tarefa de se autoconhecer.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.rrhhmagazine.com/</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/ferramentas-e-sistemas-para-desenvolver-a-inteligencia-emocional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia Para sobreviver ao manipuladores cotidianos</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/guia-para-sobreviver-ao-manipuladores-cotidianos/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/guia-para-sobreviver-ao-manipuladores-cotidianos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 22:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[manipulada]]></category>
		<category><![CDATA[manipular]]></category>
<category>manipulação</category><category>manipulada</category><category>manipular</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=2363</guid>
		<description><![CDATA[Os manipuladores cotidianos são essas pessoas que passam por nossa vida impondo sua visão de mundo e formas de fazer e sentir. Esses indivíduos que se aproveitam de uma relação estreita e afetuosa para satisfazer suas necessidades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Juan Carlos Vicente Casado</p>
<p>Os manipuladores cotidianos são essas pessoas que passam por nossa vida impondo sua visão de mundo e formas de fazer e sentir. Esses indivíduos que se aproveitam de uma relação estreita e afetuosa para satisfazer suas necessidades, sem se importarem em absoluto com os sentimentos da outra pessoa. Se nesse instante observas ao seu redor, seguramente você encontrara algum desses.</p>
<p>Todos somos manipuladores, em maior ou menor grau, todos temos empregado em mais de uma ocasião as estratégias dos MC, especialmente na infância, porém quando estas técnicas se convertem em modo predominante de se relacionar com outras pessoas, quando se acaba perguntando se aquela é uma relação conjugal ou de amizade, ou simplesmente um intercâmbio comercial, seguramente é mais que uma estratégia passageira.</p>
<p>Aqui há umas pautas para conhecer mais o que vem a ser a manipulação, como se faz para adotar uma atitude manipuladora ante a vida, e que recursos pessoais pode fazer para desenvolve-las. Certamente também te seja útil as recomendações sobre o emprego da Assertividade.</p>
<p>Fonte: http://www.psicologia-online.com/colaboradores/jc_vicente/index.htm</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/guia-para-sobreviver-ao-manipuladores-cotidianos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Supervivência</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/supervivencia/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/supervivencia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 22:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[manipulada]]></category>
		<category><![CDATA[manipular]]></category>
		<category><![CDATA[supervivência]]></category>
<category>manipulação</category><category>manipulada</category><category>manipular</category><category>supervivência</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=2358</guid>
		<description><![CDATA[Uma vez que saibamos o que é a manipulação, quem são os manipuladores cotidianos e como se comportam, o que nos resta é aprender como reagir ante eles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez que saibamos o que é a manipulação, quem são os manipuladores cotidianos e como se comportam, o que nos resta é aprender como reagir ante eles.<br />
Para afrontar as relações com os manipuladores cotidianos há que seguir umas pautas que podemos sintetizar da seguinte forma:</p>
<p>    &#8211; Conhecer os próprios pontos fracos e melhorá-los. As carências do manipulador estão nos pontos fracos. As do manipulado em outros? Quais?<br />
    &#8211; Tomar a decisão de modificar a relação, sabendo de que vai haver um esforço considerável.<br />
    &#8211; Manter aberto o canal de comunicação: que não batam o telefone na sua cara.<br />
    &#8211; Aprender a ser assertivo, tanto mediante técnicas de boa fé como defensivas.<br />
    &#8211; Planejar a supervivência à agressividade, seja ativa ou passiva, como um dos pontos mais importantes.<br />
    &#8211; Recorrer a todas as possibilidades que permita o sistema legal para enfrentar a agressão.<br />
    &#8211; Não se empenhar em tentar mudá-los. São assim, e terão que conviver com a inseguridade. Não há que ser salvador de ninguém, somente companheiro.<br />
    &#8211; Ter sempre presente a possibilidade de romper a relação e exercer esse direito no caso que seja necessário.</p>
<p>Fonte: http://www.psicologia-online.com/colaboradores/jc_vicente/supervivencia.htm</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/supervivencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os Manipuladores: Parte 2</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/os-manipuladores-parte-2/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/os-manipuladores-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[manipulada]]></category>
		<category><![CDATA[manipular]]></category>
<category>manipulação</category><category>manipulada</category><category>manipular</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=1667</guid>
		<description><![CDATA[Não acredite que o mundo está dividido entre manipuladores e não manipuladores. Melhor façamos a distinção entre “quem neste momento emprega estratégias de manipulação” e “quem neste momento não está podendo resistir às estratégias de manipulação dos outros”. Que eu saiba, ainda em nenhum manual de critérios diagnósticos aparece tipificado algo como “Manipulador Cotidiano” (o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não acredite que o mundo está dividido entre manipuladores e não manipuladores. Melhor façamos a distinção entre “quem neste momento emprega estratégias de manipulação” e “quem neste momento não está podendo resistir às estratégias de manipulação dos outros”. Que eu saiba, ainda em nenhum manual de critérios diagnósticos aparece tipificado algo como “Manipulador Cotidiano” (o dia em que apareça fecho meu quiosque, tenha certeza)</p>
<p>Ainda que não se possa dizer de alguém que “é um manipulador cotidiano” assim como definir sé alguém é alto ou baixo, sei que há pessoas que tem mais motivos para se comportar desta forma. Aqui vamos conhecer algo mais sobre quem soa atuar assim.<br />
Comecemos conhecendo suas pautas comunicativas mais habituais. Essa frases ou expressões que devem te por automaticamente sobre aviso que está sofrendo uma tentativa de aproveitamento sobre você.</p>
<p>Continuaremos conhecendo suas estratégias um pouco mais profundas, seus princípios ou esquemas, o que tenho chamado “seus recursos”<br />
E, para terminar, que melhor que seus pontos débeis?  Este ponto quase não haveria o que dizer, porque bastaria em escutar o que eles dizem. Como projetam suas falhas nos demais&#8230;</p>
<p>Fonte: http://www.psicologia-online.com/colaboradores/jc_vicente/manipulacion.htm</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/os-manipuladores-parte-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A manipulação: Parte 1</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-parte-1/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[manipulada]]></category>
		<category><![CDATA[manipular]]></category>
<category>manipulação</category><category>manipulada</category><category>manipular</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=1665</guid>
		<description><![CDATA[Não se pode sobreviver a um conjunto de manipuladores cotidianos sem saber em que consiste isso de manipulação.
É o mesmo Manipulação e chantagem emocional, o assédio moral e o tão traído e atualmente chamado mobbing? Não, porém quase.
Podemos dizer que há um conjunto entre todas as formas de abuso interpessoal. Em principio podemos encontrar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não se pode sobreviver a um conjunto de manipuladores cotidianos sem saber em que consiste isso de manipulação.</p>
<p>É o mesmo Manipulação e chantagem emocional, o assédio moral e o tão traído e atualmente chamado mobbing? Não, porém quase.</p>
<p>Podemos dizer que há um conjunto entre todas as formas de abuso interpessoal. Em principio podemos encontrar a manipulação como algo sutil, as vezes imperceptível.<br />
Quando a manipulação é insuficiente se recorre à chantagem emocional: Fazer sentir medo, culpa, ou vergonha, e exercer um grau variável de poder sobre essa pessoa. Se a chantagem tampouco funciona, começa a possibilidade de empregar a agressão física. O assédio moral, especialmente quando se exerce no meio laboral(mobbing) supõe um grau elevado de poder por parte da pessoa que o exerce.</p>
<p>No fundo, é tudo a mesma coisa: Inseguridade do manipulador, que emprega técnicas para resolver seus problemas baseados na agressividade ativa ou passiva. Este indivíduo tem um importante déficit de habilidades sociais, especialmente no plano da conduta assertiva, que o leva a empregar primeiro meios sutis para conseguir que os demais façam o que ele quer, e depois cada vez mais agressivos até chegar à violência pura e dura.</p>
<p>Fonte: http://www.psicologia-online.com/colaboradores/jc_vicente/manipulacion.htm</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A manipulação &#8211; AGRESSIVIDADE: ATIVA E PASSIVA</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-agressividade-ativa-e-passiva/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-agressividade-ativa-e-passiva/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[manipulada]]></category>
		<category><![CDATA[manipular]]></category>
<category>manipulação</category><category>manipulada</category><category>manipular</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=1661</guid>
		<description><![CDATA[Os MC são muito imaturos. Não sabem se comportar assertivamente, e resolvem seus problemas recorrendo a condutas agressivas.
Há duas formas de agressividade:
Ativa: empregam ameaça ou violência.
Passiva: Mediante sabotagem, ou a inibição e crítica/ameaça posterior.
Os manipuladores são pessoas imaturas. Não tem alcançado o desenvolvimento intelectual suficiente para resolver os problemas de uma forma criativa, não são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os MC são muito imaturos. Não sabem se comportar assertivamente, e resolvem seus problemas recorrendo a condutas agressivas.</p>
<p>Há duas formas de agressividade:</p>
<p>Ativa: empregam ameaça ou violência.</p>
<p>Passiva: Mediante sabotagem, ou a inibição e crítica/ameaça posterior.</p>
<p>Os manipuladores são pessoas imaturas. Não tem alcançado o desenvolvimento intelectual suficiente para resolver os problemas de uma forma criativa, não são capazes de sentir amor maduro por nada nem ninguém, e ainda que são muito capazes em amplas reuniões, tem um alto déficit de habilidade social básica para o desempenho cotidiano: A assertividade.</p>
<p>Uma Pessoa se comporta assertivamente quando define seus direitos de uma forma ativa, porém sem pisotear aos demais. Isto requer uma ascensão de responsabilidade pelo próprio bem estar, com tolerância e respeito pelos pontos de vista e metas dos demais, além de uma luta ativa para não ser pisoteado por quem não é assertivo.</p>
<p>Não vivemos em meio assertivo. Nossa sociedade se caracteriza por uma competitividade feroz em que se fala em direitos que não se respeitam.</p>
<p>Ser assertivo custa trabalho, e nem sempre se consegue que se flua como pensávamos. Para triunfar nessa sociedade é indiscutivelmente mais fácil ser agressivo.</p>
<p>As pessoas agressivas impõe seu ponto de vista, sua definição do problema, seus direitos ou a satisfação de suas necessidades, empregando estratégias que geram medo, culpa ou vergonha, pode ser de forma “relativamente” sutil através do enfado, mas também mediante violência física ou verbal. É uma estratégia muito efetiva, porém se é demasiada explícita pode se ver severamente castigado pela sociedade.</p>
<p>A agressividade pode se exercer de duas formas: Ativa ou Passiva. A Ativa é o que todo mundo entende por conduta violenta. Se caracteriza por uma atitude de pisoteio constante e sem escrúpulos em relação aos direitos de outras pessoas involucradas no problema. Aqui o fim justifica os meios e se pode recorrer a instrumentos como o taco de beisebol, também se pode fazer “com um sorriso nos lábios” como acontece nas relações empresariais. Se não há violência física, é bem tolerada pelo meio social.</p>
<p>A agressividade Passiva é muito mais difícil detectar. Tradicionalmente se considerou que se produzia em forma se sabotagem. Os trabalhadores passivo-agressivos eram aqueles que punham todo tipo de trava nas atividades da empresa. Há outra concepção, e é a seqüencial: Pessoas que se comportam primeiro passivamente, aparentando renunciar seus direitos, e que percebem que o resultado não é favorável, tratam de se comportar agressivamente. Empregam, primeiramente a estratégia de “passar”, e posteriormente ameaçam ou criticam.</p>
<p>Fonte: http://www.psicologia-online.com/colaboradores/jc_vicente/manipulacion2.htm</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-agressividade-ativa-e-passiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A manipulação: o que é?</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-o-que-e-2/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-o-que-e-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[manipulada]]></category>
		<category><![CDATA[manipular]]></category>
<category>manipulação</category><category>manipulada</category><category>manipular</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=1659</guid>
		<description><![CDATA[Uma pessoa tenta te manipular quando sugere ou diz o que se tem que fazer, de tal forma que se beneficie mais que você, quando percebe ameaça ou sente medo.
Se esta fazendo algo contra sua vontade, seus princípios, valores ou metas, alguém esta manipulando você. Aproiventando-se de você.
A questão é especialmente preocupante quando se sente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa tenta te manipular quando sugere ou diz o que se tem que fazer, de tal forma que se beneficie mais que você, quando percebe ameaça ou sente medo.<br />
Se esta fazendo algo contra sua vontade, seus princípios, valores ou metas, alguém esta manipulando você. Aproiventando-se de você.</p>
<p>A questão é especialmente preocupante quando se sente medo, culpa ou vergonha. Tenha cuidado: poderiam estar te manipulando.</p>
<p>Ao largo da vida nos encontramos com diversos problemas. Alguns podemos resolver por nós mesmos, outros somente com ajuda de outras pessoas. Resolve-las é, em muitas ocasiões, difícil.</p>
<p>Ainda que todos nós estamos mais ou menos dispostos a dar uma mão a uma pessoa que tem problemas, temos uma disponibilidade limitada. É costume aparecer uma dificuldade adicional quando quem se encontra no aperto, está convencido de que as coisas “deveriam” ser como ele pensa e os demais “deveriam” forçosamente ajudar-lhe a resolver o assunto.</p>
<p>Para que haja manipulação é necessário uma relação assimétrica entre, ao menos, duas pessoas. É assimétrica porque uma predominantemente dá, e a outra predominantemente recebe, um ganha e outro perde, ainda que o manipulador possa ser sempre o mesmo, não é freqüente que o processo seja cíclico, de tal forma que os papéis se alternem entre os integrantes da relação.</p>
<p>As táticas que se empregam são assombrosamente simples, tanto é que se pode resumir em somente três estratégias gerais: Ameaçar, criticar ou inibir. Também são muito eficazes. O medo, a culpa ou a vergonha que geram são capazes de mobilizar a praticamente todos os seres humanos na direção requerida pelo manipulador, bem diretamente, ou como reação ante uma ação.</p>
<p>Custa se dar conta de que alguém está sendo submetido a manipulação. Pode notar que se sente culpado, que está fazendo o que a outra pessoa quer por medo, ter estranhos incômodos físicos incluso, ataques de pânico&#8230;talvez não  descubra que estão relacionados com o fato de estar renunciando seus valores, princípios e objetivos para satisfazer os de outra pessoa em sua volta.</p>
<p>Um bom truque para detectar a manipulação e saber quem te manipula é analisar o que se sente quando está com essa pessoa. Medo? Culpa? Vergonha? Apreensão? Inseguridade? Repulsão? Pensar que é um imbecil ou um inútil? Intenso afeto não motivado? Uma relação normal não deve produzir emoções negativas, todo sentimento demasiado “positivo”(não de enamoramento) com alguém que acaba de conhecer, é suspeito.</p>
<p>Também pode analisar o que faz. É isso que queria fazer nesse momento? Se te pagam por isso, tem uma justificativa, porém não é o caso dos manipuladores. Pois se estivessem dispostos a gastar dinheiro que custa seu serviço não necessitariam se aproveitar de você. É isso o contrário de seus valores, princípios, expectativas? Ninguém faz algo contra si mesmo senão está muito pressionado pelo ambiente. Se é assim, quem está se beneficiando? Esse é o manipulador. Esse, o que move as teias na sombra.</p>
<p>Fonte: http://www.psicologia-online.com/colaboradores/jc_vicente/manipulacion1.htm</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/a-manipulacao-o-que-e-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A técnica da grelha como instrumento avaliador da auto-estima</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-tecnica-da-grelha-como-instrumento-avaliador-da-auto-estima/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/a-tecnica-da-grelha-como-instrumento-avaliador-da-auto-estima/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[técnica da grelha]]></category>
<category>auto-estima</category><category>psicologia</category><category>técnica da grelha</category>
		<guid isPermaLink="false">http://site.suamente.com.br/?p=1657</guid>
		<description><![CDATA[Jose Antonio Jiménez Carmona
Alunos internos do Dpto. de Psiquiatria, Personalidade, Avaliação e Tratamento Psicológico
Faculdade de Psicologia da Universidade de Sevilha.
Os estudos atuais sobre si mesmo não o colocam como uma dimensão única, mas como um conjunto de concepções que a pessoa mantém sobre si mesma. (Markus e Nurius, 1986; Higgins, 1987). Esta visão concorda com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jose Antonio Jiménez Carmona</p>
<p>Alunos internos do Dpto. de Psiquiatria, Personalidade, Avaliação e Tratamento Psicológico<br />
Faculdade de Psicologia da Universidade de Sevilha.</p>
<p>Os estudos atuais sobre si mesmo não o colocam como uma dimensão única, mas como um conjunto de concepções que a pessoa mantém sobre si mesma. (Markus e Nurius, 1986; Higgins, 1987). Esta visão concorda com os planejamentos da Teoria dos Constructos Pessoais (Kelly, 1955) e com enfoques do tipo construtivista que descrevem ao &#8220;eu&#8221; como composto por diferentes tipos de esquemas de natureza verbal e/ou imaginativa, sendo universais os nucleares, caso da auto-estima. (García Martínez, 1998).</p>
<p>O “eu” mesmo, a grosso modo, estaria composto por:</p>
<p>- Elementos que fazem parte do campo da experiência da pessoa, como o eu real (representação própria).</p>
<p>- Elementos referentes a realidades não experienciadas, como o eu ideal (representação desejada) ,eu deveria (representação &#8220;dever ser&#8221;), eu rejeitado (representação do que se rejeita).</p>
<p>Com estes diferentes elementos de si mesmo se realizaram diferentes estudos que pretendem mostrar as relações que se podem estabelecer entre isso e as possíveis discrepâncias, conceito utilizado por Higgins para mostrar a existência de diferenças entre elementos.<br />
Assim, autores como Higgins, Bond, Klein e Strauman (em Avia 1995), relacionam discrepâncias entre o “eu real”, o “eu ideal” e o “eu ideal com transtornos depressivos” e entre o “eu real” e o “eu deveria” com transtornos do tipo ansioso.</p>
<p>Moretti e Higgins (em Avia 1995) encontram resultados no que a baixa auto-estima se dá em pessoas que mostram discrepâncias entre seu “eu real” e seu “eu ideal”. Autores como Feixas (1992), utilizam precisamente esta discrepância como índice global da auto-estima.</p>
<p>Por outro lado, Ogilvie (em Avia, 1995), conclui nos seus estudos que a satisfação pessoal está estreitamente relacionada com discrepâncias entre o “eu real” e o “eu rejeitado”.</p>
<p>Em nosso estudo fazemos uso da técnica da grelha de Kelly, na sua versão interpessoal, a qual está composta de vários elementos, neste caso pessoas significativas para a pessoa avaliada (pai, mãe, casal&#8230;), assim como elementos do sistema do “eu mesmo” (eu real, eu ideal, eu deveria e eu rejeitado). Das comparações entre estes elementos se citam os constructos que fazem parte do sistema de significados da pessoa.</p>
<p>Quanto a resultados quantitativos, esta técnica contribui entre outros para, análise de correspondência simples, correspondência simples entre elementos e constructos, correlações de Pearson, análise de conglomerados e correlações entre elementos&#8230;, sendo estes últimos os resultados utilizados neste estudo.</p>
<p>A construção da grelha responde a alguns planejamentos teóricos e metodológicos característicos que mais tarde serão abordados e que neste estudo pretendem comparar-se com outros diferentes como os que pode contribuir com uma técnica como a Escala de Autoconceito de Tennessee (EAT) criada por Fitts (1975).</p>
<p>O EAT é uma prova psicométrica que avalia 3 dimensões do eu mesmo, Auto-estima (valorização afetiva), Auto-conceito (valorização cognitiva) e Auto-comportamento (valorização comportamental) em 5 manifestações ou aspectos externos (Física e de saúde, moral e religiosa, pessoal, familiar e social).</p>
<p>Com este estudo pretendemos relacionar os índices de Auto-estimas contribuídos por ambas às provas, com a hipótese que haverá uma ausência de correlação entre ditos índices. As diferenças que as provas, podem contribuir com informação em relação a este resultado.</p>
<p>MÉTODO.</p>
<p>Pessoas:</p>
<p>Número de pessoas: 20<br />
Sexo: 13 mulheres/ 7 homens<br />
Idade: Entre 17-28 anos<br />
Características: Nível educativo medio-alto</p>
<p>MATERIAIS:</p>
<p>Caderno de perguntas do Tennesse.<br />
Folhas de respostas do Tennesse<br />
Folhas de correções do Tennesse<br />
Folha de pontuações do Tennesse<br />
Moldes da Grelha.<br />
Folhas de descrição dos constructos.<br />
Programa informático Record v. 2.0<br />
Programa informático estatístico SPSS.<br />
SalaI&gt;<br />
Sala de avaliação.<br />
Caneta</p>
<p>PROCEDIMENTO<br />
Com o prévio consentimento da pessoa, o entrevistamos individualmente para lhe explicar os objetivos do estudo e o procedimento que vai se executar com sua colaboração.</p>
<p>As duas provas são implementadas a cada pessoa, controlando os efeitos da ordem de apresentação mediante contrabalanço. Em 50% da amostra se a aplica primeiro o Tennesse e posteriormente a grelha, e aos outros 50% a ordem inversa.</p>
<p>Antes de começar com cada prova, são dadas instruções precisas para compreendê-la, assegurando a perfeita compreensão da mesmas.</p>
<p>A pessoa não tem limite de tempo para realizar ambas provas, as quais se aplicam em dois momentos diferentes com o único objetivo de evitar a fadiga da pessoa.</p>
<p>Finalmente, se agradece a pessoa pela participação, assegurando-lhe o anonimato e confidencialidade dos resultados, ao que poderá ter acesso se assim o desejar.</p>
<p class="Style10" align="justify"><strong>RESULTADOS<br />
</strong></p>
<div>
<ul>
<li class="Style10">Análise de Correlações</li>
</ul>
</div>
<div>
<table border="1" cellpadding="0" width="454">
<tbody>
<tr>
<td width="22%" valign="top"></td>
<td width="22%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">Correlação<br />
Eu-Eu deveria</td>
<td width="27%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">Correlação<br />
Eu-Eu rejeitado</td>
<td width="29%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">Correlação<br />
Eu-Eu ideal</td>
</tr>
<tr>
<td width="22%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">EAT<br />
Total</td>
<td width="22%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0816<br />
P=0.732</td>
<td width="27%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.2817<br />
P=0.229</td>
<td width="29%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.2022<br />
P=0.393</td>
</tr>
<tr>
<td width="22%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-comportamento </strong></p>
</td>
<td width="22%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0787<br />
P=0.744</td>
<td width="27%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.2540<br />
P=0.280</td>
<td width="29%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.2476<br />
P=0.293</td>
</tr>
<tr>
<td width="22%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-conceito </strong></p>
</td>
<td width="22%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.0975<br />
P=0.683</td>
<td width="27%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.1292<br />
P=0.587</td>
<td width="29%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0361<br />
P=0.880</td>
</tr>
<tr>
<td width="22%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-estima </strong></p>
</td>
<td width="22%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.1602<br />
P=0.500</td>
<td width="27%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.2365<br />
P=0.315</td>
<td width="29%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.1426<br />
P=0.549</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="Style10" align="center">Tabela 1</p>
<p align="justify">
<div>
<ul>
<li class="Style10">W. De Mann-Whitney utilizando  a pontuação total do EAT como critério</li>
</ul>
</div>
<div>
<table border="1" cellpadding="0" width="464">
<tbody>
<tr>
<td width="10%" valign="top"></td>
<td width="8%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">EAT</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-comportamento </strong></p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-conceito </strong></p>
</td>
<td width="18%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-estima </strong></p>
</td>
<td valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-estima </strong></p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">C.Y-dev.</p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">C.Y-Reje.</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">C.Y-Ideal</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">F<br />
Ratio</td>
<td width="8%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">29.5860</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">1103387</p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">4.1860</p>
</td>
<td width="18%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">17.5191</p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.1934</p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.5181</p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.7477</p>
</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">F<br />
Prob.</td>
<td width="8%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0000</p>
</td>
<td width="12%" valign="top"></td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0034</p>
</td>
<td width="18%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0557</p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0006</p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.6653</p>
</td>
<td width="10%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.4809</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.3986</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="Style10" align="center">Tabela 2</p>
<p align="justify">
<div>
<ul>
<li class="Style10">A NOVA utilizando a  pontuação total do <strong>EAT</strong> como critério</li>
</ul>
</div>
<div>
<table border="1" cellpadding="0" width="473">
<tbody>
<tr>
<td width="11%" valign="top"></td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">EAT<br />
Total</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-comportamento </strong></p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-conceito </strong></p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Autoesti=&#8221;12%&#8221;&gt;<br />
Autoestima </strong></td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">C.Y-dev.</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">C.Y-Reje.</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">C.Y-Ideal</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="11%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">Z</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-3.7089</p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-2.7440</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-1.8185</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-3.1001</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.3091</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.6946</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-1.0030</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="11%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">P</p>
</td>
<td width="12%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0002</p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0061</p>
</td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="Style10" align="center">Tabela 3</p>
<p align="justify">
<div>
<ul>
<li class="Style10">W de Mann-Whitney  utilizando a correlação Eu &#8211; Eu ideal como critério</li>
</ul>
<table border="1" cellpadding="0" width="460">
<tbody>
<tr>
<td width="16%" valign="top"></td>
<td width="16%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>EAT</strong></p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-comportamento </strong></p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Autoconceito </strong></p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="style23 Style10" align="center"><strong>Auto-estima </strong></p>
</td>
<td width="16%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">CY-Ideal</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="16%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">Z</p>
</td>
<td width="16%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-1.255</p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-1.5223</p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.1905</p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-0.5724</p>
</td>
<td width="16%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">-3.7607</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="16%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">P</p>
</td>
<td width="16%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.2093</p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.1279</p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.8489</p>
</td>
<td width="17%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.5671</p>
</td>
<td width="16%" valign="top">
<p class="Style10 style23" align="center">0.0002</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Com o objetivo de avaliar as similitudes e/ou diferenças entre as duas provas, foi elaborado um banco de dados com os valores de todos os índices contribuídos pela <strong>EAT</strong> e os índices gerais e  correlações entre &#8220;eus&#8221; da <strong>grelha</strong>.</p>
<p>Sobre este banco de dados foram realizadas diferentes análises estatísticas:</p>
<p>Em primeiro lugar os dados são submetidos a uma análise de correlações entre os índices do EAT e as três correlações nas quais participa o &#8220;eu&#8221;. (ver tabela 1).</p>
<p>Esta análise mostra a ausência da correlação significativa entre os valores contribuídos por sendas prova.<br />
Logo em seguida o procedimento é realizar uma análise de variação introduzindo uma divisão da amostra a partir da meia na pontuação total do EAT, estabelecendo dois grupos em função de si, que se encontram abaixo ou acima de dita media. Os resultados voltam a mostrar ausência de correlação significativa. (ver tábela 2).</p>
<p>Posteriormente, e com a divisão anterior, se aplica a W de Mann-Whitney, arrojando idênticos resultados quanto a correlação e significatividade. (ver tábela 3).<br />
Finalmente, se realiza o mesmo procedimento estatístico, mas utilizando agora a divisão da amostra em função da media da correlação &#8220;eu &#8211; eu ideal”, confirmando os resultados anteriores. (ver tábua 4).</p>
<p>Portanto, os resultados obtidos derivados da grelha de Kelly e do EAT de Fitts mostram, em todos os casos, uma ausência da correlação significativamente estatístico, mesmo que podem se apreciar certas tendências. Concretamente entre a correlação &#8220;eu &#8211; eu rejeitado&#8221; e os indicadores do Tennesse ou entre a correlação &#8220;eu-eu ideal&#8221; e a pontuação total do EAT, sendo no primeiro caso uma correlação negativa e positiva no segundo. No entanto, em nenhum caso são significativas estatisticamente.</p>
<p>DISCUSSÃO</p>
<p>A hipótese de nosso estudo sustentava a ausência de correlação entre os diferentes índices que sobre a auto-estima contribuem as técnicas da grelha de Kelly e a EAT de Fitts, planejamento que, à luz dos resultados obtidos, fica aceitado.</p>
<p>Esta assunção implica, não obstante, o ter de dar resposta a uma série de questões. As dúvidas se agrupam, fundamentalmente, em torno de dois pontos, a saber, a explicação, por um lado, de por que duas provas que aparentemente têm o mesmo objeto de avaliação, arrojam resultados tão sumamente contraditórios, e determinar, por outro, o &#8220;verdadeiro&#8221; valor da auto-estima.<br />
Quanto à primeira questão, nos estamos referindo a dois aspectos, as características específicas, a todos o níveis, de ambas as provas e as variáveis relacionadas com a situação de avaliação.</p>
<p>A nosso entender devemos refletir sobre a natureza de ambas as provas, especialmente no concernente à auto-estima, para tentar esclarecer estas incógnitas.<br />
A técnica da grelha, a diferença das provas psicométricas, parte do fato de considerar como código e referente único, o mundo de significados próprios da pessoa; isto é, quando utilizamos a grelha trabalhamos com as construções subjetivas da pessoa avaliada sem que se tenha nenhum outro tipo de referencia extra pessoal ou periférico ao mundo de significados individual da pessoa.<br />
Este aspecto tem uma especial relevância se compararmos esta técnica com as provas psicométricas, em geral, e o Tennesse, em particular; este tipo de instrumento, construído a partir de dados populacionais, requer, em último caso &#8211; na hora de interpretar-, de uma mesma população como meio de cronograma, isto é, a pessoa se compara com outras (população de referência) para obter uma pontuação ou medida quanto a um atributo.</p>
<p>  No caso específico da avaliação da auto-estima, esta circunstância pode explicar os resultados obtidos; enquanto que na grelha se avalia o julgamento pessoal que o sujeito faz sobre si mesmo em função dos constructos elicitados, significados próprios, no Tennesse o sujeito avalia afirmações que pretendem descrevê-lo mas que não são produções próprias, mas contribuições da população de referência.</p>
<p>A auto-estima de uma pessoa pode se mostrar alta, mesmo que seus índices possam ser baixos em nível populacional, sempre e quando a pessoa não encontre discrepâncias entre o que é e o que deseja ser; se aceita em função de seus próprios critérios (significados) que não têm por que coincidir, inclusive podem ser conclusivos, podem ser contraditórios, com os contribuídos pela norma (população).</p>
<p>Poderia se questionar a comparação entre ambas as provas, também, atendendo às características psicométricas das mesmas, já que ambas diferem quanto a características de fiabilidade e validade, em base, fundamentalmente, às concepções que suas perspectivas mantêm em relação a estes conceitos.</p>
<p>No que respeita à fiabilidade e validade da grelha, esta conta com algumas particularidades. Como comentamos anteriormente, a finalidade da grelha, e este em um aspecto muito importante, é uma abordagem idiográfica, o qual, em princípio minimiza a importância da fiabilidade e validade normativa.</p>
<p>É difícil falar de fiabilidade na grelha, quando esta pretende ser um instrumento de medida sensível à instabilidade e à mudança, algo que está relacionado com o que dizia Kelly quando ironicamente definia a fiabilidade como a característica de um teste que o faz insensível à mudança.</p>
<p>Com a validade ocorre praticamente o mesmo como afirma Yorke, (1989), quando considera a validade de conteúdo da grelha como &#8220;problemática&#8221;, levando em conta a dificuldade para saber se os elementos ou constructos utilizados são representativos de suas povoações respectivas.</p>
<p>Não obstante, no que se refere à validade de constructos e preditiva, os estudos arrojam resultados positivos. Adams-Webber, (1979); Anthony Ryle, (1975); Ryle e Lunghi, (1971); Ryle e Breen, (1972).</p>
<p>Por sua vez, o Tennesse, como prova genuinamente psicométrica, mostra dados altamente contrastados e aceitáveis desde este ponto de vista.</p>
<p>Ambas as provas, portanto, mesmo que com seus matizes, mostram dados que apóiam sua utilidade desde um ponto de vista psicométrico e não seria adequada a invalidação de alguma dela atendendo a critérios comparativos.</p>
<p>Achamos necessário destacar uma série de fatores que também poderiam estar influindo nos resultados, tal como se mostram. Assim, o conhecimento que a pessoa tem sobre o que se avalia (o disfarçado da prova), mais patente no Tennesse que na grelha; a medição de características como a auto-estima e o auto-conceito, que implica fazer referências a aspectos como à satisfação corporal, atitudes éticas e morais&#8230; Os quais convidam mais ao falseamento e à aparição de efeitos de desabilidade social, o que pode provocar erros na medição; por último, uma variável intrínseca ao estudo, a mostra tampouco é representativa desde um ponto de vista estatístico, logo ao número de pessoas, devido ao elevado custo de tempo que supõe o administrar ambas provas (aproximadamente 2 horas/pessoa).</p>
<p>Finalmente, com relação ao segundo das dúvidas, o &#8220;verdadeiro&#8221; valor do objeto avaliado, pensamos que não se tratam de diferentes auto-estimas, poderiam ser simplesmente diferentes aspectos (dimensões/níveis) de um mesmo conceito, isto é, seriam diferentes formas de ver e entender a auto-estima; assim, Fitts, tal como amostra na EAT entende à auto-estima como a dimensão afetiva quanto à aceitação própria considerada desde o ponto de vista dos outros, enquanto Kelly, desde seu EAT, a define como a proximidade entre o que sou e o que desejo ser, desde um ponto de vista mais pessoal.</p>
<p>Antes de concluir queremos assinalar que este estudo não pretende ser um inútil estudo de validade convergente – mesmo que em princípio fora movido próximo disso; indo em volta do tema, mas que analisado em profundidade foi precisamente o que o descartou &#8211; de nenhuma das provas, utilizando a outra como critério, mas quisemos mostrar as possíveis discrepâncias que podem surgir quando se utilizam provas que, aparentemente, medem um mesmo conceito mas diferem quanto a seus enfoques teóricos e metodológicos de base. Estes pressupostos de partida &#8220;moldam&#8221; o conceito de interesse fazendo-o diferente à luz de diferentes perspectivas.</p>
<p>REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS.<br />
Allport, G.W.(1975): La Personalidad: su configuración y desarrollo. Barcelona. Herder.<br />
Avia, M.D. y Sánchez, M.L. (1995): Personalidad: Aspectos cognitivos y sociales. Madrid. Pirámide<br />
Bartolomé, M. (1983): Manual de la Escala de Autoconcepto de Tennesse. Madrid. Narcea.<br />
Feixas, G. Y Cornejo, J.M. (1992): Manual de la técnica de la Rejilla mediante el programa Record.. Madrid. TEA ediciones<br />
García, J.; García, J.; Garrido, M.; Rodríguez, L. (1997): Personalidad, procesos cognitivos y psicoterapia. Un enfoque constructivista. Madrid. Fundamentos.<br />
Kelly, G.A: (1991): The psychology of personal construct.. New York. Routledge<br />
Higgins, E.T.(1987): Self-discrepancy: A theory relating self and affect. Psychological review, 94, 319-340.<br />
Markus, H. y Nurius, P.(1986): Posible selves. American Psychologist, 41, 954-969.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.psicologia-online.com/colaboradores/jimenez/index.htm </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.suamente.com.br/a-tecnica-da-grelha-como-instrumento-avaliador-da-auto-estima/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
