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	<title> &#187; Mapas Mentais</title>
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		<title>Mapas mentais responsáveis da felicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:53:07 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A felicidade é subjetiva e pode ser interpretada por cada pessoa de diferente maneira. O ser humano como sistema de células, e de acordo ao comportamento de uma só célula nervosa que pode mudar de um estado de inibição (sob desempenho) a um estado de excitação (alto desempenho), posso descrever à felicidade como a capacidade de sentir prazer e manter em harmonia todas nossas células a maioria do tempo durante nossa vida.</p>
<p>Já que em nível inconsciente a neurofisiologia reage aos estímulos sensoriais e aos pensamentos como se tudo fosse real, nossas células respondem à qualidade de pensamentos da pessoa e como conseqüência a sua qualidade de experiências. Estes pensamentos podem se comparar a um edifício que tem como alicerce mapas mentais de identidade, valores e crenças.</p>
<p>Se os mapas mentais de um ser humano são pouco úteis, dificilmente esta pessoa poderá se sentir bem na maioria do tempo. Estes mapas mentais são criados como conseqüência de um processo de eliminação, generalização e distorção da informação percebida de seu ambiente durante o transcurso de sua vida. Lamentavelmente a maioria das pessoas assume esta informação como verdades, feitos ou leis, as mesmas que defendem ansiosamente, provocando irritação nas suas células quando o ambiente e a experiência percebida não se adapta com seus mapas mentais pré-concebidos. Por exemplo: Se para uma pessoa é um valor muito importante a fidelidade, esta se verá, escutará e sentirá muito frustrada quando alguém lhe for infiel ou se conhece e pensa em uma pessoa que seja infiel. Isto acontece em muitos âmbitos da vida diária: a pontualidade, a honestidade, a religião, a política, etc.</p>
<p>Como conclusão, para se sentir bem a maioria do tempo é necessário ser flexível, reenquadrar ou se desfazer dos mapas mentais pouco úteis.</p>
<p>Como fazê-lo?, O melhor método que funcionou para mim, como expert em Inteligência Artificial, é tomar consciência de como se processa nossa base de conhecimento ( mapas mentais ). Ao tomar consciência disto, me dou conta facilmente que um mapa é só uma representação interna e que existiu um processo prévio de armazenamento em nossas experiências durante o transcurso da vida.</p>
<p>Mediante uma série de associações internas (premissas) o ser humano conclui sem considerar que grande parte destas premissas não são “leis físicas”, as pessoas pressupõem que nossa interpretação é uma verdade, no entanto, em nós acontece um processo constante de inferências com generalização, eliminação e distorção de informação.</p>
<p>Não é estranho que um personagem importante defenda uma teoria e depois de um tempo descubra, aceite que estava errado e postule outra teoria como se fosse verdade. O mesmo acontece com nós constantemente com nossa filosofia de vida quando não consideramos que nossos mapas mentais mais importantes (identidade, valores e crenças) não são leis, são unicamente teorias. A flexibilidade e capacidade de reenquadre de nossos mapas, nos permitirá ver, escutar e sentir mais prazer, durante mais tempo no transcorrer de nossa vida.</p>
<p>Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!</p>
<p>Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/11964</p>
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		<title>Mapa mental</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Mapa mental, ou mapa da mente [1] é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Mapa mental, ou mapa da mente [1] é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming; e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.</p>
<p><strong>O método</strong></p>
<p>Os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas. Eles podem ser feitos com um software adequado ou com canetas coloridas e um bloco de papel, e podem ser usados por todos os profissionais para gerenciar qualquer tipo de informação. Este método de registro é cada vez mais usado por uma série de profissionais de todas as áreas de conhecimento humano.</p>
<p>O sistema de diagrama dos mapas mentais funciona como uma representação gráfica de como as idéias se organizam em torno de um determinado foco[2]. Os Mapas Mentais funcionam exatamente como o cérebro, segundo Buzzan. Quando um Mapa Mental é elaborado, cada parte do mapa é associada com o restante, criando conexões entre cada conceito.</p>
<p>Viviani Bovo e Walther Hermann[3], na América do Sul, autores de [[MAPAS MENTAIS - Enriquecendo Inteligências]] (IDPH 2005) tratam da aplicação das técnicas gráficas de gerenciamento de informações, ao aprendizado, à expansão da criatividade e à criação de conhecimentos. Grupos de estudo têm se formado pelo mundo, geralmente ligados ao centro Buzan, para estudar e compreender o sistema de mapas mentais. Por outro lado, o coach Aldo Novak [4]considera que o sistema de gestão gráfica é ideal para aplicações na organização pessoal, profissional e corporativa.<br />
Mapa Mental</p>
<p>O uso de software, para geração dos mapas mentais é visto com reservas por parte dos especialistas, embora muitos os defendam. Aldo Novak, autor de A Única Diferença, enfatiza que os mapas a serem usados para aprender, devem ser feitos sempre à mão, com canetas coloridas e papel, enquanto os mapas usados para ensinar (ou transferir informações) devem ser feitos com softwares especiais.</p>
<p>Alguns autores, como Novak, comparam os mapas mentais que atualmente são feitos com uma ferramenta de trabalho que foi usada por Leonardo Da Vinci, e que utilizava gráficos e um alfabeto visual.</p>
<p>Mapas mentais são, aparentemente, semelhantes aos mapas conceituais. Contudo, os mapas conceituais são estruturados com base em relações entre conceitos, explicitadas por frases de ligação, formando proposições, as quais são passíveis de análise lógica. </p>
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		<title>Mapas Mentais</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:51:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Árvores ilustradas para maior produtividade
O problema &#8211; Você já deve ter assistido a aulas ou palestras que não conseguiu acompanhar, não? Talvez no começo até conseguiu, mas em algum momento se perdeu e não achou o rumo de novo. Ou quem sabe estava estudando algum assunto que devia aplicar para resolver um exercício mas simplesmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Árvores ilustradas para maior produtividade</p>
<p>O problema &#8211; Você já deve ter assistido a aulas ou palestras que não conseguiu acompanhar, não? Talvez no começo até conseguiu, mas em algum momento se perdeu e não achou o rumo de novo. Ou quem sabe estava estudando algum assunto que devia aplicar para resolver um exercício mas simplesmente não conseguia saber por onde começar e nem tinha um roteiro ou algo assim que lhe permitisse saber onde estava e por seguir. É como um quebra-cabeças cuja imagem final você não conhece e cujas peças não se encaixam.</p>
<p>Uma possível causa para esses tipos de dificuldades não está em você, mas sim na maneira como o conhecimento lhe é apresentado: um problema didático. É muito comum o conhecimento ser apresentado em formato descritivo e discursivo: alguém fica falando &#8220;horas&#8221; sobre algo, não mostra sequer uma figura, que seja um esquema, possivelmente com muitos conceitos novos ou novos significados para palavras existentes e espera que a audiência seja capaz de assimilar todos os novos conceitos no mesmo ritmo da fala. No final, &#8220;vamos fazer exercícios e aplicar o que aprendemos&#8221;.</p>
<p>Caminhos &#8211; As soluções para esse problema de fato já existem e podemos identificar elementos comuns a elas. Um deles chama-se estruturação de conhecimento: ao invés de longas frases descritivas, tópicos sintéticos, com suas relações e dependências evidenciadas, devidamente representadas por símbolos visuais e diagramas. Isso não é realmente novidade: a matemática e a física já fazem isso há séculos. A análise de sistemas e a programação de computadores não analisam, concebem nem desenvolvem sem isso. Estrutura semântica com apoio visual é uma das chaves para lidar com a complexidade e a quantidade de informação e conhecimento. Uma outra chave é dispor de um software, que proporciona produtividade. Um exemplo comum é a planilha digital, que proporciona estrutura (tabela bidimensional) evidenciada por marcação visual (linhas, formatação) e opções para você inserir conteúdo (números, fórmulas). Compare: considere um mesmo conteúdo representado em uma planilha e em formato descritivo.</p>
<p>Nesse cenário, os mapas mentais surgem como uma opção de boa aplicabilidade. Onde houver excesso e sobrecarga, fragmentação e confusão, desorganização e esquecimento e outros problemas relacionados a conhecimento, mapas mentais podem ajudar com sua natural inclinação para a estruturação das idéias e sua representação sintética.</p>
<p>Esta matéria constitui uma introdução aos mapas mentais, na qual você saberá o que e como são e terá indicações para prosseguir caso ache interessante.</p>
<p>Virgílio Vasconcelos Vilela</p>
<p>Fonte: www.possibilidades.com.br</p>
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		<title>MAPAS MENTAIS, &#8220;PENSAMENTO VÍRUS&#8221; E SAÚDE</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:50:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Robert Dilts
Há 18 anos atrás, em janeiro de 1978, minha mãe, Patrícia Dilts, teve seu primeiro diagnóstico de câncer de seio. Ela foi tratada cirurgicamente com uma mastectomia radical, na qual seu seio, alguns nódulos linfáticos e outros tecidos foram removidos. Embora a operação a desfigurasse, seus médicos lhe disseram que esta era a melhor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Robert Dilts</p>
<p>Há 18 anos atrás, em janeiro de 1978, minha mãe, Patrícia Dilts, teve seu primeiro diagnóstico de câncer de seio. Ela foi tratada cirurgicamente com uma mastectomia radical, na qual seu seio, alguns nódulos linfáticos e outros tecidos foram removidos. Embora a operação a desfigurasse, seus médicos lhe disseram que esta era a melhor maneira de tratar a doença e que eles estavam certos de assim eliminarem o câncer.</p>
<p>Quatro anos mais tarde, ela teve uma recorrência de tumores no outro seio e ovários. uma pesquisa em seus ossos mostrou um amplo grau de metástase praticamente em cada um dos ossos de seu corpo. Os médicos disseram que estavam errados sobre terem eliminado o câncer e, devido ao estado avançado da doença, provavelmente não havia muito mais que eles pudessem fazer por ela. Ela não deveria sobreviver por muito tempo.</p>
<p>Pela sua própria coragem, abertura à auto-exploração e amor à vida e à sua família, minha mãe encarregou-se de sua própria saúde e teve uma recuperação excepcional. Durante mais de doze anos ela continuou a manter sua saúde, permanecendo livre dos sintomas a maioria do tempo e apresentando uma extraordinária habilidade para sair de qualquer desafio físico. A história de seu processo de recuperação é constantemente contada por mim nos meus seminários, conferências e em meus livros &#8211; &#8220;Crenças: Caminhos para a Saúde e Bem Estar&#8221; e &#8220;Mudando os Sistema de Crenças com PNL&#8221;. Seu compromisso com a vida e com sua família tem sido uma inspiração para várias pessoas no mundo inteiro, as quais procuram encontrar suas próprias trilhas para a integração e congruência.</p>
<p>Em 3 de dezembro de 1995, minha mãe morreu após muitos anos de bem estar. Ela vinha apresentando dificuldades com sua saúde há alguns meses e consentiu em fazer algumas sessões de quimioterapia e radioterapia recomendadas por seus médicos. Infelizmente, estes tratamentos de quase nada adiantaram e foram muito fortes para seu corpo. Eles acabaram por contribuir para a desintegração de sua condição física e terminaram por levá-la à morte. De uma certa forma era como se ela tivesse tomado uma decisão radical, tornando-se insensível a sugestões e intervenções que tinham sido efetivas no passado. Embora eu esteja naturalmente triste e confuso sobre porque sua morte deu-se desta vez, eu devo aceitar sua própria explicação de que ela tinha terminado o que precisava fazer e estava pronta para se reunir a meu pai (que tinha falecido há 10 anos).</p>
<p>Durante todo seu desafio à doença, minha mãe manteve a coragem e a dignidade até o fim e morreu cercada por sua família e à luz de um profundo amor. E embora em seus últimos dias houvessem ocasiões muito dolorosas, houveram momentos de grande beleza, felicidade e inspiração.</p>
<p>Embora eu não tivesse inicialmente a intenção de escrever este artigo com este propósito, eu considero este artigo um tributo à minha mãe e a muitos dos profundos ensinamentos que dela recebi através dos anos.</p>
<p>Milton H. Erickson<br />
Milton Erickson, por Robert Dilts</p>
<p>Uma das mais fundamentais pressuposições da PNL é que &#8220;o mapa não é o território&#8221;. Como seres humanos conhecemos inicialmente a realidade através dos nossos sentidos, os quais são limitados. Por exemplo, cachorros ouvem coisas que nós não conseguimos ouvir. Abelhas vêem luz infravermelha que nós não temos capacidade de enxergar. Nossos sentidos são limitados, e ainda assim é só o que temos para lidar com este mundo. Nós respondemos aos mapas mentais baseados em nossas percepções sensoriais da realidade, em vez da realidade propriamente dita. São nossos mapas &#8220;neuro-lingüísticos&#8221; da realidade que determinam como nos comportamos e isto dá significado àqueles compor-tamentos, e não a realidade propriamente dita. Quando as pessoas pensavam que a terra era chata, elas nem sequer consideravam dar a volta em torno dela. Portanto é seguidamente nosso mapa do mundo, mais do que o mundo propriamente dito, que nos limita ou inversamente nos fortalece.</p>
<p>Os mapas das pessoas são diferentes dependendo de suas origens, do seu meio social, de sua cultura , de seu treinamento profissional e de sua história pessoal. Uma grande parte da PNL é sobre como lidar com o fato das pessoas terem diferentes mapas do mundo. As pessoas têm crenças diferentes sobre a capacidade do corpo para a cura e sobre o que &#8220;deve ser feito&#8221; e o que &#8220;pode ser feito&#8221; em relação a sua própria cura.</p>
<p>Uma das coisas que aprendi através do trabalho na área da saúde é que as pessoas têm mapas sobre o que é possível em relação à cura física e o que é a cura, e elas vivem de acordo com estes mapas. As vezes estes mapas podem ser muito limitantes.</p>
<p>Por exemplo, as vezes, as pessoas falam sobre sintomas físicos como os do câncer e da AIDS como se elas fossem &#8220;possuídas&#8221; por estes sintomas. Até mesmo médicos falam sobre estes sintomas como se eles tivessem qualidades como inteligência e vontade própria. As pessoas dizem que o câncer &#8220;invade&#8221; o corpo e falam sobre como o vírus da AIDS &#8220;engana&#8221; o sistema imunológico e &#8220;usa&#8221; o corpo das pessoas. Eu tenho ouvido oncologistas falarem como o câncer de seio de diferentes pessoas &#8220;têm sua própria personalidade&#8221;. Alguns são mais &#8220;agressivos&#8221;, alguns são mais &#8220;vagarosos&#8221;. Fala-se assim como se estas características fossem inerentes ao sintoma.</p>
<p>Com relação à longa remissão da metástase do câncer de seio de minha mãe, por exemplo, um dos seus oncologistas comentou: &#8220;..mas seu câncer comportou-se de uma maneira muito amistosa.&#8221;. Em vez de pensar que a personalidade ou a habilidade de cura da pessoa afeta o sintoma, é percebido como se o corpo da pessoa fosse completamente passivo e torne-se possuído pelos sintomas com diferentes personalidades.</p>
<p>Após ouvir seu oncologista explicar que a razão pela qual a quimioterapia não tinha curado o câncer era porque o câncer descobrira uma maneira de escapar dos remédios, minha mãe gracejou: &#8220;Eles falam destas células como se uma célula individual tivesse mais inteligência do que um rato de laboratório.</p>
<p>Estes tipos de mapas e crenças determinam como abordamos o processo de cura destes sintomas. Se algo é percebido como um invasor externo com inteligência e intenção negativa, por exemplo, nós sentimos que ele deve ser fisicamente atacado e destruído.</p>
<p>Quando minha mãe descobriu que estava com metástase e começou a explorar o que ela poderia fazer mentalmente para auxiliá-la a promover sua auto-cura, seu cirurgião disse-lhe que &#8220;toda essa coisa de cura corpo e mente era puro papo furado&#8221; que ia deixá-la &#8220;louca&#8221;.</p>
<p>Este tipo de crença, especialmente se for apresentado como &#8220;o mapa certo do mundo&#8221; pode se tornar o que eu chamo de &#8220;pensamento vírus&#8221;. Um &#8220;pensamento vírus&#8221; é essencialmente uma crença limitante que interfere com o esforço próprio ou de outros na cura ou na melhora.</p>
<p>Nesta época, por exemplo, minha mãe estava trabalhando como enfermeira de um clínico geral. Ao invés de dizer-lhe que ela estava sendo tola, como fizera o seu cirurgião, o médico que era seu empregador, levou-a para um lado e disse-lhe: &#8220;Olhe Pat, se você realmente se importa com sua família, você não os deixará despreparados&#8221;. Embora esta assertiva fosse menos declaradamente confrontadora do que a do seu cirurgião, era na realidade um pensamento vírus mais potente do que dizer diretamente &#8220;isto é um monte de papo furado&#8221;.</p>
<p>Porque uma grande parte da mensagem está implícita e não declarada, é mais difícil reconhecer que &#8220;Isto é apenas sua opinião&#8221;. Você pensa, &#8220;Sim, eu me importo com minha família. Não, eu não quero deixá-los despreparados&#8221;. Mas o que não está declarado, não está na superfície, é que &#8220;deixá-los&#8221; significa &#8220;morrer&#8221;. A pressuposição da declaração é que &#8220;você vai morrer&#8221;. E a implicação da declaração era que ela deveria &#8220;parar com esta tolice e aprontar-se para morrer&#8221;, ou ficaria mais difícil para sua família. Se você realmente se importa com sua família, você não continuará tentando melhorar, porque você justamente vai deixá-los despreparados.</p>
<p>O que faz com que isto seja muito mais do que um pensamento vírus em potencial é que implica em que o modo certo e único de ser uma amorável e boa mãe e esposa é aceitar que você vai morrer e preparar a si e a sua família para aquela inevitabilidade. Sugere que tentar recuperar a própria saúde, quando a morte é tão iminente, é essencialmente ser egoísta e não se importar com a sua família. Isto criaria apenas uma falsa esperança, potencialmente sugaria recursos financeiros e levaria à tristeza e ao desapontamento.</p>
<p>Tais &#8220;pensamento vírus&#8221; podem &#8220;infectar&#8221;a mente das pessoas e seu sistema nervoso tanto quanto um vírus físico pode infectar o corpo ou um vírus de computador pode infectar um sistema de computação, levando à confusão e mau funcio-namento. Assim como a programação de um computador, ou todo um sistema de computadores pode ser danificado por um vírus de computador, nosso sistema nervoso pode ser capaz de ser infectado e danificado pelo &#8220;pensamento vírus&#8221;.</p>
<p>Biologicamente, um vírus é na realidade um pequeno pedaço de material genético. Nosso código genético é o &#8220;programa físico&#8221; do nosso corpo. Um vírus é uma parte incompleta do &#8220;programa&#8221;. Não é algo realmente vivo. Esta é a razão pela qual você não pode matar um vírus. Você não pode matá-lo ou envenená-lo porque ele não está vivo.(1) Ele entra na célula de seu hospedeiro, o qual, se não estiver imune ao vírus, involuntariamente, oferece-lhe um &#8220;lar&#8221; e até o ajuda a reproduzir e fabricar mais vírus.</p>
<p>Um vírus de computador é semelhante a um vírus biológico no sentido de que não é um programa completo e inteiro. Não tem &#8220;conhecimento&#8221; do local ao qual pertence no computador, ou quais os locais de memória seguros ou abertos para ele e não tem noção da &#8220;ecologia do computador&#8221;. Não tem percepção de sua identidade com respeito ao resto da programação do computador. Seu propósito primeiro é simplesmente continuar a se reproduzir, multiplicando-se.</p>
<p>Porque ele não reconhece ou respeita as fronteiras de outros programas e dados no computador, ele reescreve indiscriminadamente, apagando-os e substituindo-os por si mesmo. Isto causa mau funcionamento do computador que comete sérios erros.</p>
<p>Para mim, um pensamento vírus é similar a estes outros tipos de vírus. Não é uma idéia completa, coerente que se harmonize e organicamente suporte um amplo sistema de idéias e crenças de uma pessoa numa forma saudável. É um pensamento ou crença em particular que pode criar confusão ou conflito. Pensamentos e crenças individuais não têm nenhum poder próprios. Eles só conseguem &#8220;vida&#8221; quando alguém age sobre eles. Se uma pessoa decide &#8220;desempenhar&#8221; o papel de uma crença&#8221; ou agir de acordo com um pensamento em particular, esta pessoa pode tornar &#8220;viva&#8221; esta crença, esta crença pode tornar-se auto-realizável.</p>
<p>Como um exemplo do que quero dizer, minha mãe viveu mais de 12 anos além do que os médicos predisseram, principalmente porque ela não acreditou em algumas das crenças deles. O médico para o qual ela trabalhava, disse-lhe que se ela tivesse sorte, ela poderia viver 2 anos, e quando falou comigo, falou em termos de meses e até semanas. Ela parou de trabalhar para ele e viveu muitos anos mais, inteiramente livre de quaisquer sintomas de câncer</p>
<p>Alguns anos depois de minha mãe deixar de trabalhar para ele, este mesmo médico ficou seriamente doente (embora sua doença não estivesse nem remotamente tão adiantada como a da minha mãe). A resposta dele a esta situação foi suicídio. Mais ainda, ou ele convenceu sua esposa a suicidar-se também, ou talvez levou-a consigo sem o consentimento dela (a situação nunca ficou completamente esclarecida). Porque? Porque ele acreditava que sua morte era iminente e inevitável e não queria deixá-la &#8220;despreparada&#8221;.</p>
<p>O ponto é que um pensamento vírus pode levar à morte tão rapidamente quanto um vírus de AIDS. Ele pode matar seu &#8220;hospedeiro&#8221; tão facilmente quanto ele pode ferir outros que se tornam &#8220;infectados&#8221; pelo hospedeiro. Pense em quantas pessoas morreram por causa da &#8220;limpeza étnica&#8221; e das &#8220;guerras santas&#8221;. Até pode ser que muito da maneira que um vírus de AIDS mata é através do pensamento vírus que o acompanha.</p>
<p>Eu quero deixar bem claro que não estou sugerindo que o médico de minha mãe era de alguma forma uma má pessoa. Eu acredito que ele fosse um bom médico e um homem íntegro. O problema não era ele. Era a crença, o &#8220;vírus&#8221;. Na realidade o fato de que ele tenha tirado sua própria vida pode ser visto como um ato definitivo de integridade &#8211; caso alguém tenha sua crença. São as crenças que precisam ser julgadas criticamente, não as pessoas.</p>
<p>Um pensamento vírus não pode ser morto, pode ser apenas reconhecido, neutralizado, expulso do resto do sistema. Você não pode matar uma &#8220;idéia&#8221; ou &#8220;crença&#8221; porque ela não é viva. E matando a pessoa que age na base de uma idéia ou crença também não mata a idéia ou crença.</p>
<p>Séculos de guerras e perseguições religiosas têm demonstrado isso. (A quimioterapia trabalha de uma forma semelhante à da guerra; mata células infectadas, mas não cura o corpo nem o protege contra o vírus &#8211; e infelizmente ela inflinge um número relativamente alto de &#8220;baixas civis&#8221; nas células saudáveis do corpo).</p>
<p>Crenças limitantes e pensamento vírus devem lidar com o corpo de forma semelhante à maneira como o corpo lida com o vírus físico ou um computador lida com um vírus de computador &#8211; reconhecendo-o, tornando-se imune a ele e não lhe dando lugar no seu sistema.</p>
<p>NOTA: 1 &#8211; Isto em contraste com &#8220;bactérias&#8221; que são de fato células vivas. Bactérias podem ser mortas, por exemplo, por antibióticos. Mas antibióticos são inúteis contra vírus. Porque as bactérias são células contidas, elas não&#8221; invadem &#8221; ou conquistam nossas células corporais. Algumas são parasitas e podem ser danosas se forem em grande quantidade. Mas muitas bactérias são úteis e de fato o corpo as necessita &#8211; para digerir a comida, por exemplo.</p>
<p>ROBERT DILTS é um semeador de idéias e tem contribuído para os conceitos e pressuposições da PNL, incluindo o desenvolvimento básico em áreas de estratégias cognitivas, sistema de crenças e princípios do que veio a ser conhecido como sistematização da PNL. Ele escreveu muitos livros clássicos sobre PNL, incluindo o último Aprendizagem Dinâmica, com Todd Epstein. Muito bom desenhista de retratos também.</p>
<p>Tradução: Evanice L. Pauletti<br />
Revisão: M. Helena Lorentz<br />
Publicado na Anchor Point de MAR/96<br />
Artigo publicado no Golfinho Impresso Nº19 de maio/1996 </p>
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		<title>Como usar mapas mentais</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diferentes usos, diferentes estratégias
Uma vez que você disponha de uma mapa mental, a maneira de usá-lo varia conforme a finalidade. Uma primeira diretriz para quando você for olhar um mapa mental pela primeira vez é:
Não olhe para todo o mapa de uma só vez!
Olhe para o tópico central, certifique-se de que entende o contexto do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Diferentes usos, diferentes estratégias</strong></p>
<p>Uma vez que você disponha de uma mapa mental, a maneira de usá-lo varia conforme a finalidade. Uma primeira diretriz para quando você for olhar um mapa mental pela primeira vez é:</p>
<p><strong>Não olhe para todo o mapa de uma só vez!</strong></p>
<p>Olhe para o tópico central, certifique-se de que entende o contexto do mapa. Depois olhe os tópicos de primeiro nível, dando-se um tempo para criar uma visão geral desse nível. Só depois passe aos níveis mais detalhados. Alguns mapas mentais com conteúdo novo para você podem requerer, para que sejam bem compreendidos, que você obtenha informações da fonte original, como um livro ou artigo.</p>
<p><strong>Veja a seguir alguns usos e respectivas sugestões de estratégias.<br />
</strong><br />
Para planejamento</p>
<p>No caso de eventos, como festas, quando for escolher o que vai ter ou acontecer, simplesmente olhe o mapa mental e faça suas escolhas. Outra maneira é fazer o seu planejamento normalmente e usar o mapa mental depois, como uma lista de verificação, para completar ou enriquecer o que já fez.</p>
<p>Para memorização e lembrança</p>
<p>Se seu propósito é memorizar, para que você se lembre o mapa mental deve estar acessível e estável em sua mente, como por exemplo no caso em que você vai ministrar uma aula ou palestra ou ainda fazer uma prova. Pela praticidade de um mapa mental, você pode aproveitar até momentos potencialmente improdutivos para fazer isto, como ônibus, filas e outras esperas.</p>
<p>Se você não quer exatamente memorizar um mapa mental, mas sim se lembrar de algo quando achar apropriado, pode imprimir o mapa e carregá-lo na bolsa, pasta ou carteira..</p>
<p>Para aprendizagem</p>
<p>Talvez você se lembre de algum assunto que conhece bem porque leu sobre ele, respondeu perguntas, discutiu com alguém, questionou, enriqueceu, validou&#8230; Creio que essa é a melhor maneira de aprender algo: aplicar esse algo para algum propósito e conviver, ter experiências com o conteúdo. Quando sabemos algo bem, tipicamente temos modelos mentais ricos sobre esse algo, resultado de experiências variadas.</p>
<p>Assim, elaborar um mapa mental de um conteúdo já é um passo na direção de aprender esse conteúdo. Revisá-lo, criticamente ou não, mais um. Usar o mapa para algum propósito prático é outro grande passo. Apresentar o mapa para alguém, mais outro. Cada experiência consolida um pouco mais seu aprendizado, que tem um começo mas nunca terá um fim, porque sempre se pode descobrir e aprender algo a mais sobre qualquer coisa.</p>
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		<title>O Que São Mapas Mentais?</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Um Mapa Mental é um diagrama usado para conectar palavras e idéias a uma idéia central. É usado para visualizar, classificar, estruturar e gerar idéias. Assim como apoio no estudo, na solução de problemas e na tomada de decisão.
É similar a uma rede semântica, ou mapa cognitivo, mas não há restrições formais nos tipos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Um Mapa Mental é um diagrama usado para conectar palavras e idéias a uma idéia central. É usado para visualizar, classificar, estruturar e gerar idéias. Assim como apoio no estudo, na solução de problemas e na tomada de decisão.</p>
<p>É similar a uma rede semântica, ou mapa cognitivo, mas não há restrições formais nos tipos de conexões usadas. Normalmente o mapa envolve imagens, palavras e linhas. Os elementos são ordenados de forma intuitiva, de acordo à importância dos conceitos, os quais são organizados em agrupamentos, ramificações ou áreas.</p>
<p>Em outras palavras, um mapa mental é um diagrama radial, que representa conexões entre pontos de informação. A formulação gráfica uniforme da estrutura semântica da informação na obtenção de conhecimento pode ajudar na lembrança de memórias existentes. Também é tratado como um método de aumentar a motivação na realização de uma tarefa.</p>
<p>ORIGENS</p>
<p>Mapas Mentais (ou conceitos similares) têm sido usados por séculos para aprendizagem, brainstorming, pensamento visual e solução de problemas por educadores, engenheiros, psicólogos e outras pessoas em geral. Alguns dos primeiros mapas mentais foram desenvolvidos por Porphyry de Tyros, um filósofo do século 3 que visualizou graficamente as categorias conceituais de Aristóteles.</p>
<p>Ainda que técnicas similares aos mapas mentais tenham sido usadas por séculos, a origem do mapa mental é atribuída ao psicólogo britânico Tony Buzan. Ele declarou que a idéia foi inspirada pela semântica geral das novelas de ficção científica. Ele argumenta que artigos “tradicionais” obrigam o leitor a escanear a informação da esquerda para a direita e de cima para baixo, enquanto o que acontece na prática é que a mente escaneia a página inteira de uma forma não-linear.</p>
<p>O Mapa Mental continua a ser usado em muitas formas e para várias aplicações, incluindo aprendizagem e educação, planejamento e engenharia.</p>
<p>USO DE MAPAS MENTAIS</p>
<p>Os mapas mentais têm diversas aplicações em situações pessoais, familiares, educacionais e de negócios, incluindo a tomada de notas, seções de brainstorming, realização de resumos, revisão e aclaração de idéias. Por exemplo, você poderia escutar uma palestra e tomar notas usando mapas mentais para os pontos ou palavras-chave mais importantes. Também se pode usar o mapa mental como uma técnica mnemônica para organizar idéias complicadas.</p>
<p>Software e técnicas de pesquisa chegaram à conclusão de que gestores e alunos acham a técnica de mapeamento mental útil, aumentando a capacidade de reter informações e idéias, em comparação com o método de anotação tradicional (linear).</p>
<p>Mapas Mentais podem ser desenhados à mão, como “rascunho”, ou com maior sofisticação. Também existe uma ampla gama de ferramentas de software desenvolvidas para a criação de mapas mentais.</p>
<p>REGRAS GERAIS DO MAPA MENTAL</p>
<p>Esta é a estrutura básica de um Mapa Mental. No entanto, estes pontos estão abertos à livre interpretação pelo indivíduo:</p>
<p>1. Comece pelo centro, com uma imagem do tópico.</p>
<p>2. Use imagens, símbolos, códigos e dimensões através do seu mapa mental.</p>
<p>3. Escolha palavras chave e destaque-as usando letras em maiúsculas ou minúsculas.</p>
<p>4. Cada palavra/imagem (ou frase curta) deve estar só, em sua própria linha.</p>
<p>5. As linhas devem ser conectadas, partindo da imagem central. As linhas centrais são mais grossas se tornam mais finas à medida que se afastam do centro.</p>
<p>6. Faça as linhas do mesmo tamanho que a palavra/imagem.</p>
<p>7. Use sua própria codificação de cores em todo o mapa mental.</p>
<p>8. Desenvolva seu próprio estilo de mapa mental.</p>
<p>9. Use ênfase e mostre associações no seu mapa mental.</p>
<p>10. Mantenha o mapa mental claro, usando uma hierarquia radiante, ordem numérica e destaques para organizar suas ramificações.</p>
<p>Fonte: www.ogerente.com.br</p>
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		<title>Mapas Mentais &#8211; o caminho da aprendizagem eficaz</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A imagem ou palavra deve sempre ficar numa linha com o mesmo comprimento das outras equivalentes.
Use cores como seu próprio código especial para mostras pessoas, tópicos, temas ou datas e para tornar seu Mapa Mental mais bonito, atraente e fácil de ser assimilado. Use cores iguais para um mesmo conceito.
Capture todas as idéias (suas ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A imagem ou palavra deve sempre ficar numa linha com o mesmo comprimento das outras equivalentes.</p>
<p>Use cores como seu próprio código especial para mostras pessoas, tópicos, temas ou datas e para tornar seu Mapa Mental mais bonito, atraente e fácil de ser assimilado. Use cores iguais para um mesmo conceito.</p>
<p>Capture todas as idéias (suas ou de outros), então edite, reorganize, torne-as mais bonitas, aprimore ou deixa claro como um segundo estágio de pensamento.</p>
<p><strong>Como utilizar o mapa mental</strong></p>
<p>Como utilizar o mapa mentalQualquer pessoa pode utilizá-los para:<br />
Estudantes e aprendizes</p>
<p>Em projetos, como feira cultural, mapas mentais podem apoiar na definição e organização do conteúdo, no planejamento e divisão das tarefas, na preparação para a apresentação e na apresentação propriamente dita.</p>
<p>Preparar o andamento de um seminário ou apresentação usando um mapa mental. Memorizá-lo para garantir que não vai se perder.</p>
<p>Transformar a matéria a estudar em mapas mentais e estudar por eles, voltando ao material somente se for preciso.</p>
<p><strong>Organização pessoal e autoconhecimento</strong></p>
<p><strong>Planejamento pessoal -</strong> Já mostramos um exemplo de lista de coisas para fazer. O planejamento pessoal pode ser feito e controlado em formatos variados, como semanal, por tipo de ação, por prioridade.</p>
<p><strong>Solução de problemas -</strong> Um mapa mental pode registrar aspectos variados do problema: objetivos, soluções possíveis, critérios a serem aplicados para decisão, possíveis impactos, custos e benefícios e outros. Um mapa mental permite que se tenha uma visão abrangente dos fatores relevantes de um problema a um só olhar.</p>
<p>Nossas experiências muitas vezes ficam desorganizadas e portanto nem tão produtivas. Com relação à experiência, imagine ter mapas mentais com todas as suas vitórias e conquistas? Ou com os obstáculos que já superou? Que tal ter um mapa mental organizando todos os tipos de prazeres saudáveis de que você já usufruiu? Você pode ter mapas mentais pessoais de experiências, objetivos de longo, médio e curto prazos, história pessoal, forças e oportunidades de melhoria &#8211; não há limites para as possibilidades.</p>
<p><strong>Empresários:</strong></p>
<p><strong>Lista de atividades e pendências.</strong></p>
<p>Ter sempre à mão mapas mentais com os vários aspectos do seu negócio. Nada pior do que tomar uma decisão e esquecer algum fator importante.</p>
<p><strong>Líderes</strong></p>
<p>Elaborar um mapa mental dos aspectos da liderança com que tem que se ocupar: subordinados, diretrizes da empresa, recursos materiais, atividades de rotina e eventuais, pendências, urgências, etc.</p>
<p>Se você não quer exatamente memorizar um mapa mental, mas sim se lembrar de algo quando achar apropriado, pode imprimir o mapa e carregá-lo na bolsa, pasta ou carteira..</p>
<p><strong>Grupos e times</strong></p>
<p>Usar um mapa mental como um dos produtos a serem gerados pelo grupo. O mapa concentra o foco do grupo, definindo mais claramente consensos e discordâncias.<br />
Planejamento, divisão e controle de tarefas.<br />
Donas e donos de casa:</p>
<p><strong>Lista de compras.</strong></p>
<p>Controle informal de despensa.<br />
Orçamento doméstico.<br />
Lista de verificação de faxina: quarto, cozinha, sala, etc., e respectivos detalhamentos.<br />
Críticos</p>
<p>Estruturar texto com um mapa mental.</p>
<p>Elaborar mapas mentais dos aspectos do objeto de crítica. Por exemplo, para cinema: direção, atores (ator 1, ator 2&#8230;), fotografia, originalidade e criatividade, produção (estas são apenas idéias vagas, já que não tenho autoridade para falar do assunto&#8230;).</p>
<p><strong>Colecionadores</strong></p>
<p>Catalogar os objetos da coleção em um ou mais mapas mentais.</p>
<p>Texto de Flávio Souza &#8211; Coach, Consultor e Palestrante. | E-mail: flaviosouza@vocevencedor.com.br | Visite o site</p>
<p>Flávio Souza é treinador de Coaching da Lambent do Brasil, atua como assistente de Andréa Lages e Joseph O’ Connor (Inglaterra), em seu Curso de Certificação Internacional de Coaching. Empregada com sucesso as ferramentas da Teoria da Inteligência Multifocal no processo de coaching, sendo um grande diferencial em seu trabalho.Tem atuado como Coach junto a empresários, executivos e profissionais liberais com enfoque em negócios e vida pessoal. Venha conhecer a ferramenta mais poderosa para desenvolver pessoas e organizações. Curso de Introdução ao Coaching.</p>
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		<title>FERRAMENTAS DE CRIATIVIDADE</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sua-mente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MAPA MENTAL (MIND MAP)
1. O que é
Mapa Mental (Mind Map) é um diagrama usado para representar palavras, idéias, tarefas ou outros itens ligados a um conceito central e dispostos radialmente em volta deste conceito. É um diagrama que representa conexões entre porções de informação sobre um tema ou tarefa. Os elementos são arranjados intuitivamente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MAPA MENTAL (MIND MAP)</strong></p>
<p><strong>1. O que é</strong></p>
<p>Mapa Mental (Mind Map) é um diagrama usado para representar palavras, idéias, tarefas ou outros itens ligados a um conceito central e dispostos radialmente em volta deste conceito. É um diagrama que representa conexões entre porções de informação sobre um tema ou tarefa. Os elementos são arranjados intuitivamente de acordo com a importância dos conceitos. Eles são organizados em grupos, ramificações ou áreas.<br />
Pela representação das informações e suas conexões de uma maneira gráfica, radial e<br />
não linear, o Mapa Mental estimula a imaginação e o fluxo natural de idéias livre da rigidez das anotações lineares (listagens). O Mapa Mental explora o fato de que nosso cérebro:</p>
<p><strong>-</strong> não trabalha de forma linear, mas pula de uma idéia para outra, de forma aleatória,<br />
seguindo as associações que vai descobrindo;</p>
<p><strong>-</strong> processa melhor, memoriza e relembra mais facilmente informações que combinam<br />
palavras, números, ordem e seqüência com cores, imagens, dimensões, símbolos e<br />
ritmo visual.</p>
<p><strong>2. Quando usar</strong></p>
<p>O Mapa Mental é usado para gerar, visualizar, estruturar, e classificar idéias e como uma ajuda na pesquisa e organização de informações; planejamento de projetos, campanhas, cursos, livros, artigos e outras tarefas; solução de problemas e tomada de decisão, etc.</p>
<p>Apresenta muitas vantagens sobre as anotações na forma de listas:</p>
<p><strong>-</strong> A idéia principal é definida com mais clareza. Ela é colocada no centro do gráfico.<br />
<strong>-</strong> A importância relativa de cada idéia é claramente indicada; quanto mais perto do<br />
centro, mais importante.<br />
<strong>-</strong> As conexões entre conceitos são imediatamente reconhecidas.<br />
<strong>-</strong> As revisões são mais efetivas e mais rápidas.<br />
<strong>-</strong> Fácil inclusão de novas informações.<br />
<strong>-</strong> A natureza aberta do gráfico estimula o cérebro a fazer novas conexões.</p>
<p><strong>3. Como usar</strong></p>
<p><strong>3.1.</strong> O Mapa Mental em 6 passos</p>
<p><strong>1.</strong> Comece pelo centro. Pegue uma folha de papel e desenhe no seu centro uma palavra ou imagem que represente o assunto sobre o qual você irá pensar.</p>
<p><strong>2.</strong> Em volta do assunto central coloque os principais temas ligados ao tema central.<br />
Estes temas podem ser comparados aos títulos dos capítulos de um livro. São as<br />
idéias ordenadoras que definem os focos do Mapa Mental.</p>
<p><strong>3.</strong> Use linhas para ligar estes temas ao assunto central.</p>
<p><strong>4.</strong> Desdobre cada um destes temas principais em temas secundários e os conecte ao<br />
tema “mãe”.</p>
<p><strong>5.</strong> Se necessário, desdobre estes temas secundários em novos temas e os conecte ao<br />
tema de origem.</p>
<p><strong>6.</strong> Prossiga com os desdobramentos até atingir o nível de detalhamento necessário.</p>
<p><strong>3.2.</strong> As regras e técnicas do Mapa Mental a. Enfatize e evidencie</p>
<p>- Sempre use uma imagem central.<br />
- Use cores variadas.<br />
- Use imagens, símbolos, formas, texturas, etc.<br />
- Use variações de tamanho das letras, linhas e imagens.<br />
- Mostre a hierarquia entre os diversos níveis de informação.</p>
<p><strong>b.</strong> Não interrompa o fluxo de idéias<br />
- Anote as idéias imediatamente, como ocorrem.<br />
- Não pare para fazer julgamentos, continue pensando.<br />
- Deixe para mais tarde os julgamentos, modificações e melhorias.</p>
<p><strong>c.</strong> Mostre as associações<br />
- Use setas para mostrar conexões dentro e entre ramificações.<br />
- Use cores.<br />
- Use símbolos.<br />
- Use formas como triângulos, círculos, retângulos, etc.<br />
<strong><br />
d.</strong> Seja claro<br />
- Organize o espaço e deixe áreas em branco para futuras inserções.<br />
- Somente uma palavra chave por linha.<br />
- Use letras de imprensa, pois são mais fáceis de ler e lembrar.<br />
- Escreva as palavras ao longo das linhas.<br />
- Comprimento da linha igual ao comprimento da palavra ou imagem.<br />
- Linhas centrais mais grossas; a espessura diminui à medida que se afastam do<br />
centro.</p>
<p><strong>e.</strong> Desenvolva um estilo próprio<br />
- Defina um layout personalizado.<br />
- No uso de recursos gráficos para mostrar hierarquia, semelhanças e conexões.<br />
- Na combinação própria de cores, imagens, formas, dimensões, etc.<br />
- Use sua criatividade e torne seus mapas mais alegres, coloridos e artísticos.</p>
<p><strong>3.3</strong> Recursos usados</p>
<p>Setas: podem ser usadas para mostrar como conceitos que aparecem em diferentes partes estão conectados. As setas podem ser simples ou com ramificações e podem apontar em qualquer direção.</p>
<p>Pontuação e símbolos: asteriscos, pontos de exclamação e de<br />
interrogação, cruzes e muitos outros símbolos podem ser agregados às<br />
palavras para mostrar conexões ou evidenciar alguma informação.</p>
<p>Formas geométricas: triângulos, círculos, elipses, retângulos, etc. podem<br />
ser usados para marcar áreas ou palavras que têm alguma semelhança.</p>
<p><strong>Por exemplo:</strong> triângulos podem ser usados para mostrar áreas de possíveis<br />
soluções para o problema analisado.</p>
<p><strong>Objetos tridimensionais:</strong> cubos, cilindros, esferas, pirâmides, etc. para<br />
destacar alguma idéia ou informação.</p>
<p><strong>Imagens criativas:</strong> para ressaltar a natureza ou especificidade de um<br />
tópico. Use as imagens disponíveis em seu micro ou na internet. Melhor,<br />
crie você mesmo as suas próprias imagens.</p>
<p><strong>Cores:</strong> as cores são particularmente úteis para ajudar a memória e a<br />
criatividade. Podem ser usadas, como as setas, para mostrar como conceitos<br />
localizados em diferentes partes do gráfico se conectam ou se relacionam.<br />
Elas também podem ser usadas para delimitar as fronteiras entre as<br />
grandes áreas do gráfico.</p>
<p>Elaborado por Jairo Siqueira Blog: http://criatividade.wordpress.com</p>
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