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	<title> &#187; PNL</title>
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		<title>Os níveis lógicos da mudança</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 17:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
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<category>crenças</category><category>emoções</category><category>níveis lógicos</category><category>pnl</category>
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		<description><![CDATA[Sabe-se que se em uma empresa existe cooperação entre os diferentes departamentos que a compõe e estes trabalham unidos para conseguir um determinado objetivo, a empresa funcionará melhor. O mesmo acontece com cada pessoa[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Erika Boeck</em></p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que se em uma empresa existe cooperação entre os diferentes departamentos que a compõe e estes trabalham unidos para conseguir um determinado objetivo, a empresa funcionará melhor. O mesmo acontece com cada pessoa. Se as distintas partes que a compõe colaboram entre si, a pessoa será mais eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conseguir esse alinhamento é preciso introduzir uma mudança nos distintos níveis. Robert Dilts apresenta a seguinte escala de <strong>níveis lógicos da mudança</strong>, válidos tanto para a pessoa quanto para as empresas. Este modelo serve como marco de referência na hora de distinguir o nível no qual se deve trabalhar de acordo com a mudança desejada.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Propósito:</strong> se refere ao sistema mais amplo no qual se está incluído. Para entender este nível, é preciso compreender as conexões com o sistema a que se pertence e o que leva junto. Ele é especialmente importante para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Identidade / missão ou termo de referência:</strong> <strong>afirmações </strong>que descrevem o que cada um da sua pessoa pensa. Começam com &#8220;Eu sou…&#8221;. No caso das empresas, as declarações de referência definem a sua identidade, a sua natureza.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Crenças e sistemas de valores:</strong> incluem as idéias que cada um tem com relação a si mesmo, aos outros e às situações. Essas idéias têm uma <strong>carga emocional </strong>e não estão baseadas em fatos. Começam com &#8220;Acredito que…&#8221;. As <a href="http://site.suamente.com.br">crenças</a> e os sistemas de valores constituem o estilo, a forma de trabalhar da empresa. [Ansiedade] Ansiedade</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradução</strong><br />
Luciana Alves<br />
Tradutora Técnica Inglês/Espanhol/Português<br />
luciana_trad@terra.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">Referência: www.pnlnet.com</p>
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		<title>A autoimagem</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-autoimagem/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[autoimagem]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[postura corporal]]></category>
<category>autoimagem</category><category>depressão</category><category>postura corporal</category>
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		<description><![CDATA[Para Feldenkrais, a autoimagem compreende quatro componentes que interferem em toda ação: movimento, sensação, sentimento e pensamento. Cada um destes componentes atua em distintas proporções, dependendo de cada contexto particular.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Sara Lindener </em></p>
<p style="text-align: justify;">Para Feldenkrais, a autoimagem compreende quatro componentes que interferem em toda ação: movimento, sensação, sentimento e pensamento. Cada um destes componentes atua em distintas proporções, dependendo de cada contexto particular. E cada componente recebe interferência dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para depressão, por exemplo, faz falta adotar uma certa postura corporal, pensar de uma determinada maneira e ter uma sensação (visual, auditiva ou cinestésica). Para cantar uma música, é necessário que haja um pensamento, um movimento, uma sensação e um sentimento. E isto é assim para qualquer ação que queiramos fazer na vida. Não é possível viver se algum destes componentes cair abaixo de um nível ou desaparecer completamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A autoimagem vai mudando e modificando-se ao longo do tempo, mas de forma quase imperceptível as ações vão se transformando em hábito.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso considerar que a nossa autoimagem vai crescendo à medida que vamos desenvolvendo as nossas diversas capacidades. As células que temos utilizado efetivamente são as que configuram a nossa autoimagem, fato que faz que esta seja menor do que poderia ser. Um exemplo disso são as pessoas que falam mais de um idioma porque têm sua autoimagem mais perto do máximo potencial do que a pessoa que fala apenas um idioma. Isto nos leva a deduzir que são mais importantes os vários padrões e combinações de células do que o seu número material.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de que determinemos metas e consigamos alcançá-las faz com que coloquemos um fim na nossa aprendizagem, fazendo com que na maioria das vezes, em muitos casos, o ser humano utilize apenas 5% do seu potencial.<br />
Para atender às necessidades básicas da sociedade basta que os membros desenvolvam no mínimo a sua autoimagem. Porém, nesta situação, haverá alguém que vá além e continue esse processo de desenvolvimento. Há certas células que influenciam o desenvolvimento da autoimagem porque demoram mais em serem utilizadas ou que nunca chegam a ser utilizadas, já que, ao não se desenvolverem, impedem que a imagem se desenvolva.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor que o homem dá é que na sociedade se tem o costume de julgar a si mesmo. E, a avaliação que ele faz de si mesmo influenciará o seu aprimoramento.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que criamos alguns padrões de conduta, estes influenciarão as condutas que aprenderemos mais tarde. Por exemplo, se aprendemos uma técnica de pintura e depois aprendemos outra, haverá uma tendência de utilizarmos a técnica empregada na primeira quando aprendamos à segunda.</p>
<p style="text-align: justify;">Há partes do nosso corpo que, ao não serem usadas de maneira clara, não temos uma consciência clara sobre a sua existência. Ou seja, se alguém não realiza uma atividade, não pode sentir a parte de seu corpo que a realiza como parte de sua autoimagem. Uma pessoa que não saiba nadar, não terá o conhecimento de que sincronizando o movimento dos pés com o dos braços poderá avançar dentro da água.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, aparece uma situação que ao mesmo tempo é estranha e ideal. Esta situação é a de um conhecimento completo de nossa autoimagem, já que supomos uma consciência continua de nosso corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">O homem pode configurar a sua imagem exterior de acordo com o que quiser que os outros pensem dele e só ele saberá qual parte desta imagem é mais certa e qual é mais falsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradução</strong><br />
Luciana Alves<br />
Tradutora Técnica Inglês/Espanhol/Português<br />
luciana_trad@terra.com.br</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência:</strong> www.pnlnet.com</p>
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		<title>Pais eficazes</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/pais-eficazes/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/pais-eficazes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 15:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos entre filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pais eficazes]]></category>
		<category><![CDATA[ser bom pai]]></category>
<category>conflitos entre filhos</category><category>pais eficazes</category><category>ser bom pai</category>
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		<description><![CDATA[Como seres humanos que somos, temos problemas. Isso não deve ser esquecido quando somos pais e muito menos esquecer que nossos filhos, por serem seres humanos, também os têm. Esses problemas incluem a necessidade básica que em certas ocasiões[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Nelson Powell </em></p>
<p style="text-align: justify;">Como seres humanos que somos, temos problemas. Isso não deve ser esquecido quando somos pais e muito menos esquecer que nossos filhos, por serem seres humanos, também os têm. Esses problemas incluem a necessidade básica que em certas ocasiões resolvemos de maneira correta e em outras não. O segredo de ser um bom pai está no fato de chegar a uma comunicação correta com o filho para assim solucionarem juntos os problemas. Para chegar a esta comunicação correta é preciso seguir estas três técnicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Escutar</strong><br />
O principal na hora de falar sobre escutar é que temos que lembrar de escutar as crianças assim como fazemos com os adultos. Para chegar a escutar corretamente os filhos, há três estratégias que podem ser seguidas.</p>
<p style="text-align: justify;">- Decodificar adequadamente seus sentimentos<br />
- Usar frases afirmativas simples<br />
- Escutar ativamente</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2.Expressar</strong><br />
Para quando você se expresse possa ter uma comunicação eficaz com os seus filhos, existe uma série de princípios básicos a seguir:</p>
<p style="text-align: justify;">-Exatidão. É preciso expressar desejos e sentimentos de maneira concreta.</p>
<p style="text-align: justify;">-Imediatez. As reações que nos produzem as diferentes atitudes ou atuações de nossos filhos devem ser comunicadas no mesmo momento.</p>
<p style="text-align: justify;">-Não julgar. É preciso evitar o julgamento negativo porque pode influenciar na percepção que tenha de si mesmo. Para não chegar a isso, é possível expressar-se de três maneiras: 1) omitir a palavra “você” ao descrever um problema, 2) informar sobre o problema sem dizer claramente que existe, e 3) dizer a mensagem em uma só palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">-Coerência. O que se procura é que os filhos experimentem as conseqüências de um comportamento impróprio. Uma vez que tenham feito algo de errado, sabendo que foram advertidos que se fizerem o mal teriam conseqüências negativas, o castigo deverá ser mantido porque se não se cumpre essa advertência, nas próximas ocasiões seguirão fazendo mal sem se importarem com as conseqüências. Também tem que ser coerente quando fazem alguma coisa boa e parabenizá-los por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">-Revelação. É preciso colocar limites aos filhos dentro dos sentimentos e necessidades dos pais e desta maneira para eles terá mais sentido e verão seus pais como pessoas reais. A chave está na utilização de mensagens “eu” no lugar de “você”.</p>
<p style="text-align: justify;">-Congruência. Deve existir congruência entre as mensagens, expressões e gestos do corpo, as ações e o tom da voz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.Resolver problemas juntos</strong><br />
Os métodos para resolver os problemas podem ser:</p>
<p style="text-align: justify;">-Autoritário: o pai, como chefe põe as regras e mesmo parecendo fácil não funcionam, já que os filhos acabam colocando-se contra ele na adolescência. É recomendado para situações de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">-Permissivo: utilizando-se este método, o filho acaba saindo com a sua.</p>
<p style="text-align: justify;">-Cooperativo: é o mais eficaz, pois se encontra no meio caminho entre os dois anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora de resolver os problemas juntos, siga estes seis passos:</p>
<p style="text-align: justify;">1.Identificar e definir o conflito. Para isso, escolhemos um momento em que as crianças estejam disponíveis e dizemos claramente o que está acontecendo, que há um problema e tem de que ser resolvido. Relembrar e utilizar as mensagens &#8220;eu&#8221; em lugar de &#8220;você&#8221; e escutar ativamente. Devemos deixar claro que se busca uma solução que seja boa para ambos os lados.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Expor possíveis soluções. Deixando primeiro as crianças, todos vão dizendo as soluções que imaginam. É importante a variedade para que todas as soluções sejam aceitas, sem julgá-las. Não se deve esquecer de escrevê-las para se lembrar na hora de avaliar.</p>
<p style="text-align: justify;">3.Avaliar as soluções. Neste momento é quando as possibilidades são julgadas e se desfazem por qualquer motivo não satisfazendo a qualquer uma das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">4.Escolher a melhor solução. A melhor solução será a mais aceitável para as duas partes. Deve-se considerar que ninguém se sinta obrigado a aceitá-la e que todos se proponham a cumprir. Não se deve deixar de lado os castigos que seriam impostos se alguém não cumprir ou se alguém não cumprir o acordo.</p>
<p style="text-align: justify;">5. Colocar a decisão em prática. Chegando a um acordo sobre quem deve fazer o que, quando, onde, como, diante de quais condições até a pratica.</p>
<p style="text-align: justify;">6. Avaliar os resultados. É preciso avaliar porque nem todas as soluções que tomamos são corretas. É preciso comprovar se todas estão de acordo com o andamento da solução, se esta funcionando para todos. Se não for assim, volte ao passo de expor possíveis soluções.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se deve esquecer que em certas ocasiões há problemas que pertencem unicamente aos filhos e deve deixá-los que eles mesmos resolvam. Do contrário, é possível chegar a um conflito sem fim entre pais e filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Referência: www.pnlnet.com</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradução</strong><br />
Luciana Alves<br />
Tradutora Técnica Inglês/Espanhol/Português<br />
luciana_trad@terra.com.br</p>
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		<title>A chave da excelência pessoal</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-chave-da-excelencia-pessoal/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 19:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
<category>cérebro</category><category>chave da excelência pessoal</category><category>estratégia mental</category><category>pensamento</category><category>pnl</category><category>programação neurolinguistica</category><category>sucesso</category>
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		<description><![CDATA[A estratégia é um projeto que as pessoas seguem para conseguir uma determinada finalidade. Na PNL se define como “programa, ou seqüência de representações[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ricardo Ros </em></p>
<p>A estratégia é um projeto que as pessoas seguem para conseguir uma determinada finalidade. Na <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> se define como “programa, ou seqüência de representações, preparado e que leva a um resultado específico”. A estratégia mental pode começar com um teste ou avaliação de se realmente se é preciso fazer algo, continua com o estabelecimento da estratégia que ajuda a motivação e segue com a estratégia para fazer algo. A base da excelência pessoal se consegue compreendendo o modo de instalar as estratégias e de mudá-las.</p>
<p>No nosso cérebro, as estratégias formam redes neurais muito complexas já que não apenas “somos o que pensamos”, mas que também tendemos a fazer aquilo que pensamos. A PNL destaca estas representações que produzem as condutas que produzem os objetivos esperados. Isto se refere ao nosso mundo interior, mas também é preciso considerar que vivemos em um mundo externo. As distintas estratégias que utilizamos contemplam os dois mundos.</p>
<p>As estratégias estão compostas por distintos níveis. Um nível superior do qual se vão debulhando fragmentos inferiores. Sabendo disso, a PNL nos permite mudar as várias estratégias para conseguir os mesmos resultados.</p>
<p>É preciso lembrar que para conseguir um triunfo é preciso encontrar os elementos da estratégia e a ordem correta deles, a sintaxe correta.</p>
<p>Para conseguir os resultados que esperamos, utilizamos um sistema de estratégias. O sistema segue quatro etapas:</p>
<p><strong>1.</strong> Estabelecer a meta<br />
<strong>2.</strong> Atuar<br />
<strong>3.</strong> Observar o que acontece<br />
<strong>4.</strong> Mudar o que se faz até obter o resultado desejado</p>
<p>Para colocar em prática esta apresentação cibernética, você vai precisar de:</p>
<p><strong>-</strong> Uma meta concreta<br />
<strong>-</strong> Capacidade de fazer algo para consegui-la<br />
<strong>-</strong> Um meio de saber em que medida não alcançou a sua meta<br />
<strong>-</strong> A capacidade de continuar mudando o que se faz até alcançar a sua meta.</p>
<p>Há certos resultados que conseguimos de forma inconsciente já que o nosso corpo se encarrega de fazer tudo o que for necessário para a nossa sobrevivência. Graças à PNL podemos utilizar esta capacidade cibernética para obter objetivos conscientes. Apesar disso, grande parte do processo continua sendo inconsciente.</p>
<p>Em certas situações nos interessa deduzir as estratégias de pensamento que outras pessoas têm por diversos motivos:</p>
<p><strong>-</strong> Imitar uma conduta excelente<br />
<strong>-</strong> Desfazer ou atrapalhar esta conduta para que seja ineficaz<br />
<strong>- </strong>“Voltar a vivenciá-la” se existe um rapport (capacidade de boa convivência com os demais) estabelecido entre ambos<br />
<strong>- </strong>Aplicação por parte de cada um para conseguir seus próprios resultados de uma estratégia identificada como excelente</p>
<p>TOTE é um modelo que corresponde às iniciais da palavra inglesa:<br />
Test/trigger (Prova\desencadeante)<br />
Operate (Operar)<br />
Test (Prova)<br />
Exit (Saída)</p>
<p>É um modelo utilizado em informática e que a PNL adotou. É similar ao modelo do sucesso em quatro etapas.</p>
<p>- Prova/desencadeante: a primeira prova dá origem à estratégia<br />
- Operar: se trata de ter acesso à informação do mundo interior e do mundo exterior que temos<br />
- Prova(segunda): são comparados os dados obtidos com os estabelecidos na primeira prova<br />
- Saída: o resultado da prova</p>
<p>Se o resultado não convence, os passos da estratégia são repetidos, reajustando algum dos seguintes itens:</p>
<p>- Mudando o resultado ou redirecionando a estratégia<br />
- Ajustando o resultado ou fragmentando lateralmente<br />
- Limitando ou especificando mais o resultado<br />
- Tendo acesso a mais dados</p>
<p>Um exemplo de prática do modelo TOTE é o seguinte. Você decide comprar um par de sapatos. No primeiro passo, a prova, você visualiza os sapatos que deseja na sua cabeça. No segundo passo, operar, engloba os passos a seguir para encontrá-los. No terceiro passo, a segunda prova, compara os sapatos que você tinha desejado com os que você tem à frente. Por último, a saída, se os dois coincidem, você faz a compra e sai da estratégia, mas se não coincidem, sai da estratégia sem comprar e pode voltar a repetir os passos.</p>
<p><a href="http://site.suamente.com.br">Sua Mente</a></p>
<p><strong>Tradução</strong><br />
Luciana Alves<br />
Tradutora Técnica Inglês/Espanhol/Português<br />
<a href="mailto:luciana_trad@terra.com.br">luciana_trad@terra.com.br</a></p>
<p>Referência: www.pnlnet.com/chasq/a/2549</p>
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		<item>
		<title>PNL Trans-pessoal, um Caminho ao Essencial</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/pnl-trans-pessoal-um-caminho-ao-essencial/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/pnl-trans-pessoal-um-caminho-ao-essencial/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 00:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
<category>bandler</category><category>glinder</category><category>pnl</category><category>programação neurolingistica</category>
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		<description><![CDATA[A Programação Neurolingüística foi descrita desde a sua origem como sendo um conjunto de técnicas que ajudam o ser humano a conhecer como a sua mente funciona. Esta definição é por si limitada e inexata porque, entre seus esforços iniciais[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Gustavo Bertolotto</em></p>
<p style="text-align: justify;">A Programação Neurolingüística foi descrita desde a sua origem como sendo um conjunto de técnicas que ajudam o ser humano a conhecer como a sua mente funciona. Esta definição é por si limitada e inexata porque, entre seus esforços iniciais, está o de compreender a continua relação corpo-mente e, nos desenvolvimentos posteriores, realizados muitos deles por Robert Dilts, inclui o trans-pessoal/espiritual dentro do Modelo dos níveis neurológicos</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, dentro das chamadas pré-suposições operativas, que constituem o que podemos chamar “as bases epistemológicas” de atuação da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>. tradicional, a inclusão do Trans-pessoal brilha por sua ausência. Estas pré-suposições marcam os limites daquilo com o que podemos trabalhar e nos aproximar de qual podemos pensar. Essa ausência reflete as limitações que têm a PNL. para modelar tudo aquilo que foge do conceito tradicional de mente-pensamento, no que está implícito um Modelo de realidade que desconhece o transcendental, ou que embora o mencione, não sabe integrá-lo em seu estudo e processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde esta limitação inicial, é totalmente normal e compreensível que as técnicas, modelos e ferramentas projetadas pela PNL. para compreender e modelar os níveis neurológicos mais profundos do ser humano (crenças, valores, identidade e espiritualidade) eram insuficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo, podemos mencionar uma limitação e incongruência que qualquer pessoa que tenha praticado PNL. pode corroborar: os Valores e Crenças eram considerados “coisas ou objetos”, como algo estático, não um processo. Ou o que dá no mesmo, através de uma nominalização, um dos fundamentos básicos do Meta-modelo, base e origem da PNL. já que foi o primeiro que Bandler e Grinder formularam.Tratávamos a crença como se fosse um estado e nos ensinavam a mudá-la??? Fazendo modificações espaciais e de sub-modalidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que o dito não fique como uma crítica fácil e insubstancial, podemos uni-lo com outra das insistências básicas da PNL. tradicional, que é a de especificar muito os Objetivos e esquecer de que o ser humano é um sistema holístico e que, como tal, tem uma orientação básica à qual o inconsciente nos leva constantemente e que é a que utilizava Milton Erickson para realizar “mágicas” mudanças em seus pacientes. Já em 1980, Richard Bandler falava em seus seminários, e está mencionado em seu livro “Use sua cabeça&#8230; para variar”, que depois de modelar Erickson ele tinha compreendido que “o cérebro pensa em direções, não em objetivos” e que a direção implica movimento, ou seja, que me mexo me afastando de algo e me aproximando de outra coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Disto se desprende que por mais bem especificado que seja um Objetivo, se não está enquadrado na Direção na qual o inconsciente dirige a nossa atenção, teremos que utilizar muita “força de vontade” (desgastante) para consegui-lo, correndo um outro risco importante: se o Objetivo não for congruente com a Direção, ao consegui-lo, irá se transformar em alguma dessas conquistas que em muito pouco tempo não saberemos para que a queríamos e que se transforma em um estorvo, em uma “batata quente” que nos queima nas mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora vem a pergunta chave que fecha este enigma cibernético: Como se especifica ou determina a nossa Direção? e a resposta é: por meio de processos através dos quais valorizamos o que está acontecendo e o que desejamos, e isto, por sua vez, está relacionado com o processo de Identidade, através do qual nos identificamos com determinados aspectos que geram prazer ou que, mesmo que causem sofrimento, podemos enquadrá-los como que nos afastam do que já não queremos para nós e nos aproximam daquilo que desejamos. Daí o erro e as dificuldades que surgem de tratar os valores, crenças e identidade como algo estático e sem movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir destas conclusões, qualquer praticante da PNL. percebe que dentro da Direção na qual nos movemos, também está implícito, e em alguns de nós de uma forma muito importante, o sentido espiritual da nossa vida e as repercussões sistêmicas dos nossos atos e pensamentos, pelo que se faz imprescindível encontrar ferramentas com as quais modelar o aspecto Trans-pessoal e incorporá-lo à proposta da PNL.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas idéias iniciais nos levaram a revisar outros aspectos da PNL. tradicional e a realizar muitas reformulações que no contexto deste artigo seriam muito longas de enumerar e que se enquadram nos avanços mais recentes da Teoria de Sistemas, a Física Quântica e a Biologia do Conhecimento, que têm como uma de suas Pressuposições Básicas a seguinte: “a complexidade efetiva de um sistema observado tem a ver mais com as limitações particulares do observador do que com as propriedades do sistema observado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica evidente que neste enfoque Trans-pessoal da PNL. demos mais importância a conhecer as nossas limitações particulares do que a aprender um conjunto de técnicas, que a maior parte da formação em PNL. estava se limitando, pelo menos na Espanha, e também que a mencionada Pressuposição implica que alguém que não tenha essa orientação Trans-pessoal integrada na sua vida, tem muita probabilidade de não reconhecê-la nos demais e em ignorar a sua importância e as repercussões para essas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na nossa proposta, entendemos por Trans-pessoal tudo aquilo que está além da máscara (pessoa) que habitualmente colocamos para nos conectarmos com os demais e o mundo que nos cerca. Acreditamos que se nos restringíssemos a estudar esse conceito limitador da personalidade, estaríamos enfrentando o fracasso, porque esqueceríamos que somos algo mais do que máscara e individualidade separada dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">As novas compreensões do ser humano nos fazem entender que cada um de nós é como a célula de um grande corpo que chamamos Humanidade. Conhecer o melhor possível as nossas capacidades para poder realizar da maneira mais adequada as funções que nos têm sido encomendadas como célula do órgão no qual vivemos, poderia ser a responsabilidade de sermos humanos. Isso é possível se, ao mesmo tempo que temos consciência da parte, somos capazes de perceber que o todo também está refletido e vivo em nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes dois aspectos, “aparentemente opostos e necessariamente complementários”, são os que dão sentido à palavra Trans-pessoal, aquilo que é mais do que nós e que ao mesmo tempo é a própria pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra maneira de pensar sobre nós mesmos é que somos um Universo. Esta palavra significa compreender e transformar o múltiplo, o diverso, em um princípio único em que tudo se relaciona de inúmeras formas. A ciência tradicional está ajudando a conhecer as leis que regem o nosso Universo, e a cada dia se estabelecem novas teorias que nos ajudam a criar Modelos para compreender melhor os inter-relacionamentos existentes entre os aspectos díspares e, muitas vezes, aparentemente contraditórios, que até o momento conhecemos nos espaços infinitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro dos Modelos mais conhecidos e que mais nos ajudaram a compreender as leis universais estão o de Newton e o de Einstein. Suas teorias, com todo o avanço que representaram em seu momento, hoje estão, em grande parte, superadas e incluídas no Modelo da Física Quântica, que propõe a existência de quantuns energéticos que dão origem à matéria e a tudo o que existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes vários aspectos que nos formam (na PNL. são chamados de níveis neurológicos) podem ser estudados separadamente, se isso ajuda à compreensão, mas não pode ser entendido sem a relação com os demais aspectos internos e externos, com o risco de cair novamente na separação especializada, tão presente em muitos aspectos da ciência tradicional. Um exemplo disto, que todos nós conhecemos e algumas vezes temos sofrido, é a compreensão da saúde que tem a medicina convencional, onde cada especialista trata a parte como um todo e se esquece das repercussões produzidas no resto do organismo pelo tratamento naquele órgão ou sistema no qual está especializado.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não se pode esquecer que o nosso Universo pessoal está em contato e em íntima relação com todos os outros Universos pessoais que nos circundam, inclusive com aquelas partes dos mesmos que estão além da percepção dos sentidos físicos. Na PNL. Trans-pessoal procuramos superar esta limitação de percepção, tentando desenvolver a Intuição, forma especial de percepção que vai além dos nossos sentidos físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para exemplificar isto, costumamos utilizar metáforas como a que nos relata o nosso grande amigo Toni Bennássar:</p>
<p style="text-align: justify;">Uma gaivota voava imersa em uma bela névoa de outono, quando de longe viu o arco-íris. Assustada pelo que acreditou ser a entrada do céu, se lançou em sua busca. Mas quanto mais se esforçava para alcançá-lo, mais escorregadio se tornava o extraordinário fenômeno, até que finalmente caiu exausta. Nessas circunstâncias de limite, escutou uma misteriosa voz que lhe disse:</p>
<p style="text-align: justify;">- &#8220;Da mesma maneira que o arco-íris é uma condição de quem observa e não uma realidade, também é o vosso mundo com as cores e as formas. Tudo depende das condições do observador e delas surge o que chamais realidade&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Então a gaivota soube que finalmente tinha alcançado o arco-íris.</p>
<p style="text-align: justify;">Tentando resumir, diremos que a PNL. Trans-pessoal propõe uma concepção de unidade do ser humano e seu objetivo primordial é de Modelar o nosso aspecto Essencial, que é, para nós, a origem e núcleo de nossa existência, integrador de nossos pensamentos, emoções, crenças, valores e hábitos, e onde está a informação do que somos e a potencialidade do que podemos Ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda tentativa de explicação é necessariamente limitada porque o sentido das palavras que cada um dá ao que lê pode mudar totalmente a compreensão do que se quer transmitir. Mas esta limitação é ao mesmo tempo uma possibilidade de enriquecimento, porque, se compartimos os nossos mapas da realidade, podemos nos ajudar a compreender um pouco mais de nós mesmos e dos demais com os quais compartilho o Grande Corpo da Humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem-vindo a esta oportunidade de compartilhar a viagem de exploração dos nossos Universos Interiores.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://site.suamente.com.br">::Sua Mente</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradução</strong><br />
Luciana Alves<br />
Tradutora Técnica Inglês-Espanhol-Português<br />
luciana_trad@terra.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">Referência: www.pnlnet.com/chasq/s.php3?i=6&amp;c=Ayuda+Psicol%F3gica&amp;p=220</p>
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		<title>PNL &#8211; Exploração da Linha do Tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 19:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
<category>Exploração da Linha do Tempo</category><category>pnl</category>
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		<description><![CDATA[Neste artigo, o autor nos proporciona de uma forma muito amena, uma técnica para modificar a Linha do Tempo, com a interessante característica de que nos permite voltar à Linha de Tempo antiga sempre que desejarmos.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste artigo, o autor nos proporciona de uma forma muito amena, uma técnica para modificar a Linha do Tempo, com a interessante característica de que nos permite voltar à Linha de Tempo antiga sempre que desejarmos.</p>
<p style="text-align: justify;">O exercício de exploração da linha do tempo para um grupo de 24 executivos de uma indústria venezuelana havia sido concluído. Estávamos no segmento de compartilhar a experiência de cada indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O formato que seguimos foi o seguinte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sentados, relaxados, eu os induzi a recordar e reviver o ato do asseio pessoal pela manhã há 10 anos, depois há 6 anos, posteriormente 2 anos, o ano passado, há 6 meses, a semana passada, hoje pela manhã, a próxima semana, dentro de 6 meses, no próximo ano, dentro de 2 anos e dentro de 5 anos, simultaneamente. Depois, pedi que eles tomassem nota e me dissessem em quais lugares estão guardadas as imagens, os sons e as sensações. Quando todos estavam com seus olhos abertos e no momento de conversar, pedi a palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Antonio, engenheiro, gerente de produção, levantou sua mão para pedir a palavra. (Neste artigo uso um resumo de toda a prática; não é uma transcrição fiel das palavras ali usadas. O nome real da pessoa foi substituído por um nome fictício.)</p>
<p style="text-align: justify;">-Eu não posso ver meu futuro – afirmou &#8211; porque quando tento visualiza-lo, o passado vem por cima e me produz uma angústia tremenda. O problema é que eu vivi na América Central e no meu país de origem a situação foi, por muitos anos, desastrosa, com guerras e muitas mortes. Com minha família emigrei para a Venezuela e agora o que acontece por aqui me traz à lembrança o que vivemos na América Central. É como se o passado estivesse diante de mim, muito grande, panorâmico, quase encima de mim e isso não me deixa ver mais adiante. Não posso evitar a lembrança e nem a angústia que ele me produz.</p>
<p style="text-align: justify;">-Bem. – eu lhe disse – Você quer mudar isso?</p>
<p style="text-align: justify;">- Sim, porque me custa visualizar o futuro e assim não posso fazer planos. &#8211; afirmou Antonio com seu cenho franzido e os cantos de sua boca ligeiramente curvados para baixo – Meu trabalho exige de mim que eu faça planos para os próximos dois ou três anos e nestas condições não posso seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">- Você pode tentar – lhe sugeri &#8211; uma outra forma de estruturar sua representação do tempo e sempre você terá a opção de voltar a sua representação original, se assim você desejar. Esta nova opção inclui que você também tenha sua forma de estruturação do tempo anterior a que adotará agora.</p>
<p style="text-align: justify;">- Me parece uma boa idéia. – disse Antonio, ao mesmo tempo em que assentia com movimentos da cabeça – Mas, como eu faço para que o meu passado não “caia sobre mim?”.</p>
<p style="text-align: justify;">- Há algum tempo um amigo tinha um problema parecido e eu lhe sugeri que organizasse sua linha do tempo como uma avenida. Ele parou em cima de seu presente e seu passado o colocou mais para trás, de forma que se ele virasse a cabeça seguia na parte da avenida que o levaria mais para baixo, em direção ao seu passado e alguns episódios que lhe produziam lembranças dolorosas; lembranças essas, importantes pelo que ele podia aprender com elas.<br />
Ele as colocou nas ruas transversais à avenida. Assim, cada vez que ele virava sua cabeça em direção ao passado, via sobre tudo os postes de iluminação, como os eventos luminosos de seu passado e quando necessitava aprender com os fatos menos agradáveis podia sempre visitá-los, movendo-se na respectiva transversal. Seu futuro o colocou adiante, lá onde se perdia o horizonte e um pouco para cima para ver as visões com as quais queria transformar a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">E o bom é que ele sempre sabe que, se necessário, sempre poderá voltar à sua velha linha de representação do tempo. Faz pouco tempo que conversamos e ele me disse muito sorridente que estava seguindo muito bem com essa nova forma de organizar sua representação do tempo. Obtinha muito mais sucesso e pode completar vários projetos que antes ele havia deixado pelo caminho. Quê tal se você considerasse esta opção? – lhe sugeri, lembrando-o que havia um meta programa internamente – Se lhe parecer bem, você poderá experimentá-la e saber que também tem a outra opção.</p>
<p style="text-align: justify;">-Isso – disse Antonio, segurando o queixo – me parece uma boa idéia. – Movimentos afirmativos de cabeça – Façamos então.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os passos seguintes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. </strong>Indução para colocar sua linha do tempo em direção ao seu passado, ligeiramente a sua esquerda (a sua direita, em relação a outra pessoa).</p>
<p style="text-align: justify;">- Peço que você imagine sua linha do tempo como uma avenida. Assim, onde ela estaria localizada? Caminhe ao lado de sua linha, identificando-a e localizando vivências brilhantes, motivantes, de amor, de conquistas, de felicidade, de triunfos, etc. Anote quais são as imagens. Como estão as sub-modalidades: cor, iluminação, etc. As vozes e os sons que você escuta ali, e as sensações que você sentia. É isso. Muito bem. Vendo o que via em cada experiência, ouvindo o que ouvia e sentindo o que você sentia então.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinais analógicos no rosto e no corpo de Antonio indicam que ele está indo em direção a representações positivas (calibração).</p>
<p style="text-align: justify;">- E agora Antonio, eu gostaria que esses eventos dolorosos e que também são importantes porque é deles que você pode aprender coisas muito importantes para você e que serviram para crescer e chegar a ser a pessoa que você é agora, o levem até um nível profissional com muitos triunfos e postos de responsabilidade e liderança em sua empresa; você pode disponibiliza-los para usa-los nos momentos em que você necessite recorda-los.</p>
<p style="text-align: justify;">E você somente tem que se mover em direção a uma das ruas transversais, mas não é necessário tê-los presentes todo o tempo. Ali estão, no passado, disponíveis para você quando você necessitar. E nos momentos normais, cotidianos, em seu trabalho, quando girar ligeiramente sua cabeça, como você faz agora, poderá ver os momentos brilhantes de seu passado, iluminados pelas luzes potentes de sua avenida. (Movimentos da cabeça de Antonio para frente e para trás, inclinando-se, como buscando ver em direção a esse passado. Há uma calibração de mudanças em seus sinais analógicos quando vários destes eventos eram localizados nas transversais e no momento do regresso para a avenida principal com as experiências gratas. Também em eventos específicos o facilitador ajudou Antonio a se movimentar em sua avenida do tempo).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2.</strong> Localização do presente.</p>
<p style="text-align: justify;">- Muito bem, Antonio, excelente. Agora eu te peço que, por favor, você se movimente até o presente. Hoje, em que lugar desta avenida está o seu presente?</p>
<p style="text-align: justify;">-Aqui – apontou movendo-se alguns passos adiante – agora está bem diante de mim. Posso ver as imagens com maior nitidez.</p>
<p style="text-align: justify;">-Observem vocês – disse aos participantes – assim como Antonio e várias outras pessoas, muitos consideram o presente como um lapso de tempo que inclui vários dias ou semanas e até meses. Por isso dizemos, “no presente mês  realizamos três trabalhos”. Ou “no presente ano, temos facilitado para quinhentas pessoas”, nos referindo a uma parte da avenida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.</strong> Localização do futuro</p>
<p style="text-align: justify;">- Muito bem Antonio. Agora, por favor, mostre onde estará a longa linha de seu futuro. Antonio se movimentou mais adiante e mostrou com suas mãos, um pouco em direção a sua direita.</p>
<p style="text-align: justify;">- Onde você estará na próxima semana e realizando quais trabalhos?</p>
<p style="text-align: justify;">- Estarei em meu escritório na segunda-feira, reunido com meus supervisores, planejando o trabalho do resto do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">-Muito bom, excelente. E agora você pode indicar os momentos de sua vida, família, trabalho, para o próximo ano – Antonio se moveu um pouco mais para diante e olhou para frente. – E quem sabe você queira localizar o resto de sua longa avenida do futuro um pouco mais para cima, para vê-la melhor. E pode também imaginar o que estará conquistando. E agora você pode ver ali como está conquistando tudo o que você se propôs, tomando as decisões acertadas para se adaptar com sucesso as mudanças em seu entorno, com flexibilidade e segurança de que nada irá cair em sua cabeça; também jamais fará isso o seu passado, com o qual você aprendeu com todas as importantes experiências que você vivenciou então, fazendo de você um ser cada vez mais sábio, mais preparado, para colocá-lo por cima das coisas e deixar outras experiências ali, abaixo, nas ruas transversais, para ter acesso a elas somente quando você necessite, pois você já aprendeu muito com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora, parado em seu futuro, você pode olhar para trás, quando costumava se sentir desta maneira e pensa em tudo o que você avançou com segurança, alcançando suas metas; você se sente melhor agora ao ver tudo isso, ouvindo o que te dizem às pessoas que gostam de você. Isso é muito bom (mudança de expressão com o rosto distendido, o cenho relaxado e os outros sinais de um maior relaxamento corporal, respiração mais profunda e em sua boca um sorriso). Este trabalho teve mais elementos, como a indução para transferir as sub-modalidades de representações positivas para a nova representação do futuro e uma mudança de sub-modalidades do passado doloroso e aterrorizante para as zonas iluminadas de fatos positivos e conquistas no passado de Antonio.</p>
<p style="text-align: justify;">Antonio terminou a experiência falando com muita tranqüilidade sobre o futuro. O mais importante foi que sua melhora foi mantida através dos dias. Posteriormente, eu o chamei para checar como estava e ele manifestou que havia seguido com essa nova linha do tempo e estava começando a agregar a ela mais elementos positivos para seu futuro. Além disso, pode participar com sucesso sugerindo idéias na sessão de planejamento estratégico de sua empresa. Já podia imaginar um futuro.</p>
<p><strong>Tradutora:</strong> Daniela Bitner – Contato: dani_bitner@hotmail.com</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.pnlnet.com/chasq/a/2489</p>
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		<title>Criatividade e inteligência emocional</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/criatividade-e-inteligencia-emocional-por-valdo-franca/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 22:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia emocional]]></category>
<category>criatividade</category><category>inteligência emocional</category><category>pnl</category>
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		<description><![CDATA[O homem nômade levou milênios domesticando plantas e animais. Passaram-se menos de dois séculos entre a descoberta da turbina a vapor até o domínio da energia nuclear. A ciência levou menos de 10 décadas entre a descoberta de telegrafo de fio de cobre[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O homem nômade levou milênios domesticando plantas e animais. Passaram-se menos de dois séculos entre a descoberta da turbina a vapor até o domínio da energia nuclear. A ciência levou menos de 10 décadas entre a descoberta de telegrafo de fio de cobre aos cabos de fibras óticas da rede mundial de comunicação (Internet).</p>
<p style="text-align: justify;">Estes exemplos, marcados por transformações tecnológicas, exemplificam as três primeiras revoluções da civilização: Agricultura, Industrialização e Comunicação. Na primeira revolução, o poder é representado pela possessão da terra; na segunda o poder se leva pela possessão das plantas industriais e na terceira pelo domínio da informação e do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">É provável que a invenção de um novo produto agrícola, máquina industrial ou computador pouco aumente as fantásticas possibilidades do poder transformador do homem do III milênio. Por fim, o volume de informação disponível e manipulável pela mente humana através do software existente e em aperfeiçoamento já é suficientemente exagerado para entreter a qualquer mente curiosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo as tendências naturais observadas nas três primeiras revoluções, se pode afirmar que as tecnologias e o estilo civilizado sofrerão transformações fantásticas em intervalos bem menores que nas décadas anteriores, a partir do começo da 4ª revolução.<br />
Na primeira revolução o poder do homem se media pela extensão de terras e pelo número de homens que ele podia comandar. Na segunda revolução, o poder se resumia ao número e a eficiência das máquinas que se podia adquirir. Já na terceira revolução seu poder se caracteriza pelo volume e velocidade de informação e de conhecimento que pode dominar e manipular em suas compactas máquinas que imitam e ampliam seu próprio cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;">É provável que a quarta revolução se caracterize por algo que o homem poderá desenvolver e guardar no interior de sua mente: a criatividade e a inteligência emocional que estão disputando como as ferramentas capazes de fazer grande diferença no poder transformador do homem do III milênio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os últimos cientistas agraciados com o prêmio Nobel se caracterizam pela capacidade de criar alianças através de redes de especialistas. A acumulação  e  a combinação de conhecimento com criatividade espantosa é o que levou a descobertas emocionantes destes últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Acabou o tempo dos gênios isolados, escondidos em laboratórios e bibliotecas. A grande diferença nas descobertas atuais é que são feitas por pessoas capazes de fortalecer as redes de relações, mantê-las produtivas, animadas e solidárias diante de um propósito comum.<br />
Proporcionar sinergias e compartilhar conhecimento não é uma tarefa fácil, pois exige muita capacidade de compreensão do ser humano, por dentro de suas necessidades mais delicadas e de suas emoções. Entender e compreender, ter empatia e se comunicar de forma efetiva com o outro pressupõe uma profunda capacidade de reconhecimento e de consideração às emoções. Além de reconhecer e considerar emoções, este homem transformador terá que saber trabalhar por si próprio e pelo outro mundo, subjetivo, onde se formam as emoções.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir destas novas habilidades está tendo início a 4ª revolução e o começo de uma nova era definitivamente contribuirá para felicidade humana. O que estamos certos é que no campo objetivo nossa civilização já tem suficiente domínio tecnológico para produzir alimentos, meios e vários equipamentos para suprir a necessidade de alimentação saúde, moradia, educação e convivência humana.</p>
<p style="text-align: justify;">O que perpetua a miséria, a dor, a tristeza, a exploração, a guerra e os conflitos entre homens, mulheres, jovens e crianças, povos e nações é a incapacidade do ser humano para ser feliz. Um homem feliz é incapaz de maltratar uma borboleta.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já pensou nesta possibilidade?</p>
<p><strong>Tradutora:</strong> Daniela Bitner – Contato: dani_bitner@hotmail.com</p>
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		<title>Nossos estados de recursos</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/nossos-estados-de-recursos/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 14:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Nossos estados de recursos]]></category>
<category>Nossos estados de recursos</category>
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		<description><![CDATA[Todos conhecemos situações nas que nos sentimos orgulhosos e cheios de energia, situações nas que nos sentimos capazes de superar qualquer desafio, como um alpinista que culmina o K2. Pode ser depois de uma partida[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos conhecemos situações nas que nos sentimos orgulhosos e cheios de energia, situações nas que nos sentimos capazes de superar qualquer desafio, como um alpinista que culmina o K2. Pode ser depois de uma partida de volley ball que ganhamos contra um rude adversário; na entrega de prêmios por nosso notável trabalho no Grande Salão de atos; ou quando conseguimos descer em rappel no Outdoor de coesão de equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois estes estados particulares e gratificantes são suscetíveis de ser ancorados, de tal forma que quando ativarmos a âncora, voltaremos a experimentar um estado emocional parecido ao momento da ancoragem, cheio de confiança e de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma relação direta entre os estados anímicos e os resultados que conseguimos. Quando nos sentimos entusiastas e confiamos no sucesso, as coisas saem melhor. Mas se nos sentirmos decaídos, duvidosos e inseguros, as coisas sempre saem mal.</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="estados de recursos" src="/wp-content/uploads/PNL/nossos_estados_de_recursos/recursos.jpg" border="0" alt="estados de recursos" width="262" height="228" /></p>
<p style="text-align: justify;">Nossos comportamentos são o reflexo de nossos pensamentos conscientes. Se estamos convencidos de que vamos reprovar no exame da escola de motorista, há uma maior probabilidade de que efetivamente, não passemos. E nossos pensamentos conscientes procedem, por sua vez, de nossas emoções mais ou menos inconscientes como os medos, as dúvidas, a desconfiança, o decaimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> possui os meios de induzir em nós mesmos os estados de recursos desejados. Aplicando seus métodos, pode­mos passar de um estado negativo a outro positivo. Mas o importante é que por sua vez, passamos de fazer mal as coisas a faze-las bem. Trata-se de ativar no momento adequado nossas ancoragens positivas. Como tomar uma bebida com este divertido companheiro da equipe de Volley Ball, escutar o hino do We Are The Champions que tocavam na entrega de prêmios ou voltar a olhar a foto de nossa descida em rappel.</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL apresenta técnicas formais para ancorar emoções positivas ou desancorar medos e emoções negativas, embora digo que para sua completa descrição procure uma literatura especializada.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se torna possível ancorar estados anímicos positivos (lamentavelmente também negativos e sem querer) e ativar as ancoragens a posteriori. Os aplausos que recebemos são ancoragens emocionais, ancoram-se quando os merecemos e se ativam aplaudindo antes e durante uma prova difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Os chefes deveriam pensar em reforçar os comportamentos satisfatórios de seus colaboradores, e não só destacar os erros e insuficiências, se não provocarão ancoragens negativas e só a visão do chefe pode provocar emoções negativas, desestabilizadoras, e contraproducentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Um chaveiro desordenado</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que nascemos, não paramos de aprender, e armazenar em nosso cérebro tanta quantidade de experiência que, passada a adolescência, dispomos já dos suficientes recursos para resolver quase qualquer situação. São como chaves que poderiam abrir qualquer porta que nos encontrássemos. Mas estas chaves são tão numerosas que algumas as temos desordenadas no chaveiro, e outras esquecidas em uma gaveta. portanto não podemos as utilizar quando as necessitamos e até ficamos equivocadamente convencidos de não as ter.</p>
<p style="text-align: justify;">Se conseguimos etiquetar a nossas chaves e saber onde as guardamos, poderemos as usar e sair da maioria das situações que nos deixam atualmente desamparados.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes depois de ter fracassado em uma situação (vender um produto, negociar um aumento, expor antes de um grupo, motivar a um colaborador, etc.), pensam depois (e muito tarde), como poderia ter procedido?. Asseguro que, na tranqüilidade de sua casa, são capazes de imaginar um processo diferente, evitando os erros e utilizando outros caminhos mais produtivos. Isto demonstra que, no interior de seu cérebro, estavam as chaves da solução, mas não souberam as encontrar no momento necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez afirmam que são muito nervosos e que perdem os nervos nas situações de pressão. Bom, mas até o mais nervoso tem seus momentos de calma e de relação não é?. Sabe o que são, já o experimentaram. O problema é que não sabe utilizar sua capacidade de relaxamento quando seria necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">E o medo, que te paralisa ante situações angustiosas, ou a desconfiança em si mesmo (&#8221;alguma vez serei capaz de consegui-lo?&#8221;), este acanhamento que te congela quando devem falar ante desconhecidos? Bom, mas todos os medrosos conheceram o momento de superação, angustiados obtiveram vitórias, os tímidos se sentaram falando com amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos vivemos situações nas que fomos capazes de superar nossas emoções negativas, mas extraviamos a chave, misturada e escondida entre tantas outras experiências decepcionantes que nos escurecem a visão.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-nuestros_estados_de_recursos/11640-19</p>
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		<title>Facilitar a comunicação</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 13:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Facilitar a comunicação]]></category>
<category>Facilitar a comunicação</category>
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		<description><![CDATA[Os Visuais se mantêm mais retos, para observar de forma um pouco panorâmica. Já os Auditivos torcem a cabeça e se aproximam um pouco para ouvir melhor. Os Cinestésicos tentam sentir o ambiente para acomodar-se nele.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os Visuais se mantêm mais retos, para observar de forma um pouco panorâmica. Já os Auditivos torcem a cabeça e se aproximam um pouco para ouvir melhor. Os Cinestésicos tentam sentir o ambiente para acomodar-se nele.  Um Visual, lhe olha nos olhos quando fala. E se requerer muito esforço para você, olha outro ponto, só um, mas reformula brevemente o que foi dito, desta vez cravando os olhos nos seus.  Um Auditivo, não basta aprovando com a cabeça já que isto não demonstra que o estamos escutando.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez que seja possível, é conveniente perguntar ou observar utilizando as mesmas palavras que ele. Em geral, os Auditivos escolhem mais cuidadosamente as palavras que usam; reconhecem alguém que lhes escuta ao feito que são capazes das memorizar e as repetir.  Com um Cinestésico, se a situação de cara a cara resulta em um mal-estar, é possível olhar os dois a outra parte e colocar-se um ao lado do outro.  Se quiserem, ou necessitam, melhorar sua comunicação com alguém, tentem discernir suas &#8220;manias&#8221; de comunicação e se chegarem a sintonizar com elas, a se comportar de uma forma simétrica, observarão que a comunicação é mais relaxada, mais fluída, mais fácil. Nem tudo é contido, entre as pessoas a forma pode importar até mais.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-facilitar_la_comunicacion/11640-8</p>
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		<title>Navegando pelo mesmo canal</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 19:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Navegando pelo mesmo canal]]></category>
<category>Navegando pelo mesmo canal</category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alguns de vocês, ou de seus conhecidos, são destros e outros canhotos, mas todos utilizam ambas as mãos. Mesmo assim, temos uma mão dominante que utilizamos quando necessitamos de precisão, força ou perfeição.  Do mesmo modo todos os que gozamos de total saúde utilizamos todos os canais de comunicação, mas temos um que é dominante e utilizamos prioritariamente nas situações que requerem maior esforço, concentração ou perfeição.  A prática repetitiva de um canal também nos criou pequenas manias.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui têm alguns exemplos, reconhece algum?  Os visuais: quando uma pessoa é dominante visual, vamos a chamar por simplificação de &#8220;um Visual&#8221;, presta atenção em outra, o olha fixamente nos olhos. O mesmo quando lhe diz algo que considera importante. O &#8220;gancho&#8221; visual reforça, para ele, a atenção e a comunicação. Do mesmo modo que para um Visual, prestar atenção em alguém é olhar atentamente nos olhos, ele pensa: &#8220;aquele que me atende e me escuta, me olha nos olhos quando falo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por uma lógica inconsciente também deduz: &#8220;se não me olha, é por que não presta atenção em mim&#8221;. Nosso visual insiste então até conseguir um claro contato visual por parte do interlocutor e se não o conseguir, sente-se incomodado. Ou muito incomodado.  Portanto, o cliente Visual não suporta que seu interlocutor lhe olhe de outra forma que de frente (e nos olhos) porque ele mesmo necessita deste contato ocular.  Os auditivos: uma pessoa Auditiva que presta atenção se centra no que ouve e sabemos, que quando nos concentramos em um canal, as interferências que procedem de outro estorvam nossa concentração.  Portanto se um Auditivo fixa seu olhar nos olhos do interlocutor, perde concentração em seu canal favorito. Prefere olhar de forma desfocada um ponto neutro e inclinar um pouco a cabeça para aproximar o ouvido.</p>
<p style="text-align: justify;">O auditivo pensa: &#8220;quando escuto, eu confirmo ao outro com palavras: &#8220;sim, sim, bem&#8221;, ou repetindo as palavras chaves do que me diz.&#8221;. Portanto deduz que o que escuta atentamente se comporta igual. O silêncio, nem sequer acompanhado deste incomodo olhar cravado nos olhos, não aprova nem confirma nada. As palavras e sons é o que conta.  Os Cinestésicos: Para um cinestésico, comunicar é sentir e tocar. Quando diz algo importante, aproxima sua mão para tocar nosso braço, ombro, etc. O interlocutor cinestésico presta mais atenção aos movimentos, posturas e atitude global que ao próprio discurso.</p>
<p style="text-align: justify;">Nota imediatamente quando nossa atenção se relaxa e lhe dá a impressão que perde o contato. Precisa aproximar-se fisicamente, às vezes tocar, para comunicar,.  O cinestésico é o que fala mais lentamente de todos, porque comunica de um nível mais profundo. Também necessita que suas explicações estejam entrecortadas de pausas, para traduzir as palavras em sentimentos.  Um olhar cravado em si é um impedimento a comunicar com suas emoções internas ou seu diálogo interior.  Os cinestésicos necessitam de um contato físico para se expressar. Se explicarem algo relacionado com um livro que têm lido, possivelmente agarram qualquer caderneta, guia Telefônico, caderno, que tenham em mãos. Se comentarem que chamaram a um amigo por telefone, é muito possível que toquem ou agarrem o telefone quando o relatam.</p>
<p><strong>Tradução: </strong>Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-navegando_por_el_mismo_canal/11640-7</p>
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		<title>Calibração &#8211; PNL</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/calibracao-pnl/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 21:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Calibração - PNL]]></category>
<category>Calibração - PNL</category>
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		<description><![CDATA[Proponho-lhes um exercício de PNL em forma de jogo. Precisa de um conhecido, colega, familiar, amigo, para colaborar com você.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Proponho-lhes um exercício de <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> em forma de jogo. Precisa de um conhecido, colega, familiar, amigo, para colaborar com você.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem que se sentar um na frente do outro, em uma postura cômoda e relaxada, como dois compadres que mantêm uma conversação amistosa. Comente com seu companheiro que vai fazer algumas perguntas, mas não comente de momento o porquê.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando responder a suas perguntas, deverá observar os micros movimentos de seus olhos. São deslocamentos rápidos do mesmo que se afasta com rapidez do eixo central da visão.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode escolher como tema da entrevista, por exemplo, as últimas férias. Depois de algumas perguntas de aquecimento, que descreva o apartamento, ou chalé, ou hotel, no qual passou as férias. Não exite em lhe pedir mais detalhes descritivos sobre cores, tamanhos, estilos, o que via, como era o quadro, a estátua na praça, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Se observar seus olhos, verá que se deslocam para cima. Segundo as pessoas, pode ser para a direita ou para a esquerda. Esta zona do olho se chama &#8220;Visual Recordado&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Justo antes de descrever uma imagem a pessoa move rapidamente seus olhos para o canto superior do V.R. para recordá-la. Repita a operação provocando por suas perguntas a lembrança visual de diversas cenas e memorize o lado (freqüentemente será para sua direita).</p>
<p style="text-align: justify;">Depois veja se seu colega conhece a letra de alguma canção, um poema, ou se poderia cantar uma melodia. Do mesmo modo, observe os micros movimentos de seus olhos e, antes que fale, deve observar que seus olhos fazem um movimento horizontal na mesma direção que anteriormente. Chamamos esta zona: Auditivo Recordado. Também o pode comprovar jogando os sinônimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já está preparado para abordar temas mais pessoais? Bem. Mantendo um tom relaxado, faça perguntas sobre gostos e sentimentos. Por exemplo, quem é seu melhor amigo, por que gosta, o que sente em relação a ele. Se preferir, pode escolher o tema de sua mascote ou seu filme favorito, mas sempre deve perguntar sobre seus sentimentos a respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Observará então que desta vez, os olhos fazem excursões, um pouco mais largas, para a parte inferior da área, como uma pessoa que olha para baixo. Esta é a zona Cinestésica do diálogo interior.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/PNL/calibracao__pnl/calibracao.jpg" border="0" alt="calibracao Calibração   PNL" width="241" height="177" title="Calibração   PNL" /></p>
<p style="text-align: justify;">Embora determinar qual é o canal de comunicação dominante de uma pessoa através dos movimentos de seus olhos pareça mágico, se torna possível devido a nosso canal de comunicação com o exterior ser o reflexo de nosso canal interno de percepção.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas, segundo seu dominante visual, apresentam atitudes físicas que lhes caracterizam e que nos podem dar uma primeira indicação.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/PNL/calibracao__pnl/calibracao_2.jpg" border="0" alt="calibracao 2 Calibração   PNL" width="193" height="335" title="Calibração   PNL" /></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, já temos algumas interessantes idéias sobre como calibrar o nosso interlocutor, mas perguntarão que interesse prático tem isso, verdade? Melhorar a comunicação é uma das respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se tentam convencer a um interlocutor que está, neste mesmo momento, multiplicando mentalmente imagens visuais, não fale!. Estaria cortando sua estratégia de decisão e não decidirá.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginemos a seguinte situação: pergunte a um candidato se ele gosta de trabalhar em equipe, se relacionar-se com pessoas o encha de satisfação. Então ele move rapidamente os olhos horizontalmente à esquerda (Auditivo Construído) e responde a seguir:</p>
<p style="text-align: justify;">- &#8220;eu adoro, sinto-me um homem de equipe, eu gosto da ajuda recíproca entre as pessoas, é muito satisfatório&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois&#8230; Pode estar quase seguro de que ele está mentindo. Estas afirmações necessitam uma incursão na zona Cinestésica evocada (diálogo interior) para se sentir, e não o Auditivo Construído que consiste em fabricar a frase que cairá bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para comunicar melhor e que seja mais prazeroso com as pessoas, devemos tentar nos acoplar a seus canais de comunicação. Este mês peço que se animem a fazer a prática da calibração com seus interlocutores, não em cada momento, mas de vez em quando. E, além disso, te fará ser mais atento, comprovara que tem muitos benefícios.</p>
<p><strong>Tradução: </strong>Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-calibracion/11640-6</p>
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		<title>Ponha os óculos para ouvir melhor</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/ponha-os-oculos-para-ouvir-melhor/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 21:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Ponha os óculos para ouvir melhor]]></category>
<category>Ponha os óculos para ouvir melhor</category>
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		<description><![CDATA[Os míopes, como eu, tiramos às vezes os óculos dentro de algum ambiente interior. Neste caso quem de vós, míopes, não colocou os óculos para ouvir melhor alguém que se encontra longe? Parece ridículo? Entretanto não é nenhum paradoxo.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os míopes, como eu, tiramos às vezes os óculos dentro de algum ambiente interior. Neste caso quem de vós, míopes, não colocou os óculos para ouvir melhor alguém que se encontra longe? Parece ridículo? Entretanto não é nenhum paradoxo. Se a pessoa que nos falar se encontra em uma zona de visão imprecisa, devemos forçar a visão para vê-lo. Este esforço aumenta a concentração visual, mas por sua vez diminui concentração auditiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao colocarmos os óculos, descansamos a visão e podemos ouvir melhor. Outra solução que adotamos às vezes, é fechar os olhos. Do mesmo modo que a sucessão de imagens fixas de um filme projetado em um cinema nos dá uma impressão de movimento, a sucessão de percepções por canais diferentes nos dá uma ilusão de simultaneidade. Mas este equilíbrio entre canais é suscetível de ver-se distorcido, como o comentamos nos exemplos anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, podem imaginar as dificuldades de comunicação que surgem quando uma pessoa dominante visual tenta comunicar-se com outra dominante auditiva. Podem pensar na negociação entre um vendedor Visual e um Cliente auditivo? Imaginem a conversação entre um chefe de departamento Auditivo e um colaborador Cinetésico? Efetivamente, não se entendem e ficam nervosos ou impacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, uma primeira condição para comunicar melhor é conhecer nosso canal dominante e, sobre tudo, conhecer o de nosso interlocutor. A isto a <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> chama de calibração e nos propõe distintas ferramentas.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-pongase_las_gafas_para_oir_mejor/11640-5</p>
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		<title>Manipulações Ocultas</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/manipulacoes-ocultas/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 02:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Manipulações Ocultas]]></category>
<category>Manipulações Ocultas</category>
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		<description><![CDATA[Quando queremos algo, o mais fácil é pedir o que queremos. A outra pessoa pode ou não nos proporcionar o que desejamos, porém a comunicação permanece limpa e visível.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando queremos algo, o mais fácil é pedir o que queremos.  A outra pessoa pode ou não nos proporcionar o que desejamos, porém a comunicação permanece limpa e visível. No entanto, há muitas pessoas que consideram que pedir algo diretamente vai contra os seus princípios, que não tem o direito de fazê-lo ou que é uma falta de educação; já outras acreditam que não se deva pedir, porque se a outra pessoa gosta dela, adivinhará suas necessidades. Nestes casos, o que geralmente se faz é manipular os outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.	Culpar e julgar.</strong> Há pessoas que se dedicam a culpar a quem não responde imediatamente a suas necessidades. Baseiam a sua estratégia em atacar o sentimento e o pensamento que as pessoas tem sobre eles. Sabem o seu ponto fraco e é ai onde atacam. Para isso utilizam diferentes estratégias, que vão das suaves, delicadas, irônicas e divertidas, passando por aquelas que giram ao redor de interrogações irracionais, e que depois de rejeitadas, aparecem de maneira “lógica”. A efetividade de ambas estratégias é temporal, já que uma vez que as pessoas envolvidas começam a percebe-las claramente, deixam de responder aos ataques.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2.	Fomentar a culpa. </strong>Os que se utilizam desta estratégia fazem que os outros se sintam culpados por não ajuda-los, pois tratam de despertar esse sentimento que as pessoas tem de ser boas com os outros e serem úteis à sociedade. Desta forma, as pessoas que não respondem a essas necessidades se sentem culpadas por isso e em falta com os demais. O que eles buscam é que ainda se tenha uma certa atitude de rejeição interior com respeito a quem ele fomenta a culpabilidade, para que elas façam o que ele deseja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.	Fomentar a pena.</strong> Mediante uma atitude de pena e abandono buscam chamar a atenção e a simpatia das pessoas; fazem isso com diferentes táticas, ainda que com o passar do tempo essa estratégia deixe de funcionar, já que para as pessoas que estão à sua volta, a situação começa a se tornar insuportável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4.	Chantagem.</strong> Utilizando diferentes estratégias de ameaça, o chantagista busca não liberar algo útil para os demais. Se as técnicas não são as corretas, pouco a pouco elas irão perdendo a efetividade e terminarão por não funcionar mais. Quem se utiliza desta técnica terá que levar em conta que ela pode ser prejudicial a ele mesmo, já que pode criar uma situação de rejeição nas pessoas que ele tenta chantagear.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5.	Suborno.</strong> O manipulador que se utiliza desta técnica tem um falso interesse pela outra pessoa, somente porque deseja algo dela. O tempo de efetividade também é escasso, mas caso ela prossiga, pode acarretar uma situação de rejeição pelas demais pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6.	Apaziguar.</strong> Quem se utiliza desta técnica tem uma atitude muito diferente das anteriores, já que busca conseguir uma atitude positiva dos demais com respeito a ele. Não gosta nada do conflito e por isso trata de evitá-lo de qualquer maneira. São pessoas agradáveis, com uma atitude positiva para o fato de ter que pedir desculpas e acreditam que devam fazê-lo, buscando com isso serem aprovados; com essas táticas conseguem dos outros o que querem, já que elas “devem” isso a ele, porque ele já fez algo semelhante anteriormente por eles. Com essa estratégia, buscam que os demais sejam como eles. O problema desta estratégia reside no fato de que em muitas ocasiões, depois de haver realizado coisas pelos demais, estes não respondem à altura, cumprindo sua parte no trato.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7.	Ser frio.</strong> O manipulador que tem uma atitude fria com respeito aos demais, quer deixar claro que não conseguirão nada dele; trata de intimida-los; o que ele consegue no final das contas é que as pessoas não confiem nele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8.	Desenvolvendo doenças.</strong> Esta técnica é utilizada quando as estratégias mencionadas anteriormente não surtem os efeitos desejados, ou seja, conseguir o que se estava buscando.</p>
<p><strong>TRADUTORA: </strong>DANIELA BITNER – CONTATO: <a href="mailto:dani_bitner@hotmail.com">dani_bitner@hotmail.com</a></p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.pnlnet.com/chasq/a/2483</p>
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		<title>MOBBING: O perigo dos medíocres</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/mobbing-o-perigo-dos-mediocres/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 21:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[MOBBING: O perigo dos medíocres]]></category>
<category>MOBBING: O perigo dos medíocres</category>
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		<description><![CDATA[A massa silenciosa se move ainda que não haja barulho, porque essa não é sua estratégia. Os medíocres não chegam a pensar tanto e só seguem sua própria e natural inércia. Porém isso sim: se camuflam atrás de sua mediocridade[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Inma Capo</em></p>
<p style="text-align: justify;">A massa silenciosa se move ainda que não haja barulho, porque essa não é sua estratégia. Os medíocres não chegam a pensar tanto e só seguem sua própria e natural inércia. Porém isso sim: se camuflam atrás de sua mediocridade, sua ignorância e sua má educação, e desde essas trincheiras comuns, como as manadas de lobos, se agrupam e atacam. Atacam com, ignorância e estupidez, porém não com inteligência. Isso seria demasiado para eles. Alguns inclusive podem chegar a parecer preparados às vezes, mas se desmascara facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;">A subterrânea mobilização dos medíocres, sutilmente manipulada por pessoas com interesses obscuros e geralmente ilícitos, dado que não respeitam o próximo nem aos valores dos demais, tem condensado por fim em outra nefasta moda atual: O mobbing.</p>
<p style="text-align: justify;">Os anglicismos são úteis, porque com uma só palavra designam todo um fenômeno. Neste caso o mobbing significa o assédio, desapiedado, dos que, desde sua falta de preparação, consciência, auto-estima, para destruir alguém que, merecidamente e por valores congruentes, está por cima deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua pequena e retorcida mente, desfrutam de antemão de um dos poucos prazeres que se permite&#8230; O que não sabem é que esse pedestal, sim cai, pode cair por cima deles. Não são tão preparados para prevê-lo e nunca o serão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um pouco de história</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Mestre,como conheceremos aos verdadeiros  profetas?: Por seus feitos os reconhecereis, não por suas palavras.”</p>
<p style="text-align: justify;">É altamente alarmante que, no Século XXI, com toda experiência que levamos neste Planeta, a humanidade está involucionando, perdendo seus mais elevados valores, que permitamos impunemente que se atue sem o mínimo de lealdade nem de honra, para si mesmo e para os demais. O mobbing, como a depressão e a falta de recursos próprios para enfrentar à vida, são os sintomas evidentes do débil e enferma que está nossa sociedade. E diz o refrão: “entre todos a matamos e ela sozinha morreu”…</p>
<p style="text-align: justify;">Este fenômeno é tão antigo como a história do homem, desgraçadamente. Quando Jesus disse “Aos pobres os terei sempre com vós”, se referia a essa sub-humanidade: aos pobres de espírito, às massas obscuras e negativas, aos que povoam o submundo da maledicência, a inveja corrosiva e a crítica destrutiva, alimento dos que nutrem suas mentes pequenas. Aos que, longe de tentar copiar para aprender e melhorar, criticam para destruir porque ante tudo, se sentem tão mal consigo mesmos que não se atrevem nem a conhecer-se. E o primeiro passo para solucionar um problema é reconhecer que  tem um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">No lugar disso, se dedicam com afinco digno a difamar, criticar, e vituperar, valendo-se de subterfúgios ou às vezes de forma direta, a todos aqueles a quem invejam e cujos postos na sociedade gostariam de ocupar, (Deus nos livre!), enquanto se dedicam em por culpa aos demais (ou sociedade, ou ao governo, ou a Deus…), prática habitual na incultura de massas.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheci o Jaime: 45 anos, açougueiro de profissão, separado, apresentando sempre um tom agressivo, nervoso e hostil. Em uma conversa que, logicamente, durou pouco, manifestou o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">- Eu podia ter chegado a ser… ¡!<br />
- O Que?<br />
- Pois muitas coisas, o que eu tivesse querido, almejado ou algo assim.<br />
- E o que te impediu?<br />
- Eu não gostava muito de estudar e comecei a trabalhar desde jovem….<br />
- Podia ter estudado por tua conta ou em escolas noturnas…<br />
- Sim, mas depois de trabalhar estava muito cansado…<br />
- Claro, E agora?<br />
- Agora é tarde… me prejudicaram…<br />
- Quem te prejudicou?<br />
- Todos!, todo mundo…!<br />
- Todo mundo? isso é muita gente…<br />
- Não, porem quem tem a culpa de tudo o que acontece comigo é o governo!<br />
- O Governo? também é bastante… e, eles sabem?<br />
- O Presidente tem culpa de tudo, porque senão as coisas não estariam assim e pra mim não iria tão mal…!<br />
- Ah, o Presidente é menos! Pois ele é importante. e.. Esta seguro de que ele sabe tudo o que aconteceu com você?… não sei se o coitado poderá dormir a noite…</p>
<p style="text-align: justify;">E depois de um olhar furioso e ficar sem falar, (no qual é normal…) enquanto as veias do pescoço ficavam cada vez mais tensas e sua testa e calvície avermelhavam, deu meia volta e foi embora, com o qual todos ficamos muito mais tranqüilos e passamos para outros temas de conversa interessantes.<br />
Este exemplo é quase sem importância, porem somado a todos os outros (“os que triunfam é porque são uns ladrões; tenho certeza que esse carro é roubado; deve dormir com alguém para que o beneficiem sempre; algum rolo terá…”) configuram um espectro social que chega a infectar a quem, por estar acima e ter coisas mais importantes que fazer, não pensam nem se imaginam que possam estar sendo o centro da atenção desse tipos de gente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizia Schopenhauer: “Eis aqui a explicação do por que ao aparecer o excelente onde queira que apareça e seja da espécie que seja, a imensidade das medianias se conjura e fecha filas em  contra a fim de não deixá-lo prosperar e, se é possível, chegar inclusive a asfixiá-lo.” E também, em seus aforismos, comenta: “…a uma meia dúzia de cabeças de bobos fofocando com desprezo acerca de um grande homem.”</p>
<p style="text-align: justify;">Citemos agora a John Chaffee:  “Quando há pessoas que se distinguem da massa, a massa, em vez de desejar-lhes o melhor e ajudá-los no possível, mostra uma clara tendência a pôr as luvas e obrigá-los a retroceder. Essa falta de caridade soa ser efeito da inveja, pois quem forma parte da massa pode supor que o êxito poderia ser um reflexo negativo de sua própria falta de méritos.”</p>
<p style="text-align: justify;">A tendência do ser humano, por sua própria neurologia, é a ser feliz, fugir da dor e aproximar-se do prazer. O que ocorre então? Que a falta de educação adequada, sobre tudo em valores, e a falta de auto-estima e respeito a si mesmo, fazem que esse vazio e mal estar interior se projete para os demais, como um espelho, no lugar de olhar para dentro de si e buscar a raiz de sua frustração para saná-la e não necessitar seguir sofrendo nem vingando-se no próximo, porque assim não se chega à salvação nem vai ganhar nada com isso, como muito uma bonita úlcera de estômago.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Medidas à tomar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta guerra não declarada porem real, há que preparar-se para ir ganhando batalhas.<br />
Contra a massa, a exceção.<br />
Contra assédio, a distancia.<br />
Contra a mediocridade, a diferença e a excelência.<br />
Contra a inveja, a indiferença.<br />
Contra o ataque, a denúncia.<br />
Contra a crítica, o silêncio ou riso..<br />
Contra os cupins, um bom inseticida: Maquiavélico, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Planos de ação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cuidado! Estes nefastos traidores acabam camuflando-se como vítimas da situação que eles mesmos tem criado, com o qual lançam a bola ao telhado alheio. Não a recorra! Tuas respostas têm de ser a melhor raquete de tênis. Uma boa resposta a tempo, clara, direta e contundente, e não se atreverão a voltar. Não há nada mais perigoso que os que adotam o papel de vítimas e “pobre de mim”. Não caia nessa: é pura chantagem emocional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contra o vitimismo, astúcia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E ademais, suporte moral: fortaleza interior, uma grande auto-estima, valor e coragem, poder pessoal, presença, preparação constante, aproveitar as oportunidades de crescimento, para que tudo isso permita duas coisas:</p>
<p style="text-align: justify;">A) Que os cupins sintam cada vez mais raiva e inveja e morram por fim de um infarto ou de sua própria bílis, problema resolvido! Mais postos de trabalho livres.<br />
B) Que a pessoa afetada seja capaz de dar cada vez mais e melhores respostas contundentes, claras e diretas, de modo que os anões mentais pensem duas vezes antes de eleger a sua vítima. (Em nossos Cursos de Poder preparamos à possíveis vítimas para que sejam intocáveis).</p>
<p style="text-align: justify;">Outro plano de ação importante: conseguir que nas empresas se aplique a Lei de Prevenção contra Riscos Trabalhistas e se avalie os riscos psico-sociais. Desse modo se levarão a cabo planos concretos de prevenção e uma seleção de pessoal adequada para criar uma “cultura de relações humanas” que potencie a saúde e o bem estar em todos seus términos, que segundo a OMS inclui os aspectos social e psicológico além do físico.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra ação básica e fundamental: a escolha das amizades e centros educativos e culturais. Cuidado! Tudo é contagioso, como a peste… e tem que saber escolher.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pode ir alem com um gravador no bolso no caso de necessidade para as oportunas provas que, ainda que não sejam legais, podem ser dissuasivas, sobre tudo se as põe em uma fita cassete com voz alta em uma reunião de Direção. Para grandes males, grandes remédios! e lembra: “dos covardes nada se tem escrito”, assim que não entre a formar parte desse pelotão de inúteis.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é se dar conta de uma coisa: se permite que as coisas que façam ou digam os demais te afetem, o problema passa a ser seu por tua incapacidade de resposta. Não nos sentimos mal pelo que façam ou digam os demais: nos sentimos mal conosco mesmos porque não sabemos ou não nos atrevemos a responder-lhes de forma contundente e clara, como merecem e estão buscando. Isso significa que, todavia em seu interior, pela “educação” recebida, esta dando mais importância aos demais que a ti mesmo. Aí fica o problema. E só você tem o poder de solucioná-lo. Se quer, podes. Nós sabemos como.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Teu Corpo.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.instituto-pnl.com/default.asp?cms004IdArea=10&amp;cms004IdSubArea=7&amp;n=2</p>
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		<title>Procedimentos contra Opções</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 19:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Procedimentos contra Opções]]></category>
<category>Procedimentos contra Opções</category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>por Fausto Izcaray</em></p>
<p style="text-align: justify;">Se lhe oferecem um trabalho no qual não tem que se preocupar pela sua responsabilidade, pois tudo está bem explicado no manual e você saberá exatamente quais passos dar, um atrás do outro, isto é, os procedimentos estão bem estabelecidos, aceitaria? Se sentiria à vontade? E, se ao mesmo tempo, lhe oferececem outro trabalho no qual tudo está por fazer e não vai ter a oportunidade de se cansar porque é muito dinâmico e variado, se sentiria à vontade?</p>
<p style="text-align: justify;">Se você prefere o primeiro tipo de trabalho poderíamos afirmar que tem um meta-programa de procedimentos. Se, pelo contrário, prefere o segundo tipo de cargo se diria que seu meta-programa neste contexto é o de opções.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meta-programas: razões da motivação/decisão</strong><br />
Como uma pessoa tem razão? Procura constantemente opções ou prefere seguir procedimentos estabelecidos?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os que preferem ter opções</strong><br />
Estas pessoas são motivadas pelas oportunidades e possibilidades de fazer algo de forma diferente. Se emocionam pelas ilimitadas idéias e possibilidades que existem no mundo. Lhes encanta criar sistemas e procedimentos mas têm grandes dificuldades para segui-los, depois que ajudaram a criá-los (qualquer semelhança com um consultor é mera coincidência).</p>
<p style="text-align: justify;">O que lhes é irresistível é a ruptura ou a flexibilização de uma norma ou procedimento. Gostam de começar uma nova idéia ou projeto. No entanto, não se sentem necessariamente comprometidos a completá-la. Preferem novos desenvolvimentos que as atividades de manutenção. Entram de cabeça em um projeto até que outro projeto lhes bata a porta.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostam de seguir passos estabelecidos. Acham que existe &#8220;uma forma correta de fazer as coisas&#8221;. Uma vez que têm um procedimento, o seguem uma e outra vez. Lhes interessa como fazer as coisas e não o por que são da forma que são. Quando começam algo seguem o &#8220;procedimento&#8221; e o mais importante para eles é chegar até o final.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Detecção do padrão</strong><br />
Para detectar o padrão deste meta-programa basta fazer a seguinte pergunta: Por Que você escolheu teu trabalho atual? (ou tua casa, carro, férias, etc.)</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso estar atento à resposta, pois eis aqui os dois tipos de padrões:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opções:</strong><br />
-Produz uma lista de critérios de por que&#8230;.<br />
-Fala de oportunidades, possibilidades.<br />
-Se refere à expansão de opções.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Procedimentos:</strong><br />
-Geralmente não escolheu ele ou ela.<br />
-Joga o conto de como ocorreu tudo (história) antes do por que (critérios).<br />
-Narra os fatos, eventos que conduziram a&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Eis aqui alguns exemplos de respostas que obtivemos com esta pergunta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opções:</strong><br />
&#8220;Eu pensei que seria um desafio, estimulante, interessante&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções maiormente (padrão misto com predomínio da tendência de opções):<br />
&#8220;Era mais interessante, tinha mais responsabilidades e um melhor salário. Um amigo me avisou&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Procedimentos:</strong><br />
&#8220;Bom, eu não escolhi o trabalho exatamente, mas conheci o chefe de relações industriais em uma reunião do clube de profissionais de&#8230;&#8230;. e eu fui com meu irmão, que o conhecia e me apresentou. Me disse que precisava de um técnico nessa área e fui com eles&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Pergunta alternativa: Como é um dia típico em teu trabalho?<br />
(Estar atento para notar se diz Critérios ou um conjunto de procedimentos ou eventos).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Linguagem influente</strong><br />
Se o senhor está em uma posição de chefe é recomendável que leve em conta a linguagem que deve usar para motivar os demais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opções:</strong><br />
-Use os seguintes elementos: Oportunidade; opção; opções; romper as normas; romper a marca; possibilidades ilimitadas; é uma nova alternativa; estas são as opções; o céu é o limite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Procedimentos:</strong><br />
-A forma correta é&#8230;; primeiro&#8230;.. Depois&#8230;. E depois&#8230;. Até o último passo&#8230;; confiável; como usar isto; provado e funciona; o único que você tem que fazer é seguir o manual; o procedimento é&#8230;; é um método provado.</p>
<p style="text-align: justify;">Os meta-programas influenciam a forma como as pessoas tomam decisões e fixam um padrão de gostos, preferências e condutas previsíveis. É importante assinalar que os meta-programas são contextuais. Uma pessoa pode ter um meta-programa no trabalho e outro diferente na sua relação de casal. Para um gerente é extremamente útil conduzir os meta-programas da PNL já que assim pode decidir quem é mais apto para que cargo. Por exemplo, um operário de máquina é conveniente que tenha a tendência a seguir os procedimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, não quero argumentar como iria um contador na sua empresa que voltaria louco para explorar opções e que não siga os procedimentos. Por outro lado, um chefe de recursos humanos que seja puro procedimentos não vai lhe ajudar a promover o enfoque de Qualidade Total.</p>
<p style="text-align: justify;">E se quer designar ao jovem engenheiro de manutenção ao cargo de Pesquisa e Desenvolvimento se assegure que não esteja acabando com a carreira de um magnífico profissional com um meta-programa de procedimentos em um cargo que coloque méritos, sobretudo uma preferência por explorar novas opções.</p>
<p style="text-align: justify;">A variedade é a fonte da riqueza do recurso humano. Todos são bons colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Simplesmente, estude os meta-programas para que saiba guiá-los no desenvolvimento de sua carreira na sua empresa. Leve em conta que existem cerca de 17 meta-programas, alguns dos quais são importantes para diferentes contextos, tal como o ensinamos em nosso artigo: Motive com Palavras.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.pnlnet.com/chasq/a/54</p>
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		<title>Exercício sobre as posturas perceptivas</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 12:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Exercício sobre as posturas perceptivas]]></category>
<category>Exercício sobre as posturas perceptivas</category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A capacidade de adotar as três posturas perceptivas (eu mesmo, o outro e o ponto de vista de um observador) é uma capacidade que todos os seres humanos possuem. A maior parte dos problemas na comunicação é produzida porque não temos flexibilidade suficiente para mudar de uma postura perceptiva a outra e mantemos a uma delas de uma forma excessivamente rígida. Neste artigo será explicado, com exercícios, como desenvolver cada uma das posturas perceptivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se desenvolver a capacidade de mudança nas posturas perceptivas de muitas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeira postura. Na primeira postura vemos, ouvimos e sentimos através de nossos próprios sentidos. Somos nós mesmos. O uso exclusivo da primeira postura leva a pessoa a posturas excessivamente centradas no eu, muito próximo ao egoísmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Leve um tempo para experimentar a primeira postura. Saia para a rua e observe. Olhe as pessoas e os objetos que encontre em seu caminho. Preste atenção às cores e nas sombras, no claro e no escuro e nos brilhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Observe agora o que você ouve, nos sons e nos ruídos. Há alguma coisa que produza um ruído rítmico? Existem sons agudos ou graves? Há algum som que seja agradável ou desagradável para você? Alguma pessoa está falando?</p>
<p style="text-align: justify;">Observe agora as sensações de seu corpo. Você percebe especialmente alguma parte de seu corpo? Nota como seus pés caminham, seus joelhos quando você anda, seus braços quando você se move? Há alguma zona de seu corpo que receba algum tipo de pressão? Faz frio ou calor? Sente o cheiro de algo? Há algum sabor em sua boca?</p>
<p style="text-align: justify;">Como estão seus sentimentos neste momento? Você consegue observá-los em alguma parte de seu corpo? Você está alegre ou aborrecido?</p>
<p style="text-align: justify;">Segunda postura. Nesta postura nos colocamos no mundo da pessoa que temos diante de nós e vivemos o mundo pela experiência do outro. O uso exclusivo da segunda postura leva a pessoa a perder a consciência de si mesma e a se identificar exclusivamente com as necessidades ou os interesses dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exercício típico de PNL para experimentar a segunda postura é o seguinte. Peça a algum amigo que te ajude realizar e saia para caminhar na rua com ele. Porém não caminhe junto dele, mas uns dois passos atrás dele. Caminhe atrás dele e faça exatamente o mesmo que ele fizer. Olhe o que ele olha, escute o que ele escuta, toque o que ele toca. Mova seu corpo como ele faz, adote a forma dele de caminhar. Não fale com ele, simplesmente siga-o durante uns vinte minutos. Se ele se coçar, faça o mesmo você também. Se ele olhar uma vitrine, olhe você também.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de vinte minutos caminhando atrás dele, fale com ele sobre a experiência. Pergunte como ele vivenciou tudo e compare com a sua própria percepção. Você notou alguma diferença entre essa forma de perceber o mundo pelo ponto de vista de seu amigo e pela sua própria forma ?</p>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer uma bobagem, porém esta experiência é fascinante e eu a recomendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Terceira postura. Nesta postura vivenciamos o mundo como um observador objetivo, distante, sem nos envolver sentimentalmente com o que está acontecendo. O uso exclusivo da terceira postura leva a pessoa à nunca se aproximar emocionalmente aos demais nem as situações e agir como um verdadeiro robô.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se de alguma experiência na qual você esteve envolvido emocionalmente e em que interviram outras pessoas. Recorde a experiência desde a primeira postura, igual à forma que você a vivenciou. Passe a segunda postura e coloque-se no lugar do outro, como se você fosse o outro. Em seguida, saia desta segunda postura e recorde a cena como se você fosse um observador. Veja a você mesmo e a outra pessoa falando ou discutindo. Se escute falar e como você fala com a outra pessoa. É possível observar que não há sentimentos, que você pode analisar a situação de uma forma mais fria e eqüidistante.</p>
<p style="text-align: justify;">Realizar exercícios de posturas perceptivas te beneficiará com flexibilidade suficiente para adotar cada postura de forma voluntária, segundo a conveniência de cada situação.</p>
<p><strong>TRADUTORA:</strong> DANIELA BITNER – CONTATO: dani_bitner@hotmail.com</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.pnlnet.com/chasq/a/2154</p>
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		<title>A PNL como ferramenta de comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 21:02:15 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Programação Neurolingüistica é uma técnica de comunicação e evolução pessoal desenvolvida por Richard Bandler (Doutor em matemática e em psicologia, cibernético) e John Grinder (Doutor em psicologia e lingüista). Eles e sua equipe analisaram os comportamentos mais eficientes em comunicação e desenvolvimento pessoal e se esforçaram em construir modelos, utilizando para eles os conhecimentos mais atuais sobre a comunicação humana, a linguagem e o funcionamento do cérebro. De seus trabalhos nasceu um conjunto de técnicas e procedimentos de provada eficácia e que permitem melhorar as capacidades relacionais assim como iniciar processos de mudanças pessoais duradouras e profundas.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a> se revela como uma ferramenta privilegiada em todos os campos nos que importa comunicar melhor e com maior eficácia: negociação, vendas e direção de uma equipe humana por exemplo. Seus vendedores experimentam impaciência quando tratam de vender a um engenheiro ou quando falam com o responsável do departamento contábil? A PNL explica por que e contribui com a solução. &#8220;Um de meus clientes é um mal educado!&#8221; comentava-me Juan P., um vendedor em um de nossos cursos de vendas. &#8220;Quando lhe explico detalhes importantes, nunca me olha nos olhos&#8221;. E com você já aconteceu alguma vez? Pois no caso de Juan depois de duas perguntas de comprovação, resulta que não era um mal educado, a não ser um auditivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Juan o compreendeu graças a PNL e agora sabe como tratar o seu cliente melhor que qualquer outro vendedor. A PNL se baseia em que programamos da infância nossas formas de pensar, sentir, e nos comportar. Alguns são programas eficazes, outros ineficientes e outros mais: desafortunados. Se nossos programas resultarem satisfatórios em seus resultados, continuamos com eles, mas se não o são? Pois troquemos!.</p>
<p style="text-align: justify;">É imprescindível nos conscientizar de quais são nossos programas automáticos se queremos trocá-los, mas se torna estranho ver que trocamos facilmente um objeto que deixou de nos ser útil, mas que nos obstinamos freqüentemente com os mesmos comportamentos ineficazes frente a situações que evoluíram totalmente. A PNL não é nenhuma colocação teórica a não ser todo o contrário: parte da observação para construir modelos pragmáticos. A PNL se situa de forma paralela às aproximações psicológicas, não excluindo nenhum a não ser complementando-os.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-la_pnl_como_herramienta_de_comunicacion/11640-1</p>
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		<title>Os canais pessoais de comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 20:52:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todos aprendemos na escola quais são os cinco sentidos humanos: a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato, mas a PNL agrupou juntos o paladar, o tato e aplicou as emoções sob o termo de canal cinestésico.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos aprendemos na escola quais são os cinco sentidos humanos: a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato, mas a <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a> agrupou juntos o paladar, o tato e aplicou as emoções sob o termo de canal cinestésico.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, os principais canais da comunicação pessoal são o Visual, o Auditivo e o Cinestésico.</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL observou que todos nós temos um canal de comunicação dominante, ou predileto; para alguns será a visão e para outros a audição, para outros o cinestésico.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que quando comunicamos e apesar de dispor cada um de um canal dominante, utilizamos os três em função das circunstâncias, entretanto, é quando a comunicação se faz mais difícil que tendemos a nos rodear ao dominante. O problema é que não tem porque ser necessariamente o mesmo que o de nosso interlocutor.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Visual - Auditivo - Cinestésico" src="/wp-content/uploads/PNL/os_canais_pessoais_de_comunicacao/viausal_aud.jpg" border="0" alt="Visual - Auditivo - Cinestésico" width="260" height="195" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se nosso canal dominante diferir do de nosso interlocutor aparece uma paradoxo, ou um círculo vicioso. Em efeito, quanto menos se entendem duas pessoas, mais se atem cada um a seu canal dominante o que faz que se isolem cada vez mais. Este isolamento aumenta a dificuldade e, por sua vez, reforça o canal dominante.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-los_canales_personales_de_comunicacion/11640-3</p>
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		<title>Não vivemos na realidade</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 20:47:33 +0000</pubDate>
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<category>Não vivemos na realidade</category>
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		<description><![CDATA[O mapa é diferente do território que representa. E o mundo que nos rodeia é um grande território no que cada um nos orientamos com um mapa pessoal.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mapa é diferente do território que representa. E o mundo que nos rodeia é um grande território no que cada um nos orientamos com um mapa pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada mapa pode ser significativamente diferente de outros e todos diferentes da realidade. Isto é o primeiro problema de nossa comunicação, porque não vivemos na realidade a não ser em uma representação pessoal da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa visão do mundo é subjetiva em função de nossa cultura, experiência, estado de ânimo, prejuízos, etc. que constituem filtros da observação. &#8220;A objetividade não consiste em descrever o que vemos a não ser em precisar que classe de óculos levávamos no momento da observação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">(Catherine Cudicio: Compreender a PNL.) Não atuamos, como pensamos, sobre a realidade, a não ser sobre a percepção pessoal do outro e o fazemos a partir de nossa percepção própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quando comunicamos, estamos acostumados a nos esquecer de que tudo é percepção e imaginamos que o outro dispõe do mesmo mapa que nós, o que gera mal entendidos, incompreensões e tensões.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-no_vivimos_en_la_realidad/11640-2</p>
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		<title>Quando olha, não ouve. E quando ouvir, não vê</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 20:46:02 +0000</pubDate>
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<category>não ouve. E quando ouvir</category><category>não vê</category><category>Quando olha</category>
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		<description><![CDATA[Agora, afirmo que creio que sou louco. Talvez, mas não por isso. Vejamos um exemplo: Afirmo que quando Você conduz por uma auto-estrada, não lhe incomoda escutar música em seu player de CD, nem sequer se o volume está alto.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Agora, afirmo que creio que sou louco. Talvez, mas não por isso. Vejamos um exemplo: Afirmo que quando Você conduz por uma auto-estrada, não lhe incomoda escutar música em seu player de CD, nem sequer se o volume está alto. Mas se chegar à cidade, e o tráfego engrossar, terá que passar por obstáculos, aposto que vai baixar o volume do rádio. E até mais, se em lugar de música são palavras.</p>
<p style="text-align: justify;">A razão? Quando circula por uma auto-estrada, só precisa de uma concentração visual rápida, tendo impactos visuais relativamente espaçados, por isso os sinais auditivos que chegam a seus ouvidos não interrompem a visão. Mas quando se encontra em um tráfego denso, precisa de mais informação visual e as solicitações auditivas que chegam a seus ouvidos interrompem este fluxo, provocando uma perda de concentração visual.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.wikilearning.com/monografia/programacion_neurolinguistica_pnl-cuando_mira_no_oye_y_cuando_oye_no_ve/11640-4</p>
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		<title>Teste: Você é visual, auditivo ou cinestésico?</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/teste-voce-e-visual-auditivo-ou-cinestesico/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 15:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[auditivo ou cinestésico]]></category>
		<category><![CDATA[visual]]></category>
<category>auditivo ou cinestésico</category><category>visual</category>
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		<description><![CDATA[Qual é seu registro predominante? Este teste lhe ajudará a comprová-lo. Qualifique cada pergunta com 0, 1 ou 2 pontos, depois reflita melhor o que acontece com você.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é seu registro predominante? Este teste lhe ajudará a comprová-lo</p>
<p>Qualifique cada pergunta com 0, 1 ou 2 pontos, depois reflita melhor o que acontece com você.</p>
<p><strong>A) Quando lhe apresentam a uma pessoa:</strong><br />
1. Para você é suficiente vê-la para saber como é.<br />
2. Precisa falar com ele uns minutos para poder conhecê-lo.<br />
3. Basta lhe dar um aperto de mão para saber com que tipo de pessoa está lidando.</p>
<p><strong>B) Diante de uma entrevista importante de trabalho com alguém que não conhece:</strong><br />
4. Leva preparado tudo o que você vai dizer.<br />
5. Tem visto fotos dessa pessoa ou lendo tudo que ela escreve.<br />
6. O que mais lhe preocupa e se você se sentirá bem ou mal durante a entrevista.</p>
<p><strong>C) Nos seus momentos livres prefere:</strong><br />
7. Ver TV<br />
8. Praticar algum esporte ou se reunir com seus amigos<br />
9. Escutar sua música favorita</p>
<p><strong>D) Diante do seu automóvel:</strong><br />
10. O comprou pelo seu design.<br />
11. Está muito atento aos ruídos do motor ou da suspensão.<br />
12. O que mais lhe importa é que seja cômodo, veloz e silencioso.</p>
<p><strong>E) Quando vai comer em um restaurante:</strong><br />
13. O escolhe em função do sabor e o cheiro de seus pratos.<br />
14. O importante para você é a apresentação, o colorido dos alimentos<br />
15. Não suporta um local cheio de ruídos ou de música no volume alto</p>
<p><strong>F) Diante de seu chefe:</strong><br />
16. Prefere que lhe diga as coisas, não que lhe envie por escrito<br />
17. As instruções são mais claras por escrito<br />
18. O importante é que acha um ambiente de comodidade.</p>
<p><strong>G) Em geral,</strong><br />
19. Gosta de observar os demais<br />
20. Não pode ficar quieto sem se movimentar mais de dez minutos seguidos<br />
21. Fala com você mesmo em voz alta</p>
<p><strong>H) Com um amigo:</strong><br />
22. Se fixa na expressão do seu rosto<br />
23. Se fixa na sua atitude<br />
24. Se fixa no que diz e no tom de sua voz</p>
<p><strong>I) Quando recebe uma carta:</strong><br />
25. Você mesmo a lê, não suporta que a leiam<br />
26. É importante o cheiro e a textura do papel<br />
27. Volta a relê-la na sua mente</p>
<p><strong>J) Em um lugar</strong><br />
31. O ruído não te incomoda para trabalhar<br />
32. Percebe imediatamente o ambiente desse lugar<br />
33. Não suporta os ruídos das crianças, os timbres ou as sirenes.</p>
<p><strong>K) Em um bate-papo</strong><br />
34. As projeções visuais lhe incomodam<br />
35. Precisa ver projeções e esquemas<br />
36. O que importa é a temperatura da sala.</p>
<p><strong>L) Diante de um conhecido:</strong><br />
37. Para saber que ele te escuta é imprescindível que ele esteja te olhando<br />
38. Importa-lhe o tom, o ritmo, o timbre de sua voz.<br />
39. O que importa de verdade são os sentimentos que sente por ele.</p>
<p><strong>M) Vendo a TV:</strong><br />
40. A imagem só serve para enriquecer os diálogos e a música.<br />
41. Chora ou ri segundo o argumento do filme<br />
42. Faz comentários em voz alta</p>
<p><strong>N) É primavera</strong><br />
43. Você nota o canto dos pássaros ao acordar pela manhã<br />
44. O maravilhoso é a mistura de diferentes tons de verde<br />
45. Nota uma sensação interior difícil de explicar com palavras</p>
<p>Escreva as cifras nas colunas e some o total de cada coluna:</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/PNL/visual_auditivo_cinestesico/tab_2.JPG" border="0" alt=" Teste: Você é visual, auditivo ou cinestésico?" width="319" height="622" title="Teste: Você é visual, auditivo ou cinestésico?" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">V= Visual<br />
K= Cinestésico<br />
A= Auditivo</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center">
]]></content:encoded>
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		<title>Mas é claro: implícitos da fala e PNL</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 17:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
<category>linguagem</category><category>pnl</category><category>programação neurolinguistica</category>
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		<description><![CDATA[Diz Steven Pinker em seu livro The Language Instinct (O Instinto da Linguagem), que o destino de Richard Nixon, (em outras palavras, terminar o ano 1974 como Presidente dos Estados Unidos ou como réu convicto)[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Rafael Sábat</p>
<p style="text-align: justify;">Diz Steven Pinker em seu livro The Language Instinct (O Instinto da Linguagem), que o destino de Richard Nixon, (em outras palavras, terminar o ano 1974 como Presidente dos Estados Unidos ou como réu convicto) foi centrado no significado de duas frases: &#8220;get it&#8221; (&#8221;obtê-lo&#8221;) e &#8220;What is it that you need?&#8221; (&#8221;O quê é que você precisa?&#8221;), que aparecem nas transcrições das famosas fitas do caso Watergate.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem lê as transcrições pode, além disso, verificar o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">•	 Nixon utilizava uma linguagem que faria um estivador enrubescer;<br />
•	 As transcrições de conversas de negócios ou sobre política são uma porcaria impossível de tolerar, cheias de monossílabos e outras repetições que sempre são editados nas reportagens;<br />
•	Se ignorarmos que &#8220;obtê-lo&#8221; e &#8220;o quê é que você precisa&#8221; se referem a dinheiro, mais precisamente ao suborno que Nixon e seus assessores planejavam pagar a uma testemunha chave, dificilmente a Corte Suprema teria evidências suficientes para condenar o presidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos por partes. Em primeiro lugar, julgar o tipo de linguagem que usava Nixon não é no momento o nosso interesse. O que está em pauta é o tema da linguagem verbal infestado de apoios: um mal necessário para muitas pessoas, porque que isso lhes dá tempo para pensar enquanto coordenam suas frases (poderiam simplesmente fazer pausas e silêncios, como fazem os oradores, locutores e jornalistas treinados). Em terceiro lugar e de nosso verdadeiro interesse, aparece o tema dos implícitos da fala, que trata daquilo que não se diz em uma conversa porque todos os que participam dela já sabem do que se trata.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, a parte mais substanciosa da comunicação de negócios acaba sendo justamente o que não se diz, o que se supõe e o que se dá por conhecido e por excluído. Sem ela, quase nada do conteúdo das conversas tem sentido. Vejamos um exemplo:</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoa A: Você tem os números?<br />
Pessoa B: Os que me pediu ontem?<br />
Pessoa A: Não, os que eles te pediram.<br />
Pessoa B: Não, ainda não. Estou esperando que chegue aquilo que eu te comentei.<br />
Pessoa A: Mas, um dos chefes não te entregou?<br />
Pessoa B: Não, esses estão ai.<br />
Pessoa A: Ah, bom. Que você acha se chamamos a esses dois e conversamos com eles sobre o outro tema?<br />
Pessoa B: É uma boa idéia, nos ajudariam a conseguir apoio para o nosso projeto.<br />
Pessoa A: Sim e vamos precisar disso antes da reunião.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem tem pais que pedem coisas como: &#8220;Me traga isso que está na gaveta de baixo, ao lado da agenda&#8221; saberá muito bem a que me refiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O elo perdido</strong><br />
Existe, é claro, algo mais nas fitas de Watergate. Trata-se nada mais, nada menos que as próprias fitas. Sem elas, não há condenação possível. A ironia do caso é que elas foram gravadas pelo próprio Nixon. Segundo ele, para beneficio dos futuros historiadores; segundo seus detratores, ele fez isso somente pela mesma mania persecutória que o levou a querer gravar as conversas de seus adversários no prédio Watergate. Segundo um amigo meu que segue o taoísmo, em longo prazo ele fez isso por diversas razões.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre há circunstâncias atrás das situações. Algo que deve existir a priori para que exista a situação, para que possa ocorrer o que ocorre. Resulta tentador imaginar que se trata de uma simples relação de causa e efeito; no entanto a física quântica, tristemente, se encarregou de mostrar que causa e efeito não existe na natureza. Na verdade, a realidade se trata de algo muito mais amplo. Falamos das condições que imperam no contexto global da situação, de uma descrição de algo maior que a situação que estamos estudando, de algo que não se fala porque resulta óbvio para todos; ou às vezes, nem tanto.<br />
Um exemplo: um velho professor me disse uma vez, em tom de brincadeira, que o controle de qualidade é uma invenção japonesa, e que os alemães ainda desconhecem seu significado. (&#8221;Como?? Você me diz que se deve controlar a qualidade de um produto alemão??&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de determinar as circunstâncias subjacentes em qualquer situação é de inestimável ajuda nos negócios. Permite, em um primeiro momento, averiguar as necessidades ou carências não explicitas de nossos interlocutores, o que pode fazer surgir imediatamente uma oportunidade de negócio; permite também, averiguar o que já tem (evitando o incomodo de oferecer a eles algo que não necessitam). Adicionalmente, também detectamos se algumas das coisas que eles possuem nos interessam, e assim já sabemos a quem recorrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, é útil poder passar de uma representação limitada de uma situação a uma mais ampla. Nesta última, existe uma maior probabilidade de encontrar recursos para modificá-la ou compreendê-la. Também pode resultar jocoso, como na velha piada do bêbado, ao qual pedimos que ele abandone a piscina do clube e onde o próprio pergunta: &#8220;Você quer dizer que sou o único que urinou na piscina?&#8221;, e recebe como resposta: &#8220;Não, você não é o único; o que acontece é que você está parado no trampolim&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas outras coisas que acabamos por saber e que resultam benéficas em qualquer negociação são, por exemplo, saber se nosso interlocutor está &#8220;comprando&#8221; ou &#8220;vendendo&#8221;. (Se está vendendo, dificilmente prestará atenção em nós se tentamos vender algo para ele.) Outra coisa é o poder de decisão das pessoas na organização a qual pertencem: quem sabe estamos vendendo nossas idéias à pessoa errada, como ocorre freqüentemente quando uma pessoa diz coisas como &#8220;devo consultar minha esposa&#8221;. E neste caso, talvez seja mais interessante falar diretamente com a esposa dessa pessoa. Ou com a sogra. Ou com quem quer que seja o chefe da família.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma observação mais amável (ou ridícula, segundo quem a observa), está o nome de uma novela, creio eu que proveniente da Colômbia, chamada &#8220;Café com aroma de mulher&#8221;, que pelo menos em meu país foi um grande sucesso televisivo. Imaginar como diabos se prepara um café para que ele tenha aroma de mulher pode levar um homem incauto a deduzir uma quantidade considerável de epítetos pouco agradáveis. Os professores de lógica vão preferir abster-se em vez de dar uma resposta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zona de exclusão</strong><br />
As contrapartidas dos implícitos dentro das situações são as exclusões. Às vezes, de acordo com a frase em que se emprega, é revelado em que setor do universo se circunscreve o mapa do falante e conseqüentemente, quê parte permanece fora da representação. Vejamos alguns exemplos:</p>
<p style="text-align: justify;">•	&#8220;Dificuldades de aprendizagem&#8221; é uma frase muita ouvida ultimamente, o que implica que a responsabilidade pela dificuldade de aprender é exclusiva do aprendiz e serve como desculpa aos maus psico-pedagogos para eximir aos maus docentes (que permanecem excluídos da definição da situação) de suas &#8220;dificuldades de ensino&#8221;;</p>
<p style="text-align: justify;">•	&#8220;Fabricado com Materiais Recicláveis&#8221;, aparece em numerosas embalagens de produtos de consumo massivo e se trata de um dos maiores engana trouxa difundida pelos executivos de marketing nos últimos anos. O que interessa, definitivamente, é se as embalagens dos produtos que consumimos são efetivamente recicladas e de quê maneira isso é feito. A palavra &#8220;reciclável&#8221; (tecnicamente funciona como um operador modal de possibilidade implícito: &#8220;pode ser reciclado&#8221;) alude à responsabilidade de reciclar para o fabricante e ao mesmo tempo implica certa preocupação pelo meio ambiente, transformando-se em uma &#8220;diferenciação&#8221; competitiva. Se prestarmos atenção, a lata de refrigerante de material reciclável se parece de forma suspeita a aquelas latas que vinham os refrigerantes há alguns anos e que simplesmente eram feitas de alumínio.</p>
<p style="text-align: justify;">•	&#8220;Sol sem drogas&#8221; foi o slogan de uma recente campanha de verão do Governo Argentino. Assim se exclui o inverno, os dias nublados e, sobretudo, o quê acontece de noite? Ou ainda pior, o quê acontece na escuridão?. Nestes anos, nos quais as suspeitas de vínculos entre o narcotráfico e funcionários do alto escalão ressoaram em todos os meios de comunicação com casos famosos como o das malas da ex-cunhada do presidente, o caso de Guillermo Coppola / Samantha Farjat e do caso de Diego Maradona (quem casualmente, foi à voz atuante da campanha), não podia haver sido escolhido um slogan mais tétrico.</p>
<p style="text-align: justify;">•	No caso dos atentados perpetrados contra a embaixada de Israel e a AMIA em Buenos Aires, os meios de comunicação circunscrevem os fatos como &#8220;ataques a comunidade judaica”, fazendo-nos ficar muito mal diante dos cristãos. Se houvessem apresentado os fatos como um atentado aos portenhos (os residentes de Buenos Aires), provavelmente todos nós haveríamos nos preocupado por solucionar o mais rápido possível o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">•	A fama alcançada pela frase &#8220;Há alguns anos estávamos à beira do abismo; agora demos um passo adiante&#8221;, foi retirada de um discurso do ex-presidente mexicano Gustavo Díaz Ordaz, e revela que nós, seus ouvintes, não temos clara a diferença entre o retórico e o concreto, entre o comentário e o meta-comentário. Isso é confirmado pela popularidade do segundo favorito, a frase do sucessor ao cargo, Luis Echeverría Alvarez: &#8220;Não somos nem de esquerda nem de direita: tudo pelo contrário&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elimine-os, Jack</strong><br />
No meta-modelo da Linguagem, estas categorias de exclusão estão representadas pelos padrões de Eliminação que incluem, por exemplo, em suas variantes mais comuns, a eliminação do advérbio (&#8221;reciclável&#8221; “de quê maneira”?); do padrão de comparação (melhor que o quê?); do sujeito (&#8221;me ignoram&#8221;, “quem, especificamente”?) e outras insignificâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Para visualizarmos o alcance deste artigo, duas das exclusões mais substanciosas são estas, que aparecem freqüentemente nas conversas de negócios:</p>
<p style="text-align: justify;">•	&#8220;Que dia, o táxi atrasou, meu esposo ficou doente, os ingleses outra vez estão pedindo que enviemos os números antes da quinta-feira, meu chefe me fez repetir o orçamento (com certeza porque pensa que tem que fazer boa figura), e nenhuma das lojas do shopping-center tem roupas bonitas para comprar&#8221;. Parece que não falta nada, porém falta o mais importante: a palavra &#8220;eu&#8221;;</p>
<p style="text-align: justify;">•	&#8220;Há uma tendência para a baixa na Bolsa, acompanhada por uma forte pressão de venda no mercado externo. As novas realidades impõem uma maior concatenação de políticas que ajudam a compensar as conseqüências destes índices, que provocarão, sem dúvida, modificações substanciais no rumo empreendido pelo Modelo Agroindustrial&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em ambos os casos, as pessoas foram eliminadas. No primeiro caso, o falante se representa ou narra o dia de forma &#8220;ausente&#8221;: tudo o que acontece a ele é obra dos demais. Enquanto serve de desculpa, o que ocorre é que ao não poder fazer nada para modificar a situação, porque tudo depende de causas alheias, (e me desculpem pela reiteração), e não se pode fazer nada para modificar a situação. E isso não é o que nos ensinam as Escrituras (&#8221;peça e receberás, busque e encontrarás, bata e te abrirão&#8221;, Lucas 11, 9 e 10).</p>
<p style="text-align: justify;">Em segundo lugar, levou-se o anterior ao extremo: desapareceram por completo as pessoas e as coisas ocorrem por si mesmas. Tecnicamente isto é conhecido como &#8220;nominalização&#8221; e &#8220;falta de índice referencial&#8221;: em outras palavras, fazemos parecer que as entidades abstratas ou coisas são as responsáveis pelas ações que somente podem ocorrer devido à ação de pessoas concretas. Funciona às mil maravilhas para falar sem opinar, e para se esquivar das responsabilidades (como na famosa frase de Reagan referida ao Iramgate, &#8220;mistakes were made&#8221;, algo como &#8220;alguns erros foram cometidos&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify;">Também é comum encontrar estes padrões verbais embalados em frases feitas em voz passiva, muito úteis para induzir a pensar que o objeto é o sujeito: “não fui eu, foi meu companheiro, senhorita”.</p>
<p style="text-align: justify;">Prove a linguagem em sua nova embalagem: &#8220;pressuposição&#8221;<br />
No entanto estes padrões verbais têm uma razão de ser. Eles têm, como se diz, uma intenção positiva. Para que as pessoas que dialogam evitem o trabalho de voltar a dizer o que já sabem, elas utilizam os implícitos, que vem &#8220;embalados&#8221; em um padrão verbal tecnicamente chamado de pressuposição. Existem muitas variantes de pressuposição. As mais simples têm a ver com o contexto no qual se desenvolve a conversação.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, se estamos na Espanha e dizemos &#8220;o presidente&#8221;, é bem provável que estejamos nos referindo a José Luis Rodríguez Zapatero; no Brasil, a Luis Inácio Lula da Silva e nos Estados Unidos a George W. Bush; e se ainda o dizemos em espanhol, talvez estejamos falando de um famoso jogador latino de beisebol chamado Dennis Martínez.</p>
<p style="text-align: justify;">Se nós estamos na Espanha e dizemos &#8220;o rei&#8221;, nossos interlocutores inferem que estamos nos referindo a Juan Carlos I; se nós estamos no Brasil, &#8220;o rei&#8221; é sem dúvida Edson Arantes do Nascimento, o Pelé; nos Estados Unidos, &#8220;the king&#8221; é uma referência Elvis Presley; e até pouco tempo na Argentina, &#8220;el rey&#8221; era um desafinado cantor chamado Palito Ortega; se bem que em futuro próximo (e se ele um dia ganhar as eleições) é possível ser que nos refiramos ao mesmo Ortega ao dizermos &#8220;o presidente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">As variantes que se utilizam na persuasão são um pouco mais sofisticadas tecnicamente, porém seu uso é bem mais simples. Vejamos primeiro um caso típico chamado de &#8220;restrição de seleção&#8221;, no qual, por exemplo, queremos que uma pessoa nos acompanhe a comer e em vez de perguntar &#8220;vamos comer?&#8221;, perguntamos &#8220;onde vamos comer?&#8221;. A resposta &#8220;contigo não vou a nenhum lugar&#8221; sempre é possível, mas provavelmente a atenção da pessoa será desviada em direção a seleção do lugar e não do acompanhante.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro caso típico é o que se costuma usar como &#8220;fechamento de venda&#8221; nas lojas de eletrodomésticos: substituir o inocente &#8220;vai levá-lo?&#8221; por algo mais contundente &#8220;qual é a forma de pagamento?&#8221;, que opera pulando etapas do processo de compra (neste caso, o fato de pagar implica realizar a compra).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se pode ter todo o tempo que queira para entrar comodamente em transe&#8221;, é o exemplo típico de comando conectado à hipnose ericksoniana, que implica que a pessoa, cedo ou tarde, entrará comodamente em transe. Ou mesmo ao estilo Rex Steven Sikes, &#8220;você pode usar todo o tempo que quiser, dentro dos próximos trinta segundos, para reorientar suas percepções”. É claro que isso implica que Rex é bem menos paciente que o Sr. Milton.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em qual destas duas cadeiras você se sentirá mais à vontade?&#8221; é um exemplo de pressuposição que utiliza um vinculo duplo: em qualquer dos dois casos o ouvinte se sentirá mais à vontade. Outro exemplo é &#8220;você quer assinar o contrato hoje ou amanhã?&#8221;. A definição de vinculo duplo pertence a Gregory Bateson, ainda que faça referência a exemplos nos quais o ouvinte perde, em ambos os casos, como na frase: &#8220;a partir deste momento, te ordeno que me desobedeça&#8221;. Se me lembro bem, Bateson chegou a esta definição estudando casos de esquizofrenia, assim que devemos ter cuidado quando falamos com nossos filhos e filhas. Há uma excelente descrição do uso construtivo do duplo vinculo no livro Hypnotic Realities, de E. L. Rossi.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eu, você, ele e os demais</strong><br />
Para terminar e voltando a Pinker, parece que uma das coisas que mais intrigam aos lingüistas que estudam a aquisição da linguagem (ou a forma como uma criança aprende em seus primeiros quatro anos neste mundo o mais valioso que aprenderá em toda sua vida) é o aprendizado dos pronomes. Acontece que eles significam algo diferente segundo quem os utiliza: &#8220;eu” posso fazer referência a qualquer pessoa que o diga em voz alta. O mesmo acontece com tu, ele, nós (que e quem diz isso sou eu, pode te incluir ou não), vos e os demais. E isso sem falar das combinações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, além disso, me parece que o aprendizado de significado dos pronomes continua nas idades mais tardias; sobretudo o dos pronomes possessivos: meu, teu, seu, nossos, que é concluído  depois do casamento. Um exemplo: se você diz na presença de seu cônjuge &#8220;minha casa&#8221; ao se referir à residência habitada de comum acordo, isto significa &#8220;briga&#8221;. E se seu cônjuge diz: &#8220;Sabe o que sua filha fez hoje?&#8221;, ao fazer referência a uma filha procriada de comum acordo, significa que: &#8220;há problemas, tome providências&#8221;.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong><br />
Steven Pinker The Language Instinct, Harper Collins Ed.<br />
Erickson, Rossi &amp; Rossi Hypnotic Realities, Irvington Ed.<br />
Bandler &amp; Grinder Trance-fórmate</p>
<p><strong>TRADUTORA:</strong> DANIELA BITNER  &#8211; CONTATO: dani_bitner@hotmail.com</p>
<p>www.suamente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.pnlnet.com/chasq/a/56</p>
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		<title>A Comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 21:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cominucação]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
<category>cominucação</category><category>pnl</category><category>Programação Neurolingüística</category>
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		<description><![CDATA[Existem numerosas definições a respeito do que é e o que não é comunicação, não obstante, como a PNL -Programação Neurolingüística- interessam-lhe os resultados concretos, antes de contribuir uma definição poderíamos nos perguntar as seguintes questões[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Se nos dá a tarefa de descrever uma interação entre um gato e um cão,<br />
podemos fazer comentários do tipo: “o gato mia, o cão mostra os dentes,<br />
o gato arqueia suas costas, o cão ladra, o gato…”.   Tão importante como as ações particulares descritas é a seqüência em que ocorrem, e, em alguma medida, qualquer conduta do gato se faz compreensível unicamente no contexto da conduta do cão.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">De sapos em príncipes, John Grinder e Richard Bandler, 1980</p>
<p style="text-align: justify;">Existem numerosas definições  a respeito  do  que  é  e  o  que  não  é  comunicação,  não obstante,  como  a  PNL  -Programação  Neurolingüística-  interessam-lhe  os  resultados concretos,  antes de  contribuir  uma  definição  poderíamos  nos perguntar  as  seguintes questões:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como detectamos que duas ou mais pessoas estão se comunicando? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que podemos observar como significativo nas pessoas que interatuam? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é o que nos indica a existência de comunicação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se prestarmos atenção ao que ocorre em uma interação nos damos conta de que  as ações  de  uma  pessoa  só  têm  sentido  no  contexto  das  ações vinculadas  às do outro ou outros.  Independentemente do modo de  comunicação  em jogo  (palavras,   silêncios, gestos&#8230;.) existe sempre uma seqüência coordenada entre as pessoas envoltas. portanto podemos dizer que <strong>Comunicação é o processo onde a ação ou experiência de uma pessoa  e a ação e experiência da/s outra/s se dão em forma coordenada.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma metáfora muito gráfica quando falamos de seqüência coordenada é a da dança.<br />
Em uma  companhia de dança  as partes  envoltas dançam ao  compasso da música sua própria coreografia e  todos  estão  sincronizados em um  conjunto  cheio de harmonia e beleza. Há vezes em que um dos dançarinos lidera o movimento do outro (ou outros), há vezes em que é o outro que guia a ele,  há vezes nas que ninguém guia ninguém…</p>
<p style="text-align: justify;">Quando  em  1973  os  criadores  da  PNL,  Richard  Bandler  e  John  Grinder,  na Universidade  de Santa  Cruz,  Califórnia,  propuseram-se  estudar  a  comunicação humana, fizeram algo muito simples: estudar o que faziam os bons comunicadores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que era um bom comunicador para Bandler e Grinder? Boa pergunta!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Aqueles que eram capazes de comunicar-se fluída e facilmente com diferentes tipos de pessoas, em diferentes contextos e em vários níveis</p>
<p style="text-align: justify;">- aqueles que eram capazes de fazer chegar a mensagem ao receptor de forma que este o entendesse claramente.</p>
<p style="text-align: justify;">- Aqueles que eram capazes de obter respostas que outros não sabiam como obter.</p>
<p style="text-align: justify;">Em base a seus estudos propuseram este princípio básico da comunicação:</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>É impossível NÃO COMUNICAR.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que há uma interação embora seja em silêncio existe comunicação. Pode ser que não estejamos muito satisfeitos com os resultados obtidos, entretanto podemos observar os frutos que recolhemos de nosso intento de comunicação para melhorá-la na seguinte ocasião.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Em comunicação não existem fracassos, só resultados.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Faça o que faça e ponha como se põe sempre transmitirá uma mensagem com sua conduta: quando fala, quando não fala, quando deixa falar…</p>
<p style="text-align: justify;">E se por acaso  isto  fora  pouco,  é  importante  recordar  outro  grande  segredo  que  esquecemos  com facilidade:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>É impossível NÃO INFLUÊNCIAR. </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em  qualquer  conversa  cotidiana,  por  muito  imparcial  que  queira  permanecer,  sua mensagem,  com  uma  forma  e  conteúdo  concreto,  gerará  uma  determinada  reação consciente ou inconsciente no receptor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mapas  do  que  cada um  considera  “a  realidade”    se  construirão  e matizarão  a partir da soma de todas as mensagens expressas.  A rede de todas essas palavras gerará uma  trama, uma alquimia na qual  você é responsável por esse  ingrediente  (verbal e não verbal) que pode converter o chumbo em ouro ou vice versa, por isso podemos assegurar que <strong><em>Somos agentes de mudança com nosso discurso e com nosso silêncio.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dizem por aí que as palavras levam o vento e, entretanto, com elas sustentamos nossa  visão  do mundo  e  nossa  identidade.  Também  sabemos  que  o  rumo  da história universal variou em muitas ocasiões graças às palavras.</p>
<p style="text-align: justify;">Shakespeare  menciona  em  sua  obra,  Enrique  VI,  o  famoso  discurso  que  este  fez  que  seus soldados, em franca minoria frente às tropas inimigas, saíssem vitoriosos depois das  avivadas  palavras  de  seu  rei,  exaltando  valores  que  transcendem  o  medo e à morte:  a defesa de sua honra, de suas  famílias,  entrega-a até o último suspiro por uma  boa  causa…Com  palavras  carregadas  de  sentido  conseguiu  que  um  grupo  de camponeses acabasse com todo um exército profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">O  rumo  de  muitas  histórias  de  pessoas  mais  próximas  a  nós  variou  em função  da  capacidade  &#8211; inata  ou  adquirida &#8211;  de  transmitir  a  outros  um  sonho,  um projeto, um invento, uma proposta, uma obra professora…</p>
<p style="text-align: justify;">As  técnicas que desenvolveu  a PNL nos permitem adquirir habilidades para que  sua voz  ressoe  em  seu  centro,  para que  sua  postura  acompanhe  o  seu  sonho,  para que  seu discurso seja entendido por um determinado auditório… desta  forma pode se aproximar mais a  transmitir  sem barreiras  o que  você é e quer. Afirmo que  todos  conhecemos  algum  desses  “gênios”  da  música,  a  pintura,  a  informática,  ou  o  que  seja,  cuja qualidade está fora de toda dúvida e que, entretanto, são tão incapazes de apresentar com “presença” o que fazem que vivem com muita dificuldade graças aos encargos dos amigos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>É útil expor quais sementes ou habilidades ficam pendentes de cultivar.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">E se  te  interessa melhorar  a  comunicação para  dirigir  sua  vida,  realizar  seus  sonhos…  é lícito  e  sábio  te propor  praticar  aquelas  habilidades  que  estejam  pendentes  de treinamento.  De fato  pode  ser  um  caminho  apaixonante.  Pode-se  aprender  a estruturar  a  mensagem  de acordo  com às  características  do  interlocutor,  ter  uma postura  justa,  a  voz  centrada,  e  um montão  de  pequenos  detalhes  que  alinhados  com nosso ser transmitem harmonia e veracidade. Não obstante um passo prévio que ninguém pode dar por si é a firme decisão de começar a expressar abertamente a beleza de seu Ser para que  todo  o  universo  se  nutra  com  seu  brilho.</p>
<p>Nesse  sentido  nos  parecem apaixonantes as palavras de Nelson Mandela:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Nosso medo mais profundo é reconhecer<br />
Que somos inconcebivelmente poderosos. </em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Não é nossa escuridão, a não ser nossa luz<br />
o que mais nos atemoriza.</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>À medida que nos permitimos que nossa luz se irradie,<br />
sem nos dar conta, estamos permitindo<br />
que outras pessoas façam o mesmo. </em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Ao nos liberar de nossos próprios medos,<br />
Nossa presença automaticamente libera a outros</em></strong></p>
<p>Desejamos  que  sua  comunicação  flua  desde  seu  coração,  pois  não  merece  apenas esbanjar o tempo em comunicar de um lugar que não tenha sentido para nós mesmos.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p>Teresa Arranz y Gustavo Bertolotto<br />
Instituto Potencial Humano<br />
www.iphpnl.net</p>
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		<title>A PNL vai bem</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 17:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Abril do ano passado se celebrou em Barcelona o I Congresso Espanhol de PNL organizado pela Associação Espanhola de PNL. Foi um grande evento devido a uma numerosa assistência de público, à qualidade das exposições e a um encerramento inesquecível[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>“Na alegria de vocês descobri minhas Certezas&#8230;.<br />
E o mundo me parece que Começa”</em><br />
Silvio Rodríguez</p>
<p style="text-align: justify;">Em Abril do ano passado se celebrou em Barcelona o I Congresso Espanhol  de <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a> organizado pela Associação Espanhola de PNL.   Foi um grande evento devido a uma numerosa assistência de público, à qualidade das  exposições  e  a  um  encerramento  inesquecível:  a  intervenção  do Robert  Dilts,  máximo referente da PNL atual.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de que um dos “grandes” da PNL de hoje seja um homem da estatura humana do Robert Dilts  reforça nossa convicção de que  a PNL vai bem. Ele honrou  tudo que foi descoberto pela PNL anteriormente e sobre essa base foi um pouco mais à frente aglutinando todo o trabalho em torno do Ser Essencial, “isso” que permanece  invariável em nós mude o que mude, “isso” que perduraria em cada um inclusive se tivéssemos outro aspecto, se tivéssemos nascido em outra família, se vivêssemos em outro lugar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Trás muita esperança  comprovar  que  “a  excelência”,  palavra muito  utilizada  na  PNL  dos  primeiros tempos,  encaminha  seus  passos  para  uma  direção  e missão  com  sentido  do Amor,  do  humor,  da essência e da integração.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1° Geração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tal e  como Robert Dilts  nos  relatou  com  detalhe,  a Primeira Geração  da PNL se  desenvolveu  nos  anos  70  da  mão  de  seus  criadores,  Bandler  e Grinder, derivado do estudo e modelado de terapeutas tão brilhantes e eficazes como  Milton  Erickon  (hipnose),  Gregory  Bateson  (Escola  de  Palo Alto), Virginia  Satir  (Terapia  Sistêmica)  e  Fritz  Perls  (Gestalt).  Centrava-se fundamentalmente no indivíduo e se pressupunha uma relação terapêutica um a um.   A maioria das  técnicas desta primeira geração  se enfocavam na solução de problemas nos níveis de comportamentos e capacidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2° Geração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Segunda Geração da PNL, nos anos 80, abrange temas mais à frente do campo  terapêutico  e  se  orienta  para  objetivos  e  estratégias  para  consegui-los, enfatizando muito mais as relações com outros e com nós mesmos. O Modelamento e  suas  ferramentas  começam  a  ser  utilizadas  em  áreas  de  negociações, liderança, motivação,  vendas,  saúde  e  educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas técnicas se  enfocavam  em níveis  mais  elevados  como  crenças,  valores  e  meta-programas.  Suas ferramentas  integram  a  linha  do  tempo,  o  jogo  com  distintas  posições perceptivas e a integração de conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3° Geração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Terceira Geração da PNL se está desenvolvendo desde meados dos 90.  Suas aplicações  são mais  sistêmicas  e  se  centram  em  níveis mais  altos  de aprendizagem,  interação  e  desenvolvimento.  Suas  técnicas  se  enfocam  em  esclarecer  os níveis mais profundos: a identidade, a visão, a missão e o espiritual.  Pretende criar  espaço  para  toda  a  pessoa,  reconhecê-la  em  sua  totalidade.  Enfatiza  a mudança  do  campo  unificado  do  sistema  e  o  aplica  ao  desenvolvimento  de organizações,  culturas,  equipes  e  indivíduos. Incorporam-se  como  princípios fundamentais  a  auto-organização  e  o  alinhamento  de  planos  e  níveis.  “<em>Se não nos alinharmos de uma visão além de nós mesmos as pessoas se estancam em  seu ego. Formamos parte de algo mais amplo que nós mesmos</em>”.  O que necessita  alguém para  adquirir  uma  visão  mais  ampla,  para  sentir-se  completamente  vivo?  Despertar,  despertar  à experiência emergente de estar vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada nível precisa de diferentes  instrumentos para se expressar e  cada geração honra às outras e complementam a anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se  afirmar  que  a  PNL  atual  não  só  procura  explorar  como  pensa  a  inteligência cognitiva mas também como vive o que vive da inteligência emocional (como aceita, dá espaço e apadrinha essas emoções), como somatiza a inteligência corporal ou somática (se flui, bloqueia,  tensas&#8230;), que  repercussões  tem na  inteligência do campo energético, no  sistema onde atuamos e tratando sempre de encontrar a “direção” em nossa Sabedoria Essencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos mudar o que não conhecemos. É necessário ter consciência de como dirigimos estas inteligências para poder sobreviver da melhor maneira que soubemos e é hora de aprender a sonhar melhor. É possível. Tão somente terá que ficar em progressão. Geraram-se instrumentos para  trabalhar cada uma destas inteligências visto que cada uma tem sua forma particular de processar.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma colocação  analítica  não  é  sempre  o melhor  para  encontrar  a  solução. Organiza muito  os fatores  mas  não  reorganiza  nossa  realidade  total.  Se  além disso  pensamos  em  termos  somáticos, considerando  o  que  sente  o  corpo  e  também  em  termos  energéticos,  do  campo  de movimento e vibração que produz algo, podemos encontrar poderosas chaves de solução ao conectar com um Tudo  integrado.   Um pensamento “brilhante” do ponto de vista analítico que gera uma tensão  profunda  de  cervicais  não  está  integrado  no  sistema  por  mais  “brilhante”  que  aparente ser. Pode ser que não esteja alinhado com o resto de nosso Ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma presença serena, brincalhona e plena no Aqui e Agora, uns olhos brilhantes nos que te podes mergulhar como em um oceano, uma escuta ativa que não julga e potência o melhor do que fala, um sorriso que acolhe e uma risada que se contagiou em várias ocasiões a toda a sala. Se este for o fruto vivo do trabalho da PNL em ti, Robert, a PNL vai bem.</p>
<p>Teresa Arranz y Gustavo Bertolotto<br />
Instituto Potencial Humano</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Referência:</strong> Instituto Potencial Humano</p>
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		<title>O que todo mundo deveria aprender: O quê é ser uma pessoa?  O quê é saber Viver?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 16:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ser uma pessoa é muito mais do que nos ensinaram. Um ser adulto é o resultado da educação recebida e de suas experiências, que ele experimenta segundo os padrões de conduta aprendidos.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img title="O que todo mundo deveria aprender" src="/wp-content/uploads/PNL/o_que_todo_mundo_deveria_aprender/int139.jpg" border="0" alt="O que todo mundo deveria aprender" width="200" height="304" align="left" />Ser uma pessoa é muito mais do que nos ensinaram. Um ser adulto é o resultado da educação recebida e de suas experiências, que ele experimenta segundo os padrões de conduta aprendidos. No entanto, esses padrões ou “cartas de navegação” já não lhe são úteis e ninguém disse o que ele terá que fazer neste caso. Isso acontece quando o grau de insatisfação na vida diária faz com que a pessoa tome decisões errôneas ou prejudiciais para seu bem estar ou se com sorte, ela peça ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, tudo isso seria muito mais fácil se nos fosse ensinado o uso de nosso “computador” pessoal:  nosso cérebro. É aí onde está radicada nossa programação, a base de dados que se não é atualizada, pode ter mais de um vírus ou simplesmente, haver se tornado obsoleta. Ser uma pessoa é tomar as rédeas da própria vida, ser responsável por si mesma, independentemente da  educação recebida e das circunstâncias externas. Saber viver é ser capaz de escolher a melhor resposta que possamos dar diante de qualquer impulso ou circunstância externa, estando bem com nós mesmos. Para isso, somente é necessária uma coisa: saber como se faz.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso é nada mais, nada menos o que ensinamos através da PNL, a única ciência atual que coloca o individuo em contato com seus recursos e potenciais internos, para que ele saiba como alcançar o nível de Excelência Pessoal que ele mesmo se determinou: como levar o barco de sua vida pelo rumo escolhido e ao porto desejado. E esse é um desafio pessoal, que nem todos querem aceitar, porque é muito mais cômodo jogar a culpa nos outros sobre as coisas que acontecem conosco. De quê lhe serve ter muito conhecimento, se você não sabe ser feliz? Com o quê contribui à sociedade e a si mesma uma pessoa infeliz, deprimida e angustiada?</p>
<p style="text-align: justify;">Estes ensinamentos são práticos, rápidos e eficazes, aumentando o nível de consciência do individuo para que ele seja uma pessoa mais plena, com recursos para poder reagir conscientemente diante de cada impulso externo, em todos os momentos, e se dando conta de que suas respostas diante das circunstâncias dependem única e exclusivamente dele mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos EUA, Inglaterra, Alemanha, Austrália e outros países, a PNL é de uso obrigatório tanto nos centros de ensino como nos de formação de formadores, executivos, empresários, etc. Seu campo de aplicação não é unicamente o terapêutico, já que compreende todas as manifestações do ser humano. Ali, onde haja uma pessoa, se “é PNL”, será uma pessoa feliz: saberá como se comunicar com os demais, em relação a ganhar-ganhar, será consciente de que tem que fazer em cada momento, guiado por seus objetivos internos e será congruente consigo mesmo. Será uma pessoa digna de ser “modelada” pelos demais, a pessoa a quem os outros se aproximam porque tem “esse algo especial” que todos admiramos: vitalidade, energia, independência, força interior, paz e amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os únicos requisitos necessários para alcança-lo são: curiosidade, mente aberta, vontade de aprender e de se divertir com um único objetivo: descobrir quem sou e quem quero chegar a ser. O resto nós colocamos.</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Daniela Bitner &#8211; dani_bitner@hotmail.com</p>
<p><strong>Referência:</strong> http://www.pnlnet.com/chasq/a/2426</p>
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		<title>Sobre Mapas, Modelos Mentais e Paradigmas</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/sobre-mapas-modelos-mentais-e-paradigmas/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 03:03:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mapas]]></category>
		<category><![CDATA[Modelos Mentais e Paradigmas]]></category>
<category>Mapas</category><category>Modelos Mentais e Paradigmas</category>
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		<description><![CDATA[Cada vez se vem observando no mundo inteiro um maior interesse pelo estudo e a consideração dos aspectos "pessoais" e, especificamente, intra-pessoais ou psicológicos, que intervêm no processo de trabalho.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>por José V. Losada</em></p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez se vem observando no mundo inteiro um maior interesse pelo estudo e a consideração dos aspectos &#8220;pessoais&#8221; e, especificamente, intra-pessoais ou psicológicos, que intervêm no processo de trabalho. Parece que, em geral, como se tivesse vindo operando até hoje uma crescente &#8220;psicologização&#8221; do ato de trabalhar e, portanto, do mundo das organizações. Com efeito, nas últimas décadas cresceu o volume de pesquisas, publicações, teorias, enfoque e opiniões sobre toda sorte de variáveis pessoais presumivelmente vinculadas com o comportamento trabalhista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Progressiva &#8220;Personalização&#8221; do Ato de Trabalhar</strong><br />
Este fenômeno da progressiva &#8220;psicologização&#8221; do ato de trabalhar tem alcançado matizes realmente interessantes no âmbito institucional e organizacional. O observamos, por citar somente algumas áreas, em aspectos tais como as seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. </strong>A destacada consideração das atitudes para o trabalho.<br />
<strong>2.</strong> O acento nas múltiplas facetas e aplicações da comunicação interpessoal no contexto organizacional.<br />
<strong>3. </strong>Os problemas colocados nas organizações pelo fenômeno da mudança e seus inquietantes efeitos.<br />
<strong>4.</strong> A importância que se concede ao stress nas organizações e a um de seus problemas derivados, como é a denominada &#8220;adição ao trabalho&#8221;.<br />
<strong>5.</strong> A atenção aos &#8220;mapas&#8221; ou &#8220;modelos mentais&#8221; e a uma parte importante destes, como são os &#8220;paradigmas&#8221;.<br />
<strong>6.</strong> O conceito de aprendizagem organizacional.<br />
<strong>7. </strong>A ênfase nos aspectos éticos na organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Façamos uma menção um tanto detalhada de só um destes fenômenos evidenciadores dessa tendência &#8220;psicologizante&#8221; ou &#8220;personalizante&#8221; presente nas organizações, empresas e instituições contemporâneas: os mapas ou modelos mentais e paradigmas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mapas ou Modelos Mentais</strong><br />
Recentemente, os psicólogos cognoscitivistas e construtivistas fizeram um aporte que veio tendo bastante incidência no mundo do trabalho. Trata-se da noção de mapas ou modelos mentais, dentro da qual cerca muito bem o conhecido conceito de paradigmas. Para Senge e outros (1995), os mapas ou modelos mentais são as imagens, supostos e histórias que temos na mente em relação ao mundo, de nós mesmos, dos demais e das instituições, e sem eles não poderíamos enfrentar o ambiente que vivemos. Segundo aqueles psicólogos, os seres humanos vivem em um mundo &#8220;real&#8221;, mas não operamos direta e imediatamente sobre esse mundo, mas atuamos dentro dele usando &#8220;mapas&#8221;, &#8220;representações&#8221;, &#8220;modelos&#8221; ou interpretações codificadas dessa realidade, as quais achemos ou inventamos permanentemente mediante nossos sistemas de processamento sensorial, nossos órgãos dos sentidos e nosso cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento da realidade, portanto, não é algo que recebemos passivamente, mas algo que construímos e organizamos de forma ativa. Isto encerra o paradoxo que tudo o que percebemos e concebemos é necessariamente a conseqüência de nossos próprios modos e meios de percepção e concepção. Ou seja, que vemos o mundo conforme nós somos e não como o mundo é. O filósofo impassível Epicteto o expressou brevemente: &#8220;Não são as coisas as que preocupam os seres humanos, mas suas idéias em relação as coisas&#8221;. Então, esses mapas ou modelos nos servem de guia para nos orientar na realidade, mas não constituem a &#8220;realidade real&#8221;. Em outras palavras, &#8220;o mapa não é o território&#8221;: difere dele, é mal uma representação do mesmo e, como tal, pode apresentar e apresentam distorções, limitações e empobrecimentos, derivados das características peculiares da experiência de cada indivíduo. Além disso, podemos manter ou descartar esse mapa, segundo a utilidade que nos preste.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada indivíduo tem, pois, a capacidade de construir seu próprio mapa do mundo, seu próprio modelo ou representação interna do mundo, a partir da interpretação que dá à informação e a experiência que recebe da realidade externa, do meio ambiente. Esse mapa ou modelo está constituído pelo conjunto de crenças desse indivíduo, pelas suas opiniões, atitudes, teorias pessoais, aprendizagens, valores, estratégias, normas, regras, visão das coisas, atitudes de pensar, etc. Dali para dar-lhe sentido, compreender, codificar, interpretar e atuar sobre o mundo e o ambiente, as pessoas confiam nessas construções mentais que elaboram, nas suas representações particulares simplificadas da realidade. Essas construções constituem precisamente seus mapas ou modelos mentais, os quais estão conformados pelos acrescentados ou sistemas de informação inter-relacionada que dão origem a tais conceitos, regras, padrões, esquemas e atitudes de conceber o mundo. Desde a infância, os indivíduos atuam segundo seus modelos mentais e assim estruturam seus sistemas de valores e crenças, suas normas e princípios. De modo que esses mapas ou modelos mentais, que, pelos demais, como já disse, não são o território real, determinam ou afetam grandemente nosso comportamento e servem muito bem como rédeas para a ação. Em suma, atuamos como atuamos porque temos os modelos mentais que construímos. Por isso pode se dizer que, em essência, somos os mapas que temos (Barroso, 1987).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os Paradigmas</strong><br />
A noção de &#8220;paradigmas&#8221;, que veio sendo popularizado pelo futurólogo norte-americano Joel A. Barker desde meados da época dos anos setenta, se encaixa muito bem dentro do conceito de &#8220;mapas&#8221; ou &#8220;modelos mentais&#8221;. De fato, os paradigmas são um componente muito importante de nossos mapas ou modelos mentais. São uma parte deles.</p>
<p style="text-align: justify;">No campo da ciência os paradigmas se referem aos constructos arquetípicos que uma comunidade de cientistas compartilha para caracterizar a maneira como seus membros definem ou olham o mundo, ou como descrevem um fenômeno particular. Neste sentido, um paradigma é uma espécie de &#8220;idéia dominante&#8221; sustentada por um grupo de pessoas afins. De modo que, no fim das contas, cada área de conhecimento é um paradigma. De forma ampla, pode-se dizer que o paradigma é a maneira de perceber o mundo ou a forma básica de perceber, de pensar, de valorizar e atuar sobre a base de uma visão particular da realidade. Para muitas organizações, sua concepção de paradigma se aproxima ao de &#8220;cultura organizacional&#8221;, já que se refere a &#8220;a forma como se vieram fazendo e se fazem as coisas aqui e à forma como se seguirão fazendo&#8221;. Mais uma definição específica de paradigma é a de &#8220;um conjunto de regras e disposições implícitas ou explícitas que permite:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1)</strong> estabelecer e definir os limites de uma situação, e 2) indicar como se comportar para ter sucesso dentro desses limites&#8221; (Barker, 1995). O sucesso ou a utilidade de um paradigma se mede então pela capacidade que brinda para resolver problemas dentro das fronteiras que estabelece.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Barker, algumas características interessantes dos paradigmas são, entre outras, as seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-</strong> Em cada paradigma que está vigente já existem e podem ser identificadas os sinais do próximo paradigma que o substituirá. Os novos paradigmas se criam quando ainda os paradigmas a substituir são úteis, resolvem problemas e estão tendo sucesso.<br />
<strong>-</strong> Os paradigmas estão mudando constantemente e a mudança paradigmático supõe e implica investir ou romper as regras vigentes.<br />
<strong>-</strong> As pessoas que mudam os paradigmas são quase sempre forâneos, dissidentes ou neófitos, que não estão presos pelo paradigma vigente.<br />
<strong>-</strong> O &#8220;efeito paradigma&#8221; é o que faz com que o que é notório e perfeitamente óbvio para uma pessoa com um paradigma dado, seja quase imperceptível para outra pessoa que tem um paradigma diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a gente muda seus paradigmas, sua percepção do mundo muda radicalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os paradigmas são muito úteis, já que nos permitem resolver com sucesso certos problemas que enfrentamos dentro de certos limites. Mas também são uma arma de dois gumes (Barker, 1995). Por uma parte, são bons filtros que servem para focalizar a atenção sobre a informação essencial e diferenciar a que é importante da qual não é, ajudando assim a identificar problemas relevantes e oferecendo formas de resolvê-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, por outro lado, podem fazer com que ignoremos informação que não concorda com nossos paradigmas ou que os contradiz e, assim, terminamos considerando só aquilo que queremos ou esperamos considerar. De modo que se os dados não se ajustam ao paradigma que manipulamos, será pouco ou nada o que tomemos em conta. Isto pode constituir o que se chamou &#8220;o efeito paradigma&#8221; que cega os membros de uma organização em um momento dado, impedindo-lhes de ver novas oportunidades, reconhecer alternativas diferentes ou desenhar estratégias novas.</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações, como os indivíduos, têm também seus mapas ou modelos mentais e seus paradigmas. Estes conceitos estão se aplicando hoje no estudo dos processos de mudança organizacional (Barret ao., 1992), já que as reações ante a mudança (por exemplo, a resistência) parecem estar relacionadas com o tipo de mapas, modelos mentais ou paradigmas vigentes nas organizações. Assim, quando esses modelos mentais persistem no tempo se congelam e perpetuam, ou se tornam imprecisos, e terminam resultando inadequados para enfrentar certas situações que exigem comportamentos flexíveis e versáteis para a ação. De modo que se espera que os líderes efetivos e as organizações como um todo desenvolvam uma especial sensibilidade para reconhecer as mudanças presentes e futuros e reagir ante eles, isto é, possam mudar seus mapas ou modelos mentais e paradigmas em resposta a essas mudanças ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma, em tempos de crises é especialmente importante apelar à grande qualidade que têm os seres humanos de mudar seus paradigmas e desenvolver assim certa &#8220;flexibilidade paradigmática&#8221;, ou seja, a capacidade para gerar paradigmas flexíveis, a habilidade para moldar intencionalmente e adaptar com fluência os paradigmas que manipulamos à constante mudança da realidade cotidiana das organizações e do mundo circundante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Acesso aos Modelos Mentais</strong><br />
Partindo que todos atuamos conforme os nossos mapas ou modelos mentais, um interesse especial de qualquer membro de uma organização, seja líder, gerente, profissional de recursos humanos, etc., é poder &#8220;ter acesso&#8221; a esses modelos mentais e paradigmas de seus interlocutores, sejam estes clientes, aspirantes a cargos, negociadores, supervisionados, supervisores, companheiros de equipe, etc., com o fim de obter um melhor conhecimento dos mesmos e propiciar um maior conhecimento a eles sobre a base de uma comunicação efetiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos enfoques ofereceram sua contribuição para a melhor compreensão dos mapas mentais e paradigmas das pessoas. Os aportes feitos em anos recentes pelo modelo de comunicação denominado &#8220;Programação Neurolingüística&#8221; (PNL) sugerem algumas formas de se aproximar e acessar a esses modelos mentais e paradigmas (Cudicio, 1991; O&#8217;Connor e Seymour, 1992). Assim, pelo menos três vias podem se utilizar para esse conhecimento:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1)</strong> O conhecimento dos chamados &#8220;sistemas de representação&#8221; ou modalidades de pensamento do interlocutor, isto é, suas atitudes características de processar informação e se representar mentalmente as coisas, ou seja, suas formas de pensamento, sua maneira especial e peculiar para se relacionar com o mundo. Essas modalidades, identificáveis mediante certos sinais verbais e não verbais, são de três tipos: visual, auditiva e cinestésica, e estão estreitamente vinculadas à maneira como o cérebro processa, organiza e codifica sensorialmente a informação que recebe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) </strong>A identificação dos &#8220;padrões de linguagem verbal&#8221; do interlocutor. Todos falamos como sentimos e como pensamos, e muitas vezes, o inverso, pensamos e sentimos como falamos. Em todo caso, a linguagem verbal reflete nossa identidade como pessoas. Dali que poderia se afirmar então com bastante certeza: &#8220;Diga-me como falas e te direi como você é, ou como você pensa, ou como você sente, ou como você representa o mundo&#8230;” Mediante sua linguagem verbal, o interlocutor, por exemplo, um cliente ou um supervisionado, apresenta aos demais alguns indícios da forma como ele percebe e constrói a realidade, sua realidade. De modo que sua linguagem diz bastante em relação a ele como indivíduo, e nos permite também nos aproximar e conhecer alguns aspectos de seus modelos mentais e ter certo acesso a eles. Se você prestar atenção à forma como uma pessoa fala &#8211; ao que se chama a &#8220;estrutura superficial&#8221; de sua linguagem- se descobre que é possível chegar mais profundamente a uma formação lingüisticamente mais completa e mais próxima à experiência dessa pessoa &#8211; o que se chama a &#8220;estrutura profunda&#8221; da linguagem -, e acessar assim o seu mapa ou modelo mental. A atenção e o uso da linguagem verbal do falante permite identificar através do mesmo questões tais como as omissões de informação, as generalizações e distorções nas suas formas de pensamento, suas crenças, os critérios que utiliza para valorizar as coisas, suas &#8220;metáforas&#8221; pessoais como reflexo de certas atitudes de pensar e atuar, seus estilos de interação social ou estilos de liderança, os denominados &#8220;meta-programas&#8221; ou orientações vitais, as estratégias de ação que utiliza para alcançar certos resultados, e muitas outras coisas mais. Isso requer, por parte do comunicador, grande flexibilidade de conduta, uma fina destreza de observação e uma atitude de escuta ativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3)</strong> A observação da &#8220;linguagem corporal&#8221;. A fisiologia humana é responsável em muitos sentidos de nossa experiência interna e é, ao mesmo tempo, um reflexo de tal experiência. Certamente, isto supõe também recursividade e interação, no sentido que a própria experiência interna influencia e afeta a corporalidade. Por isso, a observação atenta do corpo de uma pessoa oferece múltiplos sinais indicadores de processos subjetivos que constituem elementos essenciais de seus modelos mentais. Por outro lado, o &#8220;acompanhamento&#8221; da linguagem corporal do interlocutor, como técnica de trabalho, isto é, o uso do próprio corpo do profissional comunicador para fazer &#8220;espelho&#8221; da conduta corporal do outro, representa uma sutil e eficaz ferramenta em relação a seus mapas e de conhecimento e compreensão de sua experiência interna.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradução:</strong> Equipe Sua mente.com.br</p>
<p>Referência: http://www.pnlnet.com/chasq/a/66</p>
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		<title>Um caminho consentido</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 22:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O vazio existencial, o nihilismo e o cepticismo são fenômenos muito estendidos nestes tempos. Não obstante, os milenares livros sagrados, as mitologias de todas as civilizações, a literatura universal e a história da arte refletem continuamente a tenaz expressão de um ser humano em constante busca do sentido da vida, de “algo” ou “alguém” para se viver.</p>
<p style="text-align: justify;">Graças à evolução &#8211; ou vá, a saber, que &#8211; a raça humana superou, com a consciência, o padrão de conduta instintiva própria dos animais. Com este grande avanço perdeu, entretanto a segurança de ter um instinto claro e unilateral que lhe dissesse o que tem que fazer o mais adequado em cada situação para assegurar sua sobrevivência. Essa segurança instintiva, como o paraíso, lhe estaria vedada para sempre. A partir desse momento teve a honra e a dor de ser livre, de poder escolher suas ações e de poder as encaminhar em uma direção ou outra dependendo do que tem “autêntico sentido” para ele ou ela ou do benefício primário ou secundário que possa obter ao inclinar-se por essa escolha.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, nos últimos tempos, o ser humano sofreu outra importante perda de referências extrínsecas: as normas e o sentido vital ditado pelas grandes tradições e religiões, que, algumas vezes em seu prejuízo e outras em seu benefício, tem complementado e represado sua conduta, valores, crenças e identidade, se tem diluído como verdades absolutas. Não há algumas normas marcadas que lhe indiquem o que é “bom” e “mau” fazer e a ciência lhe repete continuamente “Deus morreu”.</p>
<p style="text-align: justify;">Se considerarmos esta situação como uma fase da evolução  por que há então tantas pessoas desorientadas que em ocasiões não sabem nem se quer o que gostariam de fazer?</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, hoje em dia, todo aquele que queira viver com um mínimo de plenitude e coerência tem que confrontar uma grande aventura interna, pessoal e intransferível: A busca de uma vida o mais significativa possível para a nós mesmos.  Isto requer silêncio interior, exploração, análise, discernimento, responsabilidade, senso de humor, determinação. É uma formosa grande prova. Em seu lugar podemos nos amoldar ao que outras pessoas fazem (conformismo) ou ao que outras pessoas querem que façamos (alienação). Podemos  escolher nos sentir ofendidos ante uma crítica ou bajulados ante um elogio. Embora a escolha se faça consciente ou inconscientemente (graças aos padrões automáticos adquiridos na vida, quer dizer, às programações neurolingüísticas) segue sendo uma escolha.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas correntes nos princípios do século XX se expuseram este dilema. Victor E. Frankl, converteu sua experiência vital em um campo de concentração durante a 2ª guerra mundial na base filosófica de  uma forma de psicoterapia chamada  logoterapia. Em seu livro “O homem em busca de sentido” reflete sobre estas questões chegando à conclusão de que os ideais e princípios constituem uma força primária fundamental em nossa existência e que é nós  mesmos e um só quem tem que encontrá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sustentava que nem todos os conflitos nascem entre impulsos e instintos, mas sim também o interesse do homem, inclusive seu desespero por que sua vida tenha sentido, é um  dilema que constitui uma parte fundamental da personalidade e da felicidade. Durante sua reclusão no campo de concentração observou que aqueles que tinham um sentido claro que lhes motivava a superar  todo esse sofrimento foram os que sobreviveram. Sobreviveram aqueles que se obstinaram em manter-se em pé para voltar a ver seu grande amor, a seu filho, para retornar a sua terra e reconstruir sua casa ou, como no caso dele mesmo, para contar ao resto do mundo que recriar um grande sonho ou um grande desejo pode te fazer superar as mais duras provas.</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL Transpessoal bebe das fontes ideológicas deste grande autor, já que considera que os sistemas de crenças, os valores, as condutas e a identidade têm que se encaminhar com coerência e harmonia por volta de uma direção condutual que procure o autêntico sentido da vida ao que nós queremos aproximar dia a dia. Se não existir essa coerência entre ações, propósitos e objetivos diários com uma grande direção que tenha sentido para nós, uma grande estrela do oriente que nos “oriente”, certamente viveremos em conflito interior.</p>
<p style="text-align: justify;">Queria me afastar de dar ao sentido da vida uma conotação excessivamente utópico-retórico-rimbombante.</p>
<p style="text-align: justify;">Um sentido da vida que não se possa manifestar em ações concretas que seja possível realizar hoje, amanhã e passado não tem nenhum sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas crenças antigas ou impostas que não foram revisadas nem reenquadradas podem limitar inconscientemente nossa possibilidade de ir para onde nosso coração deseja e nos frear interiormente dizendo: não sou capaz, não há tempo, terá que conseguir tudo com muito esforço, tenho que continuar o estilo de minha família, não posso me permitir a desfrutar&#8230; É um bom momento para reciclar as velhas crenças e as re-orientar para nossa estrela.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns coaches ajudam às pessoas a conseguir um objetivo específico que desejam conseguir sem enquadrá-lo em um grande marco que oriente para uma direção essencial. Isto na PNL se denominaria um objetivo sem validez ecológica, no que não nos paramos um segundo para valorizar se consegui-lo repercutirá construtivamente no resto de nossa Vida e na de nosso ambiente, se for isso realmente o que queremos e se estivermos dispostos a renunciar a outras coisas para consegui-lo. Muitos<br />
esportistas, empresários e atores famosos, quando chegam à velhice, admitem sentir-se infelizes: gastaram grande parte de seu dinheiro em treinadores e coaches que lhes programaram para o sucesso, não para a felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Se nos momentos de conflito de valores nossa bússola não aponta para nossa realização interior, é fácil nos encontrar perdidos e apanhados na selva material em que se converteu grande parte de nossa sociedade, é fácil evadir-se com as múltiplas ofertas que anestesiam e propõem nossos desejos mais profundos. Um dos propósitos da PNL Transpessoal é ajudar a facilitar que nossas escolhas nos encaminhem para uma Vida em que a Consciência, o Amor e a Liberdade dêem sentido a nosso caminho e seja portanto, um caminho consentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz Frankl em uma citação de seu livro: “O ser humano não é uma coisa, mas entre outras coisas; as coisas se determinam umas às outras; mas o homem, em última instância, é seu próprio determinante. O que chegue a ser &#8211; dentro dos limites de suas faculdades e de seu ambiente – o tem que fazer por si mesmo. Nos campos de concentração, por exemplo, naquele laboratório vivo, naquele banco de provas, observávamos e fomos  testemunhas de que alguns de nossos camaradas atuavam como porcos enquanto que outros se comportavam como Santos.  O homem tem dentro de si ambas as potências; de suas decisões e não de suas condições depende qual delas se manifeste”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os taoístas afirmam que onde está à intenção está à energia e que quando a energia se condensa e dirige para uma decisão sentida e comprometida troca completamente nossa experiência. Inexoravelmente, em algum momento terá que parar para encontrar um sentido essencial para o que nos dirigir. Se não o fizermos conscientemente, o inconsciente ou a sociedade o fará por nós. O excesso de informação e de possibilidades pode ser também uma armadilha que nos mantenha entretidos sem aprofundar na essência.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos passar a vida cavando buracos sem fim pouco profundos na terra do conhecimento, aprofundamos 2 metros em um sentido, outros 2 metros em outro, outros dois metros mais à frente&#8230;  Entretanto se não nos comprometemos há perseverar um pouco mais no tempo para ir um pouco mais profundo é difícil que encontremos o tesouro. Tanto encontrar um tesouro oculto clandestinamente como seguir uma estrela que te oriente requerem fé, confiança e perseverança mantida no tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Goethe, enquanto não estamos comprometidos a caminhar para alguma direção, sempre surgem dúvidas ou se concebe a possibilidade de voltar atrás, e finalmente há vazio e ineficácia. “Em relação a todos estes atos cheios de ineficácia, há uma verdade elementar cuja ignorância mata inumeráveis  planos esplêndidos: No momento em que assumimos um compromisso com a direção de vida que queremos de maneira definitiva, a providência divina também fica em movimento. Todo tipo de coisas ocorrem para nos ajudar, que em outras circunstâncias jamais teriam ocorrido. Todo um fluir de acontecimentos, situações e decisões criam a nosso favor todo tipo de incidentes, encontros e ajuda material, que nunca tivéssemos sonhado encontrar em nosso caminho”.</p>
<p style="text-align: justify;">Já sabe. Se o tentar, possivelmente, se não&#8230; jamais.</p>
<p>Gustavo Bertolotto Vallés – www.iphpnl.net</p>
<p><strong>Tradução:</strong> Equipe Sua Mente.com.br</p>
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		<title>UM “PARADIGMA NOVO” PARA “UM TEMPO NOVO”</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 23:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Entramos em um novo milênio. Alguns de nós tem sido conscientes de que uma determinada forma de pensar e atuar desembocou na mudança climática, no consumismo que empobrece aos pobres e na ausência dos valores que geram plenitude&#8230;  Dizem por aí que aqueles que não contemplam sua história estão condenados a repeti-la, e embora o começo do ano 2000 marcou um ponto de reflexão para começar a fazer as coisas de forma diferente, só a vontade e a decisão pessoal e intransferível de ir além dos mapas da realidade que tínhamos concebido até agora poderão superar os limite que nos pusemos para encontrar novas soluções aos conflitos que assolam o mundo.</p>
<p>Se pretendermos trocar “a realidade”, é lícito perguntar-se: O que é a realidade? O que abrange, onde termina e onde começa?  A física quântica vem a nos complicar um pouco mais as coisas afirmando que a realidade observada depende da condição do observador. Esta idéia proposta já faz muitos séculos pelos místicos foi magistralmente resumida pelo lingüista Korzybsky ao dizer: “o mapa não é o território”. Se o mapa mental fora tão exato como o território ocuparia exatamente o mesmo lugar, com o qual não seria funcional, não nos caberia na mochila.</p>
<p>Cada pessoa confecciona em sua mente um mapa funcional “da realidade” atendendo às experiências e sucessos que considera mais relevantes, ou os que nos são ou acostumamos a registrar. Deste modo sintetizamos “a realidade” em um mapa controlável que vai condicionar o que percebemos, o que recordamos, como o relacionamos e, portanto como valorizamos o vivido.  Segundo a lingüística há três formas básicas de síntese mental para que a realidade se converta em um mapa de bolso: o princípio de generalização, de omissão e distorção. Dito de outra forma, todos nós sem exceção, para gerar explicações sobre o que está passando em nosso mundo recorremos a: generalizar idéias em base a nossa experiência,  omitir certa parte de informação e relacionar e encadear sucessos, distorcer, segundo nosso próprio critério.</p>
<p>O mapa da compreensão do Universo e do comportamento das partículas elementares que conformam a matéria proposto pela ciência atual, diz-nos que não existe separação entre as partículas, que tudo é energia em distintos graus vibratórios e que toda separação é ilusória. Como diz David Bohm: &#8220;a comunicação entre partículas muito distantes é possível porque na realidade não estão separadas&#8221; e Paul Davies afirma: &#8220;o universo (e todo o contido nele) não está formado de um conjunto de partes separadas, mas sim existe uma espécie de unidade universal&#8221;. Acredito que todos havemos escutado estas teorias que constituem o novo paradigma, mais amplo, para explicar o Universo e as relações dos objetos entre si. Se aplicarmos este mesmo mapa para pensar no Ser humano, suas relações com outros e com a natureza, o conceberíamos como uma Unidade constituída por infinidade de “partículas” aparentemente separadas embora unidas entre si em constante comunicação…</p>
<p>O antigo modelo da civilização grega concebe ao Ser humano constituído por três planos de manifestação: soma ou corpo físico, psique que é o conjunto de intelecto e emoções (chamada alma e/ou mente) e pneuma, o plano mais sutil (ao que chamamos espírito). Neste antigo modelo se descreve à psique constituída por uma matéria flexível e de grande plasticidade que cumpre a função de conexão entre soma e pneuma, o corpo e o espírito. Este mapa do ser humano esteve presente em todas as colocações físicas e humanistas das civilizações antigas e embora foi abandonado por nossa civilização ocidental faz poucos séculos, começou a  ser recuperado parcialmente a princípios dos anos 50 com o conceito de que o homem é uma unidade psicossomática.</p>
<p>Ao longo da história e dependendo das teorias emergentes em cada época se sintetizou “a realidade” generalizando algumas idéias e omitindo e distorcendo – relacionando – outras. Havemos generalizado a importância do pneuma omitindo o soma e a psique (Idade Média) ou havemos relacionado soma e psique omitindo o nous (positivismo). Para elaborar uma teoria controlável generalizamos um modelo de relações que sempre limitará de alguma forma nossa compreensão, mas será controlável. Isto é vital para que nos demos conta de que o que pensamos sobre a realidade é uma síntese e não é tão infalível, é um mapa útil com todas as limitações de um mapa de bolso que merece a pena ser revisado e analisado para saber que parâmetros temos generalizado, omitido e distorcido.</p>
<p>Einstein insistia em que não se pode resolver nenhum problema do mesmo nível de consciência no que se criou. É hora de ampliar nosso mapa da realidade para procurar novos pensamentos e ações ante o grande desafio do século XXI. Cada um terá que fazer sua própria análise para re-elaborar seu mapa, ocupar seu lugar e efetuar as ações oportunas em conseqüência.</p>
<p>Minha re-elaboração pessoal adquiriu o paradigma da ciência atual para acreditar que todos e tudo está interconectado e unido por uma energia comum, que meus pensamentos, sentimentos e ações têm conseqüências em todo o planeta.  Este mapa mental me tem feito pôr muita atenção e carinho aos pensamentos, sentimentos e ações do dia a dia, sabendo que posso projetar consolo para Nova Orleans e que posso limpar o planeta desencardindo minhas próprias ações. Também ressoa em mim essa realidade interconectada do pneuma-psico-somático apontada nos gregos e acredito que todos os campos têm incidência uns sobre os outros, que somos capazes de adoecer e sanar com nossos pensamentos, emoções e experiências espirituais e que o trabalho corporal me aproxima do centro psicológico e à experiência espiritual.</p>
<p>Se quiser trocar “a realidade” talvez seja interessante compreender primeiro como elaboraste teu próprio mapa mental, o que procura generalizar, omitir, relacionar/distorsionar.  Talvez este seja o primeiro passo para gerar novas ações, novos modelos para um tempo novo.</p>
<p><strong>Traduzido pela Equipe Sua Mente.com.br</strong></p>
<p>Gustavo Bertolotto Vallés – www.iphpnl.net – ipn@iphpnl.net . Tel. 91 314 7736</p>
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		<title>O amor e a PNL</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 15:18:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde tempos remotos o ser humano elaborou teorias para dar sentido a este profundo mistério que é a Vida. Logo surgiram caminhos e escolas espirituais, filosóficas e iniciativas que propiciavam uma metodologia para chegar a um “estado” de menor sofrimento e confusão, a um “estado” de plenitude e União com tudo e com todos.  Logo se compreendeu que a quinta essência deste caminho de reintegração era “uma energia” capaz de unir e compreender por cima de toda limitação: o Amor. “Se não tenho amor não sou nada” diz San Juan em sua epístola aos Coríntios; “Que minhas últimas palavras sejam: confio em seu Amor” exclama sabiamente Tagore.</p>
<p>Quando uma pessoa toma a decisão de procurar uma técnica que lhe ajude a superar limitações pode encontrar ferramentas poderosas que lhe propiciem maior controle sobre seu entorno, pode chegar inclusive a adquirir um alto grau de influência sobre outros e converter-se em alguém bem-sucedido, capaz de obter seus objetivos. No entanto, se esta pessoa não tiver feito todo este trabalho com uma intenção de Amor, se não tiver descoberto que o caminho com mais sentido é o caminho do coração, quando a vida o coloca em um fio onde emerge o importante em lugar do urgente, quão único possivelmente conte será quanto amor foi capaz de dar e receber. Nada mais.</p>
<p>A <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a> surgiu da inquietação de duas pessoas (R. Bandler e J. Grinder) que se perguntavam questões tão debulhadas como: por que querendo nos comunicar não nos comunicamos? Por que tenho sentimentos contrapostos ante uma mesma questão? Por que não posso ser livre para expandir todo meu potencial? Explorando respostas descobriram coisas fundamentais para compreender a nós mesmos e compreender a outros como que cada pessoa construía seus pensamentos e lembranças a base de representações visuais, auditivas e de sensação (kinestésicas) apoiadas em suas crenças e experiências, por isso não havia uma realidade, lembrança ou afirmação que fora exatamente igual para todos. Isto quer dizer que quando eu pergunto: me amas? Possivelmente tenha uma representação do amor muito distinta a de meu amante, e se não aproximamos nossas respectivas representações do amor, pode que não consigamos construir um caminho conjunto que se dirija à mesma direção. O amor implica movimento para a União, se colocar no lugar do outro e a PNL nos propiciou algumas singelas e formosas técnicas para ter consciência de como eu e o outro formamos um mapa da realidade do qual nos movemos e quais são os muros e abismos que impedem o encontro. O convite para sair de nosso mapa pessoal, de nossa “verdade”, para entrar na de outros e propiciar a integração de visões é um formoso caminho para a paz, a união, o amor e a sabedoria.</p>
<p>Quando estudaram as melhores formas de integrar emoções contrapostas, feridas passadas ou auto-limitações, recorreram a duas potentes formas utilizadas pelas grandes escolas de crescimento de todos os tempos: a visualização e o símbolo.  A palavra Símbolo provém da palavra grega sym-bolom e significa “aquilo que une” igual à diabolo provém de dia-bolom e significa “aquilo que separa”. Bandler e Grinder não criaram nada novo, mas sim incorporaram uma série de formosos protocolos para nos liberar de limitações apoiados na criação de símbolos internos que nos permitem integrar realidades, evocar possibilidades e ativar recursos. A configuração de símbolos que recriem virtudes e potencial tem uma força imensa e está também presente quando invocamos a anjos, Santos, deuses, elementos, etc.</p>
<p>No entanto não esqueçamos que a responsabilidade final do emprego de qualquer ferramenta está na intenção de quem a emprega e embora a primeira intenção destes instrumentos foi propiciar união também podem ser encaminhados a conseguir poder e inclusive manipular. De fato, há escolas de PNL que coloca todos estes conhecimentos ao serviço dos publicitários, políticos e executivos agressivos, que do conhecimento dos princípios do funcionamento de seu mapa são capazes de manipular seus desejos mais inconscientes com imagens, gestos e mensagens. Por isso, eu me interessei claramente pela proposta de uma PNL Transpessoal, que integrasse uma visão holística do Ser humano em sua busca por um caminho com coração através da união consigo mesmo e com todo o universo.</p>
<p>Milton Ericsson, criador da hipnose ericksoniana, base da linguagem terapêutica da PNL, procurava sempre novas visões para as pessoas reenquadrarem sua realidade desde pontos de partida construtivos e potencializadores. Podia empregar muitos caminhos, entretanto, sempre insistia que ao final de tudo, o Amor é o enquadramento de todos os enquadramentos. Que assim seja</p>
<p><strong>Traduzido pela Equipe Sua Mente.com.br</strong></p>
<p>Titulo Original: http://www.iphpnl.net/articulos.php</p>
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		<title>É vítima ou escultor de suas emoções?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 00:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[emoções]]></category>
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<category>emoções</category><category>pnl</category><category>Programação Neurolingüística</category>
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		<description><![CDATA[A palavra emoção provém do latim emovere que significa produzir movimento. Na Psicologia emprega-se para denominar uma “reação ou estado de ânimo caracterizado por uma comoção orgânica conseguinte a impressões dos sentidos, idéias ou lembranças”...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra emoção provém do latim emovere que significa produzir movimento. Na Psicologia emprega-se para denominar uma “reação ou estado de ânimo caracterizado por uma comoção orgânica conseguinte a impressões dos sentidos, idéias ou lembranças”. Também pode se dizer que “as emoções são o resultado de um processo subjetivo, como a memória, a associação ou a introspecção”.</p>
<p>Dizem os estudos que as três reações emocionais primárias são a ira, o amor e o medo, que brotam como resposta imediata a um estímulo externo e que têm uma clara função adaptativa. O psicólogo condutista americano John Watson pôs manifestou em uma série de experimentos que os meninos pequenos já são suscetíveis de ter estas três emoções, e que as reações emocionais posteriores podem condicionar-se pela aprendizagem em nossa infância. Aprendemos a sentir medo ante uma coisa ou amor ante outra e geramos padrões condicionados e circuitos neuronais que os favorecem.</p>
<p>Seja qual for à definição escolhida e o que pensemos sobre a origem das emoções, fica claro que a maior parte das vezes, uma emoção provém de uma avaliação que se faz de algo que estamos percebendo ou no que estamos pensando.  Embora algumas vezes não sejamos conscientes do que estamos sentindo ou de quais são alguns de nossos pensamentos, já que nesse momento estão funcionando de forma autônoma e involuntária, esta avaliação está gerando relaxamento, sorriso, calor, ou taquicardia, tensão muscular e respiração entrecortada&#8230;</p>
<p><strong>Porque as emoções nos fazem sofrer? </strong></p>
<p>Já faz alguns anos, um desses dias frios de inverno no que a neve cobre a montanha, um casal deslizou com o carro em uma placa de gelo muito perto de nossa casa. Tudo ocorreu em questão de segundos, o carro se sacudia bruscamente dando inclinações bruscas entre o precipício com vista para “Sa Foradada” e o compacto muro de pedras.</p>
<p>Em um instintivo ato de sobrevivência optou por girar o volante para o muro para evitar a experiência do vazio. O impacto provocou uma série de fraturas leves e muitos hematomas que se curaram em poucos meses. Entretanto, um ano e meio depois, ao ir de passageiro por uma estrada com muros, lhe produzia um estado de alerta e ameaça completamente desproporcional, sentia perigo cada vez que um carro se aproximava muito e se sobressaltava ante qualquer movimento imprevisto na pista. Não o podia evitar. Seu organismo estava programado. Foram necessárias várias sessões de coaching com a PNL para desprogramar essa rede neuronal ativada no acidente.</p>
<p>Estes condicionamentos ocorrem em maior ou menor grau a cada dia e não terá que temê-los, são nossos professores.  Quando evocamos uma cena desagradável, sua representação mental seja em imagens, sons e sensações, desperta grande numero de sensações corporais involuntárias desencadeadas pelo sistema nervoso autônomo. Estas sensações, alimentadas por determinados pensamentos, se convertem em emoções que podemos ter adquirido durante muitos anos de nossa vida. Terminamos sendo viciados na química interna que produzem nossas emoções habituais.</p>
<p>Por exemplo, quando sentimos medo (de perder nossa parceira(o), no que pode acontecer em uma entrevista, que aconteça algo com nossos filhos, a uma pessoa determinada, etc.), a mente pode dizer a si mesmo uma série de pensamentos (terminará se aborrecendo comigo, vai ser fatal para mim, e se atacam ele nesse bairro, não sou capaz de lhe dizer não, etc.) que reforçam a emoção e caso se tornem habituais podem nos deixar em crise, bloqueios e estancamentos no que nos sintamos vitimas de uma emoção que nos transborda.</p>
<p>No começo dos anos 70 a P.N.L. (Programação Neurolingüística) verificou que cada um de nós pensamos diferente dos outros. Nossa forma de pensar e de recordar é única e irrepetível, embora em nossos processos de pensamento todos nós utilizamos elementos comuns: imagens, sons e sensações corporais. A palavra amor não existe, cada um a constrói mentalmente através de representações com imagens, sons e sensações e sua representação é única e irrepetível.</p>
<p>Conhecendo o processo de formação destas “representações” que nós fazemos da “realidade” e graças a esse conhecimento podemos aprender a desativar as emoções que nos estão fazendo mal e que nos impedem, por exemplo, de ter relações plenas e estar em paz, e, além disso, o que pode ser considerado quase o mais importante, podemos aprender a potencializar as emoções positivas que nos possibilitem ampliar horizontes e desfrutar mais da vida.  Muitas vezes, potencializando o positivo e nos desfocando do negativo, os obstáculos terminam por se diluir já que não lhes alimentamos com nossa atenção, que está toda em emoções muito mais satisfatórias e entretidas.</p>
<p><strong>Como podemos aprender a desativar as emoções que nos fazem sofrer?</strong></p>
<p><strong>1° passo:</strong> O reconhecimento, saber quais são as emoções que nos produzem sofrimento. Embora isto pareça um absurdo o colocamos em primeiro lugar porque muitas vezes mecanismos de defesa nos têm feito nos dissociar (nos separar) tanto do sofrimento, que já nem nos damos conta de que temos emoções, com o perigo de que se não as reconhecermos, se as ignorarmos e reprimimos, tenderão a produzir as chamadas enfermidades psicossomáticas, que são em muitos casos chamadas de atenção do corpo para que reconheçamos uma emoção que está dentro e que a pressa do dia a dia não nos permitiu sentir.  Às vezes custa muito reconhecer serenamente uma emoção porque não fazemos nem um silêncio ao dia para nos questionar como estamos e nos permitir senti-lo sem autocensura.</p>
<p><strong>2º passo:</strong> Se dar conta de como te “representa” a emoção ou, dito em linguagem coloquial, como pensa quando está sentindo a emoção, como faz para ficar nervoso ou feliz. Todos os pensamentos que temos despertam sensações e toda emoção tem uma estrutura. Nós representamos determinado tipo de imagens ante determinado tipo de emoções (imagens com movimento, cor, distorcidas, imprecisas, brilhantes&#8230;) determinados sons (sons que ficam agudos, sons longínquos, palavras que diz a ti mesmo&#8230;) ou sensações (sensação de que me fecha a garganta, de muito calor na cabeça, de falta de espaço, um aroma especial, um sabor&#8230;). A publicidade e os filmes de terror se valem deste material para produzir emoções rapidamente.</p>
<p>Também é importante reconhecer se ao viver essa experiência está associado (conectado completamente com a emoção) ou dissociado (mais separado) e se te vale de alguma atitude corporal ou intelectual para isso. A pessoa que se associa a uma emoção de tristeza está acostumada se valer da postura encurvada para sustentar sua emoção, por exemplo; Há pessoas que mantém a dissociação no trabalho a base de uma postura intelectual de separação.</p>
<p>Graças à metodologia da P.N.L. podemos nos dar conta de como é a conexão pensamentos-emoções-corpo em cada experiência que queiramos trabalhar. Isto nos permite conscientizar essa relação e nos dar conta de como nós mesmos podemos produzir uma dor de cabeça, uma tensão ou uma crise de ansiedade. É essencial, para que se gere uma mudança real, saber por nós mesmos como se produz o sofrimento, para depois, pouco a pouco, separamos dele.</p>
<p><strong>3° passo:</strong> Aprender a trocar a estrutura pensamento-emoção que nos faz sofrer, e agora isto é muito mais fácil porque, graças a P.N.L., já conhecemos como funciona nossa mente.<br />
Todos sabemos que nossa conduta está “programada” pelas experiências anteriores de nossa vida e desde essa comprovação a P.N.L. desenvolveu uma metodologia muito eficaz para nos “desprogramar” das emoções negativas e aprender a potencializar as emoções positivas que queiramos cultivar.</p>
<p><strong>Original busca da Origem </strong></p>
<p>Também é fundamental compreender que cada experiência, por mais dolorosa que seja, está nos trazendo uma informação que é importante aproveitar já que se não o fazemos estaríamos sofrendo em vão. A dor é uma informação de que algo não está funcionando adequadamente em nossa unidade psico-somática e se nos limitamos a cobri-lo ou a ignorá-lo, como estamos acostumados a fazer com algumas emoções, poderíamos estar adiando dilemas ou problemas que se apresentarão de forma mais complexa e mascarada a longo prazo, quando já se faz mais difícil resolvê-los porque a origem (ou causa) está mais sepultado pelo tempo.</p>
<p>Para este tipo de temas a P.N.L. desenhou uma intervenção muito original e nova que permite remontar-se de uma forma singela pelo passado de nossa vida até encontrar, na maioria dos casos, a origem ou causa de um problema emocional atual embora a pessoa o tenha sepultado no inconsciente e, aparentemente, esquecido. Todo este processo de liberação de emoções está muito estruturado e sua eficácia está amplamente verificada no mundo das aplicações terapêuticas. Está sendo utilizado desde os anos 70 por milhares de pessoas com grandes resultados e permite, por exemplo, modificar reações condutuais como anular uma resposta fóbica (que é um medo intenso) em 2 ou 3 sessões de trabalho individual.</p>
<p>É possível administrar seus processos emocionais para evitar sofrimentos inúteis e aumentar sua capacidade de desfrutar da Vida. Trabalhe mediante a técnica que seja melhor para você para não ser vítima de suas emoções a não ser de um pintor(a) de um quadro desejado no qual você escolha as cores.</p>
<p>Como disse o Dr. Richard Bandler, um dos criadores da Programação Neurolingüística: “A PNL é um método educativo, ensinamos às pessoas a usar sua própria cabeça.”</p>
<p><strong>Gustavo Bertolotto Cerquem</strong><br />
Economista e Trainer internacional de P.N.L., licenciado pelo Dr. Bandler nos EUA<br />
Introdutor em 1988 de ensino da PNL na Espanha.<br />
Sócio Fundador da Associação Espanhola de PNL.<br />
Autor do livro “P.N.L. e desenvolvimento pessoal” dea Editorial Libsa.<br />
Atualmente sua dedicação se centra na formação e o coaching pessoal e empresarial.</p>
<p>Traduzido pela Equipe Sua Mente.com.br</p>
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		<title>Ensino aquilo que preciso aprender&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 00:09:56 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo Bertolotto</p>
<p>A estas alturas do campeonato, não me atrevo a afirmar que uma técnica é melhor que a outra de forma clara e contundente.  A PNL chegou na minha vida como outras experiências, no momento certo, “como se” um “coach invisível” tivesse as fases desenhadas de uma formação personalizada para “o Ser” sem que eu tenha uma consciência explícita do programa. Dizem que o azar é a assinatura de Deus quando escreve com pseudônimo, e um dia, por azar, em uma revista de uma barbearia li uma breve resenha: PNL o último achado que revoluciona o EUA. Aquilo vibrou com tal força dentro de mim que senti a necessidade de saber o que significava exatamente essas 3 siglas misteriosas.  Como vos ia dizendo, não, não me atrevo a afirmar que uma técnica é melhor que a outra de forma clara e contundente, e se, sinto que há algumas técnicas com as que  sintonizamos melhor que com outras, talvez por que respondem a interrogações não resolvidas até esse momento, ou por que completam carências,  vibram em nossa sintonia,  falam nosso mesmo linguajar interior…</p>
<p>Além dos assombrosos resultados para superar fobias com o que parecia apresentar a PNL tradicional – que me fizeram me aproximar devagarzinho ante algo que poderia ser o último “elixir mágico” de uma sociedade em busca de soluções rápidas – me encontrei com alguns novos descobrimentos sobre como construímos interiormente nossa linha de pensamento e nossos processos de reflexão conosco mesmos. Fazia tempo me tinha dado conta de que era muito importante como lembrava e valorizava o que ia passando na vida e de onde se moldavam os pensamentos cotidianos. Entretanto nunca me tinha dado conta de até que ponto construímos nossa vida e me emocionei através de um desenho formal de  lembranças apoiadas em linguagem, imagens, sensações e crenças: A forma em que lembrávamos e pensávamos era quase mais importante que o conteúdo!</p>
<p>Há 18 anos a PNL vem moldando a base fundamental de meu trabalho interior e continua me ajudando dia a dia como pessoa e profissional a me aproximar do que quero e a me afastar do que não quero. Graças a PNL aprendi que muitos de meus pensamentos tinham sido construídos através de crenças inconscientes que tinham limitado meu potencial e meu campo de ação. Posso-lhes assegurar que o me permitir pensar de outra forma e o aprender a formular operativamente meus objetivos, propósitos e desejos mudou minha vida, visto que trocou minha forma de Ver, Ouvir, Sentir &#8230;</p>
<p>Definitivamente a Vida era… outra coisa.</p>
<p>A metodologia clara e singela me propôs uma organização dos móveis em minha cabeça em que podia reconhecer o lugar que ocupavam e onde tinha a opção de trocá-los de lugar, limpá-los ou inclusive de enfeitá-los com cores de primavera.  Graças ao hábil uso das perguntas que brindou a PNL comecei a me expor questões essenciais de uma sistematização e uma ordem que  reenquadraram muitos de meus valores essenciais e me deram uma orientação clara da direção para a que queria dirigir minha energia.  Compreendi assombrado por que essas intermináveis listas de propósitos futuros não eram úteis para avançar, já que desde sua mesma formulação estavam destinados a não ser levados adiante. Um jovem tímido, retraído e melancólico encontrou um dia um mapa útil no qual as rotas levavam a alguma parte e se tornou um aventureiro, um inquieto explorador.  Esse mapa não resolvia todos os mistérios nem respondia todos os porquês, entretanto, indicava a rota do tesouro com simplicidade, ordem e transparência.</p>
<p>O aprender a me orientar e o saber para que, como e quando me gerou um sólido aprumo pessoal, uma segurança até esse momento não muito conhecida para alguém com problemas de comunicação.  Dava-me conta de que se aprendia a saber, onde foi e a enfocar bem sua energia o stress aparecia com muito menos freqüência.</p>
<p>Compreendi também quão importante era respeitar o mapa de outros, quão valioso era ter ferramentas para saber de onde tinha sido construído e como podia me aproximar um pouco dele, transitando os caminhos construídos por suas crenças, valores, vivencias, não da onipotente e onipresente visão da gente mesmo, cega a que o outro prefira um caminho de pedras no lugar de um pasto de ervas.</p>
<p>Quando aprende algo que transmuta sua vida sente o fervente desejo, inclusive o dever, de anunciá-lo com rótulos luminosos pelas ruas principais, de gritá-lo forte nas praças.  Depois da euforia inicial e de atravessar essa prova fundamentalista meu coração não teve mais remédio que optar por ensinar aquilo que precisava aprender, aquilo que me propiciou trocar.</p>
<p>Desde então e curso atrás de curso, não deixei de aprender sobre mim, sobre nós, e sobre tudo, não deixei de me surpreender da imensa beleza e criatividade depositada de forma particular em cada ser humano, do incrível potencial que temos dentro, renegado e à espera de ser extraido.</p>
<p>Traduzido pela Equipe Sua Mente.com.br</p>
<p>Fonte: http://www.iphpnl.net/</p>
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		<title>Ancoragem</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 20:13:10 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ricardo Ros</p>
<p>Comecemos pelo principio. Falar de ancoragem é algo muito básico dentro da <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a>, a ancoragem faz parte da vida diária de qualquer Profissional da PNL. Mas quando falamos de ancoragem, não estamos falando de coisas raras, de nada esotérico, nem de tecnologias ultramodernas. O mundo está cheio de ancoragens, nossa vida se rege por ancoragens, nossas relações com nós mesmos e com o ambiente se regem por ancoragens. Mas a maior parte de nós não é consciente da força das ancoragens que estão marcando sua vida, que determinam suas sensações e suas condutas.</p>
<p>Outro dia eu ia pela rua e ao passar diante de uma loja de brinquedos senti um cheiro de plástico. Imediatamente meu cérebro começou a buscar em seu interior o que era aquele cheiro. Em milésimos de segundos encontrou a resposta. Não só havia me lembrado (eu estava sentado em uma mesa jogando um jogo de construção de plástico, havia um senhor e outras crianças ao redor), mas me veio à mesma sensação que eu tive no primeiro dia que fui ao colégio quando tinha 5 anos (sensação muito desagradável de solidão, de abandono e de medo). Tinham se passado muitos anos deste então e eu não tinha voltado a sentir aquele cheiro, mas meu cérebro ancorou a associação entre aquele cheiro e a resposta emocional.</p>
<p>Uma ancoragem é a associação automática entre um estimulo e uma resposta emocional. Em ancoragens se fundamenta a propaganda, ancoragem é o que me faz ter fome em um momento determinado do dia, ancoragem é o que me faz sentir emoção cada vez que ouço “Mediterrâneo” De Serrat (Me vem à cabeça minha primeira namorada), ancoragens são esses cheiros que nos transportam a outras épocas e a outros lugares. As ancoragens  se produzem através dos sentidos e, portanto podem ser visuais, auditivos, cinestesicos, olfativos ou gustativos, ou, uma mistura de alguns deles.</p>
<p>Existem ancoragens positivas, quando nos trazem uma boa sensação ou nos ajudam a realizar alguma tarefa (em qual momento você acorda que tem que escovar os dentes?), ou ancoragens negativas, quando a sensação é má ou nos obriga a realizar algo que não queremos (Os atos repetitivos, os hábitos negativos, são ancoragens). Existem ancoragens  conscientes e ancoragens inconscientes. O processo de ansiedade e de depressão, por exemplo, estão baseados em ancoragens negativas conscientes e inconscientes.</p>
<p>Mas da mesma forma em que podemos neutralizar ancoragens negativas, podemos criar ancoragens positivas. A técnica da ancoragem foi muito bem investigada há anos pelos profissionais da PNL. Podemos criar ancoragens, analógicas e digitais, encadeados ou empilhados, fisiológicos ou cognitivos e inclusive, podemos colapsar ancoragens ou fazer auto-ancoragens. Tudo depende do gosto do consumidor :-)) Podemos ancorar sentimentos, recursos, estados&#8230;</p>
<p>Vamos ver a técnica para realizar uma auto-ancoragem. Por exemplo, para mim custa muito me levantar pela manha, isso é uma dificuldade muito grande. Vou criar uma ancoragem que me permita saltar da cama sem problemas. A primeira coisa que preciso é me encontrar associado com a experiência. Busco algum momento da minha vida em que me vejo levantando da cama sem dificuldade. “Ah sim, tem aquela vez em que me levantei às cinco da manhã para pegar um avião que me levaria de férias ao Caribe e saltei da cama como um raio, contente e disposto para enfrentar o dia. Estar associado e congruente significa lembrar aquilo tal como o vivi, não como um espectador, de dentro sim, de fora não. No momento em que “noto” a mesma sensação que tive aquele dia, o que faço é apertar, por exemplo, a unha do meu dedo mindinho da mão esquerda com os dedos polegar e índice da minha mão direita e o mantenho assim apertado durante uns dez segundos. Se repito isto várias vezes, o que vou conseguir é associar o que não tem nada a ver, apertar a unha, com uma resposta emocional positiva cheia de recursos para me levantar. Isto é, a próxima vez que eu tiver preguiça de levantar, se eu apertar a unha, automaticamente virá à mesma sensação que eu tive no dia de minha viagem feliz ao caribe. Terá se aberto um canal neurológico novo, que me permitira iniciar novos recursos. Na verdade, a preguiça que eu sentia para me levantar era uma ancoragem negativa, ninguém nasce com preguiça para se levantar. Portanto, uma ancoragem substitui a outra.</p>
<p>Ah propósito, tenho que ir comer, começo a notar uma certa sensação em meu estomago que me obriga a sair correndo e sentar na mesa. Creio que a ancoragem é simplesmente um delicioso cheiro que entrou pela janela, um cheiro de frango assado com deliciosas e crocantes batatas fritas. Quando foi  a ultima vez que teve essa experiência? Saúde e bom proveito</p>
<p>Artigo Original: http://www.pnlnet.com/chasq/a/3</p>
<p>Tradução: Equipe Sua Mente.com.br</p>
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		<title>Vivendo com a PNL</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 15:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro humano]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias mentais]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
<category>cérebro humano</category><category>estratégias mentais</category><category>PNL</category><category>Programação Neurolinguística</category>
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		<description><![CDATA[Nos finais dos anos 70, Richard Bandler e John Grinder, deu ao mundo o resultado dos seus muitos anos de pesquisa no campo da Psicologia Humanista: Programação Neurolinguística, PNL para os iniciados. Desde então, a partir desses "loucos anos", no qual, juntamente com Robert Dilts]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Não tem que saber PNL, tem que ser PNL”</em><br />
Por Inma Capo</p>
<p>Nos finais dos anos 70, <strong>Richard Bandler e John Grinder</strong>, deu ao mundo o resultado dos seus muitos anos de pesquisa no campo da <strong>Psicologia Humanista</strong>: <strong>Programação Neurolinguística</strong>, <a href="http://site.suamente.com.br/"><strong>PNL</strong></a> para os iniciados. Desde então, a partir desses &#8220;loucos anos&#8221;, no qual, juntamente com Robert Dilts, Judith Delozier e outros amigos estavam procurando  dar um nome mais curto, sem sucesso, a <strong>PNL</strong> se espalhou, a partir dos E.U.A. (Univ. de Santa Cruz, Califórnia) ao longo de todo o mundo, alcançando a maior parte dos países distantes nas mais diversas áreas: todos aqueles onde há seres humanos em ação.</p>
<p>Para eles foi uma surpresa., a sua primeira obra, <strong>PNL</strong>, escapou de suas mãos para chegar a milhões de pessoas, ansiosas e que precisavam de ajuda rápida e eficiente, de compreensão e de <strong>auto-realização</strong>. Não podia ser de outra forma.<br />
O conhecimento prático do <strong>cérebro humano</strong>, <strong>estratégias mentais</strong> que moldam o pensar, o manejo e atualização das nossas experiências e lembranças, a mudança imediata de <strong>padrões de comportamento</strong>, a eliminação de fobias em poucos minutos, definindo a estrutura particular da mudança, <strong>Técnicas para a identificação de objetivos e metas</strong>, <strong>comunicação interpessoal</strong> e  inigualáveis ferramentas foram demonstradas ser tão poderosas que, imediatamente foram utilizadas nas áreas de psicologia, educação, crescimento pessoal, comunicação e negócios. Nos EUA, <strong>PNL</strong> já é obrigatória em muitas escolas, na Argentina, conforme exigido pelo currículo profissional, na Colômbia, Universidade São Martin já está organizado, tanto a nível interno e nos currículos, ao longo das linhas da <strong>PNL</strong>. Na Europa, as empresas estão à procura de <strong>especialistas em PNL</strong> para formar o seu pessoal nesta ciência, e um bom &#8220;<strong>coach</strong>&#8221; para dominar a arte e a ciência da <strong>PNL</strong> e exercer a sua profissão de forma eficaz.</p>
<p>Perguntemo-nos por que muitas pessoas recebem grandes realizações e resultados brilhantes, e muitos outros, talvez a maioria, falham miseravelmente. E como é possível estar presente, se a máquina para obter qualquer um desses resultados é a mesma: o <strong>cérebro humano</strong>? Para responder a estas questões, todos os estudiosos que continuaram a moldar o mundo da <strong>PNL</strong> tem analisado padrões e desenvolvido novos modelos de aprendizagem baseado no &#8220;Modelo de excelência&#8221;, um conceito que é o de ser capaz de identificar programas inconscientes de pessoas consideradas excelentes em qualquer área, e ensinar outras pessoas, para que possam aprender e integrar a programação, que gerará novos comportamentos mais consistentes com os resultados a serem alcançados.</p>
<p>A diferença reside na forma como cada pessoa utiliza o seu cérebro e a sua mente. Quando Bandler e Grinder estudaram Virginia Satir, Milton Erickson e Fritz Perls, terapeutas da época, a  primeira coisa de que tinham descoberto era uma maneira diferente de se comunicar com si próprios e assim foram capazes de se comunicar diferentemente com seus pacientes, assim alcançaram sucesso onde muitos outros falharam. O que não mudava não eram seus conhecimentos, mas como eles utilizavam os mesmos.</p>
<p>Os diferentes <strong>padrões de pensamento</strong> e de crença, ou seja, a partir de programas que, através do nosso contínuo diálogo interno com nós (consciente ou inconscientemente) damos as ordens de operação para viver que fazem a diferença. É simples e complexa, ao mesmo tempo, como a nossa <strong>programação psicológica</strong> inicia na infância e implica nossa experiência, os nossos sentimentos e aprendizado, fase em que o cérebro e mente eram indefesas e vulneráveis na entrada de dados estímulos externos. No entanto, nossas <strong>crenças</strong> são gratuitas, para que possamos escolher o que você quer e eliminar aquilo que não nos servem. A <strong>PNL</strong> sabe como fazê-lo. Quando o cérebro não é nunca mente. Mas o que aconteceu com o nosso &#8220;ego&#8221;?</p>
<p>A programação é muito simples. Pegue o binômio (X = Y), onde X é o estímulo externo e Y o significado. Se você diz que algo é &#8220;perigoso&#8221;, o rótulo de &#8220;perigo&#8221; gera medo ou prudência, o nosso corpo automaticamente entra em tensão, se paralisa ou foge. Confrontados com o mesmo estímulo, outros terão um rótulo de &#8220;desafio&#8221; ou &#8220;aventura&#8221; que irá gerar uma resposta fisiológica totalmente diferente, que, neste caso, eles irão atrair e lançar-los em ação. O preço é o mesmo. O resultado não.</p>
<p>Não é o mesmo que ver um copo meio vazio meio cheio, correto? O melhor desse caso é que o vidro é o mesmo em sua forma de vê-lo: vai ser assim de qualquer modo, quer gostemos ou não. A <strong>PNL</strong> ensina a forma de reconhecer que este programa não funciona, o que não é o que nós queremos, e cujo resultado excelente prossegue. E, ao mesmo tempo descobrir se há alguma crença lá fora, fazendo sabotagem, como &#8220;Eu não mereço ser excelente&#8221; ou &#8220;Eu não sou capaz&#8221;, ou &#8220;a vida é só sofrimento&#8221;, porque, a menos que você mude essas instruções, os resultados nunca mudam. &#8220;Se você pensa que pode desejar, você terá todos os motivos do mundo.&#8221;</p>
<p>A boa notícia é que nós nascemos sem programação. Não é nossa, é hereditária. Podemos devolvê-la, excluí-la, alterá-la, remover o vírus, reescalonamento, ou até mesmo melhorá-la e esquecer para obter uma diferente. Quando o cérebro recebe a mesma coisa: nós não sabemos, nós estamos obedecendo como robôs.</p>
<p><strong>PNL, emoções e liberdade </strong></p>
<p>A magia por trás de nossas sensações, emoções e sentimentos, essa parte nossa maravilhosa, porém que às vezes gostaríamos ser capazes de controlar em vez de ser controlados por ela, se desmistifica, está ao nosso alcance através de <strong>técnicas de PNL</strong>, tão simples que parece incrível. Temos que aprender a ser felizes, isso é muito mais fácil do que se tinha pensado.</p>
<p><strong>Um exemplo simples</strong></p>
<p>Sente-se confortavelmente, com sua cabeça apoiada, relaxe, feche os olhos e lembre de uma experiência agradável, aprazível. Ao lembrar-se, trága-a  e tente colocar na tela de sua mente, que ocupe toda a sua &#8220;tela&#8221; e espaços interiores, torne-a uma imagem clara, nítida, muito brilhante de cores atraentes, dando-lhe conta do que se vê e o que se ouve ao visualizar essa experiência em sua mente. Viva-a. produza  prazer. Continue adicionando mais e mais brilho, e se você quiser adicionar uma boa música, ótimo. Que  alegria, que bonito!</p>
<p>Agora, faça o contrário: com a mesma experiência em sua mente, como temos agora, vendo-lhe que cada vez as cores estão se tornando mais suaves,  e para ver melhor distancie-se, faça-a menor e veja que serão contadas como se tornando mais turva e desativada enquanto o curso de distância.  Como você se sente agora com a mesma experiência? É mais ou menos prazer do que antes?</p>
<p>Por favor, deixe como a primeira, com todas as cores, brilho e tamanho que você quiser. Observe como ao mudar seus sentimentos como você está produzindo essas alterações. Será que o seu cérebro está obedecendo você ou você não disse, impossível? Onde é que vêm seus sentimentos, emoções e sentimentos?</p>
<p>Nossa neurologia maneja por sí so os dados arquivados (programação), nossos pensamentos e dialogos internos geram instruções de ação que o cerebro executa gerando a bioquimica necessária para mover ou paralisar o corpo (fisiologia), <span class="texteng"><span id="TTraduit" class="texte">que é o que disfruta ou sofre</span></span> (somatiza) o resultado de todo o processo. &#8220;Os homens deveriam saber que as alegrias, o prazer, os risos e os jogos, as penas, a dor e as lamentações, não tem outra origem se nao o cerébro&#8221;, disse Hipócrates.</p>
<p><strong>Nossa saúde e a PNL</strong></p>
<p>Foi Hipócrates o pioneiro da <strong>PNL</strong>? Sem embargo, o juramento hipocrático esquece  esta premissa, nas aras do movimento cartesiano. A <strong>PNL</strong> mostra ao ser humano  uma totalidade, onde cada parte influi nas demais, formando um sistema holístico corpo-mente indivisível. Se estuda a origem da enfermidade, a causa, no lugar do efeito ou sintoma. A Psico-neuro-imunología sería o novo paradigma no qual se está começando  embasar o contato com o paciente, porém todavía num campo muito reduzido, dada a falta de formação adequada e de médicos interessados em conhecer matérias que foram  ensinadas na Universidade. Neste campo, l Dra. Janet Konefal (Univ. de Medicina, Miami) leva mais de vinte anos tratando pacientes de cancer  e aids com <strong>PNL</strong>, havendo desenvolvido um sistema que está sendo aplicado nos USA através de suas colaborações  com médicos oncólogos.</p>
<p><strong>PNL: crescimento pessoal e espiritualidade</strong></p>
<p>Este é o campo que a <strong>PNL</strong> tem sido indispensável . Ninguém  está bem em seu trabalho, nem em seu lar, nem em matrimonio, em nenhuma parte, senão se está bem primeiro consigo mesmo. mas  nós estamos  programados para ser felizes ou para ser sofredores? Para ser triunfadores ou perdedores? estimular nossa sabedoria ou para manter nossa ignorância? vejamos ao nosso redor, tomemos consciência e decidamos mudar aquilo que não funciona  modelar o que sim faz bem. A <strong>PNL</strong> nos proporciona as ferramentas para desentranhar nossa programação até  chegar a nossa essência, a nossa pureza inata, a nossa consciência, ao nosso espírito perfeito e sábio. Só a partir da conexão  com nosso próprio ser, podemos nos fazer a  imagem e semelhança, sob nossa total responsabilidade, que é a chave para o uso da liberdade consciente, o nosso livre arbítrio.</p>
<p>A <strong>PNL</strong> nos guia para nosso poder pessoal, através de nossa força interior. Nada nem ninguém  pode impedí-lo: tudo depende de si mesmo. Assim, Permita-te Navegar Livremente para um esplendido e atrativo futuro: que cada um o escolha.</p>
<p><strong>Premissas básicas da PNL</strong></p>
<p>1) O mapa nao é o território. O que percebemos do mundo é somente nossa interpretação subjetiva o &#8220;mapa do mundo&#8221;, porém isso não quer dizer que seja a realidade. Existem  tantas realidades como individuos.</p>
<p>2) Se uma pessoa pode fazer algo, qualquer outra pode aprender a fazê-lo. Se alguém pode, você também pode. Nossas capacidades estão latentes. O que não temos desenvolvido não significa que não possamos fazê-lo.</p>
<p>3) As pessoas estão dotadas de todos os recursos que necessitam. Tudo quanto necessita para viver, seu potencial e todos seus recursos internos estão dentro de você. A unica coisa que falta é saber como acessar a isso na situação  apropriada.</p>
<p>4) As pessoas sempre querem fazer o melhor que podem, segundo seus recursos disponíveis em cada momento. Conscientemente, a pessoa não  reconhece mais alternativas, porém inconscientemente todas estão a sua disposição. O consciente é a parte que &#8220;não sabe que sabe.&#8221;</p>
<p>5) O significado de sua comunicação é a resposta que obtém . Como as pessoas te respondem, determinam seu grau de efetividade na comunicação. Se tens problemas de comunicação, é você que tem  que aprender a mudar sua forma de &#8220;emitir&#8221;, já que o &#8220;receptor&#8221; responderá aos estímulos que receba de você.</p>
<p>6) Cada pessoa processa e pensa de forma distinta. Depende de sua forma de perceber o mundo e dos sentidos que utiliza para isso. Nossa programaçao é individual e se vê afetada ademais por nossos modos de percepção: Visual (vista, imagens), Auditiva (sons, palavras), Kinestésica (tato, sensações ). isso influi em nossa forma de processar a informação e de comunicar-nos com os demais.</p>
<p>7) Cada comportamento é útil em alguma situação ou contexto: tudo o que sabe fazer, seja o que seja, pode te ser útil em algum contexto, objetivo, trabalho ou relação.</p>
<p>8) Sua flexibilidade pessoal determinará seu êxito: flexibilidade para se adaptar à mudança e ao meio em que se encontre, assegurarão  o êxito em qualquer âmbito de sua vida.</p>
<p>9) Não existem fracassos, só resultados. A palavra &#8220;fracasso&#8221; é uma nominação  que se refere a resultados obtidos fora de nossas expectativas. Se mudamos a palavra por &#8220;resultado&#8221; nossa sensação também mudará, dando-nos conta de que podemos fazer para mudar esse resultado na próxima vez.</p>
<p>10) Se o que faz não funciona, faça qualquer outra coisa. Para que continuar fazendo &#8220;o mesmo?&#8221; qualquer outra coisa que façamos, menos essa que já sabemos que não funciona, nos dará um resultado diferente.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Texto publicado com algumas variantes na Revista Cuerpomente &#8211; Revista SOMOS Psicología &#8211; www.psiquiatría.com</p>
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		<title>Os padrões de prestidigitação lingüística</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 16:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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<category>crenças</category><category>linguistica</category><category>manipulação</category><category>PNL</category>
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		<description><![CDATA[Temos consciência de como diferentes pessoas influíram na forma de pensar dos demais e mudaram o curso da história. Mas também, asseguro que todos podemos lembrar alguma vez na qual alguém mudou nossa maneira de entender o que acontecia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Javier López Sanz</p>
<p>Temos consciência de como diferentes pessoas influíram na forma de pensar dos demais e mudaram o curso da história. Mas também, asseguro que todos podemos lembrar alguma vez na qual alguém mudou nossa maneira de entender o que acontecia. E de repente nos mostrava a realidade de um ponto de vista novo. Tudo somente com algumas palavras. Na <a href="http://site.suamente.com.br/"><strong>PNL</strong></a> dispomos de um modelo denominado <strong>&#8220;Padrões de Prestidigitação Lingüística&#8221;</strong>. Estas <strong>estruturas verbais</strong> nos permitem organizar nosso discurso para influenciar nas <strong>crenças</strong> dos demais mudando assim sua forma de perceber a realidade. . . Seu objetivo é permitir ajudar às pessoas a superar as <strong>crenças limitantes</strong>. Tão só o uso contra a vontade da outra pessoa as transforma em <strong>técnicas de manipulação</strong>.</p>
<p>Os <strong>padrões de Prestidigitação Lingüística</strong> são <strong>estruturas lingüísticas</strong> centradas no reenquadro da situação. Devem-se ao trabalho de R. Dilts na sua tentativa por explicar a capacidade de influência de determinados líderes sociais através do uso da <strong>linguagem</strong>, complementando o <strong>Metamodelo da Linguagem</strong>.</p>
<p>Cada um dos 14 padrões se centra em algum aspecto da crença, tal como explico brevemente a continuação a modo de introdução:</p>
<p><strong>1. </strong>Intenção: Se dirige a atenção para a intenção positiva que há atrás da <strong>crença</strong>.<br />
<strong>2.</strong> Redefinição: Se substitui uma palavra por outra nova que significa aproximadamente o mesmo, mas que tem outras implicações.<br />
<strong>3.</strong> Conseqüências: Se dirige a atenção para o efeito; pode estar a uma passo das ameaças.<br />
<strong>4.</strong> Especificar: Se dirige a atenção para aspectos mais concretos.<br />
<strong>5.</strong> Generalizar: Se generaliza algum aspecto de tal forma que fica alterada a <strong>crença</strong>.<br />
<strong>6.</strong> Analogia: Se procura uma relação similar à estabelecida pela <strong>crença</strong> que serve melhor a nossos propósitos.<br />
<strong>7.</strong> Reenquadrar: Se avaliam as implicações da crença em um contexto diferente, de tempo, de pessoas, de lugar, etc.<br />
<strong>8.</strong> Outro resultado: Se dirige a atenção para um resultado diferente ao que se deriva da crença; não se deve confundir com o de &#8220;Intenção&#8221; ou de &#8220;conseqüências&#8221;.<br />
<strong>9.</strong> Modelo do mundo: Se avalia a crença de um ponto de vista diferente, isto é, de como o veriam outras pessoas com características diferentes.<br />
<strong>10.</strong> Estratégia de realidade: Trata-se de constatar as bases que sustentam a <strong>crença</strong>.<br />
<strong>11.</strong> Contratempo: Se procura uma exceção à regra colocada pela <strong>crença</strong>.<br />
<strong>12.</strong> Hierarquia de critérios: Se avalia a <strong>crença</strong> em função da importância relativa dos resultados.<br />
<strong>13.</strong> Auto-aplicação: Se reconsidera a própria crença<br />
<strong>14.</strong> Mudança: Se estabelece uma <strong>crença</strong> sobre a própria <strong>crença</strong>.</p>
<p>A aplicação destes padrões permite ajudar às pessoas a mudar a direção de sua atenção e passar a considerar a situação de um ponto de vista mais positivo, debilitado ou refutando suas afirmações.</p>
<p>Complementa-se com outros modelos como o <strong>Metamodelo da Linguagem</strong> e com outras <strong>técnicas da PNL</strong> para o trabalho com <strong>crenças</strong>. Com o <strong>Metamodelo</strong>, por um lado, aumentando as possibilidades de compreensão do nível de especificação ou de generalização que utilizam para influenciar; por outro lado, servindo como base para a identificação das estruturas lingüísticas das <strong>crenças</strong> (generalizações, causa-efeito, equivalência complexa, etc.). Pode-se usar também com técnicas como a de &#8220;<strong>Inoculação de pensamentos</strong>&#8220;. Se bem que nesta técnica não é necessário o uso da <strong>linguagem,</strong> salvo para guiar, o uso de palavra pode ser muito útil para a conquista ou a passagem de um estado a outro. Facilitando assim o caminho de mudança até a aceitação de uma nova <strong>crença</strong>.</p>
<p>Os <strong>Padrões de Prestidigitação Lingüística</strong> podem ser aplicados no campo da saúde, do ensino, das organizações, no âmbito social e para o desenvolvimento pessoal. No campo da saúde, para mudar as crenças que limitam a recuperação. No do ensino, para superar crenças limitantes que impedem a aprendizagem e a aplicação de novas concorrências que pode fazer fracassar os planos de formação. Nas vendas, para convencer o cliente e tratar as objeções que possa realizar ou, também, para mudar as <strong>crenças</strong> que limitam a venda de um produto ou a relação com um cliente determinado. Na direção, para mudar as <strong>crenças limitantes</strong> sobre a realização de uma tarefa. No âmbito social, para <strong>persuadir</strong> sobre nossas idéias ou refutar os argumentos de outros. E para o próprio <strong>desenvolvimento pessoal</strong>, ao poder ter consciência de que estratégias utilizamos para convencer os demais.</p>
<p>Pode-se pensar que são algumas fórmulas para a <strong>manipulação,</strong> mas isto dependerá de quem o aplique e com que fim. Conhecê-las é útil tanto para evitar que as utilizem conosco de forma negativa, no que consiste a <strong>manipulação</strong>. Desde o momento que estamos falando com alguém, de uma forma ou outra estamos influenciando. E como não podemos deixar de nos comunicar, também não podemos deixar de influenciar. É interessante saber como o fazemos. Para isso, os <strong>Padrões de Prestidigitação lingüística</strong> nos oferecem boas pistas.</p>
<p><strong>Bibliografía</strong><br />
Cudicio, Catherine (1985). Cómo comprender la PNL. Barcelona (España): Ediciones Granica. Edición original: Comprendre la PNL, 1991.<br />
Cudicio, Catherine (1991). Cómo vender mejor con la PNL. Barcelona (España): Ediciones Granica. Edición original: Mieux vendre avec la PNL, 1991.<br />
Dilts, Robert (1999); &#8220;Sleight of Mouth&#8221;. United States of America: Meta Publications.</p>
<p>Tradução – <a href="http://www.suamente.com.br">www.suamente.com.br</a> – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
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		<title>Investir em si mesmo</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 15:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
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		<description><![CDATA[O nosso “educado” país, onde graças ao bom clima e ao bom costume sobrevivemos a nosso pesar, temos criado uma sociedade que, em pleno século 21, sem contar todos os anteriores A.C, 

Este distanciamento de si mesmo, do que deveria ser]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso “educado” país, onde graças ao bom clima e ao bom costume sobrevivemos a nosso pesar, temos criado uma sociedade que, em pleno século 21, sem contar todos os anteriores A.C, está cada vez mais perdida, mais enferma, mais distante de si mesma.</p>
<p>Este distanciamento de si mesmo, do que deveria ser, se vê compensado pela absurda aproximação a tudo o que, paradoxalmente, a destrói e a empurra para uma beira cada vez mais alarmante.</p>
<p>Não há mais o que se ver ao nosso redor, observar tristemente assombrados como os filhos não só se rebelam, senão que atacam fisicamente a seus pais, como as crianças estão drogadas desde pequenas em aras da ultima síndrome inventada pelo corporativismo psiquiátrico-farmacêutico, ou as incontáveis tragédias familiares devido aos maus tratos de toda a índole, sem deixar atrás os mais de 50% de divórcios, ou as gravidez não desejadas, sem entrar nos temas do tabajismo e outras drogas de toda espécie, e sem contar o resultado lógico de tudo: os sem números de enfermidades, em sua maioria psicossomáticas cuja lista é cada vez mais larga.</p>
<p>É certo que fiquem muito mais etiquetas no tinteiro com o que escrevemos em preto na nossa historia de seres humanos supostamente racionais e inteligentes. Ou ao menos os que temos um maior nível de inteligência compreensiva em nosso planeta dentro dos mamíferos superiores. Pois bem: não se conhece nenhum animal que se auto-destrua de forma tão estúpida como o que fazemos a nós os seres humanos.</p>
<p>Sem embargo, tudo isso se considera normal. E incluso se costuma falar disso sem a menor vergonha, pudor e muito menos consciência. O resultado não pode ser mais lamentável. E o pior é que custa a todos, dinheiro do bolso.</p>
<p>Porém como dizia Maslow, o fato de que haja muita gente fazendo o mal, não significa que isso seja normal, senão que a maioria das pessoas estão doentes, seja mental, espiritual e/ou física, ou como conseqüência de um pelo outro.</p>
<p>E qual é a causa disso? Muito simples: a busca da felicidade tem sido o  prazer fora de si. E como se aprende isso, quando um bebê não nasce programado para isso? Mais simples ainda: os modelos dos que copiam em sua volta e as enormes carências de nosso sistema educativo. Nem em casa nem na escola, nem sequer na Universidade se ensina o mais importante: ser pessoa, ou seja, ser consciente, forte, autônomo, independente, livre e responsável. Isso nunca tem interessado ao sistema.</p>
<p>E como não se ensina em nenhuma parte, chegamos á etapa adulta com mais carências que recursos, com mais limitações que capacidades, com mais pena que glória, resultado: um grande vazio interior. Onde deveríamos estar nós, nosso espírito, nossa alma, nossa essência e nosso poder, não há nada. Sensivelmente, nos tem manipulado para delegar nosso poder sobre ombros indiferentes, daí vem a falta de auto estima e poder pessoal, dando lugar ao vitimismo e sua conseqüência de somatizaçoes de toda espécie.</p>
<p>Como levar esse vazio que tanto dói, que tanto nos faz sofrer, que nos faz enfermar e ser infelizes, tanto sozinhos como acompanhados, tanto com ou sem dinheiro, façamos o que façamos? Pois todo mundo faz: gasta mais do que deve, come mais do que deve, fuma, se droga, se distraem para não pensar e fazem qualquer coisa a fim de se manterem distraídos. Qualquer coisa que nos livre desse “grilo”, que não nos deixa dormir e que nos põem sérios e tristes quando estamos sós. Solução: não estar sós. Qualquer coisa vale se me ajudar a não me auto enfrentar.</p>
<p>O consumismo me ajuda. A publicidade e o marketing estão aí para algo. O “telelixo” é a melhor escola. Assim que não há mais que somar-se a este ou aquele rebanho, se fico doente, isso é normal. Todos passam por isso se não passou irá passar. De algo tem que morrer&#8230; e todas essas justificativas que nosso ego encontra para não nos sentirmos tão mal conosco mesmo para que não sejamos capazes de enfrentar o dia seguinte.</p>
<p>Calculemos o quanto nós gastamos com médicos, farmácias, hospitais, psiquiatras, psicólogos, advogados, cigarro, álcool, drogas, coisas desnecessárias, luxo supérfluo. A conta é interminável e cara. E alguma coisa disso seria muito bom se nos trouxesse  felicidade, soluções, mudanças, alegria, saúde e bem-estar. Qual o balanço da sua lista? E como você tem se beneficiado destes resíduos? Você acha que deve manter o que está mantendo?</p>
<p>A definição de insanidade é repetir a mesma coisa uma e outra vez e esperar resultados diferentes.<br />
Então porque é que as pessoas ainda se empenham em fazer o mesmo? Por que não teve conhecimento. Não se conhece, e por isso não queremos, porque você  não pode querer  aquilo que não conhece. Sai e pretende encontrar alguém que te queira… a qualquer preço. Ele observa: &#8220;Se você continuar fazendo a mesma coisa que você fez até hoje, chegará aonde você está.&#8221; E uma coisa muito simples: &#8220;Se você não trabalhar e, em seguida, fazer outra coisa.&#8221; Por exemplo: investir a décima parte dos gastos em ti mesmo.</p>
<p>Faça um curso, de tudo o que precisa. Saiba o que for necessário para viver, que ninguém jamais lhe ensinou e que ainda falta. Evidencie! Você será muito mais econômico, agradável, útil, rentável e com dinheiro, tanto a curto e a longo prazo e te preencherá muito, você precisará de pouca ou nenhuma das opções acima. Incluídas as relações, porque elas já não serão por apego e carências, mas de liberdade e plenitude.</p>
<p>“A felicidade é muito difícil de achá-la dentro de si mesmo e impossível em outra parte.”</p>
<p>Pode ser que haja outras vidas, porem esta é a única que tens, a única que conhece. E se por acaso não tivesse mais e esta for a última  aproveite-a!, viva a seu favor e não em contra. Viva com paixão e desfrute de si mesmo e do fato de estar vivo neste maravilhoso planeta. E se não sabe como se faz, nós te mostraremos.</p>
<p>Inma Capo</p>
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		<title>Deixar de fumar com PNL</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 05:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Deixar de fumar]]></category>
<category>Deixar de fumar</category><category>PNL</category>
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		<description><![CDATA[Os milhões de mortos por causa do tabagismo superam todas as cifras de mortes por guerras, catástrofes, tráfico, terrorismo, AIDS e outras drogas, sendo considerado pelos médicos o inimigo público n º 1.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os milhões de mortos por causa do tabagismo superam todas as cifras de mortes por guerras, catástrofes, tráfico, terrorismo, AIDS e outras drogas, sendo considerado pelos médicos o inimigo público n º 1. No entanto, ao ser uma droga legal, a gente não lhe dá importância e se transforma em hábito, com o qual deixa de lutar contra ela e a aceita como algo normal. Mas, como diria Maslow, o fato de que haja muita gente que o faça não significa que isso seja o normal, mas muita gente o está fazendo logo que. O fato de que uma droga seja legal não implica que seja lícita, porque o ser humano só tem direito legítimo àquilo que conquista pelo seu esforço.</p>
<p>A <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a>, como já se conhece, é uma disciplina que ajuda a mudar a experiência subjetiva da pessoa, sua interpretação da realidade e seu mapa do mundo, o qual está configurado por nossa programação, tanto de procedência familiar como social, ante cujos estímulos externos nem todo mundo é consciente dos recursos internos que dispõe para não se deixar manipular pelo ambiente.</p>
<p>Nossa programação vem dada pelas palavras que configuram nossas experiências. Assim, os que se denominam fumantes, têm etiquetado o tabaco como prazer, enquanto os não fumantes o têm etiquetado como veneno, vício, adição, droga dura, doença, morte, etc. Nossos rótulos são gratuitos, por isso se trata tão só de ser consciente de como temos etiquetados os estímulos aos que diariamente nos enfrentamos em nossa vida. Se os rótulos são positivos, nossa reação também o será, e o contrário se não o são. A boa notícia é que o nosso cérebro coloca os rótulos que aos quais programamos, simplesmente obedece a ordens, as quais mediante a contínua repetição, se transformarão em hábitos. Do mesmo modo aprendemos a falar, a andar, e a nos comportar de determinadas formas em diferentes contextos.</p>
<p>Perguntemos às pessoas viciadas na nicotina: você fuma, em lugar de que? Que coisas você está substituindo com o tabaco? Que recursos você necessitaria ter para não precisar recorrer a tua autodestruição? Muitas não poderiam responder, porque ao se converter em um hábito, a pessoa deixa de ser consciente do que faz, e o automatismo lhe impele de exercitar as mesmas ações uma e outra vez, por isso a pessoa se transforma em vítima de si mesma, submissa a uma incontrolada auto-sabotagem.</p>
<p>Segundo muitos experts, para deixar de fumar, o primeiro é querer deixar de fumar, mesmo que em minha experiência profissional deixaram de fumar pessoas que não tinham pensado deixá-lo a priori, e que no transcurso de uma intervenção profissional por temas diferentes, se têm dado conta de como estavam se prejudicando e que aquele hábito que adquiriram na sua juventude já não lhes era necessário na sua etapa adulta porque a razão originária tinha desaparecido fazia muito tempo.</p>
<p>A razão sempre costuma se dar ante uma falta de personalidade e auto-estima, próprias de jovens iniciando seu período de socialização: pertencer a um grupo, parecer “maior” (cópia dos adultos), ter algo nas mãos para distrair sua insegurança, crer que fumar lhes dá uma aparência da qual carecem, pensar que lhes relaxa (o qual é totalmente falso), e assim um longo etc, que resumiríamos baixa e nefasta norma social herdada de “ser como os demais”.</p>
<p>Se a razão pela que se começou a fumar desapareceu, por que continua o mesmo comportamento? Porque os hábitos funcionam assim, se transformam em ancoragens e atuam por si sós, como andar, respirar, ou outras atividades que ao não ter de pensar ao fazê-las nos economizam energia consciente para atender outras coisas ao mesmo tempo. Só que neste caso, o hábito é altamente destrutivo.</p>
<p>Propomos aos viciados na nicotina, algumas técnicas simples, tarefas para “andar pela casa”, de modo que aprendam rapidamente que seu cérebro responde às instruções que recebe.</p>
<p>1º) Deixar de se auto-definir como “sou fumante”, e em vez disso dizer que “costumo fumar quando estou tenso”. A forma de nos etiquetar com o uso do verbo “ser” afeta diretamente o nosso nível de Identidade, um dos mais elevados entre nossos níveis neurológicos. É preciso ter um cuidado excelente ao usar esse verbo em primeira pessoa e colocar somente atrás adjetivos qualificativos positivos e estimulantes. Isso fará parte de nossa nova programação. Exemplo: sou perfeito, sou maravilhoso, sou único e irrepetivel, sou uma grande pessoa, sou filho de Deus, sou um ser consciente, e repeti-lo constantemente a partir de agora. A única coisa que um fumante não poderá nunca dizer é “sou livre”. É o maior dos prazeres que o tabaco lhe impede saborear.</p>
<p>2ª) Desmascarar ao auto-sabotador. Pensar e repetir o anterior, tendo consciência do seguinte: “sou maravilhoso e um ser humano diferente, mesmo que há uma parte de mim que fuma… por enquanto.” “Sou único e fantástico, e a esse “eu” que fuma lhe resta pouco tempo de seguir escravizando-me”. A imaginação ao poder! E se o que fazes não funciona, tente qualquer outra coisa (premissa básica da PNL). Aconselho-te que você escolha as frases mais poderosas e positivas que se te apareçam, já que o cérebro reage melhor ante o novo e chamativo. Igualmente escreva-as em lugares visíveis para ti (quarto, espelho, carro, agenda, tela computador, celular, etc.)</p>
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		<title>Mente Consciente / Subconsciente – Entendendo</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/mente-consciente-subconsciente-%e2%80%93-entendendo/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 19:57:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[consciente]]></category>
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		<description><![CDATA[A Mente consciente tem a função de tomar decisões, raciocinar, escolher, decidir e pensar, enquanto o Subconsciente armazena lembranças, é intuitiva, cria comandos automáticos, e está totalmente sujeita ao consciente, ou seja, o consciente comanda o subconsciente. Nosso Subconsciente é o canal que está ligado ao mundo Espiritual, é o canal que está conectado a Tudo e a todos, sendo assim possui um poder inestimável e infinito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Mente consciente tem a função de tomar decisões, raciocinar, escolher, decidir e pensar, enquanto o Subconsciente armazena lembranças, é intuitiva, cria comandos automáticos, e está totalmente sujeita ao consciente, ou seja, o consciente comanda o subconsciente. Nosso Subconsciente é o canal que está ligado ao mundo Espiritual, é o canal que está conectado a Tudo e a todos, sendo assim possui um poder inestimável e infinito. Através dele podemos ser ou ter o que desejamos, e ai surge uma pergunta: Como podemos controlar nosso subconsciente para mudar nossas vidas? A mente consciente comando o subconsciente, ela dá as ordens e o subconsciente segue. O desafio está em dar as ordens certas. Vamos ler essa metáfora para compreender melhor:</p>
<p>Em um navio existia um comandante e sua tripulação, o comandante tinha o destino de ir a Austrália, mas como nunca tinha navegado para aqueles lados, pediu instruções a um grupo de cavalheiros que se encontrava beirando o porto, os cavalheiros instruíram o comandante e esse mesmo passou estas instruções à tripulação, a tripulação confiava em seu comandante e seguiu as ordens exatamente como foram passadas. A tripulação começou a se mover, levantou âncoras, e colocou o navio nas coordenadas que o comandante havia dito. Feito isso seguiram navegando, mas depois de alguns dias o comandante e toda sua tripulação notaram que o clima ficava cada vez mais frio, e passado mais dias ainda blocos de gelos começaram a surgir no mar, mas o comandante insistia que o caminho era por ali, e assim foi até se completar um mês e toda a tripulação junto com o comandante morrerem congelados. </p>
<p>Metáfora do livro O Poder do Subconsciente / Adaptada por mim</p>
<p>Podemos notar aqui uma história triste mais que poderia ser evitada se o capitão tomasse consciência que o caminho que seguia era para a destruição. A nossa mente consciente é o comandante do navio que passa as ordens para a tripulação (mente subconsciente), é essa segue as ordens exatamente como foram passadas. Cabe a nós, decidir para onde vamos, e assim passar essas ordens à nossa tripulação mental, se concluirmos que o caminho não está nos fazendo bem, tomamos outro rumo. </p>
<p><strong>Como influenciar nosso subconsciente?</strong></p>
<p>Antes de responder esta questão, precisamos descobrir como nossa mente (consciente / subconsciente) tem executado ordens passadas. </p>
<p>Tudo que for intenso e repetitivo em nosso consciente, é impresso no subconsciente. Todo pensamento prolongado, não importa se for bom ou ruim o subconsciente irá entender como uma ordem, e irá cumprir essa ordem em sua realidade. Nós filtramos a realidade através dos cinco sentidos, quando essas informações chega nosso consciente, damos cores, sentimentos e intensidade a elas. Quando passamos por uma situação em que a nossa emoção foi atingida (brigas, solidão, afeto, carinho) essa informação é impressa no subconsciente, pois sofreu uma intensa emoção, e quando repetimos demais um certo pensamento ou ação, essa também é impressa. Vamos recorrer á metáfora para compreender melhor mais uma vez:</p>
<p>Pablo foi visitar a vovó em sua casa de campo, após um longo dia de brincadeiras Pablo foi tomar banho, após se despir ele colocou a mão no registro para ligar o chuveiro, ao fazer isso tomou um choque, e isso o incomodou muito. Em seguida, todas as vezes que Pablo ia tomar banho em um lugar que não fosse sua casa, ele tinha medo de colocar a mão no registro para tomar banho. Um medo simples, mas que o incomodava.</p>
<p>Notamos aqui que Pablo certamente ao tomar o choque, manifestou um sentimento de dor dentro dele, e se lembrava bastante deste momento por ter sido doloroso, essa informação foi impressa em seu subconsciente, criando um medo de por a mão no registro. Damos o nome á essas informações impressas de: crenças. Nosso subconsciente está cheio delas, algumas ruins como medos, baixa auto-estima, inferioridade, e outras boas como confiança, sucesso e segurança.</p>
<p>Tudo que ouvimos freqüentemente de nossos pais e amigos, também nos influencia criando crenças boas ou ruins, a partir do conjunto de todas essas crenças criamos nosso mapa mental o qual nos guiará pelo mundo.</p>
<p>Cada pessoa individualmente possui seu conjunto de crenças obtidas pelas suas próprias experiências, uma pessoa de sucesso, por exemplo, possui a crença que sempre conquista o que é desejado. Já a crença de uma pessoa tímida a faz pensar que é inferior e que não irá agradar aos outros, as crenças agem automáticas sem que percebemos.</p>
<p>Quando Aprendemos a disciplinar nossa mente consciente podemos imprimir só crenças positivas e boas em nosso subconsciente, o qual ele moverá montanhas e mares para tornar em realidade. No próximo artigo iremos aprender como influenciar nosso subconsciente para obter uma vida mais saudável e feliz, conquistando qualquer objetivo.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong></p>
<p>Felipe Silvestre é Criador do Grupo Conselheiros Online ajudando e motivando pessoas online, Palestrante Motivacional e Relacionamentos, Mentor Pessoal e Formado no curso Influenciando Pessoas pelo Catho Educação Executiva.</p>
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		<title>O quebra-cabeça da PNL: Como fazer com que funcione?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguitica]]></category>
<category>PNL</category><category>programação neurolinguitica</category>
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		<description><![CDATA[por Ricardo Ros
Como fazer com que a PNL funcione? Existem muitas peças soltas, como em um quebra-cabeça. Os motores funcionam quando todas as peças se encaixam e funcionam em um mesmo objetivo. Neste artigo, vou recompor todas essas peças até lhes dar um sentido global.
A primeira peça do quebra-cabeça é o ambiente. Mas o ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Ricardo Ros</p>
<p>Como fazer com que a <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a> funcione? Existem muitas peças soltas, como em um quebra-cabeça. Os motores funcionam quando todas as peças se encaixam e funcionam em um mesmo objetivo. Neste artigo, vou recompor todas essas peças até lhes dar um sentido global.</p>
<p>A primeira peça do quebra-cabeça é o ambiente. Mas o ambiente é muito mais o que nos rodeia, já que compreende tanto ao ambiente exterior, como ao ambiente interior, isto é, tanto aos estímulos exteriores como às sensações físicas que se geram em nosso interior. Os níveis de hormônios e de enzimas têm muito a ver com este ambiente interior. Evidentemente isto que estamos descrevendo como o ambiente interior não tem nada a ver com nosso humor ou nossa atitude, que na verdade são os últimos componentes acrescentados a nossa experiência. Mas disto falaremos mais tarde. Por enquanto vamos nos focar sobre o ambiente que se refere às origens das estimulações físicas, sendo interna ou externa dependendo de sua localização.</p>
<p>A segunda peça do quebra-cabeça são as percepções. Dependemos plenamente das percepções. Nossos receptores sensoriais se encarregam de transladar vários tipos de estimulações físicas ao interior de nosso cérebro por meio de sinais codificados, que têm que ser traduzidas para que consigam um significado. Quando um receptor determinado é estimulado pela sua energia exterior específica, envia um sinal ao cérebro, sinal que dever ser decodificado. Estes receptores especializados se situam em nossos sentidos e, assim, podemos ver, ouvir, tocar, cheirar ou saborear. Não temos que confundir estas sensações com as emoções, já que são duas dimensões diferentes da experiência. Na PNL falamos de sensações internas (Ki) e de sensações externas (Ke) para referirmos a estes dois fenômenos.</p>
<p>Esta informação codificada flui através de canais neurológicos até o cérebro. Quando chega, estes sinais são separados em unidades codificadas chamadas &#8216;momentos internos&#8217;. Em circunstâncias normais nosso cérebro processa entre 400 e 600 destes momentos a cada segundo, podendo oscilar entre 200 (quando estamos muito relaxados) até 1200 (se estamos muito excitados). Estes ‘momentos internos&#8217; não têm significado, já que são simples representações dos sinais originais gerados pelos receptores sensoriais. Para lhe dar um significado a estes &#8216;momentos&#8217; o cérebro necessita comparar os novos &#8216;momentos&#8217; com outros processados anteriormente (memória). Dizendo de uma maneira muito simples, é como se nosso cérebro dispusesse de um dicionário pessoal que vai utilizando à medida que entram novas informações e que se encarrega de dar um significado. Podemos dizer que o significado é a soma de um &#8216;momento&#8217; e a memória.</p>
<p>Mas uma coisa é o significado que lhe dá nosso cérebro e outra muito diferente a realidade objetiva. No seu caminho até o cérebro muitos componentes são eliminados enquanto que outros são acrescentados. Aproximadamente entre 75 e 90% é conseqüência, não da realidade, mas de nossa história pessoal. Vivemos em algo chamado &#8216;o presente&#8217; e se supõe que consiste na relação entre o que percebemos e o que dizemos que estamos fazendo. Isto é, o processo é: significado = momento + memória. E isso produz o que chamamos o estado presente, que é a terceira peça do quebra-cabeça.</p>
<p>A quarta peça é o estado desejado, que esta composta pelas nossas crenças (O que é importante para mim?), nossos valores (Por que essas crenças são importantes para mim?) e nossas expectativas (Como ou quando conseguirei essas crenças ou valores?). Quando nosso cérebro gera um significado, este significado é comparado em relação às crenças, valores e expectativas que temos nesse momento.</p>
<p>O produto desta comparação são nossas emoções, a quinta peça do quebra-cabeça. Cada emoção que temos é um indicativo se o estado presente é o que estamos passando ou não em relação a nosso estado desejado. Quando é próximo, nossas emoções são satisfatórias, quando não é próximo, as emoções são de sofrimento. As emoções são um simples &#8216;feedback&#8217; entre o que as coisas são e o que desejamos que sejam. Portanto não há emoções boas ou más.</p>
<p>Nosso cérebro combina estes elementos (estado presente, estado desejado e emoções) para criar o que chamamos realidade, a sexta peça. Realidade e ambiente não é o mesmo, certamente. A realidade é um estado completamente subjetivo, conseqüência do significado que lhe temos dado à informação que nos tem chegado através das terminações nervosas de nossos sentidos, uma vez passada esta informação pelos filtros da memória, unido ao estado desejado e a comparação entre ambos. Nosso conhecimento consciente aparece depois que se processa o input sensorial. A mente inconsciente, por sua vez, recebeu filtrado, processado e avaliado o que lhe chegou do ambiente.</p>
<p>Então, tudo o que fica é a seleção de uma resposta de conduta, a última peça do quebra-cabeça. Nosso cérebro escolhe uma resposta de conduta entre todas aquelas que foi aprendendo ao longo da vida. Aprendemos diferentes vias para responder à raiva, à tristeza ou à felicidade.</p>
<p>Espero que este artigo tenha ajudado a esclarecer alguns pontos dispersos que costuma existir ao redor da PNL. Tudo que foi dito podemos sintetizar no seguinte quadro:</p>
<p><img title="Quebra cabeça da PNL" src="/wp-content/uploads/PNL/o_quebra_cabecas_da_pnl/quebra_cabeca_da_pnl.jpg" border="0" alt="Quebra cabeça da PNL" width="407" height="297" /></p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/19</p>
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		<title>O jogo do alfabeto</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[hemisferios cerebrais]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos exercícios mais criativos e graciosos que está divulgando a PNL através de seus cursos é o jogo do alfabeto. Prepare-se para fazê-lo muito bem, ao mesmo tempo em que estabelece conexões entre a vista, o ouvido e o tato.
Este é um jogo muito difícil de fazer, mas que quando se consegue completar nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos exercícios mais criativos e graciosos que está divulgando a PNL através de seus cursos é o jogo do alfabeto. Prepare-se para fazê-lo muito bem, ao mesmo tempo em que estabelece conexões entre a vista, o ouvido e o tato.</p>
<p>Este é um jogo muito difícil de fazer, mas que quando se consegue completar nos enche de satisfação. Sua finalidade é aumentar a flexibilidade entre os hemisférios cerebrais.</p>
<p>Em uma grande cartolina (de tamanho DIN A-2) escreva o alfabeto português colocando cinco letras em cada linha. A seguir, situe uma pequena letra &#8220;i&#8221; debaixo da letra D, uma pequena letra &#8220;d&#8221; debaixo da letra I, e uma pequena letra &#8220;j&#8221; debaixo da letra J (tal como pode ver no desenho). Siga colocando as letras &#8220;i&#8221;, &#8220;d&#8221; e &#8220;j&#8221; debaixo do resto das letras, com a única condição que só se possam repetir duas vezes seguidas as letras &#8220;i&#8221; e &#8220;d&#8221;, mas não a &#8220;j&#8221;.</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/PNL/o_jogo_do_alfabeto/alfa.jpg" border="0" alt="alfa O jogo do alfabeto" width="250" height="338" title="O jogo do alfabeto" /></p>
<p>Pendure o cartaz na parede na altura de seus olhos e situe-se a uns cinqüenta centímetros de distância. Coloque os braços dobrados pelo cotovelo, de tal forma que as mãos estejam orientadas para o solo, à altura da cintura. Leia agora as letras em voz alta ( A, B, C, D, etc) e movimente as mãos de acordo com o indicado pelas pequenas letras (&#8221;d&#8221; levante a mão direita, &#8220;i&#8221; levante a mão esquerda, &#8220;j&#8221; levante as duas mãos juntas). Se cometer um erro, volte do começo.</p>
<p>Uma vez que o tenha realizado aproximadamente três ou quatro vezes sem se equivocar, pode aumentar a dificuldade:</p>
<p>- Faça de trás para frente (do Z até à)</p>
<p>- Faça agora de forma vertical</p>
<p>- Faça levantando a mão duas vezes</p>
<p>- Faço ao contrário, quando põe “i” levante a mão direita ao contrário</p>
<p>Faça  agora de outra forma: quando por &#8220;d&#8221; levante a mão direita e o pé esquerdo, quando põe &#8220;i&#8221; levante a mão esquerda e o pé direito, quando põe &#8220;j&#8221; levante as duas mãos e salte.</p>
<p>LI&gt; complicando mais ainda. Quando por &#8220;d&#8221; levante a mão esquerda e o pé direito, etc.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1982</p>
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		<title>Guia para criar metáforas úteis</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
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		<category><![CDATA[influenciar o inconsciente das pessoas]]></category>
<category>como criar metáforas</category><category>influenciar o inconsciente das pessoas</category>
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		<description><![CDATA[por Ricardo Ros
Na psicoterapia está muito estendido o uso de metáforas e relatos com o fim de ajudar às pessoas a resolver suas dificuldades. Desde os arquétipos de Jung aos relatos de Erickson, passando pelas doutrinas da Bíblia ou por todos os contos que durante séculos se foram contando às crianças, os usos das metáforas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Ricardo Ros</p>
<p>Na psicoterapia está muito estendido o uso de metáforas e relatos com o fim de ajudar às pessoas a resolver suas dificuldades. Desde os arquétipos de Jung aos relatos de Erickson, passando pelas doutrinas da Bíblia ou por todos os contos que durante séculos se foram contando às crianças, os usos das metáforas sempre servem para a mesma coisa: influenciar o inconsciente das pessoas. Neste artigo falaremos como se faz para criar metáforas úteis.</p>
<p>Quando Ernest Rossi estudou as metáforas de Erickson descobriu que as metáforas têm duas estruturas, uma superficial e outra profunda. A primeira, a superficial, é o próprio conteúdo da metáfora, e a segunda, a profunda, é onde se encontra o verdadeiro significado que se quer transmitir com a metáfora. A estrutura superficial está formada pelas orações gramaticais que formam o relato e a estrutura profunda pelas relações que se estabelecem a escala inconsciente entre o relato e a situação ou o problema sobre o qual se está falando. A esta relação chamamos busca transderivacional.</p>
<p>A busca transderivacional consiste no mecanismo que faz com que uma pessoa associe a escala inconsciente ao relato que acaba de ouvir com suas próprias lembranças ou sua própria situação problemática e é o que faz com que as metáforas funcionem. Se você diz a alguém a frase &#8220;uma preciosa baleia azul&#8221;, a busca transderivacional fará com que essa pessoa inicie no seu interior uma busca que lhe dê significado à frase. A busca transderivacional nos obriga a generalizar as experiências e é à base da aprendizagem.</p>
<p>Quando escutamos um relato, inconscientemente tratamos de associar os personagens que aparecem no conto com nossas próprias lembranças ou com nossa própria experiência atual. Isso ocorre, por exemplo, quando alguém conta uma piada e imediatamente nos lembramos de outros parecidos ou quando alguém conta uma anedota e em seguida nos vem à cabeça outra anedota parecida que aconteceu com nós.</p>
<p><strong>Crie uma metáfora em sete passos</strong></p>
<p><strong>Primeiro passo:</strong> decida em que consiste o problema ou dificuldade e quem estão implicados. Para isso adote os princípios da boa formulação de objetivos (formulado em positivo, que seja auto-mantido, que seja ecológico, etc).</p>
<p><strong>Segundo passo:</strong> identifique os protagonistas. Que personagens intervêm na história real? Há pais e filhos? Há figuras de autoridade? Imagine que tivesse que transformar a situação real em uma obra de teatro, que personagens interviriam?</p>
<p><strong>Terceiro passo:</strong> transforme os personagens reais em abstrações, animais ou objetos, mesmo que mantendo as relações referenciais. Talvez os pais podem se converter em  Reis ou a personagem de autoridade em um bicho-papão que vive em um castelo. Se estivermos falando de relações interdependentes, é possível que nos sirva transformar os personagens reais em planetas que giram ao redor do sol ou em uma família de coelhos que vivem em uma toca. Quantos mais elementos se transformem e se integrem no relato, mais persuasiva será a metáfora.</p>
<p><strong>Quarto passo:</strong> estabeleça as relações entre os personagens inventados. Se estivermos falando de um problema de medo e estamos convertendo à família em planetas, podemos fazer com que o planeta menor tenha medo de sair da órbita ou que seu espaço seja invadido por um planeta exterior.</p>
<p><strong>Quinto passo:</strong> busque uma saída, uma solução para o problema. É possível que o planeta pequeno encontre uma forma de evitar que haja invasões que desestabilizem sua relação com o resto do sistema solar.</p>
<p><strong>Sexto passo:</strong> conecte a solução com um novo recurso. Que novo recurso necessita o protagonista para vencer com brilho o problema? O pequeno planeta pode dispor, por exemplo, de um raio cheio de carinho que impeça se afastar dos demais planetas.</p>
<p><strong>Sétimo passo:</strong> estabeleça uma ponte entre o problema, o recurso e a solução.</p>
<p>Em todo o processo da criação da metáfora é preciso adaptar a linguagem e as personagens à idade e as circunstâncias da pessoa à qual dirigimos o relato. Sem dúvida não é o mesmo uma metáfora para um menino de sete anos que tem medo do nascimento de um novo irmãozinho, que para uma mulher de quarenta que acaba de se separar do marido.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1981</p>
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		<title>Como formular sugestões</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[como formular sugestões]]></category>
<category>como formular sugestões</category>
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		<description><![CDATA[Neste artigo vamos dar algumas indicações sobre a melhor maneira de formular sugestão
1. Usar o tempo verbal presente
Formule sempre a idéia em tempo presente, como se esta já fosse um fato certo, &#8220;Você está tranqüilo e relaxado&#8221;. Salvo quando se trata de um estado físico, como por exemplo, uma fratura de fêmur; neste caso, emprega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo vamos dar algumas indicações sobre a melhor maneira de formular sugestão</p>
<p><strong>1. Usar o tempo verbal presente</strong><br />
Formule sempre a idéia em tempo presente, como se esta já fosse um fato certo, &#8220;Você está tranqüilo e relaxado&#8221;. Salvo quando se trata de um estado físico, como por exemplo, uma fratura de fêmur; neste caso, emprega o presente dando-lhe sentido de progressão, com objeto de esquivar a crítica de tua mente consciente. Diz &#8220;A cada dia que passa tua perna está mais forte e mais sã&#8221;. Se você diz &#8220;Tua perna está forte e sã&#8221;, tua mente consciente resistirá. &#8220;Então, Por que a levo engessada?&#8221;.</p>
<p>Inclusive as sugestões referentes à conduta futura se devem formular em tempo verbal presente. &#8220;Na próxima quinta-feira, quando você levantar para falar aos presentes durante o banquete de tua empresa, você estará tranqüilo, confiando em ti mesmo&#8221;.</p>
<p>As sugestões nunca devem fazer referência a situações passadas, p.Ex. &#8220;Você é mais tolerante e compreensivo com tua família do que antes&#8221;. Este tipo de sugestão da uma imagem dupla, a imagem do passado e a do futuro. A imagem do passado tem mais força que a imagem desejada para o futuro.<br />
Uma sugestão formulada em tempo verbal futuro se transformará em outro &#8220;Ano novo vida nova&#8221;, fácil de esquecer e de não se tornar sério.</p>
<p>O tempo futuro é indeterminado. Dizer &#8220;algum dia&#8221; não cria uma imagem mental de resolução de problemas, &#8220;Em breve&#8221; não transmite a imagem de um objetivo alcançado.</p>
<p>Correto. &#8220;Esta&#8230; é&#8230; você sente&#8230; você é&#8230; você consegue&#8230;&#8221;<br />
Incorreto: &#8220;Você fará&#8230; será&#8230; sentirás&#8230; você será&#8230;&#8221;</p>
<p><strong>2. Ser positivo</strong><br />
Eliminar qualquer possível palavra negativa. Não mencione o problema que você deseja solucionar. Em vez disso, crie com palavras uma imagem do que você deseja conseguir.</p>
<p>Se você sugere &#8220;Não me sinto coibido com as pessoas&#8221;, você libera a energia relacionada com sentir-se coibido e com a lembrança de experiências passadas que você sofreu.</p>
<p>Em vez disso, sugira &#8220;Você gosta de pessoas. Você gosta de estar em companhia dos outros. Quando você está com pessoas novas, você está tranqüilo, confiando em você mesmo e relaxado&#8221;. Use sempre um antônimo de significado positivo para criar uma imagem mental que represente a atuação, sentimento e conduta requeridos.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Você dorme toda a noite com um sono profundo e relaxado&#8221;<br />
Incorreto: &#8220;Não passa horas se sacudindo e volta para cama até adormecer&#8221;</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Você está confiante e tranqüilo, com completo controle da situação&#8221;<br />
Incorreto: &#8220;Não está assustado, não está nervoso, não se sente coibido&#8221;</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Você está cheio de energia, você tem a energia que você necessita&#8221;<br />
Incorreto: &#8220;Não estás sempre cansado&#8221;</p>
<p><strong>3. Ser concreto</strong><br />
Selecione uma zona específica de trabalho para teu auto-aperfeiçoamento ou o de teu cliente e LIMITE as sugestões a esta zona. NÃO dê sugestões para dois ou três problemas ao mesmo tempo.</p>
<p>Pode-se trabalhar em mais de um problema alternando as sugestões, mas não se deve induzir sugestões a um mesmo ou a outra pessoa para resolver uma timidez, adquirir confiança em você mesmo, dormir de uma só vez toda a noite, conseguir um corpo de modelo, expressar amor aos filhos e abandonar o hábito de fumar, tudo ao mesmo tempo.</p>
<p>Escolha uma zona de trabalho para alcançar mudanças e avance nela até que se consiga uma melhoria. Depois passe ao objetivo seguinte.</p>
<p><strong>4. Utilize o detalhe… ou então seja o mais inespecífico que você possa</strong><br />
Analise os objetivos e estruture as sugestões de modo que cubram todos os detalhes de uma mudança de conduta ou de atitude. Em caso contrário utilize expressões muito gerais e inespecíficas para que cubram qualquer coisa que o cliente pense.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Você gosta de pessoas. Você se sente bem com os outros. Eles se dão conta que gostam de você e te devolvem o mesmo sentimento.&#8221;</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;De maneira especial, você gosta de falar em público. Quando você se encontra diante de um auditório, te invadem sentimentos amistosos na face de pessoas que estão a sua frente&#8221;.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Você quer fazer coisas em benefício deles. Você nota que cada um dos membros do auditório transborda de amizade e compreensão para você&#8221;.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Quando você começa a falar, você tem os lábios soltos, a boca úmida, e você respira profundamente desde o diafragma. As pernas te sustentam com firmeza&#8221;.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Você tem as mãos serenas e tranqüilas. Os gestos se produzem com espontaneidade e liberdade. Você capta a atenção unânime do auditório e isso te faz se sentir confiante e seguro de ti&#8221;.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Em teu coração há um sorriso que faz teus lábios aflorarem nos momentos adequados. Falas com facilidade, liberdade e confiança em você mesmo&#8221;.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Ao falar, você logo transmite plenamente teus conhecimentos, preparação e aptidões. Ao concluir teu discurso, o aplauso te produz um sentimento quente e gratificante&#8221;.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Você está cheio de entusiasmo por teu produto e teus clientes respondem bem a teus sentimentos positivos&#8221;.</p>
<p><strong>5. Use palavras simples, seja simples</strong><br />
Trate o inconsciente como se fosse um menino de nove anos esperto. Evita usar &#8220;expressões literárias&#8221;.<br />
Não está fazendo uma redação para que o qualifique como professor. Evite palavras técnicas, frases compridas e termos psicológicos ou médicos. As palavras simples são as que têm maior energia.</p>
<p><strong>6. Use palavras estimulantes e emocionantes</strong><br />
Assegure-se que tuas sugestões sejam estimulantes e com sentimento. O inconsciente é a mente do sentimento. Utilize palavras do estilo: vibrante, reluzente, apaixonado, maravilhoso, poderoso, radiante, carinhoso, generoso, abundante, emocionante, delicioso, formoso, alegre, felicidade&#8230;</p>
<p><strong>7. Ressalte a atividade</strong><br />
Faça com que as sugestões descrevam ação e conduta, não aptidão.</p>
<p><strong>Correto:</strong> &#8220;Tua família e teus amigos cooperam contigo porque você se interessa em seu bem-estar&#8221;.<br />
Incorreto: &#8220;Você é capaz de atender aos demais&#8221;.</p>
<p><strong>8. Ser preciso</strong><br />
Se o resultado desejado é médio, p. ex. o peso, pontuação como jogador de bolas, etc. sugira o aperfeiçoamento exato que você deseja alcançar.</p>
<p>Não tente enganar o inconsciente sugerindo uma perda de peso continuada até chegar em 52 kg., quando o peso ideal é 56 kg., pensando que com o sucesso parcial se alcança o objetivo. O inconsciente não se engana. Diga ao inconsciente exatamente o que quer.</p>
<p><strong>9. Ser realista</strong><br />
Há circunstâncias nas quais é um erro sugerir perfeição. &#8220;Você sempre organiza teu tempo de forma perfeita&#8221; é uma meta impossível para uma mãe com três filhos buliçosos e pode conduzir a frustração.<br />
&#8220;Você sempre está cheio de entusiasmo&#8221; é uma sugestão pobre. Quem desejaria estar cheio de entusiasmo em um funeral.</p>
<p><strong>10. Personaliza</strong><br />
Formule a sugestão para mudar atitudes e atuações. Não sugira mudanças de outras pessoas. À medida que se modifica a conduta, os outros reagem de diferentes maneiras a respeito da pessoa que muda.</p>
<p><strong>Incorreto:</strong> &#8220;Teus filhos sempre te respeitam e te obedecem&#8221;.<br />
<strong>Correto:</strong> &#8220;Você tem um interesse sincero e vivo por teus filhos, suas atividades e seus amigos. Você entende seus pontos de vista. Você expressa amor e aprovação por teus filhos. É fácil para você expressar teu amor por eles&#8221;.</p>
<p><strong>11. Simbolize tuas sugestões</strong><br />
Depois de ter escrito sugestões seguindo estas regras, deve-se encontrar uma palavra ou frase curta que simbolize o sentimento e o conteúdo. É importante encontrar o símbolo idôneo.<br />
Em sugestões para superar sentimentos de superioridade, o símbolo poderia ser: &#8220;Confiança dinâmica em você mesmo&#8221; &#8220;Serenidade&#8221;.</p>
<p>Para a insônia, o símbolo poderia ser &#8220;Sono tranqüilo&#8221; &#8220;Dormir como um menino&#8221; &#8220;Chalé de verão&#8221; &#8220;Ar de montanha&#8221;.</p>
<p><strong>Para reduzir peso:</strong> &#8220;Corpo de modelo&#8221; &#8220;Esbelta e Sexy&#8221; &#8220;Doces dezesseis anos&#8221;.</p>
<p>Encontre um símbolo que transmita um forte sentimento, uma imagem vívida adaptada à pessoa. Em transe, pede à parte criativa que produza um símbolo.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente</p>
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		<title>A IMPORTÂNCIA DO RAPPORT NAS RELAÇÕES</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:43:18 +0000</pubDate>
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O rapport é o estabelecimento da aliança terapêutica ou aliança de trabalho e tem por objetivo abrir as portas para uma comunicação fluente e bem sucedida. O rapport é técnica mais poderosa das relações humanas e o principal ingrediente de todas as comunicações e mudanças. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rapport é uma palavra de origem francesa que significa empatia.<br />
O rapport é o estabelecimento da aliança terapêutica ou aliança de trabalho e tem por objetivo abrir as portas para uma comunicação fluente e bem sucedida. O rapport é técnica mais poderosa das relações humanas e o principal ingrediente de todas as comunicações e mudanças. É a capacidade de criar aspectos comuns entre duas ou mais pessoas, gerando uma atmosfera de respeito e confiança. É ver o mundo sob o ponto de vista do outro. É como se o outro olhasse para você e visse a si mesmo no que diz respeito a seus valores, expectativas e anseios. É uma ponte entre dois mundos.</p>
<p>A problemática humana está no nível da comunicação e a comunicação é a ferramenta das relações, logo o rapport é a ferramenta da comunicação, pois, sem ele, não há relacionamento.</p>
<p>Em educação, negócios, terapias, na vida pessoal e corporativa e em todas as relações humanas a empatia é essencial para alimentar o fluxo da comunicação, criando um contexto de harmoniosa, comprometimento e cooperação, no qual as pessoas possam caminhar juntas em uma mesma direção.</p>
<p>O rapport permite que se entre no campo energético do outro de forma sutil e respeitosa, fazendo com que ele se sinta compreendido e aceito no seu modelo de mundo. É um processo natural, sem percepção consciente, mas, que pode, também, como qualquer competência humana, ser praticado conscientemente.</p>
<p>Pessoas de sucesso têm, invariavelmente, grande capacidade de estabelecer e desenvolver rapport , que é a base da confiança e do reconhecimento mútuos.<br />
A técnica do rapport é o espelhamento. Assim como o espelho reflete apenas o que está diante dele, espelhar consiste em reproduzir o discurso corporal do outro, de forma sensível, elegante e discreta, permitindo-se ser conduzido por ele, como numa dança. É possível espelhar seus movimentos corporais, sua respiração, bem como gestos leves e inconscientes. Outra forma de criar rapport é utilizar o mesmo sistema representacional* do outro. O rapport é, antes de tudo, um ato de entrega e amor, é interessar-se honesta e verdadeiramente pela outra pessoa, de forma íntegra, sem, contudo, violentar-se em seus próprios valores e crenças.</p>
<p>Numa relação onde existe rapport , as pessoas se parecem e é freqüente terem os mesmos interesses e adotarem a mesma fisiologia. É incrível observar a semelhança inevitável de casais que se amam e acabam por se parecer. Entre casais, é perfeitamente possível discernir entre aqueles que estão bem, e aqueles que não estão, pelo tipo de rapport existente. Pela qualidade do rapport, define-se o nível de qualidade de uma relação.</p>
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		<title>Rapport: A Chave Mágica Para Persuasão</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:42:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quanto a ele ser influente com as pessoas, meu bom amigo David Barron gosta de dizer &#8220;dentro do rapport, qualquer coisa é possível&#8230; fora dele pouco é possível.&#8221; Enquanto David se aprofunda muito mais sobre o tema em Foundations of Persuasion (Fundamentos da Persuasão), eu resolvi também gastar algum tempo neste tópico hoje.
Pelo menos num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto a ele ser influente com as pessoas, meu bom amigo David Barron gosta de dizer &#8220;dentro do rapport, qualquer coisa é possível&#8230; fora dele pouco é possível.&#8221; Enquanto David se aprofunda muito mais sobre o tema em Foundations of Persuasion (Fundamentos da Persuasão), eu resolvi também gastar algum tempo neste tópico hoje.</p>
<p>Pelo menos num momento da vida todos nós já tivemos rapport com alguém. Pense numa pessoa com quem você tem uma relação íntima. Agora como você tem esta pessoa em mente, pense sobre o que a faz tão íntima. Talvez você goste do mesmo tipo de música, pense da mesma maneira ou tenha preferência pelas mesmas atividades. Esta &#8220;mesmidade&#8221; é uma importante parte do rapport.</p>
<p><strong>O que é rapport?</strong></p>
<p>Então o que é o rapport? O dicionário The American Heritage define o rapport como &#8220;Relação, especialmente única de confiança mútua ou afinidade emocional&#8221;. Este é um bom começo, contudo não suficiente para fazer o rapport atuar a seu favor.</p>
<p>No mundo da <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a> (Programação Neuro-Lingüística), criar o rapport pode ser entendido como o estabelecimento de confiança, harmonia e cooperação em uma relação. Uma vez mais a palavra confiança aparece na definição. Assim você está começando a perceber que aquele rapport conduz a confiar&#8230; e talvez você esteja começando a também notar como o rapport é importante ente na capacidade de influenciar os outros.</p>
<p><strong>O poder para persuadir</strong></p>
<p>Quando ele se transforma em persuasão, ter grande rapport com o outro pode conduzir a uma situação de aceitação incondicional de uma sugestão. Isto é devido ao nível de confiança que vem com o rapport. Se houver confiança, então o outro estará aberto a aceitar o que você tem a dizer.</p>
<p>Pense sobre como isto funciona para você&#8230; se seu melhor amigo ou o cônjuge recomenda algo, você estará muito mais disposto a aceitar a sugestão do que se a opinião vier de um completo desconhecido. Ao desenvolver suas habilidades de rapport, você se torna depressa aquela pessoa confiável e, assim, suas sugestões têm muito mais força.</p>
<p><strong>O Componente mais Importante</strong></p>
<p>A primeira e mais importante coisa para saber sobre o rapport é contudo tão simples que freqüentemente as pessoas a omitem. Para ser efetivo com o rapport você tem que PRESTAR ATENÇÃO! Isto significa que você tem que focalizar na pessoa à sua frente. Observe este amigo humano com o qual você está interagindo.</p>
<p>As técnicas do rapport são tantas que podem preencher facilmente o programa de um seminário de um dia inteiro, mas todas as habilidades do mundo não lhe ajudarão em nada se você não prestar atenção na outra pessoa com quem você está negociando. Esta é uma valiosa habilidade para qualquer tipo de relação, seja ela de negócios, reunião social ou de família. Se você presta atenção, todas suas outras habilidades de relacionamento serão potencializadas.</p>
<p><strong>Imitar &amp; Espelhar</strong></p>
<p>Por razões que remontam a milhares de anos atrás, nós tendemos a gostar e confiar de pessoas que são como nós, em quem nós sentimos uma &#8220;mesmidade&#8221;. Mas na verdade nós não somos todos iguais. Ao estudar quais dessas qualidades encontradas naquelas pessoas levam a ter esses sentimentos, foram descobertos alguns métodos para ensinar como criar rapport.</p>
<p>Imitar &amp; Espelhar foram determinados como os principais fatores para se criar estados poderosos de rapport. Igualando os movimentos da outra pessoa, a postura, os atributos vocais, as frases chaves e até mesmo a sua respiração. Também é muito poderoso poder igualar os seus sistemas de representação. Esta é uma habilidade avançada que é ensinada nas série de seminários Act Now Success Skills (nos EUA).</p>
<p><strong>Imitação simples</strong></p>
<p>Para iniciar sua prática de criar rapport, comece a imitar a pessoa com quem você está falando. Imite seus gestos simples e a postura. Você deve deixar passar um pequeno intervalo de tempo, assim ela não notará. Se você fizer a imitação ao mesmo tempo, é como quando você era criança e exagerava nas imitações só para aborrecer outras crianças. O mesmo efeito resultará com um adulto. Imitar ao mesmo tempo não dá o resultado desejado.</p>
<p>Você também pode fazer isto como se estivesse olhando num espelho. Assim se eles movem a mão direita, você tem a opção de mover a sua esquerda ou , por simples imitação, mover o mesmo lado. Se o interlocutor estiver diretamente à sua frente, use o espelhamento. Se você estiver posicionado mais ao lado, use o mesmo lado por imitação. Uma vez que você já tenha seguido esta técnica, então escute as palavras e frases chaves que eles usam. Lembre-se delas e as use na sua fala.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O Rapport é um tópico fascinante e pode conduzi-lo(a) numa viagem de descoberta na direção de entender as pessoas ao seu redor. Há muito mais sobre o rapport que não pode ser coberto neste artigo.</p>
<p>O melhor modo para aprender é a experiência.</p>
<p>Pratique a Imitação e o espelhamento e lembre-se de PRESTAR ATENÇÃO.</p>
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		<title>Técnicas de &#8220;Rapport&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rapport 1 &#8211; Necessidade
Frase presente em um anúncio de emprego publicado recentemente em um jornal local: “Exige-se excelente rapport com clientes, fornecedores e colegas de trabalho”. A palavra rapport vem do francês e quer dizer relação. Nos meios corporativos, o termo é cada vez mais utilizado como a capacidade de exercer a diplomacia ou empatia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rapport 1 &#8211; Necessidade</strong></p>
<p>Frase presente em um anúncio de emprego publicado recentemente em um jornal local: “Exige-se excelente rapport com clientes, fornecedores e colegas de trabalho”. A palavra rapport vem do francês e quer dizer relação. Nos meios corporativos, o termo é cada vez mais utilizado como a capacidade de exercer a diplomacia ou empatia na comunicação interpessoal. &#8220;Fazer rapport&#8221; é conseguir estabelecer uma relação de equilíbrio no diálogo, ouvindo e escutando, em um processo de mão dupla. Para um bom rapport, importa não só o que é dito (conteúdo verbal), mas também entonações, postura física e expressões não-verbais, como gestos e movimentos, que devem ser receptivos e agradáveis, levando a uma total sintonia com o interlocutor.</p>
<p><strong>Rapport 2 &#8211; A técnica</strong></p>
<p>Você pode ter um PhD em comunicação em Harvard, um mestrado em lingüística em Cambridge ou um pós-doutorado em oratória pelo Actors’. Se, entretanto, você não aprendeu a criar e manter rapport com seus interlocutores, nada feito. Você não vai conseguir nem se eleger sub-síndico do seu edifício.</p>
<p>E como é que se estabelece rapport com os outros? E antes que eu responda, para quê fazer isso?</p>
<p>O mais engraçado é que você já faz rapport desde criancinha, com outro nome, ou mesmo sem nome nenhum. Mesmo sem saber o significado da palavra. Só que você o faz sem prestar atenção que está fazendo. Como você o faz intuitivamente, os resultados são aleatórios: ora funcionam, ora não. Quando você aprende a construir e a manter rapport conscientemente, a tal ponto que isto se transforme numa segunda natureza, e que você passe a agir medularmente, os resultados serão sistemáticos e o céu é o limite!</p>
<p>Para livrá-lo das trevas da ignorância, desinformado leitor, rapport é uma palavra francesa sem tradução exata, mas que pode ser entendida como empatia. Isto quer dizer que você reconhece e valida o mapa de realidade do outro, entra na pele do outro, com respeito, embora preservando seus próprios valores e sem obrigatoriamente concordar com ele. É o rapport que nos permite compreender, ser solidário, ter compaixão e amar o próximo. É como se você dissesse: “Se eu fosse você pensaria, sentiria e agiria exatamente como você pensa, sente e age”.</p>
<p>E como é que se obtém este tal de rapport, Dr. Nelson Marins? Elementar, meu caro Wattson. Espelhando verbal e não verbalmente nosso interlocutor, isto é, usando os mesmos predicativos e a mesma “fisiologia” do outro.</p>
<p><strong>Como, minha senhora? Se dá para explicar melhor?</strong></p>
<p>Dá, sim. As pessoas quando falam ou pensam usam, sem que se dêem conta, um monte de verbos, advérbios e adjetivos (substantivos também, mas não é esse o caso agora), chamados predicados, predicativos ou palavras processuais, que indicam como elas (e você) estão pensando. Ou seja, se estão vendo imagens internas, ouvindo diálogos internos ou fazendo representações mentais de sensações (ainda não está muito claro, isto não te deu um estalo, você não pegou o espírito da coisa, desatento leitor?).</p>
<p>Como dar exemplos é uma excelente forma de ensinar, veja se consegue pegar o que vou dizer, obtuso leitor.</p>
<p>O cliente chega e começa a falar: “Sabe, Dr. Marins, as coisas estão pretas pra mim. Desde que eu vi minha mulher usando seu vestido vermelho pra se encontrar com um caracol naquela boate escura, a minha vida perdeu a perspectiva. Deixei de ser um empresário brilhante e o quadro do meu futuro me parece muito sombrio, pois acho que está “pintando” traição. Você já não viu este filme antes? A situação não parece nítida pra você, doutor?”</p>
<p><strong>Ou então:</strong> “Ah&#8230;Dr. Nelson, desde que ouvi minha mulher telefonar para um caracol, que é um fofoqueiro, e ficar num “blábláblá” de mais de meia hora, cacarejando sem parar, eu fico calado mais do que de costume, e digo pra mim mesmo que nossa vida mudou. Tudo que ela fala não mais ressoa como antes e já não temos a antiga harmonia. Ouviu bem o que eu disse? Então, doutor, por que não responde? Por que continua em silêncio?”</p>
<p><strong>Ou ainda:</strong> “Puxa, Marins, minha cabeça começou a rodar quando minha mulher começou a ficar toda melosa, se jogando nos braços de um caracol nojento na última festa que fomos. Isto não me cheira bem. Venho me sentindo muito amargo, com um peso enorme no peito, não consigo me desligar desses sentimentos. Sentiu meu drama?&#8221;</p>
<p>Entendeu agora, recuperável leitor, sacou, teve um estalo, um flash? No primeiro exemplo, o cliente usou frases e palavras predominantemente visuais; no segundo, auditivas e, no último caso, cinestésicas (sensações físicas e emoções).</p>
<p>E daí? Daí, como eu sei que o rapport é o primeiro e indispensável passo para criar uma comunicação eficaz e harmônica, aumentarei, intencionalmente, meu repertório de palavras e frases visuais, auditivas ou cinestésicas para entrar no mesmo comprimento de onda do cliente (frase auditiva), sem entrar no mérito da questão – se é ele, o caracol ou a mulher dele quem tem razão.</p>
<p>Como você pode notar, embora haja uma única língua explícita – o português –, há três outras ocultas em qualquer interação verbal (na realidade, há ainda uma quarta língua, a digital ou não específica, que não permite determinar em que canal a pessoa está pensando: pensar, saber, aprender, específico, inespecífico etc). O fato é que se o outro estiver falando a língua visual e você responder na linguagem cinestésica, auditiva ou digital, a comunicação vai pro vinagre. Vocês vão brigar até mesmo quando concordam com o conteúdo. Por exemplo, ambos torcem pelo Fluminense: “O Fluminense está jogando um bolão”. “O quê? Ele deveria estar na quinta divisão!”</p>
<p>Quer dizer que a recíproca é verdadeira, e que nós podemos discordar no conteúdo sem brigar? Sim, brilhante leitor: “Isto aqui, assim, assim só pode estar certo assim, desta maneira”. “Gênio! Eu nem tinha pensado desta forma”.</p>
<p>Tem mais? Tem mais, insaciável leitor, tem muito mais. Eu também posso espelhar (acompanhar) as características da voz (submodalidades auditivas) do outro, sempre com sutileza, com elegância e respeito, sem exagero ou sem caricaturá-lo. Se ele fala com velocidade de metralhadora, você não precisa se transformar em locutor de corrida de cavalos, basta acelerar um pouco. Se, ao contrário, ele fala len-ta-men-te, não há necessidade de responder de- va- gar- qua- se- pa- ran- do. Apenas reduza um pouco a sua velocidade habitual. O mesmo ocorre com as demais submodalidades auditivas. A não ser que você queira espelhar um computador (poder, pode, mas acho que não tem qualquer utilidade), todos nós, a todo o momento, variamos a velocidade, o tom (o mais importante), o ritmo, o timbre e demais características da nossa fala. A propósito, se o seu registro vocal é de baixo profundo não se transforme num soprano ligeiro para espelhar uma gentil donzela. Apenas torne sua voz um pouco mais aguda, como, aliás, você já o faz desde que nasceu. Com a prática, é muito fácil você ajustar tais características, de modo espontâneo, às da outra pessoa.</p>
<p>Acabou? Ainda não, ansioso leitor. Há outros elementos que causam um impacto maior e que são muito mais poderosos para criar e manter rapport – e inclusive para interrompê-lo, a não ser que você queira se casar com a pessoa, ou se tornar um xifópago, e viver com ela em tempo integral e dedicação exclusiva.</p>
<p>Espelhar (ou acompanhar) a respiração, as expressões fisionômicas, gestos, posturas, movimentos dos olhos e que tais, é uma fórmula mágica para obter comunicação eficaz e harmônica, que lhe permite desfrutar a intimidade e o prazer da convivência das pessoas com as quais se relaciona. E assim, transformar problemas em soluções, “mau” estresse em desafios estimulantes e, até mesmo, traumas e sofrimentos em experiências enriquecedoras. Em resumo, tudo isto vai lhe proporcionar – e àqueles que fazem parte da sua vida – uma excelente qualidade de idem.</p>
<p>Tudo bem, Dr. Marins, mas como é que vou fazer rapport com alguém em plena crise de asma, ou que esteja reclamando aos berros, ou muito triste, ou que esteja calado e parado?</p>
<p>Excelentes perguntas, arguto leitor. Mas, para respondê-las, vamos por partes, como diria Jack, o Estripador.</p>
<p>Com uma pessoa com asma – ou com “tiques” nervosos – é claro que você não deve fazer um espelhamento direto, sob pena de desestruturá-la (mormente se você acrescentar chiados, silvos e roncos). Faça um acompanhamento cruzado, movendo, por exemplo, sua mão (discretamente) no mesmo ritmo da respiração ou do “tique” do outro. Depois de algum tempo, experimente conduzi-la, movendo sua mão progressivamente mais devagar. Costuma dar resultados incríveis!</p>
<p>Você pode usar o mesmo processo com uma pessoa possessa. Mas não caia na dupla armadilha de falar muito mais baixo ou muito mais alto – e até no mesmo volume – que ela. Fale um pouquinho mais baixo. O resto é igual.</p>
<p>A pior coisa que pode acontecer com uma pessoa triste, deprimida, é você procurar animá-la com a estratégia da Polyanna ou do madrugador jovial: “Eia! Sus! Anime-se, reaja, a vida é bela!” O resultado costuma ser desastroso! Comece acompanhando-a com um tom de voz, fisionomia, gestos, postura e respiração semelhantes – que indicam sua compreensão e respeito – e, aos poucos, experimente conduzi-la para um estado mais rico de recursos, com o que você poderá ajudá-la a encontrar melhores soluções.</p>
<p>Finalmente, como lidar com uma pessoa que está parada e calada? A primeira coisa é verificar se ela está morta. Aí, não dá. Caso ela esteja viva – mesmo que seja muda e paralítica – você poderá espelhar um ou mais aspectos da “fisiologia” dela, sendo a respiração o mais poderoso. Funciona até com esquizofrênico catatônico!!! Até com seu cachorro!!!</p>
<p>Por fim, é fundamental ressaltar que o espelhamento não é uma imitação, uma caricatura do outro, o que geraria respostas indesejáveis. O espelhamento, direto ou cruzado, no mesmo ou em diferentes sistemas, deve ser discreto, sutil, elegante, respeitando o mapa da realidade e os valores do outro e, ao mesmo tempo, mantendo a própria integridade.</p>
<p><strong>Rapport 3 &#8211; Aplicação Profissional</strong></p>
<p><a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a> &amp; NEGÓCIOS</p>
<p>&#8220;RAPPORT INSTANTÂNEO&#8221;em Reuniões ou Comitês usando PNL.</p>
<p>por Jane Herron</p>
<p>Você foi convidado para uma reunião com 8 pessoas que devem tomar decisões. Você está competindo com 3 outras firmas, e tem 45 minutos para fazer sua apresentação e vender sua idéia. Você quer conseguir &#8220;Rapport Instantâneo&#8221;, mas como usar suas habilidades de PNL com 8 pessoas que você nunca encontrou antes?</p>
<p>Aqui estão 3 &#8220;pontos-chave&#8221; para criar o Rapport Instantâneo em reuniões.</p>
<p><strong>1-</strong> Quando você entrar na reunião entregue seu material em mãos (você mesmo). Entregue pessoalmente seu material para cada membro do comitê, apresentando seu nome e o de sua companhia em tom de voz moderado e certifique-se que seu cartão está anexado na parte de cima do seu material.</p>
<p>O que fez com isso? Ao apertar suas mãos você está &#8220;forçando-os&#8221; a conhecê-lo cinestesicamente. Ao anexar seu cartão à parte superior de seu material, o cliente &#8220;vê&#8221;(visualiza) você ao vivo e a cores (em carne e osso) e então &#8220;visualmente&#8221;se lembra de seu nome em preto e branco através de seu cartão. Você está usando os olhos deles de duas maneiras.</p>
<p>Com esta introdução você estabeleceu uma ligação com todas as pessoas orientadas auditivamente (l0%), visualmente (50%) e cinestesicamente (40%).</p>
<p>Você imprimiu uma identidade nos três níveis da mente inconsciente onde 80% de todas as escolhas de comportamento são feitos.</p>
<p><strong>2-</strong> Preencha as expectativas profissonais que eles têm a seu respeito. Lidere a sala e a reunião ao posicionar-se no lado oposto da mesa onde está a pessoa que comanda a tomada de decisão. O grupo espera comprar daquele que for o melhor e mais competente.</p>
<p>Para criar esta imagem, use seu conhecimento de PNL conquistando-os usando primeiramente a parte visual de seus cérebros (o l/3 superior), a porção auditiva (o l/3 do meio) e a porção emocional ou cinestésica (o l/3 inferior).</p>
<p>Para fazer isto, primeiro tome uma postura visual (posição de sentido, ombros para trás, cabeça para cima), em posição visual (como apresentador do TV, e além disso fique pelo menos a 2,50m de distância da pessoa que toma a decisão) usando tonalidade visual (mais rápido, + alto, ritmo + entusiasmado) e por fim faça o grupo olhar para você quando você apresenta sua companhia e seu plano (material) através do uso de flipchart, slide, ou demonstração.</p>
<p>Certifique-se que você não está fazendo com que eles olhem para baixo, para o material, e então para cima, para você, para cima e para baixo,etc. Os primeiros l0 minutos de sua apresentação devem ser &#8220;para cima sempre&#8221; de forma que você esteja acessando o terço superior das suas mentes. Esta é a 3a. parte visual e corresponde a 55% de sua mensagem.</p>
<p>A seguir afaste-se da postura, posição e tonalidade, de visuais. Mude para postura, posição e tonalidade auditivas para acessar o terço médio do cérebro. Embora apenas l0% das pessoas na sala sejam auditivas, 38% da sua mensagem total vem através do som de sua voz.</p>
<p>Para fazer isso afaste-se da cabeceira da mesa e comece a caminhar a volta da mesa e fale em tom &#8220;conversacional&#8221;. Faça perguntas e espere pelas respostas dos membros do comitê. Qualquer que seja a resposta deles repita as suas palavras (7% da mensagem total) na linguagem deles para &#8220;abraçar&#8221; emocionalmente o ponto de vista deles (bom ou mau).</p>
<p>Então você pode externar seu ponto de vista.</p>
<p>Repetir é a melhor maneira de marcar as decisões deles, através do uso de suas próprias palavras.</p>
<p>As pessoas compram pelas suas próprias razões não pelas suas! Ao usar de volta as palavras delas você está reconhecendo isso, e de alguma forma eles estão continuamente se conectando com você. Quando você repete as palavras delas use sempre um tom de voz baixo, neutro (como um apresentador de notícias na TV). Nunca use um tom agressivo ou defensivo. Quando apresentar seu ponto de vista sobre algum aspecto ou benefício acrescente alguma energia e entusiasmo ao seu tom de voz.</p>
<p>Lembre-se o tom de sua voz pode neutralizar hostilidade, resistência e objeções quando é baixo, e pode motivá-los para ação quando você adiciona melodia. Quase sempre você precisará neutralizar primeiro, e então motivar para uma nova ação. O tom é a conexão emocional para seus corações (o sexto sentido, fator decisório para comprar de você ou de algum outro).</p>
<p><strong>3-</strong> Para completar a apresentação, sente-se. Lembre-se, se a pessoa que tomar a decisão é visual sente exatamente à sua frente, se a pessoa é auditiva, sente-se em ângulo em relação a ela. E, se a pessoa é cinestésica, fique do mesmo lado da mesa e sente-se ao seu lado. Quando você estiver falando, espelhe sua postura e esteja certo de manter-se em constante contato com sua proposta.</p>
<p>Você está agora ligando-se com o último terço do cérebro, a porção emocional ou cinestésica.</p>
<p>Se as pessoas com poder decisório são visuais aponte algo na proposta e peça-lhes que sublinhem, chequem ou marquem os pontos-chave que você deseja que eles se lembrem (use um ritmo vocal + rápido). Você está fazendo com que eles vejam algo e sentindo isso enquanto tomam notas (olhando para baixo).</p>
<p>Se são auditivos (não precisam ver, mas precisam ouvir) não aponte coisa alguma. Prossiga mantendo contato com sua proposta e simplesmente diga-lhes o que você quer que eles se lembrem.</p>
<p>Seja específico e use um &#8220;ritmo&#8221; ponderado de voz.</p>
<p>Se cinestésico, corra sua mão sobre cada página lentamente, acaricie, toque, segure a proposta com carinho, e olhe para baixo (para a proposta) use um ritmo de voz vagaroso. Você pode escolher fazer um pouco de cada um dos três procedimentos quando em dúvida sobre quem é o responsável pela decisão.</p>
<p>Agora que você usou suas habilidades de PNL, levante-se, aperte as mãos deles (despeça-se) e saiba que você usou as mais poderosas janelas de comunicação da mente inconsciente. Sua informação está profundamente enraizada nos computadores mentais deles.</p>
<p>PARA CLIENTES VISUAIS</p>
<p>MOSTRAR &amp; FALAR<br />
PARA CLIENTES AUDITIVOS<br />
FAZER PERGUNTAS E<br />
FALAR FALAR FALAR<br />
PARA CLIENTES CINESTÉSICOS<br />
FICAR EM CONTATO COM AS EMOÇÕES DELES<br />
DEIXANDO-OS &#8220;SENTIR AS COISAS&#8221;</p>
<p>Jane Herron é trainer e apresenta e conduz Vision Quests For Women in Salt Lake City.<br />
Artigo extraído da Anchor Point de abril de 95</p>
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		<title>Tem dificuldade em se aproximar de alguém? Experimente usar essa estratégia!</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:38:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você vai encontrar aqui estratégias indicadas para facilitar sua aproximação de alguém que tenha dificuldade de se abrir com você. Seguindo os passos aqui colocados, não terá dificuldades para estabelecer o relacionamento desejado num período de tempo às vêzes surpreendentemente curto.
A palavra &#8220;rapport&#8221;, que vem do francês, quer dizer &#8220;relação&#8221;. Você vai aprender a usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você vai encontrar aqui estratégias indicadas para facilitar sua aproximação de alguém que tenha dificuldade de se abrir com você. Seguindo os passos aqui colocados, não terá dificuldades para estabelecer o relacionamento desejado num período de tempo às vêzes surpreendentemente curto.</p>
<p>A palavra &#8220;rapport&#8221;, que vem do francês, quer dizer &#8220;relação&#8221;. Você vai aprender a usar a técnica do &#8220;Rapport&#8221;. Fique tranquilo: O objetivo não é adquirir poderes semi-hipnóticos sobre o outro e penetrar em sua mente. Ao usar essa técnica fará com que a pessoa se sinta tão à vontade com você que irá revelar, naturalmente, coisas importantes para que você possa compreendê-la melhor e com isso tornar-se mais próxima. Assim sendo, podemos dizer que o objetivo de usar o &#8220;Rapport&#8221; é criar uma ponte até o outro, facilitando o contato e um maior nível de compreensão.</p>
<p>Pesquisa feitas comprovaram que numa comunicação o que menos atinge o interlocutor é o conteúdo das palavras.A linguagem não verbal de uma pessoa (gestos, posturas físicas etc.) e o tom de voz emitido por ela têm um peso muito maior no modo como sua mensagem será apreendida do que o que diz através de palavras . Acredito que isso seja uma surpresa para você.</p>
<p>Leia o experimento abaixo e com um grupo de amigos, tire a prova para ver como funciona.</p>
<p>Experimento: Pede-se a um participante da pesquisa que saia da sala. Combina-se com uma pessoa que ficou na sala que ela comunique aquele que está fora alguma coisa desagradável do ponto de vista do conteúdo logo que ele voltar à sala. Ao fazer a comunicação, deverá usar um tom de voz próprio para comunicar uma notícia agradável, acompanhado de uma linguagem corporal que inspire credibilidade e tudo mais que for necessário para passar a impressão de que está falando de um fato muito positivo. Para surpresa dos experimentadores, comprovou-se que a pessoa testada ouviu o que lhe foi comunicado de forma bastante distorcida, sendo muito mais influenciada pelo tom de voz e pela linguagem não verbal. Ficou, de certa forma, incapacitada de perceber que estava recebendo uma má notícia.</p>
<p>O &#8220;Rapport&#8221;. Para iniciar uma conversa com uma pessoa que o atrai mas ao mesmo tempo o deixa inseguro, esqueça-se de você mesmo e passe a observar a pessoa de forma discreta. Você deve estar muito atento pois a base dessa estratégia que visa facilitar o início de um relacionamento é captar algum aspecto do comportamento da pessoa de quem, em breve, você se sentirá bastante próxima. Escolha algum aspecto do comportamento dela para imitá-lo de forma sutil e elegante. Se quiser, escolha vários, como são sugeridos a seguir.</p>
<p><strong>1)</strong> Esforce-se, por exemplo, par perceber em que ritmo a pessoa respira e busque sintonizar e respirar no mesmo ritmo dela.</p>
<p><strong>2)</strong> Postura corporal: Faça com que sua postura corporal combine com a postura do corpo do outro ou parte do corpo do outro. Se a pessoa estiver sentada procure sentar-se da mesma forma. Se estiver de pernas cruzadas, cruze suas pernas. Se ela estiver em pé, encostada em algum lugar, encoste-se também. Perceba que você, na verdade, está espelhando essa pessoa e mudará de gestos e posições sempre que for necessário para acompanhá-la.</p>
<p><strong>3)</strong> Movimentos corporais: Escolha qualquer movimento do corpo da pessoa espelhada que seja constante, repetitivo, característico de seu jeito de ser. Observe seus gestos predominantes e, por sua vez, repita-os. Incline-se como ela, imite seus balanços corporais.</p>
<p><strong>4)</strong> Expressões faciais: Adote suas expressões fisionômicas tais como: veja se ela mexe com a sobrancelha, se enruga a testa ou o nariz, se aperta os lábios, se tem o sorriso aberto ou contido, seu modo de olhar.</p>
<p><strong>5)</strong> Qualidades vocais: Fique atento às hesitações quando ela fala, ao tom da voz, ao volume, veja se ela fala rápido ou lentamente, se sabe pontuar sua narrativa etc. e procure acompanhá-la.</p>
<p><strong>6)</strong> Palavras processuais: Detecte as palavras e expressões mais usadas. São normalmente palavras-chaves que têm um grande valor para a pessoa. Ouvir você usar palavras tão conhecidas irá contribuir para que ela se sinta mais à vontade com você, pois irá parecer mais familiar, exorcisando o fantasma do desconhecido, que na maioria das vêzes é assustador.</p>
<p><strong>7)</strong> Espelhamento cruzado: Outro recurso que você tem a seu dispor é fazer o espelhamento cruzado, que consiste em espelhar um aspecto diferente do comportamento do outro. Um exemplo: balance suavemente uma parte de seu corpo no mesmo ritmo da respiração do outro. Terá o mesmo efeito. Após ter treinado essa técnica com alguém poderá utilizá-la com a pessoa que realmente está lhe interessando. Irá perceber que pouco a pouco ela exibirá um comportamento mais accessível. Quando sentir que a relação foi estabelecida no nível desejado, você poderá começar a mudar seu comportamento, introduzindo seu modo de ser, seus movimentos etc. sendo quase certo que ela irá segui-lo. Aí você se dá conta de que pode conduzir a pessoa em outra direção. A grande regra é : ACOMPANHE, ACOMPANHE, ACOMPANHE &#8230; e depois CONDUZA.</p>
<p>Da mesma forma que há pessoas que tocam músicas de ouvido, sem nunca terem estudado, há pessoas que sem nada aprenderem sobre essa técnicas e outras tantas, usam-nas sem perceber. Podem ser pessoas manipuladoras, sedutoras, que agem sem nenhum aprendizado prévio e conseguem sempre atingir seus intentos.</p>
<p>Na PNL, o acompanhamento e a condução pressupõem uma intenção positiva, ética. É a maneira eficaz de se aproximar de um resultado que estava difícil de ser alcançado. Esse exercício requer que você preste bastante atenção ao outro e que seja flexível o suficiente no acompanhamento para responder ao que vê, ouve e sente do outro.</p>
<p>Claro que terá necessidade de ter em mente um tema para conversarem. Talvez alguma pergunta que você possa fazer, demonstrando interesse pela vida dessa pessoa que lhe é tão especial. Agora, você pode se surpreender se perceber uma abertura espontânea da parte dela, tão fechada no início. Há casos em que ela o toma como alguém já conhecido há muito tempo, o que poderá despertar-lhe o desejo de tê-lo como confidente.</p>
<p>Veja que na Internet, onde a ausência do corpo dá margem a que a imaginação não se deixe cercear, cada um vê naquele com quem está trocando e-mails muitas coisas de si mesmo (o outro funciona como espelho), ou só enxerga as partes positivas. Essa é uma hipótese que encontrei para explicar as paixões fulminantes que costumam fazer com que os dois astronautas tentem retardar o encontro que pode funcionar como água na fervura. Depois do impacto inicial, em que comumente ocorre o esfriamento da relação daqueles que se julgavam totalmente apaixonados, realiza-se um processo de acomodação à nova situação. Retomam o relacionamento num ritmo mais realista (menos especular) embora sem aquele toque mágico do período em que nunca haviam se visto.</p>
<p>Bem, você está de posse de um instrumento poderoso e que deve ser usado com destreza e sobretudo com muita atenção. Para uma pessoa tímida pode ajudar bastante e se você for muito expressivo fisionômica e corporalmente, poderá ter um êxito ainda mais rápido no uso da técnica do &#8220;Rapport&#8221;. Dê um retorno!</p>
<p>Thaïs Sá Pereira e Oliveira<br />
Psicóloga e Psicanalista.<br />
Master Practitioner em PNL<br />
Coluna &#8220;Thaïs Responde&#8221;- ParPerfeito<br />
Técnica da PNL, criada por Bandler &#038; Grinder</p>
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		<title>Rapport- Sintonia em Comunicação</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:35:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rapport significa um relacionamento marcado pela concordância e alimenta semelhanças. É um relacionamento no qual as pessoas estão alinhadas e em harmonia, tanto verbal como não verbal.
Define-se rapport como um relacionamento caracterizado pela harmonia, similaridade ou afinidade. Existem duas formas de se olhar para as pessoas. Uma delas é enfatizando as diferenças, outra é enfatizando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rapport significa um relacionamento marcado pela concordância e alimenta semelhanças. É um relacionamento no qual as pessoas estão alinhadas e em harmonia, tanto verbal como não verbal.<br />
Define-se rapport como um relacionamento caracterizado pela harmonia, similaridade ou afinidade. Existem duas formas de se olhar para as pessoas. Uma delas é enfatizando as diferenças, outra é enfatizando as semelhanças dos assuntos compartilhados.<br />
Dois níveis mentais operam simultaneamente em qualquer comunicação e relacionamento: o consciente e o inconsciente.</p>
<p>É a mente consciente que detecta as diferenças. É ela que nos faz sentir-nos excitados ou curiosos por novidades e coisas diferentes. Mas estes impulsos são facilmente superados e dominados pela mente inconsciente. É ela que detecta as semelhanças, que nos faz buscar similitudes, familiaridade em todas as situações em que nos encontramos na vida, porque coisas familiares nos dão bem-estar e segurança. Uma viagem a lugares exóticos, excita a mente consciente, e mesmo que estejamos curtindo estes lugares e experiências novas, há sempre um imperativo interior que nos leva a procurar coisas e situações familiares. É por isso que nos sentimos mais motivados a conversar com alguém que tenha algo em comum conosco do que ao contrário. Como nossa mente consciente é responsável por, aproximadamente 5% à 9% das atividades de nossa vida, ficando com nossa mente inconsciente os restantes 91% à 95%, conclui-se que a força do inconsciente tem preponderância sobre as necessidades conscientes. Se enfatizarmos as diferenças num relacionamento, será difícil conseguir rapport. Ao enfatizar o que as pessoas têm em comum, resistências e antagonismos tendem a desaparecer.</p>
<p>Quando ele se transforma em persuasão, ter grande rapport com o outro pode conduzir a uma situação de aceitação incondicional de uma sugestão. Isto é devido ao nível de confiança que vem com o rapport. Se houver confiança, então o outro estará aberto a aceitar o que você tem a dizer.</p>
<p>Usar a técnica da rapport é um aprendizado profundo, e um dos pressupostos usados é a Lei das Variedades Requisitivas, já mencionada, quando apresentamos os pressupostos norteadores da <a href="http://site.suamente.com.br/">PNL</a>. Segundo esta lei, num sistema inter-relacionado, homens ou máquinas, o elemento que tiver mais flexibilidade estará no controle dessa situação. Há várias maneiras de ver o mundo e as pessoas. Aquele que tiver mais habilidade de ver e interagir com o mundo de maneiras diferentes estará no controle da situação. Expandir a própria identidade com outras pessoas é ampliar os horizontes pessoais e compreender melhor os acontecimentos dentro de uma perspectiva maior.</p>
<p>Estabelecer rapport é uma maneira de encontrar outra pessoa no seu modelo de mundo ou mapa. Uma das estratégias para se estabelecer um vínculo de rapport foi modelado no Dr. Milton Erickson, conhecido como o maior médico hipnólogo do mundo. Ele era capaz de lidar com clientes mais resistentes e difíceis. A técnica que ele usava era conhecida como espelhamento.</p>
<p>Espelhamento, neste contexto, significa encontrar outra pessoa onde ela está, refletir o que ela sabe ou aceitar como verdade ou acompanhar parte da sua experiência ou fisiologia do momento. É acompanhar a outra pessoa naquilo que concordamos ou alinhar-se com ela, ou sentir algo em comum ou semelhante a ela. Espelhar é uma técnica específica para se estabelecer um vínculo de harmonia com as pessoas. O rapport cria um estado em que as pessoas se sentem mais dispostas a reagir favoravelmente à pessoa com quem está se comunicando e a manter um relacionamento mais positivo e receptivo. O que ocorre, normalmente, no dia a dia é que as pessoas estabelecem rapport à nível inconsciente, não sabem como o conseguiram. Bandler e Grinder, modelando Milton Erickson, criaram técnicas científicas que nos permitem criar conscientemente o clima de rapport, condição fundamental para qualquer comunicação bem sucedida. Com a prática torna-se cada vez mais fácil encontrar-se em outras pessoas, nos alinharmos a outras pessoas. Quando as pessoas se identificam umas com as outras, quando tem o insight de que são parte de um todo maior, entram em cooperação.</p>
<p>O processo de &#8220;acompanhar&#8221;, inconsciente ou deliberadamente, é sem dúvida a base da maioria das experiências que denominamos de &#8220;harmonia&#8221;, rapport, &#8220;confiança&#8221;, &#8220;influência&#8221;, ou persuasão. Quando se acompanha alguém, por meio de recapitulação verbal do contexto, entra-se em sincronia com o processo interno da pessoa e passa a um clima de confiança e receptividade, além de neutralizar e acalmar pessoas que estejam nervosas ou agressivas.<br />
Esse tipo de sincronia serve para reduzir enormemente a resistência entre o emissor e o receptor em uma comunicação. Pode-se de uma forma, sutil e elegante, recapitular verbalmente, em quatro níveis:</p>
<p><strong>Nível I:</strong> Recapitular as palavras e expressões linguísticas usadas. Esta é a maneira mais superficial de espelhamento verbal. Essa repetição utiliza funções racionais do hemisfério cerebral dominante.</p>
<p><strong>Nível II:</strong> Recapitular o significado que as palavras procuram transmitir. Aqui se usam também as funções racionais e lógicas do hemisfério dominante.</p>
<p><strong>Nível III:</strong> Recapitular as emoções implícitas nas palavras e na musicalidade da voz usada, através das propriedades criativas ou intuitivas do hemisfério cerebral direito, para as pessoas destras .</p>
<p><strong>Nível IV:</strong> Recapitular tanto as palavras quanto os significados e as emoções implícitas. Este é o meio mais profundo de recapitular, pois usa- se a mente global para acompanhar a situação, ou seja, o hemisfério esquerdo e o direito.<br />
A estratégia do rapport é validar + acompanhar + acompanhar + conduzir.</p>
<p>Validar ou espelhar o comportamento verbal e não verbal de uma pessoa é reconhecer e respeitar o fato de que ela tem o direito de ser como é, sentir o que está sentindo, fazer o que está fazendo e compreender que isto é reflexo direto de seu modelo representativo de mundo. Compreender isto não nos obriga a concordar com o que a pessoa sente ou faz. Compreender e validar é o primeiro passo para se conseguir uma comunicação eficaz.</p>
<p>A habilidade do rapport surge da habilidade de observar, entender e usar a estratégia da pessoa com quem estamos nos comunicando (acuidade sensorial e flexibilidade). Qualquer um que se envolva diretamente com pessoas ( familiares, colegas de trabalho, educadores, advogados, terapeutas, administradores, etc), sabe intuitivamente, que grande parte do sucesso de sua interação depende da habilidade que se tenha de estabelecer e manter rapport. O conhecimento da estratégia e do processo de acompanhar ou espelhar irá facilitar muito este objetivo.</p>
<p>Imitar, Igualar-se, ajustar-se, acompanhar ou espelhar o comportamento (verbal ou não verbal) de uma pessoa é o processo pelo qual pode-se estabelecer o rapport, pois logo no início de qualquer comunicação e relacionamento, é como se dissesse à mente inconsciente do receptor, que está com ele, que o entende, estabelecendo-se, portanto, um vínculo de confiança. A pessoa não percebe como isto ocorreu, porque tudo aconteceu subliminarmente, de forma inconsciente.</p>
<p>O espelhamento com discrição, elegância e sutileza enfatiza a importância da percepção dos aspectos comportamentais da outra pessoa permitindo que o emissor a encontre em seu modelo de mundo, em seu mapa mental. Validar não significa concordar, mas respeitar o momento e o nível da pessoa com quem se está falando.</p>
<p>Há muitas maneiras de espelhar uma outra pessoa. Pode-se espelhar e acompanhar seu humor, a linguagem corporal, os padrões lingüísticos e características vocais.</p>
<p>Para se obter rapport, pode-se espelhar qualquer parte do comportamento da outra pessoa, ajustando-se ao comportamento verbal e não verbal dela. E quando conseguimos nos igualar a ela podemos testar se obtivemos rapport, conduzindo, ou seja, mudando gradualmente nosso comportamento e observando se a outra pessoa nos acompanha.</p>
<p>Para usar as técnicas de espelhamento, é preciso ter em mente que isto não é fazer mímica na frente de outra pessoa. É necessário que se espelhe e acompanhe com bastante sutileza e elegância, para que o interlocutor não se sinta &#8220;imitado&#8221; e &#8220;intimidado&#8221;.</p>
<p>O vínculo de harmonia que se procura estabelecer por meio dessas técnicas é dirigido à mente inconsciente. Como já dissemos, nossa mente inconsciente procura as semelhanças para nos colocar em posições confortáveis e receptivas. Espelhar nada mais é do que uma comunicação não verbal feita diretamente para o interior da outra pessoa com este significado: &#8220;Veja, temos algo em comum! Estou com você! Estou prestando atenção em você!&#8221;.</p>
<p>A tonalidade da voz, assim como o volume, pode ser alto ou baixo. O ritmo pode ser rápido ou lento, com ou sem pausas. Como a maioria das pessoas é totalmente inconsciente de seu próprio ritmo e volume vocal, elas não percebem quando estão sendo espelhadas.</p>
<p>Espelhar o ritmo, a tonalidade e o volume da voz é o melhor meio de se estabelecer rapport no mundo empresarial, principalmente quando se usa muito o telefone. Não é preciso espelhar a voz com exatidão, mas apenas num nível suficiente para que a outra pessoa se sinta &#8220;compreendida&#8221;. Se o ritmo, volume ou tonalidade do emissor forem muito diferentes é necessário que este vá ajustando, sem fazer mudanças súbitas na voz, mas pequenos e discretos movimentos para ajustar-se ao ritmo, volume e tonalidade da voz do interlocutor. O primeiro passo é se conscientizar dos diferentes ritmos da fala das pessoas, exercitando espelhá-las.</p>
<p>Espelhar a respiração é uma estratégia muito eficiente para obter-se rapport. A respiração na maioria das pessoas pode ser facilmente percebida, mesmo com pouca prática. Pelos movimentos de elevação e abaixamento do peito, dos ombros, do pescoço, do abdomem. Uma vez detectado o ritmo respiratório, pode-se respirar acompanhando-o por alguns instantes sincronizando-se com o ritmo da outra pessoa. Espelhar e acompanhar o ritmo respiratório é a forma mais poderosa de se estabelecer empatia. Respirar junto com alguém é o processo de rapport mais profundo. Quando se dança com alguém, se ouve música, se faz amor, respira-se na mesma sintonia com outra pessoa, no mesmo ritmo.</p>
<p>O campo magnético, se medido, terá a mesma freqüência.</p>
<p>É necessário, também, espelhar a postura. Este é o mais fácil dos espelhamentos e acompanhamentos e se não se tomar cuidado ao realizá-lo pode-se ser surpreendido como um &#8220;mímico&#8221; imitando a outra pessoa. É assumir a mesma atitude corporal da pessoa. Observar se ela está em pé, sentada, braços ou pernas cruzadas, inclinada para a direita, para a esquerda, para frente ou para trás e colocar-se, discretamente, da mesma maneira. É interessante se observar a quantidade de espelhamentos que ocorrem, sem que as pessoas se dêem conta.</p>
<p>Podemos espelhar e acompanhar movimentos rítmicos da outra pessoa, ou movimentos respiratórios muitos acelerados, por meio do espelhamento cruzado, isto é, acompanhar estes movimentos rítmicos com movimentos de outras partes do corpo. Pode-se acompanhar, por exemplo, o ritmo respiratório rápido ou tiques nervosos de uma pessoa com batidas discretas de uma caneta ou movimentos do pé ou tamborilar sutilmente com os dedos.</p>
<p>Para se estabelecer um bom rapport leva-se de segundos a poucos minutos. Poucos minutos de bom espelhamento permitem conduzir a outra pessoa para o ritmo, postura e estado interno que se queira. E quando a outra pessoa acompanhar inconscientemente será uma evidência de rapport.</p>
<p>Espelhar e acompanhar é uma técnica para usar quando se percebe que o interlocutor, por qualquer motivo não está em rapport ou está fora de sintonia.<br />
Não é necessário espelhar fixamente uma determinada parte do corpo ou do comportamento do interlocutor, mas ir mudando o acompanhamento indo da postura para a respiração, por exemplo, e depois passar para os gestos ou acompanhamentos verbais. O objetivo é estabelecer algo em comum com o interlocutor.</p>
<p>Uma das melhores maneiras de mudar o comportamento de alguém é sincronizar seu corpo com o ritmo ou alguma parte do comportamento do outro, acompanhá-lo e então alterar seu próprio comportamento. Em rapport isto é chamado de &#8220;condução&#8221;.</p>
<p>Se espelharmos e acompanharmos por alguns minutos a respiração e o tônus muscular de alguém e depois formos lentamente diminuindo o ritmo de nosssa respiração e o tônus dos músculos, podemos perceber se a respiração e os músculos da pessoa nos acompanham ou não. Se isto não acontecer é necessário que voltemos a espelhar por mais alguns minutos e tentarmos a condução novamente.</p>
<p>O rapport é um processo dinâmico. Se durante uma comunicação percebe-se uma perda de rapport é importante que se volte a espelhar e acompanhar sutilmente as pistas sensoriais do interlocutor até que o vínculo se restabeleça. Com o domínio desta técnica pode-se regular o nível de rapport desejado para que o relacionamento ou a comunicação se torne adequada. Pode-se também romper o rapport quando necessário e adequado. Por exemplo, quando alguém está vendendo algo ou quando deparamos com contratos, negociações e comunicação confusas e inadequadas.</p>
<p>As estratégias de rapport (espelhamento e condução) deixarão de ter o seu valor se não foram praticadas com congruência, sinceridade e intenção positiva. É necessária uma postura ética de verdadeiro respeito e carinho com a pessoa com a qual estamos nos comunicando.</p>
<p>Estabelecer rapport e confiança é uma arte e uma ciência. Entrar em rapport com alguém não significa necessariamente concordar com ele, mas sim validá-lo, respeitar seu mapa e sua opinião. É como dizer: &#8220;Considero ver e apreciar aonde você quer chegar, e se eu estivesse na sua posição provavelmente me sentiria da mesma maneira. Respeito sua opinião&#8221;.</p>
<p>Fonte: www.eps.ufsc.br</p>
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		<title>RAPPORT</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:32:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você pode ter um PhD em comunicação em Harvard, um mestrado em lingüística em Cambridge ou um pós-doutorado em oratória pelo Actors’. Se, entretanto, você não aprendeu a criar e manter rapport com seus interlocutores, nada feito. Você não vai conseguir nem se eleger sub-síndico do seu edifício.
E como é que se estabelece rapport com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode ter um PhD em comunicação em Harvard, um mestrado em lingüística em Cambridge ou um pós-doutorado em oratória pelo Actors’. Se, entretanto, você não aprendeu a criar e manter rapport com seus interlocutores, nada feito. Você não vai conseguir nem se eleger sub-síndico do seu edifício.</p>
<p>E como é que se estabelece rapport com os outros? E antes que eu responda, para quê fazer isso?</p>
<p>O mais engraçado é que você já faz rapport desde criancinha, com outro nome, ou mesmo sem nome nenhum. Mesmo sem saber o significado da palavra. Só que você o faz sem prestar atenção que está fazendo. Como você o faz intuitivamente, os resultados são aleatórios: ora funcionam, ora não. Quando você aprende a construir e a manter rapport conscientemente, a tal ponto que isto se transforme numa segunda natureza, e que você passe a agir medularmente, os resultados serão sistemáticos e o céu é o limite!</p>
<p>Para livrá-lo das trevas da ignorância, desinformado leitor, rapport é uma palavra francesa sem tradução exata, mas que pode ser entendida como empatia. Isto quer dizer que você reconhece e valida o mapa de realidade do outro, entra na pele do outro, com respeito, embora preservando seus próprios valores e sem obrigatoriamente concordar com ele. É o rapport que nos permite compreender, ser solidário, ter compaixão e amar o próximo. É como se você dissesse: “Se eu fosse você pensaria, sentiria e agiria exatamente como você pensa, sente e age&#8221;.</p>
<p>E como é que se obtém este tal de rapport, Dr. Nelson Marins? Elementar, meu caro Wattson. Espelhando verbal e não verbalmente nosso interlocutor, isto é, usando os mesmos predicativos e a mesma “fisiologia” do outro.</p>
<p>Como, minha senhora? Se dá para explicar melhor?</p>
<p>Dá, sim. As pessoas quando falam ou pensam usam, sem que se dêem conta, um monte de verbos, advérbios e adjetivos (substantivos também, mas não é esse o caso agora), chamados predicados, predicativos ou palavras processuais, que indicam como elas (e você) estão pensando. Ou seja, se estão vendo imagens internas, ouvindo diálogos internos ou fazendo representações mentais de sensações (ainda não está muito claro, isto não te deu um estalo, você não pegou o espírito da coisa, desatento leitor?).</p>
<p>Como dar exemplos é uma excelente forma de ensinar, veja se consegue pegar o que vou dizer, obtuso leitor.</p>
<p>O cliente chega e começa a falar: “Sabe, Dr. Marins, as coisas estão pretas pra mim. Desde que eu vi minha mulher usando seu vestido vermelho pra se encontrar com um caracol naquela boate escura, a minha vida perdeu a perspectiva. Deixei de ser um empresário brilhante e o quadro do meu futuro me parece muito sombrio, pois acho que está “pintando” traição. Você já não viu este filme antes? A situação não parece nítida pra você, doutor?”</p>
<p>Ou então: “Ah&#8230;Dr. Nelson, desde que ouvi minha mulher telefonar para um caracol, que é um fofoqueiro, e ficar num “blábláblá” de mais de meia hora, cacarejando sem parar, eu fico calado mais do que de costume, e digo pra mim mesmo que nossa vida mudou. Tudo que ela fala não mais ressoa como antes e já não temos a antiga harmonia. Ouviu bem o que eu disse? Então, doutor, por que não responde? Por que continua em silêncio?”</p>
<p>Ou ainda: “Puxa, Marins, minha cabeça começou a rodar quando minha mulher começou a ficar toda melosa, se jogando nos braços de um caracol nojento na última festa que fomos. Isto não me cheira bem. Venho me sentindo muito amargo, com um peso enorme no peito, não consigo me desligar desses sentimentos. Sentiu meu drama?&#8221;</p>
<p>Entendeu agora, recuperável leitor, sacou, teve um estalo, um flash? No primeiro exemplo, o cliente usou frases e palavras predominantemente visuais; no segundo, auditivas e, no último caso, cinestésicas (sensações físicas e emoções).</p>
<p>E daí? Daí, como eu sei que o rapport é o primeiro e indispensável passo para criar uma comunicação eficaz e harmônica, aumentarei, intencionalmente, meu repertório de palavras e frases visuais, auditivas ou cinestésicas para entrar no mesmo comprimento de onda do cliente (frase auditiva), sem entrar no mérito da questão – se é ele, o caracol ou a mulher dele quem tem razão.</p>
<p>Como você pode notar, embora haja uma única língua explícita – o português –, há três outras ocultas em qualquer interação verbal (na realidade, há ainda uma quarta língua, a digital ou não específica, que não permite determinar em que canal a pessoa está pensando: pensar, saber, aprender, específico, inespecífico etc). O fato é que se o outro estiver falando a língua visual e você responder na linguagem cinestésica, auditiva ou digital, a comunicação vai pro vinagre. Vocês vão brigar até mesmo quando concordam com o conteúdo. Por exemplo, ambos torcem pelo Fluminense: “O Fluminense está jogando um bolão”. “O quê? Ele deveria estar na quinta divisão!”</p>
<p>Quer dizer que a recíproca é verdadeira, e que nós podemos discordar no conteúdo sem brigar? Sim, brilhante leitor: “Isto aqui, assim, assim só pode estar certo assim, desta maneira”. “Gênio! Eu nem tinha pensado desta forma”.</p>
<p>Tem mais? Tem mais, insaciável leitor, tem muito mais. Eu também posso espelhar (acompanhar) as características da voz (submodalidades auditivas) do outro, sempre com sutileza, com elegância e respeito, sem exagero ou sem caricaturá-lo. Se ele fala com velocidade de metralhadora, você não precisa se transformar em locutor de corrida de cavalos, basta acelerar um pouco. Se, ao contrário, ele fala len-ta-men-te, não há necessidade de responder de- va- gar- qua- se- pa- ran- do. Apenas reduza um pouco a sua velocidade habitual. O mesmo ocorre com as demais submodalidades auditivas. A não ser que você queira espelhar um computador (poder, pode, mas acho que não tem qualquer utilidade), todos nós, a todo o momento, variamos a velocidade, o tom (o mais importante), o ritmo, o timbre e demais características da nossa fala. A propósito, se o seu registro vocal é de baixo profundo não se transforme num soprano ligeiro para espelhar uma gentil donzela. Apenas torne sua voz um pouco mais aguda, como, aliás, você já o faz desde que nasceu. Com a prática, é muito fácil você ajustar tais características, de modo espontâneo, às da outra pessoa.</p>
<p>Acabou? Ainda não, ansioso leitor. Há outros elementos que causam um impacto maior e que são muito mais poderosos para criar e manter rapport – e inclusive para interrompê-lo, a não ser que você queira se casar com a pessoa, ou se tornar um xifópago, e viver com ela em tempo integral e dedicação exclusiva.</p>
<p>Espelhar (ou acompanhar) a respiração, as expressões fisionômicas, gestos, posturas, movimentos dos olhos e que tais, é uma fórmula mágica para obter comunicação eficaz e harmônica, que lhe permite desfrutar a intimidade e o prazer da convivência das pessoas com as quais se relaciona. E assim, transformar problemas em soluções, “mau” estresse em desafios estimulantes e, até mesmo, traumas e sofrimentos em experiências enriquecedoras. Em resumo, tudo isto vai lhe proporcionar – e àqueles que fazem parte da sua vida – uma excelente qualidade de idem.</p>
<p>Tudo bem, Dr. Marins, mas como é que vou fazer rapport com alguém em plena crise de asma, ou que esteja reclamando aos berros, ou muito triste, ou que esteja calado e parado?<br />
Excelentes perguntas, arguto leitor. Mas, para respondê-las, vamos por partes, como diria Jack, o Estripador.</p>
<p>Com uma pessoa com asma – ou com “tiques” nervosos – é claro que você não deve fazer um espelhamento direto, sob pena de desestruturá-la (mormente se você acrescentar chiados, silvos e roncos). Faça um acompanhamento cruzado, movendo, por exemplo, sua mão (discretamente) no mesmo ritmo da respiração ou do “tique” do outro. Depois de algum tempo, experimente conduzi-la, movendo sua mão progressivamente mais devagar. Costuma dar resultados incríveis!</p>
<p>Você pode usar o mesmo processo com uma pessoa possessa. Mas não caia na dupla armadilha de falar muito mais baixo ou muito mais alto – e até no mesmo volume – que ela. Fale um pouquinho mais baixo. O resto é igual.</p>
<p>A pior coisa que pode acontecer com uma pessoa triste, deprimida, é você procurar animá-la com a estratégia da Polyanna ou do madrugador jovial: “Eia! Sus! Anime-se, reaja, a vida é bela!” O resultado costuma ser desastroso! Comece acompanhando-a com um tom de voz, fisionomia, gestos, postura e respiração semelhantes – que indicam sua compreensão e respeito – e, aos poucos, experimente conduzi-la para um estado mais rico de recursos, com o que você poderá ajudá-la a encontrar melhores soluções.</p>
<p>Finalmente, como lidar com uma pessoa que está parada e calada? A primeira coisa é verificar se ela está morta. Aí, não dá. Caso ela esteja viva – mesmo que seja muda e paralítica – você poderá espelhar um ou mais aspectos da “fisiologia” dela, sendo a respiração o mais poderoso. Funciona até com esquizofrênico catatônico!!! Até com seu cachorro!!!</p>
<p>Por fim, é fundamental ressaltar que o espelhamento não é uma imitação, uma caricatura do outro, o que geraria respostas indesejáveis. O espelhamento, direto ou cruzado, no mesmo ou em diferentes sistemas, deve ser discreto, sutil, elegante, respeitando o mapa da realidade e os valores do outro e, ao mesmo tempo, mantendo a própria integridade.</p>
<p>Fonte: www.nelsonmarins.com.br</p>
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		<title>RAPPORT – O Ingrediente Mágico</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:31:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Penny Tompkins e James Lawley
&#8220;Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum. É a capacidade de ir totalmente do seu mapa do mundo para o mapa do mundo dele. É a essência da comunicação bem-sucedida.&#8221;
Anthony Robbins
&#8220;Nunca ninguém me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Penny Tompkins e James Lawley</p>
<p><em>&#8220;Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum. É a capacidade de ir totalmente do seu mapa do mundo para o mapa do mundo dele. É a essência da comunicação bem-sucedida.&#8221;</em><br />
Anthony Robbins</p>
<p>&#8220;Nunca ninguém me escutou como você.&#8221; Assim falou uma jovem senhora – viciada em drogas, desempregada e ameaçada de ser despejada da sua casa. Será que nós temos um talento mágico que nos permite obter, repetidamente, respostas como essa dos nossos clientes? Não, nós simplesmente construímos um nível de rapport tão profundo que as pessoas sentem-se verdadeiramente ouvidas e experimentam uma sensação de segurança.</p>
<p>Nós descobrimos que isso é um pré-requisito para a comunicação efetiva, quer em aconselhamento, nas nossas vidas pessoais, na vida profissional&#8230; em qualquer lugar, e com qualquer um.</p>
<p>Basta seguir as etapas abaixo, e você também poderá otimizar as suas habilidades de comunicação. Com isso, você será capaz de melhorar a qualidade da sua vida e da vida daqueles à sua volta.</p>
<p><a href="http://site.suamente.com.br/"><strong>PNL</strong></a></p>
<p>Se você já leu artigos sobre o início da PNL, se recordará que a PNL começou com o estudo de excelentes comunicadores.</p>
<p>Qual é a diferença que faz a diferença em sentir-se confortável e apreciado por alguém, mesmo se ele discordar do que você disse? Como é que você gosta instantaneamente de algumas pessoas que encontra – enquanto que de outras, você não consegue nem escapar suficientemente rápido? Por que você pode falar com algumas pessoas durante horas e isso parecer apenas minutos?</p>
<p><strong>RAPPORT</strong></p>
<p>A resposta para todas essas perguntas é o RAPPORT. Um dos alicerces da PNL e o mais importante processo em qualquer comunicação. Quando as pessoas estão se comunicando em rapport, elas acham fácil serem entendidas e acreditam que seus interesses são altamente considerados pela outra pessoa. Rapport significa receptividade ao que a outra está dizendo; não necessariamente que você concorde com o que está sendo dito. E quando você está em rapport, algo mágico acontece. Você e os outros sentem que são escutados e ouvidos. Num nível inconsciente, existe o confortável sentimento de &#8220;Essa pessoa pensa como eu, eu posso relaxar&#8221;.</p>
<p>O verdadeiro rapport cria uma atmosfera de confiança mútua. Se você está usando o rapport como uma tática para manipular outra pessoa para a sua maneira de pensar, em algum nível ela sabe disso instintivamente e não irá reagir positivamente. Entretanto, se você se tornou um perito na arte do rapport e a sua intenção é ouvir e ser ouvido, para alcançar soluções ganha-ganha ou para criar amizades genuínas, você irá se tornar um comunicador poderoso e confiável.</p>
<p>Muitas vezes, as pessoas estão naturalmente em rapport. Você já percebeu que alguns casais nos restaurantes estão em sintonia um com o outro e que seus corpos se movem juntos como que dançando? Preste atenção nas crianças brincando, observe as interações nas reuniões, note os amigos num pub. Veja e ouça como o efeito de duas pessoas se movendo juntas produz resultados positivos na comunicação delas. Observe também como a qualidade da interação muda para uma falta de comunicação quando a fisiologia delas não combina e elas estão fora de sincronia uma com a outra.</p>
<p><strong>ESPELHAR</strong></p>
<p>Assim sendo, como nós podemos conscientemente melhorar a nossa própria habilidade de rapport? Podemos começar aprendendo o processo chamado de &#8220;espelhamento&#8221; – que é utilizado para reproduzir o comportamento da outra pessoa. Comportamentos que você pode espelhar incluem:</p>
<p>- Postura corporal<br />
- Gestos da mão<br />
- Expressões faciais<br />
- Deslocamento do peso<br />
- Respiração<br />
- Movimento dos pés<br />
- Movimento dos olhos</p>
<p>Espelhar é &#8220;copiar&#8221; fisicamente os comportamentos da outra pessoa de uma maneira sutil. Tente espelhar apenas um aspecto do comportamento da outra pessoa enquanto estiver falando com ela – talvez a postura dela. Quando isso se tornar fácil, inclua outro suavemente, como os gestos da mão dela. Gradualmente acrescente outro e outro até você estar espelhando sem pensar sobre isso. Quanto mais você praticar, mais fácil se torna. Como retribuição, a mesma reação positiva e confortável que você criou para a outra pessoa, será sentida por você mesmo.</p>
<p><strong>PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA</strong></p>
<p>Quanto mais você praticar, mais você se tornará consciente dos diferentes ritmos, gestos, padrões da respiração que você e os outros têm. É fascinante entrar no &#8220;mapa do mundo&#8221; da outra pessoa espelhando o comportamento dela. Dessa maneira você pode aprender muito mais sobre ela.</p>
<p>Tenha certeza de ser sutil no espelhamento quando estabelecer rapport. Se a outra pessoa está fazendo grandes gestos, impetuosos, você pode escolher fazer igual, mas menor, movimentos menos óbvios. O início pode parecer desajeitado. Mas o valor de aprender a conseguir e manter o rapport vale todo o tempo e o esforço que leva para se tornar um especialista nessa área de comunicação.</p>
<p>E você pode ser surpreendido ao descobrir que a sua &#8220;intuição&#8221; ficará mais intensa quando se tornar consciente dos comportamentos e ações que anteriormente não percebia.</p>
<p>Espelhar é algo que nós fazemos automaticamente quando estamos em torno das pessoas com as quais nos sentimos confortáveis. Aprender a espelhar de propósito para obter rapport nos capacita a melhorar a nossa comunicação com os demais e a ter o apoio de todos que encontramos que nos ajudam a realizar nossos objetivos e metas.</p>
<p>Se você tem a mínima dúvida de que espelhar realmente funciona… experimente. Escolha três pessoas com quem você quer uma melhor comunicação e as espelhe por apenas 10 minutos. Note a diferença que isso faz.</p>
<p><em>&#8220;Você não quer clientes&#8230; você quer fãs enlouquecidos!!!&#8221;</em><br />
Anthony Robbins</p>
<p>Um de nossos estudantes na City University tentou melhorar de emprego por alguns anos. Depois de aprender algumas habilidades básicas do rapport como espelhar e combinar, e utilizando isso nas entrevistas, ele finalmente obteve sucesso e acabou numa posição brilhante na City. Ao praticar suas habilidade de rapport nas entrevistas, outro estudante se tornou um apresentador de TV.</p>
<p>Anthony Robbins é um mestre nas habilidades de combinar e espelhar do rapport. Essas habilidades se tornaram tão naturais que ele nem mesmo precisa pensar para fazê-las. Elas são automáticas.</p>
<p>Os leitores da &#8220;Personal Success&#8221; também estão tendo vantagens das sugestões e dos exercícios de PNL, aprendendo novas e poderosas habilidades de comunicação, e como resultado, estão mudando para melhor suas vidas.</p>
<p>E você? Está pronto para tentar algo novo e fazer estas mudanças agora?</p>
<p><strong>ESPELHAR</strong></p>
<p>Na primeira parte desse artigo, nós introduzimos o espelhar. Espelhar é &#8220;copiar&#8221; fisicamente o comportamento de outra pessoa, como se os movimentos dela estivessem se refletindo de volta para ela. Isso é feito com respeito e sutilmente. Num nível inconsciente, a pessoa com quem você se comunica dessa maneira, se sente reconhecida e aprecia o seu interesse por ela. Você está acompanhando a experiência da pessoa, e apesar dela não perceber o seu espelhamento, ainda assim ele terá um efeito profundo.</p>
<p>Espelhar feito com integridade e respeito cria sentimentos positivos e reações em você e nos outros. Caso contrário, espelhar se torna arremedo e tem conseqüências negativas. Então, quando você aprender as habilidades de rapport adicionais que se seguem, relembre que o poderoso efeito que você cria precisa ser baseado em valores e princípios nobres.</p>
<p><strong>COMBINAR</strong></p>
<p>Uma diferença básica entre espelhar e combinar é o timing. Enquanto que espelhar é simultâneo com os movimentos da outra pessoa, combinar pode às vezes ter um fator de &#8220;atraso no tempo.&#8221; Por exemplo, se alguém está gesticulando enquanto fala e estabelece um argumento, você pode ficar quieto enquanto presta atenção. Quando for a sua vez de falar, você pode fazer os seus comentários e a sua posição usando o mesmo gesto ou similar.</p>
<p><strong>Existem outros tipos de combinar:</strong></p>
<p>EQUIPARAÇÃO CRUZADA é escolher combinar um dos comportamentos a um correspondente, porém de um tipo diferente.</p>
<p>Por exemplo, se a pessoa está piscando muito ligeiro, você pode fazer a equiparação cruzada discretamente dando pancadinhas com o seu dedo na mesma velocidade que ela pisca; ou acompanhar o ritmo de alguém falando com pequenas inclinações da sua cabeça ou da sua respiração.</p>
<p>DIFERENCIAR também é uma habilidade útil para ser dominada a fundo. Você já teve alguém falando sem parar enquanto conversava com você&#8230; e você imaginando se ela iria parar de falar?</p>
<p>Você pode quebrar o contato visual, gire o seu corpo em angulo com ela, respirar mais ligeiro ou mais devagar em contraste com a respiração dela&#8230; em resumo, faça qualquer coisa para quebrar o rapport por diferenciação. Você ficará surpreso de como a conversa rápida e facilmente chega ao fim.</p>
<p>Você irá se descobrir ouvindo e observando as outras pessoas em mais detalhes quando aprender essas habilidades básicas do rapport. Prestar atenção nos outros dessa maneira é um processo de estabelecer confiança, e quanto mais elegantemente você espelhar, combinar e equiparar cruzado, mais seus clientes irão se transformar em &#8220;fãs enlouquecidos&#8221;.</p>
<p><strong>PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA</strong></p>
<p>Quando falar com membros da sua família ou com colegas de trabalho, encontre um comportamento ou movimento específico para se focar e combine ou equipare cruzado. Você pode selecionar um comportamento por dia para praticar até que você possa formar todo o repertório de habilidades de rapport.</p>
<p><strong>Você pode:</strong></p>
<p>Usar os movimentos da sua mão para acompanhar a respiração da outra pessoa. Mexa seus pés para acompanhar os movimentos da cabeça da outra pessoa.</p>
<p>Incline os seus ombros quando a outra pessoa inclinar a sua cabeça.</p>
<p>Erga o dedo quando a outra pessoa levantar a sobrancelha.</p>
<p>Sinta-se a vontade para criar as suas próprias técnicas de equiparação cruzada! Também lembre-se de praticar o diferenciar, mas tenha certeza de finalizar a interação no estado de rapport.</p>
<p><strong>ESPELHAMENTO E COMBINAÇÃO COMPULSIVOS</strong></p>
<p>Algumas pessoas acham que elas realmente têm que combinar e espelhar.</p>
<p>Uma jovem senhora que combinava e espelhava constantemente estava sentada ao lado de uma colega que estava cansada de ser imitada. A colega deslizou na sua cadeira, e lógico que ela fez o mesmo. Então a colega deslizou ainda mais. Ela fez o mesmo. Finalmente, uma escorregada em demasia e a mulher caiu literalmente no chão! Sua colega, consciente do espelhamento, permaneceu na sua cadeira.</p>
<p><strong>RAPPORT</strong></p>
<p>Perceba a diferença que essas habilidades de rapport fazem na sua vida. Se o contexto é namorar, ser entrevistado, ou vender, você pode fazer a escolha para melhorar a suas habilidades de comunicação usando a PNL.</p>
<p>Penny Tompkins e James Lawley são consultores empresariais e pessoais, e podem ser contatados através da The Developing Company<br />
E-mail: metaphor@cleanlanguage.co.uk</p>
<p>O artigo &#8220;RAPPORT &#8211; The Magic Ingredient&#8221; encontra-se no site www.cleanlanguage.co.uk</p>
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		<title>Os primeiros anos da PNL</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:25:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Robert Anderson
A PNL levanta paixões. Um grande grupo de pessoas no mundo inteiro se sentem fascinados pelos resultados que conseguem ao aplicar a PNL na sua vida pessoal ou no seu trabalho, enquanto outro grupo de pessoas a consideram como um engano, uma fraude. Tanto uns como outros falam com veemência desta corrente psicológica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Robert Anderson</p>
<p>A <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> levanta paixões. Um grande grupo de pessoas no mundo inteiro se sentem fascinados pelos resultados que conseguem ao aplicar a PNL na sua vida pessoal ou no seu trabalho, enquanto outro grupo de pessoas a consideram como um engano, uma fraude. Tanto uns como outros falam com veemência desta corrente psicológica que, em qualquer caso, supõe uma revolução no mundo da comunicação. Como começou todo este movimento?</p>
<p>No início foi o verbo. Os dois principais impulsores da PNL não se colocaram nos seus inícios, mas que uma tentativa de analisar quais eram os elementos comuns às diferentes disciplinas psicoterapêuticas. Pensaram, com razão, que na linguagem que empregavam os psicoterapeutas de sucesso tinham que existir pautas compartilhadas e que se descobrissem esse comum denominador teriam descoberto a essência da psicoterapia. Em nenhum caso se colocaram para fundar uma nova corrente psicológica nem em revolucionar o mundo da terapia. Seu único objetivo era analisar desde o ponto de vista da gramática transformacional a linguagem empregada por pessoas tão diferentes como Virginia Satir ou Fritz Perls e encontrar elementos comuns. Fruto deste estudo foi à publicação dos dois volumes de &#8220;a estrutura da magia&#8221;, por um lado, e dos dois volumes de &#8220;Os padrões hipnóticos de M.H. Erickson&#8221;, pelo outro.</p>
<p>A primeira grande contribuição própria da PNL foi o conceito de &#8220;submodalidades&#8221;, um conceito até então nunca explorado. Descobriram que ao mudar determinadas submodalidades (os pequenos matizes formal-quantitativos dos sentidos) se produziam grandes mudanças na representação interna das pessoas. Daqui veio a famosa técnica da cura rápida de fobias ou o Swich. Mas acima destas técnicas chamativas de mudança rápida, se começou a vislumbrar um novo caminho até então desconhecido e cheio de possibilidades, um modelo de comunicação humana que se podia enquadrar dentro do cognitivismo e que estabelecia bases sólidas de pesquisa. Aqui surgiram as primeiras discrepâncias e incompreensões. Os enfoques dinâmicos se escandalizaram porque entendiam a PNL como muito superficial, e os enfoques de condutas se indignaram porque parecia a eles muito &#8220;acientífica&#8221;.</p>
<p>Tudo isto deu origem a centenas de pesquisas de todo tipo, acusações mútuas de manipulação, artigos contrários, teses doutorais… A polêmica estava servida. Se lhe acrescentamos, além disso, que a PNL começou a se tornar pública e que milhares de pessoas começaram a estudá-la e a dividir cursos, e começaram a se interessar pela PNL, além de sérios profissionais, pessoas relacionadas com disciplinas alternativas ou esotéricas, que começaram a proliferar cursos de formação sem nenhuma garantia, que sua aplicação era tão simples que alguns aproveitados sem formação prévia começaram a se apresentar como &#8220;terapeutas em PNL&#8221;, com o conseguinte desprestígio… nos leva à situação criada no final dos anos oitenta, na qual o caos reinava por todos os lados. Críticas de que a PNL era um modo de roubar técnicas de outros enfoques e alterá-las, que não é possível a mudança em uma só sessão e menos ainda sem saber o conteúdo do problema, se uniram a críticas mais folclóricas, como a que na verdade a PNL é a tampa de uma potente e secreta seita.</p>
<p>O seguinte passo na PNL se centrou no estudo das crenças e dos níveis lógicos. Robert Dilts publicou vários livros sobre o tema. E aqui começam a encaixar todas as peças. Se somarmos os estudos sobre lingüística transformacional (Chomsky), teoria de sistemas (Bateson), terapia familiar (Satir), teoria do &#8220;como se&#8221; (Vaihinger), semântica geral (Korzybski), cibernética (Von Bertalanfy), construtivismo (Kruse), teoria da comunicação (Waltzlawick), hipnoses (Erickson), submodalidades (Bandler e Grinder), crenças (Dilts), metáforas (Gordon), níveis lógicos (Rusell) e linha do tempo (James), nos encontramos com um compêndio do que hoje em dia conhecemos como programação neurolingüística. É difícil encontrar uma definição da PNL, mesmo que talvez a que mais se ajuste à realidade é a que a define como um modelo cognitivista focalizado na aprendizagem, no qual se proporcionam métodos &#8220;para ensinar às pessoas a maneira de utilizar seu próprio cérebro&#8221; (Bandler).</p>
<p>Para Onde se dirige a PNL? É difícil saber. Richard Bandler está centrando ultimamente no estudo dos pensamentos e das submodalidades; John Grinder se interessa pelas condutas externas e suas aplicações. Como não existe uma organização que unifique a PNL, sua expansão no futuro é difícil de predizer, mesmo que sem dúvida se transformará em um modelo com extensões em todos os âmbitos da vida diária.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1866</p>
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		<title>O poder da Palavra</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:24:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Metáforas]]></category>
		<category><![CDATA[o poder da palavra]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Mary Sagan
Recentemente estive repassando um texto de filosofia, mais exatamente aquele no qual Platão nos mostra seu &#8220;Mito da Caverna&#8221;. Para aqueles que não o conheçam farei um resumo a maneira de introdução.
Imaginemos um grupo de pessoas que desde o começo de seus dias viveram em uma caverna e impossibilitados de sair e na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Mary Sagan</p>
<p>Recentemente estive repassando um texto de filosofia, mais exatamente aquele no qual Platão nos mostra seu &#8220;Mito da Caverna&#8221;. Para aqueles que não o conheçam farei um resumo a maneira de introdução.</p>
<p>Imaginemos um grupo de pessoas que desde o começo de seus dias viveram em uma caverna e impossibilitados de sair e na qual podem observar em uma de suas paredes diferentes sombras que se refletem. Tudo o que eles conhecem de nosso mundo foi através de relatos e interpretações que fizeram das sombras acima mencionadas. Um dia um deles sai da caverna e observa o que há fora dela. Passado um tempo volta a contar-lhe a seus antigos companheiros as experiências vividas. Eles não o crêem.</p>
<p>Aqui é interessante observar os dois lados da moeda. Por um lado, aquilo que experimentam diariamente os que estão na caverna, e sobretudo aquela experiência magnífica que vivência o sujeito que sai dela.</p>
<p>Cotidianamente conversamos com muitas pessoas e lhes costumamos da alguma atenção. De vez em quando nos prestamos atenção ao que nós mesmos nos dizemos. E é através de nossa linguagem que podemos, ou tentamos fazê-lo, descrever uma série de experiências que nos acontecem, no entanto nem sempre nos alcançam as palavras para realizar dita tarefa com sucesso.</p>
<p>&#8220;A conduta verbal seria muito menos efetiva se não fosse possível utilizar extensões metafóricas.&#8221;¹</p>
<p>Se nos situamos momentaneamente em uma situação completamente nova para nós seguramente nos custará um certo esforço para encontrar a palavra ou um conjunto de palavras que permitam transmitir a mensagem desejada. Um menino que pela primeira vez bebe um pouco de soda poderia manifestar: &#8220;É como quando uma perna minha adormece &#8220;, para explicar a cosquinha que sentiu na língua. Se a pessoa que escutava o menino lhe responde com um &#8220;muito bem&#8221; teria reforçado dita conduta e é possível que algum dia em uma poesia escrevesse uma linha semelhante.</p>
<p>Quando uma resposta metafórica é efetiva e se reforça adequadamente, deixa de ser primordialmente uma metáfora. “O termo rato se transformou em uma forma standard que usa a comunidade para se referir a tamanho pequeno, timidez e outras propriedades”.²</p>
<p>Há, no entanto uma dificuldade a superar no uso destas associações. Quando uma extensão metafórica tem uma conotação específica, esta deixa de lado as demais propriedades que lhe rodeiam ao objeto mencionado, o qual não só reduz a quantidade de informação que transmitimos sobre o objeto mas além disso acrescenta informação que possivelmente não queríamos que seja fornecida.</p>
<p>&#8220;Mesmo que uma imagem valha mais que mil palavras para certos propósitos, não é fácil fazer imagens de certas propriedades tratadas com sucesso através da extensão metafórica. Poderia ser possível em certas classes de símbolos ou na arte surrealista sugerir ou mostrar que Julieta é o sol para Romeo, mas o truque se alcança com maior facilidade no meio verbal. O tato extenso libera as propriedades dos objetos uma da outra e, portanto, possibilita uma recombinação que não se restringe às exigências do mundo físico.&#8221;³</p>
<p>Estas associações tornam a vida mais fácil para nós e mediante um conjunto de palavras podemos criar em nossa audição a experiência indicada até que contemos com uma nova palavra que as substitua e então teremos construído dentro de nós um novo conceito. As definições se elaboram mediante um conjunto de extensões, às vezes metafóricas.</p>
<p>As extensões metafóricas cumprem outro papel em nossas vidas que o de enriquecer nossa capacidade comunicativa. Já que seria impossível para nós conduzir tanta informação, é aqui onde recorremos a três &#8220;truques&#8221; mediante os quais filtramos a realidade. Estas filtragens são desqualificadas, por exemplo, durante um testemunho ante o juiz, quem evitará que aos eventos lhe acrescentemos, suprimamos, arredondemos, demos por feito, interpretemos, generalizemos, distorçamos ou eliminemos partes. Mas conosco mesmos não somos tão restritos e sim mais bem &#8220;alcoviteiros&#8221;, se me permite utilizar dito termo. Finalmente usamos três tipos de filtragens de nossa realidade: 4 generalizações, eliminações e distorções.</p>
<p>Mediante as generalizações buscamos facilitar nossa vida mediante o uso de &#8220;verdades absolutas&#8221; que nos indique de maneira inequívoca qual será o caminho a seguir. Um homem que tem passado na prisão certo tempo, poderia chegar e transformar em lei própria a seguinte oração: Não expresse teus sentimentos. Se mantiver o mesmo comportamento com sua esposa, é possível que ela se incomode e terminem cumprindo-se seus temores e finalmente em lugar de lhe trazer benefícios lhe trará dificuldades.</p>
<p>A eliminação nos permite isolar todos os sons dentro de uma sala com muito ruído, mas também nos pode levar à armadilha de aplicá-la no momento errado, que é como o consideramos quando derrotamos a nós mesmos. Um homem que achava não merecer o afeto de sua parceira manifestava não receber por parte dela prova de seu amor, mas o que ocorria era que este não lembrava certos episódios, construindo assim uma apreciação que não se ajustava ao que acontecia.</p>
<p>Quando o mapa que criamos não se acomoda a uma experiência temos duas alternativas: duvidamos do mapa ou duvidamos de nossa experiência 5. Em termos de consumo de energia é mais econômico duvidar de nossa experiência, depois que todo o mapa seguramente foi confirmado em numerosas ocasiões. Outro caminho que poderia seguir nosso homem seria duvidar da autenticidade das manifestações de amor de sua esposa e talvez chegar a pensar que certas expressões fazem parte de algum tipo de comportamento para conseguir algo. É assim como a distorção que nos &#8220;evita ser derrotados por nós mesmos&#8221;.</p>
<p>Costuma acontecer que os  transtornos que temos em nossas condutas são conseqüências de nossas filtragens 6. Nos fazer conscientes de como reduzimos, a uma mínima expressão, as quantidades de informação que manipulamos pode facilitar o nosso caminho para uma vida mais satisfatória. Uma maneira de alcançar o anterior consiste em lembrar a situação difícil de nossa vida e enriquecê-la com mais experiências que acontecem nesse momento. Esta prática, de evitar reduzir à informação que manipulamos a tão reduzida magnitude, nos deixa mais livres, isto é, mais flexíveis, graças ao que nos deixa reconhecer apropriadamente a diferença que há entre as diferentes situações da vida. Através do exercício anterior particularizamos a eventualidade não desejada.</p>
<p>Para aqueles que queiram escutar melhor a si mesmos e aos demais lhes recomendo o livro &#8220;Estrutura da magia (I)&#8221;.</p>
<p>NOTA:</p>
<p>1Conduta Verbal. S/D Skinner. Pag 107.</p>
<p>2 Conduta Verbal. S/D Skinner. Pag 110.</p>
<p>3 Conduta Verbal. S/D Skinner. Pag 111.</p>
<p>4 Utilizo a expressão nossa realidade para deixar claro o seguinte fenômeno. Na oração O carro é vermelho usualmente achamos que a palavra vermelho é uma descrição do carro, mas o que estamos descrevendo é a experiência de receber certa freqüência de luz com nossos olhos.</p>
<p>5 Em alguns casos podem ser que o caminho bem-sucedido se encontre duvidando de ambos, o mapa e a experiência.<br />
6 O mapa muitas vezes não é como o território (parafraseando um pouco uma oração que lemos incontavelmente em textos de PNL).</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/16</p>
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		<title>PNL e Ética</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:20:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Mary Sagan
A formação em PNL está aberta a todo mundo. Qualquer pessoa pode estudar o curso introdutório (chamado Practitioner) ou o curso superior (chamado Master Practitioner), coisa que não ocorre com outras correntes psicológicas. Possivelmente o fato de que os fundadores da PNL não fossem psicólogos tenha influenciado nisso. Em qualquer caso, a aparente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Mary Sagan</p>
<p>A formação em <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> está aberta a todo mundo. Qualquer pessoa pode estudar o curso introdutório (chamado Practitioner) ou o curso superior (chamado Master Practitioner), coisa que não ocorre com outras correntes psicológicas. Possivelmente o fato de que os fundadores da PNL não fossem psicólogos tenha influenciado nisso. Em qualquer caso, a aparente singeleza da PNL faz com que haja muitas pessoas que, sem outra formação que a que proporciona a PNL, se atrevam a fazer terapias, assessorem empresas ou ditem seminários sobre qualquer aspecto que lhes ocorra.</p>
<p>Há falta de um estudo estatístico pormenorizado, a maioria das pessoas que procuram aos cursos de formação em PNL o que buscam é resolver seus próprios problemas pessoais de saúde mental ou de adaptação. Os profissionais que procuram para melhorar sua formação (psicólogos, médicos, professores, engenheiros, diretivos de empresa&#8230;.) são uma minoria. Se um molar meu dói ou se meu carro quebra, o que faço é procurar um dentista ou a uma oficina de reparação de automóveis. Mas não me ocorre comprar um livro sobre odontologia ou fazer um curso Master sobre reparação de automóveis. Procuro, simplesmente, a um profissional, esperando que seja esse profissional quem compre os livros ou procure cursos sobre sua especialidade. Isto não acontece com a PNL. E depois ocorre o que ocorre.</p>
<p>Como o mercado de trabalho está muito mal, há algumas pessoas que pensam que fazendo alguns cursos sobre PNL conquistarão o mundo. Há pouco tempo um garoto veterano, que nem sequer tinha dinheiro para fazer a formação, me assegurou que lendo alguns livros sobre PNL iria ficar rico.</p>
<p>A PNL fomenta a idéia que &#8220;se alguém pode, você também pode fazê-lo&#8221;. Isto, que é evidente, não acontece tanto na prática. Seria muito mais correto dizer &#8220;se alguém pode (e se você tem algumas qualidades mínimas, e você estuda, e você se forma, e você se esforça e você se sacrifica&#8230;), você também você pode fazê-lo&#8221;. Porque digamos claramente, a formação em PNL não é suficiente para fazer uma psicoterapia, nem para fazer programas educativos, nem para dirigir empresas. A formação em PNL é um complemento à formação prévia em outras disciplinas.</p>
<p>Se dá o fato incrível de pessoas que estão estado em tratamento psicológico por diversos motivos, gostaram como fazia o terapeuta, receberam cursos de PNL e fizeram sua própria consulta de psicoterapia. Há pessoas que dizem que são &#8220;programadores neurolingüísticos&#8221;. Mas como na maioria dos países civilizados a lei proíbe o exercício da psicoterapia a pessoas que não sejam psicólogos ou psiquiatras, feita a lei, feita a armadilha. Não dizem que fazem psicoterapia, mas &#8220;consultoria em comunicação&#8221; ou &#8220;assessoria humana”. Mas pobres das pessoas que caírem nas suas garras.</p>
<p>Ocorre o mesmo no mundo da educação ou da empresa. A PNL pode se aplicar à empresa, mas devem ser os experts em empresa que o façam, pessoas com uma formação prévia em engenharia, em direito ou em psicologia industrial. Você se atreveria a dizer que é assessor em energia nuclear, simplesmente por haver feito um cursinho de 200 horas? Como se pode pretender ser assessor de empresas depois de ter feito unicamente o Master em PNL? Pois há várias dessas pessoas, que nem sequer têm aprovada a educação secundária que se promovem como grandes &#8220;assessores de empresa&#8221;. e se atrevem a dividir formação em &#8220;negociação&#8221; ou em &#8220;marketing&#8221; de uma forma puramente teórica, já que eles nunca exerceram. Para isso, claro, colocam em seus negócios, incríveis nomes comerciais.</p>
<p>Sapateiro a seus sapatos. Essa é a filosofia que se tem perdido na PNL e que seria preciso recuperar. Se você quer ser psicoterapeuta, faça primeiro a carreira universitária que lhe faculta para isso e depois estude PNL como complemento postergado. Se você quer desenhar programas educativos, estude primeiro pedagogia ou professor de educação primária e aumente depois seus conhecimentos com a PNL.</p>
<p>A PNL pode se aplicar a todas as profissões. Um cristaleiro, um jardineiro, uma dona de casa, um jornalista, um bombeiro, podem aplicar a PNL em seus trabalhos, de tal forma que possam ser melhores cristaleiros, melhores jardineiros, etc. Mas se eu sou bombeiro, não posso pretender ser um bom cristaleiro fazendo simplesmente um curso de PNL. Cada um no seu. Porque a PNL é um magnífico modelo que se pode aplicar a qualquer profissão, mas as ferramentas de cada profissão não as proporcionam a PNL</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1862</p>
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		<title>Mapas, território e cartógrafos</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:19:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por C. Thomas y C. Narea
A PNL se baseia nesta pressuposição, &#8220;o mapa não é o território&#8221;, uma das concepções teóricas mais importantes na construção da realidade subjetiva. Cada um de nós possui um bloco de informação (mapa) de uma realidade que chamaremos território. No entanto, este mapa (o meu) se aproxima bastante à realidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por C. Thomas y C. Narea</p>
<p>A PNL se baseia nesta pressuposição, &#8220;o mapa não é o território&#8221;, uma das concepções teóricas mais importantes na construção da realidade subjetiva. Cada um de nós possui um bloco de informação (mapa) de uma realidade que chamaremos território. No entanto, este mapa (o meu) se aproxima bastante à realidade (o que eu creio que é), pois nos serve para construir nossa vida.</p>
<p>&#8220;Três homens cegos vão caminhando e se ajudando mutuamente ao andar. De repente um enorme elefante lhes atravessa no caminho. Os três cegos utilizando suas mãos examinam a porção que lhes tocou do enorme animal. Impressionados pelo que haviam encontrado chegaram ao povo e contaram sua experiência. O primeiro examinou a trompa e disse que era um enorme tubo que bloqueava todo passo pelo lugar. O segundo não vidente que examinou uma das patas disse que o caminho estava bloqueado por enormes colunas. E o terceiro que examinou a traseira do animal disse que no caminho se penduravam cordas, quem sabe para que. No povo aonde chegaram os três não videntes, se tomou posição com uma ou outra das três versões, defendendo-as a sangue e fogo, como verdade absoluta. Hoje nesse povo há um caminho pelo qual ninguém transita, seja porque é o caminho onde esta o deus das colunas, o deus das cordas, ou o deus que possui enormes tubos&#8230;&#8221;</p>
<p>Esta interpretação teórica que o mapa não é o território, adaptada por Bandler e Grinder nos anos 70&#8242; tem no entanto, uma concepção diferente na sua origem. El Conde Alfred Korzybski, engenheiro nascido em Varsóvia em 1879, no seu famoso livro “Ciência e Sanidade”, foi o primeiro a utilizar o conceito de neurolingüística e expressar-se sobre o mapa e o território. No seu planejamento, a linguagem é um mapa do mundo que nos rodeia, ou seja, é um mapa das percepções sensoriais, as quais já são um primeiro mapa do território. Quando o homem é capaz de colocar nome ao que o rodeia, passa a conformar estruturas mentais que lhe permitem criar as dimensões do tempo e se transladar em cada uma delas, criar mundos paralelos, confundir sonho e realidade, confundir mapa e território. Já que algo básico é lembrar que o nome não é a coisa renomada, isto é, a palavra cadeira não é a cadeira, mas simplesmente a converção lingüística de nomear a um determinado objeto que cumpre determinada função como cadeira.</p>
<p>Mas, quando digo “imaginem uma cadeira”, o mais provavel é que cada um de vocês imagine um tipo diferente de cadeira. A isto é preciso acrescentar o que para cada um de nós significa emocional e experiencialmente a representação e a palavra cadeira. Se a palavra cadeira faz substituição pela palavra sexo, é possível que nos formemos uma representação mental (em qualquer de seus canais perceptuais), a qual é indivisível do significado que lhe atribuímos a essa palavra. Isto é, o que estamos elaborando é um mapa pessoal, que não necessariamente tem que coincidir com meu mapa (quem nomeou a palavra sexo).</p>
<p>Então, desta maneira cada vez que estabelecemos comunicação com a linguagem falada para outra pessoa, essa pessoa vai formando um mapa (algo assim como uma idéia) do mapa que eu lhe estou transmitindo. Paralelamente essa pessoa com a qual estou me comunicando na medida em que eu vou nomeando feitos e situações, conceitos, vai fazendo um mapa pessoal do que representa para ele. Isto que eu comuniquei para o outro é o que chamamos comunicação superficial ou estrutura de superfície. Para poder tentar conhecer a experiência primária do outro, então utilizamos uma estrutura lingüística que na PNL se chama metamodelar, a que nos permite nos envolver ao que se conhece como estrutura profunda da linguagem e que viria a ser um mapa perto do mapa do outro. Para os psicoterapeutas isto tem transcendental importância, pois utilizamos basicamente a linguagem na terapia. Devemos então compreender que nunca vamos poder ter acesso ao mapa do outro, mas só construirnos um mapa que nos permita transitar pelo mapa do outro.</p>
<p>Cada um de nós desde antes de nascer já passamos a ocupar um lugar no desejo ou no não desejo dos pais e, portanto nos insere na linguagem deles e da sociedade. Desde então vamos construindo através de sua presença nossos significados, os que assim como nossa história pessoal são únicos e irrepetíveis. Por isto cada uma das palavras que saem de nossas bocas tem um significado e um sentido único e pessoal, como uma pegada digital. Dentro deste significado único e pessoal é que vamos facilitando ou limitando a construção de nosso mundo. É aqui onde adquire vital importância o diálogo interno, o qual esta acumulado de todos aqueles significados positivos e negativos, no qual muitas vezes se estabelece uma luta entre meus próprios significados e os significados leais a meu pai e a minha mãe. Portanto, como eu posso desfrutar do sexo se para minha mãe significa sofrimento e humilhação?. Quanto desse significado há em meu diálogo interno?. Quanta luta diária dou por tentar construir meu próprio significado frente ao sexo, mantendo as lealdades com minha mãe que me diz que o sexo é humilhante?.</p>
<p>Eis aqui que para o terapeuta cobra grande importância o acesso a um mapa que tenha utilidade para transitar pelo mapa do paciente e ajudar a construir ao paciente mais um mapa fino, com mais detalhes, com mais possibilidades, com mais caminhos, que lhe permitam, então, transitar com mais opções pela sua própria vida. o quobra vital importância o que o paciente possa entender como e qual é o mapa que tem, para que então, tome controle de sua própria vida, da construção de sua própria vida, de tal modo que todos estes fragmentos dispersos possa uni-los em mais uma personalidade integrada, se transformando em um cartógrafo ativo e consciente de seu próprio mapa.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1865</p>
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		<title>Calibração dos movimentos da boca</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:18:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Burt Blackerby
Uma das primeiras contribuições que os pioneiros da PNL fizeram, e uma das mais chamativas a propósito, foi o descobrimento dos códigos de acesso ocular, como uma forma de saber como se produz o pensamento interno nas pessoas. Steve e Conirae Andreas seguiram estudando e chegaram à conclusão que também existem outros códigos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Burt Blackerby</p>
<p>Uma das primeiras contribuições que os pioneiros da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> fizeram, e uma das mais chamativas a propósito, foi o descobrimento dos códigos de acesso ocular, como uma forma de saber como se produz o pensamento interno nas pessoas. Steve e Conirae Andreas seguiram estudando e chegaram à conclusão que também existem outros códigos em outras partes do corpo. Por exemplo, os movimentos da boca e da língua permitem também calibrar estados internos. Neste artigo se explicam estes códigos.</p>
<p>Os Andreas observaram que a língua segue exatamente os mesmos movimentos que os olhos. Quando em uma conversa a língua é visível, não há muita dificuldade em observar como se movimenta. Quando os Andreas averiguaram as exceções, se deram conta que existia um curioso e incrível feito: enquanto que os acessos oculares podem estar invertidos, os movimentos da língua não. Parece ser que isso é devido à diferente inervação da área bucal e à inexistência de cruzamentos neurológicos como ocorre nos nervos óticos.</p>
<p>Também se averiguaram os movimentos direcionais das comissuras dos lábios e se comprovou que seguem os mesmos patrões. Como se sabe, quando uma pessoa está bem, as comissuras dos lábios se elevam e esboçam um sorriso. O contrário ocorre quando uma pessoa tem um acesso cinestésico de depressão, as comissuras dos lábios descem. Tudo isto é evidente, mas até agora nada tem sistematizado estas diferenças.<br />
Há outros códigos nos movimentos da boca que são menos óbvios que o sorriso ou a tristeza, como a mudança de coloração da pele ou o tom muscular. O tom muscular, por exemplo, só é visível por uma pequena e leve contração de uma limitada área da pele. Se observarmos de forma sistemática estes códigos, nos damos conta que seguem exatamente os mesmos padrões que as que seguem os olhos nas pessoas destras. Se combinarmos estes códigos com as dos movimentos da língua, temos acesso a uma muito importante e completa informação.</p>
<p>Um bom sistema para calibrar, é adotando ante o cliente uma visão em túnel, já que nos permitirá observar ao mesmo tempo todos os pequenos matizes que se vão produzindo tanto na língua como na zona perto da boca. Desta forma, nossa compreensão sobre os estados internos da outra pessoa se multiplica de forma exponencial. Além disso, não é necessário estar pendentes se essa pessoa tem os acessos invertidos, tal como ocorre se observamos os códigos oculares. Podemos estar centrados na calibragem e não distrairmos com outras coisas.</p>
<p>Os movimentos dos olhos podem se calibrar inclusive se as pálpebras estão fechadas, já que os movimentos da córnea destacam nas pálpebras fechadas. Igualmente, os movimentos da língua podem ser calibrados inclusive quando a boca está fechada, através dos pequenos movimentos que se produzem nos lábios e na bochecha. Os movimentos da língua para o interior da boca indicam sempre que se está produzindo um processo interno, enquanto que se a língua se movimenta para a zona exterior da boca indica uma percepção externa.</p>
<p>Os movimentos da língua podem ser utilizados, como os dos olhos, para calibrar, compassar-se e dirigir à outra pessoa, evidentemente depois de haver criado um bom rapport, uma boa sintonia.</p>
<p>Quais outras zonas do corpo seguem padrões estáveis que nos podem permitir calibrar melhor a nossos clientes? Este é um bom tema para um estudo.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1861</p>
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		<title>O conceito cultural do tempo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:17:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Silvia Moner
Nós seres humanos codificamos nossa experiência sobre o tempo através de processos espaciais. O conceito de &#8220;Linha do Tempo&#8221; desenvolvido pela PNL faz ênfase nesta idéia linear do tempo. Está claro que cada um de nós processamos o tempo de uma maneira diferente, temos um sentido do tempo diferente e nos situamos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Silvia Moner</p>
<p>Nós seres humanos codificamos nossa experiência sobre o tempo através de processos espaciais. O conceito de &#8220;Linha do Tempo&#8221; desenvolvido pela <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> faz ênfase nesta idéia linear do tempo. Está claro que cada um de nós processamos o tempo de uma maneira diferente, temos um sentido do tempo diferente e nos situamos a respeito dos eventos que marcam nossa vida ao longo do tempo de uma maneira característica própria. Na concepção do tempo também existem diferenças culturais e estas diferenças são as que se estudam neste artigo.</p>
<p>Há alguns anos fui com vários amigos de férias  percorrer alguns oasis no deserto. A zona do deserto entre a Líbia, a Argélia e Túnis é uma zona militar, de difícil acesso burocrático, que abriga impressionantes oasis. Um oásis é um vergel no meio do deserto, do qual existe água em abundância. Seus habitantes vivem nos limites do oásis com o deserto e a imensa maioria nunca saiu fora, só conhecem seu próprio oasis.</p>
<p>Há Oasis de diferentes tamanhos, mas a maioria não tem mais de três Km de diâmetro. Minha grande surpresa foi descobrir o conceito que eles têm do tempo e do espaço. Para eles ir de um extremo ao outro do oásis era uma aventura, impossível de realizar andando. Se tinham que se deslocar mais de trezentos metros, aparelhavam os cavalos com toda a calma do mundo e era impossível saber quanto tempo lhes custaria retornar.</p>
<p>Efetivamente, para os árabes e os habitantes de territórios quentes, o tempo só acontece no presente, no aqui e agora. A concepção do passado e do futuro adquire para eles uma dimensão diferente que a que podemos ter em outras culturas. Como só existe o presente, qualquer hora é possível para atender uma entrevista e a falta de pontualidade (para nossa mentalidade, certamente) é permanente. Se você estabelece uma entrevista às cinco da tarde, por exemplo, as cinco da tarde abrange muito mais da hora em ponto, as cinco da tarde é qualquer hora a partir desse momento. Sua idéia de presente abrange o dia todo. Um árabe avaliará muito mais o fato de tratar com atenção a um hóspede amparado na sua casa, que acudir com pontualidade a uma entrevista.</p>
<p>Por sua vez, para os ocidentais, o tempo é uma sucessão de eventos lineares. As coisas ocorrem uma após a outra e tudo o que fazemos ao longo do dia temos que encarár nesta linha. Encantam-nos as agendas, a pontualidade e os horários rígidos. Chegar atrasado um minuto a mais em uma entrevista se considera má educação. Existe o passado e, certamente, o futuro. A metade dos ocidentais vive pensando no futuro e por isso nos encanta economizar, acumular, prevenir… A outra metade vive lembrando coisas do passado. Mas deixamos passar o presente.</p>
<p>O chamado tempo árabe, na PNL se denomina &#8220;tempo em&#8221;, enquanto que o tempo ocidental se chama &#8220;através do tempo&#8221;. Assim é: a Linha do Tempo &#8220;em&#8221; costuma situar-se de trás (passado) para frente (futuro), enquanto que &#8220;através&#8221; do tempo, a Linha do Tempo se situa da esquerda (passado) para a direita (futuro). No primeiro caso, &#8220;tempo em&#8221;, a pessoa não avalia o tempo em si mesmo, mas como algo que permite obter alguns resultados. A pessoa que funciona &#8220;através do tempo&#8221; avaliará seu tempo em si mesmo, independentemente dos resultados obtidos. Um profissional de &#8220;tempo em&#8221; cobrará seu trabalho pelos resultados, custe o tempo que lhe custar, enquanto um que funcione &#8220;através do tempo&#8221; cobrará seu trabalho pelo tempo investido, não pelos resultados.</p>
<p>Há diferenças culturais inclusive dentro dos mesmos países. Na Europa se notam muito estas diferenças. No norte, anglo-saxões, têm uma Linha do Tempo extremamente rígida. No sul, mediterrâneos com grandes influências históricas árabes, o tempo se dilui em um presente permanente. E se nos centramos em um só país, Espanha, por exemplo, as diferenças entre os habitantes do norte e os do sul são também evidentes. O mesmo ocorre entre os habitantes das cidades e os do campo. Uma das primeiras perguntas que fazia Milton H. Erickson a seus pacientes era se sua origem era camponês ou cosmopolita, já que dependendo deste fator ele deduzia sua concepção do tempo.</p>
<p>No entanto, este fator cultural do tempo se rompe em mil pedaços quando vemos que quando um árabe emigra a um país centro-europeu, por exemplo, se adapta perfeita e imediatamente à concepção ocidental do tempo. Terá algo a ver mais com o clima que a cultura? Este é um bom tema para um estudo. Mas o que está muito claro é que todos podemos mudar nossa concepção do tempo e podemos ser muito flexíveis, tudo o que se requeira para nos adaptar às diferentes situações que nos apresentam.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1768</p>
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		<title>A excelência no canal cinestésico (K)</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-excelencia-no-canal-cinestesico-k/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/a-excelencia-no-canal-cinestesico-k/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:15:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[mente das pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Daniel Cúperman
A PNL. nos ensinou a prestar atenção em sinais específicos para saber o que acontece na mente das pessoas. Observando os acessos oculares podemos conhecer como as pessoas processam internamente a informação que recebem. Neste artigo o autor propõe um novo design.
O design utilizado até o momento é o seguinte:

Este design nos foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Daniel Cúperman</p>
<p>A <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>. nos ensinou a prestar atenção em sinais específicos para saber o que acontece na mente das pessoas. Observando os acessos oculares podemos conhecer como as pessoas processam internamente a informação que recebem. Neste artigo o autor propõe um novo design.</p>
<p>O design utilizado até o momento é o seguinte:</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/PNL/a_execelencia_no_canal_cinestesico/k_1.JPG" border="0" alt=" A excelência no canal cinestésico (K)" width="226" height="146" title="A excelência no canal cinestésico (K)" /></p>
<p>Este design nos foi muito útil quando nossos clientes agiam  com representações auditivas e visuais preponderantemente. O trabalho intenso e prolongado com pessoas orientadas a técnicas corporais e com aquelas cujo canal sensorial preferencial é o cinestésico (K), nos permitiu observar o que acontece nelas. Em princípio estas pessoas aparecem como visualizadoras pobres e, portanto, com poucos recursos desse ponto de vista. Muitas destas pessoas, no entanto, têm recursos surpreendentes no seu canal de preferência K.</p>
<p>Mediante perguntas liberadoras do canal K obtivemos consistentemente informação comparável à qual proporcionam auditivos e visuais no que se diz respeito ao recordado e ao criado. Nos demos conta que os que têm habilidades K lembram sensações, aromas, sabores, do mesmo lado que lembram imagens e sons.</p>
<p>Assim passamos a um novo design:</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/PNL/a_execelencia_no_canal_cinestesico/k_2.JPG" border="0" alt=" A excelência no canal cinestésico (K)" width="226" height="166" title="A excelência no canal cinestésico (K)" /></p>
<p>Este novo design enriquece o diagnostico do mapa sensorial K e permite compreender melhor às pessoas predominantemente K. Compreendendo que possuem complexidades similares a visuais e auditivos de base.</p>
<p>Dizemos que se pode lembrar cinestesicamente e o denominamos Kr, a posição de busca é mais baixa que o Ai equivalente ao K tradicional, atual ou criado, ali se percebe a sensação atual ou se pode criar uma sensação imaginária.</p>
<p>O presente design respeita a Lei de Simetria e lateralidade, claramente expressada nos desenhos anteriores, a simples lógica se choca com um modelo que a um lado percebe sensações e ao mesmo nível som, é como ter lateralmente um olho e uma orelha, um braço e uma perna, não se respeitam a simetria, conceito fundado na economia humana. Talvez a confusão surja da proximidade do processo recordado que combina sons e sensações do passado para gerar uma avaliação ou um julgamento e que chamamos Ai.</p>
<p>As perguntas liberadoras Kr foram deste tipo:</p>
<p>Que cheiro o jasmim tinha no passado?<br />
Como recorda essa sensação de temor?<br />
O que foi o que sentiu naquele momento?</p>
<p>A experiência marca que ao não ter grandes habilidades em um canal de percepção tratamos de compensá-lo com nosso canal preferencial ou no seu defeito compensar no canal inábil, por exemplo, é comum que quem não visualiza bem trate de lembrar algo criando uma imagem, ou alguém que não lembra diálogos tente reconstruí-los combinando e criando diálogos que nunca existiram.</p>
<p>Em nossos estudos também observamos um ponto de fusão de canais entre Vr e Ar. Ali detectamos uma estação usada por algumas pessoas e chamamos a esta posição de Reflexivo. Este seria um lugar de fusão, de síntese comparativa entre o Ar e o Vr. Os dados processados ali também produzem conclusões, especialmente relacionadas com o trabalho de crenças.</p>
<p>As perguntas liberadoras foram:</p>
<p>O que você pensou naquele momento?<br />
O que te levou a essa conclusão?<br />
O que achava em volta disso?</p>
<p>Estas experiências enriqueceram nosso design deste modo:</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/PNL/a_execelencia_no_canal_cinestesico/k_3.JPG" border="0" alt=" A excelência no canal cinestésico (K)" width="226" height="183" title="A excelência no canal cinestésico (K)" /></p>
<p>Mas, se o computador biológico como supomos esta regida pela lei de simetria, o impacto visual de nosso design nos induz a pensar que poderia haver pontos ou estações correspondentes do lado criativo.<br />
Neste caso tanto Ai como Ri teriam seu complemento atual ou criado.</p>
<p>Teríamos então um novo avanço no design:</p>
<p><img src="/wp-content/uploads/PNL/a_execelencia_no_canal_cinestesico/k_4.JPG" border="0" alt=" A excelência no canal cinestésico (K)" width="256" height="207" title="A excelência no canal cinestésico (K)" />A excelência no canal cinestésico (K)</p>
<p>A proposta é comprovar se é certo o que colocamos, se agradecerão os aportes para o crescimento de um modelo tão útil e poderoso no modelo de nossos clientes (nas suas excelências e nas suas carências). Assim como na detecção de nosso próprio modelo interno.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/30</p>
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		<title>Antigo e novo código da PNL</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/antigo-e-novo-codigo-da-pnl/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
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		<category><![CDATA[processo de desenvolvimento lógico]]></category>
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<category>john grinder</category><category>PNL</category><category>processo de desenvolvimento lógico</category><category>Richard bandler</category>
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		<description><![CDATA[Por L.J. Linder
Quando John Grinder e Richard Bandler, junto de alguns de seus amigos, como Robert Dilts e Judith Delozier, deram forma aos primeiros balbucios da PNL, estabeleceram as bases sobre as que anos depois e seguindo um processo de desenvolvimento lógico, a PNL foi adquirindo maturidade e novos desenvolvimentos. À primeira época se conhece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por L.J. Linder</p>
<p>Quando John Grinder e Richard Bandler, junto de alguns de seus amigos, como Robert Dilts e Judith Delozier, deram forma aos primeiros balbucios da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>, estabeleceram as bases sobre as que anos depois e seguindo um processo de desenvolvimento lógico, a PNL foi adquirindo maturidade e novos desenvolvimentos. À primeira época se conhece como o &#8220;código antigo&#8221; e &#8220;novo código&#8221; aos últimos desenvolvimentos levados a cabo. Para ninguém é um segredo que os dois principais criadores da PNL romperam suas relações pessoais e profissionais já há bastantes anos. Cada um deles, junto de seus colaboradores, foi criando novas perspectivas e desenvolvimentos. Os desenvolvimentos que se iniciaram a partir da ruptura se conhecem como &#8220;novo código&#8221;.</p>
<p>O Código antigo se baseou em uma síntese das aplicações da terapia Gestalt, as investigações de Gregory Bateson sobre Sistemas e os padrões de linguagem da lingüística (o metamodelo). A isso se acrescentou como em um excelente coquetel, umas gotículas de hipnoses ericksoniana e umas pinceladas de terapia familiar de Virginia Satir. A pergunta que se faziam os primeiros Programadores Neurolinguisticos era &#8221; Como você sabe?, como você sabe que isso é assim?&#8221;. E ante uma resposta qualquer, se fixavam em como se movimentavam seus acessos oculares: &#8221; você vê, ouve ou você sente?&#8221;. Quando um compreendia como o fazia, podia, conseqüentemente, mudar os padrões. A síntese entre os acessos oculares e suas respostas em nível psicofisiológico, os padrões de linguagem e os estados internos eram uma bomba frente à psicoterapia tradicional, já que conseguia mudanças rápidas e duradouras em pouco tempo.</p>
<p>O antigo código desenvolveu muitas técnicas, como o Swich! E também técnicas que baseadas na mudança de submodalidades, curavam fobias em minutos e faziam esquecer lembranças tenebrosas da infância em segundos. Isso estava bom. Os psicoterapeutas tradicionais começaram a desconfiar. Como era possível que algo que a eles lhes custava três anos para curar, na PNL lhe bastassem dez minutos? A explicação era simples. As psicoterapias tradicionais buscavam o &#8220;insight&#8221; aprofundando nos níveis mais internos do inconsciente, com anos e anos de busca, enquanto a PNL se centrava nos processos e conseguia os mesmos resultados em poucas sessões.</p>
<p>O novo código se desenvolveu quando alguns Programadores Neurolinguisticos começaram a se perguntar como se podia fazer uma descrição de algo que já tinha sido especificado com outro código. E descobriram novos elementos para acrescentar ao código antigo. Por exemplo, a idéia de &#8220;estado&#8221;. Que estados interiores são os que fazem com que uma pessoa obtenha sucesso em algum aspecto de sua vida? Se eu copiar esses estados interiores, eu também posso conseguir esse sucesso. Isto levou à idéia do &#8220;modelamento&#8221;. Richard Bandler trabalhou muito sobre modelamento. Qual fisiologia, representações e crenças necessitam se para copiar um modelo que funciona? O que tenho que mudar em meus estados internos se, por exemplo, quero desprender-me de uma depressão? Para estar deprimido necessito adotar uma fisiologia, uma respiração, uma postura e algumas crenças que me levem à depressão. Se mudar alguns desses aspectos, o que acontecera com a depressão? O mais provável é que desapareça. Como é o meu diálogo interno quando estou em um momento de máxima excelência?</p>
<p>O passo seguinte foi à idéia da relação entre mente consciente e &#8220;mente inconsciente&#8221;. O terceiro aspecto foi falar do equilibro entre a prática e a espontaneidade. Passar da incompetência inconsciente à &#8220;competência inconsciente&#8221;. O quarto aspecto foi desenvolvido por Robert Dilts e consistiu nas &#8220;posições perceptuais&#8221;. Desde onde tomo consciência do que ocorre? Desde mim mesmo, desde o ponto de vista de meu interlocutor ou desde o ponto de vista de um observador? O quinto aspecto tem a ver com a atenção. Onde fixo minha atenção em meu interior ou no exterior? Se fixar minha atenção em meu interior vou ser consciente do que ocorre, por exemplo, em meu corpo, em meus órgãos. Isto me leva também a diferenciar entre minha referência interna, o que eu deduzo pela minha própria experiência, da referência externa, o que dizem os demais sobre as coisas.</p>
<p>O sexto aspecto é a idéia de &#8220;filtro&#8221;, e, por último, o sétimo aspecto são as &#8220;descrições múltiplas&#8221;. Mas estes aspectos serão motivo de um novo artigo.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1764</p>
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		<title>Dados científicos sobre os sistemas de representação interna</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/dados-cientificos-sobre-os-sistemas-de-representacao-interna/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
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<category>john grinder</category><category>movimento dos olhos</category><category>PNL</category><category>Richard bandler</category><category>sapos em principes</category>
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		<description><![CDATA[Por Daniel Cúperman
Realizaram-se muitas pesquisas científicas sobre o movimento dos olhos. Apresentamos aqui uma investigação realizada com estudantes universitários mexicanos, franceses e alemães.
Richard Bandler e John Grinder fizeram nos seus primeiros anos de desenvolvimento da PNL (&#8221;sapos em príncipes&#8221;, 1979) uma distinção funcional entre dois fenômenos diferentes: os padrões do movimento dos olhos quando uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Daniel Cúperman</p>
<p>Realizaram-se muitas pesquisas científicas sobre o movimento dos olhos. Apresentamos aqui uma investigação realizada com estudantes universitários mexicanos, franceses e alemães.</p>
<p>Richard Bandler e John Grinder fizeram nos seus primeiros anos de desenvolvimento da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> (&#8221;sapos em príncipes&#8221;, 1979) uma distinção funcional entre dois fenômenos diferentes: os padrões do movimento dos olhos quando uma pessoa está recebendo uma informação e o sistema de representação como expressão verbal quando está processando essa mesma informação. É possível observar estes fenômenos, que, em princípio, são independentes, através dos movimentos oculares e dos predicados verbais.</p>
<p>Desde então se realizaram muitíssimos estudos sobre estes dois fenômenos (Baddeley, 1991; Parr, 1986; Sandhu, 1991; Dooley, 1988; Dorn, 1983; Cassiere, 1987; Mafcier, 1984; Wilbur, 1987), mesmo que ninguém foi capaz de demonstrar uma correlação entre ambos. O estudo que comentamos (Meyer-Troeltsch, NLP World 3-1, 43) se realizou entre estudantes universitários, entre 18 e 27 anos, mexicanos, franceses e alemães. Entre eles, estudantes de música, de design e de dança. O estudo se baseou na pressuposição que similares contextos são representados por diferentes sujeitos em sistemas de representação diferentes. Mas o mesmo sujeito pode usar diferentes sistemas representacionais em diferentes contextos.</p>
<p>As perguntas do questionário se redigiram baseando-se em diferentes contextos, como &#8220;emoções positivas e negativas&#8221; ou &#8220;emoções individuais ou sociais&#8221;. Um exemplo das perguntas utilizadas:</p>
<p>* (exemplo de emoções individuais e positivas)<br />
Quando estou completamente feliz, o mundo:<br />
a)…. Está em perfeita harmonia com o movimento da vida (K)<br />
b) …. Soa como uma orquestra acompanhando a voz da minha vida (A)<br />
c) …. Ilumina minha vida com as cores brilhantes do Arco Iris (V)</p>
<p>* (exemplo de emoções sociais negativas)<br />
A perda de uma pessoa que gosto produz em mim:<br />
a)…. Uma pintura cinzenta de solidão; ninguém pode ver isso aí (V)<br />
b)…. Um estado de sentimento forte, frio ou rígido; a vida é tão delicada (K)<br />
c)…. Um silêncio definitivo em nosso diálogo; um vazio no tom de voz (A)</p>
<p>Das 36 questões originais se escolheram finalmente as 16 que tinham a máxima correlação estatística. E os resultados em porcentagens foram estes:</p>
<table border="1" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>VISUAL</td>
<td>AUDITIVO</td>
<td>CINESTÉSICO</td>
</tr>
<tr>
<td>Mexicanos</td>
<td>20</td>
<td>17</td>
<td>63</td>
</tr>
<tr>
<td>Franceses/Alemães</td>
<td>38&#8242;5</td>
<td>12&#8242;5</td>
<td>49</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>VISUAL</td>
<td>AUDITIVO</td>
<td>CINESTÉSICO</td>
</tr>
<tr>
<td>Desenhistas</td>
<td>31</td>
<td>21</td>
<td>47</td>
</tr>
<tr>
<td>Músicos</td>
<td>13</td>
<td>38</td>
<td>48</td>
</tr>
<tr>
<td>Bailarinas</td>
<td>19</td>
<td>17</td>
<td>64</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Neste quadro podemos observar que existe uma maior predisposição para diferentes tipos de representação de acordo com as preferências de atividade dos sujeitos.</p>
<p>Quanto às respostas dependendo do contexto, os homens tiveram uma maior representação visual que as mulheres em contextos negativos (0&#8242;98 frente a 0&#8242;63), enquanto que era mais auditiva que as mulheres em contextos positivos (0&#8242;81 frente a 0&#8242;52).</p>
<p>Como conclusão podemos deduzir que as pessoas não são visuais, auditivas ou cinestésicas, mas têm uma certa preferência para algum desses sistemas e esta preferência varia de acordo com os contextos nos quais se encontram.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1764</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uptime e downtime</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/uptime-e-downtime/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/uptime-e-downtime/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[nosso mundo interno]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
<category>nosso mundo interno</category><category>pensamentos</category><category>PNL</category>
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		<description><![CDATA[Por Letícia Santos
Quando processamos os pensamentos, fazemos uma representação tanto de nosso mundo interno como de nosso mundo exterior. Na PNL chamamos isto de &#8220;uptime&#8221; e &#8220;downtime&#8221;, duas expressões que não se traduziram ao português, mas que significam &#8220;tempo alto&#8221; e &#8220;tempo baixo&#8221;.
Não há uma divisa, mas que se trata de um contínuo, com dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Letícia Santos</p>
<p>Quando processamos os pensamentos, fazemos uma representação tanto de nosso mundo interno como de nosso mundo exterior. Na PNL chamamos isto de &#8220;uptime&#8221; e &#8220;downtime&#8221;, duas expressões que não se traduziram ao português, mas que significam &#8220;tempo alto&#8221; e &#8220;tempo baixo&#8221;.</p>
<p>Não há uma divisa, mas que se trata de um contínuo, com dois extremos claramente diferenciados. É por assim dizer uma escada, com um andar alto, uma açotéia, de la podemos observar tudo o que há ao nosso redor, e um porão, no qual guardamos NOSSOS tesouros mais íntimos. Em um momento determinado subimos na açotéia, o uptime, e observamos e somos conscientes de tudo o que há ao nosso ao redor e depois de outro momento, descemos as escadas, chegamos ao porão, o downtime, nos concentramos em nós mesmos, refletindo ou meditando sobre algo.</p>
<p>No uptime estamos em um estado de vigilância, com todos nossos sentidos dirigidos para o exterior, somos conscientes do que ocorre fora de nós e podemos estabelecer uma comunicação com os demais. No uptime nos relacionamos com o mundo, trabalhamos, fazemos coisas, nos divertimos. Nos transformamos no típico turista que observa e se maravilha com tudo o que chega através de seus sentidos, que está aberto e disposto a aceitar qualquer nova informação. Vemos, ouvimos e sentimos o que ocorre fora de nós.</p>
<p>No downtime, por sua vez, nos concentramos dentro de nós mesmos, refletimos, pensamos em nosso interior, lembramos coisas que nos passaram, fantasiamos sobre o futuro. No downtime sonhamos acordados, meditamos, nos pomos em comunicação com nosso mundo interior.</p>
<p>A linguagem miltoniano, impreciso, aberto, é um exemplo de downtime, enquanto as pautas que proporcionam o metamodelo são exemplo do uptime. O downtime nos leva para o passado ou para o futuro, enquanto o uptime nos aproxima ao aqui e agora, ao presente.</p>
<p>Ao longo do dia, subimos e descemos por essa espécie de escada e permanecemos a maioria do tempo em pisos intermediários, sendo ao mesmo tempo consciente daquilo que temos ao redor e mergulhando em nossos próprios pensamentos, dependendo das circunstâncias. Se tivermos que falar com alguém, se temos que escutar uma conversa, se temos que observar, estamos em uptime. Neste estado abrimos nossos sentidos para o exterior. Enquanto que se temos que lembrar algo ou imaginarnos alguma atividade, nos situamos em downtime.<br />
Podemos estar em uptime ou em downtime voluntariamente.</p>
<p><strong>Exercício</strong></p>
<p>Vá a um campo ou a um parque e centre sua atenção no que lhe rodeia. Seja consciente de tudo o que há a seu ao redor, os sons que chegam aos seus ouvidos, o cheiro das flores, a temperatura do sol sobre sua pele. O que sente ao pisar em um graveto no solo, ao ver se movimentar as folhas das árvores, ao ouvir os risos de algumas crianças que estão pertos?</p>
<p>Sente-se agora em um banco. Feche os olhos. Centre sua atenção no seu interior, nos seus pensamentos. Reflita sobre o que acaba de ver, ouvir e sentir. Lembra como era esse parque quando você era pequeno? Se pudesse, como decoraria o parque se você fosse o Prefeito?</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1782</p>
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		<item>
		<title>Korzybski, um pioneiro da PNL</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/korzybski-um-pioneiro-da-pnl/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/korzybski-um-pioneiro-da-pnl/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem neurolinguistica]]></category>
		<category><![CDATA[bandler e grinder]]></category>
		<category><![CDATA[programadores neurolinguisticos]]></category>
<category>aprendizagem neurolinguistica</category><category>bandler e grinder</category><category>PNL</category><category>programadores neurolinguisticos</category>
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		<description><![CDATA[Por Steve Nagel
Todos conhecemos Alfred Korzybski através da citação que fizeram dele Bandler e Grinder, &#8220;o mapa não é o território&#8221;. Mas poucos Programadores Neurolinguisticos sabem que na obra e o pensamento de Korzybski estão os fundamentos da PNL. Na sua obra escrita em 1933 &#8220;Science and Sanity&#8221; ele já fala do conceito &#8220;aprendizagem neuro-lingüística&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Steve Nagel</p>
<p>Todos conhecemos Alfred Korzybski através da citação que fizeram dele Bandler e Grinder, &#8220;o mapa não é o território&#8221;. Mas poucos Programadores Neurolinguisticos sabem que na obra e o pensamento de Korzybski estão os fundamentos da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>. Na sua obra escrita em 1933 &#8220;Science and Sanity&#8221; ele já fala do conceito &#8220;aprendizagem neuro-lingüística&#8221;, &#8220;reações neurolingüísticas&#8221; ou &#8220;efeitos neurolingüísticos&#8221;. Vamos analisar sua obra com mais atenção.</p>
<p>Bandler e Grinder falaram de Korzybski, mas seu pensamento é muito mais amplo. A entrevista completa, extraída do prólogo da reedição de 1941, diz assim: &#8220;Um mapa não é o território que representa, mas, para ser correto, tem uma estrutura similar ao território, razão pela qual se resulta útil. Se o mapa pudesse ser idealmente correto, incluiria (em escala reduzida) o mapa do mapa. Se refletirmos sobre nossas linguagens, encontramos que, no melhor dos casos, devem ser considerados tão só como mapas. Uma palavra não é o objeto que representa; as linguagens também exibem esta peculiar capacidade de refletir a si mesmos: podemos analisar linguagens por meios lingüísticos. A &#8220;linguagem de mapa&#8221; antiquado, necessariamente, deve levar-nos a desastres semânticos, ao impor e refletir sua estrutura antinatural&#8230; Sendo as palavras e os objetos que representam duas coisas diferentes, a estrutura, e somente a estrutura, se transforma no único vínculo entre os processos verbais e os dados empíricos. As palavras não são as coisas das que falamos&#8230; Se as palavras não são coisas, nem os mapas o território, então, obviamente, o único vínculo possível entre o mundo objetivo e o mundo lingüístico deve ser encontrada na estrutura, e somente na estrutura. A única utilidade de um mapa ou linguagem depende da similitude entre os mundos empíricos e os mapas-linguagens. O feito de que toda linguagem tem alguma estrutura&#8230; leva a que inconscientemente leiamos no mundo a estrutura da linguagem que usamos&#8230;&#8221; (Science and Sanity, páginas 58-60). (tradução de Rafael Sábat)</p>
<p>Através de 900 páginas, Korzybski fala da natureza neurolingüística do ser humano e de como processamos a informação. Diz que os seres humanos tem um estilo de vida semântico, somos criaturas semânticas através do sistema nervoso, fazemos abstrações a partir do território do mundo no qual nos desenvolvemos. Afirma que vivemos por meio de símbolos (palavras, imagens, sons, sensações, idéias&#8230;), mais que através de nosso contato com a realidade. É mais fácil viver por meio de símbolos que tratar de distinguir entre símbolos e a realidade, entre o mapa e o território. Confundimos o mapa e o território.</p>
<p>Como somos seres semânticos, achamos inevitavelmente símbolos. E de forma inevitável respondemos a nosso mundo em termos de mapas, não da realidade. Quando acontece isto, Korzybski diz que confundimos o mapa (nossos símbolos lingüísticos), com o território. Identificamos duas coisas que existem em níveis lógicos diferentes. Bandler e Grinder descrevem esta dinâmica quando dizem que não é do mundo do qual nós tratamos, mas de nossos mapas do mundo, nosso modelo de mundo. Podemos fazer isto, de fato, quando descrevemos o que vemos (o que percebemos), mas não vemos o território do qual se trata. Preferimos ver os conceitos (mapas) sobrepostos ao território (por exemplo, como ocorre na estrutura das alucinações ou da hipnose). Mas, certamente, quando fazemos isto, nos pomos em perigo, já que fazemos um pobre ajuste do mundo se somos conscientes do mundo como algo filtrado do mapa, e não do mundo tal como é. E isto, como diz Korzybski, nos transforma em pessoas insanas e, se não o corrigimos, em pessoas dementes.</p>
<p>O trabalho de Korzybski sobre as reações lingüísticas ou semânticas supõe o início de posteriores trabalhos sobre como funciona o metamodelo e a mudança de significados. Assim, Korzybski diz que sempre que uma pessoa tem uma resposta emocional forte que não seja sobre algo relacionado com o estado presente, quer dizer que tem uma resposta semântica, condicionada pelo seu significado. Essa pessoa tem uma resposta semântica no seu corpo, já que são as palavras que iniciam seu sistema nervoso, não os estímulos externos atuais. A perturbação nervosa é conseqüência dos significados que atribuiu a seu pensamento.</p>
<p>Korzybski explica como a semântica afeta diretamente o nosso sistema nervoso. Pensamos em palavras e formas de linguagem no interior de nosso cérebro. Este sistema sensorial para processar informação e criar representações internas compreende também a composição de nosso sistema nervoso (com nosso cortex visual, cortex auditivo, etc). Isto afeta como conseqüência o nosso corpo e ao resto de nossa fisiologia (a conexão mente-corpo). Este novo fator semântico em nosso sistema nervoso é um distintivo humano que não existe nos animais.</p>
<p>Os seres humanos estão semanticamente condicionados. Desde que não usamos palavras como sinais (como fazem os animais), mas como símbolos completos, nosso símbolos nos permitem processar informação através de meta-níveis (podemos sempre gerar palavras para descrever qualquer coisa que nos ocorra, mas podemos também gerar palavras sobre essas palavras). Temos uma capacidade ilimitada para funcionar em múltiplos níveis de comunicação.</p>
<p>Isto quer dizer que podemos viver em diferentes níveis de abstração, mas que se não tomarmos cuidado podemos nos confundir nestes níveis de abstração. Nossos símbolos nos afetam na medida em que achem um dos aspectos mais significativos de nosso ambiente, podem nos incluir vários estados psicofisiológicos relacionados com nossas representações internas, não com as externas. Contanto que nossas reações semânticas sejam simplesmente isso, reações são automáticas, imediatas e inconscientes. É nossa programação humana que nos maneja e que nos deixa, aparentemente, sem opções. Quando somos conscientes da abstração, desenvolvemos contestações semânticas. Isto é, podemos alterar conscientemente os significados (por exemplo, nossa semântica) e deste modo gerar novas respostas.</p>
<p>Tudo que falamos anteriormente explica nossa necessidade de aprender e programar (ou reprogramar) de forma neurolingüística. Sempre que alguém opere dentro de seu ambiente lingüístico inconsciente de seus próprios hábitos lingüísticos (diálogo interno, representações internas) e sua influência estrutural sobre si mesmo, será fácil desenvolver todo tipo de desequilíbrios.</p>
<p>Para os seres humanos a linguagem representa nossa mais alta função neurológica. Korzybski diz que para nós a linguagem é uma função psicofisiológica fundamental. Já que tudo na linguagem tem estrutura, todo o idioma envolve reações semânticas interconectadas automaticamente. Quase todos os lucros humanos descansam em nosso uso de símbolos, isto é, em nossa habilidade para comunicar às claras e exatas. Temos um modo de vida puramente semântico e simbólico do qual não podemos escapar. Reciprocamente, os animais não têm doutrinas, crenças, no significado que lhe damos a estas palavras. As doutrinas não fazem parte de seu ambiente. Mas sim fazem parte do nosso e como as condições semânticas fazem parte de nosso ambiente mais vital, se são enganosas podemos nos desajustar e cair em processos cheios de desequilíbrio. Nosso sistema nervoso realiza abstrações, resumos, integrações em níveis e ordens diferentes e o resultado de um estímulo, em conseqüência, não é o estímulo em si mesmo.<br />
Em resumo, Alfred Korzybski coloca na sua obra que como seres semânticos que somos, todos nós construímos nosso mundo por meio do significado das palavras e frases que utilizamos, podendo reconhecer e ser conscientes que qualquer coisa que dizemos não é essa coisa, mas que quando estamos no nível verbal podemos também nos salvar das reações semânticas que comporta identificar o mapa com o território. Desta forma, o mundo que nós mesmos achamos para viver pode ser um que nos abra possibilidades de funcionamento e de experiências em lugar de um que nos encha de limitações. Tudo está no nível verbal.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/11</p>
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		<title>A tomada de decisões</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Steve Nagel
Os grandes ditadores da história (e os pequenos também) costumam impor aos grandes volumes retratos de si mesmos, de enormes dimensões, com a finalidade de criar uma referência externa da realidade. Algumas pessoas tomam decisões de acordo com referências externas, baseando-se na opinião alheia, enquanto outras pessoas tomam referências internas, de acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Steve Nagel</p>
<p>Os grandes ditadores da história (e os pequenos também) costumam impor aos grandes volumes retratos de si mesmos, de enormes dimensões, com a finalidade de criar uma referência externa da realidade. Algumas pessoas tomam decisões de acordo com referências externas, baseando-se na opinião alheia, enquanto outras pessoas tomam referências internas, de acordo com seus próprios valores. Neste artigo se estabelecem as diferenças entre estes dois sistemas e como a <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> pode ajudar a clarificar estes aspectos tão importantes na tomada de decisões. Por último, faremos um exercício.</p>
<p>As pessoas com referência externa costumam ser conformistas, já que baseiam seus critérios na opinião do líder, do guru ou, em sentido mais positivo, do expert. Não têm opiniões próprias, mas necessitam que alguém lhes diga o que têm que fazer ou que decisão tem que tomar. Depois do Concílio Vaticano II, que abriu a Igreja Católica a novos ares, muitas religiosas abandonaram seus conventos e penduraram os hábitos no momento em que começou a pedir suas opiniões. Estas pessoas começaram a se sentir desprotegidas no momento em que se começaram a exigir que tomassem parte nas decisões, coisa que, até esse momento, tinha feito a Mãe Superiora do convento. Tratava-se de pessoas com referências externas. Até então não tinham tido que pensar que estavam bem ou que estavam logo que, seus atos e normas morais estavam preestabelecidos, seguindo os preceitos impostos pelo fundador ou pelos superiores.</p>
<p>Muitas pessoas atuam pensando no que dirão aos demais, se estará bem ou logo que visto por outros, se sua conduta encaixa ou não em determinadas categorias sociais, em como se entenderá, se serão ou não aceitados, etc. Isto são exemplos de referência externa.</p>
<p>As pessoas com referência interna, por sua vez, se baseiam na sua própria experiência na hora de tomar decisões, em reflexões pessoais ou nos seus próprios valores. Levam em conta a opinião dos demais ou dos experts, mas só como mais uma informação a levar em conta, já que tendem a assumir suas próprias responsabilidades, se baseando nas suas convicções morais, políticas ou sociais.</p>
<p>Como tudo nesta vida, não é nem bom nem mal ter referência interna ou externa. Depende. É bom ter referência externa se necessitamos a opinião de um expert, é melhor consultar a um bom médico e ficar com sua opinião em vez de estudar medicina. É bom ter referência interna quando alguém trata de impormos algo. É mal ter referência externa se nos impede ter autonomia. É mal ter referência interna se nos leva a nos isolar dos demais e deixamos de valorizar outras idéias ou opiniões.</p>
<p>As submodalidades nos podem ajudar, a saber, que taxa de referência utilizamos com mais freqüência. As pessoas com referência externa costumam ter representações visuais muito grandes dos demais e auditivamente ouvem vozes de outras pessoas que lhes dão ordens ou conselhos. As pessoas com referência interna costumam ter representações visuais pequenas e ouvem sua própria voz e a voz dos demais.</p>
<p><strong>Exercício</strong></p>
<p>Steve e Connirae Andreas desenharam este exercício para determinar que taxa de referência estamos utilizando.</p>
<p><strong>Passo 1.</strong> Para começar, você deve fingir que você se guia por um sistema de referência interna. Eu te comunicarei algo e você, graças à tua referência interna, você será quem avalie minhas palavras e quem decida qual seria a reação mais apropriada. Agora vou te dar a informação anunciada:</p>
<p>Se você realiza diariamente o exercício do pino, durante meia hora e orientando-se para o norte, você aumentará muita tua qualidade de vida.</p>
<p>Observa o que você experimenta ao processar esta informação desde o ponto de vista de teu sistema de referências interno. Lembra que é você quem o julga e quem toma uma decisão a respeito. »</p>
<p><strong>Passo 2.</strong> Agora você deve fingir, por uns momentos, que se guia por referência externa e imaginar-te brevemente que tua referência externa sou EU. Só você terá que manter essa ficção enquanto realizamos esta fase do exercício, você recuperará tua plena autodeterminação logo você tenha averiguado o que pretendemos saber. Lembra que por enquanto EU sou tua referência externa: você sabe de antemão que tudo o que diga é certo, como o que vou te dizer agora: Você entrará em maior harmonia com o universo se entoar a cada amanhã o Dó médio, durante cinco minutos.</p>
<p>Observe tuas experiências considerando esta informação a luz de um sistema referências externa. O que você experimenta ao avaliá-la e decidir tua atitude? »</p>
<p><strong>Passo 3.</strong> Examine as submodalidades que você acaba de utilizar em cada uma das experiências, nos três canais sensoriais. Os fatores mais típicos são a posição, o tamanho e a luminosidade no sistema visual, a existência de várias vozes no auditivo e certa tensão no cinestésico. Analise-o atenciosamente para encontrar tua versão particular. »</p>
<p><strong>Passo 4.</strong> Lembre-se de uma situação na qual você deixou se guiar por referência externa, mais do que te parece desejável. Por exemplo, uma circunstância na qual você seguiu o conselho de alguém, que depois se mostrou pouco correto. »</p>
<p><strong>Passo 5.</strong> Há algum inconveniente em que se guie mais por referência interna nessa situação?»</p>
<p>(Tomar em consideração os eventuais reparos.) «Situe-se de novo nessa época e reconstrua a representação mental que você formou do comentário daquela pessoa. Depois a modifique, dando-lhe aquelas características submodais que correspondam a tua representação pessoal da referência interna (por exemplo, encolha a imagem ajeitando-a e situando-a em uma parte inferior extrema do campo visual. Instale uma voz crítica que examine e avalia o ouvido&#8230; ) »</p>
<p><strong>Passo 6.</strong> Se imagine em uma circunstância de um futuro próximo no qual você vá tropeçar com o mesmo problema. Crie uma representação mental do que você vai dizer a outra pessoa e comprove se essa representação leva os rasgos típicos de tua referência interna. » (Em caso contrário, ensaie repetidamente!)</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1306</p>
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		<title>A ponte para o futuro</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:51:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Intenção positiva]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Steve Nagel
Na PNL se trabalha no presente, olhando para o futuro. Uma intervenção terapêutica produz mudanças no momento presente, mas essas mudanças não necessariamente estarão disponíveis em situações similares no futuro. Por isso, depois de cada intervenção terapêutica, com a PNL se realiza uma ponte para o futuro, um procedimento que garante que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Steve Nagel</p>
<p>Na <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> se trabalha no presente, olhando para o futuro. Uma intervenção terapêutica produz mudanças no momento presente, mas essas mudanças não necessariamente estarão disponíveis em situações similares no futuro. Por isso, depois de cada intervenção terapêutica, com a PNL se realiza uma ponte para o futuro, um procedimento que garante que a mudança realizada no presente se estenderá a situações similares do futuro.</p>
<p>Para que serviria uma mudança em uma conduta ou em uma sensação se essa mudança não se mantém a partir de hoje? O que se pode fazer para que a mudança se mantenha? Essa é uma pergunta que fazem muitas pessoas quando ingressam no estudo da PNL.</p>
<p>O cérebro humano funciona por repetição e se mantém a última coisa que lhe introduzimos. Quando introduzimos uma nova conduta ou uma nova estratégia e a repetimos várias vezes, o cérebro humano a automatiza e se abre novas rotas neurológicas que se colocarão em funcionamento a partir desse momento. No entanto, é necessário repetir várias vezes no presente uma conduta, por exemplo, para que haja uma garantia que se reproduzirá em uma situação concreta do futuro? Vejamos.</p>
<p>Quando dentro de um processo de aprendizagem uma pessoa realiza um exercício várias vezes seguidas o que procura é que possa estender o mesmo tipo de soluções a contextos diferentes. Repete vários problemas de matemáticas similares, com a esperança de que poderá repetir a mesma seqüência ante a problemas parecidos. Ante a contextos parecidos se aplica o mesmo padrão. Isto é assim em teoria, porque na prática não costuma dar resultados, já que a pessoa acordará do padrão depois de ter aplicado soluções anteriores. Qual é o código então? Como fazer com que o padrão funcione de forma automática? A solução consiste em realizar a mudança em nível inconsciente.</p>
<p>Se a mudança ocorre no âmbito consciente, o mais provável é que não funcione mais dentro do mesmo contexto, se é que funciona. No entanto, caso se introduza a mudança de forma inconsciente, o padrão de mudança se iniciará não só no momento contextual, mas em qualquer outra situação na qual se resulte necessário no futuro. Portanto, o código consiste em que a mudança tem que acontecer de forma inconsciente.</p>
<p><strong>E como se faz isto?</strong></p>
<p>A forma mais direta é pedir à outra pessoa que imagine uma situação do futuro na qual necessitará iniciar a nova conduta ou a nova estratégia. Ao fazê-lo, a outra pessoa não terá mais remédio do que submergir no novo contexto e imaginar que as coisas ocorrem segundo o novo padrão. Desta forma a mudança ficará necessariamente associada ao novo contexto de forma inconsciente. Se, além disso, disparamos nesse momento uma âncora, o sistema nervoso não terá mais remédio do que vincular a nova conduta com o novo contexto.</p>
<p>Em resumo, a ponte para o futuro (em inglês &#8216;future pace&#8217;, se situa no futuro), se compõe destas etapas:</p>
<p><strong>1.</strong>Qual é o propósito do novo objetivo (entenda-se por objetivo qualquer mudança ou modificação que queiramos conseguir em qualquer aspecto)? O que quer conseguir com o novo objetivo?</p>
<p><strong>2.</strong>Em que consiste o novo objetivo? O que ocorre quando se produz o novo objetivo? Qual é o caminho que te conduzirá ao novo objetivo? O que você vai fazer para chegar até seu objetivo?</p>
<p><strong>3.</strong>Como você saberá que você terá conseguido teu objetivo? Como você lembrará que você tem uma nova opção a tua disposição?</p>
<p><strong>4.</strong>Se você imagina uma situação no futuro e que você a resolve com tua nova opção, como será? Como você notará que você a resolveu de forma satisfatória?</p>
<p>Se a pessoa se imagina uma situação do futuro e não consegue resolvê-la com o novo padrão, indica que não realizamos a mudança de forma correta, por isso deverá começar de novo, utilizando outras metodologias de mudança.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1378</p>
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		<title>A intenção positiva</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Intenção positiva]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Steve Nagel
Uma das premissas da PNL afirma que atrás de cada conduta há sempre uma intenção positiva. Neste artigo, o autor analisa as implicações desta afirmação e nos propõe um exercício.
Ao longo do dia, as pessoas realizam milhares de pensamentos e milhares de condutas diferentes. Desde que nos levantamos até que nos deitamos realizamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Steve Nagel</p>
<p>Uma das premissas da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> afirma que atrás de cada conduta há sempre uma intenção positiva. Neste artigo, o autor analisa as implicações desta afirmação e nos propõe um exercício.</p>
<p>Ao longo do dia, as pessoas realizam milhares de pensamentos e milhares de condutas diferentes. Desde que nos levantamos até que nos deitamos realizamos ações diferentes, algumas conscientes e a maioria inconscientes. As pessoas são compostas de milhares de aspectos que se complementam mutuamente, como se tratasse de um caleidoscópio. Parece como se estivéssemos compostos por mais de uma pessoa, e, muitas vezes, nossas diferentes &#8216;personalidades&#8217; saem flutuando.</p>
<p>Na PNL a estes diferentes aspectos de uma mesma pessoa chamamos de &#8216;partes&#8217;. As condutas respondem a que alguma destas partes está tratando de se comunicar. Mas uma coisa é a conduta e outra muito diferente sua intenção. Muitas vezes, depois de ter feito algo que prejudicou uma outra pessoa, nos lamentamos dizendo &#8220;minha intenção era boa&#8221;. É preciso separar, a conduta da intenção.</p>
<p>As conseqüências da conduta não têm nada a ver com a intenção. Ante uma situação concreta, uma parte pode estar motivada para passar à ação, outra parte tem medo das conseqüências e uma terceira parte quer evitar danos a terceiros. Cada uma dessas três partes tem uma intenção positiva, mesmo que o mais provável é que a pessoa não esteja absolutamente consciente disso.</p>
<p>Imaginemos uma pessoa que bebe em excesso. Beber é uma conduta negativa, já que as conseqüências que provoca são nefastas. Mas o que ocorre se analisamos o fundo dessa conduta? Beber pode ter para essa pessoa uma intenção positiva, mesmo que a conduta não o seja: talvez lhe reduza a ansiedade de uma vida pouco afortunada, talvez lhe proporcione atenção por parte de algum familiar, talvez evite que entre em uma depressão…. Inclusive essa conduta inadequada possa estar ajudando a uma terceira pessoa, por exemplo, a reação de sua parceira. Qualquer terapia com alcoólicos (ou com pessoas com alguma dependência) que queira ter sucesso tem que levar em conta esta intenção positiva.</p>
<p>Nas relações interpessoais há sempre uma intenção positiva. Fazemos as coisas com uma finalidade determinada, mesmo que a conduta possa ser inadequada e inclusive destrutiva. Não se trata de aprovar a conduta negativa, mas de reconhecer a intenção positiva. Um marido pode bater na sua esposa, essa conduta é completamente reprovável, mas se indagamos as suas intenções é possível que encontremos uma explicação positiva. Repito, a intenção é positiva, não a conduta.</p>
<p>A terapia consiste, entre outras coisas, em manter a intenção positiva, mas mudando a conduta não apropriada. Reconhecer o aspecto positivo na intenção de uma conduta nos permite iniciar um processo de comunicação com essa parte. Há pessoas que não lhes agrada alguma de suas partes ou alguma de suas condutas e o que fazem é ignorá-la ou fugir de si mesmos, seguindo a conhecida tática do avestruz. Mas com este proceder não solucionam o problema. A mudança se inicia reconhecendo a parte que está gerando uma conduta não apropriada e buscando sua intenção positiva. Se só mudamos a conduta, o problema voltará em pouco tempo. Você resolveu emagrecer mudando sua conduta alimentícia? Assim tem garantido o fracasso. Analise primeiro qual é a intenção positiva de seu excesso de peso e a solução virá por si só.</p>
<p><strong>Exercício</strong></p>
<p><strong>Passo 1.</strong> Delimite algo de você  mesmo que não lhe agrade (pensamento, conduta, sintoma…)</p>
<p><strong>Passo 2.</strong> Separe a conduta de sua intenção.</p>
<p><strong>Passo 3.</strong> Analise o que de positivo está fazendo essa conduta em você ou em outras pessoas. Se não existisse essa conduta, que conseqüências teria? Talvez sua primeira resposta seja &#8220;não beneficia a ninguém e se não tivesse essa conduta seria maravilhoso&#8221;.</p>
<p>Permita-se refletir durante alguns dias. O que tem que aprender sobre você mesmo ou sobre o tipo de vida que leva através dessa conduta que não lhe agrada? Escreva tudo o que ocorre com você, para que não se esqueça.</p>
<p><strong>Passo 4.</strong> Analise as conclusões que você chegou. Se for possível manter a intenção positiva sem recorrer à conduta não apropriada, o faria? Quais outras condutas alternativas lhe ocorrem? Volte a refletir durante outros dois dias e aponte todas as possibilidades.</p>
<p><strong>Passo 5.</strong> Escolha aquela opção que lhe pareça mais rica e criativa. O que necessita para iniciar sua nova conduta? Sua nova conduta cumpre com a mesma intenção positiva? Prejudica a alguém, incluindo você, essa sua nova conduta? Como será o futuro com sua nova conduta? O que tem que começar a fazer agora mesmo para que sua conduta se efetive?</p>
<p><strong>Passo 6.</strong> Deixe passar alguns dias ou semanas e revise as conseqüências de sua nova conduta.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1455</p>
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		<title>A Calibração</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-calibracao/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[calibragem]]></category>
		<category><![CDATA[calibrar]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Isabel Hinojosa
Ao falar de comunicação, em PNL falamos de processos sistêmicos. A comunicação se produz quando há feedback, isto é, quando há uma retroalimentação: o comunicador recebe uma mensagem que o receptor recebeu a informação de forma correta. Um dos postulados da PNL diz que o sentido da comunicação é a resposta (a retroalimentação) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Isabel Hinojosa</p>
<p>Ao falar de comunicação, em <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a> falamos de processos sistêmicos. A comunicação se produz quando há feedback, isto é, quando há uma retroalimentação: o comunicador recebe uma mensagem que o receptor recebeu a informação de forma correta. Um dos postulados da PNL diz que o sentido da comunicação é a resposta (a retroalimentação) que se obtém, seja esta verbal ou não verbal.</p>
<p>A sincronização é à base da comunicação para a PNL. Consiste em estabelecer uma relação, criando uma mesma longitude de onda que nosso interlocutor. Sincronizar significa adotar os gestos e as atitudes da pessoa com a qual estamos falando, com o fim de criar um mimetismo que nos leve a um clima de confiança. A sincronização pode ser verbal ou não verbal, direta ou cruzada, refletida ou defasada no tempo (a reformulação é, por exemplo, uma forma de sincronização). Para conseguir uma boa sincronização, temos que nos fixar na posição do corpo, nos movimentos e os gestos. Também podemos sincronizar através da voz, do tom, do ritmo, o volume&#8230; E também podemos refletir as pausas e os silêncios. Podemos sincronizar a respiração, muito útil, por exemplo, em terapia.</p>
<p>Em nível verbal podemos utilizar o mesmo tipo de predicados, usar palavras verbais, auditivas ou cinestésicas de acordo com os canais sensoriais que utiliza nosso interlocutor. Podemos, igualmente, utilizar os mesmos valores, os mesmos critérios, o mesmo &#8220;espírito&#8221;, o mesmo estado de ânimo.</p>
<p>A sincronização permite criar um clima de confiança, mas, ao mesmo tempo, permite criar as bases para &#8220;guiar&#8221; ao outro para posições diferentes à sua. Uma vez que se produziu a sincronização, podemos ir mudando os parâmetros, de tal forma, que será o outro quem nos siga. Em terapia, uma vez sincronizado o cliente, se mudam os parâmetros para fazê-lo sair de seu estado atual para o estado mais aberto ou positivo.<br />
Para poder realizar a sincronização, é imprescindível calibrar previamente o nosso interlocutor. A cada comportamento externo lhe corresponde um estado interno que está associado a ele. A calibragem consiste em observar o nosso interlocutor e apanhar informações externas sobre sua fisiologia (a informação sobre a linguagem usada pelo nosso interlocutor se recolhe através do metamodelo).</p>
<p>A calibragem consiste em nos fixar em macro-comportamentos, como os gestos, a posição do corpo, a voz (tom, volume, ritmo&#8230;), a respiração (ritmo, profundidade&#8230;) e em nos fixar em micro-comportamentos, como pequenos movimentos dos músculos (maxilar inferior, abertura dos olhos&#8230;), movimentos da boca (fechada ou aberta, ritmos), do nariz, na coloração da pele, etc.</p>
<p>Além disso, podemos observar também o modelo de mundo de nosso interlocutor, canais sensoriais predominantes, estratégias, meta-programas, crenças, valores&#8230;<br />
Estas informações nos permitirão conhecer melhor o outro e, no seu caso, lhe ajudar no seu processo de mudança. Quando alguém lembra uma experiência que lhe coloca medo, por exemplo, pequenas mudanças fisiológicas se produzem em alguma parte de seu corpo. Estas mudanças, por pequenos que sejam, estarão sempre aí. A calibragem está baseada exclusivamente no sensorial. Mas é diferente para cada pessoa. Por isso temos que ter cuidado em não imaginarmos, em não alucinar respeito ao significado que essas mudanças fisiológicas podem significar, já que são exclusivas de cada pessoa.</p>
<p>A calibragem, junto com o rapport e a flexibilidade, são os elementos principais que se utilizam em PNL para passar do estado presente ao estado desejado e introduzir mudanças.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/29</p>
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		<title>Perguntas freqüentes sobre PNL</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/perguntas-frequentes-sobre-pnl/</link>
		<comments>http://site.suamente.com.br/perguntas-frequentes-sobre-pnl/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistic]]></category>
<category>PNL</category><category>programação neurolinguistic</category>
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		<description><![CDATA[
Parte 1
Por Rafael Sábat
Este texto foi preparado para responder às perguntas e críticas mais freqüentes sobre Programação Neurolingüística. Se bem que o texto é longo, e o mais provável é que as respostas que você procura se encontrem nele.
O que é (e o que não é) a PNL?
A PNL é um MODELO DA COMUNICAÇÃO HUMANA.
Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><div class='postTabs_divs postTabs_curr_div' id='postTabs_0_815'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 1</b></span></p>
<p style="text-align: justify;">Por Rafael Sábat</p>
<p style="text-align: justify;">Este texto foi preparado para responder às perguntas e críticas mais freqüentes sobre Programação Neurolingüística. Se bem que o texto é longo, e o mais provável é que as respostas que você procura se encontrem nele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é (e o que não é) a <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A PNL é um MODELO DA COMUNICAÇÃO HUMANA.</p>
<p style="text-align: justify;">Um MODELO é mais nada e nada menos que uma representação simplificada de um fenômeno, que neste caso reconhece, especifica e descreve o funcionamento de alguns padrões de comunicação que as pessoas usam para se comunicar uma com as outras, e com nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os modelos de padrões de comunicação empregados com os demais têm muita aplicação em negócios e educação. Os que são empregados pelas pessoas para comunicar-se consigo mesmas são os que têm grande utilidade para os terapeutas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um modelo NÃO explica por que ocorre um fenômeno. Tão só mostra seu FUNCIONAMENTO. Um modelo não é nem &#8220;certo&#8221; nem &#8220;falso&#8221;: um modelo é &#8220;útil&#8221; ou &#8220;inútil&#8221;, ou, &#8220;adequado&#8221; ou &#8220;inadequado&#8221; a uma circunstância. Um modelo não pode (nem necessita) ser demonstrado. Quando um modelo se torna obsoleto, se substitui por outro novo.</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL se apóia em princípios científicos demonstráveis e em uma série de pressuposições ou axiomas que não são demonstráveis. Se seguem realizando estudos para demonstrar a validade ou não de vários dos princípios e observações da PNL. Muitos desses estudos estão disponíveis hoje em dia na internet para quem deseje estuda-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Um modelo pode estar apoiado em princípios inexistentes ou &#8220;falsos&#8221; (e isso não faz com que o modelo seja inválido). Quando isso ocorre, como dissemos se toma essa base do modelo como pressuposição, axioma ou princípio. Exemplos desse último é a Geometria Euclideana, que se apóia em uma noção axiomática de &#8220;ponto&#8221; (algo que tem uma só propriedade, sua localização), a psicanálise, que se apóia em uma série de pressuposições em volta do inconsciente humano, e a PNL, que se apóia em uma série de pressuposições em volta do fenômeno da comunicação humana, entre elas o famoso princípio da intenção positiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL é um &#8220;modelo de aquisição&#8221;. Isso significa que modela (representa, especifica) coisas para que possam ser aprendidas, portanto seleciona para moldar os padrões &#8220;úteis&#8221; ou &#8220;bem-sucedidos&#8221; e não as patologias nem os erros. Isso também significa que não existe em PNL um critério de &#8220;normalidade&#8221;: absolutamente nada nem ninguém é &#8220;normal&#8221; em um modelo de aquisição, pois se avalia um fenômeno em relação a seu grau de adaptação a um contexto exclusivamente. A idéia do &#8220;normal&#8221;, por outro lado, é indispensável nos modelos &#8220;de reparação&#8221;, entre os quais se contam precisamente os terapêuticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que não é a PNL? Confusões, riscos freqüentes e advertências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Confundir um modelo com uma ciência</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL NÃO é uma ciência, por mais que alguns entusiastas (bem intencionados talvez, mesmo que equivocados) se empenhem em afirmá-la. Portanto, carece de respostas para muitas das perguntas que se fazem. Quando as perguntas se referem a fenômenos que escapam ao alcance do modelo, que é muito limitada, a falta de resposta não se deve a carências do modelo, mas ao excesso de otimismo de quem pergunta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Advertência 1:</strong> A PNL está cheia de buracos, já que atua sobre um campo muito limitado. A PNL NÃO é a pedra filosofal. Como todo modelo recente, está em pleno desenvolvimento, carece de respostas para todas as perguntas.</p>
<p style="text-align: justify;">Confundir as pressuposições de PNL com afirmações demonstráveis em volta da realidade</p>
<p style="text-align: justify;">Um bom Programador Neurolingüístico esclarecerá sempre que vários dos princípios em que se apóia a PNL são &#8220;fantasias operativas&#8221; ou &#8220;mentiras úteis&#8221;, só utilizadas atrás do funcionamento do modelo, como assim também todo geômetra &#8220;sabe&#8221; que um ponto é algo que não existe na realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, não é certo que o responsável da comunicação seja exclusivamente  o comunicador. No entanto, é recomendável, a todos os efeitos práticos, que o<br />
comunicador se considere o responsável exclusivo, para assim aumentar a probabilidade de poder liderar o processo e obter o resultado que deseja.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é necessário demonstrar que os princípios de PNL são certos, mas que são úteis. Mas o fato de que sejam úteis não significa que sejam certos. O sentido comum é útil até no campo das religiões; como disse Maomé, &#8220;tenham fé em Deus, mas pelas noites atem a vossos camelos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Advertência 2:</strong> Não confunda algo recomendável com algo certo. Os princípios da PNL são somente princípios. E não são verdades absolutas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Advertência 3:</strong> Se o senhor necessita que algo seja &#8220;certo&#8221; para usá-lo, terá sérias dificuldades com o uso da PNL. No entanto, reiteramos que muitos modelos de uso freqüente no mundo inteiro também não são &#8220;certos&#8221;, mas sim &#8220;úteis&#8221; e &#8220;aceitados&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confundir as técnicas com o modelo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É a PNL mais nada que um conjunto de técnicas?</p>
<p style="text-align: justify;">NÃO. A PNL é um modelo, e as técnicas são o resultado do uso do modelo. Se bem que as técnicas podem ser usadas sem conhecer o modelo e contar adicionalmente com o domínio do modelo permite:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a.</strong>Escolher a técnica apropriada a cada circunstância.<br />
<strong>b.</strong>Realizar os ajustes que correspondam a cada técnica, sobre a marcha, para cada caso.<br />
<strong>c.</strong>Desenhar uma técnica nova para uma circunstância nova.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Advertência 4:</strong> Então na nossa opinião, os que afirmam que a PNL é só um conjunto de técnicas, são os que não conhecem a fundo o modelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perguntas freqüentes sobre PNL &#8211; Parte 2 </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Confundir a PNL com uma maneira de fazer terapia</p>
<p style="text-align: justify;">Existem duas explicações para esta confusão. Em primeiro lugar, os primeiros modelos de PNL foram empregados em terapia, pois se tratou de um grupo de padrões lingüísticos que eram empregados por três terapeutas muito efetivos. Modelos posteriores se tomaram de outros campos, e têm aplicação nos campos que foram estudados em cada caso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em segundo, dado que estas e outras técnicas de PNL, derivadas do uso do modelo, são efetivas em terapia, se costuma confundir à PNL com uma teoria ou escola terapêutica. A PNL NÃO é uma forma de fazer terapia. O modelo e as técnicas podem ser, e foram usados com sucesso por muitos terapeutas de diversas correntes, porque melhoram a comunicação da pessoa consigo mesma. E mais nada.</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL carece de muitas características das teorias e escolas terapêuticas mais conhecidas, simplesmente, porque não é nem uma teoria nem uma escola terapêutica. Se lhe pede à PNL uma teoria de desenvolvimento da personalidade. Se lhe pedem que &#8220;encha&#8221; os espaços vazios. É de supor que como condição tenha que lhe encher para aceitá-la como escola terapêutica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Advertência 5:</strong> A PNL provavelmente jamais terá todas as respostas e teorias que pedimos para ela. Se isso é suficiente para que você decida desprezar a PNL, seja bem-vindo, tem todo o direito. No entanto, sugiro que se informe um pouco melhor da utilidade (e não da veracidade) da PNL.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensar que saber de PNL habilita para ser terapeuta sem passar pela Faculdade de Psicologia ou a de Medicina</p>
<p style="text-align: justify;">Dado que muitas técnicas de PNL têm aplicação em terapia, e são tão simples que praticamente qualquer um pode aprendê-las, é comum confundir a capacidade de empregar uma técnica com a capacidade de desenhar uma estratégia terapêutica, decidir qual técnica aplicar, e verificar o desenvolvimento de um processo terapêutico.</p>
<p style="text-align: justify;">Que uma pessoa tenha aprendido a tomar uma aspirina cada vez que tem enxaqueca não quer dizer que saiba medicina. Paralelamente, se uma pessoa saiba como fazer para mudar de estado de ânimo da outra não quer dizer que saiba curar a depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é provavelmente a confusão mais divulgada, errônea e potencialmente prejudicial. Nós apoiamos e respaldamos todas as críticas que se fazem ao mal uso da PNL neste campo</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Advertência 6:</strong> Se você deseja se dedicar à terapia, estude e gradue-se em Psicologia ou<br />
Psiquiatria. &#8220;Saber de PNL&#8221; não capacita nem autoriza a exercer a terapia psicológica.<br />
Considerar-se terapeuta tão só porque leu meia dúzia de livros de PNL e assistiu meia dúzia de cursos não só é errôneo, mas ilegal. Uma vez que você esteja acadêmica e legalmente capacitado para exercer a terapia psicológica, nada lhe impedirá de inclinar-se por uma técnica de qualquer escola que lhe interesse, ou uma de PNL</p>
<p style="text-align: justify;">E por que, então, a usam tantas pessoas de diferentes atividades?</p>
<p style="text-align: justify;">Porque ao ser um modelo da comunicação humana, tanto externa como interna, pode se utilizar com sucesso em toda atividade que inclua seres humanos comunicando-se, seja consigo mesmo ou com outros. O fato de que muitos terapeutas a usem não significa que este seja seu uso exclusivo. A PNL está no que viria a se chamar tecnicamente &#8220;um nível lógico diferente&#8221; da psicologia, da mesma maneira que um instrumento cortante está em &#8220;um nível lógico diferente&#8221; da medicina, já que pode utilizar-se tanto para uma operação cirúrgica como para comer um frango assado. Isso não significa que o instrumento cortante ou a PNL sejam mais importantes, melhores ou superiores que a psicologia ou a medicina, mas são de aplicação geral</p>
<p style="text-align: justify;">Porque tantos psicólogos desconfiam da PNL ou não a aceitam?</p>
<p style="text-align: justify;">Desconheço os motivos individuais, mas suspeito que os seguintes motivos estejam muito divulgados:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a.</strong>O já explicado que muitos entusiastas da PNL se consideram terapeutas sem haver passado pela universidade e o treinamento que a sociedade requer para poder exercer legalmente a profissão. Isso acarreta concorrência ilegal e desleal para os terapeutas genuínos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b.</strong>Algumas técnicas de PNL são mais efetivas que algumas técnicas terapêuticas muito prezadas. Custa deixar de fazer o que um conhece e aprecia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>c.</strong>Algumas técnicas de PNL são (muitíssimo) mais rápidas que algumas técnicas terapêuticas muito prezadas. Os &#8220;maus&#8221; psicólogos (que os há, como há &#8220;maus&#8221; Programadores Neurolinguisticos, e &#8220;maus&#8221; o que seja) correm risco de ficar sem clientela. Também, se um psicanalista tem em tratamento alguém por uma fobia durante 5 vários anos e um bom Programador Neurolinguistico pode curar em 15 minutos, e sem seqüelas&#8230; Algo me diz que muitos psicanalistas têm resistência a isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>d.</strong>As técnicas de PNL, precisamente não explicam nem interpretam o que ocorre. Para muitos psicólogos é muito importante conhecer as causas de um fenômeno e interpretá-lo antes de tratá-lo ou resolvê-lo. Dado que a PNL não há nenhuma das duas, a desprezam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>e.</strong>A PNL não é um modelo reparador, como são os terapêuticos. Em princípio, para a PNL, coisas como depressão, ter uma fobia ou ficar ansioso são habilidades, cumprem uma função desejável para a pessoa que as &#8220;sofre&#8221;. O salto que é necessário fazer para crer que algo assim pode ser &#8220;crível&#8221; é muito grande para alguns psicólogos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>f.</strong>Ou, dito de outra forma, a PNL é um modelo aquisitivo, e em conseqüência carece de critério do &#8220;normal&#8221;. E como conseqüência desse último, nada também não é &#8220;patológico&#8221;, o que vem a estar renhido com alguns princípios básicos da terapia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>g.</strong>Os livros de PNL se encontram no geral nas plataformas de &#8220;auto-ajuda&#8221; das livrarias, o qual costuma ser &#8220;palavra ímpar santa&#8221; para muitos psicólogos, dado que o sentido que muitas vezes se lhe dá a &#8220;auto-ajuda&#8221; é &#8220;resolva todos seu problemas sem recorrer ao seu terapeuta&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>h.</strong>A PNL utiliza muitos princípios, modelos e técnicas provenientes do condutismo. Segundo a bióloga Karen Pryor, quem desenvolveu os melhores modelos e mais efetivos dentro dessa corrente, &#8220;O condutismo é talvez o corpo de conhecimento científico mais injuriado, logo que compreendido, logo que interpretado, sobre – interpretado e logo que empregado&#8221;. Se o acusa de manipulativo, desumanizante, e coisas ainda piores. Sobre tudo que defendem todo Europeu por sobre o norte-americano, e em particular a Freud.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>i.</strong>Muitos simpatizantes da PNL têm afeição pelo esotérico, pseudocientífico ou acientífico. Em parte, isto é porque que têm essas afeições são mais abertos ao novo. Isso não quer dizer que não existam programadores neurolinguisticos com inclinações &#8220;racionais&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>j.</strong>Muitos dos princípios da PNL podem se encontrar em outras correntes: &#8220;a PNL não tem nenhuma idéia original&#8221;. Isso é, novamente, porque é um modelo, que o único que tem de original é a combinação de idéias, a qual produz como resultado as novas técnicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>k.</strong>Muitos que se dizem programadores neurolinguisticos só leram um par de livros do tema, carecem de conhecimentos, treinamento e prática. Mal podem fazer frente a tanta crítica, e se defendem como podem, com argumentos dos mais engraçados. Isso, certamente, exclui a quem colaboramos e falamos: aqui, todos são lindos, bons filhos e pais, obedientes da moral e dos bons costumes, muito estudiosos, e, sobretudo, sérios.</p>
<p style="text-align: justify;"></div>

<div class='postTabs_divs' id='postTabs_1_815'>
<span class='postTabs_titles'><b>Parte 2</b></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A PNL é manipulativa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Definitivamente SIM. A comunicação humana é manipulativa por si só, já que serve para transportar as idéias de uma pessoa e colocá-las na cabeça de outra. A PNL, sendo um modelo de algo manipulativo, também o é.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso não é necessariamente mau. Quando você ensina um menino a ter cuidado com as tomadas e os cabos de alta tensão, manipulou a situação, e isso não é mau. E para ser preciso, o que na verdade é manipulativo não é a comunicação humana nem a PNL, mas as pessoas que as utilizam.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato óbvio de que todos andamos por aí tentando manipular os demais de todas as formas possíveis (ou as que tenhamos à mão) não parece assustar a aqueles que atacam o manipulativo da PNL. Quando as críticas provêm de terapeutas, a situação se torna ridícula, dado que é muito difícil de defender a postura de que a terapia não seja manipulativa em absolutamente todas as suas fases. E isso é bom, além disso, uma de suas funções é produzir um resultado ou mudança em outra pessoa, para o qual é necessária dita manipulação.</p>
<p style="text-align: justify;">Como feito anedótico, quero que você formule um objetivo, pessoal, trabalhista, ou terapêutico, que não inclua, de maneira explícita ou implícita, uma mudança de atitude em uma pessoa, e deve-se pensar em como alcançar este objetivo sem se comunicar com qualquer outra pessoa. Se existir um objetivo que cumpra com essas condições sería, quando menos, uma questão de azar, algo incerto.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, é hora, goste ou não, de aceitar os manipulativos que somos, e que isso não nos transforma em criminosos, mas deveria ser razão para que tomemos consciência e aprendermos mais sobre o que já estamos fazendo<br />
<strong><br />
É a PNL uma versão aggiornada do condutismo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não. Mas se utiliza muitos princípios e técnicas que provêm do condutismo. Assim como de muitas outras correntes: a lei de variedade requerida (a PNL &#8220;é cibernética&#8221;); a distinção entre processos conscientes e incoscientes (a PNL &#8220;é freudianismo&#8221;); o meta-modelo da linguagem (a PNL &#8220;é lingüística&#8221;); o reenquadro à Satir (a PNL &#8220;é terapia familiar&#8221;); &#8220;é Gestalt&#8221;, etc, etc</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que para muitas pessoas usar um princípio ou uma técnica de um campo equivaleria a aceitar a validade de todos os princípios ou técnicas desse campo, ou em negar ou &#8220;contaminar&#8221; o campo no qual se sentem mais cômodos. Lembre que &#8220;o hábito não faz o monge&#8221;, ou, dito em termos mais precisos, o que um &#8220;usa&#8221; não é o que um &#8220;é&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você se priva de utilizar ancoragens porque provêm do condutismo, se perde uma ferramenta útil. A Internet foi desenhada com intenção bélica, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É, então, a PNL uma adaptação de idéias, modelos, e técnicas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, como todo modelo, e sobre tudo, como todo modelo em desenvolvimento. A maioria dos modelos que se usam hoje em dia também o são. Ainda os modelos terapêuticos mais aceitados e divulgados. Não existem os modelos &#8220;puros”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A PNL precisa de &#8220;Orientação&#8221;?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Certamente sim. A PNL não é uma pessoa, não tem inteligência própria, não tem vontade própria, não é uma entidade nem está viva. É um mero modelo (e muito útil, se me o permitem). Adquire as características de quem o utiliza como o violão de Narciso Yepes, que seria absolutamente inútil em minhas mãos, e capaz de maravilhas nas de Dom Narciso. A &#8220;Orientação&#8221; o põe o arqueiro, e não a seta</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A PNL tem “vácuos”?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Certamente sim. Os que desenvolveram a PNL tão só queriam se divertir e se graduar. Nunca se propuseram  a explicar tudo, em absoluto. Para sua surpresa, se encontraram com o que podiam reproduzir os resultados de quem fazia algo muito bem. As circunstâncias fizeram com que as primeiras pessoas que se modelaram fossem todas terapeutas, porque Gregory Bateson foi um dos mentores de Bandler e Grinder, e quem os encorajou a visitar a Virginia Satir e a Milton Erickson. Portanto, quem primeiro conheceu a PNL foram psicólogos. Mas depois o modelo se desenvolveu em outras direções.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A PNL é “New Age”?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Terminamos aqui as explicações. Nem sequer sei o que &#8220;new age&#8221; significa para cada pessoa que usa o termo. Suponho que se refere a uma série de tendências que inclui: revolta contra o patriarcado, falta de confiança nas religiões tradicionais, falta de confiança na medicina tradicional, falta de confiança na maioria dos valores tradicionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL foi criada por dois jovens &#8220;hippies&#8221;. A PNL se leva entra em conflito com alguns valores tradicionais, como a psicanálise. Mas nem simultaneidade significa pertinência, nem similitude significa identificação, neste caso.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez alguns Programadores Neurolinguisticos sejam &#8220;new age&#8221;. De fato, Deepak Chopra, um dos gurus &#8220;new age&#8221; usa PNL. Mas eu sou bastante antiquado, e me animo em dizer sem ofendê-lo que meu amigo Ricardo Ros também é (ele nega categoricamente). Quanto à revolta contra o patriarcado, sou a favor. Sempre e quando  fizerem outro. Hoje estou meio cansado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É Possível fazer terapia com PNL sem estudar Psicologia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não. &#8220;Ajudar aos demais&#8221;, que é o que muitos &#8220;pseudoterapeutas&#8221; dizem fazer, pode-se fazer ainda sem saber uma gota de PNL. Fazer terapia, e, sobretudo, terapia efetiva, é outra coisa, e requer estudo e treinamento, e em muitas partes do mundo, um título legalmente habilitante.</p>
<p style="text-align: justify;">Penso, não obstante, que a cura de fobias pela PNL deveria se ensinar nas escolas, junto com ressuscitação cardiopulmonar e a manobra Heimlich. E os psicólogos se dedicar a coisas mais profundas. Depois de ter presenciado aproximadamente 30 curas de fobias de todo tipo (aos gatos, cachorros, ao viajar em avião, aos fósforos, ao vento!), sem seqüelas, realizadas em questão de minutos por Programadores Neurolinguiticos não temo assegurar que uma fobia deveria ser muito mais simples de tratar do que se costuma pensar.</p>
<p style="text-align: justify;">E nem falar de coisas como usar o Swich (Swish Pattern em inglês) para coisas como deixar de comer as unhas. Um cirurgião amigo meu, deixou de fazê-lo depois de mais de trinta anos com o hábito em uns quinze minutos com um simples Swich. Que uma andorinha não há verão? Certamente não, mas se funcionou uma vez, vale a pena investigá-lo mais um pouco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas e se meus professores não o aceitam?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Meus queridos leitores, isso é farinha de outro costal. Seus professores estudaram faz tempo, e já vale a pena parabeniza-los por acomodar as mudanças que ocorreram nos últimos anos o melhor que puderam.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez, um professor meu, catedrático ele, disse em uma classe que &#8220;os melhores isolantes são inorgânicos, por exemplo, os plásticos&#8221;. Lhe perguntei se não tinha confundido inorgânico com sintético, já que os plásticos são materiais orgânicos. Sua resposta revelou mais ainda sua ignorância do tema, já que me replicou que é difícil saber que tão orgânico é um material (falso: é bem simples e depende das substâncias químicas que o compõem, e quanto o mais não há &#8220;graus de organicidade&#8221; mais um composto ou é orgânico ou não é).</p>
<p style="text-align: justify;">Por tanto, enquanto eu perdia bastante da minha fé nos conhecimentos do meu professor, se aproximou de mim um docente de menor categoria e me disse por baixo, que se eu quisesse ser aprovado na matéria, era melhor que deixasse a discussão para outro momento. Decidi que para mim não era questão de vida ou morte que o professor aprendesse Química Orgânica, calei minha boca e me aprovei.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando alguém estuda, costuma confundir aprovar uma matéria com aprender uma profissão. A experiência posterior demonstra que não é necessário complicar tanto a vida em tão adiantada idade, pois a verdadeira aprendizagem começa depois. Se você está interessado em PNL, não é necessário que convença a seus professores que a PNL é interessante, nem é necessário contar com a permissão de seus professores para usar PNL na sua profissão. Nem com o aval da academia. Só necessita os avais de seus conhecimentos, experiência e consciência (consciência com &#8220;c&#8221;, não consciência com &#8220;sc&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify;">Os professores universitários costumam nos colocar onipotentes, e crer que nossos estudantes nos obedecerão por toda a vida. E nos esquecemos que nem sequer nós mesmos obedecemos a nossos professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Salvo a mim. A mim todos me obedecem, certamente. Para isso aprendi PNL, os manipulo com técnicas condutistas, os encho de teorias incompletas, os distraio com hipnoses ericksoniana, e, quando tudo isso falha, lhes faço cócegas nos pés.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saudações a todos.</strong></p>
<p><a href="http://site.suamente.com.br/perguntas-e-respostas-sobre-o-uso-de-eft-segunda-parte/">Segunda Parte</a></p>
<p><strong>Tradução</strong> – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/25</p>
</div>

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		<title>A resistência a mudança e a PNL</title>
		<link>http://site.suamente.com.br/a-resistencia-a-mudanca-e-a-pnl/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[programação neurolinguistica]]></category>
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<category>PNL</category><category>Programação Neurolinguistica</category><category>psicólogo</category><category>resistencia a mudança</category>
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		<description><![CDATA[Por José V. Logada
A resistência à mudança se viu como o conjunto de forças e fatores que se desencadeiam ante qualquer variação que ocorre em um sistema, e cujo propósito é manter o status quo e garantir a estabilidade desse sistema, seja este um indivíduo, uma organização ou uma sociedade
Parece que, tal como ocorre no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por José V. Logada</p>
<p>A resistência à mudança se viu como o conjunto de forças e fatores que se desencadeiam ante qualquer variação que ocorre em um sistema, e cujo propósito é manter o status quo e garantir a estabilidade desse sistema, seja este um indivíduo, uma organização ou uma sociedade</p>
<p>Parece que, tal como ocorre no corpo humano quando se ativam mecanismos imunológicos para rejeitar a invasão de um agente estranho, todo processo de mudança ou transformação gera de imediato resistência nos sistemas e organismos que se veêm afetados. De modo que não há mudança que não esteja acompanhado por respostas ativas ou passivas de oposição, as quais, certamente, variarão quanto a intensidade, magnitude e manifestações. Por isso pode-se dizer com propriedade que a resistência é a mais freqüente, natural, espontânea, esperada e lógica reação ante as perturbações e desbalanços que a mudança introduz nos indivíduos e no seu ambiente. Esta idéia resume o biólogo chileno Humberto Maturana (citado por Senge, 1999) na frase &#8220;todo movimento está sendo inibido enquanto ocorre&#8221;, todo crescimento na natureza leva consigo processos que o limitam. Isto lembra também uma premissa do pensamento sistêmico, segundo o qual em todo sistema há tendências a mudar (&#8221;morfogénesis&#8221;) e a permanecer igual (&#8221;morfostasis&#8221;).</p>
<p><strong>Combate frontal</strong></p>
<p>No entanto, este fato &#8220;natural&#8221; gera muitas vezes em meios organizacionais um esquema de pensamento segundo o qual a resistência e a mudança são fenômenos incompatíveis ou inimigos irreconciliáveis. Afirma-se com freqüência que os seres humanos não gostam de mudar, que dedicam suas vidas a resistir a mudança e que aos gerentes, especificamente, lhes assusta qualquer transformação. Tende-se a perceber a resistência como o mais importante obstáculo que encontra a mudança e, portanto, como o adversário a enfrentar. A aparição da mínima expressão de resistência é vista como sinal de alarme para empunhar as armas e combatê-la frontalmente e o uso da resistência à mudança é entendido, então, como uma pugnaz batalha de forças em franco confronto.</p>
<p>Em tal sentido, este tema parece estar exigindo revisão ou reelaboração. Certos conceitos da <a href="http://site.suamente.com.br">PNL</a>, assim como algumas das idéias expostas por Peter Senge no seu recente livro The dance of change (Senge et ao., 1999), podem servir de plataforma para uma consideração diferente do problema. Esse autor sugere que as iniciativas de mudança nas organizações empregam pouca atenção e manifestam pouca compreensão de uma dinâmica, na qual os processos positivos de crescimento coexistem com as forças limitantes. Para ele, é imprescindível compreender e lidar tanto com as forças promotoras da mudança como com os desafios implícitos nos fatores que bloqueiam o processo, tais como a resistência. A este inevitável interjogo de processos estimulantes do desenvolvimento e processos limitantes é ao que Senge denomina &#8220;a dança da mudança&#8221;.</p>
<p>Esta dinâmica tem seu próprio ciclo vital, que é mais biológico que mecânico, e cuja compreensão, seguindo a Senge, requer que os líderes comecem a pensar &#8220;menos como gerentes e mais como biólogos&#8221;.</p>
<p><strong>Reconsideração</strong></p>
<p>Um enfoque menos confrontativo para o uso da resistência começaria por reconhecer a resistência, compreender suas raízes ou sua causa, &#8220;escutar&#8221; as mensagens que emite e apreciá-la como uma oportunidade de retroalimentação útil e de valiosa aprendizagem para o processo, mesmo de mudança. Uma visão como esta significa mais uma abordagem fluente, que lembra de alguma maneira a filosofia própria das artes marciais orientais, nas quais sempre se procura aceitar e usar a resposta, sem tentar confrontá-la, retê-la ou remove-la: nunca lutar contra a energia que alguém ou algo oferece, mas tomá-la e saber utilizá-la. Isto é, a estratégia de confronto é substituída pela possibilidade de &#8220;compassar-se&#8221; a resistência, navegar temporariamente nas suas mesmas águas, aproveitar sua própria energia e chegar a fazer dela um potencial &#8220;aliado&#8221; para a transformação. Esta maneira natural de proceder é familiar àqueles líderes de programas de mudança que hoje praticam artes marciais tais como o aikido ou o judô, que procuram trabalhar &#8220;com a natureza e não contra ela&#8221; (Senge et ao., 1999). Como se pode notar, estes conceitos são claramente avaliados pela Programação Neuro-Lingüística.</p>
<p>Uma consideração diferente da resistência à mudança reconhece então que quando uma pessoa, um grupo ou uma organização mostram condutas ou atitudes resistentes, estas são indícios de que a resistência oferece a quem a vive certas vantagens ou ganhos, que lhes resultam mais atrativas que o que a mudança pode proporcionar. Isto é, em certo momento, a resistência pode ser percebida, consciente ou inconscientemente, pela entidade que a vive &#8211; uma pessoa, uma equipe ou uma organização &#8211; como mais uma opção vantajosa (em PNL se diria que é &#8220;a melhor opção&#8221;) ante a arriscada incerteza que a mudança parece oferecer: lhe garante estabilidade, segurança, comodidade, sentido de controle sobre o ambiente, contribui para manter o balanço ou equilíbrio do sistema e até lhe comunica muitas vezes um sentido de esperança. De fato, Senge (1991) coloca na quinta disciplina que cada vez que há resistência à mudança há também processos ocultos de balanço. Em outras palavras, a resistência parece ser importante para a &#8220;economia&#8221; desse sistema, já que serve a um determinado propósito útil e não é simplesmente nociva ou prejudicial. Não parece estranho, então, que o sistema perceba a resistência como uma &#8220;solução de compromisso&#8221; e se aferre subjetivamente a ela, ainda que compreenda em forma racional a necessidade e os benefícios da mudança.</p>
<p>Isto lembra o conceito psicodinâmico do “ganho secundário&#8221; e o princípio da &#8220;intenção positiva&#8221; em PNL. Segundo o primeiro, o sujeito a miúdo obtém certas vantagens ou &#8220;ganhos&#8221; do problema que o aflige, pelo qual seria preciso buscar a &#8220;função&#8221; que esse problema ou sintoma cumpre em um momento dado. Esta forma de pensar muda o enfoque: da busca de origens mediante a pergunta &#8220;por que?&#8221; à identificação do propósito específico através da pergunta &#8220;para que?&#8221;. O segundo (&#8221;intenção positiva&#8221;) sustenta que toda conduta, por estranha e disfuncional que pareça, tem uma &#8220;boa intenção&#8221; e está tratando de fazer algo positivo pela pessoa, ainda quando esta o ignore. O que acontece geralmente é que essa &#8220;intenção&#8221; pode ser muito diferente da conduta que acontece, ou seja, de sua &#8220;expressão&#8221;, pelo qual é conveniente distinguir a conduta da intenção, buscando manter a intenção, mas mudando o comportamento mediante o qual ela se expressa. No caso concreto da resistência à mudança, inquirir para que esteja presente a resistência na vida da pessoa, da equipe de trabalho ou da organização, isto é, que propósitos têm, qual é sua intenção positiva, que funções exercem e o que esta tratando de fazer pelo sistema, pode ser mais útil que perguntar por que esse sistema está resistindo à mudança. Lembre-se que estas mesmas idéias constituem a base do trabalho com o procedimento de reenquadrar em PNL.</p>
<p>Em efeito, o psicólogo norte-americano Robert Dilts, um dos mais sérios pesquisadores e teóricos em Programação Neuro-Lingüística, no seu livro Visionary leadership skills (1996), se refere ao princípio da &#8220;intenção positiva&#8221; como uma noção útil para conduzir a resistência à mudança, partindo de que quando esta surge tem realmente alguma intenção ou algum propósito subjacente, geralmente útil para o indivíduo. Isso implica que para lidar com a resistência, tais intenções ou propósitos devem ser investigados, identificados e dirigidos de certa maneira para poder separar os aspectos negativos que tem a conduta de resistência da intenção positiva subjacente a ela. Uma vez feito isto, pode se oferecer à pessoa, à equipe ou à organização resistente outras opções ou alternativas de conduta, mais funcionais e efetivas, para aquela intenção positiva. (Isto corresponde ao conceito de acompanhar e guiar, em PNL.)</p>
<p><strong>Alianças</strong></p>
<p>As idéias de outro psicólogo, apresentadas há certo tempo (Pedersen, 1977), também podem servir para uma ressignificação do processo de resistência à mudança. Este autor concebe um &#8220;modelo triádico&#8221; para descrever o processo de assessoria psicológica. Seu modelo imagina o processo de assessoria, não como uma mera relação diádica entre o assessor profissional e seu cliente, mas como uma dinâmica interação a três vias entre 1) esse assessor &#8211; promotor da mudança-, 2) o cliente ou sujeito e, além disso, 3) o &#8220;problema&#8221;, tal como é percebido pelo cliente. Nessa dinâmica, o problema é um ente concreto que está mudando constantemente. É visto como &#8220;bom&#8221; e como &#8220;mau&#8221;, dali seu caráter dilemático: não só representa uma ameaça para o sujeito, mas também tem conotações recompensantes para ele. Uma assessoria efetiva seria aquela no qual se estabelece uma aliança ou coligação sinérgica entre o assessor e seu cliente com o fim de enfrentar o problema e isolá-lo, enquanto a assessoria inefetiva seria o que resulta de uma aliança entre o cliente e seu problema, com o conseguinte isolamento do assessor.</p>
<p>Estes planejamentos anteriores podem se relacionar com o fenômeno da resistência à mudança, para fazê-lo mais compreensível e manejável. De maneira esquemática, por exemplo, poderia começar por conceber todo processo de transformação ou mudança como uma dinâmica e complexa interação triádica, na qual participam a mudança, a entidade afetada e a resistência. Nesta interação, a resistência é um agente muito ativo, com uma personalidade muito definida, com muito poder e com grande capacidade de &#8220;sedução&#8221;. De tal modo que quando uma pessoa, uma equipe de trabalho ou uma organização se encontram ante um processo de transformação ou mudança, a resistência começa de imediato a atuar, buscando desqualificar a mudança, ressaltando seus riscos e ameaças e destacando ao mesmo tempo as vantagens e os atrativos do fato de permanecer igual, do status quo, isto é, da situação a mudar. Ante a entidade que vai ser afetada pela mudança &#8211; indivíduo, equipe, organização &#8211; se abre então um processo de dúvida e incerteza no qual jogam um rol importante a consideração dos lucros ou conquista que a atual situação lhe oferece &#8211; provavelmente estabilidade, comodidade, e certeza, pelo menos &#8211; e uma análise das perdas subjetivas e dos riscos associados à mudança. Se ante estes dilemas, a mudança mostra argumentos mais poderosos, atrativos, coerentes, sólidos e verazes que o façam aparecer como mais uma opção válida e viável, não é estranho que a entidade afetada se incline para ele, o prefira e estabeleça uma coligação ou aliança com essa mudança, que implique a possibilidade de neutralizar ou isolar o efeito da resistência. Esta seria a expressão de um processo de mudança efetivo, que provavelmente tenha sucesso</p>
<p>Mas se a resistência afina sua sedução e apresenta ante a entidade afetada pela mudança, argumentos ainda mais fortes, atrativos, coerentes, sólidos e verazes, não há dúvida que pode se tornar mais convincente que a mudança, e então a aliança seria estabelecida com ela, ficando a mudança neutralizada ou isolada. Aqui, a situação vigente é mais atrativa que a mudança e por isso a resistência prevalece. Essa seria a imagem de um processo de transformação inefetiva e vulnerável frente à força da resistência. Ambas as situações, certamente, são reversíveis e podem mudar dinamicamente em qualquer momento, dependendo da solidez argumental e o poder de convicção que as partes em conflito desdobrem ao longo do tempo</p>
<p>Esta última coligação, entre a entidade afetada e a resistência, representa um interessante desafio para a mudança. Em efeito, se o processo de mudança conhece, escuta e atende as razões e argumentos da resistência podemos utilizá-los como fonte de retroalimentação para levar a cabo reajustes em si mesmos e se fazer mais atrativo que a resistência. Nesse sentido, a resistência pode ser vista como uma oportunidade de aprendizagem para a transformação. Em conseqüência, a mudança pode variar sua própria estratégia para fazê-la mais efetiva no lucro dos resultados perseguidos. Assim, a &#8220;mudança da mudança&#8221; implica precisamente na capacidade de aplicar fluída e flexivelmente em si mesmo essas aprendizagens extraídas da resistência para desenvolver uma aliança mais forte com os que se verão favorecidos pelo processo.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Em suma, hoje em dia, quando há consenso em coletividades e organizações em que não reconhecer e não lidar com a resistência à mudança em forma construtiva pode ter conseqüências muito negativas a longo alcance, uma ressignificação ou reconsideração dessa resistência supõe então concebê-la não necessariamente como o brutal inimigo a combater, mas como uma fonte de informação valiosa e de aprendizagens úteis para o mesmo processo de transformação. Este enfoque não supõe em absoluto a adoção de uma atitude de complacência ante as forças resistentes à mudança. Exige bem mais que os promotores e líderes de qualquer transformação ou mudança, em vez de pressionar cada vez mais forte para lutar contra a resistência, desenvolvam nos seus próprios modelos mentais a versatilidade necessária para identificar e distinguir as características da resistência, para saber escutá-la e &#8220;dançar&#8221; com ela, usando sabiamente toda a energia que ela brinda.</p>
<p><strong>R e f e r e n c i a s</strong></p>
<p>DILTS, R. (1996). Visionary leadership skills. Capitola, Calif. (USA). Meta Publications.<br />
PEDERSEN, P. B. (1977). &#8220;The triad model of cross-cultural counselor training&#8221;. Personnel and Guidance Journal. October 1977, 94-100.<br />
SENGE, P. (1991). La quinta disciplina. Buenos Aires: Edit. Granica.<br />
SENGE, P., KLEINER, A., ROBERTS, CH., BOSS, R. ROTH, G &amp; SMITH, B. (1999): The dance of change. New York: Current Doubleday.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/969</p>
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		<title>As oito regras da mente</title>
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